B ole ti m
Es p era n ça
Info rme de E studos Es píritas, RJ , Ano II, N . 13
M AIO, 2010
Boletim
Esperança – Página 1
PERFIL
DE MÃE
Neste mês, c onsagrado às m ães, homenagea mos especialme nte
|
a |
m atriarca do Ca minho da Espe rança, Ana G uimarães, a |
mãe |
|
exem plar que orien ta e norteia n ossos caminhos , na trajetória evolu ção espiritual. |
da |
|
Mãe de todo s, ela não perde oportunidade d e apontar a direç ão,
as
asser tividades. Avessa a pu blicidades efêm eras, Ana Guim arães sempre a giu com a coerência de u ma autêntica es pírita. Muitas v ezes, ela abdica do
os
fazen do os acertos
necessários, c orrigindo falha s e aprovando
seu p apel de dirige nte para, na in timidade da Ca sa, privar com
colab oradores, com partilhando seu s momentos e speciais, deixa ndo
aflor ar a emoção e os
Virtuosa, re sistiu, com cor agem, ao proc esso de pós-m orte
quem conviveu por
44 an os, e recolheu-s e no aconchego da Mansão do Caminho, priva ndo
do re cato e do confor to amigo do seu
logo reconfortar-se e recompor a sua jornada.
em
algun s momentos de sensibilidade, r evelou passage ns do seu “arqu ivo
confi dencial”, abrind o o baú das le mbranças, de su a infância aos d ias
histórias e ca rtas
troca das, com o e ntão noivo G eraldo, cujo t eor, de conte údo
doutr inário, mais par ecia com as epís tolas de Paulo
Somos grato s por termos o privilégio de te stemunhar e pri var
de tã o raros moment os da história do Caminho da Es perança.
Mãe, Avó, Am iga
incon dicional, rece ba os sentim entos sincero s e a gratid ão,
impr egnados no con sciente coletiv o desta Casa q ue a tem com o a
grand e mãe.
de
"Don a Ana", é porq ue, no dicionári o de nosso cora ção, "Dona" se faz
sinôn imo de "Mãe". E, em nosso
pois, como filhos de seu coração, no s reencontramo s sob a chancela de
seu o lhar amoroso.
mãe da esperan ça,
Guimarães, Esp írita, Mulher,
de h oje, sensibilizan do a todos os
irmão de fé, D ivaldo Franco, p ara
física do querido esp oso Geraldo G uimarães, com
sentimentos de amor e de saud ades.
De volta ao
Caminho da
Esperança, fort alecida na fé,
presentes com
Apóstolo.
Ana Jaicy
Rita Pontes
Se a chama mos carinhosam ente, e com pro fundo respeito,
caso, a Mãe s e fez Sogra, a
– Ana,
voc ê
é
a
mãe da
Sogra se fez M ãe,
Cristiane, Ric a rdo e Luís Feli p e.
nossa casa,
porta nto, de toda a fa mília Esperança . Nossa eterna gratidão e carin ho. Deus lhe ab ençoe a vida.
– Ana, você
Zezé S i lva
ocupa, em me u coração, o lu gar da minha m ãe.
Nas t ristezas, alegria s, nos erros e ac ertos, você está sempre presente .
Marilene Pa u lo
todos os instan tes,
valor iza as nossas
dificu ldades. Você é a mãe e avó da s nossas almas, dando-nos força s e exem plos para busca rmos a felicidad e. Que a nossa gratidão se trad uza
em v otos de alegria e paz.
Rose, Túlio, Lívia e Lú cio
conquistas e e stimula na sup eração das nos sas
Da filha do c oração,
– Ana, ama r é a sua natur eza. Amiga de
|
O |
sor riso aquece, |
Vive o espiritismo, |
|
|
O |
ab raço conforta, |
Nessa |
longa jornada, |
|
A |
pal avra enriquece, |
Esvaz iando o abismo , |
|
|
O |
ex emplo exorta. |
De pa rada em parada . |
|
Regina Celia e Rafael Rodrig u es
COL UNA DO
CAMIN HO
P ROJETO IM
AGEM <www. projetoimagem. com.br/default. asp>
E COLOGIA E
ESPIRITISM
O <www.mund osustentavel.co m.br>
variam
d o
Trigueiro, con heci-
do apresent ador do “Jorna l das
Dez” da Gl obo News, la nçou recentement e um livro sob re os
que
existem entr e o Espiritism o e a
“Se a ci ência
Ecologia.
ecológica o ferece um a mplo
de observ ação,
espectro
muitos pont os em comum
André
interligando
micro
ao
si stemas que m acrocosmo, o
ol har na dire ção do pl ano invisível ,
Espiritismo d esdobra esse
|
al argando eno rmemente o |
campo |
de |
|
|
in vestigação”. |
Segundo Tr igueiro, |
“são |
|
|
ta ntas as afin idades, que |
certas obra |
||
es píritas poderi am perfeitam ente embasa r al guns postulad os ecológicos” .
NAS CERAM GUSTA VO E ANA LUY SA Nasc eu, no dia 28 d e março, a AN A LUYSA, filhin ha de
Luili e
A co luna comunica
GUS TAVO, netinho d os nossos dilet os amigos, Alme rinda
que nasceu n o dia 10 de a bril o
Maysa. PARAB ÉNS AOS PAIS !
e Rob ertson. PARAB ÉNS AOS AVÓS CORUJAS!
GRA CINHA E ALIN NE NO CORAL DA UFF
|
Nossas |
queridas |
|
a migas Alinne |
e Gracinha |
|
o se apresen tar, com o C oral da U niversidade ir |
|
|
Fl uminense, no |
dia 26 de |
m aio, às 18h 30min, no
C entro Cultural
F ederal, na Av. Rio Branco
nº 241, RJ. Pres tigiem!
da Justiça
SOLIDARI EDADE ÀS VÍT IMAS DAS CH UVAS NO RIO
AJUDE
as vítimas da s chuvas no
RJ, com remé dios,
al imentos e doa ções em dinhe iro:
U PI SUZANA W ESLEY S upervisora: Ro senilda Carval ho de Souza E strada do Mato Alto, 215 RJ- RJ - 23036-15 0 T el.: (21) 3156-6 468 F ax: (21) 3316-3 569 E- mail: upi.suza nawesley@lfc. org.br
F EB PRESENTE EM AUDIÊNC IA PÚBLICA N O SENADO
Com a p resença de re presentantes e spíritas, católi cos e
Senado Fede ral, a
A udiência Públic a para discuss ão e reflexão d o tema “Garant ias e
exercício da c rença e dos c ultos
apoio da FE B ao
que tem por o bjetivo harmoni zar e
Pr ojeto de Lei nº
de mocratizar a di scussão sobre a legislação rel igiosa.
pr otestantes, oc orreu no dia 2 8 de abril, no
di reitos fundame ntais ao livre
re ligiosos”. Nest or João Masot ti manifestou o
160 de 2009,
Boletim
Esperança – Página 2
ECOS
DA AMÉRI CA DO NO RTE:
C OMO SER E SPÍRITA E M PAÍS EST RANGEIRO
Moro nos Es tados Unidos, e m Salt Lake Ci ty, Estado de Ut ah,
|
há 1 1 anos. Quando |
aqui chegamo s, nossa famíli a era composta |
de |
|
cinco membros: eu, |
meu marido e tr ês filhos, todos espíritas. Hoje, dos |
|
dois filhos casados, u m deu-nos três lindas netas que , na verdade, sã o a
alegr ia de nossas vid as.
Como não h á centros espírit as nessa cidade , pois a maioria da popu lação daqui é m órmon, a única forma que enco ntrei de me ma nter
em a lguma atividade
no la r uma vez por s emana. Dessa a tividade, muitas vezes, minha n ora
e as c rianças particip am. As pequena s já sabem orar em português e até
o
leem e comentam
espírita foi seg uir fazendo o c ulto do Evange lho
pequenos trech os de “O Eva ngelho segundo
Espir itismo”, sob a n ossa orientação.
um ano, meu s familiares qu e vivem no Br asil
insist iram para que e u escutasse a R ádio Rio de Jan eiro, porque ele s a
consi deram um verd adeiro centro es pírita on-line po r 24 horas. Emb ora
eu nã o tivesse dado
a Rá dio pela Intern et. Surpresa: fo i a maior alegr ia de minha vi da! Entã o, ocorreu um fa to que passo a r elatar.
um depósito d e nome Wareho use, com produ tos
de be leza e tratamen to de pele. Meu departamento s e chama Invent ory
muito crédito a isso, resolvi ate ndê-los, acessa ndo
Há cerca de
Trabalho em
Cont rol (IC) e minh a posição é a
de auditoria (A udy). Somos d uas
|
audit oras, Marlene, h ondurenha que está aqui há 22 anos, e eu. Ela |
fala |
|
espan hol e inglês, m as me pede par a conversarmos em português, |
que |
ela e ntende, pois afi rma amar o Br asil, embora nu nca tenha visit ado
|
nossa |
pátria. Curioso é que essa ami ga tem o nome de minha cunha da, |
|
|
suas |
filhas se cham am Vanessa e C arol (nomes d e minha irmã e |
de |
|
marido se cham a Mário (nome |
de |
|
|
minh a nora respecti vamente), seu meu filho), seus irmã os se chamam Giannina e Mar co Túlio (nomes de |
||
meus irmãos) e sua c unhada se cham a Rose, como a minha cunhada.
|
Durante o e xpediente, com o trabalhamos |
ao computador, |
eu |
|
|
passe i a acessar a |
Rádio Rio de Janeiro para o uvir parte de |
um |
|
Certo dia, eu e stava fazendo is so,
a a escutá-lo ju nto
comi go. É interessa nte observar q ue, nessa ativ idade profissio nal,
Ao
expli car-lhe, ela se
quan do Marlene pe rguntou-me de
progr ama nos interva los do trabalho.
que
program
se
tratava.
interessou tam bém e passou
lidam os com número s e precisamos apresentar muit a produção, ma s o
fato de ouvir a Rád io jamais preju dicou nosso re ndimento. Os d ias
ficara m leves, apesar do trabalho pes ado.
Sempre escu tamos palestras de Divaldo Fra nco, Raul Teix eira
vezes, ao ouvi- los
duran te nossas ativid ades, minha am iga faz uma pa usa no serviço, por
um b reve instante,
“Trab alhe para evitar mos problemas !”.
também os pr ogramas: “Cam inho do Senh or”,
“Crô nicas de Famíli a”, “Debate na
na P enumbra”, “Me ditação: evocaç ão da Ave-Mari a” e “Prelúdio de
Rio”, “Educar p ara crescer”, “ Luz
estado de gra ça. E eu a ale rto:
e Em anuel Cristiano . Engraçado é
que, algumas
e diz estar em
Escutamos
|
paz”. |
Marlene se tor nou espírita por causa da Rádio RJ. |
|
|
Certa sexta- feira, eu estava escutando a Na dja do Couto V alle |
||
|
que, |
no intervalo de sua fala, coloco u uma música |
que cantávamos no |
Grup o Espírita Andr é Luiz, localiza do na Rua Jiqu ibá, no Maraca nã,
tão querida, o nde
colab orei na confecç ão das refeiçõe s da Escola Ga maliel, nas man hãs
de do mingo, por ape nas 10 anos. Aq uela música me transportou par a o
Bernardo e M ário
transi tando pelos esp aços benditos d esse grupo de a mor. Quero agrad ecer à direção d a Rádio Rio de J aneiro, que está de
parab éns, pela excel ente programaçã o espírita, pois a escuto das 4: 30h da m anhã até às 15:0 0h. E, enquant o estamos no tra balho, meu mar ido
e eu
os
amig os sinceros do
André Luiz, que , eu sei, estiver am sempre ora ndo
por n ós, como Anin ha, Aparecida,
são
do Grupo Espí rita
espiri tual), Maria L uíza, Denise, M ilton, Nadja
tanto s amigos do co ração
Cami nho da Esperan ça. Que possa mos todos junto s divulgar a Rá dio
Rio de Janeiro, por que eu aqui, ap esar de ter pou cos amigos, es tou
Rio
de Ja neiro.” Muita pa z!
Adri a na Laucas Imb ico
semp re recomendand o a qualquer u m que aparece:
RJ.
As lágrimas rol aram de sauda des desta casa
passa do e revi meu s filhos pequen os Guilherme,
deixamos o rádi o de casa ligado por todo o dia.
Nesta oport unidade, deixo
e aos
meu abraço ca loroso a todos
Colares (que j á retornou à pá tria
nossos amores
ó, meu Deus,
“Ouça a Rádio
L IVRO DO MÊS :
CARTAS DE
UMA MOR TA
(Da. MARIA JOÃO DE DEU S) Cartas de uma Morta é a única obra
Deus, espírito
de Da.
Maria João de
abnegada mãe zinha de Franc isco Cândido X avier.
Quando o méd dium falava de
olhos se enter neciam e seu c oração, já tão g rande,
sua progenitora , seus
que foi na T erra, a
|
agigantava-se |
mais, dentro |
das recordaçõ es da |
|
distante menin ice em Pedro |
Leopoldo (MG ), sua |
|
terra natal. D izia Chico X avier que as
os complexos
criatura, dest errando-a, por
zonas
inferiores do p lano espiritual não se encontra m tão
do dedicado am or de de culpa agrav am os força do meca nismo
umbralinas, lá c hega o carinho materno, e usa ndo de
to dos os recursos que lhe faculta seu elevado sen timento, colhe e m seu re gaço os seus filh os, afastando-o s para lugares d e refazimento e paz.
Leia-Participe -Medite-Divulg ue!
ca stigos de cada di vino, às zonas
m ãe. No moment o exato em que
re pletas de sofre dores, unicamen te em virtude
BUDA E O MATERIAL ISMO
Há
de
certa
feita, um dis cípulo pergunt ou a Buda o que mais o surpre endia
na huma nidade
ele
respondeu:
Porque perd em a saúde
para
juntar dinhei ro, depois pe rdem
relat
os
que,
e
"Os
hom ens
|
dinheiro |
p ara recupera r a |
|
saúde. |
|
|
E |
p or |
pens arem |
|
ansiosament e no |
fu turo, |
|
esquecem d o presente d e tal
|
forma que |
acabam |
por |
não |
|
|
viver nem o futuro. |
presente ne m o |
|||
|
E |
vivem |
como se n unca |
||
fossem mo rrer
e mo rrem
|
como se |
nunca tive ssem |
|
vivido." |
|
MÊS
A NIVERSARI ANTES DO
DATAS
IMPORTAN TES DO MÊS
DE MAIO
"mesas
gi rantes". 05 /05/1927 – Nasc imento de Dival do Pereira Franc o em Feira de S antana, B A.
08 /05/1955 – Alla n Kardec assiste
ca sa de Mme. Plain emaison. 12 /05/1996 – Ideal izada por Alama r Régis Carvalh o, é iniciada a Pr imeira Se mana Espírita d e New York, real izada pelos USU S (United Spiri tist of
th e United States) com apoio do Al lan Kardec Spiri ist Center – NY, USA.
23 /05/1889– A FE B realiza a pri meira reunião pú blica de estudo Li vro dos Espíritos " – Rio de Janeir o, RJ. 26 /05/1861 – Nasc imento de Améli a Rodrigues, em Santo Amaro, B A.
de "O
à primeira com unicação mediún ica na
01 /05/1855 – Kard ec assiste, pela
primeira vez, os fenômenos das
Boletim
Esperança – Página 3
|
emp regados mor arem no parq ue, onde tud o é adaptado |
para |
||||||
|
eles. |
Várias |
en tidades |
prote staram |
cont ra |
esse |
tipo |
de |
anões partic ipem
da v ida comum.
Esta reportag em vem ao e ncontro do e studo socioló gico que se tem desen volvido às qu intas-feiras e m nosso Cam inho
da E sperança. O
livro “Atuali dade do Pen samento Espí rita”,
segr egacionismo, já que ele i mpede que os
“ O CENTRO ESPÍRITA”
As vibraç ões dissemin adas pelos
um
dos seus tu telares invisí veis;
ambientes de
Cent ro espírita, p elos cuidados
|
os fl uidos úteis, |
necessários |
aos variados quão delic ados |
||
|
traba lhos que ali |
se devem |
processar, d esde a cura |
de |
|
|
enfer mos até a |
conversão |
de |
entidades |
|
|
sofre doras e até |
mesmo a orat ória inspirada desencarn adas pelos instrut ores |
|||
espir ituais, são el ementos ess enciais, mesm o indispensá veis
psic ografado por Divaldo Fran co, trata do a ssunto dos g uetos mod ernos com b astante lucide z por parte d o Espírito Vi anna
|
de |
Carvalho, elu cidando que, |
apesar dos |
discutidos dir eitos |
|
hum anos, é la mentável q ue ainda |
existam bo lsões |
||
segr egacionistas
tend ências e prefe rências, entre outros.
o espaço, a ntes fechado , da
mostrando q ue a
pop ulação terráqu ea está subm etida ao pro cesso de evol ução cont ínua e ininter rupta. Nada a assustar, pois o próprio ho mem com eça a revoluc ionar o pensa mento tacanh o do separati smo, com o gritou a vo z da senhora Kênia Pottes , responsável pela
imo rtalidade da
indivíduos p elos seus lim ites,
dividindo os
Espírita abre
A Doutrina
alma e da r eencarnação,
Ass ociação Gent e Pequena do anõe s.
Jesus, afirm ando que di a virá em qu e os
hom ens amar-se- ão como verd adeiros irmão s.
V anessa Bia nca
VINÍ CIUS GUIM ARÃES CAP ELLI GANHO U UMA MED ALHA DE O URO NA OLIMPÍAD A BRASILE IRA DE MA TEMÁTICA
MATEMÁT ICA
DA S ESCOLAS
cria ndo um ambie nte estimulan te para o estu do da Matem ática entr e alunos e pro fessores de to do o país. Voltada pa ra a escola p ública, seus estu dantes e prof essores, a OB MEP tem o
Brasil, ON G que defend e os
F icamos com
A OLIMP ÍADA BRA SILEIRA DE
PÚBLICAS ( OBMEP) é u m projeto que vem
|
a ce rta série de |
exposições |
movidas p elos |
obreiros |
da |
|
|
Imort alidade a |
serviço |
da |
Terceira R evelação. E ssas |
||
|
vibra ções, esses |
fluidos |
es |
pecializados, muito suti s e |
||
sens íveis, hão-d e conserva r-se imacul ados, porta ndo, intac tas, as virtude s que lhes s ão naturais e indispensávei s ao
se
mesc larão de imp urezas preju diciais aos m esmos trabal hos,
dese nrolar dos t rabalhos, po rque, assim
não
sendo,
por a nularem as s uas profunda s possibilidad es. Daí porq ue a
da
nas assembl eias
espír itas, onde ja mais deverã o penetrar a
incon sequência, a maledicência
o mu ndanismo, o ruído e as ati tudes menos graves, visto que
o mercantilis mo e
e a
Espir itualidade e sclarecida r ecomenda, a os adeptos
Gran de Doutrina , o máximo
respeito
e a intriga,
frivolidade
|
estas |
são man ifestações |
i nferiores |
do caráter |
e |
da |
||
|
incon sequência |
humana, |
cu jo magneti smo, |
para |
tais |
|||
asse mbleias e, p ortanto, para
perm ite, atrairá b andos de ent idades hostis invis vel, que virã o a influir no os trabalhos
pont o que poderã o adulterá-los
que
Espir itualidade ilu minada e benf azeja.
a agremiaçã o que tais co isas
e malfeitora s do
a tal
ou impossib ilitá-los, uma vez
a
posteriores,
tais
ambie ntes
se
tor narão
incom patíveis com
seus
de
ment es respeitos as, de coraç ões fervoroso s, de aspira ções
para
futilid ades e de preciações; o nde, em v ez do garga lhar
de
acla mações e lou vores inébitos , se emitam forças telepát icas
onde, em ve z de
diver tido, se prat ique a prec e; em vez
eleva das; onde a
frequ entadores, e ncarnados o u desencarna dos, irradiem
Um Cen tro Espírita
onde as vibr ações dos
palavra emi tida jamais s e desloque
de estrépitos
à pr ocura de ins pirações feliz es; e ainda
cerim ônias ou pa ssa-tempos m mundanos, co gite o adept o da
|
com os seu s mortos am ados ou os |
seus |
||||
|
um |
Centro |
assim, |
fiel |
observador |
dos |
|
início pelos |
organizadore s da |
|
|
da |
confiança |
da Espiritualid ade |
com promisso de
com unhão mental
espirituais,
com o valor maior no ensino pú blico. Suas
guias
ativi dades vêm
da
para o desenvolvi mento do Bra sil.
dispo sitivos recom endados de filoso fia espírita, s erá detentor
de organiza ções em seus reci ntos,
subli mes empreen dimentos, qu e honrarão o s seus dirige ntes
escla recida, a qua l o elevará à dependência
mod elares do Esp aço, realizan do-se então,
dois planos
como casas
dos
beneficentes , ou
as
seja,
para norm as ou prát icas
extra vagantes o u inapropri adas, serão , no Esp aço, cons iderados mer os clubes ond e se aglomer em aprendize s do Espir itismo em ho ras de lazer.
da Vida. So mente esses , portanto, s erão
regis trados no Al ém-Túmulo
temp los do Amo r e da Frat ernidade, ab alizados para melin drosas exper iências espíri tas, porque o s demais, ou
aque les que s e desviam
Bezerra de Mene zes
obsessão. [P elo Espírito Be zerra
PERE IRA, Yvonne
A. Dramas da
de M enezes]. 4. ed. Federação Esp írita Brasileira, 1981. p. 145-14 7.
Boletim
Esperança – Página 4
Boletim
Esperança – Página 6
Bien plus que des documents.
Découvrez tout ce que Scribd a à offrir, dont les livres et les livres audio des principaux éditeurs.
Annulez à tout moment.