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“No dia seguinte o balé já não era clássico

A cidade já não cheirava a cavalo


Garotas trocavam o corpete pela máquina de escrever
Os quadros já eram Picasso
Os sonhos já eram interpretados...”

“Minha vela queima dos dois lados


Não durará a noite inteira
Mas oh, meus amigos!
Oh, meus inimigos!
Que luz maravilhosa!”

Análise do filme: “Nós que aqui estamos por vós esperamos”, de Marcelo
Mazagão em relação ao texto “Ensinar a identidade terrena”, de Edgar Morin, para
fundamentar a influência dos processos tecnológicos na sociedade.

“Existem três tipos de déspotas:


O que tiraniza o corpo, o Príncipe
O que tiraniza a alma, o Papa
E o que tiraniza o corpo e a alma: o povo”
Oscar Wilde

Christiane de Oliveira Ferreira


I sem Jornalismo
Diante da morte tudo perderia sua razão. A idéia central do filme trata
basicamente da dualidade criação-destruição no século XX. Passa pela banalização da
morte se estendendo à banalização da vida. Retrata alguns contrastes, conduzindo o
olhar pelos artistas, pensadores e anônimos que construíram história, riqueza e miséria.
Enquadra num plano de fundo comum, homens que cometeram atrocidades, como Hitler,
Pinochet, Mussolini, Stalin, opondo-se a Gandhi, John Lennon, Garrincha e Picasso.
O texto estudado passa o ideal da unificação mundializante no século XX, sem os
antagonismos entre as nações, e com a consciência de que é preciso não só crescer
materialmente, mas também nos sentimentos, na moral, no intelecto.
Conclui-se da relação do material apresentado, que pessoas simples, os milhares
e milhões de desconhecidos que não fizeram grandes obras para o mundo, tanto quanto
os personagens que fizeram história, têm para a morte o mesmo significado, ou seja, a
evolução tecnológica trouxe, além dos desenvolvimentos, uma série de desastres que
atingiram a todos, conhecidos ou não.
Em outras palavras, à medida que foi evoluindo cientificamente, nasce a
destruição do homem pelo homem através da máquina.

“Os homens criam as ferramentas,


as ferramentas recriam o homem.”

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