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Metrô, universidade e avenidas são apostas para o futuro

Áreas de educação, transporte e trânsito são o alvo do


crescimento de Osasco para os próximos anos

Com a economia consolidada ao completar 47 anos, Osasco agora


tem outras prioridades para o futuro. E as áreas de educação,
trânsito e obras viárias estão entre elas, seja por meio de
projetos da própria prefeitura ou do governo do Estado.

Na área do trânsito, um dos principais desafios para a Osasco do


futuro é ver o tráfego fluindo em suas principais vias. Nos últimos
anos, a cidade ganhou duas novas avenidas: a Hilário Pereira de
Souza e a João Goulart. Além disso, estão em andamento as
duplicações da rua da Estação e da avenida Visconde de Nova
Granada.

A conclusão da rua da Estação, prevista para daqui 6 meses, e


sua junção à avenida Hilário Pereira de Souza, vai permitir a
formação da chamada ´Super Avenidaµ, ligando a Vila Yara ao
Km 18. Mas a principal via de Osasco, a avenida dos
Autonomistas, que liga a cidade da divisa com São Paulo, no
Parque Continental, até a conexão com Carapicuíba, é a maior
preocupação.

Para ela, a prefeitura guarda um projeto especial: eliminar


alguns cruzamentos e semáforos, por meio de túneis. E dois
pontos estão em análise: a alça em frente ao Teatro Municipal e
a saída do terminal da Vila Yara. Estudos de tráfego vão definir o
local. Depois disso, a luta vai ser para obtenção de verbas e, com
isso, a previsão é que a obra comece apenas em 2010.

Ainda na área viária, estão previstas as duplicações das avenidas


Manoel Pedro Pimentel (que vai dar continuidade à Super-
Avenida e garantir um novo acesso da cidade à marginal
Pinheiros) e Costa e Silva (que vai se interligar às avenidas
Bandeirantes e Brasil, criando a Via Norte, que vai contar toda a
zona Norte do município.

Também está em fase de projeto a reformulação de toda a


região central da cidade. Dentre as vias que vão sofrer
intervenções estão a Primitiva Vianco, a Antônio Agu e a Maria
Campos, além do próprio Largo. A primeira terá toda fiação
subterrânea e vai ganhar calçadas planas. Já a Maria
Campos vai receber uma espécie de bulevar sobre o córrego
Bussocaba, parecido com o que existe hoje em frente à
prefeitura. E o Calçadão da rua Antônio Agu pode receber
cobertura, transformando-se em uma espécie de ´galeria
giganteµ, projeto que depende de uma parceria com os
comerciantes.
Em todos esses casos, as idéias também só começam a sair do
papel em 2010.

Metrô e estações

Na área de transportes, uma parceria entre a Prefeitura e a


CPTM (Companhia Paulista de Trens Metropolitanos) está em fase
final de negociação e deve transformar totalmente a estação de
Osasco, que passará a adotar um modelo ´Barra Fundaµ.

O projeto visa construir uma passagem que dê acesso aos dois


lados da estação, interligando as zonas Norte e Sul. Com isso,
serão desativados os túneis que hoje são o principal meio de
acesso também à rodoviária da cidade. A passagem suspensa
também vai contar com escadas rolantes, além de elevadores
para atender portadores de necessidades especiais.

Além disso, a nova passarela vai reconfigurar o trânsito do Largo


de Osasco. Isso porque o projeto prevê que a descida da estação,
pela passarela, desemboque no calçadão da rua Antônio Agu. A
entrada da passarela também vai ficar próxima à extremidade da
rua Primitiva Vianco, e quem sair da rua poderá acessar direto a
estação.

O projeto prevê ainda intervenções nas estações de Presidente


Altino, Comandante Sampaio, Quitaúna e General Miguel Costa,
que devem ganhar bicicletários e passarelas de acesso para os
dois lados.
Na estação General Miguel Costa, que fica no bairro Km 21, a
passarela será construída já com acesso ao futuro terminal
rodoferroviário, na divisa com Carapicuíba.

Se o projeto da prefeitura for aprovado pela CPTM, todas as


intervenções devem ser executadas até o final de 2010.

Metrô

Em troca dessas intervenções, a prefeitura vai ceder à


companhia um terreno público, na rua Erasmo Braga, em
Presidente Altino, para ampliar os trilhos do trem. A obra faz
parte dos projetos da empresa para transformar as duas linhas
que cortam a cidade em ´metrô de superfícieµ.

Um dos projetos, para a linha 8 Diamante, que vai de Itapevi a


Júlio-Prestes, prevê a concessão do ramal para manutenção e
renovação da frota. Os trens serão substituídos em 3 etapas. Na
primeira serão reformados 12, com 8 carros cada, que devem ser
entregues a partir do 13º mês após a assinatura do contrato. Já
na segunda fase, a empresa vai fornecer 12 novos trens, também
de 8 carros cada, a partir do 22º mês de concessão. E, na última
etapa, deve implantar 12 novos trens, até o 21º ano da
concessão, em substituição aos 12 reformados na primeira fase.

Com estas intervenções, o intervalo de espera deve cair dos


atuais 9 minutos para 5 minutos, o mesmo adotado pelo metrô.
Além disso, a quantidade de passageiros atendidos pela linha
deve saltar de 392 mil para 480 mil. O contrato de concessão
deve ser assinado ainda este ano.

Já a linha 9 Esmeralda, de Osasco ao Grajaú, deve ganhar novos


trens, o que vai reduzir o intervalo também para 5 minutos, no
padrão metrô.

Ensino Superior

Osasco também deve ser transformar, nos próximos anos, em um


pólo de ensino superior gratuito, com uma Universidade Federal
e uma Fatec (Faculdade de Tecnologia).
O primeiro projeto é do governo federal, que vai implantar um
campus de extensão da Universidade Federal de São Paulo
(Unifesp) no bairro de Quitaúna, no terreno onde hoje acontece
no rodeio de Osasco.

O início das atividades está previsto para 2010, com cursos nas
áreas de tecnologia e engenharia. Além disso, o Congresso
Nacional já aprovou a contratação de 120 professores e 30
técnicos administrativos para o campus Osasco da Unifesp. Mas as
obras ainda não começaram.

O projeto da Fatec, do governo do Estado, está mais adiantado.


O antigo galpão da Sabesp, na Vila dos Remédios, que vai abrigar
a unidade já está sendo remodelado. Com isso, a previsão é de
que faculdade entre em funcionamento no início do próximo ano.
O primeiro curso oferecido no campus também está definido:
Tecnologia em Eletrônica ² modalidade Automação Industrial.

O prédio vai abrigar ainda a 2ª Etec (Escola Técnica Estadual) de


Osasco, que terá cursos de Ensino Médio e outros seis técnicos:
Automação Industrial, Contabilidade, Meio Ambiente, Nutrição e
Dietética, Química e Segurança do Trabalho.

Fórum

Osasco é a 5ª maior comarca do Estado de São Paulo, mas o


Fórum não acompanhou o crescimento da cidade. Por isso, está
em fase final de elaboração o projeto que prevê a reforma do
prédio atual, no Jardim das Flores, e a construção de um anexo,
em terreno vizinho.

A obra será uma parceria entre a prefeitura, que doou a área, e


o governo do Estado. E a previsão é de que a licitação para as
obras aconteça ainda no 1º semestre.

O novo prédio, de 7 andares, vai abrigar gabinetes para juizes;


salas de julgamento (salão do júri); salas para instalação das
Varas; espaços específicos para Ministério Público, Defensoria
Pública e OAB; cartório; área para alojar agência bancária; copa;
garagem; e cela para réus. Além disso, os prédios atual e novo
vão ganhar elevadores e, na parte externa, vão receber nova
iluminação e paisagismo.

Com isso, haverá mais espaço para os mais de 70 mil processos


arquivados e outros 30 mil em andamento em 15 varas.

Será adotado ainda um sistema digital de atendimento ao


público, que permitirá a consulta de processos via computador.
Os documentos arquivados serão transferidos gradativamente
para esse sistema.
Osasco completa 48 anos de emancipação c
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Da redação
(cotidiano@webdiario.com.br)

Osasco foi emancipada, oficialmente, em 19 de fevereiro de 1962. Mas o caminho entre a então vila da
Capital e a cidade começou a ser traçado muito tempo antes.

A cidade já surgiu como parte da rota dos bandeirantes que desbravavam o Estado. Registros históricos
indicam a existência de povoamento nessa área desde o século XVII quando, em 1634, as terras do
bairro de Quitaúna pertenciam ao bandeirante Antônio Raposo Tavares.

Durante o século XIX, além desses sítios, também eram ocupados a Fazenda Jaraguá, que pertencia ao
general França Horta e onde se minerava ouro, e a aldeia de pescadores que ficava às margens do Tietê,
mais conhecida hoje como Vila dos Remédios.

Foi no final do século XIX, o imigrante italiano Antônio Agu adquiriu algumas glebas de terra nessa
região. Empreendedor, ele iniciou no local a produção de tijolos, em uma pequena olaria. E, para
trabalhar no local, chegaram as primeiras famílias de trabalhadores, a maioria também vinda de outros
países. Eles foram se instalado às margens da estrada de ferro, que já cortava a região, e que em 1895
ganhou uma estação, construída por Antônio Agu e doada à empresa ferroviária. Seu único pedido foi
chamá-la de Estação de Osasco, uma homenagem a sua cidade natal, na Itália.

Na década seguinte, Antônio Agu arrendou sua olaria ao barão Evaristhe Sensaud de Lavaud, que se
associou aos franceses Joseph Levy, Hermann Levy e Artur Kalm, criando a fábrica de tubos e Cerâmica
Sensaud de Lavaud & Cia.

Paralelamente, em sociedade com Henrique Dell'Acqua, Agu instalou uma fábrica de tecidos. Em
seguida, em 1892, implantou uma indústria de cartonagem em sociedade com Narciso Sturlini. E, em
1908, Sturlini se associou a Nicolau Matarazzo e foi criada a Sturlini & Matarazzo, primeira fábrica de
papelão da América Latina, que passou a ser conhecida como ³Cartieira´.

Mas Osasco também se desenvolvia em outras regiões. O ferreiro Manoel José Rodrigues adquiriu terras
entre o rio Tietê e a linha Sorocabana, criando o bairro do Maneco, atual Bonfim.
Em 1915, foi a vez da implantação da Continental Products Company, frigorífico no bairro de Pre sidente
Altino e que, em 1934, passou a chamar-se Frigorífico Wilson.

Em 1918, Osasco, até então uma vila, foi elevada à condição de distrito de São Paulo. E, em 1922,
ganhou um serviço de balsa para travessia do Tietê. Neste mesmo ano, o exército brasile iro instalou uma
unidade militar na região onde se localizava o antigo sítio de Antônio Raposo Tavares, promovendo a
ocupação da área onde hoje é o bairro de Quitaúna.

Em 1923, chega a luz elétrica. E, no ano seguinte, é inaugurado o primeiro cemitério da cidade.




A economia ganha novo impulso em 1929, com a instalação da Fábrica de Fósforos Granada e a oficina
da Soma (Cia Sorocabana de Material Ferroviário). E, em 1930, a Hervy passa a produzir louça sanitária,
sendo pioneira na fabricação desse material na América Latina.

Em 29 de março de 1931 foi inaugurada a Igreja Matriz de Santo Antônio de Osasco, hoje Catedral de
Santo Antônio.

A rede de transporte, nessa mesma época, contava com 3 estações ferroviárias (Presidente Altino,
Osasco e Quitaúna) e linhas de ônibus que faziam a ligação Osasco ± Pinheiros. E a região da atual
Avenida dos Autonomistas já contava com moradias.

Nas décadas de 40 e 50, chegaram à região empresas de grande porte, sobretudo as de metalurgia
pesada: em 1940, a Eternit; em 1944, a Cobrasma; em 1946, a CIMAF; em 1950, o Moinho Santista;
em 1951, Lonaflex; e em 1952, a Benzenex. Em 1953 foi fundada a Cidade de Deus, matriz z do
Bradesco e a Rilsan. Em 1955, veio a Osram; em 1957, a Braseixos Rockewell, Brown Bover i e Ford do
Brasil e ainda em 1960, a White Martins.

Com esse crescimento, em 1944 Osasco passou de zona distrital para subdistrito da cidade de São
Paulo. Mas os problemas se acumulavam: faltavam serviços básicos, como transporte, hospitais e
escolas para a população que crescia.

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Foi então que surgiu a Sado (Sociedade Amigos do Distrito de Osasco), que em 29 de julho elegeu sua
primeira diretoria, tendo à frente o dentista Reynaldo de Oliveira. O grupo tinha como objetivo
reivindicar da Capital melhores condições para o bairro.

Nessa luta, surgiu o movimento emancipacionista. E, em 1952, ele se tornou mais atuante, inclusive com
a vinda de deputados ao então distrito para falar sobre a questão da emancipação.
Em 1953, foi marcad a uma consulta popular sobre o tema, na qual a população deveria votar no ³sim´
ou no ³não´ à emancipação. E o ³não´ venceu.

O movimento emancipacionista começou, então, a analisar as causas da derrota. E sofreu outro duro
golpe, com as promessas, pelo então prefeito de São Paulo, Jânio Quadros, de uma linha de ônibus até
São Paulo e da construção de um Mercado Municipal, acalmando os mais insatisfeitos e fazendo cair a
adesão ao ³sim´.

Passaram-se então 5 anos até que a luta fosse retomada. Pelas leis da época, para haver plebiscito era
necessário que pelo menos um terço dos eleitores de Osasco se inscrevessem até o dia 30 de abril. A
meta foi alcançada e votação foi marcada para 21 de dezembro do mesmo ano.
No resultado final, dos 24 mil eleitores de Osa sco, 8 mil votaram e o ³sim´ ganhou com diferença de
1300 votos. Mas a votação aconteceu cercada de polêmicas. Dentre as denúncias, moradores de outros
distritos teriam votaram em Osasco, o que era proibido por lei. E até eleitores falecidos tiveram votos
registrados.

Com isso, vieram os entraves judiciais. O então prefeito de São Paulo, Adhemar de Barros, conseguiu um
mandado de segurança contra as primeiras eleições municipais, que já contavam com 269 candidatos a
vereador, 6 a prefeito e 7 a vice-prefeito.

Após muita briga, a disputa foi marcada para 7 de janeiro de 1962, pelo Tribunal Regional Eleitoral. Mas
um dia antes o prefeito da Capital conseguiu um mandado no Supremo Tribunal Federal. Os osasquenses
fizeram então uma marcha até São Paulo para reivindicar o direito de votar. Uma bandeira negra
também foi hasteada no Largo da Estação e, nos dias seguintes, o movimento chegou a parar o vale do
Anhangabaú. Os manifestantes foram ainda à Assembléia Legislativa e decidiram seguir até o Palácio,
mas foram barrados pelo Pelotão de Choque. Apenas dois representantes foram recebidos pelo
governador, virando até notícia no jornal Times, de Londres. Outra forma de protesto dos autonomistas
foi colocar urnas espalhadas pelo centro para que os eleitores devol vessem os seus títulos ao Tribunal
Eleitoral.

As eleições finalmente ocorreram e Hirant Sanazar foi eleito o primeiro prefeito de Osasco, em 4
fevereiro de 1963. Ele obteve 9823 votos, dos 23283 votos válidos. Em 7 de fevereiro ocorreu sua
diplomação, junto com os vereadores eleitos, e no dia 19 de fevereiro, aconteceu sua posse, fato que
tornou Osasco oficialmente uma cidade.

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Da emancipação até os anos 70, Osasco foi um forte pólo de atração de mão -de-obra. Já os anos 80
caracterizaram-se pelas crises econômicas, diminuição do ritmo industrial e pela saída de várias
empresas de grande porte. Nos anos 90, veio a mudança do perfil sócio-econômico, com a chegada dos
³gigantes´ do setor de serviços, como shoppings (Osasco Plaza e Super Shopping) e redes de varejo
(Wal-Mart, Carrefour, C&C, Telha Norte, Pão de Açúcar, entre outros). E, já nos anos 2000, houve um
novo ciclo de industrialização, cujo símbolo máximo foi a reabertura da antiga planta da Cobrasma, uma
das maiores metalúrgicas do País e que voltou a funcionar sob o comando do grupo Amsted -Maxion.

Apesar do seu fechamento da Amsted Maxion, em 2009, a cidade continua atraindo tanto indústrias
como novos comércios e serviços. Prova disso foi a mudança da Rede TV para a cidade, há dois anos.

Fontes: sites da Prefeitura de Osasco, Câmara Municipal de Osasco e Jornal Diário da Região e ainda
informações do Museu Municipal e do acervo do Unifieo
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A cidade de Osasco tem fatos registrados nas páginas da história do Brasil e do mundo. Em janeiro de
1910, por exemplo, Dimitri Sensaud de Lavaud realizou aqui prime iro vôo da América Latina. Após
construir seu próprio avião, com ajuda dos funcionários da empresa de seu pai, o barão Evaristhe
Sensaud de Lavaud, ele decolou da rampa construída ao lado da casa da família (o chalé Brícola, hoje
Museu Municipal, na avenida dos Autonomistas) e voou 103 metros sobre a atual avenida João Batista.

Outro momento importante da história de Osasco foi a chamada Greve da Cobrasma, em julho de 1968.
Em pelo regime militar, cerca de 12 mil trabalhadores de Osasco, impulsionados pelo s operários da
Cobrasma (os primeiros a cruzar os braços) desafiaram o autoritarismo e paralisaram as atividades das
principais empresas da cidade, dentre elas a Fósforo Granada, Cobrasma, Lonaflex, Barreto e Keller.

O movimento, que contou com a organização de sindicatos, estudantes e grupos contra a ditadura
militar, deu início a uma série de manifestações semelhantes, em todo o País, contra a ditadura. c

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Em 31 de janeiro de 1951 o Prof. Lucas Nogueira Garcez assumia o governo do


estado. Apesar de apoiado eleitoralmente por Adhemar de Barros, rompeu com o
ex-governador quando este tentou influenciar diretamente na formação de sua
equipe de governo. Professor da Escola Politécnica da USP, Garcez imprimiu um
alto nível técnico em sua gestão, indicando o engenheiro Armando de Arruda
Pereira para assumir a Prefeitura de São Paulo.

Arruda Pereira,governou o município de São Paulo entre 1951 e 953. Era um


engenheiro de muito prestígio, ex-presidente do Centro das Indústrias e também
ex-presidente do Rotary International. Entretanto, sua curta gestão como prefeito
foi apenas discreta. O fato mais marcante de sua administração foi a liberação da
construção de prédios na avenida Paulista, que levaria à verticalização que
conhecemos hoje.

Em 1952, o Congresso Nacional havia decidido revogar o artigo da Constituição de


1946, que obrigava a indicação dos prefeitos das capitais pelos governadores.
Convocadas às eleições para o dia 22 de março de 1953, o vencedor foi um
destacado vereador que falava em "varrer" com uma vassoura todos os vícios da
administração municipal herdados do adhemarismo:
Jânio da Silva Quadros.

Jânio e sua vassoura tiveram o dobro de votos de todos


os outros candidatos juntos. A limpeza que prometeu
atingiu todos os funcionários interinos e até mesmo
alguns efetivos que ganhavam uma remuneração extra
por participarem dos preparativos das comemorações
do IV Centenário da Cidade de São Paulo. O seu alvo
principal foi o ex-prefeito Paulo Lauro, que governou a cidade entre 29/08/1947 -
25/08/1948, nomeado por Adhemar de Barros. Jânio também moveu um processo
por uso indevido do dinheiro público contra A dhemar.

Depois do estardalhaço inicial, dedicou-se ao que realmente lhe interessava: as


eleições para o governo estadual, programada para o segundo semestre de 1954,
deixando a cidade em segundo plano. Para tanto se licenciou do cargo de prefeito
em julho deste ano, passando o posto para o vice Porfírio da Paz. Já eleito
governador retornou à prefeitura no dia 18 de janeiro de 1955 para deixá -la
pouco mais de duas semanas depois e passar a faixa de prefeito para o vereador
William Salem, presidente da Câmara Municipal.

Apesar da escolha direta do prefeito, a cidade continuava sendo governada com


retalhos de mandatos inconseqüentes, sem nenhum planejamento, embora entre
1940 e 1955 a produção industrial tenha aumentado em 892%. Anos depois, em
1974, Jânio comentaria sobre este período em uma entrevista ao Jornal da Tarde:
"Àquela altura, e muito mais depois, São Paulo já era uma cidade perdida. Todos
os problemas existentes haviam se agravado ao desespero. Água, esgotos,
transportes, habitação, educação, lazer, assistência, pavimentação e estes eram
apenas alguns dos problemas da cidade de São Paulo".

Se este era o quadro pintado pelo então prefeito Jânio Quadros, o que podemos
dizer do subúrbio de Osasco. No Diário Oficial de março de 1950 Osasco começa a
falar de seus problemas urbanos. Segundo a reclamação dos moradores para os
vereadores Valério Giuli, Guilhermino Lopes Gianni: "Há necessidade urgente de
entendimentos com a CMTC, no sentido de ser estabelecida uma linha de ônibus
entre São Paulo e Osasco podendo aproveitar a atual linha Lapa-Presidente Altino
e outra linha direta que faria o percurso por Pinheiros". Esta reclamação era a que
mais pesava no bolso do munícipe do distrito, pois saía quase três vezes o valor
cobrado pela CMTC, no mesmo trajeto, o que cobravam as linhas particulares que
faziam o trajeto sugerido a CMTC. Neste ano Osasco contribuía com 25 milhões de
cruzeiros aos cofres do município e em troca tinha recebido do governo do estado
apenas um parque infantil. A grande reclamação contin uava sendo a falta de água
na torneira das casas, rede de esgoto, iluminação na rua e ruas que tivesse um
nome oficial. No entanto, o caos urbano morava no distrito de Osasco, e seus
moradores não podiam escolher que administraria o seu caos.
O distrito industrial de Osasco recebe a Fábrica de
Tecidos Tatuapé S/A em 1950 em 1951 a Rilsan
Brasileira S/A, Adamas do Brasil S/A, Lonaflex
S/A Guarnições para Freios e em 1952 a
Benzenex Cia Brasileira de Inseticida.

A Sociedade Amigos de Osasco volta as suas


atividades na busca da emancipação em maio de 1952 e é notícia na Folha da
Tarde em setembro deste ano: "O movimento autonomista está se reunindo no
Cine Osasco. Estiveram presente nesta reunião de setembro o deputado federal
Cunha Bueno e os deputados estaduais Felipe de Paula, Eumene Machado,
Gilberto Chaves, Jânio da Silva Quadros, Castro Neves, Scalamndré Sobrinho,
Porfírio da Paz, Hilário Torloni e o vereador Altimar Hilarioe de Lima representado
o deputado federal Diógenes Ribeiro de Lima".

O deputado Cunha Bueno veio a Osasco para falar sobre as vantagens da


emancipação, afirmando que a descentralização da administração pública só
poderia trazer benefício ao distrito e ao Estado de São Paulo.

As explicações políticas e administrativa de Cunha Bueno motivaram o grupo de


autonomistas a lutar pela emancipação. O movimento pró-autonomia começava a
ganhar as conversas de calçada e a participação popular aumentava.

A consulta aos moradores do distrito para a emancipação "Sim" ou "Não" deveria


acontecer em dezembro de 1953 e os autonomistas tinham pouco tempo para
mobilizar a população que na sua maioria vivia dispersa e distante centro, onde o
movimento estava mais organizado. Este é um período que para os moradores da
zona norte era mais fácil, devido à dificuldade de transporte urbano, ir para a
Lapa do que vir para o centro de Osasco. Mas, os moradores que acreditavam e
queriam o distrito emancipado haveriam de encontrar um meio de fazer chegar a
todas as vilas a luta pela autonomia. Afinal, o interesse da emancipação deveria
partir dos moradores que se sentissem prejudicados pela má administração de
São Paulo. Pó isso lutar para se emancipar deveria ser interesse de todos.

No jornal O Estado de São Paulo de 07 de novembro de 1953 sai publicada uma


matéria paga pelo dono do cartório de registro e notas, Dr Lacydes da Silva
Prado, que também passou a encabeçar a luta pelo Não a emancipação. Diz a
nota: "Manifesto ao Povo de Osasco: Confiando nele, nesse povo de Osasco,
modesto, mas sensato, ordeiro, mas altivo, é que iniciamos hoje, de maneira
despretensiosa e simples mas, com veemência, a campanha do "Não" contra a
maior calamidade cívica que a demagogia de uns, a ambição de grupelhos e o
descaso de muitos poderão acarretar a São Paulo, dês servindo ao Brasil. Não
somos políticos e nem visamos partidos ou
legendas.

Que interessa-nos, população, dos morros e das


baixadas, das vilas de Piratininga, São José, Km
18, Carteira, Quitaúna, Yara, etc. que Osasco
tenha o brasão de uma prefeitura que apenas
beneficie o larguinho da Estação onde se fazem
os conchavos e se alimentam as intrigas políticas,
incapazes na sua patente desagregam de ter
dado até hoje, de Osasco para Osasco, na edilidade de São Paulo, um só e
modesto vereador?

É com isto que vamos deixar de ser cidadãos paulistanos para passar à categoria
de interioranos sofrendo percalços morais e materiais de uma atitude que só
conseguiria beneficiar políticos, cujas lunetas escuras não permitem que os veja
dentro dos olhos, para que alvos dirigem as baterias das suas ambições? Serão
para os impostos que majorarão talvez 10 vezes mais?..."

É interessante observar que este manifesto do Não fala de um grupo e não de um


movimento social. Porque de fato as distâncias e a falta de mobilização do grupo,
pró-autonomia, neste primeiro plebiscito, deixava transparecer que a disputa era
de um grupo que queria apenas política. No entanto, o líder do Não também era
um excelente articulador político e um bem relacionado homem de negócios,
afinal sua família foi dona da cidade de São Paulo por vários mandatos, com e
sem eleição direta para o cargo. Outro fator muito relevante é que não se pode
dizer, ainda hoje, que uma pessoa que tenha no sobrenome Silva Prado, seja
pobre e que dependa apenas de um cartório de distrito, para sobreviver com
dignidade e conforto. Pelo contrário a propriedade do cartório já era dada através
do bom relacionamento político e do sobrenome do pretendente, para a escolha
do tabelião o QI era fundamental, afinal cartório nesta época era uma oligarquia
cuja nomeação para tabelião dependia de muita influência política.

E continua no seu manifesto do Dr. Lacydes: "Eles são nossos amigos mas se
plantaram no alto das suas importâncias e resolveram, quase que à nossa revelia,
assunto de tão transcendental importância que nos obrigou a sair do nosso
mutismo e gritar bem alto para que todos ouçam: Ou tudo isso corre o risco de
um erro de visão que importará no sacrifício moral e material de um povo honesto
e trabalhador ou nós nada mais entendemos. Fica a critério, ao teu critério, Povo
de Osasco, julgar-nos."

Assinaram este manifesto: Theóphilo Fortunato de Camargo (mais


tarde chamado de "Patriarca do Não" pela imprensa local), José
Máximo Gonçalves, Antônio Lopes, José Cordeiro, Gregório Barbosa
Sousa, Erasmo Pinheiro Machado, José Gabriel Correia, Manoel
mariano da Costa, Maria Genta, Orlando Assis da Costa Rangel, José
Almir Avelino, Eloiza da Silva Prado, Maria de Lourdes Prado e
Lacydes Prado.

Houve também, neste primeiro plebiscito, quem estivesse a favor do


"Sim" apenas por causa da dificuldade do ônibus, o que foi
conquistado junto ao prefeito Jânio Quadros com um abaixo assinado
de 600 assinaturas e uma única ida ao gabinete do prefeito que,
aliás, prometeu atender a reivindicação já que achava justo que os moradores
pagassem apenas três cruzeiros pelo transporte de ônibus entre Pinheiros até o
KM 21. Some-se a isso que Lacydes Prado conseguiu convencer Jânio a construir
o tão prometido e anunciado Mercado de Osasco. Com a vitória do "Não" a
inauguração desta custosa melhoria para o distrito aconteceu em 1954.

Com todos este fatores contra, somados a falta de articulação e organização dos
que pretendiam o "Sim", o "Não" venceu por 145 votos. Por causa desta
inexperiência em disputas eleitorais, os emancipadores tiveram que esperar
outros cinco longos anos para que houvesse outra consulta popular para a
emancipação.
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Olá meus amigos!!
Mais uma vez muito obrigado pelos comentários no post anterior!! Valeu mesmo!!
Bem, hoje continuamos com nossa série de Histórias sobre o Transporte daqui de Osasco, que está sendo
contada pelo nosso amigo Edmur.
Como havia mencionado na anterior, hoje é sobre o antigo Terminal Vila Yara.
E para ilustrar nossa história trago a vocês esta bela foto da construção do primeiro terminal na década de 70,
que foi extraída de uma revista do Francisco Rossi, e enviada para nós pelo nosso grande amigo Marco (Velos o-
Padroeira).
Abaixo, na íntegra, os relatos de nosso amigo Edmur:

³³ CAPITULO 5 - O ANTIGO TERMINAL DA V.YARA, AS LINHAS DE SP E O SHOPPING CONTINENTAL.

Antes de ser inaugurado o terminal da V.Yara, acho que em 1976, os pontos de ônibus ficavam em fr ente ao
local onde seria erguido o shopping Continental em 1975.

O SHOPPING

Vale lembrar que o Continental foi o terceiro shopping erguido em SP. Antes existia o Iguatemi (68) e o da
Lapa (70).
Como ficava na divisa com Osasco, longe dos principais ba irros, o projeto para época foi muito arrojado.
Existia a loja âncora chamada YAOHAN, que ocupava 20% de todos os pisos e tinha ligação interna entre
pisos...era muito grande !
Eu conhecia a YAOHAN em Pinheiros. Ela ficava na Teodoro Sampaio entre Cunha Gago e Pedroso de
Morais...era muito chique...mas acabou.
O movimento do Shopping caiu muito apos o fechamento da loja...nos anos 80 ele se tornou precário...mas no
inicio dos anos 90 ele voltou a bombar.

O PEQUENO TERMINAL

Tentando descrever como era, a Autonomistas era 2 mãos e somente existia a pista que passa beirando o
bairro da v.yara (hoje pista sentido SP).
O terminal atual e a pista sentido Osasco eram tudo mato.
O pequeno terminal era de 3 ruas: Na maior parava os ônibus de osasco, na media os da castro e na menor os
da Centro-Oeste.
As ruas ficavam dispostas perpendicularmente a Autonomistas.
Ele ficava exatamente em frente ao terreno do shopping. Ali o terreno era plano.
Esse terminal deve ter sido criado após 1962 quando Osasco se emancipou.
Antes disso o ônibus de SP (CMTC) vinha do Anhangabaú até o Largo de Osasco, descendo a Antonio Agu, que
era 2 mãos.
Eram os ônibus papa-fila que tem foto no site.

AS LINHAS DE SP QUE ATENDIAM NOSSA REGIAO POR VOLTA DE 1975

1)CASTRO:

A Viação Castro tinha garagem na Av. Gen. Mac Arthur quase esquina com a Corifeu, aqui perto da V.Yara.
Ficava naquele terreno onde tem o conjunto de prédios altos residenciais.
Depois ela se mudou para R. César Cavassi no Jardim de Abril (acho que em 77).
Os ônibus da Castro eram vermelho e bege, em 72 eles tinham o nome CASTRO em letras garrafais escrito na
lateral e na traseira.
Eles usavam carroceria CAIO, NICOLA e Mercedes (362). Igual a Viação Nacional de Osasco, que já era do
mesmo grupo.
Em 1978 os ônibus passaram a ser ocre e café e foi criado o consorcio com a Santa Madalena. Todas as
empresas em SP fizeram consórcios naquele ano.
A linha 787, Praça João Mendes - Vila São Francisco, passou a se chamar 715F, Largo da Pólvora - Shop.
Continental.
Em meados dos anos 70, a 787 também fazia Praça João Mendes - Jaguaré via Pinheiros (com ponto final do
Balão do Jaguaré)
O itinerário sempre foi praticamente o mesmo.
A CASTRO também operava a antiga linha 784, Praça da Bandeira - Jardim D'Abril ou Educandário até Jd.
Arpoador.

2)CENTRO-OESTE:

A garagem ficava onde hoje é a Igreja Vida Nova na Corifeu (prox.n.5000)


Primeiro tinham ônibus urbano e depois passaram operar ônibus de turismo também.
Somente operavam a antiga linha 759, Praça Ramos - Vila Yara.
Creio que a Viação Jaguaré, que fazia a linha Lapa-pres.Altino-Antonio Agu-Bradesco-Olaria do Nino, também
tinha garagem lá. Os carros eram idênticos...
Eles usavam somente carroceria CAIO, talvez alguns carros NICOLA no começo.

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Olá meus amigos!!!!
Mais uma vez, muito obrigado pelos comentários nos post's anteriores!!! Valeu mesmo!!!
Bem, hoje atingimos mais uma marca histórica no fotolog: Mais de "250 Mil" visitas!!!
Muito obrigado meus amigos!!!!
É graças a vocês que conseguimos manter este trabalho!!!!
Para comemorar, trazemos hoje mais um carro que deixou saudades:
Trata-se deste "judiado" Caio Alpha Mercedes-Benz número 01501 da extinta CMTO.
Este carro chegou usado na empresa em 98 ou 99, não me lembro, mas veio de alguma empresa do RJ, ES,
MT, sei lá, só sei que já veio destruido, junto com outros 3: 01502, 01503 e 01504, al ém de 2 Vitórias que
vieram do RJ: 01507 e 01508.
Notem a situação: até que por este angulo ele tá bonito, mas vejam a placa quebrada, o motor tava fumando,
sem contar o estado lamantavel do interior do veiculo!!!
Bem, resumindo, tava só o "bagaço"!!! rs
Esta é mais uma maravilhosa foto enviada pelo nosso parceiro Marco (Veloso -Padroeira), que recebeu a mesma
de um amigo do jornal Diário da Região - Osasco.
É isso ai meus amigos!!!
Esperamos que gostem e comente!!!
Abraços!!!!

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Esta foto foi enviada pelo nosso amigo Cláudio, que também está colaborando com nosso fotolog.
Trata-se de um Nimbus TR Mercedes Bens LPO 344 da extinta Viação São Jorge, da década de 70.
Segundo nosso amigo Cláudio, esta empresa fazia linha até o Novo Osasco, passando pelo Jaguaribe.
Bela foto enviada pelo nosso amigo Cláudio.
Está é pra matar a saudade dos mais antigos, e pra mostrar pros mais jovens como eram nossos ônibus aqui
em Osasco.
Grande Cláudio, muito obrigado pela foto.
Quero mais uma vez agradecer aos nossos amigos que nos mandam fotos e que nos visitam e comentam no
nosso fotolog, e nos ajudam a manter viva a historia do transporte aqui de Osasco.
Quem tiver alguma foto e quiser vê -la aqui no fotolog, mande-a para nós: alphacit@yahoo.com.br.
Pode ser que demore um pouquinho para ser postada, devido à dificuldade que estou tendo para atualizar o
fotolog, mas podem ter certeza que todas as fotos que forem enviadas, que forem de veículos que tiverem
rodado e prestado serviço em Osasco serão colocadas no fotolog.
Mais uma vez, muito obrigado meus amigos.
Abraços

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