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INSTITUTO SUPERIOR DE ECONOMIA E GESTÃO – ISEG -–CURSO PROF.

GERALDO GÓES 1
Av. W 3 Sul, Quadra 509 – Fone: 443-3691
Prof. Sérgio Ricardo de Brito Gadelha

Consumo e Escolha Intertemporal

01 - (ESAF/AFC-STN/2000) - Considere o consumo das famílias e os gastos do


governo num modelo de escolha intertemporal de 2 períodos: presente e futuro.
Suponha que as decisões de consumo das famílias possam ser expressas a partir da
seguinte equação, também conhecida como restrição orçamentária intertemporal das
famílias num modelo de 2 períodos:

C1 + C2/(1 + r) = (Q1 - T1) + (Q2 - T2)/(1 + r)

onde (para i = 1,2)

Ci = consumo no período i
Qi = produção no período i
Ti = impostos no período i
r = taxa real de juros.

Suponha ainda que o governo se depare com a seguinte restrição orçamentária


intertemporal:

G1 + G2/(1 + r) = T1 + T2/(1 + r)

onde (para i = 1,2)

Gi = gastos do governo no período i

Podemos afirmar então que:

a) um corte nos impostos no presente tem maiores efeitos no consumo futuro, caso este
corte não seja acompanhado por alterações no padrão de gastos do governo
b) um corte nos impostos no presente com certeza altera o consumo presente,
independente de alterações no padrão de gastos do governo no presente e futuro
c) um corte nos impostos no presente atua no modelo de escolha intertemporal como no
modelo keynesiano: o consumo é estimulado pelo aumento da renda disponível
d) se o governo corta os impostos no presente sem que ocorram alterações no padrão de
seus gastos, presente e futuro, tanto o consumo presente quanto futuro ficam
inalterados

TODOS OS DIREITOS RESERVADOS – É proibida a reprodução total ou parcial, de qualquer forma ou pôr
qualquer meio. A violação dos direitos de autor (Lei nº 9.610/98) é crime estabelecido pelo artigo 184 do
Código Penal.
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e) um corte nos impostos não causa alterações no consumo, já que, em um modelo de


escolha intertemporal, o consumo é exógeno

02 - (ESAF/AFC-STN/2000) - Considerando o modelo de escolha intertemporal de


consumo da questão anterior e a existência de estruturas de preferências, representadas
por curvas de indiferenças tradicionais, uma elevação nas taxas de juros apresenta dois
efeitos: renda e substituição. Supondo que a família é poupadora no presente e que o
consumo seja de bens normais, podemos afirmar que:
a) os efeitos necessariamente se anulam, já que a família é poupadora
b) pelo fato da família ser poupadora, somente o efeito renda é relevante
c) tanto o efeito renda quanto o efeito substituição tendem a elevar o consumo nos
dois períodos
d) tanto o efeito renda quanto o efeito substituição reduzem o consumo no primeiro
período e aumentam o consumo no segundo período
e) o efeito renda tende a atuar no sentido de aumentar o consumo nos dois períodos ao
passo que o efeito substituição tende a reduzir o consumo no primeiro período e
aumentá-lo no segundo período

03 - (ESAF/AFRF – 2002) - Considere a seguinte equação, também conhecida como


restrição orçamentária intertemporal de um consumidor num modelo de dois períodos:

C1 + C2/(1+r) = (Y1 - T1) + (Y2 - T2)/(1+r)


onde Ci = consumo no período i (i = 1, 2)
Yi = renda no período i (i = 1, 2)
r = taxa real de juros
Ti = impostos no período i (i = 1, 2)

Com base nesse modelo, é correto afirmar que


a) as restrições de crédito pioram a situação do consumidor, independente de sua estrutura
de preferências intertemporal.
b) se vale a equivalência ricardiana, um aumento em T1 reduz o consumo no período 1.
c) se o consumidor é poupador, um aumento na taxa real de juros eleva o consumo no
segundo período.
d) no equilíbrio, o consumidor irá escolher consumir nos dois períodos quando a taxa
marginal de substituição intertemporal for igual a zero.

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e) Se Ti = 0 (i = 1,2) a restrição orçamentária intertemporal apresentada se reduz à função


consumo keynesiana.

04 - (ESAF/AFRF – 2002) - Considere a restrição orçamentária intertemporal de um país,


representada pela equação a seguir:
C1+ C2/(1+ r) + ... = (1+ r).B *
0 + (Q1 - I1) + (Q2 - I2)/(1+ r) +...
onde:
Ci = consumo no período i ( i = 1, 2, ...)
Qi = produção no período i ( i = 1, 2, ...)
Ii = investimento no período i (i = 1, 2, ...)
r = taxa real de juros
B * 0 = estoque de ativos externos no período zero
Considerando que BCi = Qi - Ci - Ii, onde BC representa o saldo comercial do país no
período i (i = 1, 2, ...), e supondo a condição de "exclusão do esquema ponzi", é correto
afirmar que
a) se o país é devedor líquido e deve (1 + r).D * 0, onde D * 0 = - B * 0, esse país deverá
declarar moratória da dívida se apresentar déficit comercial em mais de um período.
b) a condição "exclusão do esquema ponzi" descarta a possibilidade do país ser devedor em
qualquer período.
c) BC pode ser negativo em todos os períodos, independente do valor de (1 + r).B * 0, uma
vez que está garantida a hipótese de não existência do esquema ponzi.
d) se o país é devedor líquido e deve (1 + r).D * 0, onde D * 0 = - B * 0, esse país deverá
ter superávits comerciais no futuro para que a condição de "exclusão do esquema ponzi"
seja válida nesse modelo.
e) a condição "exclusão do esquema ponzi" indica que o país deverá apresentar equilíbrio
no balanço de pagamentos em todos os períodos.

05 - (ESAF/Analista de Comércio Exterior/1998) - A hipótese da teoria da renda


permanente, que faz parte de algumas formulações da função consumo, implica que
a) um ganho de renda inesperado no período presente será integralmente gasto no
aumento do consumo deste período
b) alterações temporárias nos impostos não terão efeito significativo sobre o consumo
dos períodos em que ocorrem, sejam estas alterações no sentido de aumento ou
redução dos impostos
c) o nível de consumo no período presente depende, antes de mais nada, do maior
nível de renda disponível registrado no período anterior
d) o padrão de consumo ao longo do tempo é afetado pela existência de ilusão
monetária por parte dos consumidores
e) a variação do padrão de consumo ao longo do tempo provavelmente é maior que a
variação observada na renda disponível dos consumidores ao longo do tempo

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06 - (CESPE-UnB/Consultor do Senado Federal – Política Econômica/2002) – A


análise do consumo, da poupança e do investimento, variáveis macroeconômicas básicas,
permite o entendimento da determinação da renda e do produto de equilíbrio. A respeito
dessas variáveis, julgue os itens a seguir.
1. Quando o consumo total é reduzido, em decorrência de uma crise de confiança do
consumidor, a qual ocorre com a renda corrente inalterada, isso representa uma
evidência de que o consumo total é influenciado não apenas pela renda corrente, mas
também pela riqueza total.
2. De acordo com a hipótese do ciclo de vida, o consumo depende tanto da renda quanto
da riqueza dos consumidores e implica, também, que a poupança varie, ao longo da
vida, de maneira previsível.

07 - (ESAF/AFC-STN/1997) -Com relação ao consumo, é falso afirmar que,


a) de acordo com Friedman, o consumo não responde de forma muito importante às
flutuações transitórias na renda.
b) se a hipótese da renda permanente é correta, e se os consumidores têm expectativas
racionais, então mudanças no consumo ao longo do tempo são imprevisíveis.
c) modelos que relacionam o consumo com a renda futura, além da renda presente,
sugerem que a taxa de poupança deveria ajudar a prever o crescimento da renda.
d) para os consumidores que se defrontam com uma restrição de liquidez, o consumo
depende somente da renda corrente.
e) de acordo com o modelo de Fisher, o aumento na taxa de juros afeta positivamente a
escolha de consumo no primeiro e segundo períodos.

08- (ESAF/AFC-STN/1997) - Suponha um consumidor que pode escolher comprar um


bem hoje ou amanhã. O consumidor tem uma renda fixa nos dois períodos. Se ele
consumir hoje um valor menor que sua renda hoje, a diferença é aplicada e rende juros,
que pode aumentar seu consumo amanhã. Se, por outro lado, ele consumir hoje um
valor maior que sua renda, ele pode tomar a diferença emprestada, e pagar juros por
ela amanhã, diminuindo seu consumo amanhã. Indique a afirmação falsa dentro deste
contexto.
a) Um aumento da taxa de juros terá o efeito de reduzir o consumo presente
relativamente ao consumo futuro.
b) A riqueza total do consumidor hoje é expressa pela sua renda hoje, mais sua renda
amanhã descontada pela taxa de juros.
c) Um aumento da taxa de juros terá o efeito de aumentar o consumo presente
relativamente ao consumo futuro.

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d) Se existe inflação entre hoje e amanhã, o valor da taxa de juros relevante para
calcular a riqueza do consumidor hoje deve levar em conta esta alteração dos
preços.
e) Se o consumidor consome hoje exatamente a renda que recebe hoje, uma alteração
na taxa de juros pode levá-lo a decidir consumir hoje menos que esta renda que
recebe hoje.

09 – (ANPEC 1999) - Suponha um consumidor racional. Assinale se as afirmativas abaixo


são falsas ou verdadeiras:

A) Considerando a restrição orçamentaria intertemporal de uma família em um modelo de


dois períodos, uma elevação na taxa de juros reduz o consumo em ambos os períodos.
B) Considerando a restrição orçamentaria intertemporal de uma família em um modelo de
dois períodos, uma elevação nas taxas de juros não exerce efeito sobre a restrição
orçamentária das famílias e, conseqüentemente, não tem efeitos sobre o consumo em
nenhum período.
C) A impossibilidade de se obter empréstimos não altera a escolha ótima do consumidor já
que esta depende apenas das preferências intertemporais e da taxa de juros.
D) Se o consumidor recebe uma herança, mas que estará indisponível por dez anos, sua
poupança hoje deve cair.
E) Após uma consulta com seu médico, o consumidor recebe boas notícias sobre a sua
saúde e tem sua expectativa de vida aumentada. Mesmo assim ele mantém seu plano de
se aposentar aos 65 anos de idade. Ele deve aumentar o seu consumo presente.

10 – (ANPEC 2000) – Julgue os itens a seguir


(2) Segundo a hipótese da renda permanente, a propensão média a consumir aumenta
durante períodos de recessão.
(3) Segundo a hipótese do ciclo de vida, a propensão média a consumir diminui durante
períodos de recessão.

11 – (ANPEC 2001) – Julgue os itens a seguir


1. Segundo o modelo do ciclo de vida, pode-se prever que a elevação da participação dos
idosos na população levará a uma redução da taxa de poupança.
2. Segundo a hipótese da renda permanente, aumentos na renda permanente geram
idênticos aumentos no consumo.
3. A abordagem Barro-Ricardo argumenta que uma redução de impostos no presente,
financiada por emissão de títulos, não aumenta o consumo presente, mas sim o
consumo futuro quando o governo resgatar os títulos e efetuar o pagamento dos juros.

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12 - (ANPEC 2002) - Indique se as proposições, relativas às teorias do consumo e do


investimento, são falsas ou verdadeiras:
(0) Segundo a teoria Keynesiana, variações na taxa de juros alteram a propensão marginal a
consumir, mas não o nível de consumo agregado.
(1) Restrição orçamentária intertemporal da família significa que, em qualquer período, a
família não pode consumir mais do que sua renda disponível corrente.
(2) Segundo a hipótese da Renda Permanente, um aumento do imposto de renda, percebido
como temporário, produzirá efeito desprezível sobre as decisões de poupar dos
consumidores.
(3) Segundo a teoria do Ciclo de Vida, uma política que transfira renda de consumidores de
meia-idade para consumidores mais velhos aumentaria a poupança agregada.

13– (ESAF/AFC/STN-2002) - Considere um modelo de escolha intertemporal de dois


períodos com restrição de crédito. Considere três "tipos" de consumidores com os seguintes
perfis:
• Consumidor tipo I - prefere poupar no primeiro período;
• Consumidor tipo II - prefere consumir exatamente o que a renda permite em cada período;
• Consumidor tipo III - prefere ser devedor no primeiro período.
Considerando que o consumidor é racional e possui curva de indiferença intertemporal com
concavidade voltada para cima, é correto afirmar que:
a) as restrições de crédito não têm influência sobre os três consumidores já que a curva de
indiferença intertemporal é "bem comportada".
b) as restrições de crédito só afetam o bem-estar do consumidor III.
c) as restrições de crédito afetam o bem-estar dos três tipos de consumidores.
d) as restrições de crédito reduzem o consumo no segundo período para os três tipos de
consumidores.
e) somente o consumidor II não é afetado pelas restrições de crédito.

14 - (ESAF/Analista de Comércio Exterior/2002) - Considere o seguinte modelo de


consumo:
C1 = - C2/(1 + r) + (Y1 - T1) + (Y2 - T2)/(1 + r)
onde
C1 = consumo no período 1;
C2 = consumo no período 2;
Y1 = renda no período 1;
Y2 = renda no período 2;
T1 = impostos no período 1;
T2 = impostos no período 2;

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r = taxa de juros.
Com base neste modelo, é incorreto afirmar que:
a) o consumo no período 1 depende da renda nos dois períodos.
b) alterações na taxa de juros não alteram o consumo no período 1.
c) se o consumidor depara com uma curva de indiferença intertemporal com concavidade
voltada para cima, as restrições de crédito podem piorar o seu bem-estar.
d) a equação apresentada é conhecida como restrição orçamentária intertemporal do
consumidor em um modelo de dois períodos.
e) desde que exista um sistema eficiente de poupança e crédito, o consumidor pode
consumir mais no primeiro período do que a sua renda permite neste período.

15- (ESAF/AFPS – 2002) - Considere a restrição orçamentária de um consumidor num


modelo de dois períodos:
C1 + C2/(1 + r) = Y1 + Y2/(1 + r),
onde
C1 = consumo no período 1;
C2 = consumo no período 2;
Y1 = renda no período 1;
Y2 = renda no período 2;
r = taxa de juros.
Considerando que as preferências do consumidor quanto à alocação do consumo ao longo
do tempo sejam representadas por curvas de indiferenças convexas em relação à origem, é
correto afirmar que:
a) um aumento na renda no primeiro período não altera o consumo no segundo período,
independentemente da estrutura de preferências do consumidor.
b) no equilíbrio, o consumo será tal que a taxa marginal de substituição intertemporal seja
igual a “r”.
c) se o consumidor é poupador no primeiro período, um aumento na taxa de juros aumenta
o consumo no período 2.
d) independentemente de o consumidor ser poupador ou devedor no primeiro período, uma
elevação nas taxas de juros reduz o consumo nos dois períodos.
e) a ausência de um sistema de poupança e empréstimo não altera o bem-estar do
consumidor, desde que ele respeite a sua restrição orçamentária intertemporal.

16 – (CESPE-UnB/Economista Júnior – Petrobrás/2001) – A análise do consumo, da


poupança e do investimento, variáveis macroeconômicas básicas, é crucial para a
determinação da renda e do produto de equilíbrio. A esse respeito, julgue os itens abaixo.
1. De acordo com a teoria do ciclo de vida do consumo, além da renda corrente, todo o
perfil futuro da renda contribui para explicar os níveis de consumo ao longo do seu
tempo de vida.

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2. De acordo com a teoria keynesiana, os determinantes mais importantes do consumo são,


nessa ordem, a riqueza do consumidor e a taxa de juros.
3. A propensão média a consumir a renda transitória é, para os defensores da hipótese da
renda permanente, superior à propensão média a consumir a renda permanente.
4. Contrariamente aos investimentos em capital fixo, o investimento em estoque é
relativamente insensível às variações na produção.
5. A hipótese de Barro-Ricardo afirma que uma redução nas alíquotas tributárias que
incidem sobre a renda, em vez de aumentar o consumo, contribui para incrementar as
taxas de poupança da economia.

17 – (ANPEC 1995) - Indique se as proposições abaixo são falsas ou verdadeiras:

(1) De acordo com as teorias de consumo voltadas para o futuro, o anúncio de uma
futura redução de impostos não aumentará o consumo corrente.
(2) Segundo a função consumo Keynesiana simples, a propensão marginal a consumir
de curto prazo é maior que a propensão marginal a consumir de longo prazo.

18 – (ANPEC 1997) - Indique se as proposições abaixo são falsas ou verdadeiras:


(0) Os gastos de consumo tendem a flutuar mais do que o produto.
(1) A renda disponível tende a flutuar menos que o produto
(2) A propensão marginal a consumir de curto prazo é menor do que a propensão marginal
a consumir de longo prazo
(3) O efeito imediato de um aumento de imposto de renda sobre o consumo independe
deste ser temporário ou permanente, pois tudo o que importa é o efeito sobre a renda
disponível corrente.

19 – (ANPEC 1998) - Classifique as seguintes afirmações, sobre consumo, como


Verdadeiras ou Falsas:

(0) Segundo o modelo intertemporal de escolha de consumo, o sinal impacto de um


aumento da taxa de juros real sobre o nível do consumo presente é teoricamente ambíguo.
(1) A teoria do Ciclo da Vida de Modigliani permite racionalizar a evidência empírica de
que a propensão média a consumir é inversamente relacionada ao nível de renda no curto
prazo, mas é constante no longo prazo.
(2) Segundo a teoria da Renda Permanente de Friedman quanto a maior a proporção da
renda permanente em relação a renda total, menor a propensão a consumir da renda
corrente.
(3) Se os agentes têm expectativas racionais e agem de acordo com a hipótese da renda
permanente, uma redução permanente de impostos, que já havia sido anunciada um ano

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antes, não deve produzir impacto significativo sobre o nível de consumo no momento em
que for efetuada.

20 – (VUNESPE/Analista do Banco Central do Brasil – 1998) – Julgue os itens a seguir,


acerca do consumo.
1. De acordo com a hipótese da renda permanente/ciclo de vida, nenhuma informação
disponível em t – 1 pode ser usada para prever a mudança no consumo de t – 1 para t,
sendo t um índice de tempo.
2. Se a variância do consumo for baixa, mas o coeficiente relativo de aversão ao risco for
alto, a poupança precaucional poderá ter um efeito grande sobre o crescimento esperado
do consumo.
3. Restrições de liquidez podem fazer que a renda corrente seja mais importante para o
consumo do que é previsto pela hipótese da renda permanente.
21 – (ANPEC 2003) - Avalie as proposições que se seguem sobre a função consumo:
(0) Segundo a teoria keynesiana, variações absolutas no consumo são menores do que
variações absolutas na renda porque a propensão marginal é menor do que a propensão
média a consumir.
(1) Conforme a teoria da renda permanente, de Milton Friedman, a propensão média a
consumir é igual à propensão marginal sempre que não houver renda transitória.
(2) Segundo a teoria do ciclo de vida, de Modigliani, um aumento da expectativa de vida
leva à redução da propensão a poupar das famílias.
(3) Segundo a teoria da renda permanente, se as famílias forem induzidas a esperar uma
redução permanente de renda, haverá um aumento imediato da poupança.
(4) A restrição de liquidez aumenta o impacto de variações da renda corrente sobre o
consumo corrente.

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22 - (ESAF/AFRF/2003) - Considere o seguinte gráfico:

Este gráfico contém:


1. a denominada "restrição orçamentária intertemporal" de um consumidor num modelo de
dois períodos, dada pela expressão:
C1 + C2/(1 + r) = Y1 + Y2/(1 + r)
onde:
C1= consumo no período 1;
C2 = consumo no período 2;
Y1 = renda no período 1;
Y2 = renda no período 2; e
r = taxa de juros. e

2. uma curva de indiferença que representa as preferências intertemporais do consumidor.


Com base nestas informações e supondo que o consumidor esteja no equilíbrio E, é correto
afirmar que:
a) no equilíbrio "E", C1 = Y1 e C2 = Y2.
b) o consumo no primeiro período é menor do que a renda no primeiro período.
c) o modelo sugere a existência de restrições de crédito no primeiro período.
d) o consumidor é devedor no primeiro período.
e) alterações nas taxas de juros não provocam alterações nos consumos dos períodos 1 e 2.

23 – (CESPE-UnB/Analista de Comércio Exterior/2001) – O Consumo, variável


econômica básica, é importante para a determinação da renda e do produto de
equilíbrio. Em relação a essa variável, julgue os itens a seguir:

1. De acordo com a teoria do ciclo de vida, o consumo depende do estoque de riqueza do


indivíduo, do número de anos que ele espera trabalhar, do tempo que ele passará
inativo e do déficit fiscal.

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2. Na função consumo keynesiana, a propensão média a consumir diminui linearmente


com a renda disponível dos indivíduos.

3. Na teoria do consumo da renda permanente, a propensão marginal a consumir a renda


corrente é inferior à propensão média a consumir de longo prazo.

24 – (ANPEC 2004) - A respeito dos determinantes do consumo e do investimento, julgue


as afirmativas:
Ⓞ De acordo com o modelo da “renda permanente”, o consumo corrente dos indivíduos é
determinado por hábitos de consumo formados ao longo do tempo.
① De acordo com o modelo do “ciclo de vida”, os indivíduos poupam a mesma fração de
sua renda ao longo da vida.
(2) Caso seja válida a hipótese da “renda permanente” e caso as expectativas sejam
“racionais”, somente mudanças inesperadas na política econômica poderão influenciar o
consumo.

25- (ESAF/Técnico de Pesquisa e Planejamento do IPEA/2004) - Num modelo de


escolha intertemporal, alterações na taxa de juros real resultam em dois efeitos: efeito renda
e efeito-substituição. Suponha que o modelo seja de dois períodos, e que o consumidor seja
poupador no primeiro período. Então, uma elevação na taxa de juros:
a) necessariamente piora a situação do consumidor.
b) resulta num efeito renda que tende a aumentar o consumo nos dois períodos.
c) resulta num efeito renda que tende a diminuir o consumo nos dois períodos.
d) resulta num efeito substituição que faz com que o consumo no segundo período seja
reduzido.
e) não altera a escolha intertemporal do consumidor.

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26 – (CESPE-UnB/Economista Pleno/Petrobrás/2004) – Julgue os itens a seguir, como


verdadeiro ou falso:

1. A teoria do ciclo de vida implica que a elevação da idade de aposentadoria, ocorrida


recentemente no âmbito da reforma da previdência, conjugada com o aumento da
esperança de vida, expande a poupança privada e reduz os gastos de consumo das
famílias.
2. No modelo de ciclo de vida, o consumo corrente é financiado pelo estoque de
riqueza e pela renda gerada ao longo da vida dos consumidores.
3. Na função consumo keynesiana, a propensão média a consumir diminui linearmente
com a renda disponível dos indivíduos.

27 – (CESPE-UnB/Técnico Científico – Área: Economia/BASA/2004) – Julgue o item a


seguir, como verdadeiro ou falso.

Ao alegar que o consumo é influenciado unicamente pela renda corrente, a hipótese do


ciclo de vida implica variação previsível da poupança ao longo da vida.

28 – (CESPE-UnB/Analista Pleno I – Área: Economia/CNPq/2004) – Julgue o item a


seguir, como verdadeiro ou falso.

Segundo a hipótese do ciclo de vida, o consumo é influenciado unicamente pela renda


corrente, o que implica variação previsível da poupança ao longo da vida.

Gabarito

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1–D
2–E
3–C
4–D
5–B
6 – 1.V, 2.V
7–E
8–C
9 – A F, B.F, C.F, D.V, E.F
10 – 2.V, 3.F
11 – 1.V, 2.F, 3.F
12 - 0.F, 1.F, 2.F, 3.F, e 4.V
13 – B
14 – B
15 – C
16 – 1.V, 2.F, 3.F, 4.F e 5.V
17 – (1).F, (2).F
18 – (0).F, (1).V, (2).V, (3).F
19 - (0).V, (1).V, (2).F, (3).V
20 – 1.V, 2.F, 3.V
21 - (0).F, (1).V, (2).F, (3).V, (4).V
22 – D
23 - 1.F, 2.F, 3.V
24 - 0.F, 1.F, 2.V
25 – B
26 - (1).F, (2).V, (3).F
27 – F
28 – F

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