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Em Deus Tudo é Eterno - Estudo

I.Caráter Eterno de Deus:


1. Ele é Deus de eternidade em eternidade – Salmo 90.2
2. As Suas misericórdias são de eternidade em eternidade – Salmo 103.17
3. O Seu trono é para sempre – Salmo 45.6
4. O Seu Reino é de todos os séculos – Salmo 145.13
5. A Sua justiça é eterna – Salmo 119.142; Isaías 51.8
6. Deus habita a eternidade – Isaías 57.15
7. Deus é uma Rocha eterna – Isaías 26.4
8. O Seu amor é eterno – Jeremias 31.3
9. A vida que Ele dá é eterna – João 3.16
10. O Seu poder é eterno – Romanos 1.20
11. A casa de Deus para nós é eterna – 2 Coríntios 5.1
12. O propósito de Deus é eterno – Efésios 3.11
13. A Sua glória é eterna – 1 Pedro 5.10
14. Deus criou algemas eternas – Judas 6
15. O fogo da ira de Deus é eterno – Judas 7
16. O Seu evangelho é eterno – Apocalipse 14.6
17. O Seu Cristo permanece para sempre – João 12.34
18. Jesus é sacerdote para sempre – Hebreus 7.3
19. Jesus vive para sempre – Hebreus 7.25
20. A Sua palavra permanece para sempre – 1 Pedro 1.23; Salmo 119.89
21. Os Seus servos reinarão pelos séculos dos séculos – Apocalipse 22.5
22. Jesus está conosco até a consumação dos séculos; estaremos com o Senhor para sempre – Mateus
28.20; 1 Tessalonicenses 4.17

II. Só Deus é capaz de realizar obras eternas


“Sei que tudo quanto Deus faz durará eternamente; nada se lhe pode acrescentar e nada lhe tirar; e
isto faz Deus para que os homens temam diante dele”. Eclesiastes 3.14

III.A Salvação é obra exclusiva de Deus


1. Deus faz tudo, não dando ao homem qualquer motivo de se gloriar – Ezequiel 36.26-27
2. “Porque pela graça sois salvos, mediante a fé; e isto não vem de vós; é dom de Deus; não de obras,
para que ninguém se glorie”. Efésios 2.8-9

IV. Logo a Salvação é eterna


1. Deus promete salvar Israel com salvação eterna – Isaías 45.17

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2. A Salvação de Deus durará para sempre e a sua justiça não será anulada. A Sua justiça durará
para sempre e a Sua Salvação de geração em geração – Isaías 51.6,8

V. A Vida Adquirida em Cristo não tem fim


1. Quem crê no Filho TEM a vida eterna, mas o que não crê permanece sob a ira de Deus, ou seja,
permanece condenado – João 3.36
2. O crente nem mesmo entra em juízo, mas PASSOU da morte para a vida – João 5.24
3. As ovelhas de Jesus ouvem a Sua voz e o seguem. Ele lhes dá a vida eterna; JAMAIS perecerão,
ninguém as arrebatará da Sua mão. Da mão do Pai ninguém poderá arrebatá-las – João 10.27-29

VI. A Obra Eterna em Jesus


1. A Salvação de Cristo é eterna– Hebreus 5.9
2. A redenção de Cristo é eterna – Hebreus 9.12
3. A herança em Cristo é eterna – Hebreus 9.15
4. A aliança no sangue de Cristo é eterna – Hebreus 13.20

VII. A Palavra de Deus não é Contraditória


1. O texto controverso de Hebreus 10.26-31 (levando-se em conta que já vimos pelos outros
versículos do próprio livro de Hebreus o caráter eterno da obra redentora do Senhor Jesus
Cristo), não sugere a alternativa de uma vida deliberada de pecados aos crentes. Pelo contrário,
adverte os apóstatas, aqueles mesmos que foram advertidos no começo da carta sobre a gravidade
de se negligenciar tão grande salvação, que não está mais vigente a antiga aliança, ou sacrifício
que se possa oferecer. Jesus é o único sacrifício já realizado. Não valem mais os sacrifícios de
animais, muito menos haveria outro cordeiro de Deus. Sendo assim, a alternativa é horrenda, pela
expectação da ira vindoura de Deus sobre todos os adversários. Tanto é esse o entendimento que
o escritor termina excluindo os crentes desta advertência: “Nós, porém, não somos dos que
retrocedem para a perdição; somos, entretanto, da fé, para a conservação da alma” Hebreus
10.39. Também sabemos que os nascidos de Deus não vivem na prática deliberada de pecados (1
João 3.9).
2. Igualmente a passagem de 2 Pedro 2, refere-se aos falsos profetas, falsos mestres e seus
seguidores (falsos irmãos) e contrasta os piedosos com os injustos, terminando por classificar
estes últimos como cães e porcos (e não ovelhas), provando assim que a condicional sugerida
(...se depois de terem escapado...), não lhes atribuía genuína salvação, ou fé. Basta rever o verso
12, onde Pedro declara a natureza deles: “... naturalmente feitos para presa e destruição...” e
compará-lo com o capítulo 1, verso 4, onde Deus abençoa a Sua igreja para que ela se torne
participante da Sua natureza.
3. Já em Hebreus 6.1-6, o escritor desejando reforçar o seu argumento de que não havia um culto
judaico aceitável diante de Deus, posto que a graça é superior, aqueles que estavam retornando ao

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judaísmo estavam retornando às causas do sacrifício de Jesus, ou seja, crucificando para si
mesmos outra vez o Cristo.
Não há comparação entre o valor da graça e os valores transitórios da religião judaica. Cair, nesta
passagem, significa cair da graça e buscar socorro na lei.
Como renovar para o arrependimento aquele que não aceita a suficiência de Cristo? Assim, ao
descrever a figura da terra regada que não produziu bons frutos, o escritor aos Hebreus nos leva ao
Senhor, à parábola do semeador, onde havia um solo fértil e três não férteis, sendo fato que a minoria
se salva.
Mas Judas nos ensina que Deus é poderoso para nos guardar de tropeços (Judas 24), também a
sequência do texto no verso nove exclui os verdadeiros irmãos dentre os reprovados, bem como em
Mateus 7.16-20 vemos a descrição e as consequências das árvores que não dão bom fruto (árvores
incapazes de dar bom fruto).
4. Quando Paulo adverte aos Coríntios (1 Coríntios 10.12), “Aquele, pois, que pensa estar em pé veja
que não caia”, ele se refere ao castigo temporal, ao zelo e justiça divinos. Ele não trata de perda ou
preservação de valores eternos. Contudo, como garantia, o Senhor nos guarda de tropeçar (Judas
24), sendo que a tentação vem acompanhada do escape (1 Coríntios 10.13).
5. Em Hebreus 12.4, o pecado ao qual os hebreus deveriam resistir até o sangue não é, neste caso, a
transgressão individual, mas o poder que levou os ímpios a condenar o Senhor. Jesus, por
exemplo, opôs-se ao pecado (singular) até ao sangue. Podemos dizer que Jesus desembaraçou-se
de todo pecado, não fazendo a vontade do homem, mas a do Pai. Assim, ao consumar a obra,
tornou o pecado incapaz de condenar os crentes (Hebreus 9.26). Uma leitura mais detida do
próprio capítulo doze de Hebreus, do verso um ao oito, mostrará que esta exortação a resistir ao
pecado é redundante, uma vez que o escritor afirma que “é para disciplina que perseverais”, ou
seja, é certo que os filhos perseveram, porque a reprovação por parte do Pai apenas confirma a
Sua paternidade.
6. O capítulo 13 de 2 Coríntios, menciona uma possibilidade de reprovação, o que não é, senão uma
palavra dura sobre a conduta de alguns. O que Paulo quer dizer nestas fortes palavras é que ele
mesmo e os seus cooperadores não deveriam ser julgados pelos coríntios. Por isso Paulo fala no
verso 6 que “nós não somos reprovados”.

Estes e outros textos aparentemente polêmicos podem e devem ser interpretados à luz do sistema
teológico que resgata a perfeita harmonia da Bíblia: a Palavra de Deus não se contradiz e nunca o
fará. Que tudo isto faça lembrar que os dons e a vocação de Deus são irrevogáveis (Romanos 11.29).

Taubaté, 31 de janeiro de 1992.

Rua visconde do Rio Branco, 589

Valmir Vale