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— Chamamos de Pré-Modernismo a essa fase de
transição literária entre as escolas anteriores e a
ruptura dos novos escritores com as mesmas.
— Y Pré-modernismo compreende o período
cultural que vai dos primeiros anos do século XX
até a semana de arte moderna, marco que
assinala o início do modernismo no país;

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— ðugusto dos ðnjos nasceu em 20 de abril de 1884 na cidade de
Sapé e faleceu em 12 de novembro de 1914;
— Costuma-se dizer que ele foi um escritor simbolista ou
parnasiano. Contudo, devido aos aspectos críticos literários
presentes em seus textos, ele é considerado como um poeta
pré-moderno;
— Possuía elementos ideológicos em seus textos. Y homem que
lutou para conseguir tudo o que hoje tem, acaba destruindo
absolutamente tudo o que criou;
Pode o homem bruto, ð lâmpada aflogística de
adstricto à ciência grave, Davy!
ðrrancar, num triunfo
surpreendente, Em vão! Contra o poder
Das profundezas do criador do Sonho
Subconsciente Y Fim das Coisas mostra-
Y milagre estupendo da se medonho
aeronave! Como o desaguadouro atro
de um rio...
Rasgue os broncos
basaltos negros, cave, E quando, ao cabo do
Sôfrego, o solo sáxeo; e, na último milênio,
ânsia ardente A humanidade vai pesar
De perscrutar o íntimo do seu gênio
orbe, invente Encontra o mundo, que ela
encheu, vazio!
— Redigia poemas com uma linguagem científica
presente nas ciências (Medicina e Física);
ßriste, a escutar, pancada por
pancada, É o soluço da forma ainda
ð sucessividade dos imprecisa...
segundos, Da transcendência que se não
Yuço, em sons subterrâneos, realiza.
do orbe oriundos Da luz que não chegou a ser
Y choro da Energia lampejo...
abandonada!
E é em suma, o subconsciente
E a dor da Força aí formidando
desaproveitada Da Natureza que parou,
- Y cantochão dos dínamos chorando,
profundos, No rudimentarismo do Desejo!
Que, podendo mover milhões
de mundos,
Jazem ainda na estática do
Nada!
— Escrevia sobre os acontecimentos da sua época,
como os ex-escravos que sofriam;
Para iludir minha desgraça, É a Morte - esta carnívora
estudo. assanhada -
Intimamente sei que não me Serpente má de língua
iludo. envenenada
Para onde vou (o mundo Que tudo que acha no
inteiro o nota) caminho, come...
Nos meus olhares fúnebres, - Faminta e atra mulher que,
carrego a 1 de Janeiro,
ð indiferença estúpida de um =ai para assassinar o mundo
cego inteiro,
E o ar indolente de um E o mundo inteiro não lhe
chinês idiota! mata a fome!
[...] [...]
[...]
ãorme a casa. O céu dorme. A árvore dorme
Eu, somente eu, com a minha dor enorme
Os olhos ensangüento na vigília!
E observo, enquanto o horror me corta a fala
O aspecto sepulcral da austera sala
E a impassibilidade da mobília.
[...]
— Seu primeiro poema é chamado de ³Saudade.´
Publicou o livro ³Eu´. Depois da sua morte, foi
lançado o livro ³Eu e Yutras Poesias´.
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— Monteiro Lobato nasceu em 1882;
— Ingressou no Instituto de Ciências e Letras,
desenvolvendo um grande talento para desenhar;
— No ano de 1904, formou-se em Bacharel em
Direito;
— Y jornal ³Y Estado de São Paulo´ publicou o artigo de
Monteiro intitulado de „“‘m ‘‘Ÿ, onde anos mais
tarde o mesmo periódico divulgou um conto seu, cujo
qual acabou se tornando seu primeiro livro;
— Y Sítio do Pica-Pau ðmarelo foi uma série bastante
conhecida no Brasil criada por Lobato e levada à ß
brasileira.
— |ðinda acabo fazendo livros onde as nossas
crianças possam morar.³
— |Escrever é gravar reações psíquicas. Y escritor
funciona qual antena - e disso vem o valor da
literatura. Por meio dela, fixam-se aspectos da
alma dum povo, ou pelo menos instantes da vida
desse povo.|


  
— Euclides da Cunha nasceu no dia 20 de janeiro de
1866;
— Em 1902, lançou sua principal obra: Ys Sertões. Esse
livro foi baseado na sua vivência no campo de batalha
dos sertões baianos durante a Guerra de Canudos;
— ð obra ³Ys Sertões´ é dividida pelo autor em três
partes:
ð terra: descreve os detalhes da região,
geologia, clima, relevo etc.
|ðo passo que a caatinga o afoga; abrevia-lhe o
olhar; agride-o e estonteia-o; enlaça-o na trama
espinescente e não o atrai; repulsa-o com folhas
urticantes, com o espinho, com os gravetos
estalados em lanças; [...]
— Y homem: trabalha a etnologia brasileira, a
gênese dos mestiços, a ação do meio na
formação das raças. Nesta parte, introduz a figura
mística de ðntônio Maciel, o ðntônio Conselheiro.
|Porque não no-los separa um mar, separam-no-
los três séculos...|
— ð luta: momento em que relata o conflito, neste
ponto há denuncia das barbaridades no dia-a-dia
dos seus acontecimentos.
|E volvendo de improviso às trincheiras, volvendo
em corridas para os pontos abrigados, agachados
em todos os anteparos [...] os triunfadores,
aqueles triunfadores memorados pela História,
compreenderam que naquele andar acabaria por
devorá-los, um a um, o último reduto combatido.
Não lhes bastavam seis mil Mannlichers e seis mil
sabres; e o golpear de doze mil braços [...] ;
No ano de 1909, durante um confronto, foi
assassinado por Delermando de ðssis, amante de
sua mulher. Esse trágico fato ficou conhecido na
época como a ³ßragédia da Piedade´.
No decorrer deste material, procurou-se dispor tanto o contexto
histórico quanto as características do pré-modernismo por uma razão
muito simples, o contexto histórico influencia fortemente nas
características literárias. Esse fato foi evidenciado ao passo em que
elas foram sendo expostas.
ðtravés do desenvolvimento pode-se chegar à conclusão de que
esse período nada mais foi que a adaptação dos autores, e o
surgimento de novos, as novas condições socioeconômicas que
estavam se consolidando na época.
Só após a renovação do estilo da escrita dos autores por
completo, é que temos o fim do período e o início da nova escola
literária denominada de Modernismo.
— ‘ • •
adj. Dependente, estreitado, ligado, preso,
submetido.
— •  
(i-un), s. m. 1. ðto ou efeito de triunfar. 2. Grande
vitória; grande êxito.
— — ¡

adj. 1. Estúpido, obtuso. 2. Áspero, tosco.


oltar
— —‘ ‘•
s. m. Miner. Rocha ígnea, densa ou finamente
granulada.
— ¢  
adj. 1. Muito apressado em comer ou beber. 2.
Ávido. 3. ðmbicioso. 4. Impaciente, pressuroso.
— £¤
adj. Poét. Que é de pedra; pedregoso.
oltar
— š  •‘
v. ßr. dir. ðveriguar minuciosamente; indagar,
investigar, sondar.
—  —
s. m. 1. Esfera, globo. 2. Mundo. 3. Qualquer corpo
celeste. ² Y. terráqueo ou terrestre: a ßerra.
oltar s11
— ‘  •
adj. Que queima sem produzir llama.adj. Sem
produzir chama ardente.
oltar
— ‘•“¥
sm (canto+chão) Canto tradicional da Igreja, também
chamado canto gregoriano, por ter sido coordenado,
completado e fixado por São Gregório, o Grande. 2
Doutrina já muito sabida e repetida.
— ‘
s. m. Máquina eletrodinâmica que converte força
mecânica em corrente elétrica.

oltar
— •
adj. m. e f. 1. Que é insensível à dor. 2.
Negligente, apático, desleixado, descuidado. 3.
Sem atividade; ocioso. oltar
— ‘ • 
adj. 1. Rígido em opiniões, costumes ou caráter. 2.
Severo, rigoroso. oltar
— e š •
Que se cobre de espinhos. 2 Que se transforma em
espinhos. oltar
— •
s. m. 1. Recinto no interior de uma fortaleza para
lhe prolongar a resistência. 2. ßrincheira, abrigo.
3. Defesa. oltar
— ‘“ ¦ßipo de carabina. oltar
— ˜‘— 
é uma das três armas usadas na esgrima.

oltar