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B ole ti m Es p era n ça Info rme de E studos Es
B ole ti m Es p era n ça Info rme de E studos Es
B ole ti m Es p era n ça Info rme de E studos Es

B ole ti m

Es p era n ça

Info rme de E studos Es píritas, RJ , Ano II, N . 13

Info rme de E studos Es p íritas, RJ , Ano II, N . 13 M

M AIO, 2010

EDITOR IAL O mê s de maio motiva inúme ras celebraç ões. lembran imprime, Esta
EDITOR
IAL
O mê s de maio
motiva inúme
ras
celebraç
ões.
lembran
imprime,
Esta edição
ças as relaç
com doçur
desloca
das
ões afetuosa
s
e
a
,
a
dívida d
e respeito e
e
a
Humanid
ade
deve
ao
espírito f
eminino, qua
ndo
espiritua
l,
firmou
o
sso
sagrado
de abrigar,
e gratidão
ternura qu
conferir
ndo, no mu
compromi
no ventre,
os
seres ne
cessitados d
a
reencarna
ção
para ser
em educado
s à luz do a
mor
maternal
.
Saudamos
as
mães
e
rogamos
à Maria,
M
ãe Santíssi
ma,
que
as
ampare
n
o cumprime
nto
NESTE B OLETIM
desse
s
ublime
proj
eto de
edu
car
Ca pa
almas p
ara a promo
ção do Bem
na
ED ITORIAL
Terra.
GO
TAS DE AMOR
Feliz Dia das
Mães!
Pág ina 02
PE RFIL DE MÃE
CO LUNA DO CAMI NHO
A EQU
IPE
Pág ina 03
EC OS DA AMÉRIC A DO NORTE
LIV
RO DO MÊS
BU DA E O MATER IALISMO
AN
IVERSARIANTE S DO MÊS
DA
TAS IMPORTAN TES
Pág ina 04
AT UALIDADE DO PE NSAMENTO ESPÍR ITA
OL IMPÍADA DE M ATEMÁTICA
O C ENTRO ESPÍRI TA
Pág ina 05
ME
NSAGEM DO M ÊS
SO FRIMENTOS E T ESTEMUNHOS
Pág ina 06
GOTAS DE A
MOR
EM
DEFESA DO AU TISTA
A paz legítim
coraç ão feliz e da
comp reende, age
(Joan na de Ângelis)
a
emerge do
EX PEDIENTE
PR OGRAMAÇÃO D A CASA
PO EMAS INFANTO -JUVENIS
mente
que
e
confia.
Ante às crises
te rev oltes. Serve. (E
da vida, não
mmanuel)
Ante
os
desa
justados
da
Terra,
respeita-lhes
o
caminho e
O programa
silenc ia quando não
lhes consigas
recomendado
é apresentado
para toda a
por Ana e An
família, por a
ete Guimarães
,
sendo
bordar temas
e
casos
comp reender as lut
das d o pranto que
as entremea-
diferenciados,
sempre relac ionados à con
vivência
famili
ar,
com
desconheces.
orientações pa
ra a solução de
eventuais conf litos.
(Meim
ei)
desconheces. orientações pa ra a solução de eventuais conf litos. (Meim ei) Boletim Esperança – Página

Boletim

Esperança – Página 1

PERFIL D E MÃE Neste mês, c onsagrado às m ães, homenage a mos especialme

PERFIL

DE MÃE

Neste mês, c onsagrado às m ães, homenagea mos especialme nte

a

m atriarca do Ca minho da Espe rança, Ana G uimarães, a

mãe

exem plar que orien ta e norteia n ossos caminhos , na trajetória evolu ção espiritual.

da

Mãe de todo s, ela não perde oportunidade d e apontar a direç ão,

as

asser tividades. Avessa a pu blicidades efêm eras, Ana Guim arães sempre a giu com a coerência de u ma autêntica es pírita. Muitas v ezes, ela abdica do

os

fazen do os acertos

necessários, c orrigindo falha s e aprovando

seu p apel de dirige nte para, na in timidade da Ca sa, privar com

colab oradores, com partilhando seu s momentos e speciais, deixa ndo

aflor ar a emoção e os

Virtuosa, re sistiu, com cor agem, ao proc esso de pós-m orte

quem conviveu por

44 an os, e recolheu-s e no aconchego da Mansão do Caminho, priva ndo

do re cato e do confor to amigo do seu

logo reconfortar-se e recompor a sua jornada.

em

algun s momentos de sensibilidade, r evelou passage ns do seu “arqu ivo

confi dencial”, abrind o o baú das le mbranças, de su a infância aos d ias

histórias e ca rtas

troca das, com o e ntão noivo G eraldo, cujo t eor, de conte údo

doutr inário, mais par ecia com as epís tolas de Paulo

Somos grato s por termos o privilégio de te stemunhar e pri var

de tã o raros moment os da história do Caminho da Es perança.

Mãe, Avó, Am iga

incon dicional, rece ba os sentim entos sincero s e a gratid ão,

impr egnados no con sciente coletiv o desta Casa q ue a tem com o a

grand e mãe.

de

"Don a Ana", é porq ue, no dicionári o de nosso cora ção, "Dona" se faz

sinôn imo de "Mãe". E, em nosso

pois, como filhos de seu coração, no s reencontramo s sob a chancela de

seu o lhar amoroso.

mãe da esperan ça,

Guimarães, Esp írita, Mulher,

de h oje, sensibilizan do a todos os

irmão de fé, D ivaldo Franco, p ara

física do querido esp oso Geraldo G uimarães, com

sentimentos de amor e de saud ades.

De volta ao

Caminho da

Esperança, fort alecida na fé,

presentes com

Apóstolo.

Ana Jaicy

Rita Pontes

Se a chama mos carinhosam ente, e com pro fundo respeito,

caso, a Mãe s e fez Sogra, a

– Ana,

voc ê

é

a

mãe da

Sogra se fez M ãe,

Cristiane, Ric a rdo e Luís Feli p e.

nossa casa,

porta nto, de toda a fa mília Esperança . Nossa eterna gratidão e carin ho. Deus lhe ab ençoe a vida.

– Ana, você

Zezé S i lva

ocupa, em me u coração, o lu gar da minha m ãe.

Nas t ristezas, alegria s, nos erros e ac ertos, você está sempre presente .

Marilene Pa u lo

todos os instan tes,

valor iza as nossas

dificu ldades. Você é a mãe e avó da s nossas almas, dando-nos força s e exem plos para busca rmos a felicidad e. Que a nossa gratidão se trad uza

em v otos de alegria e paz.

Rose, Túlio, Lívia e Lú cio

conquistas e e stimula na sup eração das nos sas

Da filha do c oração,

– Ana, ama r é a sua natur eza. Amiga de

Minha mã e, para mim, vo cê é a bússola q ue norteia a mi
Minha mã e, para mim, vo cê é a bússola q ue norteia a mi nha
vida e corrige minha trajetória, indic ando caminhos.
M arcelo Guimar ã es
Simplesmente s er
Totalmente
dar .
Fielmente crer
Pluralmente esta r
No que se é a si mesma
Ser possível ond e preciso for
Precisamente m ãe
Infinitamente a mor!
DON A ANA?
Resp eito merecido,
Adm iração conquista da,
Amo r pelo vencido,
Ingra tidão perdoada.
Jair e Cláu d ia
Desp erta a gratidão,
Por o nde quer que pa sse,
Conv ence cada irmão ,
Ajud a-o a libertar-se.

O

sor riso aquece,

Vive o espiritismo,

O

ab raço conforta,

Nessa

longa jornada,

A

pal avra enriquece,

Esvaz iando o abismo ,

O

ex emplo exorta.

De pa rada em parada .

Regina Celia e Rafael Rodrig u es

COL UNA DO

CAMIN HO

P ROJETO IM

AGEM <www. projetoimagem. com.br/default. asp>

Vale a p ena conferir o PROJETO IMA GEM. Trata-se da ideia d e um
Vale a p ena conferir o
PROJETO IMA GEM.
Trata-se
da
ideia
d e
um
grupo
de
desenhi stas, autorizad o pela FEB,
que
passou
a usar imagen s para enrique cer o
estudo
de
algumas
entre el as, “Nosso Lar”
obras doutrin árias,
e “Há 2000 A nos”.
O primo roso trabalho p ode ser conferi do no
site do g rupo.

E COLOGIA E

ESPIRITISM

O <www.mund osustentavel.co m.br>

E ESPIRITISM O <www.mund osustentavel.co m.br> variam d o Trigueiro, con heci- do apresent a dor

variam

d o

Trigueiro, con heci-

do apresent ador do “Jorna l das

Dez” da Gl obo News, la nçou recentement e um livro sob re os

que

existem entr e o Espiritism o e a

“Se a ci ência

Ecologia.

ecológica o ferece um a mplo

de observ ação,

espectro

muitos pont os em comum

André

interligando

micro

ao

muitos pont o s em comu m André interligando micro a o si stemas que m

si stemas que m acrocosmo, o

ol har na dire ção do pl ano invisível ,

Espiritismo d esdobra esse

al argando eno rmemente o

campo

de

in vestigação”.

Segundo

Tr igueiro,

“são

ta ntas as afin idades, que

certas

obra

es píritas poderi am perfeitam ente embasa r al guns postulad os ecológicos” .

ente embasa r al g uns postulad os ecológicos” . NAS CERAM GUSTA VO E ANA

NAS CERAM GUSTA VO E ANA LUY SA Nasc eu, no dia 28 d e março, a AN A LUYSA, filhin ha de

Luili e

A co luna comunica

GUS TAVO, netinho d os nossos dilet os amigos, Alme rinda

que nasceu n o dia 10 de a bril o

Maysa. PARAB ÉNS AOS PAIS !

e Rob ertson. PARAB ÉNS AOS AVÓS CORUJAS!

GRA CINHA E ALIN NE NO CORAL DA UFF

Nossas

queridas

a migas Alinne

e Gracinha

o se apresen tar, com o C oral da U niversidade

ir

Fl uminense, no

dia 26 de

m aio, às 18h 30min, no

C entro Cultural

F ederal, na Av. Rio Branco

241, RJ. Pres tigiem!

da Justiça

na Av. Rio Branco nº 241, RJ. Pre s tigiem! da Justiça SOLIDARI EDADE ÀS VÍT

SOLIDARI EDADE ÀS VÍT IMAS DAS CH UVAS NO RIO

AJUDE

as vítimas da s chuvas no

RJ, com remé dios,

al imentos e doa ções em dinhe iro:

U PI SUZANA W ESLEY S upervisora: Ro senilda Carval ho de Souza E strada do Mato Alto, 215 RJ- RJ - 23036-15 0 T el.: (21) 3156-6 468 F ax: (21) 3316-3 569 E- mail: upi.suza nawesley@lfc. org.br

(21) 3316- 3 569 E- mail: upi.suza nawesley@lfc. org.br F E B PRESENTE EM AUDIÊNC IA

F EB PRESENTE EM AUDIÊNC IA PÚBLICA N O SENADO

Com a p resença de re presentantes e spíritas, católi cos e

Senado Fede ral, a

A udiência Públic a para discuss ão e reflexão d o tema “Garant ias e

exercício da c rença e dos c ultos

apoio da FE B ao

que tem por o bjetivo harmoni zar e

Pr ojeto de Lei nº

de mocratizar a di scussão sobre a legislação rel igiosa.

pr otestantes, oc orreu no dia 2 8 de abril, no

di reitos fundame ntais ao livre

re ligiosos”. Nest or João Masot ti manifestou o

160 de 2009,

ntais ao livre re ligiosos”. Nest o r João Masot ti manifestou o 160 de 2009,

Boletim

Esperança – Página 2

ECO S DA AMÉRI CA DO NO R TE: C OMO SER E SPÍRITA E

ECOS

DA AMÉRI CA DO NO RTE:

C OMO SER E SPÍRITA E M PAÍS EST RANGEIRO

Moro nos Es tados Unidos, e m Salt Lake Ci ty, Estado de Ut ah,

há 1 1 anos. Quando

aqui chegamo s, nossa famíli a era composta

de

cinco membros: eu,

meu marido e tr ês filhos, todos espíritas. Hoje, dos

dois filhos casados, u m deu-nos três lindas netas que , na verdade, sã o a

alegr ia de nossas vid as.

Como não h á centros espírit as nessa cidade , pois a maioria da popu lação daqui é m órmon, a única forma que enco ntrei de me ma nter

em a lguma atividade

no la r uma vez por s emana. Dessa a tividade, muitas vezes, minha n ora

e as c rianças particip am. As pequena s já sabem orar em português e até

o

leem e comentam

espírita foi seg uir fazendo o c ulto do Evange lho

pequenos trech os de “O Eva ngelho segundo

Espir itismo”, sob a n ossa orientação.

um ano, meu s familiares qu e vivem no Br asil

insist iram para que e u escutasse a R ádio Rio de Jan eiro, porque ele s a

consi deram um verd adeiro centro es pírita on-line po r 24 horas. Emb ora

eu nã o tivesse dado

a Rá dio pela Intern et. Surpresa: fo i a maior alegr ia de minha vi da! Entã o, ocorreu um fa to que passo a r elatar.

um depósito d e nome Wareho use, com produ tos

de be leza e tratamen to de pele. Meu departamento s e chama Invent ory

muito crédito a isso, resolvi ate ndê-los, acessa ndo

Há cerca de

Trabalho em

Cont rol (IC) e minh a posição é a

de auditoria (A udy). Somos d uas

audit oras, Marlene, h ondurenha que está aqui há 22 anos, e eu. Ela

fala

espan hol e inglês, m as me pede par a conversarmos em português,

que

ela e ntende, pois afi rma amar o Br asil, embora nu nca tenha visit ado

nossa

pátria. Curioso é que essa ami ga tem o nome de minha cunha da,

suas

filhas se cham am Vanessa e C arol (nomes d e minha irmã e

de

marido se cham a Mário (nome

de

minh a nora respecti vamente), seu meu filho), seus irmã os se chamam

Giannina e Mar co Túlio (nomes de

meus irmãos) e sua c unhada se cham a Rose, como a minha cunhada.

Durante o e xpediente, com o trabalhamos

ao computador,

eu

passe i a acessar a

Rádio Rio de

Janeiro para o uvir parte de

um

Certo dia, eu e stava fazendo is so,

a a escutá-lo ju nto

comi go. É interessa nte observar q ue, nessa ativ idade profissio nal,

Ao

expli car-lhe, ela se

quan do Marlene pe rguntou-me de

progr ama nos interva los do trabalho.

que

program

se

tratava.

interessou tam bém e passou

lidam os com número s e precisamos apresentar muit a produção, ma s o

fato de ouvir a Rád io jamais preju dicou nosso re ndimento. Os d ias

ficara m leves, apesar do trabalho pes ado.

Sempre escu tamos palestras de Divaldo Fra nco, Raul Teix eira

vezes, ao ouvi- los

duran te nossas ativid ades, minha am iga faz uma pa usa no serviço, por

um b reve instante,

“Trab alhe para evitar mos problemas !”.

também os pr ogramas: “Cam inho do Senh or”,

“Crô nicas de Famíli a”, “Debate na

na P enumbra”, “Me ditação: evocaç ão da Ave-Mari a” e “Prelúdio de

Rio”, “Educar p ara crescer”, “ Luz

estado de gra ça. E eu a ale rto:

e Em anuel Cristiano . Engraçado é

que, algumas

e diz estar em

Escutamos

paz”.

Marlene se tor nou espírita por causa da Rádio RJ.

Certa sexta- feira, eu estava escutando a Na dja do Couto V alle

que,

no intervalo de sua fala, coloco u uma música

que cantávamos no

Grup o Espírita Andr é Luiz, localiza do na Rua Jiqu ibá, no Maraca nã,

tão querida, o nde

colab orei na confecç ão das refeiçõe s da Escola Ga maliel, nas man hãs

de do mingo, por ape nas 10 anos. Aq uela música me transportou par a o

Bernardo e M ário

transi tando pelos esp aços benditos d esse grupo de a mor. Quero agrad ecer à direção d a Rádio Rio de J aneiro, que está de

parab éns, pela excel ente programaçã o espírita, pois a escuto das 4: 30h da m anhã até às 15:0 0h. E, enquant o estamos no tra balho, meu mar ido

e eu

os

amig os sinceros do

André Luiz, que , eu sei, estiver am sempre ora ndo

por n ós, como Anin ha, Aparecida,

são

do Grupo Espí rita

espiri tual), Maria L uíza, Denise, M ilton, Nadja

tanto s amigos do co ração

Cami nho da Esperan ça. Que possa mos todos junto s divulgar a Rá dio

Rio de Janeiro, por que eu aqui, ap esar de ter pou cos amigos, es tou

Rio

de Ja neiro.” Muita pa z!

Adri a na Laucas Imb ico

semp re recomendand o a qualquer u m que aparece:

RJ.

As lágrimas rol aram de sauda des desta casa

passa do e revi meu s filhos pequen os Guilherme,

deixamos o rádi o de casa ligado por todo o dia.

Nesta oport unidade, deixo

e aos

meu abraço ca loroso a todos

Colares (que j á retornou à pá tria

nossos amores

ó, meu Deus,

Ouça a Rádio

L IVRO DO MÊS :

amores ó, meu Deus, “ Ouça a Rádio L IVRO DO MÊS : CARTAS DE UMA

CARTAS DE

UMA MOR TA

(Da. MARIA JOÃO DE DEU S) Cartas de uma Morta é a única obra

Deus, espírito

de Da.

Maria João de

abnegada mãe zinha de Franc isco Cândido X avier.

Quando o méd dium falava de

olhos se enter neciam e seu c oração, já tão g rande,

sua progenitora , seus

que foi na T erra, a

agigantava-se

mais, dentro

das recordaçõ es da

distante menin ice em Pedro

Leopoldo (MG ), sua

terra natal. D izia Chico X avier que as

os complexos

criatura, dest errando-a, por

zonas

inferiores do p lano espiritual não se encontra m tão

do dedicado am or de de culpa agrav am os força do meca nismo

umbralinas, lá c hega o carinho materno, e usa ndo de

to dos os recursos que lhe faculta seu elevado sen timento, colhe e m seu re gaço os seus filh os, afastando-o s para lugares d e refazimento e paz.

Leia-Participe -Medite-Divulg ue!

ca stigos de cada di vino, às zonas

m ãe. No moment o exato em que

re pletas de sofre dores, unicamen te em virtude

BUDA E O MATERIAL ISMO

de

ores, unicame n te em virtude BUDA E O MATERIAL ISMO Há de certa feita, um

certa

feita, um dis cípulo pergunt ou a Buda o que mais o surpre endia

na huma nidade

ele

respondeu:

Porque perd em a saúde

para

juntar dinhei ro, depois pe rdem

relat

os

que,

e

"Os

hom ens

dinheiro

p ara recupera r a

saúde.

E

p or

pens arem

ansiosament e no

fu turo,

esquecem d o presente d e tal

forma que

acabam

por

não

viver nem o futuro.

presente ne m o

E

vivem

como se n unca

fossem mo rrer

e mo rrem

como se

nunca tive ssem

vivido."

MÊS

A NIVERSARI ANTES DO

P aulo Jurand yr 02/05 Dayan 21/ 05 S aulo Pereir a 04/05 Rita Pont
P aulo Jurand yr
02/05
Dayan
21/ 05
S aulo Pereir a
04/05
Rita Pont es
22/
05
D ivaldo Fran co
05/05
Jânio Sal les
29/
05
E rick Guimar ães
08/05

DATAS

IMPORTAN TES DO MÊS

DE MAIO

"mesas

gi rantes". 05 /05/1927 – Nasc imento de Dival do Pereira Franc o em Feira de S antana, B A.

08 /05/1955 – Alla n Kardec assiste

ca sa de Mme. Plain emaison. 12 /05/1996 – Ideal izada por Alama r Régis Carvalh o, é iniciada a Pr imeira Se mana Espírita d e New York, real izada pelos USU S (United Spiri tist of

th e United States) com apoio do Al lan Kardec Spiri ist Center – NY, USA.

23 /05/1889– A FE B realiza a pri meira reunião pú blica de estudo Li vro dos Espíritos " – Rio de Janeir o, RJ. 26 /05/1861 – Nasc imento de Améli a Rodrigues, em Santo Amaro, B A.

de "O

à primeira com unicação mediún ica na

01 /05/1855 – Kard ec assiste, pela

primeira vez, os fenômenos das

ica na 01 /05/1855 – Kar d ec assiste, pela p rimeira vez, os fenômenos das

Boletim

Esperança – Página 3

“ATUALID ADE DO PE NSAMENTO ESPÍRITA” E O PROB LEMA QUE VIVE HOJ E A
“ATUALID ADE DO PE NSAMENTO ESPÍRITA”
E O PROB LEMA QUE
VIVE HOJ E A CHINA
Chegou às m inhas mãos
a notícia d e um parqu e de
dive rsões na cid ade de Kun ming, na Ch ina, onde os
120
func ionários são
anões. Até aí tudo bem, ma s, à medida q ue o
artig o se desenvo lve, percebe
-se indícios de exclusão
dessa
pop ulação pequen a da socieda de. Além de t rabalharem lá , são
resp onsáveis por vários número s de shows h umorísticos.
O que cham a atenção é,
principalmen te, o fato d e os

emp regados mor arem no parq ue, onde tud o é adaptado

para

eles.

Várias

en tidades

prote staram

cont ra

esse

tipo

de

anões partic ipem

da v ida comum.

Esta reportag em vem ao e ncontro do e studo socioló gico que se tem desen volvido às qu intas-feiras e m nosso Cam inho

da E sperança. O

livro “Atuali dade do Pen samento Espí rita”,

segr egacionismo, já que ele i mpede que os

“ O CENTRO ESPÍRITA”

As vibraç ões dissemin adas pelos

um

dos seus tu telares invisí veis;

ambientes de

Cent ro espírita, p elos cuidados

os fl uidos úteis,

necessários

aos variados

quão delic ados

traba lhos que ali

se devem

processar, d esde a cura

de

enfer mos até a

conversão

de

entidades

sofre doras e até

mesmo a orat ória inspirada

desencarn adas pelos instrut ores

espir ituais, são el ementos ess enciais, mesm o indispensá veis

psic ografado por Divaldo Fran co, trata do a ssunto dos g uetos mod ernos com b astante lucide z por parte d o Espírito Vi anna

de

Carvalho, elu cidando que,

apesar dos

discutidos dir eitos

hum anos, é la mentável q ue ainda

existam bo lsões

segr egacionistas

tend ências e prefe rências, entre outros.

o espaço, a ntes fechado , da

mostrando q ue a

pop ulação terráqu ea está subm etida ao pro cesso de evol ução cont ínua e ininter rupta. Nada a assustar, pois o próprio ho mem com eça a revoluc ionar o pensa mento tacanh o do separati smo, com o gritou a vo z da senhora Kênia Pottes , responsável pela

imo rtalidade da

indivíduos p elos seus lim ites,

dividindo os

Espírita abre

A Doutrina

alma e da r eencarnação,

Ass ociação Gent e Pequena do anõe s.

Jesus, afirm ando que di a virá em qu e os

hom ens amar-se- ão como verd adeiros irmão s.

V anessa Bia nca

VINÍ CIUS GUIM ARÃES CAP ELLI GANHO U UMA MED ALHA DE O URO NA OLIMPÍAD A BRASILE IRA DE MA TEMÁTICA

MATEMÁT ICA

DA S ESCOLAS

cria ndo um ambie nte estimulan te para o estu do da Matem ática entr e alunos e pro fessores de to do o país. Voltada pa ra a escola p ública, seus estu dantes e prof essores, a OB MEP tem o

Brasil, ON G que defend e os

F icamos com

A OLIMP ÍADA BRA SILEIRA DE

PÚBLICAS ( OBMEP) é u m projeto que vem

a ce rta série de

exposições

movidas

p elos

obreiros

da

Imort alidade a

serviço

da

Terceira R evelação. E ssas

vibra ções, esses

fluidos

es

pecializados,

muito suti s e

sens íveis, hão-d e conserva r-se imacul ados, porta ndo, intac tas, as virtude s que lhes s ão naturais e indispensávei s ao

se

mesc larão de imp urezas preju diciais aos m esmos trabal hos,

dese nrolar dos t rabalhos, po rque, assim

não

sendo,

por a nularem as s uas profunda s possibilidad es. Daí porq ue a

da

nas assembl eias

espír itas, onde ja mais deverã o penetrar a

incon sequência, a maledicência

o mu ndanismo, o ruído e as ati tudes menos graves, visto que

o mercantilis mo e

e a

Espir itualidade e sclarecida r ecomenda, a os adeptos

Gran de Doutrina , o máximo

respeito

e a intriga,

frivolidade

estas

são

man ifestações

i nferiores

do

caráter

e

da

incon sequência

humana,

cu jo

magneti smo,

para

tais

asse mbleias e, p ortanto, para

perm ite, atrairá b andos de ent idades hostis invis vel, que virã o a influir no os trabalhos

pont o que poderã o adulterá-los

que

Espir itualidade ilu minada e benf azeja.

a agremiaçã o que tais co isas

e malfeitora s do

a tal

ou impossib ilitá-los, uma vez

a

posteriores,

tais

ambie ntes

se

tor narão

incom patíveis com

seus

de

ment es respeitos as, de coraç ões fervoroso s, de aspira ções

para

futilid ades e de preciações; o nde, em v ez do garga lhar

de

acla mações e lou vores inébitos , se emitam forças telepát icas

onde, em ve z de

diver tido, se prat ique a prec e; em vez

eleva das; onde a

frequ entadores, e ncarnados o u desencarna dos, irradiem

Um Cen tro Espírita

onde as vibr ações dos

palavra emi tida jamais s e desloque

de estrépitos

afirmar a excelência mostrando a i mportância Matemática pa ra o futuro d os jovens
afirmar
a
excelência
mostrando a i mportância
Matemática pa ra o futuro d os jovens e

à pr ocura de ins pirações feliz es; e ainda

cerim ônias ou pa ssa-tempos m mundanos, co gite o adept o da

com os seu s mortos am ados ou os

seus

um

Centro

assim,

fiel

observador

dos

início pelos

organizadore s da

da

confiança

da Espiritualid ade

com promisso de

com unhão mental

espirituais,

com o valor maior no ensino pú blico. Suas

guias

ativi dades vêm

da

para o desenvolvi mento do Bra sil.

dispo sitivos recom endados de filoso fia espírita, s erá detentor

de organiza ções em seus reci ntos,

subli mes empreen dimentos, qu e honrarão o s seus dirige ntes

escla recida, a qua l o elevará à dependência

ntes escl a recida, a qua l o elevará à dependência mod e lares do Es

mod elares do Esp aço, realizan do-se então,

dois planos

como casas

dos

beneficentes , ou

as

seja,

para norm as ou prát icas

extra vagantes o u inapropri adas, serão , no Esp aço, cons iderados mer os clubes ond e se aglomer em aprendize s do Espir itismo em ho ras de lazer.

da Vida. So mente esses , portanto, s erão

regis trados no Al ém-Túmulo

temp los do Amo r e da Frat ernidade, ab alizados para melin drosas exper iências espíri tas, porque o s demais, ou

aque les que s e desviam

Bezerra de Mene zes

obsessão. [P elo Espírito Be zerra

PERE IRA, Yvonne

A. Dramas da

de M enezes]. 4. ed. Federação Esp írita Brasileira, 1981. p. 145-14 7.

da de M e nezes]. 4. ed. F ederação Esp írita Brasileira, 1981. p. 145-1 4

Boletim

Esperança – Página 4

pr esença agrad ável em qual quer ocasião, oube M ENSA GEM DO M ÊS
pr
esença agrad
ável em qual
quer ocasião,
oube
M
ENSA
GEM
DO M ÊS
or
ientar com o
aconselham
ento gentil. H
ele sempre s
ouve dia em
que
GRATIDÃ
d
esafiado O a faz
er um discurs
o sobre uma
cadeira não s
e fez
P
arecia uma cri
ança adormec
ida. O tempo p
assou e levou
d
e
consigo toda
rogado, e, e
m aquela energia
qu
e
fazia dela a
minha âncora,
o
meu arrimo .
precios a lição aos ca
ndidatos à or
atória, demon
strou
H
oje eu a vejo r
epousando, tã o frágil, tão de
pendente. Um
leque de reco
rdações condu
z-me ao suav
e caminho
co
mo é possív
el tornar inte
ressante um
a palestra, m
esmo
da
s
lembranças
mais queridas
.
so
bre o mais i
mprovável do
s
temas. Ge raldo Guima
rães,
M
ãe! O tempo
passou, poré
m deixou-nos
a capacidad
e de lembrar,
trazendo ima
gens orvalha
das pelo carin
ho,
ca
pazes de nos
transportar a v
elhos sítios e
despertar o la
do
bom que e
m
xiste em todas
ais ilustre col
aborador do
as criaturas.
Rever-te nas t
nosso Boleti
arefas domésti
m, partiu no d
cas
ia 11
foi
tão simples!
As mãos mági
cas capazes d e transformar
cortinas ou um
a
velha toalha
de mesa num
a
fatiota nova
para um dos t
eus
d
e
janeiro, dei xando-nos, a
todos, um po
uco mais tris
tes
e
fil
hos. Para nós,
tudo era natu
ral, mãe. Não
tínhamos noç
ão
dos prodíg ios que realiz avas para que
não nos falta
sse o necessá
rio,
po
is
bastava ped
ir-te, nossa fa
da madrinha.
ór
fãos de sua
companhia. A Ainda há uma
esperança
nesse
A
gora, caminha
ndo pelo terr
eno das lemb
ranças, recor
C
do-me de a t er visto chora
aminho, pois
o
reencon
tro é certo.
r
e,
muita ve
z,
Sentidos co
disfarçando
m
as
o
grimas.
o
corrido, dese jamos extern
ar nossa pr
ofunda gratid
ão
e
E
u
era muito jo
vem para ir m
ais além, par
a
buscar o ful
cro das tuas
dores ou tenta
r minimizá-las
. Perdoa, mã
e,
a
a
mizade eterna
. Que Deus o
acompanhe
e o ampare
nessa
ce
gueira e o ego
ísmo da infân
cia descuidada
.
n
ova etapa de
sua existência
. Muito obrig
ado por tudo!
O
caleidoscópio
do tempo m e traz a image
m
de uma m
ulher forte e d ecidida, profes
sora rural, no
ve filhos e ou
tros
ta
ntos que eram
os seus aluno
s, quer fosse
o as roupas na
beira do rio,
com o sembla
nte sereno! Ha
via
um
a elegância n
atural na tua p
essoa, nos ca
corrigindo pro
belos presos
o sob o peso
vas ou lavand
em coque, no
lenço que te c obria o pescoç o, nas mãos d
e
dedos longo
s
e
Equipe do
Boletim Espe
rança
br
ancos e na for ma ereta de ca
minhar, mesm
de uma trouxa
de roupas.
S
abe, mãe, o t
empo passou , mas as lutas
são as mes
mas neste mu
ndo de prova
s e de expiaç
ejo
en
colhida sob c obertas, depen
dendo das m ãos operosas
de tua filha, tr
abalho que el a realiza com
lco
da
s
experiências
continua o m
esmo, o mund o evoluiu em t
próprias
os. Os hom
ecnologia, por
tas, entretant
distâncias for
ém são muitas
as mães que
carinho e des
lavam as roup
ões. Hoje te v
velo. Mas o pa
as dos filhos c
om
as
ens fizeram
mil descober
o muitas
mã es
continuam
a atender
as necessida
des
m
edicamentosas
de seus filh
os com chás
e carinho. As
am encurtadas
pelos meios
de comunicaç
ão e locomoç
ão,
to
davia mães ain
da continuam
a
caminhar qu
ilômetros para
levar os filho
s à escola.
O
mundo marc
ha, mãe, e co
m ele march
. Espero que,
depois que d
eixares esse
corpo cansad
o
e
re
tornares ao pa
lco da vida, e
ncontres um m
undo mais sol
amos também
idário, onde n
. Não é utopia
ão
haja tanta d
iferença socia
l, onde se com
preenda a div
ina
ra
zão de viver,
cujo objetivo é
fazer-nos fra ternos, irmãos
,
mãe, é o fu turo da Huma
nidade e, para
que isso oco
rra,
Je
sus vela!
E
nós, os espír
itas de boa vo
ntade, estamo
s trabalhando
no sentido de
despertar o h
omem de bem
que se esco
nde
no
íntimo de cad
a
um.
O
que sou devo
aos teus zelo s, renúncias, s
acrifícios e lab
pa, os sapato
ores incansáv
eis. Tu foste a
alavanca do m
eu progresso
. Já
m
enina-moça, a inda convivia
com os teus c uidados: a rou
,
a alimentaç ão e os consel
hos, muitos c
onselhos. Os t
eus
ol
hos pareciam
ver o futuro e
te inquietavas
um pouco co
m esse aman
hã. Tenho ce rteza de que,
se pudesses i
ntervir, eu jam
ais
de
rramaria uma
lágrima ou sof
reria qualquer
dissabor.
H
oje, sendo mã
e
também, co mpreendo mel
hor o teu “mun
do”, tuas expe
ctativas para c
om os teus filh
os.
O
brigada, mãe,
Deus abenço e tua existênci
a tão digna e t
ão nobre.
Ana Guim
arães
So
frimentos e
testemunh
os de Divald
o Franco
Quem c onhece hoje o m
ranco (1927), jo
vial e
em
1947,
foi
exc omungado
pela
Igreja
sor
ridente, não ima
gina o seu idea
édium Divaldo F
lismo e as lutas
que enfrentou
nestes
Católic
a,
em Salvador
,
porque
foi
à à
Cúria
ses
senta anos (1947
-2007) de mediu
nidade, na sua jo
rnada de semead
or do
solicita
r
apoio para a M
ansão do Camin
ho, obra
Ev
angelho Restaura
do pelas luzes d
o
Espiritismo. A
vantagem deste
artigo
que fun
dara para crianç as órfãs e carente
s e, por
é
c
oncentrar os fa tos, pois os me
smos já foram
comentados em
livros
ser espí rita, foi consider ada “obra do dem
ônio”;
bio
gráficos (ou arti gos) sobre Dival
do, os quais pode
m ser consultad
os por
em
1
948, recebeu in
júrias e cuspar
adas no
qu
em queira. Menci
oná-los-emos to
picamente só par a registrar.
árias vezes prov enientes de pess
oas que,
ALGUM
AS PERSEGUI
ÇÕES E INCOM
PREENSÕES
rosto v
quando
sabiam de su
a condição esp
írita, o
Que este
s testemunhos m
arcantes na vida
de Divaldo não
visem
conside
ravam endemon
inhado
e
por
isso
se
en
grandecê-lo, mas
servir de estímu
r-se de que em
lo
e coragem aos
médiuns novato
s,
que
negava
m a prestar-lhe
auxílio
em fa
vor
das
de
vem conscientiza
um mundo de e xpiações e prova
s
não
criança
s órfãs de que ele
começava a cui
dar;
de
vemos esperar b enesses em noss
o favor, mas sim
lutas e testemu
nhos,
• por m
ais de trinta anos
, Divaldo sofreu
o assédio de um
Espírito, desafet
o
qu
e traduzem a par te que nos cabe e
que merecemos
, em virtude da
Lei de
do pas
sado, que queri a destruí-lo, e
que criou inúm
eras situações d
e
ão e Reação (col he-se o que se pl
anta). Então exe mplifiquemos:
ngimento tentand
o até matá-lo. R
esignado, Divald
o nunca se abate
u
• desde
miliares e no trab
a adolescência
alho foi conside
ação de sua me
até a fase adult a, por muitos a
migos,
constra
com es
sa
influência ne gativa, mas cont
inuou otimista e
e
fa
rado como doen
te mental e louc
o, em
um dia, s
em o saber,
Di
fun
ção da manifest
diunidade, que n
inguém compre
endia,
divulga
Mansão
encerra
acolhid
ção espírita. At é que
ez com que o Es
m sua missão d
valdo acolheu n
pírito perturbado
nhecera no beb
a
um bebê achad o no lixo, o que f
r
OB
RIGADO
GERALD O
ch
egando várias ve zes quase a ser in
ternado;
sse seu instinto
de
perseguiçã o,
porque
reco
ê
o a reencarnação
do Espírito da pr
Éramos fe lizes, como f
elizes eram a s oportunidad
es
Washi
ópria mãe.
n gton Luiz Nog
u eira Fernand e
s
Fonte: Jorna
l Mundo Espírit
a ­ Agosto/200
7
de
ouvir
o
nos so
mais
flue
nte
orador.
Sorriso
fácil
e
Boletim
Esperança – Página 5
E M DEFESA DO AUTIS TA: 02 DE ABRIL – DIA P ROGRAMA ÇÃO DA
E M DEFESA DO AUTIS TA: 02 DE ABRIL – DIA P ROGRAMA ÇÃO DA
E
M DEFESA
DO AUTIS
TA: 02 DE
ABRIL –
DIA
P ROGRAMA ÇÃO DA CA SA
2ª Feira (20 :00 às 21:00)
M
UNDIAL D
A CONSC
IENTIZAÇ ÃO AUTIS
TA
P ALESTRAS DOUTRINÁR IAS: LIVRO D OS ESPÍRIT OS
N
a
luta em de fesa do autist
a,
do que
Deus
colocou em
orcionar senão
ças nessa cond
meus braço
s,
motivada p elo filho ama
posso des tacar a vonta
de
de
0 3/05 – Jânio
Sales
prop
a
cura, pelo
ição e de seus
menos minimi zar o sofrimen
familiares.
to
das
crian
1 0/05 – Claudi a Passarelli
Questõ es 330 a 336
Quest ões 337 a 343
P
artindo do pr incípio de qu
e
nada é por
acaso, não é
,
com
1 7/05 – Josué Bezerra
Questõ es 344 a 350
certe
za,
por acaso q
ue
estou aqui,
às
voltas com
um filho auti
sta que
já pa
ssou por vári
as
fases, da a
gressividade
ao desinteress
e
pela
2 4/05 – Jair Ce sário
Questõ es 351 a 360
vida,
o
mutismo tot
al,
a depressão
e
outras tanta
s
3 1/05 – Ana G uimarães
LIVRE
A
o
perceber a
acesso
ao tr
atamento, ente
grande dificuld
ndi o que De
ade que as fa mílias têm de
us desejava d e mim, que to
masse
3ª Feira
inicia
tivas.
A
liei-me à AD EFA, Associaç
ão em Defesa
do Autista, f
undada
O EVAN GELHO SEG UNDO O ESP IRITISMO
por E
loah e Juceli,
mãe e avó e
xtremosas, qu e são hoje val
orosas
(14:50 às 15:25)
comp
anheiras
no
movimento
em
prol
do
autista e de
seus
0 4/05 – Teresa
Cap. 0 5, item 20
famil
iares. Ulisses
eus 10 anos
da
Costa Bati
sta é outro no me que vale d
estacar
por s
de
luta, soma
ndo conosco
o
desejo ime
nso de
1 1/05 – Gianni na Laucas
Cap. 0 5, item 21
muda
r
a realidade d
o
autismo no
Brasil.
A
final, o que
fazemos? Alé
m
de realizar
audiências p
úblicas
1 8/05 – Rafael Pinho
Cap. 0 5, item 22
para
discutir o assu
nto, projetos
de
leis estadu ais e federais (
que já
2 5/05 – Helena
Alves
Cap. 0 5, item 23
estão
tramitando e , com fé em
Deus, serão a provadas), bus
camos
médi
cos, psicólogo
s,
fonoaudiólo
gos e outros
aliem ao mo vimento para
profissionais d
tratar dos qu
a
área
REUN IÃO MEDIÚN ICA (20:00 à s 21:00)
biom édica que se
e
não
5ª Feira (19 :30 às 21:00)
pode
m
arcar com
os
custos do
tratamento. A
derimos tamb
ém ao
DIA
MUNDIAL
DA CONSCI
ENTIZAÇÃO
AUTISTA –
2
de
ESTUDO DO LIVRO
abril.
traba
laço
que
lham com essa
azul no peito
“Para
o
preconceit
o
diminua, o
s
profissionai
s
que
“ATUALI DADE DO PE NSAMENTO ESPÍRITA”
s crianças usa
o
o mês de ab
ril, um
para que, cada
m, durante tod
vez que for
perguntado o
motivo
0 6/05 – Vanes sa Laucas
da fa
ixa, eles expli quem um pouc
o
mais da doe nça” (globo.co
m).
R
ecentemente, Dr. Javier Sal
vador Gamarra
, médico hom
eopata
1 3/05 – Jair Ce sário
e
ora
dor espírita d
e
Curitiba, e
stendeu suas
generosas mã
os em
2 0/05 – Gianni na Laucas
direç
ão
à ADEFA, prontificando-
se
a ajudar ess
as
crianças.
A
ADEFA real izou, nos dias
5 e 6 de abril
, outra audiên
cia no
2 7/05 – Cláudi a Passarelli
audit
ório da Defe nsoria Públic
a
do Estado
do
Rio de J
aneiro.
Cont
esença do nos
Sábado (8 :30 às 15:00)
na li
amos com a pr
nha de frente,
so querido Sa ulo Laucas, qu e vem
abrilhantando nosso movim
ento. Saulo é
tenor,
ESCOLA D E ESTUDOS ESPÍRITAS
ESPERANÇA
autist
a, cego, estu
dante da Esc
ola de Músi ca da Univer
sidade
Fede
ral
do Rio de J
aneiro (UFRJ
) e um exempl
o
de superaçã
o. Não
D A ESCOLA ESP ERANÇA PAR A VOCÊ
hesit
a
em se apres
prop
orcionando esp
entar para no
erança a tanta
s
auxiliar, ca tivando o púb lico e
POEM AS INFANTO- JUVENIS
s famílias.
Berenic
e Piana de
Piana
AS MÃES
(“Nã
o venci todas as v ezes que lutei. Mas
perdi todas as vez es que deixei de lu
tar”.)
A
s mães encant am a todos pel a sua limpeza,
E
outros
elas sempre quere m agradar
EX PEDIENTE
Pr
ocuram o bem
do filho com o o do pai tam bém.
Dire ção do Jorna l: Rafael Rod rigues
A
s mães també m brigam, mas é por uma bo a causa,
Sec retária: Regin a Celia
El
as não querem
agredir o filh o para não ma goá-lo.
El
as sofrem mui to quando o fi lho nasce, ma s tem sua bele za.
Re visora: Gianni na Laucas
É
por isso que c omemoramos: todo dia é dia das mães,
Col aboradores:
P
or seu amor e
beleza interna, como é bom t er mãe!
Ana Gui marães
“Geraldo
Guimarães”
A
gradeça a Deu s quem tem u ma porque, se m ela, é só trist eza.
Vanessa Bianca
Flávia Vi eira
FELIPE LAUCAS (08 A NOS)
Rita Pon tes
Júlia Soli no
DIR EÇÃO DA IN STITUIÇÃO
Pre sidente: Jura ndyr Paulo
GR
UPO ESPÍ RITA CAM
INHO DA E
SPERANÇ
A
Vic e-presidente: “Geraldo Gui marães”
Ru
a Aristides
Lobo, 51
Sec retária: Vane ssa Bianca
Rio
de Janei ro/RJ
CE
– Rio Co
P.: 20.250
mprido
-450
Tes oureiras: Cris tiane Drumm ond e Cláudia Passarelli
Te
l.: (21) 250
4-8512

Boletim

Esperança – Página 6