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NOVA ELETRONICA FIeSUNMOAG7a ou sieve, Peso Ravisia BUTE EFEITOS ESPECIAIS — Trés sirenes para «esquentar suas festa AUDIO futuro do som gravado A distoreao harménica nos alto-falantes ENGENHARIA O diodo lambda Prancheta do projetista Os jogos eletrénicos de video A eletrénica do «Walt Disney World» Radioastronomia Antologia do 741 SUPLEMENTO BYTE Aplicagéo dos circuitos LSI em eletrodomésticos AMPLIFICADOR ESTEREO EM PONTE, ‘ SEGAO Py/px PARA AUTOMOVEIS \SaAntenas)parareagioanederes Banda lateral inica ou SSB Prt aco ead ORT eee PBT AD, SONS 'SECAO DO PRINCIPIANTE Veja como funciona 0 osciloscépio Pisca-pisca simples, ALGEBRA ) com diodos LED EROOLEANA CURSO DE SEMICONDUTORES — 6. jicao B CURSO DE LINGUAGENS DE PROGRAMAGAO — 7.’ licdo SOU SLUEEOGOTAL EDITOR E F DIRETOR RESPONSAVEL LEONARDO BELLONZI CONSULTORIA TECNICA Geraldo Coen doseph E. Blumenfeld Sullano Barsalt Lconardo Bellonsi REDACAO Juliano Bars ‘José Roberto daS. Cactano Yasuhiro Sato ARTE ‘aur Costa Carlos W. Malagolt DevanieV. Ferreira Monica Teixeira Leite CORRESPONDENTE EM NEW YORK Guido Foranoni CORRESPONDENTE EM MILAO MérioMagrone _ ComposicAo 56. Propaganda IMPRESSAO Abril S.A, Cultural e tndustial DISTRIBUICAO Abril S.A, Cultural e Indus NOVA ELETRONICA é uma pu- bilcacao de propriedade da EDITELE a eultora Técnica Eletrénica Lido. iracko e Pubicidade: TODA CORRESPONDENCIA DEVE ‘SER EXCLUSIVAMENTE ENDERE- CADA ANOVA ELETRONICA — €x. Postal 30.141 - 01000 5, Paulo-SP REGISTRO n° 9,949.77 — P-183 WOW BLETRONICA- SUMARIO Kits 387/3 Amplificador estéreo em ponte para automoveis 397/13 Efeitos especiais Seco do principiante 403/18 Como funciona 0 osciloscépio. 410/26 Pisca-pisca com diodos LED Gerais 413/29 Jogos eletronicos de video 417/83 A eletronica por tras do «Walt Disney World» 421/37 Antologia do 741 425/41 Nao estanos livros! 426/42 A radioastronomia, essa misteriosa — 5.* parte 426/44 Novidades industriais Audio 431/47 O futuro do som gravado 497/53 Distorgao harménica nos alto-falantes Secao PYIPX 441/57 Antenas para radioamadores 447/63 Banda lateral Unica ou SSB Engenhai 485/71 O diodo lambda 460/76 Prancheta do projetista Suplemento BYTE 465/61 Os controles LSI nas aplicagdes domestics 472788 Curso de linguagens de programagao — 7.* ligao| Cursos 475/91 Curso de semicondutores — 6.* ligdo 481707 Algebra Booleana — 2.*ligao Todos 0 ai textos e ilusiragoes desta publicagao, assim como tradugoes & ‘sob pena das sangées estabelecidas em lei, Os artigos publicados sie de in teira responsabilidadg de seus autores. 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ASSINA TURAS: nao remetemos pelo reembolso, Sendo que os pedidos dexerdo ser « de superticie ou aereo, em nome da EDITELE — Editora Tecnica Eletrénica Ltda, Temos em estoque somenti terni 3 ultimas nove edi¢des (veja pagin Ouga agora suas fitas e estagdes de FM preferidas em estéreo, no interior de seu proprio automovel. ARAPLIRIAX Amplificador estéreo para auto + Alimentado diretamente pela bateria de seu carro © 15 watts IHF por canal * Resposta: de 40 Hz a mais de 20 kHz (—3 dB) * Sensibilidade: 2 volts RMS * Baixo consumo: 1,6 A, com alto-falante de 8 ohms * Configuragao em ponte (bridge) fornece maior poténcia com baixa tensdo de alimentacao © Sensibilidade estudada para evitar interferéncias por parte do motor do veiculo * Aceita mais de um alto-falante por canal, por meio de divisor de freqiiéncias © Utiliza os integrados amplificadores TBA 810, que possuem excelente resposta e protecdo térmica * Instalacao simples, em qualquer tipo de automével Continuando com a série de kits de acessérios para 0 auto- mével, a Nova Eletronica langa agora’o amplificador «bridge», em versao estereo, € com varios melhoramentos introduzidos, para tornar sua operacao ainda mais perfeita. O integrado ampli ficador TBA 810, componente principal desse amplificador, ja foi utilizado por nés em outros kits de sucesso, ou seja, na re: vista n.° 2, num amplificador mo- nofdnico simples, na n.° 4, num amplificador_monofénico, tipo abridge», e na revista n.° 14, num amplificador estéreo de 7 +7 W. uso do integrado, além disso, simplifica bastante o tragado do Circuito e facilita a montagem do mesmo, ja que substitui va- rios estagios transistorizados. Uma outra vantagem do TBA 810 € a protegao térmica incorpora- da ao seu circuito, que evita sua destruigdo por excesso de calor € permite que se utilize dissipa- NOVA ELETRONICA 387 PY | amancaor atiofelonte Inversor [oe tase WN /smeiiticador FIGURA1 dores menores em suas aletas radiadoras. Um pouco mais & frente, no texto, apresentaremos os resul tados de testes comparativos, efetuados em nosso laboratério, com 0 nosso amplificador e com outros dois circuitos comerci existentes no mercado nacional Principio de funcionamento ‘A configuragao e a operacao de um circuito em ponte foram fartamente explicadas na revista Nova Eletrénica n.° 4, Faremos, entretanto, um apanhado geral desse circuito, para maior infor- magao e para deixar bem claras todas as vantagens que o mes: mo oferece. Falaremos, também, das melhorias acrescentadas 20 amplificador, que o tornaram da mais confiavel. principio basico do ampli- ficador em ponte esta represen. tado na figura 1. Vé-se que tal processo consiste em se conec- tar dois amplificadores iguais ao alto-falante, alimentando esses amplificadores com 0 mesmo si- nal de entrada, mas com fase in- vertida. Isso faz com que a carga receba 0 dobro do valor da ten- sa de um circuito simples, e, assim, teriamos 0 quadruplo da poténcia normal no alto-falante. Entretanto, essa @ uma suposi- 90 tedrica, pois, na pratica, os amplificadores TBA jamais con- seguiram atingir tais valores, de- vido a limitagdes fisicas de’dis sipagao de calor. Com amplifica- dores comuns, tal exigéncia fa- ria com que ultrapassassem os limites seguros de dissipacao; em nosso caso, nao existe o pro- blema de destruicao pelo calor, mas, por outro lado, existe a pro- tegdo interna, que limita a potén- cia instantanea de saida, em condig6es de sobreaquecimen- to. Assim, a solugao é dobrar a impedancia da carga (de 4 para 8 ohms) € nos contentarmos com © dobro da poténcia sobre a mesma, apenas. No entanto, isso ainda representa uma gran: de vantagem, pois podemos usufruir do dobro de poténcia, com a mesma tensao de alimen- taco e com a impedancia do al- to-falante dobrada, o que possi- bilita 0 uso dos amplificadores «bridge», de poténcias elevadas, em automéveis, ligados direta mente a bateria. Em nosso kit, que 6 em ver so estéreo, bastou duplicar 0 circuito em ponte, criando o ca- nal direito e 0 canal esquerdo. Em outras palavras, foram utili- zados quatro integrados TBA 810 nesse amplificador, sendo dois em cada canal. Ocircuito pratico Na figura 2 aparece o circui to compieto de nosso amplifica- dor estéreo em ponte. As princi- pais modificag6es feitas no cir- cuito, em relagao ao da revista n° 4, foram: — Melhora na disposicao e quan- tidade dos capacitores de filtra gem da alimentacdo dos integra dos; — Inclusao de um divisor resis- tivo na entrada; — Inclusao da chave de comuta- 980 de entrada, tipo liga‘desliga; — Inclusao do conector de en- trada, para facilitar as ligacdes externas, Entretanto, o principal aper- feigoamento foi feito, nao pro- priamente sobre o circulto, mas sobre © circuito impresso do mesmo, o qual sofreu uma reela- boragdo, de modo a se eliminar um fio «jumpers, reduzindo as possibilidades de oscilagao, du- rante 0 funcionamento, No circuito da figura 2, apa rece somente um dos canais do amplificador; j4 que sao ambos iguais, 0 segundo canal foi re- presentado sob a forma de um bloco. Assim, tudo 0 que for dito a respeito do canal representa- do, vale também para o outro, «escondido © ampliticador em ponte é constituido pelos integrados CI1A e Cl2A e seus componen- tes periféricos. O circuito inver- sor de fase formado, principal- mente, pelo transistor Q1A, em cujo emissor e coletor vao liga- dos os integrados (como se sa- be, os sinais de coletor emis- sor de um transistor apresen- tam-se defasados de 180°, nessa configuracao). Mesmo utilizan: do-se um inversor de fase de um 86 transistor, pode-se garantir um bom rendimento, sem erros significativos de desvio de fase, com o aumento da frequéncia. Vejamos com mais detalhes, agora, as modificagées introdu- zidas e ja relacionadas: A melhora da_filtragem, quanto a alimentacao dos inte: grados, foi obtida gracas a inclu- sao de mais dois capacitores (C6A e CBA), ligados ao pino 1 de CI2A e instalados 0 mais proxi mo possivel do mesmo. Pode-se dizer 0 mesmo quanto a CI1A, cujos capacitores C5A, C7A e COA, precisam ficar t4o proxi- mos quanto possivel do pino 1 desse integrado. Alem disso, capacitor CSA deve ser do tipo poliester metalizado (schiko, por exemplo), para se evitar a forma- G40 de oscilacdes no circuito. SS TAA 388NOVA ELETRONICA 4 Canal D cu iN vista frontal ‘onector 2 pin ‘emea FIGURA 2 8c 208 ou ec 237 BRIDGE ‘Canal i sarothov Pe RIOA Rian ma 100 F/ 16 A inclusdo de um divisor re sistivo (R1A e R2A) na entrada do circuito permite que este sé ja excitado com sinais de nive elevado (da ordem de 2 voll RMS), além de torna-lo menos sensivel aos ruidos de entrad: tais como aqueles encontrados em tocatfitas e radios de aut moveis, Dessa forma, obtém-se ainda um maior controle sobre volume do amplificador, elimi- nando os problemas da’ rapida ‘saturagao, que sao encontrados em amplificadores mais sensi. veis. e ‘A chave de comutagao de en- trada serve como interruptor liga! e- desliga, mas além disso, permi- el te que 0 sinal «desvie» do ampli- its ficador, quando esta na posigéo «desliga», levando-o diretamen- fa, te aos alto-falantes; quando es- sa chave (S1, na figura 2) esta na 10-_posigao «ligada», por outro lado, 08 alto-falantes ficam ligados & ‘0 saida do amplificador e 0 sinal € obrigado a passar por ele . Nes- sa posicao, ela ainda conecta o Circuito a tensao de alimentacao e faz acender 0 LED piloto que indica essa condi¢ao. (O conector de entrada, com 9 pinos, permite que se facam todas as conexdes externas de uma s6 vez, aos alto-falantes,.ao toca-fitas ou radio e a alimenta- ao. Por fim, uma observacao: de- vido as limitagées de poténcia impostas ao circuito, ja descr tas, é importante que nao se uti- lize alto-falantes com impedan- cia inferior a 8 ohms. Caso se deseje instalar mais de um alto- falante por canal (graves © agu- dos, por exemplo), recomenda- 5 NOVA ELETRONICA369 a a NE RRC TABELA DE COMPARAGOES Parametros Ampliticador A Ampliticador B AMPLIMAX Ve(V) 13,8 13,8 13,8 Igmaxi(A) 44 16 16 RL (ohms) 8 8 8 kHz) 1 1 1 Vi(Vams) 0,72 2,05 2,08 Po (mencionada) 55 Was 50 Wing 30 Wine Po (medida) 13,2 Ways 18,5 Was 17 Was, 18,5 Wine 25,9 Wine 23,8 Wine f(H2) 600 140 40 fytkH2) 3 20 20 Observacées: alguma distor¢ao aceitavel sem distorgao apreciével Nota: As medig6es efetuadas baseiam-se nas normas internacionais de teste em aparelhos de éudio (DIN 45500 e IHF). Parametros da tabela: Vg — tenséo de alimentacaéo 1g — corrente maxima consumida pelo amplificador Ry — carga resistiva 1 — frequéncia na qual 6 efetuada a medi¢ao da maxima poténcia de saida Vj — tensao de excitagao aplicada para sé obter a maxima poténcia de saida (ou seja, sensibilidade do amplificador) Po (mencionada) — poténcia total (soma dos canais) que aparece na folha de especiticagées do am- plificador Po (medida) — poténcia total obtida na medigao de laboratério, com carga «resistiva» de 8 ohms Po = V2RMS (Ways por canal) RL f, —frequéncia interior de corte fry — frequéncia superior de corte @ que isso seja feito por inter- médio de um divisor de frequén- cias, que apresente sempre a impedancia de 8 ohms a saida do amplificador. Testes comparativos Com 0 objetivo de comparar 'o desempenho de nosso amplifi- ‘eador com 0 de alguns circuitos similares comerciais, efetua- mos, em nosso laboratério, algu- mas medigSes praticas, com as quais montamos uma tabela. O resultado foi a tabela |, onde se tem relacionados varios parame- ros importantes do comporta- mento de um amplificador, com 98 respectivos valores relativos a0 nosso kit e a mais dois circu tos, existentes no mercado. Seus nomes foram omitidos e, Por isso, passamos a chamé-los de amplificadores A e B. Abaixo da tabela, todos os parametros estao relacionados, cada qual com uma ligeira expli- cacao sobre o seu significado. ‘As medigées foram efétuadas Sob as seguintes condi¢des: — Sinal de teste senoidal, ajus- tavel em amplitude e frequéncia; — Medigées efetuadas com um multimetro eletrénico digital; — Acondigao de maxima poten- cia de saida foi obtida na tela do osciloscépio, no «clipping point», ou seja, no limiar do ceifamento, estando ambos os canais excita: dos; — As cargas utilizadas so resis- tivas, de 4 e 8 ohms, e foram re- frigeradas a agua durante todos os experimentos, para evitar va- riagéo desse valor, devido a dis- sipagao de calor. A poténcia de saida dos amplificadores foi cal- culada sobre tais cargas; — A alimentagao foi fornecida por duas ou trés fontes regula. veis, ligadas em paralelo, de for- ma a garantir que a tensdo e a corrente entregues aos circuitos fossem as requeridas, mesmo nas piores condigées de funcio- namento; — As freqiéncias de corte fo- ram obtidas a partir da queda de 3 dB, em relagao ao nivel de sai- da medido a 1 kHz, ou a partirdo ponto em que a distorcdo torna- va-se excessiva, devido a total irrealidade das leituras forneci: das pelo multimetro, nessas condigoes. A distorcao presente nao foi especificada, sendo con- siderada «distorgao» qualquer interferéncia que tornasse a au- digdo desagradavel. J& que nenhum dos dois am- Plificadores comerciais testa- dos (A e B) fornecia, em seu ma- nual de especificagées, dados sobre a resposta em freqdéncia, decidimos levantar as curvas nés mesmos, juntamente com a reece nae EC RN ea 390 NOVA ELETRONICA rateines, vette Aimax FIGURA 3 do nosso amplificador, de forma a estabelecer uma comparacao, complementando a tabela |. Es sas curvas aparecem na figura 3. © mesmo se verificou quan- to ao valor da carga utilizada pa- ra as poténcias fornecidas nas especificagdes; estas s6 traziam © valor da poténcia de saida. Desse modo, todos os dados que constam’ na tabela | foram obtidos por nds, em experimen- tos de laboratério. Feitos os experimentos, veri- ficou-se que (vejaa tabela |): — Para o amplificador A, em contraste aos 55 W RMS men- cionados nas _especificagées, encontramos 13,2 W RMS ou 18,5 W IHF, para uma carga de 8 ohms, e 26,4 W RMS ou 37 W IHF, para uma carga de 4 ohms, com uma resposta em freqdén- cia relativamente pobre, devido ao corte por distorcao. — No caso do amplificador B, constatamos que o valor de po- téncia coincidia com a realida de, pois dos 50 W IHF menciona- dos nas especificacées, obtive- mos 18,5 W RMS ou 25,9 W IHF, para uma carga de 8 ohms, ¢ 37 W RMS ou 51,8 W IHF, para uma carga de 4 ohms, com uma res- posta em freqdéncia bastante boa (se bem que apresente uma frequéncia inferior de corte em 140 Hz) e um nivel de distorgao aceitavel. Verifica-se, assim, as vanta- gens do nosso amplificador «brid- la = AMP 8 ge» estereo, em relacao aos dois amplificadores comerciais tes: tados. Seu consumo de corrente 6 razoavel, sendo igual ao do amplificador B e um pouco su- perior ao do amplificador A. Sua sensibilidade de entrada situa se na mesma faixa do circuito B; ja explicamos, anteriormente, as vantagens de se ter uma sensibi- lidade relativamente elevada (deve-se entender sensibilidade como sendo 0 valor de tenséo do sinal de entrada para que o amplificador forneca, em nosso caso, os 30 W de saida), O fato de nossa poténcia IHF medida ser um pouco inferior & mencionada (23,8 contra 30 W IHF) esta explicado no quadro. Basicamente, trata-se de um pequeno erro’ de medida, intro- duzido pelo instrumento. A po: téncia RMS encontra-se na mes- ma faixa dos outros dois amplifi- cadores (17 W, para 13,2e 18,5), com a vantagem adicional, po- rém, de uma melhor resposta nos graves, 0 que cria uma sen- sagao de maior poténcia e me- nora consideravelmente a quali- dade geral do som. A distorgéo observada ao longo da faixa de frequéncias de trabalho (40 Hz a mais de 20 kHz) é praticamente E facil demonstrar o porqué da diferenga ents a poténcia mencionada ¢ a calculada, no amplificador estéreo em ponte. As- sim, temos: P= VORMS x 1,225 x 1,4 (watts IHF verdadeiros, por canal) AL VoRMS=\ /Po[medida]xRj, (volts RMS) 2 onde 1,225 6 um fator de corre¢éo, para podermos transformar a poténcla RMS medida em poténcia RMS verdadeira, jé que os instrumentos de medida comuns fazem uma aproximagao da se- néide, para entregar a leitura em valor RMS; e 1,4 6 a converséo de poténcia RMS para IHF, conforme haviamos visto. Dessa for ma, substituindo os valores nas formulas, vamos obter: Vo RMS=\ [17x28 8,25 VRMS 2 Po=(8,25)2 x 1,225 x 1,4= 14,6 WIHF verdadeiros, por canal. Portanto, Po total = 14,6 x 2= 29,2 WIHF verdadeiros. 7 NOVA ELETRONICA391 oth cape = = lr a is MULLEN oma 1 io A = Ze CBs = Te Ze 5 & & ¥, ona Ta eA xa fe cfs cam < e =z ok LA fe —— * . Che eee = nae ay r 7 ° 2 re FIGURA 4 desprezivel_@ imperceptivel. E importante lembrar que mesmo os melhores toca-fitas do merca- do nao ultrapassam os 10 kHz de resposta e que os sintonizado- tes FM nao podem passar dos 15 kHz. A partir dos dados obtidos, conclui-se que o amplificador estéreo em ponte da Nova Ele- trénica é superior a média dos amplificadores comerciais exis- tentes, de fabricagao nacional. 0 que significa, em outras pala. vras, que ele esta perfeitamente habilitado a transformar seu automével numa verdadeira sala de som. Montagem do amplificador ‘A montagem do amplificador 392 NOVA ELETRONICA estéreo em ponte @ uma tarefa bastante simples, tendo sido fa- cilitada ainda mais pela utiliza. Gao de amplificadores integra- dos (os TBA 810) e pela inclusao de todos os componentes em uma sé placa de circuito impres- 80. Essa placa pode ser vista na figura 4, representada pela face dos componentes ¢ com a face cobreada em transparéncia, Antes de iniciar a montagem, retina seu equipamento e faca uma vistoria no mesmo, certifi- cando-se de que esta completo @ em boas condigdes. Assim, seu soldador nao deve exibir mais que 30 W de poténcia e de- ve estar com a ponteira bem lim- pa e estanhada; seria bom, ain- da, contar com um alicate de bi- co, com outro, de corte e, tam- bém, com uma chave de fenda. Uma outra observagao: note que os canais do amplificador tem os componentes de mesmo valor no mesmo local do circui- to; sendo assim, 0s componen- tes receberam a mesma numera- Gao nos dois canais, sendo dife- renciados apenas pela letra «A» ou «B», colocada apés anumera- Gao normal (assim, no caso de R1, por exemplo, RIA seria de um Canal € R1B, do outro, com local e valor equivalentes). Comece a montagem soldan- do todos os resistores em seus lugares, exceto R12A, R13A, R12B e R138, que seréo monta dos 86 apos a instalag&o dos cir- 8 ecsie 10008, —)— 8¢237/298/230 ) normaimente, mas evitando ex- cesso de calor e soldagens pro- longadas. Solde agora os resis- tores que haviam sido deixados de lado. A seguir, pode soldar todos 08 capacitores do circuito, aten- tando para a posicao correta dos eletroliticos. E esta assim termi- nada a primeira fase da monta- gem, relativa & fixagao dos com- Ponentes na placa. Na segunda fase, trataremos da interligagao da placa com os varios componentes externos, te. Observagao: Vocé deve ter notado que todos os fios, nos desenhos, possuem um numero ‘em sua extremidade; isso repre- senta um cédigo de ligagdo, ou seja, indica os pontos onde de- vem’ ser conectados os varios condutores. Por exemplo: 0 po: to 16 da chave comutadora (i 9) deve ser conectado ao ponto 16 do conector fémea de 9 pinos (fig. 10) E a vez de portatusiveis, agora; ligue-o ao restante da FIGURA 6 cuitos integrados. Solde agora os diodos e tran- sistores, observando sua posi- 80 correta, de acordo com a fi- guras. E agora, os integrados. An- tes de serem montados na placa, @ preciso instalar os dissipado- res em suas aletas radiadoras. As instrugdes para essa etapa aparecem na figura 6. Recomen- da-se utilizar pasta termica entre as aletas € 08 dissipadores, para melhorar a condugao de calor. Em seguida, monta-se os inte- grados na placa de circuito im- presso, conforme indicacao da figura 7, e na posigao correta, in- dicada pela placa de circuito im- presso (ou figura 3). Feito isto, basta soldar o integrado a placa, ino tt Cortado ou seja, a chave comutadora S1, © conector de 9 pinos, macho e fémea, o porta-fusiveis e 0 LED piloto. Primeiramente, solde os fios de interligagao a placa (figura 8), em comprimentos calculados de acordo com as distancias in- ternas da caixa do amplificador. Solde, em seguida, toda a fiagao da chave comutadora (S1), de acordo com a figura 9. Nessa fi- gura aparecem duas chaves.por- que seu kit podera vir com um dos dois tipos; compare a chave do seu kit com os desenhos da figura 9 e faga as conexées ade- quadas. Amesma coisa deve ser feita com 0 conector fémea de 9 pi- nos, visto na figura 10; 0 conec- tor macho sera visto mais adian- arueias animatronic maquina, fabricada peli rodata programa que armaze NOVA ELETRONICA 419 OS INSTRUMENTOS ANALOGICOS CONTINUAM A SER UTILIZADOS POR QUEM RECONHECE SUAS VANTAGENS. a JS ELEC TRODESION Ye ica0 aulinta 104 me DESENIOS - ‘OTOLITOS ; TOS CIRCUI IMPRESSOS SA0 PauLo Traga seu PROJETO, SUA IDEIA € nés con- verteremos tudo isso numa realidade. Desenvolveremos para vocé 0s DESENHOS necessarios para cada projeto ou idéia, es- tudaremos para vocé a melhor forma'e a mais econémica, ao realizar seu projeto. Faremos os FOTOLITOS correspondentes e até _providenciaremos seu CIRCUITO IM- PRESSO. O tempo de entrega??... Muito menor do que vocé imagina, Venha nos visitar. AGORA VOCE CONTA CONOSCO. © nome amplificador opera cional originou-se do campo dos computadores analogicos. Deri- va da possibilidade de se conse- guir implementar a partir dele, diversas operagdes analogicas, manipulando convenientemente suas caracteristicas de funcio- namento através de elementos de realimentacdo. Pela variagao desses elementos de realimen- taco (resistores, capacitores, etc), diferentes operagdes mate. maticas podem ser obtidas; de certo modo, as caracteristicas gerais do circuito so determi- nadas apenas por essa realimen- tagao. Assim, 0 mesmo amplifi- cador, pelo arranjo de suas co- nexées externas de entrada/sai- da, esté apto a desempenhar uma ampla variedade de fun- goes. Nos ultimos anos tém apare- cido amplificadores operacionais ‘com maior grau de sofisticacao e dispde-se de tipos especializa- dos que sao otimizados para as- pectos determinados do desem- penho. Estes sao os dispositi- vos chamados de amplificado: res operacionais Unicos, que for mam realmente uma classe pro: pria, mas que podem ser enqua- drados ainda dentro do conceito geral do amplificador operacio- nal padrao. Por outro lado, ha os amplifi- cadores operacionais de propé- sito ou finalidade geral (general purpose operational amplifier), definidos por suas caracteristi- cas gerais de opera¢ao: alimen- tagéo de +5,0 volts a +20 volts, sem uma significativa distor¢ao nto desempenho; ganho unitario 37 Antologia do 741 A popularizacao do uso dos amplificadores operacionais em aplicacées das mais diversas dentro da eletrénica, se concretizou efetivamente nos dltimos anos. O barateamento, que se seguiu a sua producao em massa na forma de circuitos integrados, tornou possivel utilizé-los livremente em todo tipo de instrumentacao eletrénica. Poderiamos até imaginé-los como sendo uma espécie de «supertransistores», embora eles simplifiquem consideravelmente 0 -projeto e construgao de circuitos, comparados ao uso de componentes discretos e transistores ‘comuns. Além disso, os amplificadores operacionais facilitaram aos nao especialistas em eletrénica, a construcdo de circuitos de instrumentacao necessdrios a seus campos especificos de trabalho. A matéria que iniciamos, objetiva montar um quadro das _caracterfsticas gerais do amplificador operacional mais conhecido e utilizado até o momento: 0741. De amplificadores a geradores de sinais, com o mesmo CI. na freqéncia de 1 MHz; e ainda podem ser ou nao internamente compensados em frequéncia Nessa classe de amp op, os ti- pos mais populares séo os das familias 101, 741 @ uma mais an- tiga: 709. Asstamilian 741 Compée-se a familia 741 nao apenas do dispositivo basico 741, mas também de versdes multiplas deste, tais como 0 747 € 0 1858. Também inclui 0 748, sendo que este embora manten’ do 0 projeto basico do 741, tem caracteristicas de tensao alter: nada de um tipo 101. O circuito do 741 possui uma protecao interna contra possi- veis danos causados por cone- xGes erradas. Contém ainda uma compensagao interna de frequén cia que, embora restrita pela slew rate (taxa de variagao da tensao de saida em fungao do tempo) do circuito, simplifica circuitos experimentais e torna 98 circuitos de malha fechada menos propensos a instabilida- des. 741 pode ser encontrado tanto em encapsulamento plas- tico quanto em metalico, sendo oferecido por um grande nume- ro de fornecedores. Todavia, encontramos dife- rengas entre os diversos dispo- sitivos fabricados, em particular nas especificacdes relativas a ruido, offset, drift edesempenho em tensdo alternada. Com rela- 0 a0 ruido, diferencas sao en: Contradas especialmente na NOVA ELETRONICA421 quantidade do chamado popcom noise (ruido pipoca) decorrente de variagSes intermitentes da corrente de polarizacdo, que tem lugar a intervalos irregulares em alguns amplificadores. Por essa razo, talvez seja um erro esco- Iher simplesmente o mais barato 741 para aplicagdes em que ele estar em um ponto critico qual- quer. Nesse caso, provavelmen- te a melhor solugao seria a de Pagar um pouco mais por um dispositivo com especificacdes. mais seguras. Descrigao geral © Circuito integrado 741 6 um amplificador operacional para uso geral, de alto ganho de modo comum e larga faixa de operagao, destinado a uma am- pla gama de aplicages anal6gi- cas. E ideal para 0 uso como se- guidor de tensao e possibilita um desempenho superior em in- tegradores, somadores, diferen- ciadores @ outras aplicagoes com realimentagao. © ampliticador oferece algu- mas caracteristicas que o fazem quase @ prova de descuidos: & 422 NOVA ELETRONICA, Diagrama de conexses {isto de cima Encapsuiamento metélico de 8 pinos PHP de 34 pinos (slow cima) (st de cima) 38 & ALFAT 5)" Q [Seatecrao] RONIC CONECTORES COAXIAIS MINIATURA, SUBMINIATURA E MICROMINIATURA PARA UHF e S.H.F. ‘SMA — SMB — SMC — BNC — CONHEX — NANOHEX — KWICK — KONNECT DE ACORDO COM A MIL — C — 39012 ALFATRONIC-IMPEXP.REPRLTDA — Av. Reboucas, 1498 — Sao Paulo — CEP 05402 TEL. PBX 282-0915 — 280-3520 — 280-3526 — Telex (011) 24317 024 6 8734161070 encode alimentagbo* V IGURAS Ganho de tenstioem malha ‘ot et | nal er fo 4 fe P00 WOK TOM. Sethe He 20 protegido contra sobrecargas na entrada e saida; no permanece na saturagao positiva ou negati- va apés ter sido ultrapassada sua maxima tensao de entrada diferencial (esta caracteristica vem identificada nos manuais como no latch up); ndo esta su jeito a oscilacées. Suas principais vantagens podem ser resumidas em: * nao requer compensagao de frequéncia * protecao contra curto-circuito * possibilidade de anular a tensao offset * largas faixas de tenséo diferencial e de modo comum * baixo consumo de poténcia. © circuito equivalente do amplificador operacional 741 es- ta desenhado na figura 1. Pode- mos encontré-lo em quatro tipos de encapsulamento, representa- dos com os diagramas de cone- x6es da figura 2 Valores maximos absolutos Tensao de alimentagao £22, (741, 741A, 7416) 418V (7410) Tensdo de entrada diferencial +30 Tensao de entrada H15V Faixas da temperatura de operacao: comercial ..... 0°C a 70°C (741C, 7416) +56°C a + 125°C (741, 741) Faixas da temperatura de armazenamento... —65°C a + 150°C ou —55°C a + 125°C (de acordo com o tipo de encap- sulamento).. Na figura 3, mostramos a curva caracteristica do ganho de tensao em malha aberta em fun- gao da tensao de alimentacao, dos amplificadores operacio nais comerciais: 741C © 741E Segue-se a figura 4, mostrando o ganho de tensao em malha aber- taX frequéncia militar Aplicagées tipicas: Alguns circuitos com aplica- 6es tipicas do 741 sao apresen- tados nos quadros que se se guem. NOVA ELETRONICA 423 Integrador Simples cr +15 Ganho de Tensio= 10 Drift datensso offset de entiada= 0.6 n/t Dritt da corrente offset ce entrada =2.0 pa/t ‘Seguidor de tensio de "Amplificador nioinversor ene _ Rane BERD [aawio [m1] r Re wo] tka] ona | soKie | ooma woo} won| oka | “Sons | 22min vwoe | seon | caonn | “Skis | “soma ‘ganho unitér, 7 2 | se te J Re- 400Mn ce= 1pF Rein aM “Ampliicador inversor R2 Ene RY sada RIR2 RHRZ feawno [mi [me 7 Fe +] wxe | woxa] vane | ona wo] Ske | tora | oor | “Ska. woo] tn | soon | “owe | ko 100 | wee | Yoon | "ikie | won. 424 NOVAELETRONICA ‘Amplificador ceilador onde Vz vel H #2, P9=SN7400 2008, Ponta de prova logica para TTL — Trata'se.de um monitor de ten- sto, que indica se sua tensdo de entrada esta acima ou abalxo de 1,4V, apresentando um #H» ou um «Ls no «displays, respect Uma das mais simples pontas de prova logicas para cirouitos integrados pode ser construida a par- tir de um Unico integrado TTL e um «display» de LEDs com 7 segmentos. Esse «display» apresenta um «H» (de high), quando a ponta de prova estiver tocando um pino no estado légico «1» ou salto» e também quando estiver «no ar», ou seja, sem tocar em nada. Quando a ponta estiver tocando um pino No estado logico «O» ou «balxo», o «display» mostra- raa letra «L» (de low). Como se vé na figura, as portas P1 e P2, junta- mente com os resistores R1 e R2, formam um sim- ples monitor de tensao, com um ponto de referén- cia de 1,4 V. A porta P3 funciona como inversor. A segao do «display» da ponta de prova é com- posta por um «display» de sete segmentos e anodo comum, além dos resistores limitadores de corren- te: RG, Ra © RS. Nos niveis TTL de operacao, esses resistores restringem a corrente a 10 mA por seg- 7 vamente. No caso de um estado de alta impedancla ou com a Ponta de prova em aberto, 0 «display» exibe um «Hs, Com uma ‘entrada de «clock», exibe uma sobreposigao de «He e«L» mento. Os segmentos e e f, aterrados através de R5, estao sempre acesos. Quando a tensao na entrada da ponta de prova for inferior ao ponto de 1,4 V, a saida de P1 sera «baixa», causando 0 acendimento do segmento d; desse modo, temos acesos os segmentos d, e¢ f, 0 que forma um «L» no «display». Quando o nivel de entrada ultrapassar 1,4 V, éa saida de P3 que se torna «baixa», acendendo os segmentos b, ¢ eg, que, juntamente com e e f, for- mam a letra «H» no «display». Caso seja aplicado um sinal de «clock» ponta de prova, no «display» aparecera uma superposicdo de «H» ¢ «L», ou seja, wb Todo 0 conjunto da ponta de prova pode ser acomodado em uma pequena caixa plastica, sendo que sua alimentagao @ retirada do circuito sob teste. NOVA ELETRONICA451 ter) | nutter AplicasBet Thicas ot — | 2, | ae. | 22 | — oor, | eter av, dscriminador Fe TW 300+ | 300 + | 200 | = [Bota | Stbsrutdo por Fao - | 300: | 400 + | 3000 | = Submitatdo por BY 208 ia | tom | “35” | so | Suosttutdo por BASS tej] | | 4 $Substitutdo por BASIT 12] > | 7 | to} 4, ‘Rubsticuldo por BASIS 1” | 100 | 100 | 300 | 1207 Subsituldo por BAV'S oa | ‘to= | 20 | aco | # Estoblzador de balxatonsso os | 20 | 20 | 00 | 4 Uso geal om Suc, radio e TV ose] 80 | 75 | ts | 4 Uso gerel om Sudo, rédio @ TV oar} = | ico | 280 | - Extabitzador de bia tonsso os] “s= | io | 395 | — Extablizader de baa tens O82)-910° [100 | 235 | 4 Uso geal om Sudo, vidio & TV os2} 30 | 10 | 25 | 4 Uso eral em auc, rsa e TV O82) > | 10 | 2s} 4, Uso geal em audi. radio @ TV 078} 60 | 300 =| 600 | 63) Comutardo.om ate veloc 6 uo goal "| 50 | 20° | 923, | so") ‘Comutardo om alte vlockode © uso goa! = | 100 | 250 | 823 | 502) {Gomatacao em alta voloccade © uso gerl = | iso | 30 | 625 | 03) Comatacdo em alta veloccade oso geral = | 200 | 250 | 28 | 502) omtagdo em alte vlocidode © uso Seal Spe to| 400. | 800 | 2002) ‘Roslanche contolaca par telfania = | 9 | 40 | 800 | 3003) ‘Avalanche contoloca pra telefonia oe | 3 | 100 | 25 | 4%) Comutacdo em ate velocdade o uso geral cre} 80 | 400 | 00 | 507) Stomituido por SAKI2A =| 80 | 400 | 00 | 50°) Bualanehe controlacs para telefonia 1 so | (7 | iso | 3, Subatiutdo por BANG? a7) 20 | 500 | 2000 | 502) Siosthutde por SAXIBA 0741 180 | 380 | *500 | 002) Substitutee por 8420 933) 180° | 200 | 300 | 4202) Subetitlse por BAV20 063] 200 | 200 © | 300 | 1207) Substitutdo por BAV21 075] “73 | s00 | z000 | Substitutgo por BAXIGA 78 | 800 | 2000 | = Frit. balxa too eslimin, de batria = =| 120 $) | 800 = | — Substitulde por BY 164 = = | 8005) | 500 = | = | = ‘Substitute por BY 179 z = | 480 - |sd00 = fsop-18 | Retfcador para TV uso geal E = | 00 ; i000 = |ioo00 | = |805:18 | Reriticasor para TV e uo geal = Se fetzoegy|iaoo : /=" | = |80028 | Ponte retficadora de onda completa = = | B00 §) |icoo > | = | = [80028 | Ponteretieaora de onde complete S =} 1500.2) 1% = | doo | = [800-340 | Ata tenao- ve = = |ats00 + | 25+ | 200 | = Substituldo por 8Y409 = =~] 300 | 400" | 3000 | 300 [00-14 | erie alt requencis em TV 2 =], 300 + | 400, = | 3000 | 300 [boa | Rei de atta requineia em TV = = Jarg0o > | “2s | %G00 | °2 — [SSo3er | Frincadores retitepto de foe0 TVC = = | 16000 + = | 00 [500-36 | | Muttistcadorers MAT am TV 68 = = | "300 + yp] 3000 |= |bo14" | euicador para bata corrante - = | 300: + | 8000 | 60 TW fonts comutaes = 2 %, |tz00 + | 8000 | 350 TV 8 fonts omutodes = = faders |'250 + | °2s0 | Zener 400 3 60°C lores sri E24). 18 =| 2 3 4% | — [007 | Deewraevideo.om TV 18, =} a | so | 160 B07 | CAF horizontal em TY - uso goat ons =] we] |= [500-27 | Estoblizader do buixa tonsa To | 30 | too | = [6077 | Geretor Att uso geral 309°" |-400°*»|-2900 fro [Bota | Retteador do sta fraquénei om TV 73 |°75 | 225 |! 4 [80027 | Gomutarso em alta velocidad wo - 78 | 73 | 228 | 4 —|80027 | Comutacdo om alta vlocidedee uso gral 1 TS | 78 | 28 | 4 [80027 | Comutorto em alta velocisece «uso geal = 78 | 75 | 225 | 4 [80027 | Comutarso.em ate velocdade e uso gorl 78 | 73 | 225 | 4 —|80027 | comitarao em ata velocidade «uso gerl 1 - | 38 | 38 | 228 | 4, |85037 | Cominacao em alta velocdade e uso geral 074 2 | 300 | 600 | 8°) [80027 | Comutarto em alte velocsdode «uno sora! i % | Zo 2 [800.27 | comuacao om ata volociade o uso gor 2% | 200 2 [89027 | Gomutordo em alte velocade uo geal 78 | 300 4 ]80037 | Comutorso om alte voloctado uo gral 36 | 200 4 [800.27 _| Comutordo om als velocaade uo gr * germanio 1) Tompo de recuperagdo reversa quando comutado de If ~ 10 mA para Ip ~ 60 mA, R= 10082 Madido a ig = 1 mA 2) Tempo de recuperseio reversa quando comutado de If = 30 mA para Iq." 30 mA, R_~ 10082 Modido 9 Iq = 3 mA. '3) Tempo de recuperaco reversa quando comutado de If = 400 mA para I= 400 mA, Ry, = 10002. Medido a Ip = 40.mA 44) Tempo de recuperacéo reverse quando comutado de If = 10 mA para Ip = 10 mA, Ry = 10082. Medio. I = 1 mA 5) Valor de pico repottivo da tensio de entrada em volts 6) Tensio Zener om volt 7) ate = 50ma 8) alg =30ma 9) alg = 100 ma IBRAPE DIODOS PARA SINTONIZADORES TV-FM. A — Diodos de capacttdncia variévet val ca, va vilv2 | w lca | invo- TO | wi | tr) ®t) | RelesdoCae wv) (vy 42) _* (Fy _| Lucro. detente: waio2 | 20 20-45 4) >14 ano 3 20-45| 007 | “Varacior" plOAF om FMe TV ssiosa | 28 | 23-28 25 | Sa 3/25 08 9 | 00:23 | “Varactor” de sintonia p/TV(UHF) saioss | 28 | 20-23 25 | Sas 3725 08 9 | $00.23 | *Varector” de sintonia p/TV(UHF) seiosc | 28| 18-28 25 | Sa 3128 129 | $0023 | “Varactor” de sintonia p/TV (VHF) sais | 28| 4-56 25 | Sas 3/25 08 — 28 | $00.23 | *Varactor” de sintonia p/TV(VHF) sszoas | 30 | 37-42 3 265 © 3/30, 04 38 | soT-s4 ‘dupio de sintonie pIFM eazoas | 30 | 4-293 265 3/30 oa _38_| sor-sa ) pre [5] FICCI Seance “> g oro el] | |s | Lt Leta L2 | ‘DECOOIFICAOOR srshshe | be saeco 8) 3-2 IE) Ne Wh 4) fa] fey [Aye | 3] 2 | CONTROLE DE ELEMENTO est e Sentnovs be FS) AoubetDon i || |e é forte on aneune [] LE} Tg) ie & con Jl eStdnein co. =) macnernon tanernw Tner CONTROTE FE) MOTOR 90 VENTiLADOR| suxiias ==) wz 00 ronno MICROCOMPUTADOR_TMS 1H7NL [ be. ——- LAMpaoa PILoTO, :: ch avarue | seaisino s|4 APLAR. Alinta One WO eater pe | v Auienticao a a ‘el feh| | [CONTROTE sohohioa: i} -- : i eile oa sons J Tere aTuRA \_.[reaistnov] [aeaisraox]| [5] [2 | Bsn, *PE8cONG ict | aan oge0 ree ,cicio sexocn’ sTEMP«GiELS ——] LOM VELOC. wcretna PAINEL DE INDICAL wad Cot [FIGURA 6 30 00 so OE Processador para micro-ondas — O microprocessador TMS 1117, da Texas, pode ser empregado em fornos de micro-ondas @ [possui memoria suficiente para incluir sequéncias de teste na ROM de 2k por 8. Apesar de programado para utlizagao am for nos de micro-ondas, pode ser adaptado a outras aplicagées, do em consertos a domicilio. E possivel, entretanto, programar rotinas de di- agnéstico no proprio aparelho, de forma a auxiliar 08 reparos feitos no local da instalacao. Tal empre- go dos LSI ja comegou a surgir no campo do aque- cimento e ar condicionado central, onde os conser- tos s8o dispendiosos. A firma Heil-Quaker desen- volveu um sistema inusitado de diagnéstico para um equipamento central de ar condicionado da Sears. Utilizando um sistema hibrido, a Heil-Quaker construiu um monitor com 0 objetivo de proteger 0 compressor dos defeitos mais comuns a que estao sujeitos os condicionadores de ar: queda de ten- 840, defeitos nos ventiladores, congelamento do evaporador e perda de pressao. O indicador, monta- do préximo ao termostato (figura 5), possui trés LEDs, que acendem sozinhos ou em combinagées, para alertar o usuario dos varios problemas possi- veis, que, para soluciona-los, tem apenas que con- sultar a segao de defeitos do manual do proprietario. Assim, se, por exemplo, 0 LED A acender, 0 usu- ario nao deve se preocupar, pois o problema é uma a7 interrupgao de forga ou queda de tensao, casos em que © sistema agira por conta propria. Por outro lado, 0 acendimento de qualquer um dos outros LEDs, ou de qualquer combinagao dos mesmos, in: dica necessidade de intervencao externa; normal- mente, trata-se de algum problema que 0 usuario pode resolver, sem a ajuda de um reparador. E 0 ca- 80, por exemplo, do acendimento simultaneo dos LEDs A e B, que indica uma queda de temperatura no evaporador, sinal de que 0 refrigerante liquido esta retornando ao compressor, ao invés de evapo- rar completamente (0 compressor pode chegar a congelar, a nao ser que o fluxo de ar pelo evapora- dor Seja ativado). Geralmente, o que ateta 0 fluxo é um filtro sujo ou defeito na ventoinha de entrada, detalhes que com 0 auxilio do manual, podem ser sanados pelo proprietario do sistema. As trés luzes acesas indicam serpentina impedida ou defeito na ventoinha de saida, enquanto 0s LEDs Ae C acesos juntos alertam que o sistema esta tomando mais de 7 minutos para fazer a temperatura cair abaixo de 27°C (80°F), 0 que significa um problema sério; nes- Se caso, o sistema é desligado pelo controle. — Copyright Electronics international NOVA ELETRONICAS71 72 LIGA GERALDO COEN Historia do ALGOL © ALGOL foi a primeira lin- guagem a ser desenvolvida por Um comité de carater internacio. nal, formado por representantes de companhias privadas, entida- des de pesquisa e érgaos gover- namentais. A idéia, que surgiu em 1955, era a de definir uma lin. guagem que fosse um padrao in- ternacional para intercémbio de programas. A linguagem rece- beu, inicialmente, o nome de IAL (International Algebraic Lan- guage), que depois foi mudado para ALGOL §8 (Algorithm Lan- guage). Os objetivos fixados pe- lo comité eram os seguintes 1. Anova linguagem deveria ser legivel e préxima da notagao matematica; 2. Deveria servir para publicar processos computacionais; 3. Deveria ser traduzivel meca- nicamente em programas de maquina Da discussao que se seguiu 4 publicagao dos relatérios téc- nicos desse comité, acabou nas: cendo 0 ALGOL 60, que conti- nha varias revisoes e alteracdes. Nesse ponto, ocorreu_um fato importante: a publicagéo de um artigo de J. Backus, 0 «pain do 472 NOVA ELETRONICA CURSO DE LINGUAGENS DE PROGRAMACAO ALOR Hoje estudaremos 0 AL- GOL, uma linguagem dupla- mente importante: em primei- ro lugar, pelo seu uso; em se- gundo lugar, mais do que o proprio uso, 0 ALGOL foi (e ainda é) importante, pelas contribuigées que trouxe ao desenvolvimento das lingua- gens de programagao, das téc- nicas de traducao e compila- ¢ao e da metodologia de defi nicdo de linguagens. FORTRAN, fornecendo uma me todologia rigorosa de defini¢ao da linguagem. O ALGOL foi im plantado em muitos computado- res, tendo uma maior utilizacdo na Europa do que nos Estados Unidos, onde o FORTRAN conti: nua sendo a linguagem preferi da para calculos numéricos. Caracteristicas funcionais do ALGOL © ALGOL é uma linguagem de uso geral, mas com énfase em aplicagdes numéricas. E consistente e bem definida, Na figura 1, vemos um exemplo de programa em ALGOL. Sendo equivalente aquele que foi publi cado no artigo sobre FORTRAN (NE n.°_15), esse programa cal: cula \/3K+ sen Ky se K for um némero primo, e \VIKF CSR, em caso contrario, para cada K imparde A até B No exemplo, fica evidencia daa clareza da linguagem. Alem de servir a descricéo de progra: mas, 0 ALGOL tem sido usado no ensino da programagao. O fa- to da linguagem ser clara e bem definida ajuda a transmitir os conceitos de programacao cor- reta, modular (dividir 0 problema em partes) e estruturada (organi: zar 0 programa em fungao do problema). © ALGOL tem uma grande quantidade de compiladores im- plantados. Existem, também, va- ios «dialetos» do mesmo, assim como linguagens derivadas (NELIAG, JOVIAL, MAD, etc.). O ALGOL se destaca sobretudo | er nn 88 Exemplo ure problem (ey bh integer o, b. x 0/2) + | step 2 until b do proc value 0, b if prime (k) then sq:1(3 % k + silk) fe sqrt X ke + coslkl if prime (k) then pullistk, ©, prime’) false pulse, , ‘noaprime’) end ond FIGURA 1 ete +t ‘Simbolos ALGOL 4 av cy pia a U goto own switch it Boolean string then integer label else real value begin comment array procedure ricuraz end lo pela sua definigao técnica. Fol a primeira linguagem a ter sua sin- taxe definida de maneira formal, oque permitiu 0 desenvolvimen- Caracteristicas tecnicas to de técnicas de compilacéo e DO ALGOL de toda uma linha de pesquisa O ALGOL inclui, em seu con {format parameter ::— Cidentifiery Exemplo de definic¢ao do ::- (formal parameter ALGOL. | formal parameter party identifier list | ( specifier) ‘:= string | | array | type) array | label | switch | procedure | procedure specification part» ::= Cempty> | specifier) specifier | ::= procedure “procedure heading procedure body) | procedure “procedure heading) procedure body}> ion part POA) Exemplo de uso da definicao procedure Spur (c) Order: (n) Result: (2); value n; Fn; real s; body of procedure say 0; procedure Step (0); r Step := if 0Su Aus! then | else 0 FIGURA 38 8 oo junto de simbolos basicos, alem das letras, dos 10 algarismos e dos valores légicos («TRUE e «FALSE»), os simbolos da figura 2, Observe que a passagem des: ses simbolos para sua represen- tacao em computador nao é uma tarefa simples, 0 que constitui um dos obstaculos a difusao do ALGOL. © ALGOL permite ainda a identificagao de varidveis sim ples ou indexadas, com nomes que podem ter qualquer quanti dade de caracteres. Os operado Fes permitidos sao 0s aritméti- 008, 08 ldgicos @ de relacdo. As instrugdes ALGOL sao separa- das por ponto e virgula. O pro- grama ALGOL é uma seqdéncia continua de caracteres, nao sen- do dividido em linhas, como acontece com o FORTRAN Todas as variéveis_usadas com um programa ALGOL de- vem ser «declaradas» no inicio. A declaragao determina a exis- téncia @ 0 tipo da variével. AS instrugdes em ALGOL vao desde ‘a instrugao simples de atribuigao de valor a instrugéo composta, a qual é constituida por um grupo de instrugdes deli- mitadas por «begin» e «end», sendo considerada como uma instrugao unica. Alem da instru- 80 composta, existe o bloco, Constituido por uma série de de- claragées, seguida por uma sé rie de instrugdes, também deli- mitadas por ebegin» e «end» Dentro de um bloco pode: mos encontrar outro bloco, € as- sim por diante. A possibilidade de se ter um bloco dentro de ou- tro & um exemplo de «recursivi- dade», conceit introduzido e muito utilizado em ALGOL. As- sim, 0 ALGOL é uma das poucas linguagens que permite a cha- mada de fungées recursivas, is- to 6, fungdes que chamam a si proprias. As variaveis em ALGOL po- dem ser numéricas (tipos inteiro ou real), logicas e em cadeias de caracteres. Existem, alem disso, invers6es entre numeros intei- ros e numeros reais. As expres- 860s aritméticas permitem ma- nipulagao de relagées, do tipo> NOVA ELETRONICA 473 i (maion ou < (menor, assim co- tno declodes dentro-da. propria Estaéaentrada— cxoressce Exerpio. certa para adquirir ASIFB>C THEN 4 componentes ELSE x (IF W=0 THEN 2 ELSE i) O fluxo de controle em pro- eletrénicos e kits Nova gramas ALGOL pode ser altera- do por instrugées do tipo GO TO Eletréni fe ou do tipo IF.. THEN. .ELSE... ‘6nica pelo Resin Comet polemostier bio cos dentro de blocos, podemos melhor preco. for instugoes IF deniro de Iss: trugdes I Desea forma. pre Heine conbegae tetetit de on ma clara a estrutura do algorit- ms O controle de ciclos é feito por uma instrugaéo constante completa, a instrugao FOR. exer FORi:=2,j STEP 2UNTIL 71, 34K WHILE K=P DO X{(i)= (+5 Existe um conjunto de roti- em varios niveis de complexida- de. OALGOL permite adefinicao de rotinas, chamadas «PROCE- DURE®», além das rotinas padrao. tecnologia Entre as varias contribuigdes do ALGOL 4 tecnologia, pode- mos citar: 1. A estrutura de blocos com definigdes do alcance das va- riaveis; 2. A definigao formal da lingua- gem (figura 3); 3. As rotinas recursivas; 4. A simplicidade, combinada com poténcia. Essas caracteristicas e em especial a segunda, fizeram com que 0 ALGOL, apesar de nao ser tao usado quanto o FORTRAN, por razdes praticas ou comer: ciais, serviu como base ao de- senvolvimento de técnicas de compilagao e de metadologia de programagao. Além disso, parti- ram dele os desenvolvimentos de outras linguagens, tais como © PL1 e, mais recentemente, 0 ALGOL 68 e o PASCAL, > TV-Pecas Ltda. tao visias em artigos préximos,. Rua Saldanha da Gama, 9 — Sé —— Fone: 242-2033 — Salvador 90 CURSO DE SEMICONDUTORES Regulador de tensao com Na nossa ultima ligao tomamos contato com o di- odo zener, um diodo especialmente elaborado para o funcionamento na regiéo de polarizacdo reversa da cur- va. Concluindo nosso estudo sobre este dispositive, ve- remos como ele é aproveitado em sua mais comum e talvez mais importante aplicacdo, a regulacao de tensdo. Embora possa ser usado pa ra realizar um grande numero de fungdes, ele € mais largamente empregado em aplicacdes onde esta continuamente operando sob polarizagdo reversa, de modo que permanece constan. temente em sua regido de ruptu: ra zener. Sob estas condicdes, 0 diodo zener é efetivamente util zado para fornecer uma esiabili- zago ou requlacdo de tensao. A regulagao de tensao 6 geralmen. te necessaria porque os circui tos de estado sdlido requerem uma fonte de tensao CC fixa ou constante, para a opera¢ao apro priada. Se esta tensao CC variar significativamente do valor ne- cessario, teremos como resulta do uma operacao insatisfatéria Se uma fonte de tensao ati vada pela rede CA for usada (a qual nao é regulada), a tensao de saida CC ira variar quando hou: ver qualquer mudanga naquela tensdo, ou ainda se a resistencia da carga conectada a fonte tam bem variar. Entretanto, usando Resistor SERIE ENTRADA DE TENSKO ce INKO REGULADA CORRENTE co SS PLUTUANTE Poy (62 LIGAO) Diodo ||\ener um circuito regulador de tensao a diodo zener, é possivel com: pensar estas variagdes @ manter uma tensao de saida CC cons: tante. O regulador basico adiodo zener Na figura 1.6 vemos um ci | saiba o€ teNsio REGULADA CC | 1000 9 NOVA ELETRONICA 475,