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ANEXOS

 ANEXO:  ANEXO:  ANEXO:  ANEXO: (ART’s / Documentos / Certidões)

(Produtos Cartográficos)

(Cadastramento dos Indivíduos Arbóreos)

(Siglário e Glossário)

EIA‐RIMA – Estudo de Impacto Ambiental e Relatório de Impacto Ambiental  LINHA 6 – LARANJA / Trecho São Joaquim ‐ Brasilândia    CAPÍTULO VI 

CODIGO: RT-6.00.00.00/8N4-001 APROVAÇÃO: ....... / ....... / ............

EMISSÃO: 31/10/2011 VERIFICAÇÃO: ....... / ....... / ............

Folha:

842

REVISÃO: B

ANEXO:
(ART’s / Documentos / Certidões)

EIA‐RIMA – Estudo de Impacto Ambiental e Relatório de Impacto Ambiental  LINHA 6 – LARANJA / Trecho São Joaquim ‐ Brasilândia    CAPÍTULO VI 

CODIGO: RT-6.00.00.00/8N4-001 APROVAÇÃO: ....... / ....... / ............

EMISSÃO: 31/10/2011 VERIFICAÇÃO: ....... / ....... / ............

Folha:

843

REVISÃO: B

ART ANOTAÇÃO DE RESPONSABILIDADE TÉCNICA
(Equipe Técnica)

EIA‐RIMA – Estudo de Impacto Ambiental e Relatório de Impacto Ambiental  LINHA 6 – LARANJA / Trecho São Joaquim ‐ Brasilândia    CAPÍTULO VI 

CODIGO: RT-6.00.00.00/8N4-001 APROVAÇÃO: ....... / ....... / ............

EMISSÃO: 31/10/2011 VERIFICAÇÃO: ....... / ....... / ............

Folha:

844

REVISÃO: B

...00.. / ..........EIA‐RIMA – Estudo de Impacto Ambiental e Relatório de Impacto Ambiental  LINHA 6 – LARANJA / Trecho São Joaquim ‐ Brasilândia    CAPÍTULO VI  CODIGO: RT-6....00/8N4-001 APROVAÇÃO: ........ / .. / ... EMISSÃO: 31/10/2011 VERIFICAÇÃO: .. / ..... Folha: 845 REVISÃO: B ..........00.......

............EIA‐RIMA – Estudo de Impacto Ambiental e Relatório de Impacto Ambiental  LINHA 6 – LARANJA / Trecho São Joaquim ‐ Brasilândia    CAPÍTULO VI  CODIGO: RT-6.. EMISSÃO: 31/10/2011 VERIFICAÇÃO: ... / .. / ... Folha: 846 REVISÃO: B ..............00. / ..........00/8N4-001 APROVAÇÃO: .. / ...00....

.00/8N4-001 APROVAÇÃO: ..................... Folha: 847 REVISÃO: B ..... / .00... / .... EMISSÃO: 31/10/2011 VERIFICAÇÃO: ... / .......EIA‐RIMA – Estudo de Impacto Ambiental e Relatório de Impacto Ambiental  LINHA 6 – LARANJA / Trecho São Joaquim ‐ Brasilândia    CAPÍTULO VI  CODIGO: RT-6.00.... / ......

00/8N4-001 APROVAÇÃO: .... / ........... EMISSÃO: 31/10/2011 VERIFICAÇÃO: .. Folha: 848 REVISÃO: B ..........EIA‐RIMA – Estudo de Impacto Ambiental e Relatório de Impacto Ambiental  LINHA 6 – LARANJA / Trecho São Joaquim ‐ Brasilândia    CAPÍTULO VI  CODIGO: RT-6.. / ....00..... / .....00....... / ......

......00/8N4-001 APROVAÇÃO: . / ..00....... / ....... Folha: 849 REVISÃO: B .....00.EIA‐RIMA – Estudo de Impacto Ambiental e Relatório de Impacto Ambiental  LINHA 6 – LARANJA / Trecho São Joaquim ‐ Brasilândia    CAPÍTULO VI  CODIGO: RT-6........... / ........ EMISSÃO: 31/10/2011 VERIFICAÇÃO: .. / ......

...............EIA‐RIMA – Estudo de Impacto Ambiental e Relatório de Impacto Ambiental  LINHA 6 – LARANJA / Trecho São Joaquim ‐ Brasilândia    CAPÍTULO VI  CODIGO: RT-6. Folha: 850 REVISÃO: B ..... EMISSÃO: 31/10/2011 VERIFICAÇÃO: ..00........ / ...00/8N4-001 APROVAÇÃO: ... / .....00.... / ... / .......

Folha: 851 REVISÃO: B ... / ......... / .............00..EIA‐RIMA – Estudo de Impacto Ambiental e Relatório de Impacto Ambiental  LINHA 6 – LARANJA / Trecho São Joaquim ‐ Brasilândia    CAPÍTULO VI  CODIGO: RT-6....00.....00/8N4-001 APROVAÇÃO: . / ............ EMISSÃO: 31/10/2011 VERIFICAÇÃO: . / ......

... Folha: 852 REVISÃO: B .........00.. / .EIA‐RIMA – Estudo de Impacto Ambiental e Relatório de Impacto Ambiental  LINHA 6 – LARANJA / Trecho São Joaquim ‐ Brasilândia    CAPÍTULO VI  CODIGO: RT-6. / ..00/8N4-001 APROVAÇÃO: ........ / . EMISSÃO: 31/10/2011 VERIFICAÇÃO: ....00............... / ..........

. / ....... Folha: 853 REVISÃO: B .... / ........... EMISSÃO: 31/10/2011 VERIFICAÇÃO: ......EIA‐RIMA – Estudo de Impacto Ambiental e Relatório de Impacto Ambiental  LINHA 6 – LARANJA / Trecho São Joaquim ‐ Brasilândia    CAPÍTULO VI  CODIGO: RT-6...00.00.... / ....00/8N4-001 APROVAÇÃO: ......... / ......

.... / .00..00.... / .EIA‐RIMA – Estudo de Impacto Ambiental e Relatório de Impacto Ambiental  LINHA 6 – LARANJA / Trecho São Joaquim ‐ Brasilândia    CAPÍTULO VI  CODIGO: RT-6.......... EMISSÃO: 31/10/2011 VERIFICAÇÃO: .......... / ............... / .... Folha: 854 REVISÃO: B ...00/8N4-001 APROVAÇÃO: ..

.00..00.EIA‐RIMA – Estudo de Impacto Ambiental e Relatório de Impacto Ambiental  LINHA 6 – LARANJA / Trecho São Joaquim ‐ Brasilândia    CAPÍTULO VI  CODIGO: RT-6... / ............. EMISSÃO: 31/10/2011 VERIFICAÇÃO: .......... / .... / . Folha: 855 REVISÃO: B ............ / .00/8N4-001 APROVAÇÃO: ........

00...00.................. EMISSÃO: 31/10/2011 VERIFICAÇÃO: .. / ... / .................00/8N4-001 APROVAÇÃO: ... / ..EIA‐RIMA – Estudo de Impacto Ambiental e Relatório de Impacto Ambiental  LINHA 6 – LARANJA / Trecho São Joaquim ‐ Brasilândia    CAPÍTULO VI  CODIGO: RT-6. Folha: 856 REVISÃO: B .... / ...

...... / ..... / ......00/8N4-001 APROVAÇÃO: .........00...... Folha: 857 REVISÃO: B .......... / ....00.EIA‐RIMA – Estudo de Impacto Ambiental e Relatório de Impacto Ambiental  LINHA 6 – LARANJA / Trecho São Joaquim ‐ Brasilândia    CAPÍTULO VI  CODIGO: RT-6..... / .. EMISSÃO: 31/10/2011 VERIFICAÇÃO: ..

Folha: 858 REVISÃO: B .. EMISSÃO: 31/10/2011 VERIFICAÇÃO: ........... / ........ / ......00... / .............00....... / .00/8N4-001 APROVAÇÃO: ....EIA‐RIMA – Estudo de Impacto Ambiental e Relatório de Impacto Ambiental  LINHA 6 – LARANJA / Trecho São Joaquim ‐ Brasilândia    CAPÍTULO VI  CODIGO: RT-6.

... / ...... / ..... / .........00. EMISSÃO: 31/10/2011 VERIFICAÇÃO: . Folha: 859 REVISÃO: B ...EIA‐RIMA – Estudo de Impacto Ambiental e Relatório de Impacto Ambiental  LINHA 6 – LARANJA / Trecho São Joaquim ‐ Brasilândia    CAPÍTULO VI  CODIGO: RT-6.....00/8N4-001 APROVAÇÃO: ..........00............ / .

......00. EMISSÃO: 31/10/2011 VERIFICAÇÃO: ... / .... / ..... / .................00....EIA‐RIMA – Estudo de Impacto Ambiental e Relatório de Impacto Ambiental  LINHA 6 – LARANJA / Trecho São Joaquim ‐ Brasilândia    CAPÍTULO VI  CODIGO: RT-6. Folha: 860 REVISÃO: B .. / ............00/8N4-001 APROVAÇÃO: .

..EIA‐RIMA – Estudo de Impacto Ambiental e Relatório de Impacto Ambiental  LINHA 6 – LARANJA / Trecho São Joaquim ‐ Brasilândia    CAPÍTULO VI  CODIGO: RT-6.... EMISSÃO: 31/10/2011 VERIFICAÇÃO: ... Folha: 861 REVISÃO: B ............... / .00/8N4-001 APROVAÇÃO: ... / ....00. / ....... / ........00........

.... Folha: 862 REVISÃO: B . EMISSÃO: 31/10/2011 VERIFICAÇÃO: ......00/8N4-001 APROVAÇÃO: ......... / . / .PROTOCOLO – DAEE EIA‐RIMA – Estudo de Impacto Ambiental e Relatório de Impacto Ambiental  LINHA 6 – LARANJA / Trecho São Joaquim ‐ Brasilândia    CAPÍTULO VI  CODIGO: RT-6.. / ............. / .......00........00....

.... / ..... / ........00.. / ...... / ..00/8N4-001 APROVAÇÃO: .. EMISSÃO: 31/10/2011 VERIFICAÇÃO: .. Folha: 863 REVISÃO: B ......EIA‐RIMA – Estudo de Impacto Ambiental e Relatório de Impacto Ambiental  LINHA 6 – LARANJA / Trecho São Joaquim ‐ Brasilândia    CAPÍTULO VI  CODIGO: RT-6........00...........

00............ EMISSÃO: 31/10/2011 VERIFICAÇÃO: ...00.. Folha: 864 REVISÃO: B ..........00/8N4-001 APROVAÇÃO: ... / .. / ........ / .EIA‐RIMA – Estudo de Impacto Ambiental e Relatório de Impacto Ambiental  LINHA 6 – LARANJA / Trecho São Joaquim ‐ Brasilândia    CAPÍTULO VI  CODIGO: RT-6....... / ........

..PROTOCOLO – IPHAN EIA‐RIMA – Estudo de Impacto Ambiental e Relatório de Impacto Ambiental  LINHA 6 – LARANJA / Trecho São Joaquim ‐ Brasilândia    CAPÍTULO VI  CODIGO: RT-6..00... / ........... / .......... / ....... / ..00/8N4-001 APROVAÇÃO: ... EMISSÃO: 31/10/2011 VERIFICAÇÃO: .......00........ Folha: 865 REVISÃO: B .

..R..........00...... / .00.. / .... Folha: 866 REVISÃO: B .........PARECER TÉCNICO / T.. EMISSÃO: 31/10/2011 VERIFICAÇÃO: .... / ....00/8N4-001 APROVAÇÃO: . / .. CETESB Nº 79707/10/TA EIA‐RIMA – Estudo de Impacto Ambiental e Relatório de Impacto Ambiental  LINHA 6 – LARANJA / Trecho São Joaquim ‐ Brasilândia    CAPÍTULO VI  CODIGO: RT-6...........

00.... EMISSÃO: 31/10/2011 VERIFICAÇÃO: .... / ... / ......... / ..................00..00/8N4-001 APROVAÇÃO: .CERTIDÃO (SMDU) / MAPA USO E OCUPAÇÃO DO SOLO EIA‐RIMA – Estudo de Impacto Ambiental e Relatório de Impacto Ambiental  LINHA 6 – LARANJA / Trecho São Joaquim ‐ Brasilândia    CAPÍTULO VI  CODIGO: RT-6. / .......... Folha: 867 REVISÃO: B ....

.........00/8N4-001 APROVAÇÃO: ..... / ......00. Folha: 868 REVISÃO: B . / ........ / . / ...EIA‐RIMA – Estudo de Impacto Ambiental e Relatório de Impacto Ambiental  LINHA 6 – LARANJA / Trecho São Joaquim ‐ Brasilândia    CAPÍTULO VI  CODIGO: RT-6. EMISSÃO: 31/10/2011 VERIFICAÇÃO: ................00.....

. EMISSÃO: 31/10/2011 VERIFICAÇÃO: ........... / ...................00.00/8N4-001 APROVAÇÃO: ... / .ANEXO: (Produtos Cartográficos)              (MF-LLJ-07) (MF-LLJ-08) (MB-LLJ-01) (MB-LLJ-03) (MSE-LLJ-01) (MSE-LLJ-02) (MSE-LLJ-03) (MSE-LLJ-04) (MSE-LLJ-05) (MSE-LLJ-06) Mapa das Áreas Potencialmente Contaminadas Mapa das Áreas Contaminadas e Suspeitas de Contaminação Mapa de Vegetação e uso do Solo da AII e AID do Meio Biótico Mapa das Unidades de Conservação e Áreas Protegidas na AII e AID Mapa da Densidade Demográfica da AID Mapa da Densidade de Empregos na AID Mapa dos Compartimentos Geoeconômicos da AID Mapa da Distribuição do IPVS na AID Mapa do Valor do Solo na AID Mapa de Uso e Ocupação do Solo da AID e ADA do Meio Socioeconômico (MSE-LLJ-08) (MSE-LLJ-09) (IP-LLJ-01) Mapa dos Equipamentos Sociais na ADA Mapa da Rede de Distribuição de Água e Captação de esgoto na ADA) (inclui: Mapa da Rede de Telefonia e Mapa da Rede de Gás) Mapa de Localização dos Principais Impactos com Possibilidade de Ocorrência na ADA EIA‐RIMA – Estudo de Impacto Ambiental e Relatório de Impacto Ambiental  LINHA 6 – LARANJA / Trecho São Joaquim ‐ Brasilândia    CAPÍTULO VI  CODIGO: RT-6.......... / ... / ...00. Folha: 869 REVISÃO: B ...

......... / . EMISSÃO: 31/10/2011 VERIFICAÇÃO: ........ / . / . / ......00.. Folha: 870 REVISÃO: B .00.........00/8N4-001 APROVAÇÃO: .........ANEXO: (Cadastramento dos Indivíduos Arbóreos) e (Inventário Fotográfico) EIA‐RIMA – Estudo de Impacto Ambiental e Relatório de Impacto Ambiental  LINHA 6 – LARANJA / Trecho São Joaquim ‐ Brasilândia    CAPÍTULO VI  CODIGO: RT-6.........

.... / .......... Folha: 871 REVISÃO: B ........00/8N4-001 APROVAÇÃO: ........00.... EMISSÃO: 31/10/2011 VERIFICAÇÃO: ........00.. / ..ANEXO: (Siglário e Glossário) EIA‐RIMA – Estudo de Impacto Ambiental e Relatório de Impacto Ambiental  LINHA 6 – LARANJA / Trecho São Joaquim ‐ Brasilândia    CAPÍTULO VI  CODIGO: RT-6.. / ...... / ..

00/8N4-001 APROVAÇÃO: .00.......00. / .............SIGLÁRIO E GLOSSÁRIO EIA‐RIMA – Estudo de Impacto Ambiental e Relatório de Impacto Ambiental  LINHA 6 – LARANJA / Trecho São Joaquim ‐ Brasilândia    CAPÍTULO VI  CODIGO: RT-6............ EMISSÃO: 31/10/2011 VERIFICAÇÃO: ... Folha: 872 REVISÃO: B .. / ..... / ........ / ....

/ .. EMISSÃO: 31/10/2011 VERIFICAÇÃO: . desde o despacho para as vias comerciais até o recolhimento para os pátios e estacionamentos intermediários... comunicação. sem necessidade de empregado a bordo dos trens. formulários... Vídeo e Dados Sistema de Controle e Regulação de Trens Sistema de Controle de Equipamentos Auxiliares Sistema de Controle de Fluxo de Passageiros Sistema de Monitoração Eletrônica (CFTV) Sistema de Multimídia (Sonorização.... vídeo.......00/8N4-001 APROVAÇÃO: .. é um computador portátil de grande capacidade....... / .... / ......... EIA‐RIMA – Estudo de Impacto Ambiental e Relatório de Impacto Ambiental  LINHA 6 – LARANJA / Trecho São Joaquim ‐ Brasilândia    CAPÍTULO VI  CODIGO: RT-6. Folha: 873 REVISÃO: B .... onde os trens são totalmente automáticos... procedimentos.Sistema de Portas de Plataforma Sistema de Apoio à Manutenção Sistema de Administração e Serviços Sistema de Controle de Acesso em salas técnicas/operacionais Sistema de Controle de Arrecadação e de Passageiros Sistema de Controle Local Sistema de Comunicação Móvel de Voz... Totens e Painéis Multimídia) Sistema de Supervisão e Controle Centralizado Unattended Train Operation é uma forma de operação. manuais e vídeo conferência PSD: SAM: SAS: SCA: SCAP: SCL: SCMVD: SCT: SEA: SFP: SME: SMM: SSCC: UTO: Platform Screen Doors ..... com interconexão com computadores e redes sem fio..SIGLÁRIO BÁSICO CMSP: EIA: RIMA: AII: AID: ADA: AMV: CCM: CCS: CCO: IHM: PA: PDA: Companhia do Metropolitano de São Paulo Estudo de Impacto Ambiental Relatório de Impacto Ambiental Área de Influência Indireta Área de Influência Direta Área Diretamente Afetada Aparelho de Mudança de Via Centro de Controle de Motores Centro de Controle de Segurança Centro de Controle Operacional Interface Homem Máquina Public Address – Audição Pública para informações ao público Personal Digital Assistant – Assistente Pessoal Digital.00. / ..00.. provido de som.

Monitoração contínua centralizada: função que possibilita o acompanhamento de todos os sistemas através de autodiagnósticos... eluvião].GLOSSÁRIO BÁSICO DE TERMOS TÉCNICOS  EMPREENDIMENTO Acesso remoto aos sistemas: função que possibilita o acesso remoto ao hardware e software de um determinado sistema com objetivo de confirmar um diagnóstico ou alarme.. número de operações. Mobilidade do empregado operativo: é um conceito que permite o operador monitorar e comandar sistemas ou equipamentos a partir de qualquer ponto da estação ou do trem.. / ...  MEIO FÍSICO Afloramento: Exposição natural ou artificial de rocha mãe.. EMISSÃO: 31/10/2011 VERIFICAÇÃO: . fazendo reuso e evitando desperdícios.. possibilitando a manutenção remota do sistema.. de cascalho. Afloramentos naturais são as exposições da rocha devidas à ação de processos naturais. reduz o consumo de água. através de medições de parâmetros. coluvião ... facilitando o diagnóstico de falhas para sua manutenção e também permitindo a análise de cenários operacionais. automatiza atividades rotineiras melhorando a qualidade do serviço e reduzindo a necessidade de recursos humanos e os custos de manutenção.. em seguida. resetar o equipamento... cachoeiras. vão ser.00.... verificar versão do software. maximiza o uso de recursos naturais na iluminação e climatização.... Normalmente são depósitos clásticos mal classificados e mal selecionados... às vezes bem arredondados nas regiões elevadas das cabeceiras com maior energia fluvial. poços...00. É importante diagnosticar se uma rocha exposta corresponde a um afloramento in situ e não deslocado da rocha subjacente ou a um bloco rochoso deslocado ou alóctone como.. com lamas (silte e argilas) por EIA‐RIMA – Estudo de Impacto Ambiental e Relatório de Impacto Ambiental  LINHA 6 – LARANJA / Trecho São Joaquim ‐ Brasilândia    CAPÍTULO VI  CODIGO: RT-6. já os afloramentos artificiais são devidos à ação do Homem: cortes de estradas. cascalho e/ou lama depositados por um sistema fluvial no leito e nas margens da drenagem.. Apresentam maior desenvolvimento nas planícies de inundação.... Areia. em rios... um grande matacão tombado em meio ao solo de uma estrutura de deslizamento e avalanche ou um grande bloco errático dentro de antigo depósito de moraina.. Giga de teste: ferramenta ou dispositivo desenvolvido para avaliar o funcionamento do equipamento fora do ambiente em que é instalado. depósito aluvionar] [Conf.. como erosão e deslizamentos de solos. Aluvião: [Sin... Folha: 874 REVISÃO: B .00/8N4-001 APROVAÇÃO: . Melhora a segurança patrimonial e operacional. através de dispositivos portáteis.. permitindo o seu estudo direto. / . alarmes e mudanças de estado.. Os depósitos aluviais são muito retrabalhados e mutáveis devido à erosão fluvial: depositados durante as secas ou nos locais de remansos quando cai à energia da corrente do rio..alúvio. / .... Visando a conservação de energia. que passam a ser disponibilizados centralizadamente. Isto se diagnostica comparando-se a continuidade estrutural e de tipo de rocha com várias exposições de rochas próximas. areias e lamas. túneis. Análise automática de tendência de falha: função que calcula a probabilidade de ocorrência de falha em um determinado sistema (manutenção preditiva). por exemplo. incluindo as planícies de inundação com material mais fino.. erodidos pela força da água da cheia ou pela mudança do curso do rio. / ... escarpas.. Estação inteligente: é uma concepção focada na sustentabilidade.. podendo ocorrer depósitos de blocos maiores. etc.

Solo de vertentes.colúvio].... Drenagem: Sistema de vales por onde fluem e escoam águas superficiais na forma de córregos. excepcionalmente. concomitantemente e após os soerguimentos crustais. normalmente muito férteis para a agricultura.. misturado com solos e fragmentos de rochas trazidos das zonas mais altas. que acumula água subterrânea em quantidade e com vazão elevadas. Importante processo relacionado à degradação do meio ambiente refere-se ao desmatamento de uma região expondo-a a intensificação dos processos erosivos com a consequente colmatação do canal fluvial o que leva. a ocorrência de constantes enchentes. Aqüífero: Massa rochosa com altas porosidade e permeabilidade. geralmente mal classificado e mal selecionado. trazem material que se mistura com o solo local da encosta para formar o coluvião..... normalmente.... com o aplainamento ou peneplanação completo do terreno rebaixado pela erosão (relevo maduro)... ocupada por um rio e seus tributários e limitada pela cumeada (interflúvio) que divide topograficamente esta área de outra(s) bacia(s)de drenagem vizinhas(s). / .... mas a densidade e a forma variam de região para região dentro de padrões de drenagem que permitem interpretar a geologia e o clima da área.. Diagrama ou quadro que explicita a relação cronológica das rochas de uma região.. originadas de nascentes e/ou de chuva... / . à medida que ocorre a estabilização cratônica. a galhos de uma árvore. bacia hidrográfica]. / .. Rochas. em sub-bacias de acordo com a hierarquia da rede de drenagem. rios..coluna estratigráfica]. contida entre pacotes de rochas impermeáveis.. muitas vezes. solos e coberturas vegetais sofrem a ação de agentes erosivos (água da chuva ou pluvial.. Os depósitos aluvionares. as superfícies de discordância e as feições intrusivas..... Evolução geomorfológica de uma ampla área continental. soerguida por orogênese ou por epirogênese.. e que se finaliza... Assoreamento: Deposição de material sedimentar ou material coluvionar. com depósitos comuns de fanglomerados e areias associados que atingem boa expressão areal e grandes espessuras. EIA‐RIMA – Estudo de Impacto Ambiental e Relatório de Impacto Ambiental  LINHA 6 – LARANJA / Trecho São Joaquim ‐ Brasilândia    CAPÍTULO VI  CODIGO: RT-6. cada vez mais grossos (e mais caudalosos) à medida em que se descem riachos e rios até encontrar o mar.. / .. Erosão: Processo geológico de desbaste da superfície terrestre. resultando no aterramento ou entulhamento de áreas mais baixas. permitindo a sua exploração em fontes naturais ou através de poços tubulares perfurados no local para atingir o aquífero em profundidade.00/8N4-001 APROVAÇÃO: .00. Bacia de Drenagem: [Sin.extensas áreas. Área de um sistema de escoamento de águas superficiais.. Ciclo Erosivo: [Ciclo de erosão e aplainamento]. riachos. Folha: 875 REVISÃO: B . EMISSÃO: 31/10/2011 VERIFICAÇÃO: .. tem sido fator da maior importância para o desenvolvimento das sociedades humanas. durante as épocas de enxurradas. que se inicia por rápida e forte erosão das áreas elevadas (relevo jovem). e em sopés de montanhas como leques aluviais.. mostrando o empilhamento de unidades estratigráficas.. A gravidade. Coluvião: [Sin.... enxurradas e avalanches com deslizamentos de solos e rochas. entre outras. água de rios ou fluvial. incluindo lagos e lagoas dispostos neste fluxo....00. Cretáceo: Período geológico mais novo da era Mesozóica que se estendeu de 135 a 65 Ma atrás. O assoreamento de uma bacia sedimentar implica em uma taxa de deposição de sedimentos mais rápida do que à de afundamento tectônico da bacia. O mapeamento do sistema de drenagem superficial mostra que ele se assemelha. parcialmente alóctone de muito pequeno transporte. outro nível base de erosão como ocorre em certas regiões interioranas especiais. Uma bacia de drenagem subdivide-se.. e que são drenadas para partes mais baixas até atingir o oceano mar ou. Coluna Geológica: [Sin...

. e que se caracteriza por ter havido grande desenvolvimento da vida na Terra. ou serem pervasivos. glacial. ou félsicos como a muscovita. provavelmente. A cobertura vegetal propiciada pelas florestas é fundamental para a preservação do manancial de água potável do mundo visto que: . satélite... A interpretação das formas dos lineamentos... artesianismo. soluções e colóides para outros locais até atingir o nível base de erosão onde se acumulam..eólica. marinha. Permeabilidade: A propriedade de uma rocha. Observar que esta propriedade é distinta da porosidade.... O lençol freático tende a acompanhar o modelado topográfico e oscila. / . Estrutura originada pela acumulação progressiva de qualquer material (partículas clásticas. de cinturão de cisalhamento. ocorrendo a retirada e o transporte do material na forma de fragmentos. ao longo do ano. estratificação.. Superfície que delimita a zona de saturação da zona de aeração. distinguem-se os seguintes tipos de erosão: fluvial. de drenagem ou de variação de tonalidade em imagem (foto aérea.... químicas e/ou biológicas durante a deposição do sedimento..... associada com o conhecimento de atitudes medidas em campo ou interpretadas em imagens.. apresentam um fluxo lento e constante de escoamento. Lineamento: Feição isolada ou conjunto de feições de topografia. / . Origina-se com as variações das condições geológicas. definem. Folha: 876 REVISÃO: B ... / . em quantidades bem menores.00/8N4-001 APROVAÇÃO: .00. cristais em suspensão no magma).. definindo uma zona de falha.. tendendo a formar estratos ou camadas definidas por descontinuidades físicas e/ou por passagens bruscas ou transicionais de mudanças de textura. EIA‐RIMA – Estudo de Impacto Ambiental e Relatório de Impacto Ambiental  LINHA 6 – LARANJA / Trecho São Joaquim ‐ Brasilândia    CAPÍTULO VI  CODIGO: RT-6.. A força da gravidade é essencial na distribuição ou redistribuição do material de desbaste que se acumula em sítios preferenciais. / . de gelo....) e. Lençol Freático: [Conf. Granito: Rocha plutônica supersaturada composta essencialmente por quartzo e feldspatos (Kfeldspato predominando sobre feldspato Na-Ca plagioclásico)... Esta estrutura é mais típica de rochas sedimentares na forma de camadas. lentes ou cunhas. Conforme o agente erosivo principal. Mesozóico e Cenozóico. retendo o solo onde se armazena a água e preservando as fontes ou nascentes que.. nascente]. Fanerozóico: Eon da escala de tempo geológico que engloba os períodos Paleozóico.) ou em mapa topográfico que se apresenta como um alinhamento e que reflete elementos da estrutura geológica. sendo rebaixado com o escoamento para nascentes ou elevado com a incorporação de água infiltrada da chuva e/ou de degelo. distribuindo-se de forma consistente por amplas áreas... também.. de xistosidade. como direções de camadas. domos. minerais máficos. como a biotita.. Os lineamentos podem formar um conjunto discreto. de permitir a passagem de água ou outro fluido. precipitação química ou decantação de colóides floculados. camada.. por exemplo.o rendilhado de raízes evita a erosão.. abaixo da qual a água subterrânea preenche todos os espaços porosos e permeáveis das rochas e/ou solos. O termo é aplicável. vulcânicas e de deposição filoniana progressiva (paralelamente às paredes) como ocorre em pegmatitos e em muitos veios de minério telescopado. como petróleo em maior ou menor vazão por unidade de área.. anticlinais. para rochas plutônicas. Ele depende e muito da existência ou não de cobertura vegetal na região.00.. acamamento ou acamadamento] [Conf. permite se deduzir as estruturas dobradas (sinclinais. de correntes e marés. os deslocamentos de falhas a partir de arrastos de falhamento. água subterrânea.. de embate de ondas). Estratificação: [Sin. EMISSÃO: 31/10/2011 VERIFICAÇÃO: .. de falha..de vento.. ou qualquer outro material. de sistema de fraturas. xistosidade ou outro elemento estrutural mais ubíquo do que falhas e diques. assim. neste caso. transitórios (planícies de aluvião. bandamento].. estendendo-se de 570 milhões de anos atrás até os dias de hoje. estrutura ou quimismo.... associam-se.... frequentemente... por exemplo) ou mais definitivos como as bacias de sedimentação geológica. físicas. lâminas.. também. aos quais.

.. vento. correntes.  MEIO BIÓTICO Avifauna: O conjunto das aves ou espécies de aves de uma região ou encontradas em uma determinada área.. a energia fluvial é diminuída e não consegue carregar muito da carga sedimentar do rio que é depositada...... Os sedimentos tendem a formar depósitos em camadas sedimentares que se transformam em rochas por processos de litificação. permeabilidade]... a fauna ornitológica de uma região. / . EMISSÃO: 31/10/2011 VERIFICAÇÃO: ... Tem-se aplicado.. Espessura e mapeabilidade não são consideradas para sua individualização.... no baixo curso do rio onde o relevo.. extravasa do canal fluvial e inunda a região.. se refere à variedade de genótipos. São formações que isolam uma espécie das outras. podendo variar de centímetros a metros. colmatando o vale com sedimentos fluviais.. Planície de Inundação: [Sin.. para designar tanto os obstáculos naturais quanto o resultado de algumas ações humanas que tendem a isolar ou dividir um ou mais sistemas ambientais... Folha: 877 REVISÃO: B . As formações que compõem um grupo não necessitam de ser as mesmas em toda a sua área de ocorrência. em épocas de cheia. Caracteriza-se por apresentar aspectos litológicos próprios que podem ser individualizados das partes adjacentes da formação.) e que se acumula em locais baixos. Sedimento: [Conf. normalmente.. / . tendo sempre que fazer parte de uma formação. em consequência. independentemente da sua idade... Conjunto de rochas individualizadas e delimitadas com base nos seus caracteres litológicos.. Barreira ecológica: Define os limites biogeográficos de expansão das espécies.. desde os sopés de encostas e as planícies aluvionares até as grandes bacias geológicas ou sedimentares.00..  Camada é a unidade formal de menor hierarquia da nomenclatura estratigráfica.. comunidades...  Membro é a unidade litoestratigráfica formal imediatamente abaixo da formação.. trocas e interações.. Planície desenvolvida sobre a calha de um vale preenchido por terrenos aluvionares e que apresenta meandros fluviais divagantes devido a baixa declividade do curso do rio que. Ela deve ser mapeável em superfície ou em subsuperfície.. apresenta pequeno gradiente topográfico. impedindo assim as migrações..00.  Grupo é a unidade formal de categoria imediatamente superior à formação.. Distinguem-se as seguintes unidades litoestratigráficas:  Formação é a unidade fundamental na nomenclatura estratigráfica formal. rocha sedimentar]. em estudos ambientais.. O grupo deve ser formado por duas ou mais formações..estratigrafia].. mais desbastado pela erosão do que à montante... planície aluvionar]. gelo. As planícies de inundação ocorrem..00/8N4-001 APROVAÇÃO: .. Biodiversidade: Ou diversidade biológica. Unidade Litoestratigráfica: [Conf. / .  Supergrupo é formado pela associação de vários grupos que apresentem características litoestratigráficas interrelacionáveis. Material originado por intemperismo e erosão de rochas e solos que é transportado por agentes geológicos (rio.... espécies.. ecossistemas e processos ecológicos existentes em uma EIA‐RIMA – Estudo de Impacto Ambiental e Relatório de Impacto Ambiental  LINHA 6 – LARANJA / Trecho São Joaquim ‐ Brasilândia    CAPÍTULO VI  CODIGO: RT-6. / ..Porosidade: [Conf. Percentagem de interstícios vazios ou preenchidos por fases líquidas e/ou gasosas com relação ao volume da rocha. Caracteriza-se por um corpo de rochas identificado pelas suas características líticas e sua posição estratigráfica. Uma formação não necessita ser totalmente dividida em membros.  Subgrupo é a unidade litoestratigráfica que inclui apenas algumas das formações de um grupo. populações.

Estágio sucessional: Fase de desenvolvimento em que se encontra uma floresta em regeneração.. áreas com extensão maior do que aquela dos fragmentos remanescentes. (2) Equilíbrio de fluxo de energia em um ecossistema.. desde a origem.. como as relações tróficas..... Classificado geralmente em inicial.. em forma de alimentação.. EMISSÃO: 31/10/2011 VERIFICAÇÃO: .. Ecossistema: Complexo sistema de inter-relações dinâmicas e funcionais entre os fatores bióticos (organismos vivos) e fatores abióticos (elementos físicos e químicos do ambiente) que compõem determinado ambiente.. Cadeia Trófica: Seqüência de transferência de energia. Folha: 878 REVISÃO: B .. em equilíbrio dinâmico interno e com o meio. Eliminação. Florística: Referente à flora.. com as reiteradas atividades alternadas de comer e ser comido.. num mesmo ecossistema. Não deve ser entendido como situação estática.. / . / . enquanto perduram as condições ambientais às quais o ecossistema está subordinado.. Fitossociologia: Parte da ecologia dedicada ao estudo das associações e inter-relações entre as populações de diferentes espécies vegetais.. As cadeias tróficas ou alimentares se entrelaçam..... Equilíbrio ecológico: (1) Estado em que o tamanho e freqüência gênica das populações permanecem constantes. através de uma série de organismos (herbívoros. devido a processos naturais ou provocados pelo homem. em determinada área ou em todas. níveis taxonômicos mais altos.. médio e avançado. nos produtores (as plantas).. Extinção: Desaparecimento de determinada espécie ou grupo. Clímax: Estágio final da sucessão de uma comunidade. capaz de propiciar habitat ou servir de área de trânsito para a fauna residente nos remanescentes. formando redes ou teias alimentares. / . Espécime: Indivíduo ou exemplar de determinada espécie..... Todas as espécies da fauna e da flora existentes dentro de uma determinada área.... Diz-se da espécie introduzida em uma determinada área geográfica da qual não é originária. EIA‐RIMA – Estudo de Impacto Ambiental e Relatório de Impacto Ambiental  LINHA 6 – LARANJA / Trecho São Joaquim ‐ Brasilândia    CAPÍTULO VI  CODIGO: RT-6.. Biota: Conjunto dos componentes vivos de um ecossistema. de uma espécie ou grupo. possibilitam o fluxo de genes e o movimento da biota.. Ou biocenose. O mesmo que sere sucessional ou estádio seral.. ecossistemas. de organismo para organismo.determinada região.. / ..00.. o transporte de matéria e energia. carnívoros e detritívoros). para sua sobrevivência. bem como a manutenção de populações que demandam. Corredores ecológicos: Faixa de cobertura vegetal existente entre remanescentes de vegetação primária ou em estágio médio e avançado de regeneração.. Além disso.. Pode ser medida em diferentes níveis: genes..... comunidades e processos biológicos.. Uma constante reciclagem de matéria e um constante fluxo de energia ocorrem na interação de seus componentes.. espécies.. mas como estado dinâmico no amplo contexto das reações entre os vários seres que compõem o meio. O equilíbrio ecológico supõe mecanismos de auto-regulação ou retroalimentação. uma vez que a maioria das espécies consome mais de um tipo de animal ou planta.. e em diferentes escalas temporais e espaciais. o mesmo que espécimen (não confundir com espécie). Exótica: Que não é nativa. biomas. facilitando a dispersão de espécies e a recolonização de áreas degradadas.00/8N4-001 APROVAÇÃO: .00. vegetal ou animal.

(2) Termo geral para qualquer uma das categorias taxonômicas.. sendo concedido o direito pelos Estados da Federação.. podendo se adequar a uma variedade de condições ambientais... não significava modificação em sua autonomia (SEADE. e reprodução.. Herpetofauna: O conjunto dos répteis ou espécies de répteis de uma região ou encontradas em uma determinada área ou habitat.. (2) Função ecológica de uma espécie em uma comunidade ou ecossistema. e que se repetem entre as populações.. o mesmo que aninhar ou ninhar. com alguma identidade formal. portanto.. um dos subsistemas do sistema ambiental... Por exemplo: posição na cadeia trófica. 2004).. Táxon: (1) Conjunto de organismos que apresenta uma ou mais características comuns e. desde a colonização inicial até o desenvolvimento do clímax típico de uma dada área geográfica. Vegetação que cresce sob as árvores. ordem ou divisão.00. classe.. Nativa: De origem e ocorrência natural à região.. é a progressão ordenada de mudanças na composição da comunidade. (2) Relativo à ação humana (Resolução CONAMA 012/94)... conforme o período histórico vigente. / . Insetívoro: O que se alimenta de insetos.... Estratos inferiores de uma floresta...... EIA‐RIMA – Estudo de Impacto Ambiental e Relatório de Impacto Ambiental  LINHA 6 – LARANJA / Trecho São Joaquim ‐ Brasilândia    CAPÍTULO VI  CODIGO: RT-6. abrigo.00. econômicos e culturais. O hábitat pode referir-se também ao lugar ocupado por uma comunidade inteira.. Nicho: (1) Micro habitat típico de uma espécie em um ambiente.. compreendendo os fatores sociais. Nidificação: Ato das aves que consiste em fazer ninho.Generalista: Que tem hábitos não especializados.. tais como espécie.. Anteriormente este direito era concedido pela Casa Imperial. (3) Referente ao período geológico em que se registra a presença dos humanos na Terra. ao qual ela está adaptada.. pois está em relação direta com a estrutura e as funções do ecossistema. que ocorre durante o desenvolvimento da vegetação em qualquer área. Subespécie: Categoria taxonômica em que se divide a espécie quando esta comporta mais de um tipo bem definido.  MEIO SOCIOECONÔMICO Antrópico: (1) Relativo à humanidade. que oferece um conjunto de condições favoráveis à sua alimentação... unificadoras. empregado por alguns autores para qualificar: um dos setores do meio ambiente..... Plural: taxa. EMISSÃO: 31/10/2011 VERIFICAÇÃO: . Folha: 879 REVISÃO: B .00/8N4-001 APROVAÇÃO: . É especificada após o epíteto específico. (3) Grupo de organismos em qualquer nível. à sociedade humana... o subsistema antrópico. Densidade demográfica: Razão entre a população total de uma determinada unidade territorial e a área dessa unidade territorial. / . cujas características os distinguem de outros grupos relacionados. à ação do homem. Desde a Constituição 1891 pode se tornar cidade toda e qualquer sede de município. porém.. ao longo de sua distribuição.... Habitat: Ambiente natural de uma determinada espécie animal... Subosque ou Sub-bosque. (4) Refere-se à ação humana sobre a natureza. Termo de criação recente.. / . Sucessão: Em ecologia... / . sob o dossel. Espécies distintas podem ocupar o mesmo hábitat.. Cidade: A definição de cidade apresenta diferentes significados. o meio antrópico.

em geral.. Calculado a partir da relação entre o número de alunos matriculados e o número de alunos que estão freqüentando regularmente as aulas. Repetência: Porcentagem representativa dos alunos que não foram aprovados no ano letivo..00.d... em relação ao total de alunos matriculados.. EMISSÃO: 31/10/2011 VERIFICAÇÃO: .... “é a percentagem de pernoites . lugar ou sítio no qual já se formou uma pequena população ou um pequeno núcleo de habitantes”.......bed-nights vendidos. multiplicado por 100. povoado é um “pequeno aglomerado rural ou urbano. Taxa de ocupação: Segundo EMBRATUR (2004). sem autonomia administrativa. / ... educação e renda.Doenças endêmicas: Doença particular de uma determinada região ou população. Município: O termo município substitui o termo vila.). / ..00. expressa em porcentagem.. e consiste na menor unidade territorial político administrativa com autonomia de administração e legislação própria (SEADE.00/8N4-001 APROVAÇÃO: .. caracterizando certa hierarquia urbana e influência territorial. Razão de sexo: Por razão de sexo entende-se a razão entre o número de homens e número de mulheres de uma determinada população. no hotel”.. É calculado a partir da seguinte fórmula: total de população urbana dividido pelo total de população. / .... / .. Rede urbana: dimensão espacial de um conjunto de cidades em relação entre si.. são elas: longevidade... após a Proclamação da República. 2004).. Doenças epidemiológicas: Segundo FERREIRA (s. Taxa Geométrica de Crescimento Anual: Corresponde ao crescimento geométrico médio de uma determinada população em um determinado período de tempo. Região metropolitana: É o conjunto de municípios limítrofes que exerce importância regional ou nacional decorrente da elevada densidade demográfica. centro da sede de um município.. Folha: 880 REVISÃO: B .. Polarização: processo no qual nó ou ponto (cidade) que exerce determinada influencia territorial em diferentes dimensões no conjunto de uma rede urbana. exigindo planejamento integrado e ação conjunta permanente dos entes públicos nela atuantes.. expresso em porcentagem... comparada com o total disponível à venda..... da existência de conurbação entre as cidades e de funções urbanas e regionais com alto grau de diversidade. são as doenças que surgem rapidamente num lugar e acometem simultaneamente um contingente populacional grande. Taxa de urbanização: Razão entre a população urbana em relação à população total de uma determinada unidade territorial. Pirâmide etária: representação gráfica da distribuição de uma determinada população em diferentes classes etárias definidas... Evasão escolar: Porcentagem de alunos que abandonam as aulas ao longo de um ano letivo. Povoado: Segundo SEADE (2004). IDH-M – Índice de Desenvolvimento Humano Municipal: Índice desenvolvido pelo Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento... EIA‐RIMA – Estudo de Impacto Ambiental e Relatório de Impacto Ambiental  LINHA 6 – LARANJA / Trecho São Joaquim ‐ Brasilândia    CAPÍTULO VI  CODIGO: RT-6... especialização e integração sócio-econômica.. que utiliza três dimensões de análise...