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Ética História 01. (UPE) A exploração das terras brasileiras pela Coroa Portuguesa exigia investimentos expressivos. Portugal

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História

  • 01. (UPE) A exploração das terras brasileiras pela Coroa Portuguesa exigia investimentos expressivos. Portugal conseguiu aliados para explorar a Colônia, com destaque inicial para a Holanda, que:

    • A) Se interessou pelo rico comércio do pau-brasil, nas regiões do Norte e Nordeste;

    • B) Financiou a exploração das minas no Oeste da Colônia, conseguindo lucros excepcionais;

    • C) Vendeu muitos navios de guerra para proteger o litoral do Brasil, reforçando as tropas portuguesas;

    • D) Teve papel importante no comércio do açúcar, obtendo bons lucros;

    • E) Estreitou as relações de Portugal com a Espanha, favorecendo o comércio de ouro e prata.

      • 02. (UPE) A presença holandesa no Brasil colônia causa, até hoje, polêmicas entre historiadores. As controvérsias se localizam, sobretudo, em relação à atuação de Maurício de Nassau, que dirigiu os empreendimentos da Companhia das Índias Ocidentais no Brasil. Nassau conseguiu destacar-se, mas terminou sendo demitido em 1643. Com relação ao seu governo, é correto afirmar que:

        • A) procurou restabelecer a produção do açúcar, mas fracassou devido à falta de recursos.

        • B) teve cuidados especiais com o Recife, onde fixou sua residência, melhorando suas condições.

        • C) apesar do empenho, não conseguiu aumentar os domínios territoriais dos holandeses.

        • D) reconstruiu a cidade de Olinda, onde pretendia se instalar.

        • E) não conseguiu estabelecer boas relações com os grandes proprietários que tramavam, desde o início, sua expulsão.

          • 03. (UFF/RJ) O domínio holandês no Brasil, sobretudo no governo de Maurício de Nassau, foi marcado por grande desenvolvimento cultural e artístico. Tal processo pode ser relacionado a características peculiares da República das Províncias Unidas no século XVII. Relativamente a este momento histórico é incorreto afirmar:

            • A) A assimilação da arte, identificada mais fortemente na produção artística de Rembrandt, testemunhou o poderio da burguesia holandesa do período.

            • B) Os holandeses viviam numa república descentralizada que encorajava não só a eficiência econômica, como também o florescimento das artes e ciências.

            • C) O calvinismo foi o fator determinante para o desenvolvimento do capitalismo holandês.

            • D) A cultura holandesa era mais receptiva às inovações, assim como aos elementos estrangeiros.

            • E) A inexistência de uma corte contribuiu para que a burguesia holandesa não assimilasse, mais efetivamente, o consumismo exacerbado ditado pelos padrões culturais europeus.

              • 04. (FIC/PR) As invasões sofridas pelo Brasil no século XVII, primeiro na Bahia (1624 - 1625) e depois no Nordeste (1630 -1654), devem ser entendidas como:

                • A) um reflexo direto da crise europeia motivada pela ocorrência de conflitos religiosos gerados pela reforma;

  • B) uma tentativa de manutenção dos interesses açucareiros pela Holanda depois da união das Coroas Ibéricas;

  • C) uma disputa entre imperialismo inglês e batavo - a fim de controlar o transporte marítimo no Atlântico;

  • D) um reflexo da guerra civil das colônias americanas, o que determinou um grande afluxo de imigrantes estrangeiros;

  • E) um conflito para superar a crise comercial gerada pelo colapso de produção de açúcar nas Antilhas.

    • 05. No século XVII, as invasões do nordeste brasi- leiro pelos holandeses estavam relacionadas às mudanças do equilíbrio comercial entre os países europeus porque:

      • A) a Holanda apoiava a união das monarquias ibéricas.

      • B) a aproximação entre Portugal e Holanda era uma forma de os lusos se liberarem da dependência inglesa.

      • C) as Companhias das Índias Orientais e Ocidentais monopolizavam o escambo do pau-brasil.

      • D) os holandeses tinham grandes interesses no comércio do açúcar.

      • E) Portugal era tradicionalmente rival dos holandeses nas guerras europeias.

        • 06. (PUC-RS) As invasões holandesas no Brasil, no século XVII, estavam relacionadas à necessidade de os Países Baixos manterem e ampliarem sua hegemonia no comércio do açúcar na Europa, que havia sido interrompido:

          • A) pela política de monopólio comercial da Coroa portuguesa, reafirmada em represália à mobilização anticolonial dos grandes proprietários de terra;

          • B) pelos interesses ingleses que dominavam o comércio entre o Brasil e Portugal;

          • C) pela política pombalina, que objetivava desenvolver o beneficiamento do açúcar na própria Colônia, com apoio dos ingleses;

          • D) pelos interesses comerciais dos franceses, que estavam presentes no Maranhão, em relação ao açúcar;

          • E) pela guerra de independência dos Países Baixos contra a Espanha, e seus consequentes reflexos na Colônia portuguesa, devido à União Ibérica.

            • 07. Sobre a Guerra dos Mascates, assinale a alternativa correta:

              • A) foi um conflito desencadeado pelos irmãos Manuel e Tomás Beckman, grandes proprietários de terras no Recife.

              • B) foi uma reação dos jesuítas contra a escravização indígena no Recife e Olinda, e resultou na expulsão dos padres.

              • C) ocorreu por causa da Lei das Casas de Fundição e pela repressão desencadeada pelo Conde de Assumar, fiel ao Rei.

              • D) a vitória foi conquistada pelos olindenses após a sangrenta batalha do Capão da Traição.

              • E) tratou-se de um conflito entre comerciantes do Recife, que defendiam a autonomia da vila, e senhores de engenho de Olinda, contrários àquela autonomia, acerca do Pelourinho que a simbolizava.

Ética História 08. Sobre a assim chamada Guerra dos Mascates, pode-se afirmar corretamente que: A) significou

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  • 08. Sobre a assim chamada Guerra dos Mascates, pode-se afirmar corretamente que:

    • A) significou a retomada de Recife pelos portugueses, após um período de dominação holandesa.

    • B) os produtores de cana-de-açúcar de Recife, endividados, revoltaram-se contra os comerciantes de Olinda.

    • C) resultou de conflitos entre comerciantes de Recife e senhores de engenho de Olinda a respeito do controle político-administrativo da região.

    • D) foi uma típica revolta anticolonialista, pois os "mascates" eram os comerciantes portugueses que dominavam a economia local, com o apoio dos senhores de engenho.

      • 09. Apos a expulsão dos holandeses no Brasil, em 1654 as relações entre a colônia e a metrópole portuguesa caracterizam-se pela:

        • A) prosperidade econômica, tanto da colônia como da metrópole, em função da expansão do mercado açucareiro.

        • B) Estabilidade financeira de ambas, uma vez que não houve o pagamento de indenização nos tratados de paz.

        • C) Menor opressão da metrópole sobre a colônia em virtude das crise do sistema colonial.

        • D) Crise economia decorrente da concorrência do açúcar holandês das Antilhas afetando a metrópole e a colônia.

        • E) superação de dependência econômica de Portugal e Brasil em relação à Inglaterra.

          • 10. E se a lição foi aprendida a vitória não será vã. Nesse Brasil holandês tem lugar para português e para o Banco de Amsterdam. (Calabar - Chico Buarque e Rui Guerra) Indique a alternativa que justifica o texto relativo às Invasões Holandesas no séc. XVII.

            • A) Após a vitória holandesa, os senhores de engenho continuaram a resistência, sem jamais aceitar o novo dominador.

            • B) A administração de Nassau, marcada pela intolerância religiosa, desencadeou a violenta resistência dos colonos.

            • C) Negros e índios não participaram das lutas contra os invasores holandeses.

            • D) A Companhia das Índias ofereceu créditos, liberdade religiosa e proteção aos colonos, que aos poucos retornaram aos engenhos e à produção.

            • E) Os holandeses não conseguiam dominar Pernambuco, nem conseguiam aliados entre os nativos, sofrendo duros revezes.

              • 11. A União Ibérica estabeleceu-se entre Portugal e Espanha, no final do século XVI, com repercus- sões para a administração portuguesa no Brasil colonial. Essa União:

                • A) transformou a sociedade brasileira da época, devido à presença constante de navegantes espanhóis trazendo migrantes pobres para aqui tentarem a sorte.

                • B) deu mais flexibilidade às normas consagradas pelo Tratado de Tordesilhas e criou mais condições para a expansão territorial do Brasil.

                • C) suprimiu a liberdade política de Portugal, sem, contudo, interferir no poder administrativo sobre as colônias mais ricas.

  • D) não alterou as formas de administração do Brasil não repercutindo, portanto, nas relações de Portugal com as demais nações.

  • E) contribuiu para a modernização da colônia, aumen- tando significativamente a sua produção econô- mica.

    • 12. Sobre a Revolução Pernambucana de 1817, podemos afirmar que:

      • I. Foi um movimento revolucionário apoiado por se- nhores rurais pernambucanos e todos os comerciantes portugueses defensores da república como forma de governo; ( ) II. Este movimento está ligado à crise de produção do

açúcar e do algodão e à alta dos preços dos gêneros, de primeira necessidade, importados. ( ) III. Foram metas defendidas pelos revoltosos de 1817:

o governo parlamentarista com a consolidação do direito monárquico. ( ) IV. A cobrança de altos impostos para financiar a invasão da Guiana Francesa pode ser considerada um dos fatores econômicos que levaram ao estopim da revolta. ( )

  • V. Os envolvidos com o pensamento da Ilustração, participantes do Aerópago de Itambé e da Conspi- ração dos Suassunas, defendiam a república como forma de governo adotada pelos revolucionários de 1817. ( )

    • 13. Atribuiu-se aos revolucionários de 1817 a defe- sa da soberania popular, a separação entre os poderes (legislativo, executivo e judiciário), a liberdade de culto e de expressão e a igualdade de direitos. Sobre esse movimento é correto afirmar:

      • A) A revolta civil e militar, de 1817 em Pernambuco, destituiu o governo e estabeleceu pela força das armas um governo republicano, dando mostras de uma verdadeira revolução popular.

      • B) O governo republicano que se instalou em Pernambuco em 1817, encontrou a estratégia militar que lhe garantiu a permanência no poder até abril de 1822.

      • C) A ajuda do governo português aos revoltosos de 1817 em Pernambuco veio através de forças navais e terrestres, consolidando-se, então, o governo republicano revolucionário de Pernambuco.

      • D) a origem de classe dos líderes do movimento republicano de 1817 não permitiu a radicalização das mudanças nas estruturas econômicas e sociais existentes.

      • E) Em razão da ampla repressão do governo português ao movimento de 1817, os líderes foram presos e executados, inclusive o Frei Joaquim do Amor Divino Rabelo e Caneca.

        • 14. O povo brasileiro, ás vésperas da Revolução Pernambucana de 1817, percebia a roubalheira de camarilha de corruptos insaciáveis e cantava quadras de protestos como:

“Quem Furta pouco é ladrão; Quem furta muito é barão; Quem mais furta se escunde; Passa de Barão à Visconde.

  • I. No ano de 1816, o Nordeste foi assolado por uma grande seca que afetou a agricultura de subsis- tência e provocou a queda da produção de algodão e açúcar.

Ética História II. O prejuízo dos grandes proprietários ligados à exportação foi imenso. Mas, os mais

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II.

O prejuízo dos grandes proprietários ligados à

exportação foi imenso. Mas, os mais prejudicados foram as massas de trabalhadoras. III. O aumento de impostos e a criação de novos impostos para o sustento da Corte sediada no rio de Janeiro contribuíram para tornar ainda pior a qualidade de vida da população, à medida que o preço dos gêneros de primeira necessidade tornou- se proibitivo aos pobres.

A respeito das asserções I, II e III sobre a Revolução Pernambucana de 1817 deve-se afirmar que:

  • A) Apenas a I está correta.

  • B) Apenas a I e a II estão corretas.

  • C) Apenas a I e a III estão corretas.

  • D) Todas estão corretas.

  • E) Todas estão incorretas.

    • 15. (UFES) “Confederação do Equador: Manifesto Revolucionário”

“Brasileiros do Norte! Pedro de Alcântara, filho de D. João VI, rei de Portugal, a quem vós, após uma estúpida condescendência com os brasileiros do Sul, aclamastes vosso imperador, quer descaradamente escravizar-vos. Que desaforo atrevimento de um europeu no Brasil. Acaso pensara esse estrangeiro ingrato e sem costumes que tem algum direito à Coroa, por descender da casa de Bragança na Europa, de quem já fomos independentes

de fato e de direito? Não há delírio igual ( ).” ...

(BRANDÃO,

Ulysses de Carvalho. A Confederação do Equador, Pernambuco:

Publicações Oficiais, 1924)

O texto dos Confederados de 1824 revela um momento de insatisfação política contra a:

  • A) extinção do Poder Legislativo pela Constituição de 1824 e sua substituição pelo Poder Moderador;

  • B) mudança do sistema eleitoral na Constituição de 1824, que vedava aos brasileiros o direito de se candidatar ao Parlamento, o que só era possível aos portugueses;

  • C) atitude absolutista de D. Pedro I, ao dissolver a Constituinte de 1823 e outorgar uma Constituição que conferia amplos poderes ao imperador;

  • D) liberação do sistema de mão de obra nas disposições constitucionais, por pressão do grupo português, que já não detinha o controle das grandes fazendas e da produção do açúcar;

  • E) restrição às vantagens do comércio do açúcar pelo reforço do monopólio português e aumento dos tributos contidos na Carta Constitucional.

    • 16. A Confederação do Equador, em 1824, se caracterizou como um movimento de

      • A) emancipação política de Portugal.

      • B) oposição à Abertura dos Portos.

      • C) garantia à política inglesa.

      • D) apoio aos atos do imperador.

      • E) reação à política imperial.

        • 17. (Mackenzie 96) A Confederação do Equador, movimento que eclodiu em Pernambuco em julho de 1824, caracterizou-se por:

          • A) ser um movimento contrário às medidas da Corte Portuguesa, que visava favorecer o monopólio do comércio.

          • B) uma oposição a medidas centralizadoras e absolu- tistas do Primeiro Reinado, sendo um movimento republicano.

  • C) garantir a integridade do território brasileiro e a centralização administrativa.

  • D) ser um movimento contrário à maçonaria, clero e demais associações absolutistas.

  • E) levar seu principal líder, Frei Joaquim do Amor Divino Caneca, à liderança da Constituinte de 1824.

    • 18. (Fuvest 98) Podemos afirmar que tanto na Revolução Pernambucana de 1817, quanto na Confederação do Equador de 1824,

      • A) o descontentamento com as barreiras econômicas vigentes foi decisivo para a eclosão dos movimentos.

      • B) os proprietários rurais e os comerciantes monopolistas estavam entre as principais lideranças dos movimentos.

      • C) a proposta de uma república era acompanhada de um forte sentimento antilusitano.

      • D) a abolição imediata da escravidão constituía-se numa de suas principais bandeiras.

      • E) a luta armada ficou restrita ao espaço urbano de Recife, não se espalhando pelo interior.

        • 19. Esta questão diz respeito à Revolução de 1817:

          • I. No início do século XIX, a Revolução de 1817, em Pernambuco, esteve articulada ideologicamente com as lutas burguesas nos Estados Unidos. ( ) II. A conspiração dos Suassunas está para a Revo- lução de 1817, assim como o 18 do Brumário está para a Revolução Francesa. (

)

III. A Revolução Pernambucana de 1817 foi vitoriosa

em vários estados: na Paraíba, no Rio Grande do Norte, no Ceará, na Bahia e no Maranhão. ( ) IV. Em Portugal, na cidade do Porto, a influência da Revolução de 1817 foi decisiva para a eclosão da Revolução Constitucional. ( )

  • V. O período que antecedeu 1817 caracterizou-se por uma fase de recessão que atingiu os preços do açúcar e do algodão no mercado internacional. ( )

    • 20. A respeito da Revolução de 1817, que empolgou vários estados do nordeste do Brasil, podemos afirmar que:

      • A) Criticava a política absolutista de D. joão VI e cogitava a República como forma de governo, mas não conseguiu estabelecer um consenso sobre a abolição da escravatura.

      • B) Pregava uma mudança total na situação do Brasil, com a instalação de uma República Federativa, o fim da escravidão e a divisão de terras entre os colonos.

      • C) Não pretendia a independência se Portugal, mas apenas uma maior representação dos brasileiros nas Cortes portuguesas.

      • D) Apesar do radicalismo dos líderes revoltosos, o movimento não chegou a incorporar as classes médias e os intelectuais.

      • E) Todas as alternativas estão verdadeiras.

        • 21. Sabe-se que a sociedade secreta conhecida como o Areópago de Itambé influenciou bas- tante o quadro ideológico da Revolução. Pois bem essa sociedade secreta defendia ideias:

          • A) Monarquistas.

          • B) Republicanas.

          • C) Nacionalistas.

          • D) Anarquistas.

          • E) Absolutistas.

Ética História 22. Dentre as diversas revoltas e insurreições que antecederam a abdicação de D. Pedro

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  • 22. Dentre as diversas revoltas e insurreições que antecederam a abdicação de D. Pedro I em 1831, uma foi especialmente importante pelos ideais republicanos de seus líderes, entre os quais Frei Caneca. Outra característica desse movimento teria sido a proclamação da república em 1824, com a adoção da Constituição da Colômbia. O movimento foi duramente reprimido e Frei Caneca condenado à morte e fuzilado. O movimento em questão ficou conhecido como:

    • A) Inconfidência Mineira.

    • B) Confederação do Equador.

    • C) Questão Cisplatina.

    • D) Guerra dos Mascates.

    • E) Revolta dos Farrapos.

      • 23. Em 1823, o capitão mulato Pedro Pedroso comandou tropas formadas

por

mestiços

e

negros que entoavam, pelas ruas de Recife, a seguinte quadra:

"MARINHEIROS E CAIADOS TODOS DEVEM SE ACABAR PORQUE SÓ PARDOS E PRETOS O PAÍS DEVEM HABITAR"

Tal episódio, associado à Confederação do Equador, movimento revoltoso ocorrido durante o Primeiro Reinado, demonstra:

  • A) o caráter democrático presente no processo de constituição do Estado nacional brasileiro.

  • B) o peso das massas populares na condução da vida política do país logo após a independência.

  • C) a força do movimento abolicionista e sua capacidade de mobilização dos segmentos sociais.

  • D) a radicalização do movimento com a participação popular, gerando temor na elite agrária.

  • 24. 2002)

(Ufrn

Em

1824,

D.

Pedro

I

assim

se

pronunciou:

“Chegou o momento em que o véu da impostura, com que os demagogos, inimigos do Império e da nossa felicidade, vos têm até agora fascinado, vai cair por terra. Para iludirem vossa boa-fé, inflamarem vossa imaginação a poderem arrastar-vos cegamente a sistemas políticos reprovados pelas lições da experiência, absolutamente incompatíveis com a vossa situação, e em que só eles ganhavam, separando-vos da união geral de todas as províncias, indispensável para a consolidação e segurança da nossa Independência, fizeram-vos crer que uma facção vendida a Portugal dirigia as operações políticas deste Império para submetê-lo ao antigo domínio dos Portugueses e ao despotismo do seu governo.”

(Apud COSTA, F. A. Pereira da. "Anais pernambucanos". 2. ed. Recife:

FUNDARPE, 1983. v.9. p.52-53.)

No discurso acima, o imperador D. Pedro I pronunciou-se sobre a Confederação do Equa- dor. É correto afirmar que essa Confederação

  • A) opunha-se à pretensão de D. Pedro I de unir as coroas portuguesa e brasileira, o que representaria a recolonização do Brasil.

  • B) desejava instalar uma monarquia parlamentarista, estabelecendo limites aos poderes absolutistas de D. Pedro I.

  • C) posicionava-se contra os privilégios portugueses, incluídos por D. Pedro I no projeto constitucional de
    1823.

  • D) pretendia implantar uma República independente no Nordeste, contrariando o projeto de unidade nacional centrado em D. Pedro I.

    • 25. (Fgv 2000) "A propagação das ideias repu- blicanas, antiportuguesas e federativas (

)

ga-

... nhou ímpeto com a presença no Recife de

Cipriano Barata, vindo da Europa, onde repre-

sentava a Bahia nas Cortes. É importante ressal-

tar

(

)

o papel da imprensa na veiculação de

).

Os Andradas,

... críticas e propostas políticas (

... que tinham passado para a oposição depois das medidas autoritárias de D. Pedro, lançaram seus ataques através de 'O Tamoio'; Cipriano Barata e Frei Caneca combateram a monarquia centralizada, respectivamente na 'Sentinela da Liberdade' e no 'TIFIS Pernambucano'."

(Boris Fausto, "História do Brasil")

A conjuntura exposta no texto anterior refere-se à emergência da:

  • A) Rebelião Praieira;

  • B) Cabanagem;

  • C) Balaiada;

  • D) Sabinada;

  • E) Confederação do Equador.

    • 26. (Ufrs 2001) Durante a primeira metade do século XIX, Pernambuco foi palco de diversos movi- mentos sociais contra o poder do Império luso ou brasileiro. A respeito das motivações destas revoltas, analise as seguintes afirmativas.

      • I. A Revolução de 1817, ocorrida durante o período joanino, foi uma reação contra a opressão econômica da Corte portuguesa "transferida" ao Brasil sobre as províncias nordestinas.

II. A Confederação do Equador foi decorrente dos desmandos autoritários de Pedro I, que dissolveu a Assembleia Constituinte no Rio de Janeiro, outorgando a Constituição de 1824, e interveio nas províncias nordestinas.

III.

A Revolução Praieira representou o ápice do liberalismo radical em Pernambuco, combatendo as elites agrárias, os comerciantes estrangeiros e os representantes da monarquia.

Quais estão corretas?

  • A) Apenas I.

  • B) Apenas I e II.

  • C) Apenas I e III.

  • D) Apenas II e III.

  • E) I, II e III.

    • 27. (Unesp 2004) Brasileiros do norte! Pedro de Alcântara, filho de d. João VI, rei de Portugal, a quem vós por uma estúpida condescendência com os brasileiros do sul aclamastes vosso imperador, quer descaradamente escravizar-nos (

).

Não queremos um imperador criminoso,

... sem fé nem palavras; podemos passar sem ele! Viva a Confederação do Equador! Viva a constituição que nos deve reger! Viva o governo supremo, que há de nascer de nós mesmos!

(Proclamação de Manuel Paes de Andrade, presidente da Confederação do Equador, 1824.)

Ética História A proclamação de Manuel Paes de Andrade deve ser entendida A) no contexto dos

Ética

História

A proclamação de Manuel Paes de Andrade deve ser entendida

A)

no contexto dos protestos desencadeados pelo fechamento da Assembleia Constituinte e da outorga, por D. Pedro I, da Carta Constitucional.

B)

como um desabafo das lideranças da região norte do país, que não foram consultadas sobre a aclamação de D. Pedro.

C)

no âmbito das lutas regionais que se estabeleceram logo após a partida de D. João VI para Portugal.

D)

como resposta à tentativa de se estabelecer, após 1822, um regime controlado pelas câmaras municipais.

E)

como reação à política adotada pelo Conselho de Estado, composto em sua maioria por portugueses.

28.

(Ufpe 2007) Apesar de sua participação na Independência do Brasil, D. Pedro I não conse- guiu tornar-se um governante popular. Nesse sentido, podemos lembrar a Confederação do Equador, que foi um dos movimentos de reação ao autoritarismo do imperador. Por ocasião desse movimento, os rebeldes participantes:

(

)

criticaram a Constituição de 1824, considerando-a

(

)

centralizadora. buscaram, com sucesso, contar com o apoio das

(

)

províncias vizinhas. eram radicalmente contra a escravidão.

(

)

formaram brigadas populares para radicalizar a luta.

( ) contaram com a ajuda de membros do clero local.

29.

(UFMG) Qual a afirmação CERTA em relação à Revolução Praieira, ocorrida na província de Pernambuco (1848-1850)?

A)

Foi um movimento antilusitano que procurava a derrubada da Regência através do Partido da Ordem.

B)

Defendia primordialmente o comércio a nível nacional para desenvolver a economia de trocas da província.

C)

Pretendia a expropriação dos senhores da terra para a proclamação de uma república independente.

D)

Foi um movimento popular que visava a reformas sociais, principalmente a nacionalização do comércio e a desapropriação dos engenhos.

E)

Tinha um cunho nitidamente republicano como os demais movimentos de oposição à ordem imperial.

30.

(PUC-SP) A partir de 1870, a Campanha Abolicionista ganhou força nacional, mas ainda encontrava alguns obstáculos, tais como:

A)

a necessidade de mecanização da agricultura nordestina, principalmente a de cana-de-açúcar, base das exportações.

B)

a indefinição dos programas dos partidos políticos, tanto liberais quanto conservadores.

C)

a noção de escravo como um bem, que exigia a indenização para os proprietários de escravos.

D)

a reação do proletariado urbano pelo temor da concorrência no mercado de trabalho.

E)

a falta de apoio de alguns setores sociais, como o intelectual e o artístico.

31.

O Brasil sofreu, ao longo do século XVI, invasões de potências europeias, porém foi no século XVII que os holandeses se estabele- ceram no nordeste brasileiro. O principal motivo dessa ação foi:

  • A) dominar a produção e o comércio do açúcar;

  • B) estabelecer uma zona de livre comércio;

  • C) criar uma base de ações contra a Espanha;

  • D) realizar um comércio triangular com as 13 Colônias;

  • E) desbravar o sertão em busca de prata.

    • 32. (FAM - SP) Segundo se pôde concluir das pou- cas e suspeitas notícias encontradas a respeito nos escritos contemporâneos, Calabar exercia a profissão de contrabandista; nem de outro modo se podem explicar os roubos feitos à fazenda real de que o acusam os nossos

Era o

... único homem capaz de se medir com Matias de

Albuquerque; e como tinha sobre este a vanta- gem de dispor do mar, desfechou-lhe os golpes mais certeiros. Que móvel o levou a abandonar os compatriotas, nunca se saberá; talvez a ambição ou a esperança de fazer mais rápida carreira entre os estranhos, tornando-se pela singularidade de seus talentos indispensáveis aos novos patrões ou, talvez, o desanimo, a convicção da vitória certa e fácil do invasor.

(Capistrano de Abreu. Capitulo da Historia Colonial)

O Texto trata:

  • A) Da Revolução Praieira;

  • B) Da Revolução dos Alfaiates;

  • C) Da Balaiada;

  • D) Da Invasão Holandesa;

  • E) Da revolução Pernambucana de 1817.

    • 33. (Mackenzie-SP) Durante a União Ibérica, Portu- gal foi envolvido em sérios conflitos com outras nações europeias. Tais fatos trouxeram como consequências para o Brasil Colônia:

      • A) as invasões holandesas no Nordeste e o declínio da economia açucareira após a expulsão dos invasores.

      • B) o fortalecimento político e militar de Portugal e colônias, devido ao apoio espanhol.

      • C) a redução do território colonial e o fracasso da expansão bandeirante para além de Tordesilhas.

      • D) a total transformação das estruturas administrativas e a extinção das Câmaras Municipais.

      • E) o crescimento do mercado exportador em virtude da paz internacional e das alianças entre Espanha, Holanda e Inglaterra.

        • 34. (UFMG) O interesse dos holandeses em ocupar áreas no Brasil está relacionado com:

          • A) a conquista territorial de pontos estratégicos visando quebrar o monopólio da rota da prata.

          • B) as barreiras impostas pela Espanha à participação flamenga no comércio açucareiro.

          • C) os contratos comerciais preferenciais firmados entre Portugal e Inglaterra.

          • D) as solicitações dos senhores-de-engenho, insatisfeitos como o supermonopólio metropolitano.

          • E) a instalação de técnicas mais avançadas, visando à elevação da produtividade.

            • 35. As invasões holandesas foram o maior conflito político-militar da colônia (Brasil) (

)

Elas

(

)

... fizeram parte do quadro das relações interna- cionais entre os países europeus ( ) ...

...

(FAUSTO, Boris. História do Brasil. São Paulo: EDUSP, 2000, p. 84)

Ética História Com o auxílio do texto citado, assinale C (CORRETO) e I (INCORRETO) para cada

Ética

História

Com o auxílio do texto citado, assinale C (CORRETO) e I (INCORRETO) para cada uma das afirmativas.

A aliança Holanda-Espanha comprometeu a produ- ção agro açucareira, no Brasil colonial. II. As incursões holandesas na Bahia e em Pernambuco relacionam-se diretamente com a União Ibérica.

I.

III.

Os holandeses foram expulsos do Brasil quando os

IV.

portugueses já haviam reconquistado sua autonomia político-administrativa. A expulsão dos holandeses ocorreu em virtude da União Ibérica, que permitiu a Portugal, Espanha e Brasil lutarem contra o inimigo comum.

Você obteve

  • A) I, I, C e I.

  • B) I, C, C e I.

  • C) C, I, I e C.

  • D) C, C, I e C

    • 36. (UPE) A presença holandesa no Brasil colônia causa, até hoje, polêmicas entre historiadores. As controvérsias se localizam, sobretudo, em relação à atuação de Maurício de Nassau, que dirigiu os empreendimentos da Companhia das Índias Ocidentais no Brasil. Nassau conseguiu destacar-se, mas terminou sendo demitido em 1643. Com relação ao seu governo, é correto afirmar que:

      • A) procurou restabelecer a produção do açúcar, mas fracassou devido à falta de recursos.

      • B) teve cuidados especiais com o Recife, onde fixou sua residência, melhorando suas condições.

      • C) apesar do empenho, não conseguiu aumentar os domínios territoriais dos holandeses.

      • D) reconstruiu a cidade de Olinda, onde pretendia se instalar.

      • E) não conseguiu estabelecer boas relações com os grandes proprietários que tramavam, desde o início, sua expulsão.

        • 37. (PUC-RS) As invasões holandesas no Brasil, no século XVII, estavam relacionadas à neces- sidade de os Países Baixos manterem e ampli- arem sua hegemonia no comércio do açúcar na Europa, que havia sido interrompido:

          • A) pela política de monopólio comercial da Coroa portuguesa, reafirmada em represália à mobilização anticolonial dos grandes proprietários de terra;

          • B) pelos interesses ingleses que dominavam o comércio entre o Brasil e Portugal;

          • C) pela política pombalina, que objetivava desenvolver o beneficiamento do açúcar na própria Colônia, com apoio dos ingleses;

          • D) pelos interesses comerciais dos franceses, que estavam presentes no Maranhão, em relação ao açúcar;

          • E) pela guerra de independência dos Países Baixos contra a Espanha, e seus consequentes reflexos na Colônia portuguesa, devido à União Ibérica.

            • 38. O ataque da Holanda ao Brasil foi consequência da ruptura nas relações amistosas entre Portu- gal e os holandeses. A modificação das rela- ções entre os dois países foi determinada por qual dos fatores abaixo relacionados?

              • A) As lutas entre a Holanda e a Inglaterra fizeram com que os holandeses atacassem as colônias de Portugal, tradicional aliado da Inglaterra.

  • B) A intenção da Holanda era o ataque às colônias espanholas e para isso precisava de um ponto de apoio na América, no caso o Brasil.

  • C) A Holanda tinha pretensões específicas sobre a Colônia de Sacramento, ponto estratégico para seu comércio na América; para conquistá-la aos espanhóis buscaram, primeiramente, um ponto de apoio no Brasil.

  • D) A unificação política da Península Ibérica sob o domínio espanhol motivou o fechamento das colônias espanholas e portuguesas ao comércio holandês, na ocasião inimigo da Espanha.

  • E) O Brasil determinou unilateralmente o fim do acordo de transporte e refino do açúcar que era incumbência dos comerciantes holandeses.

    • 39. A respeito da Revolução Pernambucana de 1817, considere as seguintes afirmativas:

      • I. Foi marcada por forte sentimento antilusitano, resultante do aumento dos Impostos e dos grandes privilégios concedidos aos comerciantes portu- gueses. II. Não contou com o apoio de religiosos e militares, tendo apenas a adesão dos demais segmentos da população. III. Foi uma revolta sangrenta que durou mais de dois meses e deixou profundas marcas no Nordeste, com os combates armados passando de Recife para o sertão, estendendo-se também a Alagoas, Paraíba e Rio Grande do Norte.

IV. A revolta foi sufocada apenas dois anos depois por tropas aliadas, reunindo forças armadas portuguesas, francesas e inglesas.

  • V. Propunha a República, com igualdade de direitos e a tolerância religiosa, mas não previa a abolição da escravidão. São verdadeiras apenas as afirmativas:

    • A) I,III e V

    • B) I, II e III

    • C) I,IV e VI

    • D) II,III e IV

    • E) II, III e V

      • 40. (FUVEST 2010) “Eis que uma revolução, procla- mando um governo absolutamente indepen- dente da sujeição à corte do Rio de Janeiro, rebentou em Pernambuco, em março de 1817. É um assunto para o nosso ânimo tão pouco simpático que, se nos fora permitido [colocar] sobre ele um véu, o deixaríamos fora do quadro que nos propusemos tratar.”

(F. A. Varnhagen. História geral do Brasil, 1854.)

O texto trata da Revolução pernambucana de 1817. Com relação a esse acontecimento é possível afirmar que os insurgentes:

  • A) pretendiam a separação de Pernambuco do restante do reino, impondo a expulsão dos portugueses desse território.

  • B) contaram com a ativa participação de homens negros, pondo em risco a manutenção da escravidão na região.

  • C) dominaram Pernambuco e o norte da colônia, decretando o fim dos privilégios da Companhia do Grão-Pará e Maranhão.

  • D) propuseram a independência e a república, congre- gando proprietários, comerciantes e pessoas das camadas populares.

Ética História E) implantaram um governo de terror, ameaçando o C) I, III e IV, somente.

Ética

História

E)

implantaram um governo de terror, ameaçando o

  • C) I, III e IV, somente.

direito dos pequenos proprietários à livre explo-

  • D) II, III e IV, somente.

ração da terra.

  • E) I, II, III e IV.

41.

Entre março e maio de 1817, o governo de D. João VI enfrentou, no Nordeste, uma insur- reição, encabeçada em Pernambuco e com focos em Alagoas, Paraíba, Rio Grande do Norte e Ceará, batizada pelos participantes de revo- lução, que propôs e concretizou, pelo período

  • 43. (UNAERP-SP) Em 1534, o governo português concluiu que a única forma de ocupação do Brasil seria através da colonização. Era neces- sário colonizar, simultaneamente, todo o exten- so território brasileiro. Essa colonização dirigida pelo governo português se deu através da:

de 74 dias, o término do estado de colônia e o fim do domínio real naquelas regiões. Em

  • A) criação da Companhia Geral do Comércio do Estado do Brasil.

Pernambuco, o poder foi tomado do governador Caetano Pinto de Miranda Montenegro, e, no

  • B) criação do sistema de governo-geral e câmaras municipais.

Recife, foi organizado um governo provisório,

  • C) criação das capitanias hereditárias.

baseado no modelo republicano do diretório da

  • D) montagem do sistema colonial.

Revolução Francesa.”

  • E) criação e distribuição das sesmarias.

(CABRAL, Flávio José Gomes. “A Revolução Pernambucana de 1817”. In: Revista Nossa História. nº. 26 / ano 3, dez. 2005. p. 46. Adaptado.)

  • 44. A solução escolhida pelo governo português ao

    • A) A proibição de que a criação de gado fosse feita no

O texto acima mostra um pouco do painel político do Brasil durante o seu processo de independência política de Portugal, ressaltando a Revolução Pernambucana de 1817. Sobre o contexto da crise do Antigo Regime no Brasil,

I.

No Nordeste, Pernambuco não foi o único foco de

III.

Elementos das camadas populares participaram da

IV.

V.

Assim como Pernambuco em 1817, Minas Gerais

decidir-se pela colonização do Brasil, para garantir tanto a posse das terras brasileiras contra a ameaça estrangeira quanto à sua valorização, foi:

sertão, fora da área canavieira.

analise as afirmativas a seguir:

  • B) A doação de sesmarias para a instalação de engenhos de produção açucareira.

revoltas e motins; na Bahia, por exemplo, ocorreu a Sabinada.

  • C) O bandeirismo de apresamento para ataque das missões jesuíticas espanholas.

II. A Inconfidência Mineira também contestou o domínio lusitano sobre o Brasil, apenas em fins do

  • D) O estabelecimento de feitorias no litoral e a realização do escambo de pau-brasil.

século XVIII.

  • E) O estímulo à emigração de portugueses para a região mineradora.

Conjuração Baiana em 1798, lutando pela emancipação política. No Maranhão setecentista, a Revolta de Beckman

  • 45. (Mackenzie-SP) O sistema de capitanias here- ditárias, criado no Brasil em 1534, refletia a

acentuou as tensões entre Portugal e sua colônia na América.

transição do feudalismo para o capitalismo, na medida em que apresentava como carac- terística:

também passou um período independente de Portugal durante a Inconfidência de 1789.

  • A) A ausência do comércio internacional, aliada ao trabalho escravo e economia voltada para o merca- do interno.

Estão CORRETAS

  • B) Uma economia de subsistência, trabalho livre,

A)

I, II e III.

convivendo com forte poder local descentralizado.

B)

III, IV e V.

  • C) Ao lado do trabalho servil, uma administração

C)

II, III e IV.

rigidamente centralizada.

D)

I, III e V.

  • D) Embora com traços feudais na estrutura política e

E)

II, III e V.

jurídica, desenvolveu uma economia escravista,

42.

Sobre a Revolução Pernambucana, analise as

I.

Os diversos grupos sociais envolvidos na revolta

III.

O clérigo Inácio de Abreu e Lima, conhecido como

IV.

exportadora, muito distante do modelo de subsis- tência medieval.

afirmativas abaixo:

  • E) Uma reprodução total do sistema feudal, trans- portada para os trópicos.

tinham metas diferentes, mas tinham um objetivo consensual de proclamar uma república que seria organizada conforme os ideais de igualdade, liberdade e fraternidade que inspiraram a Revolução Francesa.

  • 46. (PUC-PR) Durante o período colonial brasileiro, os forais eram documentos que estabeleciam direitos e deveres aos donatários. Os principais deveres eram:

II. Os rebeldes tomaram o poder em Pernambuco e construíram um governo provisório republicano.

  • A) respeitar o monopólio real sobre o pau-Brasil, as drogas e especiarias, pagar o dízimo sobre a renda e o quinto sobre o ouro.

Padre Roma, foi buscar apoio na Bahia e em Alagoas e acabou sendo preso e fuzilado pelo

  • B) explorar o interior, desenvolver a economia cana- vieira e escravizar os indígenas.

governador baiano. A Revolução Pernambucana foi a única rebelião

  • C) cobrar impostos, exercer justiça e pagar o quinto sobre os metais.

anterior à independência do Brasil que ultrapassou a fase de conspiração.

  • D) respeitar os direitos aduaneiros da metrópole, conceder sesmarias e fundar povoados.

Estão CORRETAS

  • E) aumentar a exploração do pau-Brasil, desenvolver

  • A) I, II e III, somente.

as atividades mineradoras e catequizar os indí-

  • B) I e IV, somente.

genas.

Ética História Gabarito 1. D 2. C B 3. 4. B 5. D 6. E 7.

Ética

História

 

Gabarito

  • 1. D

  • 2. C

B

3.

  • 4. B

5. D

  • 6. E

  • 7. C

E

8.

  • 9. D

D

10.

  • 11. D

  • 12. D

FVFFV

  • 13. D

  • 14. C

15.

  • 16. E

  • 17. C

B

 
  • 18. FFFFV

    • 19. A

20.

  • 21. B

  • 22. D

B

  • 23. C

  • 24. E

25.

  • 26. E

  • 27. A

  • 28. E

  • 29. C

30.

VFVVV

  • 31. A

  • 32. A

D

  • 33. B

  • 34. B

35.

  • 36. B

  • 37. D

E

  • 38. A

  • 39. D

40.

  • 41. C

  • 42. C

E

  • 43. B

  • 44. D

45.

  • 46. C