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Natal Promíscuo

Natal Promíscuo

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Natal Promíscuo

Longueur:
52 pages
37 minutes
Éditeur:
Sortie:
Mar 4, 2021
ISBN:
9781547547272
Format:
Livre

Description

A Annie Swan quer tudo, a carreira e o namorado, mas ela não acredita que seja possível ter ambos. A Annie está focada em tornar-se enfermeira e não vai deixar que uma noite de sexo fantástico na Roda gigante mude tudo isso.

Quando o Jack Ross vê algo que quer, não para até conseguir que tê-la. O Jack admira a dedicação de Annie mas sabe que com um bocadinho de compreensão, capacidade de perdoar, e amor é possível ter tudo.

Éditeur:
Sortie:
Mar 4, 2021
ISBN:
9781547547272
Format:
Livre

À propos de l'auteur

Sharon Kleve was born and raised in Washington and currently lives on the Olympic Peninsula with her husband and two cats. When not writing, and working full-time, she can usually be found either curled up in her recliner with her cats and a good book or in the kitchen making cheese or baking sourdough bread or bagels. Sharon is a multi-published author of contemporary romance with over twenty stories published in eBook, paperback, on audio and translated into six different foreign languages. She has written New Adult and Romantic Suspense, but what brings her the most joy is writing Romantic Comedies. She loves giving her characters the happily ever after they deserve—with a few laughs and maybe a few bumps and bruises along the way.

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Aperçu du livre

Natal Promíscuo - Sharon Kleve

Sete

Capítulo Um

~Annie Swan~

Vi o Jack sentado, sozinho no bar com um sorriso desprendido e duas covinhas na cara. A sua predisposição para pagar-me a mim e às minhas amigas qualquer bebida que quiséssemos ganhou-lhe um lugar na nossa mesa. Mas quando um parvalhão lhe deu com uma cerveja em cima e ele manteve-se calmo... bem aí valeu-lhe um convite para uma voltinha na roda gigante. Ele disse-me o apelido, mas eu só me lembrava do nome próprio — Jack.

Não planeei apresentar o Jack à minha família independentemente do quão generoso, querido, e giro que fosse. E isso era, tudo o que eu precisava saber. Um par de covinhas ridiculamente giras não íam distraír-me de ser a melhor da minha turma de enfermagem no próximo Outono. Qualquer tempo livre, em que eu não estivesse a trabalhar para pagar a minha formação, eu passava a estudar. Mas uma miúda precisa de aliviar o stress e a roda gigante era isso mesmo.

O amor estava fora de questão até terminar o curso, mas a luxúria era permitida.

Quanto tempo temos? Perguntou o Jack, ligeiramente ofegante.

"A roda gigante dá três voltas e demora à volta de... mais ou menos quinze minutos. Aceitas o desafio? Perguntei-lhe, sabendo que ele não se recusaria.

O Jack pagou a entrada e o empregado fechou a porta da gondola de vidro da Roda Gigante de Seattle.

Num dia de céu limpo, as gondolas estavam cheias de gente e conseguia ver-se a uma distância de cinquenta metros sobre Puget Sound — toda a zona ribeirinha de Seattle era visível. Mas durante os meses de Inverno, e em especial à noite, as gondolas estavam quase sempre vazias e tudo o que se conseguia ver eram as luzes da cidade. Para onde quer que se olhasse podia ver-se as luzes multicoloridas que decoravam os edifícios, até a Roda Gigante já brilhava para as festas.

Conforme a roda gigante subia em direcção ao céu enevoado, eu deslizei os dedos por baixo da minha saia e usando os dedos indicadores, deslizei as minhas cuequinhas sobre as ancas e até aos tornozelos. Precisava cortar na fast food e nos Snickers. Debrucei-me para apanhar a minha lingerie de seda, sabendo perfeitamente que ele conseguia ver para dentro da minha camisola.

Tens a certeza que estás pronto? Perguntei. Eu gosto de provocar. Rocei-lhe as cuequinhas no rosto antes de as guardar no casaco. O pénis saltou-lhe nas calças de ganga. Bom.

Claro que sim, estou pronto. A zona genital pulsou novamente. Uma rajada de chuva e vento fustigou a lateral da gondola. Seattle era famosa pelo tempo maluco, e esta noite não era excepção. O Jack baixou as calças e chegou-se a mim. Eu empurrei-o novamente de volta ao seu lugar. Senta-te. Vou cavalgar-te. O tremor e a vibração da maquinaria excitou-me. Os preliminares estavam absolutamente fora de questão — sem tempo ou vontade. Isto era sexo puro, sem sentido no seu melhor. Baixei as pestanas, ronronei de forma divertida e abri a pequena embalagem de folha de alumínio que já tinha tirado da minha mala anteriormente. O Jack deu-me um sorriso diabólico, inclinou-se para a frente e mordiscou-me gentilmente o lábio inferior.

Hum, que bom. Sussurrou ele.

Deixei cair o latex líquido na sua mão. Aqui está, bonzão. Mete isto.

Qualquer coisa por ti, linda. Jack deslizou o latex na ponta e em toda a extensão até à base. Provocou-me com a língua, lenta

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