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Cadernos de Antropologia e Imagem (2) Antropologia e fotografia

Resumos Apresentação Clarice Ehlers Peixoto e Patrícia Monte-Mór HISTÓRIAS PARALELAS Antropologia e fotografia Elizabeth Edward “It looks the significance and relevance of still photography created and used in British anthropology from about 1860 until 1920. This is the introdutory article of the volume Anthropology and photography organized by the author. The visual image is possibly the dominant mode of communication in the late twentieth century and its location, establishment and integration among traditional texts rightly exercises the minds of interested scholars and practitioners. An anthropological photograph is any photograph from which an anthropologist could gain useful, meaningtue visual information. Its defining essence is not the subjectmatter as such, but the consumer's classification of that knowledge or reality which the photograph appears to convery . The aim of of this article is to suggest ways in which ine coin look into photograph and through them into culture.” A história paralela da antropologia e da fotografia Christopher Pinney “Que as histórias da antropologia, como nós reconheceríamos hoje, e da fotografia seguiram cursos paralelos são uma proposição simples de demonstrar. Que parecem também derivar seu poder representacional com os procedimentos semióticos quase idênticos requer, talvez, que um caso ligeiramente mais elaborado seja feito. É com o estabelecimento destas duas proposições relacionadas que este ensaio, no primeiro exemplo, está concernido. O que o ensaio também procura fazer, é esboçar duas interpretações aparentemente alternativas das histórias da antropologia e da qual a fotografia que faz grande diferença no sentido de suas narrativas. O que está emergindo é que a antropologia e a fotografia estão descobrindo simultaneamente suas própras incertezas e impossibilidades. Apenas porque a antropologia está descobrindo seu status como "anthropo-graphy", assim como a fotografia está no processo de descobrir que é uma "foto-gramática".” As figuras do desconhecido Sylvain Maresca “Photography necessarily requires anonymous models in order to be recognized as art. While reflection is made about photographic portraits as compared to painted portraits, this process of “anonymization” of the portrayed individuals can be understood along with other related matters: identity, stating of social positions (photo cards, scene cards). An issue emerges from this reflection about the basic and paradoxical incapacity of photographic portrait and mass photography, in that they mean an accumulation of visual traces which cannot hinder the erasement of that which they intend to preserve.”

Os elementos de coincidência (ou sobreposição) e continuidade entre os propósitos (metas) da ciência social e do artesão. Brasil) enquanto fazia trabalho de campo antropológico com os Yawalapiti. e gaças à fotografia. Principalmente na mudança de Lazio Moholy-Nagy. As duas outras cerimônias significativas são: o ritual das flautas sagradas.Nós costumamos distinguir ciência e arte. permite uma reflexão sobre a conexão entre memória e identidade . “o festival da morte” (celebração da morte). as cenas que decide incluir na memória familiar. o jakuí. ambos formalmente e em termos de conteúdo. para usar o meio visual para entender o funcionamento do mundo social. e para mostrar o lado estético de minha percepção deles. não como opostas.” Dois rituais do Xingu Eduardo Viveiros de Castro “Eu fiz essas fotografias no Parque indígena do Xingu (Mato Grosso. e talvez a cidade moderna nunca tenha sido exibida em maneiras tão fascinantes e emocionantes quanto nas películas e na fotografia daquele tempo. O artigo investiga alguns dos muitos esforços feitos por fotógrafos e cientistas sociais para combinar as duas disciplinas e perspectivas. o álbum de fotos de família perpetua os eventos e a figura da vida familiar que se julga merecer conservação. um grande número de artistas.Becker (1981).” Mentira e verdade do álbum de fotos de família Irène Jonas “Uma expressão autentica da memória social. particularmente óbvios.” Olhares fixos na imensidão do tempo: fotografia e lembrança Maria Letícia Ferreira “Análises baseadas em dois grupos de diferentes cidadãos idosos de Pelotas. arquitetos e de fotógrafos tentaram apontar para os primeiros elementos de uma nova ordem urbana. Kuarup é o ritual mais importante do Xingu. meu prazer em vê-los. Foi minha primeira experiência como antropólogo e uma das minhas primeiras como fotógrafo. As mudanças na estrutura familiar nas últimas duas décadas não se deram sem conseqüências para os estereótipos que organizam as imagens da família.A fotografia dos anos vinte: a exploração de um novo espaço urbano Christopher Phillips “O entusiasmo gerado pelas promessas de uma cultura tecnológica e urbana nunca foi tão forte quanto nos anos 1920.” PESQUISAS Explorando a sociedade fotograficamente Howard Becker ““Exploring Society Photographically” é o artigo introdutório da publicação organizada por H. difícil de incluir em um trabalho acadêmico. mas nós precisamos tratá-las como complementares. estado do Rio Grande do Sul.O sistema mitológico-cerimonial do Xingu é o elemento mais importante para se entender essa sociedade. o festival das “mulheres monstro”. e Yamurikuma. Sobretudo. Eu tirei essas fotografias para capturar aspectos da vida Yawalapiti que eu não poderia reproduzir em linguagem escrita. É uma testemunha visual das formas pelas quais as famílias simbolicamente se representam. um grupo Aruak de 120 pessoas. de Alexander Rodtchenko e de EL Lissitzty. no caso da fotografia . a fotografia (e as técnicas relacionadas tais como a foto-montagem) propõem as imagens que antecipam um mundo novo cuja forma começa apenas a ser dada. Isto resulta de um processo de dupla seleção: as fotos que os fotografo escolhe tirar.

evocam memórias e representações de seu passado. Coleção pessoal de fotografias é vista como um elemento com o qual essas pessoas mais idosas afirmam suas identidades sociais no presente. Eles apresentaram seus resultados no que é ainda o mais ambicioso trabalho de fotografia antropológica já publicado. Different aspects are related to this. images of marriage and children. “Balinese Character”. either exhibited or kept away from public regard. Título: First Contact Título original: First Contact . Gregory Bateson e Margaret Mead Howard Becker “Gregory Baterson e Margaret Mead fizeram trabalho de campo em bali numerosas vezes entre 1936 e 1939.” ENSAIOS BIBLIOGRÁFICOS Balinese Character: uma análise fotográfica. state of Rio Grande do Sul. o de cada parte do comportamento pode ser preservado. enquanto a referencia remissiva especial desejada pode ser obtida pela colocação de séries de fotografias em uma mesma página. eternizando e de retratos de acordo com uma lógica de saudade e nostalgia.social dentro do universo da velhice. imagens do casamento e crianças. Eles geralmente mantêm séries de coleções de imagens onde exibidas ou guardadas do público. "eternizing. evoke memories and representations of their past.” A fotografia nas festas populares Hervé Jézéquel “Analysis based upon two different groups of senior citizens from Pelotas. such as: photographic family memory. In the spaces where they live they keep a generally serial collection of images which. Personal photographic collection is seen as an element on which these old aged people state their social identities in the present. published on the occasion of the Centenary celebration of the Abolition of Slavery. allows a reflection about the connection between memory and social identity within the universe of old age. and "immolation” of portraits according to a logic of missing and nostalgia.” Negros e fotografia Miriam Lifchitz Moreira Leite “Photoanalysis is still researching its techniques for the analysis of photographic images. como memória fotográfica familiar. are examples of the divese forms with which photoanalysis can be relied and of its various results. Com 54 min. Four books refering to iconography and to the photography of Black people. As application in sociological studies has contributed to making research work more systematic. 16mm e em cores.” RESENHAS DE FILMES E VÍDEOS First Contact por Marc-Henri Piault Resenha do filme “First Contact” dirigido por Bob Connolly e Robin Anderson e produzido por Arundel Production na Austrália em 1982. Nos espaços onde eles moram. Através do uso de fotos. Diferentes aspectos estão aí relacionados. Ambos estavam interessados(preocupados) no (com) o estudo de cultura como um sistema de “ entendimentos” e comportamentos e simultaneamente como uma expressão da experiência e características pessoais. Eles decidiram usar(utilizar) fotografias e filmes para estudar a cultura como intimamente incorporada aos detalhes do comportamento.

cor Direção: Bob Connolly e Robin Anderson Produção: Aruandel Production Duração: 54’ Photo Wallahs por Bela Feldman Bianco Resenha do filme Photo Wallahs dirigido por David e Judith MacDougall e produzido por Fieldwork Films na Austrália em 1991. Com 33 min. 35mm/VHS e em preto e branco. 16mm/VHS e em cores. Com 25mn e em preto e branco. 35mm/ VHS. Betacam e em cores. Com 52mn. Título: Rio de Memórias Título original: Rio de Memórias Bitola original: 1987. 16mm. Título: Photo Wallahs Título original: Photo Wallahs Bitola original: 1991. Fotocronografias ou Cronofotografias de Etiene-Jules Marey por Clarice Ehlers Peixoto Resenha do filme Fotocronografias ou Cronofotografias de Etienne-Jules Marey realizado por Jean-Dominique Lajoux e produzido por Cinemateca Francesa e CNRS Images na França. . 16 mm/VHS. cor Direção: David e Judith MacDougall Produção: Fielwork Films Austrália Duração: 58’ Rio de Memórias por Myriam Lins de Barros Resenha do filme Rio de Memórias dirigido por José Inácio Parente e produzido por Interior Produções no Brasil em 1987. Com 58min. Com 35mn e em cores. PB Brasil Direção: José Ignácio Parente Produção: Interior Produções Duração: 33’ Malinowski: Off the Verandah por Luis Rodolfo Vilhena Resenha do filme “Malinowski: Off the Verandah” apresentado por Bruce Dakowski em 1985.Bitola original: 1982. The Ax Fight por Patrícia Monte-Mór Resenha do filme “The Ax Fight” dirigido por Timothy Asch e produzido por Documentary Educational Resources (DER) nos EUA em 1975.