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o É trabalho pioneiro.

Prestação de serviços com tradição de confiabilidade.


anglo Construtivo, procura colaborar com as Bancas Examinadoras em sua
resolve tarefa de não cometer injustiças.
Didático, mais do que um simples gabarito, auxilia o estudante no
processo de aprendizagem, graças a seu formato: reprodução de cada
questão, seguida da resolução elaborada pelos professores do Anglo.
No final, um comentário sobre as disciplinas.

a prova A 2ª- fase da Fuvest consegue, de forma prática, propor para cada car-
reira um conjunto distinto de provas. Assim, por exemplo, o candidato
da 2ª- fase a Engenharia da Escola Politécnica faz, na 2ª fase, provas de Língua
da FUVEST Portuguesa (40 pontos), Matemática (40 pontos), Física (40 pontos) e
Química (40 pontos). Já aquele que pretende ingressar na Faculdade
de Direito faz somente três provas: Língua Portuguesa (80 pontos),
História (40 pontos) e Geografia (40 pontos). Por sua vez, o candidato
a Medicina tem provas de Língua Portuguesa (40 pontos), Biologia
(40 pontos), Física (40 pontos) e Química (40 pontos).
Vale lembrar que a prova de Língua Portuguesa é obrigatória para
todas as carreiras.
Para efeito de classificação final, somam-se os pontos obtidos pelo
candidato na 1ª- e na 2ª- fase.
A tabela seguinte apresenta todas as carreiras, com o número de vagas,
as provas da 2ª- fase, acompanhadas da respectiva pontuação.

Código: 83542406
FUVEST — TABELA DE CARREIRAS E PROVAS

ÁREA DE BIOLÓGICAS ÁREA DE HUMANAS


PROVAS DA 2ª FASE E PROVAS DA 2ª FASE E
CÓD. CARREIRAS VAGAS RESPECTIVOS NÚMEROS CÓD. CARREIRAS VAGAS RESPECTIVOS NÚMEROS
DE PONTOS DE PONTOS
400 Ciências Biológicas – São Paulo 120 P(40), Q(40), B(40) 200 Administração – São Paulo 210 P(40), M(40), H(40), G(40)
402 Ciências Biológicas – Piracicaba 30 P(40), Q(40), B(40) 202 Administração – Ribeirão Preto 105 P(40), M(40, H(40), G(40)
403 Ciências Biológicas – Ribeirão Preto 40 P(40), Q(40), B(40) 203 Arquitetura – São Paulo 150 P(40), F(20), H(20), HE(80)
404 Ciências da Atividade Física – USP – LESTE-SP 60 P(40), F(40), B(40), H(40) 204 Arquitetura – São Carlos 30 P(80), H(40), HE(40)
405 Cências dos Alimentos – Piracicaba 40 P(40), B(40), Q(40) 205 Artes Cênicas (Bacharelado) 15 P(40), H(40), HE(80)
406 Educação Física 50 P(40), F(40), B(40), A(40) 206 Artes Cênicas (Licenciatura) 10 P(40), H(40), HE(80)
407 Enfermagem – São Paulo 80 P(40), B(40), Q(40) 208 Arte e Tecnologia – USP – LESTE-SP 60 P(40), H(40), F(40)
408 Enfermagem – Ribeirão Preto 80 P(40), B(40), Q(40) 209 Atuária 50 P(40, H(40, G(40, M(40)
409 Engenharia Agronômica – Piracicaba 200 P(40), M(40), Q(40), B(40) 220 Biblioteconomia 35 P(40), H(40)
420 Engenharia Florestal – Piracicaba 40 P(40), M(40), Q(40), B(40) 222 Ciências Contábeis – São Paulo 150 P(40), M(40), H(40), G(40)
422 Esporte 50 P(40), HE(40),B(40), Q(40) 223 Ciencias Contábeis – Ribeirão Preto 45 P(40), M(40), H(40), G(40)
423 Farmácia – Bioquímica – São Paulo 150 P(40), F(40), Q(40), B(40) Ciências da Informação e da Documentação
224 40 P(80), H(40), G(40)
424 Farmácia – Bioquímica – Ribeirão Preto 80 P(40), Q(40), B(40), F(40) (Bacharelado) – Ribeirão Preto
425 Fisioterapia – São Paulo e Ribeirão Preto 65 P(40), F(40), Q(40), B(40) 225 Ciências Sociais 210 P(40), H(40), G(40)
426 Fonoaudiologia – São Paulo 25 P(80), F(40), B(40) 226 Ciências Econômicas – Piracicaba 30 P(40), M(40), H(40), G(40)
427 Fonoaudiologia – Bauru 40 P(40), F(40), Q(40), B(40) 227 Audiovisual 35 P(40), H(40), HE(80)
428 Fonoaudiologia – Ribeirão Preto 30 P(80), F(40), B(40) 228 Design 40 P(40), H(20), F(20), HE(80)
429 Gerontologia – USP – LESTE-SP 60 P(40), M(40), B(40), H(40) 229 Direito 460 P(80), H(40), G(40)
430 Licenciatura em Enfermagem – Ribeirão Preto 50 P(40), B(40), H(40) 230 Economia – São Paulo 180 P(40), M(40), H(40), G(40)
Medicina (São Paulo), Ciências Médicas 232 Economia Empresarial e Controladoria – Ribeirão Preto 70 P(40), M(40, H(40), F(40)
432 375 P(40), F(40), Q(40), B(40)
(Ribeirão Preto) e Santa Casa 233 Economia – Ribeirão Preto 45 P(40), M(40), H(40), G(40)
433 Medicina Veterinária 80 P(40), F(40), Q(40), B(40) 234 Editoração 15 P(40), H(40)
434 Nutrição 80 P(40), F(40), Q(40), B(40) 235 Filosofia 170 P(80), H(40), G(40)
435 Nutrição e Metabolismo – Ribeirão Preto 30 P(40), F(40), B(40), Q(40) 236 Geografia 170 P(40), H(40), G(40)
436 Obstetrícia – USP – LESTE-SP 60 P(40), M(40), B(40), H(40) 237 Gestão Ambiental – USP – LESTE-SP 120 P(40), F(40), Q(40), B(40)
437 Odontologia – São Paulo 133 P(40), F(40), Q(40), B(40) 238 Gestão Ambiental – Piracicaba 40 P(40), B(40), H(40)
438 Odontologia – Bauru 50 P(40), F(40), Q(40), B(40) 239 Gestão de Políticas Públicas – USP – LESTE-SP 120 P(40), M(40), H(40), G(40)
439 Odontologia – Ribeirão Preto 80 P(40), F(40), Q(40), B(40) 240 História 270 P(40), H(40), G(40)
440 Psicologia – São Paulo 70 P(40), M(40), B(40), H(40) 242 Jornalismo 60 P(40), H(40), G(40)
442 Psicologia – Ribeirão Preto 40 P(80), B(40), H(40) 243 Lazer e Turismo – USP – LESTE-SP 120 P(40), M(40), H(40), G(40)
443 Terapia Ocupacional – São Paulo e Ribeirão Preto 45 P(40), B(40), H(40) 244 Letras – Básico 849 P(80), H(40), G(40)
444 Zootecnia – Pirassununga 40 P(40), M(40), Q(40), B(40) 245 Marketing – USP – LESTE-SP 120 P(40), M(40), H(40), G(40)
248 Oficial da PM de São Paulo – Feminino 15 P(40)
249 Oficial da PM de São Paulo – Masculino 80 P(40)
ÁREA DE EXATAS
250 Pedagogia – São Paulo 180 P(80), H(40)
PROVAS DA 2ª FASE E 252 Pedagogia – Ribeirão Preto 50 P(80), H(40), G(40)
CÓD. CARREIRAS VAGAS RESPECTIVOS NÚMEROS
253 Publicidade e Propaganda 50 P(40), H(40)
DE PONTOS
254 Relações Internacionais 60 P(80), H(40), G(40)
600 Ciências Biomoleculares 40 P(40), M(40), F(40)
255 Relações Públicas 50 P(40), H(40)
602 Ciências da Natureza – USP – LESTE-SP 120 P(40), M(40)
256 Turismo 30 P(40, H(40), G(40)
603 Computação – São Carlos 100 P(40), M(40), F(40)
Artes Plásticas 30 P(40), H(40), HE(80)
604 Engenharia Aeronáutica – São Carlos 40 P(40), M(40), F(40)
Música – São Paulo 35 P(40), HE(120)
605 Engenharia Ambiental – São Carlos 40 P(40), M(40), F(40), Q(40)
Música – Ribeirão Preto 30 P(40), HE(120)
606 Engenharia Civil – São Carlos 60 P(40), M(40), F(40)
607 Engenharia (POLI), Computação e Matemática Aplicada 870 P(40), M(40), F(40), Q(40)
608 Engenharia de Alimentos – Pirassununga 100 P(40), M(40), F(40), Q(40)
609 Engenharias — São Carlos 280 P(40), M(40), F(40)
620 Física Médica — Ribeirão Preto 40 P(40), M(40), F(40)
Física – São Paulo e São Carlos (Bacharelado), Meteorologia e
622 Geofísica, Matemática – (Bacharelado), Estatística – São Paulo, 370 P(40), M(40), F(40)
Física Computacional – São Carlos LEGENDA
623 Geologia 50 P(40), M(40), F(40), Q(40)
624 Informática Biomédica – Ribeirão Preto 40 P(40), M(40), F(40), B(40) P — Português
625 Informática – São Carlos 40 P(40), M(40), F(40) M — Matemática
626 Ciências Exatas – São Carlos (Licenciatura) 50 P(40), M(40) F — Física
627 Licenciatura em Geociências e Educação Ambiental 40 P(40), F(40), Q(40), G(40) Q — Química
628 Matemática e Física – São Paulo (Licenciatura) 260 P(40), M(40), F(40)
629 Matemática Aplicada – Ribeirão Preto 45 P(40), M(80), G(40)
B — Biologia
630 Matemática – São Carlos 55 P(40), M(40), F(40) H — História
632 Oceanografia – São Paulo 40 P(40), M(40), B(40), Q(40) G — Geografia
633 Química Ambiental – São Paulo 30 P(40), M(40), F(40), Q(40) A — Aptidão
634 Química (Bacharelado) – Ribeirão Preto 60 P(80), Q(40)
HE — Habilidade Específica
635 Química (Bacharelado e Licenciatura) – São Paulo 60 P(40), M(40), F(40), Q(40)
636 Licenciatura em Química – São Paulo 30 P(40), M(40), F(40), Q(40)
637 Química (Licenciatura) – Ribeirão Preto 40 P(80), Q(40)
638 Química – (Bacharelado) São Carlos 60 P(40), Q(40)
639 Sistemas de Informação – USP – LESTE-SP 180 P(40), M(40)
F ÍSICA

Questão 1
Uma pista de skate, para esporte radical, é montada a partir de duas rampas R1 e R2, separadas entre A e B
por uma distância D, com as alturas e ângulos indicados na figura. A pista foi projetada de tal forma que um
skatista, ao descer a rampa R1, salta no ar, atingindo sua altura máxima no ponto médio entre A e B, antes de
alcançar a rampa R2.

g R2
A R1 H0 = 8,0 m
B

h = 3,0 m

θ = 30° D θ = 30°

a) Determine o módulo da velocidade VA , em m/s, com que o skatista atinge a extremidade A da rampa R1.
b) Determine a altura máxima H, em metros, a partir do solo, que o skatista atinge, no ar, entre os pontos A e B.
c) Calcule qual deve ser a distância D, em metros, entre os pontos A e B, para que o skatista atinja a rampa R2
em B, com segurança.

NOTE E ADOTE
Desconsidere a resistência do ar, o atrito e os
efeitos das acrobacias do skatista.
sen 30º = 0,5; cos 30º ≅ 0,87

Resolução
a) Sendo o movimento do skatista um sistema conservativo, adotando-se o nível horizontal de referência
passando pela extremidade A da rampa R1 e considerando-se que no início do movimento a velocidade seja
nula: 0 0

εm = ε’m 1
⇒ mgh + mv2 = mghA + m( v A )2
1
2 2

Substituindo-se os valores numéricos dados:


1
10 ⋅ (8 – 3) = ⋅ ( v A )2 ∴ v A = 10 m / s.
2

b) Representando-se na figura dada eixos orientados:

y
g R2 R1 H0 = 8,0m
B
A
h = 3,0 m

x
θ = 30° D θ = 30°

FUVEST/2006 – 2ª- FASE 3 ANGLO VESTIBULARES


Decompondo-se a velocidade do skatista na posição A:
y
vAB (vA)x = vA ⋅ cos 30º (vA)y = vA ⋅ sen30º
(vA)y
= 10 ⋅ 0,87 = 10 ⋅ 0,5
30º (vA)x = 8,7 m/s (vA)y = 5 m/s
x (vA)x

Como o movimento do skatista, após abandonar a rampa R1 é um lançamento oblíquo, podemos associar
as seguintes equações:
Na direção x :
0
x = x0 + (v0)x ⋅ t ∴ x = 8,7 ⋅ t (1)
Na direção y :
vy = (v0)y – g ⋅ t ∴ vy = 5 – 10t (2)
g 2
y = y0 + (v0)y t – t ∴ y = 3 + 5t – 5t2 (3)
2
Sendo, na altura máxima, vy = 0:
0 = 5 – 10t ⇒ t = 0,5 s (4)
Substituindo-se (4) em (3):
y = 3 + 5 ⋅ 0,5 – 5(0,5)2 ⇒ y = 4,25 m.
c) Substituíndo-se (4) em (1):
x = 8,7 ⋅ 0,5 ⇒ x = 4,35 m.
Sendo a trajetória simétrica.
D = 2x ∴ D = 8,7 m

Questão 2
48 cm
Um gaveteiro, cujas dimensões estão indicadas no corte
transversal, em escala, representado nas figuras, possui D
G1 G1
três gavetas iguais, onde foram colocadas massas de 1 kg,
8 kg e 3 kg, distribuídas de modo uniforme, respectiva- 100 cm g
G2 G2
mente no fundo das gavetas G1, G2 e G3. Quando a gaveta
G2 é puxada, permanecendo aberta, existe o risco de o gave- G3 G3
teiro ficar desequilibrado e inclinar-se para frente.
Fechado Aberto
Figura 1 Figura 2

a) Indique, no esquema da folha de resposta, a posição do centro de massa de cada uma das gavetas quando
fechadas, identificando esses pontos com o símbolo ×.
b) Determine a distância máxima D, em cm, de abertura da gaveta G2, nas condições da figura 2, de modo que
o gaveteiro não tombe para frente.
c) Determine a maior massa Mmax , em kg, que pode ser colocada em G2, sem que haja risco de desequilibrar
o gaveteiro quando essa gaveta for aberta completamente, mantendo as demais condições.
Esquema da folha 48 cm NOTE E ADOTE
de resposta
Desconsidere o peso das gavetas e do gaveteiro vazios.
G1

G2 100 cm

G3

(Corte transversal pelo centro


do gaveteiro fechado)

FUVEST/2006 – 2ª- FASE 4 ANGLO VESTIBULARES


Resolução
a) Como as distribuições de massa são uniformes e as massas das gavetas e do gaveteiro são desprezíveis, o cen-
tro de massa de cada gaveta coincide com o baricentro das massas colocadas nas gavetas.
48 cm

G1
X

X G 100 cm
2

G3
X

(Corte transversal pelo centro


do gaveteiro fechado)

b) Na situação em que a distância D for máxima, a força normal trocada entre o chão e o gaveteiro estará apli-
cada apenas no apoio esquerdo do gaveteiro. O diagrama a seguir indica as forças que agem no gaveteiro
nessa situação.
Dmáx – 24 24 cm

Dmáx
G1
P1
G2

P2 N
G3
P3
O

Como o gaveteiro está em equilíbrio: ∑M(horário) = ∑M(anti-horário)


Escolhendo o ponto O como pólo:
P1 ⋅ 24 + P3 ⋅ 24 = P2 ⋅ (Dmáx – 24)
10 ⋅ 24 + 30 ⋅ 24 = 80 ⋅ (Dmáx – 24)
Dmáx = 36 cm
c) O diagrama das forças agindo no gaveteiro, nesse caso, está representado a seguir:
24 cm 24 cm

G1

P1
G2

P2 = Mmáx ⋅ g N

G3
P3

Escrevendo a equação de equilíbrio para o pólo O:


P1 ⋅ 24 + P3 ⋅ 24 = P2 ⋅ (24)
10 ⋅ 24 + 30 ⋅ 24 = 10 ⋅ Mmáx ⋅ 24
Mmáx = 4 kg

FUVEST/2006 – 2ª- FASE 5 ANGLO VESTIBULARES


▼ Questão 3 Motor
Um elevador de carga, com massa M = 5 000 kg, é suspenso por um cabo na
parte externa de um edifício em construção. Nas condições das questões
abaixo, considere que o motor fornece a potência P = 150 kW.
a) Determine a força F1, em N, que o cabo exerce sobre o elevador, quando
ele é puxado com velocidade constante. g
b) Determine a força F2, em N, que o cabo exerce sobre o elevador, no
instante em que ele está subindo com uma aceleração para cima de módu-
lo a = 5 m/s2.
M
c) Levando em conta a potência P do motor, determine a velocidade V2, em m/s,
com que o elevador estará subindo, nas condições do item (b) (a = 5m/s2).
d) Determine a velocidade máxima VL, em m/s, com que o elevador pode su-
bir quando puxado pelo motor.

NOTE E ADOTE
A potência P, desenvolvida por uma força F, é igual ao
produto da força pela velocidade V do corpo em que
atua, quando V tem a direção e o sentido da força.

Resolução
a) Marcando-se as forças que agem no elevador quando esse sobe com velocidade constante:

F1

Como o movimento é retilíneo uniforme, a resultante é nula (R = 0):


F1 = P = 50 000 N
b) Aplicando-se o Princípio Fundamental da Dinâmica (R = ma) quando o elevador sobe acelerado com acele-
ração 5 m/s2:

R = F2 – P
F2
ma = F2 – mg
a = 5 m/s2
5 000 ⋅ 5 = F2 – 50 000
P F2 = 75 000 N

c) Calculando-se a velocidade do elevador no instante em que a = 5 m/s2:


P = F2v2
150 000 = 75 000 v2
v2 = 2 m/s

d) A velocidade será máxima quando a força (F) exercida pelo cabo no elevador for mínima. Isso ocorrerá no
instante em que F = P, pois, se F  P, o elevador irá subir em movimento retardado.
P = F ⋅ vL
150 000 = 50 000 vL
vL = 3 m/s

FUVEST/2006 – 2ª- FASE 6 ANGLO VESTIBULARES


▼ Questão 4
Uma figura gravada em uma folha de plástico (transparência) foi projetada sobre uma parede branca, usando-se
uma fonte de luz e uma única lente, colocada entre a folha e a parede, conforme esquema abaixo.
Parede

Transparência

Fonte de luz

A transparência e a imagem projetada, nas condições de tamanho e distância usadas, estão representadas, em
escala, na folha de respostas. As figuras 1 e 2 correspondem a vistas de frente e a figura 3, a vista lateral.
a) Determine, no esquema da folha de resposta, traçando as linhas de construção apropriadas, a posição onde
foi colocada a lente, indicando essa posição por uma linha vertical e a letra L. Marque o centro óptico da
lente e indique sua posição pela letra C.
b) Determine graficamente, no esquema da folha de resposta, traçando as linhas de construção apropriadas,
a posição de cada um dos focos da lente, indicando suas posições pela letra F.
c) Represente, indicando por Bnova , na figura 2, a posição da linha B, quando o centro óptico da lente for
rebaixado em 10 cm (1 quadradinho).
NOTE E ADOTE
Todo raio que passa pelo centro óptico de uma
lente emerge na mesma direção que incide.

Esquema da folha de resposta

Parede
Figura 2 10 cm Figura 1
Figura 3 10 cm
Imagem vista
na parede Transparência

Transparência B

U S P USP

Resolução
a) e b) Vamos considerar dois pontos A e B do objeto e suas respectivas imagens A’ e B’. O raio de luz que par-
te do objeto e incide no centro óptico (C) da lente é refratado sem a ocorrência de desvio. Além disso,
todo raio de luz que, partindo do objeto, atinge a lente, paralelamente ao eixo principal, é refratado
passando pelo foco principal da lente. Assim, o esquema a seguir responde aos itens a e b da questão.

FUVEST/2006 – 2ª- FASE 7 ANGLO VESTIBULARES


Parede
Figura 2 10 cm Figura 1
Figura 3 10 cm
Imagem vista
na parede Transparência
A’
L Transparência B

B
U S P C USP

F F
A

B’

c) No esquema abaixo, C e C’ são respectivamente, a antiga e a nova posição do centro óptico da lente.
A nova posição da imagem B’ está designada por Bnova.
Parede
Figura 2 10 cm Figura 1
Figura 3 10 cm
Imagem vista
na parede Transparência

Transparência B

B
U S P C USP

C’
B

BNOVA

Questão 5
Dois tanques cilíndricos verticais, A e B, de 1,6m de altura e interligados, estão parcialmente cheios de água e
possuem válvulas que estão abertas, como representado na figura para a situação inicial. Os tanques estão a uma
temperatura T0 = 280K e à pressão atmosférica P0. Em uma etapa de um processo industrial, apenas a válvula A
é fechada e, em seguida, os tanques são aquecidos a uma temperatura T1, resultando na configuração indicada
na figura para a situação final.
A B A B

0,8 m 1,0 m 0,6 m


g
0,8 m 0,6 m 1,0 m

Situação Situação
inicial final
(T0) (T1)

FUVEST/2006 – 2ª- FASE 8 ANGLO VESTIBULARES


a) Determine a razão R1 = P1/P0 , entre a pressão final P1 e a pressão inicial P0 do ar no tanque A.
b) Determine a razão R2 = T1/T0 , entre a temperatura final T1 e a temperatura inicial T0 dentro dos tanques.
c) Para o tanque B, determine a razão R3 = m0/m1 entre a massa de ar m0 contida inicialmente no tanque B e
a massa de ar final m1, à temperatura T1 , contida nesse mesmo tanque.

NOTE E ADOTE
PV = n RT; ∆P = ρ g ∆H
Patmosférica ≈ 1,00 × 105 N/m2

Resolução
a) Observe o esquema abaixo:

Situação final

1,0 m 0,6 m
P1
h = 1 – 0,6 = 0,4 m
0,6 m (1) (2)

Como os pontos 1 e 2 estão localizados na mesma horizontal de um líquido em equilíbrio, temos:


P1 = P2
P1 = Patm + d ⋅ g ⋅ h
P1 = 1 ⋅ 105 + 103 ⋅10 ⋅ 0,4
∴ P1 = 1,04 ⋅ 105 N/m2
Assim, a razão R1 vale:
P1 1, 04 ⋅ 105
R1 = =
P0 1 ⋅ 105
∴ R1 = 1,04
b) Para o gás dentro do tanque A, temos:
P0 ⋅ V0 P1 ⋅ V1 T1 P1 ⋅ V1
= ⇒ =
T0 T1 T0 P0 ⋅ V0

T1
Fazendo as devidas substituições numéricas, obtemos a razão R2 = :
T0

T1 1⋅ S
R2 = = 1, 04 ⋅ ∴ R2 = 1, 3
T0 0, 8 ⋅ S

c) Como a razão R3 = m0/m1 pode ser obtida pela razão entre o número de mols de ar em B, então:
P0B V0B = n0 RT0B
P1B V1B = n1 RT1B

Dividindo-se membro a membro as expressões anteriores, obtemos:


T1 B V0 B
R3 = ⋅
T0 B V1 B
R3 ≈ 1,73

FUVEST/2006 – 2ª- FASE 9 ANGLO VESTIBULARES


▼ Questão 6
Imagens por ultra-som podem ser obtidas a partir da comparação entre o pulso de um sinal emitido e o pulso
proveniente da reflexão em uma superfície do objeto que se quer analisar. Em um teste de controle de quali-
dade, para conferir a espessura de uma placa de plástico, são usados pulsos de ondas com freqüência f = 1,5MHz.
Os gráficos I e II representam, respectivamente, as intensidades em função do tempo dos pulsos emitidos e dos
pulsos captados no receptor, em uma certa parte da placa.
I
Gráfico I

emissor e
receptor D
t (µs)

I
plástico Gráfico II

t (µs)
0 40 80 120 160 200 240

a) Determine o intervalo de tempo ∆t, em µs, entre os pulsos emitidos e os pulsos captados.
b) Estime a espessura D, em mm, da placa.
c) Determine o comprimento de onda λ, em mm, das ondas de ultra-som utilizadas.

NOTE E ADOTE
1µs = 10 – 6 s
1 MHz = 106 Hz
Velocidade do ultra-som no plástico = 1200 m/s.
Os gráficos representam a intensidade I em uma escala arbitrária.
Cada pulso é composto por inúmeros ciclos da onda de ultra-som.
Cada pulso só é emitido depois da recepção do pulso anterior.

Resolução
a) O intervalo de tempo (∆t) pode ser determinado pela diferença dos instantes de recepção (tR) e emissão (tE)
de um pulso:
I
Gráfico I

t (µs)
tE

I
Gráfico II

t (µs)
0 40 tR 80 120 160 200 240

∆t = tR – tE
∆t = (60 – 20) ⋅ 10– 6 = 40 ⋅ 10– 6 s
∆t = 40 µs

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b) Entre a emissão e a recepção, o pulso desloca no interior da placa (2D), logo a espessura fica determinada:
2D = v ⋅ ∆t
1200 ⋅ 40 ⋅ 10 – 6
D= = 24 ⋅ 10 – 3 m
2
D = 24 mm
c) Da equação fundamental da ondulatória (v = λ ⋅ f), o comprimento de onda do ultra-som será:
v
λ=
f
1200
λ= = 0, 8 ⋅ 10 – 3 m
1,5 ⋅ 10 6

λ = 0,8 mm

Questão 7
Na época da formação da Terra, estimada como tendo ocorrido há cerca de 4,2 bilhões de anos, os isótopos de
Urânio radioativo 235U e 238U existiam em maior quantidade, pois, ao longo do tempo, parte deles desinte-
grou-se, deixando de existir como elemento Urânio. Além disso, eram encontrados em proporções diferentes das
de hoje, já que possuem meias-vidas diferentes. Atualmente, em uma amostra de 1,000kg de Urânio, há 0,993kg
de 238U e 0,007kg de 235U, de modo que o 235U corresponde a 0,7% da massa total e tem importância estratégica
muito grande, pela sua utilização em reatores nucleares.
a) Estime a massa M238, em kg, de uma amostra de 238U, na época da formação da Terra, a partir da qual res-
taram hoje 0,993 kg de 238U.
b) Estime, levando em conta o número de meias-vidas do 235U, a massa M235, em kg, de uma amostra de 235U,
na época da formação da Terra, a partir da qual restaram hoje 0,007 kg de 235U.
c) Estime a porcentagem P em massa de 235U em relação à massa total de Urânio em uma amostra na época
da formação da Terra.

NOTE E ADOTE
A meia-vida de um elemento radioativo é o intervalo de tempo necessário para que a metade da massa
de uma amostra se desintegre; o restante de sua massa continua a se desintegrar.
Meia-vida do 238U ≈ 4,2 bilhões de anos (4,2 × 109 anos)
Meia-vida do 235U ≈ 700 milhões de anos (0,7 × 109 anos)
(Os valores acima foram aproximados, para facilitar os cálculos).

Resolução
a) A meia-vida do 238U é praticamente igual à idade da Terra. Dessa forma, a massa atual de 238U é igual à
metade do valor na época da formação da Terra. Assim, temos:
M238
0, 993 = ∴ M238 = 1,986 kg
21
b) O número de meias-vidas “n” do 235U que corresponde à idade da Terra é dado por:
4, 2 ⋅ 109
n= ⇒ n=6
0, 7 ⋅ 109
Assim, a massa da amostra de 235U foi reduzida à metade 6 vezes desde a formação da Terra. Portanto,
temos:
M235
0, 007 = ∴ M235 = 0,448 kg
26

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c) A porcentagem P em massa de 235U em relação à massa total de Urânio em uma amostra na época da for-
mação da Terra é dada por:
M235
P= ⋅ 100
M235 + M238
0, 448
P= ⋅ 100 ∴ P ≈ 18,4%
0, 448 + 1, 986

Questão 8
Uma pequena esfera, com carga elétrica positiva Q = 1,5 × 10 –9 C, está a uma altura D = 0,05 m acima da super-
fície de uma grande placa condutora, ligada à Terra, induzindo sobre essa superfície cargas negativas, como
na figura 1. O conjunto dessas cargas estabelece um campo elétrico que é idêntico, apenas na parte do espaço
acima da placa, ao campo gerado por uma carga +Q e uma carga – Q, como se fosse uma “imagem” de Q que
estivesse colocada na posição representada na figura 2.

+Q Figura 1 +Q
Figura 2

D D D acima da
placa
– – –O – – – A

D abaixo da
placa
–Q

a) Determine a intensidade da força F, em N, que age sobre a carga + Q, devida às cargas induzidas na placa.
b) Determine a intensidade do campo elétrico E0 , em V/m, que as cargas negativas induzidas na placa criam
no ponto onde se encontra a carga + Q. → →
c) Represente, no diagrama da folha de resposta, no ponto A, os vetores campo elétrico E+ e E– , causados, res-

pectivamente, pela carga + Q e pelas cargas induzidas na placa, bem como o campo resultante, EA. O ponto
A está a uma distância D do ponto O da figura e muito próximo à placa, mas acima dela.
d) Determine a intensidade do campo elétrico resultante EA, em V/m, no ponto A.

NOTE E ADOTE
F = k Q1Q2 /r2; E = k Q / r2; onde
k = 9 × 109 N ⋅ m2 / C2
1V/m = 1N/C

Esquema da folha
+Q
de resposta

D
D
O A

Resolução
a) Conforme explicado no enunciado, a força exercida pelas cargas induzidas na placa sobre a carga + Q é igual
à exercida pela imagem (– Q).

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Portanto:
Q2 (1,5 ⋅ 10 – 9 )2
F=k = 9 ⋅ 109 ⋅
(2D)2 (0,1)2

F = 2,025 ⋅ 10– 6 N
b) O campo criado pela imagem (– Q) no ponto onde se encontra + Q tem intensidade dada por:
Q 1,5 ⋅ 10 – 9
E0 = k = 9 ⋅ 109 ⋅
(2D)2 (0,1)2
∴ E0 = 1,35 ⋅ 103 V/m
c)
+Q
D
2

D
D
O A

→ 45° 45°
E–


E+
EA

→ → Q Q
d) | E+ | = | E– | = k =k = 2E0
2
(D 2 ) 2D2
→ →
| EA| = | E+ | ⋅ 2 = 2 ⋅ 2 E0

∴ | EA| = 2 ⋅ 2 ⋅ 1, 35 ⋅ 103

| EA| = 2, 7 ⋅ 2 ⋅ 103 V / m

Questão 9
A relação entre tensão e corrente de uma lâmpada L, como a usada em automóveis, foi obtida por meio do circuito
esquematizado na figura 1, onde G representa um gerador de tensão variável. Foi medido o valor da corrente
indicado pelo amperímetro A, para diferentes valores da tensão medida pelo voltímetro V, conforme representado
pela curva L no Gráfico 1, da folha de resposta. O circuito da figura 1 é, então, modificado, acrescentando-se um re-
sistor R de resistência 6,0 Ω em série com a lâmpada L, conforme esquematizado na figura 2.
L L
A A

G G

V V R

Figura 1 Figura 2

a) Construa, no Gráfico 2 da folha de resposta, o gráfico da potência dissipada na lâmpada, em função da ten-
são U entre seus terminais, para U variando desde 0 até 12 V.
b) Construa, no Gráfico 1 da folha de resposta, o gráfico da corrente no resistor R em função da tensão U apli-
cada em seus terminais, para U variando desde 0 até 12 V.
c) Considerando o circuito da figura 2, construa, no Gráfico 3 da folha de resposta, o gráfico da corrente indica-
da pelo amperímetro em função da tensão U indicada pelo voltímetro, quando a corrente varia desde 0 até 2A.

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Esquema da folha Corrente Potência
de resposta (A) (W)
2,0 Gráfico 1 Gráfico 2
32

1,5 24
L
1,0 16

0,5 8
Tensão Tensão
(V) (V)
0 2 4 6 8 10 12 0 2 4 6 8 10 12
Corrente
(A)
2,0 Gráfico 3

1,5

1,0

0,5
Tensão
0 2 4 6 8 10 12 14 16 18 20 22 24 26 28 30 (V)

NOTE E ADOTE
O voltímetro e o amperímetro se comportam como ideais.
Na construção dos gráficos, marque os pontos usados para traçar as curvas.

Resolução
a) Examinando a curva característica da lâmpada (Gráfico 1), obtemos os pontos:
• U=0 i=0 P = Ui = 0
• U = 2V i = 0,75 A P = Ui ∴ P = 1,5 W
• U = 4V i = 1,25 A P = Ui ∴ P = 5 W
• U = 6V i = 1,5 A P = Ui ∴ P = 9 W
• U = 8V i = 1,75 A P = Ui ∴ P = 14 W
• U = 12 V i = 2A P = Ui ∴ P = 24 W
Logo, o gráfico pedido é: Potência
(W)
Gráfico 2
32

24

16

8
Tensão
(V)
0 2 4 6 8 10 12

1
b) Como se trata de um resistor, o gráfico pedido é uma reta passando pela origem, seguindo a equação i = U.
6
Corrente
(A)
2,0 Gráfico 1

1,5
L
1,0

0,5
Tensão
(V)
0 2 4 6 8 10 12

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c) A indicação do voltímetro é a soma das ddps da lâmpada (UL) e do resistor (UR).
UL é dado pela curva característica (Gráfico 1), e UR, pela 1ª- Lei de Ohm.
Logo:
i=0 ⇒ UL = 0 e UR = 0 ∴ U=0
i = 0,5 A ⇒ UL = 1 V e UR = 3 V ∴ U = 4 V
i = 1A ⇒ UL = 3 V e UR = 6 V ∴ U = 9 V
i = 1,5 A ⇒ UL = 6 V e UR = 9 V ∴ U = 15 V
i = 2A ⇒ UL = 12 V e UR = 12 V ∴ U = 24 V
Assim, o gráfico 3 é:

Corrente
(A)
2,0 Gráfico 3

1,5

1,0

0,5
Tensão
0 2 4 6 8 10 12 14 16 18 20 22 24 26 28 30 (V)

Questão 10
Um procedimento para estimar o campo magnético de um ímã baseia-se no E
movimento de uma grande espira condutora E através desse campo. A espira
retangular E é abandonada à ação da gravidade entre os pólos do ímã de a
modo que, enquanto a espira cai, um de seus lados horizontais (apenas um)
corta perpendicularmente as linhas de campo. A corrente elétrica induzida
g b
na espira gera uma força eletromagnética que se opõe a seu movimento de
queda, de tal forma que a espira termina atingindo uma velocidade V cons-
tante. Essa velocidade é mantida enquanto esse lado da espira estiver pas- B
sando entre os pólos do ímã.
A figura representa a configuração usada para medir o campo magnético,
uniforme e horizontal, criado entre os pólos do ímã. As características da V
espira e do ímã estão apresentadas na tabela. Para a situação em que um dos
lados da espira alcança a velocidade constante V = 0,40 m/s entre os pólos do
ímã, determine:
a) A intensidade da força eletromagnética F, em N, que age sobre a espira, de massa M, opondo-se à gravi-
dade no seu movimento de queda a velocidade constante.
b) O trabalho realizado pela força de gravidade por unidade de tempo (potência), que é igual à potência P dis-
sipada na espira, em watts.
c) A intensidade da corrente elétrica i, em amperes, que percorre a espira, de resistência R.
d) O campo magnético B, em tesla, existente entre os pólos do ímã.

Espira: NOTE E ADOTE


Massa M 0,016 kg P=FV;P= ; F = Bil
i2 R
(Desconsidere o campo magnético da Terra).
Resistência R 0,10 Ω
Dimensões do ímã:
Largura a 0,20 m
Altura b 0,15 m

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Resolução
a) Como o movimento de queda da espira é retilíneo e uniforme, a resultante das forças que agem na espira
é nula. Portanto, a força magnética F equilibra o peso da espira Pespira:
F = Pespira
F = Mg
F = 0,016 ⋅ 10
∴ F = 0,16 N
b) A potência P dissipada na espira é dada por:
P = Pespira ⋅ V
P = 0,16 ⋅ 0,40
∴ P = 0,064 W
c) Como a potência P dissipada na espira também é dada por P = Ri2, a intensidade da corrente na espira pode
ser assim determinada:
P = Ri2
0,064 = 0,10 ⋅ i2
∴ i = 0,8 A
d) Como somente um trecho, de comprimento “a”, atravessa perpendicularmente as linhas de campo, a força
magnética que age nesse trecho é dada por F = Bia. Assim, o campo magnético B pode ser determinado:
F = Bia
0,16 = B ⋅ 0,8 ⋅ 0,20
∴ B = 1T

CO MENTÁRIO
Prova simples, que abordou todos os tópicos relevantes da matéria.
Entretanto, para avaliar candidatos às carreiras de Exatas, a prova foi demasiadamente simples.

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