Vous êtes sur la page 1sur 6

29/04/13

A Caixa de Pandora: A Caixa de Pandora

CCoommppaarrttiillhhaarr 0
CCoommppaarrttiillhhaarr
0

mais

Um site sobre tudo que não é muito falado pelas diferente. Abra esta Caixa. pessoas...Lendas, mitos,
Um site sobre tudo que não é muito falado pelas
diferente. Abra esta Caixa.
pessoas...Lendas,
mitos,
origens...Tudo
que seja
SÁBADO, 4 DE SETEMBRO DE 2010
A Caixa de Pandora
Retirei do livro “As 100 melhores
histórias da mitologia” um texto muito
especial, já que é o nome e o símbolo do
nosso blog, aproveitem:
“Epimeteu era irmão de Prometeu, o titã
que modelou o primeiro homem do barro.
No
entanto, este, por desavenças com
Júpiter, acabara por incorrer na sua ira.
Temendo que Júpiter viesse a querer se
vingar dele ou do gênero humano,
Prometeu
decidiu um dia alertar o seu desavisado
irmão:
PESQUISAR NESTE BLOG
Pesquisar
— Epimeteu, tome cuidado com os
presentes que receber de Júpiter —
disse Prometeu,
chamando-o para um canto. — Já há algum tempo que ele anda furioso comigo,
porque ousei roubar o fogo dos céus para levá-lo aos homens.
Epimeteu escutou com atenção as palavras judiciosas do irmão e logo as
esqueceu com o mesmo empenho.
Enquanto isso, no Olimpo, Júpiter já havia ordenado a Vulcano — que tinha
também as
suas veleidades de artífice — que criasse uma nova criatura, uma parelha para o
homem.
— Deixa comigo — disse o deus das forjas.
Fechando-se em sua fuliginosa oficina com a deusa Minerva, os dois
entregaram-se com
extraordinário denodo à interessante tarefa. Decorrido algum tempo, a obra
estava pronta.
— Nunca nada de mais perfeito saiu de suas talentosas mãos, excelente
Vulcano! — disse
Minerva, entusiasmada.
— Graças a você, cara amiga, que me auxiliou com seus proveitosos conselhos!
— disse
Vulcano, devolvendo o elogio.
Diante dos dois estava um linda mulher, quase tão bela quanto a mais bela das
deusas.Seus olhos era azuis como o mais límpido céu e de sua boca vermelha
e úmida partia um hálito fresco e perfumado. Sua pele era macia como o mais
macio dos veludos e recobrindo-a por inteiro havia ainda uma delicada penugem,
que lembrava em tudo a maciez da casca do pêssego.Seus membros, por sua
vez, eram delicadamente proporcionados, tendo sido exilada deles àforça, em
proveito da graça. A frente do peito da encantadora criatura, Minerva coloca-n
dois pomos que tinham o prodígio de serem, ao toque, ao mesmo tempo macios
PÁGINAS
Início
Em breve no "Caixa de Pandora"
Quadro de Avisos
Aviso aos internautas
POSTAGENS POPULARES
Amuletos e Talismãs
O Amuleto é um
objeto que pode,
magicamente, trazer
sorte, paz, harmonia
ou amor ao indivíduo que o
carrega. Os amuletos, assim
como os tal...
A triste e verdadeira
história da Bela
Adormecida.
Essa é muito
"Nas
primeiras versões, ao invés de
espetar o dedo numa agulha e
cair desacordada, a bela
adormecida tinha um...
Egun e Contra-Egun
T alvez você já
tenha ouvido falar
em Egun, Contra-
Egun, mas nunca se

29/04/13

A Caixa de Pandora: A Caixa de Pandora

e firmes, coroando os ainda, num requinte de perfeição, com duas delicadas protuberâncias, que lembravam duas
e firmes, coroando os ainda, num requinte de perfeição, com duas delicadas
protuberâncias, que lembravam duas pequenas cerejas.Suas curvas eram
perfeitas. De cada flanco do corpo desciam duas linhas curvas voltadas para
dentro, expandindo-se somente à altura da cintura para dar lugar a um
estonteante panorama, tendo ao centro um triângulo hermético, que guardava
dentro de si todos os segredos da vida e
de sua procriação.
— Vamos, levemos já nossa invenção a
Júpiter, para que ele nos dê logo a sua
aprovação!
— disse Minerva, tão confiante que já
dava por certa a aprovação de seu
exigente pai.
E não foi de outra maneira. Tão logo o
deus dos deuses pôs os seus olhos sobre
a nova
criatura, eles encheram-se de um brilho
intenso.
— Vulcano e Minerva, vocês excederam-
se em tudo o que se refere à beleza! —
disse
Júpiter, aplaudindo com entusiasmo a
obra que tinha diante de si.
— Batizamos ela de Pandora, meu pai —
disse Minerva. — O que acha deste
nome?
— Pandora, Pandora — repetiu Júpiter, deliciado. — Tem um som volátil, alado...
Magnífico!
Antes, porém, de dispensar a criatura, chamou-a a um canto.
sentiu muito a vontade para
perguntar mais a respeito. Isto
porque, ...
A verdadeira história
de João e Maria.
Bom essa eu
conheço e sei que
tem uma versão na
qual a bruxa má faz um feitiço e
obriga as crianças a comer
estilhaços de vidro pensando
que...
Medusa
Pelo que me parece
existem várias
versões para a
criação da medusa.
A mais antiga é a de três irmãs
górgonas (ou górgones ), (
Euríala , ...
Baralho Cigano,
(leitura).
Como meu primeiro
post, vou ensiná-los
um pouco sobre
como jogar o Baralho Cigano de
uma forma muito fácil. Muitas
pessoas também o denomin...
A triste e verdadeira
história da Pequena
Sereia.
— Venha cá, Pandora, tenho um presente para você. Quero que você leve isto
aos
mortais como sinal de meu apreço por eles — disse Júpiter, entregando-lhe uma
caixa dourada,
ricamente trabalhada com arabescos e filigranas de prata.
Pandora arregalou os olhos ao ver diante de si aquele presente tão magnífico.
Sem poder
conter-se, quis logo abrir a maravilhosa caixa, mas foi impedida pelo autor do
presente.
— Não, minha filha, não faça isto! É para ser mantida sempre assim,
hermeticamente
fechada.
— Herpétia o que, poderoso deus? — disse Pandora, com um arzinho
encantadoramente
confuso.
— Esqueça, querida, esqueça. Não é para ser aberta em ocasião alguma,
compreendeu?
— Sim, sim, compreendi! — disse Pandora, semicerrando os seus soberbos
olhos anis.
Bem galera, sempre
que pensamos em
pequena sereia sempre nos vem
a cabeça uma linda menininha
ruiva, que canta bem , filha do rei
Netuno e q...
"Por Júpiter, acho que esqueci de um pequeno
detalhe...
!", pensou Minerva,
consigo
mesma, ao analisar melhor a criatura.
Vulcano, no entanto, permanecia satisfeitíssimo com a sua invenção,
demonstrando ser
em tudo um pai digno da filha, menos na beleza, é claro.
— Pode ir, minha menina, vá em paz — disse Júpiter, despedindo-se dela com
um aceno.
No mesmo dia, os dois presentes chegaram às mãos de Epimeteu, que não
sabia qual
deles admirar mais. Mas em breve fez logo a sua escolha: nada podia ser mais
MARCADORES
Monstros e seres mitológicos (19)
Magia (14)
Origens religiosas (13)
Outros (11)
Deuses (7)
Lendas Urbanas (7)
Verdadeiras histórias (7)
Baralho cigano e ciganos (6)
Natureza (6)
Coisas sobrenaturais (5)
Medos (4)
Seres da religião católica (4)
bruxas (3)
Lendas (2)
Vida fora da terra (2)
Budismo (1)

29/04/13

A Caixa de Pandora: A Caixa de Pandora

admirável do que aquela encantadora criatura que se chamava Pandora. Entusiasmado, Epimeteu decidiu instalá-la em seu
admirável do que aquela encantadora criatura que se chamava Pandora.
Entusiasmado, Epimeteu decidiu instalá-la em seu quarto. Depois que ele havia
se retirado, Pandora pegou sua caixa dourada e prateada e pôs-se a examiná-la
detidamente, virando a de todos os lados. Seus olhos azuis refletiam todo o
brilho do magnífico receptáculo.
— O que haverá aí dentro? — disse baixinho, refrescando o ar com seu hálito
balsâmico.
Por várias vezes a encantadora Pandora hesitou se abria ou não a fantástica
caixa. Mas, depois, depositando o precioso objeto ao lado do travesseiro,
adormeceu profundamente.
Sonhou então que de dentro da caixa saíam, como por mágica, cavalos alados
da cor do mar e aves luminosas de diversos tons esmeraldinos. Dos bicos
prateados das gigantescas aves originava-se uma canção de magnífica beleza,
que a enterneceu até o âmago mais profundo da alma. Homens e mulheres
abraçavam-se nus, em pleno ar, ao som desta canção embriagadora,
misturando-se àquelas criaturas de tal modo, que pareciam ter asas como elas.
Despertando com aquele sonho
maravilhoso, Pandora estendeu a
mão imediatamente para o seu
presente. Não podendo mais conter o
seu desejo, ergueu a tampa numa
volúpia insana de curiosidade que lhe
pôs na espinha um arrepio gelado.
Nem bem ergueu um pouquinho a
tampa dourada, Pandora sentiu-a ser
arrebatada das mãos, caindo ao
chão, longe da cama. Assustada,
ainda assim manteve o objeto preso
entre as mãos. Pandora viu escapar
de dentro da caixa algo a princípio
sem forma. Parecia que todos os
ventos do mundo se escapavam
desordenadamente dali, na pressa da
fuga. Imediatamente um deles tomou
a forma de uma caveira volátil, parecendo toda feita de cristal e de vento.
Tomando uma dimensão assustadora, a caveira aproximou seu rosto brilhante
do rosto da pobre moça, que tremia de medo. Podia sentir na face o bafo
mortalmente gelado que passava por entre os dentes de gelo, completamente
arreganhados, da horrenda caveira.Por alguns instantes aquela face terrível a
mirou com suas órbitas vazias, estudando-a sempre com seu sorriso de vidro.
Depois seus maxilares bateram repetidas vezes, um de encontro ao outro,
aumentando cada vez mais o ritmo a um ponto tal que ela somente podia ver
aquela fileira transparente de dentes martelando-se uns aos outros, parecendo
inevitável que se fariam em pedaços diante de seus olhos atônitos. Algo parecido
a uma gargalhada escapava por entre os rápidos intervalos das batidas dos
maxilares, que ela não sabia precisar se era uma gargalhada de escárnio ou um
lamento de dor.Pandora estava prestes a desmaiar, quando a caveira foi se
tornando gasosa outra vez, transformando-se num grande e gelado vapor que
fugiu pela janela do quarto, perdendo-se no mundo.Depois surgiram vários rostos
deformados, cobertos de pústulas, que se erguiam da caixa como se fossem o
retrato horrendo da Doença. Depois de assoprarem sobre seu rosto o bafo
doentio das febres renitentes, arremessaram-se também pela janela atrás da
primeira criatura, finalmente libertas. Dentre as tantas criaturas que escaparam
da caixa, Pandora teve o desgosto de ver personificados todos os vícios que
viriam a acometer no futuro a alma humana.A Inveja lhe apareceu, assim, sob a
forma de uma mulher velha, cujos cabelos finos e prateados como teias de
aranha esvoaçavam ao ar. De dentro dessa moita prateada, aranhas negras
teciam freneticamente com as patas negras mais e mais fios, de tal forma que
uma nuvem esfiapada cobria a cabeça inteira da velha hedionda. Seus olhos
Contato
Quem quiser falar com a nossa
equipe contate com o
caixadepandoran@yahoo.com.br
se quiserem colaborar com textos
e imagens estamos abertos neste
e-mail.
SEGUIDORES
PPaarrttiicciippaarr ddeessttee ssiittee
Google Friend Connect
Membros (61)
Mais »
Já é um membro? Fazer login
EQUIPE. COLABORADORES.
Esmeralda Task (a cigana)
Alice
Sarah

29/04/13

A Caixa de Pandora: A Caixa de Pandora

amarelos, raiados de sangue, fuzilavam aquele belo rosto que, sabia, jamais teria igual. Da boca escapou
amarelos, raiados de sangue, fuzilavam aquele belo rosto que, sabia, jamais teria
igual. Da boca escapou uma baba verde, que lhe escorria pelo queixo em cordas
pendentes. Com elas a velha teceu uma corda musgosa e nojenta, com a qual
envolveu o pescoço de Pandora, decidida a estrangulá-la. Algo, porém, a impediu
de completar seu ato. Dando um grande uivo de raiva, ela recuou para trás.
Depois ergueu a mão ossuda no ar e, franzindo os dedos como quem agarra
algo, sacudiu-a em direção ao seu alvo, Pandora. Depois, arremessou-se
subitamente pela janela, dando um silvo
agudo e penetrante.
A Gula, sob a forma rotunda de uma
mulher imensamente nua, escapou-se
também da caixa. Suas banhas e graxas
sacudiam, caindo umas por cima das
outras, em grossas camadas. De toda
ela escorria um suor pegajoso, como se
suasse azeite por todos os poros. Suas
bochechas pareciam prestes a explodir,
e de seus olhos escorria uma graxa
amarela e malcheirosa, que ela lambia
com furor assim que lhe chegava aos
lábios inchados.
Pandora, embora aterrorizada, não
conseguia fechar a maldita caixa,
involuntariamente fascinada com o que
assistia, sem saber como pudera
desencadear tantas desgraças. Lançando-se de joelhos ao chão, encontrou
finalmente a tampa caída a um canto.Enquanto rastejava para alcançá-la sentia
rodopiar acima de si uma legião de demônios — a Avareza, a Arrogância, a
Crueldade, o Egoísmo, todos os vícios e defeitos humanos dançavam uma
ciranda infernal sobre a sua cabeça, até que, arremessando-se à caixa,
conseguiu finalmente fechá-la.
Mas o mal já estava feito. Percebendo que nada ficara lá dentro, olhou ainda uma
vez para o fundo da caixa fatídica. Um rosto maravilhosamente belo e
eternamente jovem, no entanto, a observava dali.
— Quem é você? — disse Pandora, ainda temerosa.
— Eu sou a Esperança — disse simplesmente o belo rosto.
Foi carregando esse valioso presente que Pandora se apresentou diante dos
homens.”
Nautica
Postado por Sarah às 17:38
Recomende isto no Google
Marcadores: Deuses
3 comentários:
NandaS2 sexta-feira, 10 setembro, 2010
Sou
fan
de
vcs!
acompanho todos
os posts, adoro
as lendas!!Q d+
continuem escrevendo.
Bjs
29/04/13 A Caixa de Pandora: A Caixa de Pandora Responder Anônimo quarta-feira, 15 setembro, 2010 dali
29/04/13
A Caixa de Pandora: A Caixa de Pandora
Responder
Anônimo quarta-feira, 15 setembro, 2010
dali pandora
Responder
Anônimo domingo, 17 março, 2013
lol
Responder
Digite seu comentário...
Comentar como:
Conta do Google
Publicar
Visualizar
Comentem aqui...
Lençóis
Maranhenses
www.freeway.tur.br/len…
A Temporada das Lagoas
Chegou e a Freeway tem
a viagem ideal p/ você!
Postagem mais recente
Início
Postagem mais antiga
Assinar: Postar comentários (Atom)
VISITANTES ONLINE
THE DAILY PUPPY
29/04/13 A Caixa de Pandora: A Caixa de Pandora Caixa de Pandora criado por Sarah. Todos
29/04/13
A Caixa de Pandora: A Caixa de Pandora
Caixa de Pandora criado por Sarah. Todos os textos com direitos
autorais..
Modelo Picture Window. Tecnologia do Blogger.