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SOL INVISÍVEL

Diego Almeida Scherer

Parafraseando Bulwer – Lytton, escritor ocultista do séc. XIX: “Se o homem deixa
de existir quando desaparece no túmulo, sois obrigados a afirmar que ele é a única
criatura existente que a Natureza ou a Providência quis tapear e lesar, dando-lhe
aptidões para as quais não existem objetivos.”... observa-se a inegável
volatilidade de sua interpretação, desta vez, sob o ângulo dos mistérios da
investigação da alma e do espírito humanos...
Aptidões sem objetivos? Se o evoluir intelectual não conduz os Homens para nenhum
lugar, por que nascemos com esse desejo latente de conhecimento em nossos
corações? Seria uma “tapeação” do Corpo? A própria Natureza pode dar provas da
existência de uma Força que utiliza sua Sabedoria em forma de Beleza!
Reencarnação, ressureição... qual a controvérsia, se tanto Espiritual quanto
Fisicamente elas são possíveis... ou não?...
A Vida que fornecia Luz aos nossos corpos até chegado o dia do descanso da matéria
e do início de sua desintegração, regressa ao Uno, cumprindo o objetivo do “Solve
et Coagula”, culminando na união plena com o Cosmos.
Analisando a frase de Lytton como um questionamento, em detrimento de uma
argumentação sem ponderações, onde o Homem é considerado um Ser Divino - imagem e
semelhança da Providência – qual o receio ou medo pelo destino do corpo físico, se
esse serve como “veículo” para evolução espiritual?
Quem sabe as leis da atração possam dar respostas... esse magnetismo, que tanto
para o corpo como para a alma podemos chamar simplesmente de Amor...
“Hic mihi dulce mort”...!