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UNDB ENGENHARIA CIVIL

INSTALAÇÕES HIDRÁULICAS E

SANITÁRIAS

ENGENHARIA CIVIL INSTALAÇÕES HIDRÁULICAS E SANITÁRIAS Água Fria Dimensionamento Tubulação: SUB-RAMAIS e

Água Fria

Dimensionamento

Tubulação: SUB-RAMAIS e RAMAIS Ramais - Critério do consumo máximo provável

Prof. Jean Mark

Dimensionamento dos Ramais Critério do consumo máximo provável  Este critério se baseia na hipótese
Dimensionamento dos Ramais
Dimensionamento dos Ramais

Critério do consumo máximo provável

Este critério se baseia na hipótese de que o uso simultâneo dos aparelhos de um mesmo ramal é pouco provável e na

probabilidade do uso simultâneo diminuir

provável e na probabilidade do uso simultâneo diminuir com o aumento do número de aparelhos. Este

com o aumento do número de aparelhos. Este critério conduz a diâmetro menores

do que o dimensionamento adotado pelo

critério máximo possível.

Dimensionamento dos Ramais Critério do consumo máximo provável  Existem diferentes métodos que poderiam ser
Dimensionamento dos Ramais
Dimensionamento dos Ramais

Critério do consumo máximo provável

Existem diferentes métodos que poderiam ser utilizados para a determinação dos diâmetros das tubulações através desse

critério. O método recomendado pela NBR

5626:1998, e que atende ao critério do consumo máximo provável, é o Método da

recomendado pela NBR 5626:1998, e que atende ao critério do consumo máximo provável, é o Método

Soma dos Pesos.

Dimensionamento dos Ramais Critério do consumo máximo provável (cont.)  O Método da Soma dos
Dimensionamento dos Ramais
Dimensionamento dos Ramais

Critério do consumo máximo provável (cont.)

O Método da Soma dos Pesos é de fácil aplicação para o dimensionamento de ramais, colunas de alimentação e barrilete, é baseado na probabilidade de uso simultâneo dos aparelhos e peças.

O método da soma dos pesos consiste nas seguintes etapas:

1º Verificar o peso relativo de cada aparelho sanitário conforme indicado na Tabela.

de cada aparelho sanitário conforme indicado na Tabela. ◦ 2º Somar os pesos dos aparelhos alimentados

2º Somar os pesos dos aparelhos alimentados em cada trecho de tubulação.

3º Calcular a vazão em cada trecho da tubulação através da equação 1.1.

Q= 0,3

P

A vazão também pode ser obtida do ábaco mostrado na Figura 1.5.

4º Determinar o diâmetro de cada trecho da tubulação através do ábaco mostrado na Figura 1.5.

ou 40 ou 0,5 ou 0,5 ou 1,0
ou 40
ou 0,5
ou 0,5
ou 1,0
Exercício 1.3. Dimensionar, através do critério do consumo máximo provável, o ramal de alimentação do

Exercício 1.3. Dimensionar, através do critério do consumo máximo provável, o ramal de alimentação do banheiro da suite de um apartamento, coluna 1, sabendo-se que o prédio tem 14 pavimentos tipo, conforme abaixo representado.

CH RP LAV BI VSCD
CH
RP
LAV
BI
VSCD
tipo, conforme abaixo representado. CH RP LAV BI VSCD COL 1 1. Verificar o peso de

COL 1

1. Verificar o peso de cada aparelho:

LAV

-

BI

-

VSCD

-

CH

0,3

-

0,1

-

0,3

-

0,1

2. Somar os pesos dos aparelhos alimentados pelo ramal

P = 0,3 + 0,1 + 0,3 + 0,1 = 0,8

3. Calcular a vazão em cada trecho da tubulação através da equação - Q= 0,3

Q = 0,3 0,8

= 0,27 l/s

P

4. A partir dos valores do somatório dos pesos ou da vazão determinar o diâmetro da tubulação através do ábaco mostrado na Figura 1.5 .

Referências Bibliográficas  CREDER, Hélio – “Instalações Hidráulicas e Sanitárias” - Editora Livros

Referências Bibliográficas

CREDER, Hélio – “Instalações Hidráulicas e Sanitárias”- Editora Livros Técnicos e Científicos S. A. 5Edição. Rio de Janeiro, 1999.

MACINTYRE, Joseph A. – “Instalações Hidráulicas Prediais e Industriais ”- Editora Livros Técnicos e Científicos S. A. 3Edição. Rio de Janeiro, RJ, 2000.

S. A. 3  Edição. Rio de Janeiro, RJ, 2000.  LYRA, Paulo – “Sistemas Prediais”

LYRA, Paulo – “Sistemas Prediais” – Departamento de Hidráulica Universidade São Paulo / USP 2000.

ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. Instalações Prediais de Água Fria. Rio de Janeiro, 1998. Publicada como NBR 5626.