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DESMISTIFICANDO OS CALIBRES DESMISTIFICANDO CALIBRES ACAP – BRASÍLIA- DF ABRIL/2006 Versão 1.6 ACAP–Associação

DESMISTIFICANDO OS CALIBRES

DESMISTIFICANDO OS CALIBRES DESMISTIFICANDO CALIBRES ACAP – BRASÍLIA- DF ABRIL/2006 Versão 1.6 ACAP–Associação

DESMISTIFICANDO CALIBRES ACAP – BRASÍLIA- DF

ABRIL/2006

Versão 1.6

DESMISTIFICANDO OS CALIBRES CAPITULO 1 INTRODUÇÃO Este trabalho, puramente academico, tem como objetivo fornecer

DESMISTIFICANDO OS CALIBRES

CAPITULO 1

INTRODUÇÃO

Este trabalho, puramente academico, tem como objetivo fornecer informações acerca de calibres de armas. Tem como único objetivo desmitificar o universo de mitos populares que vemos serem recorrentes na nossa mídia “tão técnica”, que nos premia pérolas como “a calibre 12 mata elefante”, só se for de raiva ou outra como “o 357 Magnum racha o bloco de motor de caminhão”, é até possivel, porém só com munição perfurante e olhe lá. A ACAP, Associação dos Colecionadores e Atiradores do Planalto, elaborou este trabalho a partir de conhecimento dos seus afiliados, amealhados nos seus vários anos de experiências, de vários trabalhos já existentes na internet e publicações especializadas, seus créditos são mencionados neste trabalho. Outro ponto importante deve ser ressaltado que este trabalho não tem fins comerciais ou lucrativo, nosso objetivo, como já dito, é apenas dismistificar e passar informações corretas pois o que vemos na nossa mídia os pseudos “especialistas” prestando informações nos deixam estarrecidos. Assim esperamos informar, pois com conhecimento, a verdade prevalece.

Referencias:

Publicações: Identificação de Munições- Eng. Creso M. Zanotta – Ed Magnum Dicionário de Termos Técnicos da Área de Armas e Munições – Roberto de Barros Pimentel – Ed Magnum The Handloader´s Manual of Cartridge Convertions – Jonh J. Donnelly – Ed Stoeger. Handloader’s Guide – Stanley W. Trzoneic – Ed Stoeger Precision Handloading – John Withers – Ed Stoeger Revista Guns & Ammo (Petersen) Revista Handloaders (Wolfe) Revista Rifle (Wolfe) Revista Shooting Times (Primedia) Revista American Rifle (NRA) Hodgdon Data Manual nº 26 Speer Reloading Manual nº11 Hornady Handbook of Cartridge Reloading nº 3 Cartridges of the World – Frank C. Barnes Sites: www.cbc.com.br www.reloadammo.com www.norma.cc www.gunsandammomag.com www.handgunsmag.com www.gunnersden.com www.midwayusa.com www.riflemagazine.com www.shootingtimes.com www.wikipedia.com.br

DESMISTIFICANDO OS CALIBRES INFORMAÇÕES GERAIS Calibre O calibre de uma munição é a bitola ou

DESMISTIFICANDO OS CALIBRES

INFORMAÇÕES GERAIS Calibre

DESMISTIFICANDO OS CALIBRES INFORMAÇÕES GERAIS Calibre O calibre de uma munição é a bitola ou di

O calibre de uma munição é a bitola ou diâmetro do projétil utilizado em uma arma de fogo que normalmente é expressa em centésimos de polegadas ou em milimetros. Então quando dizemos calibre 357, estamos informando que o projétil desta munição possui 0,357 polegadas de diâmetro ou seja, aproximadamente 9,07 mm. Seu diâmetro em milímetros é também outra forma muito utilizada para especificar o calibre de uma munição. Por exemplo: uma pistola 765 significa que seu projétil possui 7,65 mm; uma pistola 635 possui projétil de 6,35 mm. Estes conceitos são válidos para a maioria das munições/armas de fogo, porém para as espingardas (armas de canos longos e lisos, usadas na caça), o conceito de calibre é diferente. Para estas armas, o calibre corresponde ao número de esferas possíveis de serem obtidas com a utilização de 1 libra (454 g) de chumbo. Por exemplo: pega-se 454 gramas de chumbo e com isto faz-se 12 esferas de mesmo diâmetro, a este diâmetro dá- se o nome de calibre 12.

diâmetro, a este diâmetro dá- se o nome de calibre 12 . ACAP–Associação dos Colecionadores e
DESMISTIFICANDO OS CALIBRES Munição Munição é o conjunto de cartuchos necessários ou disponíveis para uma

DESMISTIFICANDO OS CALIBRES

Munição

Munição é o conjunto de cartuchos necessários ou disponíveis para uma arma ou uma ação qualquer em que serão usadas armas de fogo. Cartucho é o conjunto do projétil e os componentes necessários para lançá-lo, no disparo.O cartucho para arma de defesa contém um tubo oco, geralmente de metal, com um propelente no seu interior; em sua parte aberta fica preso o projétil e na sua base encontra-se o elemento de iniciação. Este tubo, chamado estojo, além de unir mecanicamente as outras partes do cartucho, tem formato externo apropriado para que a arma possa realizar suas diversas operações, como carregamento e disparo. O projétil é uma massa, em geral de liga de chumbo, que é arremessada à frente quando da detonação da espoleta e conseqüente queima do propelente. É a única parte do cartucho que passa pelo cano da arma e atinge o alvo. Para arremessar o projétil é necessária uma grande quantidade de energia, que é obtida pelo propelente, durante sua queima. O propelente utilizado nos cartuchos é a pólvora, que, ao queimar, produz um grande volume de gases, gerando um aumento de pressão no interior do estojo, suficiente para expelir o projétil. Como a pólvora é relativamente estável, isto é, sua queima só ocorre quando sujeita a certa quantidade de calor; o cartucho dispõe de um elemento iniciador, que é sensível ao atrito e gera energia suficiente para dar início à queima do propelente. O elemento iniciador geralmente está contido dentro da espoleta.

Partes de Um Cartucho

Um cartucho completo é composto de:

Espoleta (1)

Propelente (2)

Estojo (3)

Projétil (4)

(1) • Propelente (2) • Estojo (3) • Projétil (4) ACAP–Associação dos Colecionadores e Atiradores do
(1) • Propelente (2) • Estojo (3) • Projétil (4) ACAP–Associação dos Colecionadores e Atiradores do
DESMISTIFICANDO OS CALIBRES Projétil Pro universo das armas de defesa, o projétil é a parte

DESMISTIFICANDO OS CALIBRES

Projétil

DESMISTIFICANDO OS CALIBRES Projétil Pro universo das armas de defesa, o projétil é a parte do
DESMISTIFICANDO OS CALIBRES Projétil Pro universo das armas de defesa, o projétil é a parte do

Pro

universo das armas de defesa, o projétil é a parte do cartucho que será lançada

jé l é qualquer sólido que pode ser ou foi arremessado, lançado. No

ti

através do cano.

O projétil pode ser dividido e m três partes:

Ponta: parte superior do projétil, fica quase sempre exposta, fora do estojo;

Base: parte inferior do projétil, fica presa no estojo e está sujeita à ação dos gases resu ltantes da queima da pólvora.

Corpo: cilíndrico, geralmente contém canaletas destinadas a receber graxa ou para aumentar a fixação do projétil ao estojo.

Projéteis de Chumbo

Como o nome indic a, são projéteis construídos exclusivamente com ligas desse metal. Pod em ser encontrados diversos tipos de projéteis, destinados aos mais diversos usos, os quais podemos classificar de acordo com o tipo de pon ta e tipo de base.

DESMISTIFICANDO OS CALIBRES Tip os d e pontas: • Ogival: uso geral, muito comum; •

DESMISTIFICANDO OS CALIBRES

Tip

os

d

e pontas:

Ogival: uso geral, muito comum;

Canto-vivo: uso exclusivo para tiro ao alvo; tem carga reduzida e perfura o papel de forma mais nítida;

Semi canto-vivo: uso geral;

Ogival ponta plana: uso geral; muito usado no tiro prático (IPSC) por provocar menor número de "engasgos" com a pistola;

Cone truncado: mesmo uso acima.

Semi-ogival: também muito usado em tiro prático;

Ponta oca: capaz de aumentar de diâmetro ao atingir um alvo humano (expansivo), produzindo assim maior destruição de tecidos.

(expansivo), produzindo assim maior destruição de tecidos. Projéteis Encamisados São projéteis construídos por um

Projéteis Encamisados

São projéteis construídos por um núcleo recoberto por uma capa externa chamada camisa ou jaqueta. A camisa é normalmente fabricada com ligas metálicas como: cobre e níquel; cobre, níquel e zinco; cobre e zinco; cobre, zinco e estanho ou aço. O núcleo é constituído geralmente de chumbo praticamente puro, conferindo o peso necessário e um bom desempenho

balístico. Os projéteis encamisados podem ter sua capa externa aberta na base

e fechada na ponta (projéteis sólidos) ou fechada na base e aberta na ponta

(projéteis expansivos). Os projéteis sólidos têm destinação militar, para defesa pessoal ou para competições esportivas. Destaca-se sua maior capacidade de penetração e alcance.

O s projéteis expansivos destinam-se à defesa pessoal e caça, pois ao atingir

u m alvo é capaz de amassar-se e aumentar seu diâmetro, obtendo maior c apacidade lesiva. Esse tipo de projétil teve seu uso proibido para fins militares p ela Convenção de Genebra. Os projéteis expansivos podem ser classificados e m totalmente encamisados (a camisa recobre todo o corpo do projétil) e semi-

encamisados (a camisa recobre parcialmente o corpo, deixando sua parte p osterior exposta. Os tipos de pontas e tipos de bases são os mesmos que os anteriormente citados para os projéteis de chumbo. Existem projeteis com

função expecífica militar como traçantes, perfurante de blindagem, incendiaros

e etc.

DESMISTIFICANDO OS CALIBRES Número do Chumbo 12 11 9 8 7 1 / 2 7

DESMISTIFICANDO OS CALIBRES

DESMISTIFICANDO OS CALIBRES Número do Chumbo 12 11 9 8 7 1 / 2 7 6

Número do Chumbo

12

11

9

8

7 1/2

7

6

5

3

1

T

TTT

SG

Knock Down

Balote

Diâmetro em milímetros

 

1,25 1,50 2,00 2,25

2,38 2,50 2,75 3,00 3,50 4,00

5,00

5,50

8,40

18,65

17,6

Quantidade aproximada de bagos em 10 gramas

 
 

32,0*

28,35*

8 70

457 216 151

130

110 83

64

40

27

14

10

2,80

gramas

a gramas

a

 

unidade

unidade

2,80 gramas a gramas a   unidade unidade ACAP–Associação dos Colecionadores e Atiradores do
DESMISTIFICANDO OS CALIBRES Estojo O e essencial ao disparo, já que algumas armas de fogo

DESMISTIFICANDO OS CALIBRES

Estojo

DESMISTIFICANDO OS CALIBRES Estojo O e essencial ao disparo, já que algumas armas de fogo mais

O e

essencial ao disparo, já que algumas armas de fogo mais antigas dispensavam

seu

estojo possibilita que todos os componentes necessários ao disparo fiquem

unidos

cada disparo.

Atualmente, a maioria dos estojos são construídos em metais não-ferrosos, principalmente o latão (liga de cobre e zinco), mas também são encontrados estojos construídos com diversos tipos de materiais como plásticos (munição de treinamento e de espingardas), papelão (espingardas) e outros.

m

jo é o componente de união mecânica do cartucho, apesar de não ser

st

o

u o, trata-se de um componente indispensável às armas modernas. O

s

em uma peça, facilitando o manejo da arma e acelera o intervalo e

A forma do estojo é muito importante, pois as armas modernas são construídas

de forma a aproveitar as suas características físicas.

Par

a

Quanto à forma do corpo:

Cilíndrico (Straight): o estojo

fi

ns didáticos, o estojo será classificado nos seguintes tipos:

mantém seu diâmetro por toda sua

extensão;

Cônico (Straight): o estojo tem diâmetro menor na boca, é pouco comum; e

Garrafa (Bottle Neck): o estojo tem um estrangulamento (gargalo). Cabe ressaltar que, na prática, não existe estojo totalmente cilindrico, sempre haverá uma pequena conicidade para facilitar o processo de ex tração. Os estojos tipo garrafa foram criados com o fim de conter grande quantidade de pólvora, sem ser excessivamente longo ou ter um diâmetro grande. Esta forma

é c

om mente encontrada em cartuchos de fuzis, que geram grande quantidade de ene rgia e, muitas vezes, têm projéteis de pequeno calibre.

u

Quanto aos tipos de base:

Com aro (Rimmed): com ressalto na base (aro

Com semi-aro (Semi-Rimmed): com ressalto de pequenas proporções e uma ranhura(virola);

Sem aro (Rimless): tem apenas a virola; e

Rebatido (Rebated): A base tem diâmetro menor que o corpo do estojo.

Cinturado (Belted) : Anel com diâmetro superior a base próximo a ela.

A base do estojo é importante para o processo de carregamento e extração,

sua forma determina o ponto de apoio do cartucho na câmara ou tambor (headspace), além de possibilitar a ação do extrator sobre o estojo.

ou gola);

Quanto ao tipo de iniciação:

DESMISTIFICANDO OS CALIBRES • Fogo Circular (Rimfire): A mistura detonante é colocada no interior do

DESMISTIFICANDO OS CALIBRES

Fogo Circular (Rimfire): A mistura detonante é colocada no interior do estojo, dentro do aro, e detona quando este é amassado pelo per cursor;

disposta em uma

Fogo Cent

espoleta, fixada no centro da base do estojo. Cabe lembrar que alguns tipos de estojos nos diversos itens da classificaç ão

dos estojos não foram citados por serem pouco comuns.

ral (Central Fire): A mistura detonante está

pouco comuns. ral (Central Fire): A mistura detonante está ACAP–Associação dos Colecionadores e Atiradores do
pouco comuns. ral (Central Fire): A mistura detonante está ACAP–Associação dos Colecionadores e Atiradores do
pouco comuns. ral (Central Fire): A mistura detonante está ACAP–Associação dos Colecionadores e Atiradores do
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pouco comuns. ral (Central Fire): A mistura detonante está ACAP–Associação dos Colecionadores e Atiradores do
DESMISTIFICANDO OS CALIBRES Propelente Propelente ou carga de projeção é a fonte de energia química

DESMISTIFICANDO OS CALIBRES

Propelente

DESMISTIFICANDO OS CALIBRES Propelente Propelente ou carga de projeção é a fonte de energia química capaz
DESMISTIFICANDO OS CALIBRES Propelente Propelente ou carga de projeção é a fonte de energia química capaz

Propelente ou carga de projeção é a fonte de energia química capaz de

A energia é

produz ida pelos gases resultantes da queima do propelente, que possuem

muito maior que o sólido original. O rápido aumento de volume de

matéria no interior do estojo gera grande pressão para impulsionar o projétil. A queima do propelente no interior do estojo, apesar de mais lenta que a velocidade dos explosivos, gera pressão sufic iente para causar danos na arma, isso não ocorre porque o projétil se destaca e avança pelo cano, consumindo grande parte da energia produzida.

vol

arre

m ssar o projétil a frente, imprimindo-lhe grande velocidade.

e

um

e

DESMISTIFICANDO OS CALIBRES Atualmente, o propelente usado nos cartuchos de armas de defesa é a

DESMISTIFICANDO OS CALIBRES

Atualmente, o propelente usado nos cartuchos de armas de defesa é a pólvora quimica ou pólvora sem fumaça. Desenvolvida no final do século passado, substituiu com grande eficiência a pólvora negra, que hoje é usada apenas em velhas armas de caça e réplicas para tiro esportivo. A pólvora química produz pouca fumaça e muito menos resíduos que a pólvora negra, além de ser capaz de gerar muito mais pressão com pequenas quantidades.

Dois tipos de pólvoras sem fumaça são utilizadas atualmente em armas de defesa:

Pólvora de base simples: fabricada a base de nitrocelulose, gera menos calor durante a queima, aumentando a durabilidade da arma; e

Pólvora de base dupla: fabricada com nitrocelulose e nitroglicerina, tem maior conteúdo energético.

O uso de ambos tipos de pólvora é muito difundido e a munição de um mesmo

calibre pode ser fabricada com um ou outro tipo.

Espoleta

calibre pode ser fabricada com um ou outro tipo. Espoleta A espoleta é um recipiente que

A espoleta é um recipiente que contém a mistura detonante e uma bigorna,

utilizado em cartuchos de fogo central. A mistura detonante, é um composto que queima com facilidade, bastando o atrito gerado pelo amassamento da espoleta contra a bigorna, provocada pelo percursor. A queima dessa mistura gera calor, que passa para o propelente, através de pequenos furos no estojo,

chamados eventos.

Os tipos mais comuns de espoletas são:

o

Boxer: muito usada atualmente, tem a bigorna presa à espoleta e se utiliza de apenas um evento central, facilitando o desespoletamento do estojo, na recarga;

o

Berdan: utilizada principalmente em armas de uso militar, a bigorna é um pequeno ressalto no centro da base do estojo estando a sua volta dois ou mais eventos; e

o

Bateria: utilizada em cartuchos de caça, tem a bateria incorporada na espoleta de forma a ser impossível cair, facilitando o processo de recarga do estojo.

Outros tipos de es serem encontrados.

po

letas foram fabricados no passado, ma

s hoje são raros de

DESMISTIFICANDO OS CALIBRES Obs : Apesar de obsoleto é interessante m encionar o sistema de

DESMISTIFICANDO OS CALIBRES

DESMISTIFICANDO OS CALIBRES Obs : Apesar de obsoleto é interessante m encionar o sistema de ignição

Obs: Apesar de obsoleto é interessante mencionar o sistema de ignição por pino (pin fire), também conhecido por Lefaucheaux em homenagem ao se inventor francês por volta de 1836. Este sistema, apesar de obsoleto já próximo ao fim do século XIX, ainda foi muito usado na Europa e América do Sul até o início do século XX.

na Europa e Amér ica do Sul até o início do século XX. Nomenclatura de munição
na Europa e Amér ica do Sul até o início do século XX. Nomenclatura de munição

Nomenclatura de munição

A partir do momento em que o Brasil passou a utilizar, e mesmo a fabricar,

munições provenientes de outros países, passou a importar, também, a

complicação inerente à nomenclatura dessas munições.

medida que foram sendo inventadas ou desenvolvidas, as munições foram

s endo nomeadas ou designadas mais ou menos sem regras, sem se prender a n enhum sistema ou padrão específico, gerando assim muita confusão e inconsistência. Isso é válido principalmente para as de origem norte- americanas, inglesas e européias (continentais), as mais utilizadas e difundidas em nosso país. De forma geral, o primeiro componente do nome é o calibre,

À

dado pelo diâmetro da bala ou do cano. No caso do cano, a medição pode se dar entre os fundos das raias ou entre os cheios, quando então é também chamado de calibre real ou calibre nominal. De qualquer forma, as medições nem sempre foram precisas ou consistentes, o que, aliado à vontade ou

DESMISTIFICANDO OS CALIBRES necessidade do inventor de dar um “nome” diferente à sua munição, ajudaram

DESMISTIFICANDO OS CALIBRES

necessidade do inventor de dar um “nome” diferente à sua munição, ajudaram a ampliar a confusão. Como exemplo tem- se o .303 Savage, que

utiliza um projétil de .308” de diâmetro e o .303 British, que utiliz a um de .312”. Temos ainda nosso popular 38 Special, que utiliza um pr ojétil de .357”. O

identificador de

determinada característica da munição, como carga de pólvora, comprimento do estojo, data de introdução da munição, ou mesmo o nome do inventor ou do País que a utiliza ou inventou. Os exemplos acima são típicos.

Nas munições norte-americanas mais antigas, carregadas com pólvora negra, poderia haver ainda um terceiro elemento, em geral destinado a nomear o peso do projétil. Exemplos são o 45-70-405 e o 45-70-500.

A notação inglesa básica é parecida com a norte-americana, onde o calibre é

dado em centésimos ou milésimos de polegada, podendo ter nomes acrescidos

para facilitar a identificação. No entanto, o calibre também poderia ser dado p elo segundo elemento do nome, caso em que o primeiro elemento significava

o “nome” ou “calibre” do estojo utilizado na confecção da referida munição.

E xemplo clássico é o .577/450, munição do fuzil Martini-Henry, que mostra um

do fuzil Snider (.577), devidamente

a lterado ou adaptado. Essa notação, de forma invertida, tem sido bastante

u tilizada pelos experimentadores individuais que desenvolvem novas m unições, não-comerciais (wildcat), a partir de componentes existentes, como

o 25-06 ou 8mm/06 , que nada mais são do que projéteis de medidas

diferentes montados no estojo da munição 30-06 , devidamente adaptado.

A notação adotada pelos europeus é a que na realidade mais se aproxima de

um sistema consistente e compreensível. As dimensões são em milímetros e incluem o diâmetro d o projétil, o comprimento do estojo e o seu tipo, quanto a s er com ou sem aro (rimmed ou rimless). Pode ainda, vir em seguida o nome do inventor da munição. Assim, o famoso 7mm, que tão bons serviços prestou ao nosso país, é designado como 7x57, significando um projétil de calibre 7mm num estojo de 57 mm de comprimento, do tipo rimless (sem aro). Na sua versão com aro, para fuzis de tiro único ou combinados, tem a notação 7x57R.

calibre de .450” no estojo da munição

segundo componente do nome, quando existe, pode ser um

segundo componente do nome, quando existe , pode ser um ACAP–Associação dos Colecionadores e Atiradores do
DESMISTIFICANDO OS CALIBRES F amília 7mm da direita para a esquer da: 7mm-08 Rem, 7mm

DESMISTIFICANDO OS CALIBRES

DESMISTIFICANDO OS CALIBRES F amília 7mm da direita para a esquer da: 7mm-08 Rem, 7mm Mauser,

F amília 7mm da direita para a esquerda: 7mm-08 Rem, 7mm Mauser, .284

W in,

Rem Mag, 7mm Wby Mag, 7mm Dakota, 7mm STW, 7mm Ultra Mag e 7.21

.280 Rem, 7mm SAUM, 7.21 Lazzeroni Tomahawk, 7mm WSM, 7mm

Lazzeroni Firebird.

7.21 Laz zeroni Tomahawk, 7mm WSM, 7mm Lazzeroni Firebird. Familia do .28 da direita para a

Familia do .28 da direita para a esquerda, baseados nas cápsulas do 30-06

Sprg e nos cinturados H&H: standard .280 Rem, .280 RCBS, .280 Ackley

Improved e Sundra's 7mm JRS. (direita). Na Europa o 7x57 (esquerda) e 7x64 (centro) são os mais populares 7mms. A direita é o 7x68 Vom Hoffe, um cartucho rebatido como o .284 Win.

é o 7x68 Vom Hoffe, um cartucho rebatido como o .284 Win. Família de .22 :

Família de .22 : 218 Bee, .222 Remington, .222 Remington Magnum, .225 Winchester e .220 Swift.

DESMISTIFICANDO OS CALIBRES Família de .22 : .222 Rem., .222 Re m. Mag., .223 Rem.,

DESMISTIFICANDO OS CALIBRES

DESMISTIFICANDO OS CALIBRES Família de .22 : .222 Rem., .222 Re m. Mag., .223 Rem., .22-250

Família de .22 : .222 Rem., .222 Rem. Mag., .223 Rem., .22-250 Rem.

de .22 : .222 Rem., .222 Re m. Mag., .223 Rem., .22-250 Rem. Os novos Winchester

Os novos Winchester Short Magnum: 243 WSSM, .243 WIN., .223 WSSM, .22- 250 REM., .223 REM.

243 WSSM, .243 WIN., .223 WSSM, .22- 250 REM., .223 REM. Os grandes calibres de caça:

Os grandes calibres de caça: 243 Winchester, .280 Remington, .30-06, .375 H&H, .458 Lott.

DESMISTIFICANDO OS CALIBRES Classificação quanto ao emprego Munições para Pistola Cada vez mais utilizadas pelo

DESMISTIFICANDO OS CALIBRES

Classificação quanto ao emprego

Munições para Pistola

Cada vez mais utilizadas pelo público civil, as munições para pistola são amplamente usadas no meio policial, bem como no militar e esportivo. Isso se deve à ca pacidade de municiamento, à facilidade de recarregamento e à evolução técnica das armas semi-automáticas.

e à evolução técnica das armas semi-automáticas. Munições para Revólver As munições para revólveres

Munições para Revólver

As munições para revólveres são destinadas à defesa, à caça e ao esporte. Elas são as mais utilizadas pelo público civil para defesa pessoal, mas seu uso também é tradicional no meio policial.

mas seu uso também é tradicional no meio policial. ACAP–Associação dos Colecionadores e Atiradores do
DESMISTIFICANDO OS CALIBRES Cartuchos de Armas de alma lisa Os cartuchos são destinados a caça,

DESMISTIFICANDO OS CALIBRES

Cartuchos de Armas de alma lisa

Os cartuchos são destinados a caça, defesa, esporte e uso polical. No rmalmente, são carregados com esferas múltiplas de chumbo cujos tamanhos (diâmetros) variam de acordo com a finalid ade a que se destina o cartucho.

de acordo com a finalid ade a que se destina o cartucho. Munições para Fuzis e

Munições para Fuzis e Metralhadoras

Essas munições destinam-se a fuzis militar, esportivo e caça e a metralhadoras com uso militar e policial.

e caça e a metralhadoras com uso militar e policial. ACAP–Associação dos Colecionadores e Atiradores do
DESMISTIFICANDO OS CALIBRES Munições para Canhões As munições para canhões com diversas funções, todas de

DESMISTIFICANDO OS CALIBRES

Munições para Canhões

As munições para canhões com diversas funções, todas de uso militar.

.

canhões com diversas funções, todas de uso militar. . Cartuchos de Uso Industrial Cartuchos destinados a
canhões com diversas funções, todas de uso militar. . Cartuchos de Uso Industrial Cartuchos destinados a

Cartuchos de Uso Industrial Cartuchos destinados a uma crescente e diversificada gama de aplicações industriais. Entre elas, destacam-se os cartuchos finca-pinos e os cartuchos para execução de conexões de cabos elétricos.

DESMISTIFICANDO OS CALIBRES Munições .de fogo circularl ica da caça de pequenos animais, em mentos

DESMISTIFICANDO OS CALIBRES

DESMISTIFICANDO OS CALIBRES Munições .de fogo circularl ica da caça de pequenos animais, em mentos e

Munições .de fogo circularl

ica da caça de pequenos animais, em

mentos e em momentos

de lazer. Seu baixo estam pido e recuo, além do preço reduzido, são algumas

das razões que colabor iniciantes no tiro e a

basicamente encontramos as munições 22 Short, 22 Long, 22 LR, 22 Magnum, 17 HRM e 17 Match 2.

competições de tiro de vá

Munição como .22 é utilizada para a pr

át

rias modalidades, em treina

am para que essa munição seja

tornam a mais vendida em

a melhor opção para todo o mundo. Hoje

a ma is vendida em a melhor opção para todo o mundo. Hoje 22 LR, 17

22 LR, 17 Match, 17 HRM e 22 Magnum

para todo o mundo. Hoje 22 LR, 17 Match, 17 HRM e 22 Magnum ACAP–Associação dos
DESMISTIFICANDO OS CALIBRES Wildcats Nem toda munição tem sua origem em uma fábrica. Muitos cartuchos

DESMISTIFICANDO OS CALIBRES

Wildcats

DESMISTIFICANDO OS CALIBRES Wildcats Nem toda munição tem sua origem em uma fábrica. Muitos cartuchos são

Nem toda munição tem sua origem em uma fábrica. Muitos cartuchos são

frutos de desenvolvimentos

dem

de trabalhos de especialistas, aficionados e

armeiros amadores ou especializ

ados. São pesso

as

qu

e

não

se

pr

en

apenas ao que as

mercadas simplesmente lhe

oferece

m, buscam

n

ovos

parâmetros de desem penho.

Tendo como princip

al ferram

enta a reca

rg

a de

munições, este grupo de trabalho,

desempenho desejados e se põe mãos a obra.

geralmente estabelece parâmetros de

e se põe mãos a obra. geralmente estabelece parâmetros de A partir de um estojos já
e se põe mãos a obra. geralmente estabelece parâmetros de A partir de um estojos já

A partir de um

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istentes

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rojéteis forn

ecido

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rcado, estas

pessoas dese

nvolvem n

ova

s muniç

ões

com estra

ngula

mento (ne

ck down) ou

alargamento do pescoço da cápsula par

desenvolvidos canos específicos para estas munições para serem usados em armas convencionais disponíveis no mercado.

o. Também são

a

o

p

rojétil desej

ad

no mercado. o. Também são a o p rojétil desej ad Como todo e qualquer projet

Como todo e qualquer projeto, pode ser um sucesso ou um fracasso. Muitos dos calibres disponíveis hoje nasceram como wildcat s e terminaram em linhas

de produção de

08mm Remington, o 25-06 Rem igton, o 22-250 Remington, o 220 Swift, o 454

Casull

encomendam estud os a arsenais que se utilizam do mesmo método para

ão é

do mesmo principio vário governos,

grandes fabricas de munição e armas. Podemos citar o 7-

e

muitos

outros.

Parti ndo

alcançar seus objetivos

nada mais que o reb

, foi o caso do próprio 7,62

x51 mm

rg.

Nato. Que

n

aixamento do estojo do 30-06 Sp

DESMISTIFICANDO OS CALIBRES C APITULO 2 ESPECIFICAÇÕES DE CALIBRES 2.1 – Armas longas Calibre 17

DESMISTIFICANDO OS CALIBRES

C

APITULO

2

ESPECIFICAÇÕES DE CALIBRES

2.1 – Armas longas Calibre 17 Remington

DE CALIBRES 2.1 – Armas longas Calibre 17 Remington   Dad os munição padr ão Di
DE CALIBRES 2.1 – Armas longas Calibre 17 Remington   Dad os munição padr ão Di
 

Dad

os munição padr

ão

Di

âmetro

 

Peso

Velocidade

En ergia

polegada

 

(grain)

Pés/seg

Pés/libra

 

.172

 

25

4040

906

Histórico: O 17 Remington foi introduzi do em 1971 pela Remington, como um

novo calibr

fogo central em cartucho de rifle ofer ecido comercialmente hoje. Ele foi

Remington

(5,56x45) mantendo o mesmo angulo do estojo fechando para .17 de polegada.

17-223 desenvolvido em quando P.O. Ackley, um 17 Ackley estrangulando

um estojo de 218 Bee. Existem muitas outras munições em calibre .17, sendo a maioria usando estrangulamento das varias munições .22 hoje existentes e disponíveis.

errolho da série 700. Sendo o menor calibre de

e para seus rifles de f

basicam ente

desenvolvido

estrangulando

um

estojo

de

223

O 17 Rem similar, mas n 1965. Experimentos com c famoso armeiro e "experi

ão idêntico com o wildcat alibres em .17 desde 1944 mentador", desenvolveu o

DESMISTIFICANDO OS CALIBRES Remington Model Seven Estojo 17 Remington Garrafa, sem Aro - Rimless Bottle

DESMISTIFICANDO OS CALIBRES

Remington Model Seven

DESMISTIFICANDO OS CALIBRES Remington Model Seven Estojo 17 Remington Garrafa, sem Aro - Rimless Bottle Neck

Estojo

17 Remington Garrafa, sem Aro - Rimless Bottle Neck

POL

MM

Largura da base

.378

 

Largura da base da virola

.377

 

Altura do RIM

.04 5

 

Altura até o om bro

1.351

 

Angulo do ombro

22.99°

 

Altura total da cápsula

1.796

 

Largura do Ombro

.356

 

Largura do pescoço

.199

 

Calibre 17/30 Carbine (17 Pee Wee)

Dados munição padrão

Diâmetro

Peso

Velocidade

Energia

polegada

(grain)

Pés/seg

Pés/libra

.172

25

3780

 

Histórico: Este calibre é um wildcat desenvolvido por R Schuetz, baseado no estrangulamento de estojo do .30 Carbine. Este cartucho não alcançou o mercado, não havendo nem munições nem armas disponibilizadas para aquisição, apenas rifles customizados e munição recarregada.

Estojo

17/30 Carbine Garrafa, sem Aro - Rimless Bottle Neck

POL

MM

Largura da base

.360

 

Largura da base da virola

.356

 

Altura do RIM

.05

 

Altura até o ombro

.969

 

Angulo do ombro

30.50°

 

Altura total da cápsula

1.267

 

Largura do Ombro

.323

 

Largura do pescoço

.204

 
DESMISTIFICANDO OS CALIBRES Calibre 218 Bee Dados munição padrão Diâmetro Peso Velocidade En ergia

DESMISTIFICANDO OS CALIBRES

Calibre 218 Bee

DESMISTIFICANDO OS CALIBRES Calibre 218 Bee Dados munição padrão Diâmetro Peso Velocidade En ergia

Dados munição padrão

Diâmetro

Peso

Velocidade

En ergia

pole gada

(grain)

Pés/seg

Pé s/libra

.224

45

2800

778

Histórico: O 218 Bee, introduzido pela W nchester em 1938, teve originalmente

lever action (ação de

seu primeiro modelo d

e rifle neste calibre o Model 65

i

alavanca) um

a

versão

moderna

do

e

Model

1892 .

Consid

erado pelos

entusiastas e

anunciado

p

or muito

s a

rt

igos de r

ev

ista

s especial

izadas como

tendo um po

der

e

a

lca

nce

m

ai

or

que

o

.22

Ho

rnet.

Porém cr

iticado como

menos preciso. Após a 2ª Guerra Mundial a Winchester fabricou o rifle Model

43

descontinuaram o rifle. Por algum tempo um ou dois fabricantes europeus como Sako e da Krico, fabricaram pequenos rifles tipo Mauser em 218 Bee. Hoje a Ruger, Marlin, Thompson/Center, Taurus e Browning fabricam armas em 218 Bee. Estojos podem ser adaptados com estrangulamento dos 25-20 Win ou 32-20 Win.

desenvolvimento

bolt

action

no

218

Bee.

Problemas

mecânicos

de

Estojo

218 Bee Garrafa, com Aro - Rimmed Bottle Neck

POL

MM

Largura da base

.408

 

Largura da base da virola

.349

 

Altura do RIM

.065

 

Altura até o ombro

.865

 

Angulo do ombro

11.94°

 

Altura total da cápsula

1.280

 

Largura do Ombro

.333

 

Largura do pescoço

.242

 
DESMISTIFICANDO OS CALIBRES Calibre 22Hornet (5,6x35R Vierling) Dados munição padr ão Diâmetro Peso V

DESMISTIFICANDO OS CALIBRES

Calibre 22Hornet (5,6x35R Vierling)

OS CALIBRES Calibre 22Hornet (5,6x35R Vierling) Dados munição padr ão Diâmetro Peso V

Dados munição padr ão

Diâmetro

Peso

V

elocidade

Energia

polegada

(grain)

Pés/seg

Pés/libra

.224

45

 

2690

723

Histórico: Lançado em 1930 pela Winchester como resultado do trabalho experimental de inúmeros pesquisadores entre os quais o conhecido Cel. Townsend Whelen. Pode ser considerado o percursor do Cal .22 de Fogo Central. Na Europa, um cartucho semelhante e intercambiável com o .22 Hornet, é conhecido como 5,6x35 R mm Vierling. O 22 Hornet foi baseado na velha munição em pólvora negra 22 WCF, tendo sendo desenvolvida pelos anos 20 por um grupo de Wildcatters (armeiros e "experimentadores") da Springfield Armory. Cel. Townsend Whelen, Capitão G. L. Wotkyns, e outros que carregavam os velhos .22 WCF com pólvora sem fumaça e projéteis jaquetados. A Winchester foi a primeira a produzir comercialmente em 1930. Em poucos anos o Hornet foi adotado por todos os fabricantes de munição americanos e muitos europeus. Os rifles originalmente forem baseados em conversão velhos Springfield M1903 militares (devido a grande disponibilidade)

e Martini de ação única (single shot actions). A Winchester anunciou seu Model

54 bolt action (ação de ferrolho) em 22

Hornet em 1932, mas só em 1933

outros fabricantes de armas desenvolveram projetos para este calibre, como Savage e Stevens. Durante a 2ª Guerra Mundial, muitos rifle s militares de sobrevivência, foram feitos neste calibre. Até hoje, Anschutz, Ruger, Ultra Light Arms, Thompson Center Arms, Sako, Kimber e muitos outro fabricam rifles neste calibre. Na Europa, o Hornet é conhecido pela designação métrica como 5.6x35Rmm. O Hornet foi um "projeto" que teve como meta o uso de projéteis jaquetados de 40 a 50 grain de pesos a velocidades entorno de 2500-2600 fps.

a 50 grain de pesos a velocidades entorno de 2500-2600 fps. Carabina de sobrevivência M3, arma

Carabina de sobrevivência M3, arma combinada com um cano em 22 Hornet e outro em alma lisa em calibre 36.

DESMISTIFICANDO OS CALIBRES Estojo 22 Hornet Garrafa, com Aro - Rimmed Bottle Neck POL MM

DESMISTIFICANDO OS CALIBRES

Estojo

22 Hornet Garrafa, com Aro - Rimmed Bottle Neck

POL

MM

Largura da base

.350

8.89

Largura da base da virola

.299

7.59

Altura do RIM

.065

1.65

Altura até o ombro

.825

 

Angulo do ombro

5º 41'

 

Altura total da cápsula

1.338

 

Altura total da munição

1.80

 

Largura do Ombro

.278

7.04

Largura do pescoço

.242

6.15

Tamanho Min Cartucho

1.660

 

Case trim length

1.393

 

Max case length

1.403

35,64

Calibre 22 PPC

  Max case length 1.403 35,64 Calibre 22 PPC Dados munição padrão Diâmetro Peso Velocidade

Dados munição padrão

Diâmetro

Peso

Velocidade

Energia

polegada

(grain)

Pés /seg

Pés/libra

.224

53

3400

 

Histórico: Este calibre é um wildcat baseado no estrangulamento de estojo do .220 Russian. Foi desenvolvido por Dr. Louis Palmasamo e Ferris Pindell em 1974. A intenção era desenvolver um cartucho extremamente eficiente para as competições de Benchrest. O cartucho é produzido comercialmente porém com uso bem especifico.

DESMISTIFICANDO OS CALIBRES Estojo Garrafa, 22 PPC sem Aro - Rimless Bot tle Neck POL

DESMISTIFICANDO OS CALIBRES

Estojo

Garrafa,

22 PPC sem Aro - Rimless Bot

tle Neck

POL

MM

La rgura da base

 

.440

 

Largura da base da virola

 

.440

 

Altura do RIM

.06

 

Altura até o ombro

 

1.075

 

Angulo do ombro

 

30.69°

 

Altura total da cápsula

 

1.515

 

Largura do Ombro

 

.430

 

Largura do pescoço

 

.246

 
.430   Largura do pescoço   .246   Antilope Americano (Phroghorn) : Caça de dificil

Antilope Americano (Phroghorn) : Caça de dificil aproximação necessita um cartucho de tiro tenso e alta velocidade

ão necessita um cartucho de tiro tenso e alta velocidade Caribu: necessita de um cartucho com

Caribu: necessita de um cartucho com poder de parada médio.

DESMISTIFICANDO OS CALIBRES Calibre 22 Savage Hi Power (5,6x52R) Dados munição padrão Diâmetro Pes o

DESMISTIFICANDO OS CALIBRES

Calibre 22 Savage Hi Power

(5,6x52R)

OS CALIBRES Calibre 22 Savage Hi Power (5,6x52R) Dados munição padrão Diâmetro Pes o Velocida

Dados munição padrão

Diâmetro

Pes o

Velocida de

Energia

polegada

(grain)

Pés /seg

Pés/libra

.228

70

3000

 

Histórico: Desenvolvido por Charles Newton e introduzido como munição comercial pela Savage Arms Co. nos seus Model 99 (lever action rifle) em 1912. O cartucho foi inicialmente chamado de "Imp". Nos USA só a Savage produziu comercialmente rifles neste calibre, já na Europa muitos customizadores de rifles efetuaram trabalhos neste calibre. Na Inglaterra a BSA Martini produziu single shot neste calibre. Na Europa é conhecido como 5.62x52Rmm e usado em "drillings" ou rifles combinados com espingardas. O 22 Savage é baseado no estojo do 25-35 Win estrangulado .228 (necked down). Ele é obsoleto desde 1930. Norma ainda produz munições neste calibre. O 22 Savage High Power foi considerado popular acerca dos 1900. Foi uns dos primeiros calibres de alta velocidade. Desafortunadamente, como muitos .22 de alta velocidade mais recentes, ele não é muito preciso. A munição disponível então pode ter sua parcela de culpa. Ele foi originalmente comercializado par a caça de pequenos animais e veados, mas não se tornou confiável para veados. De qualquer forma o 22 Savage High Power foi usado na África e Ásia em criaturas como leões e tigres, com relatos de sucesso. Ele é adequado para small game e varmint, mas para caça grossa não é uma boa escolha. Ele se tornou obsoleto pela chegada de munições modernas como o 222 Remington.

DESMISTIFICANDO OS CALIBRES Rifle Savage 99 Estojo 22 Savage Hi Power Garrafa, com Aro -Rimmed

DESMISTIFICANDO OS CALIBRES

Rifle Savage 99

DESMISTIFICANDO OS CALIBRES Rifle Savage 99 Estojo 22 Savage Hi Power Garrafa, com Aro -Rimmed Bottle

Estojo

22 Savage Hi Power Garrafa, com Aro -Rimmed Bottle Neck

POL

MM

Largura da base

.492

 

Largura da base da virola

.418

 

Altura do RIM

.063

 

Altura até o ombro

1.379

 

Angulo do ombro

12.09°

 

Altura total da cápsula

2.047

 

Largura do Ombro

.363

 

Largura do pescoço

.252

 

Calibre 22-250 Remington (22 Varminter, 220 Wotkyns Original Swift (WOS))

Remington (22 Varminter, 220 Wotkyns Original Swift (WOS)) Dados munição padrão Diâmetro Peso Velocidade
Remington (22 Varminter, 220 Wotkyns Original Swift (WOS)) Dados munição padrão Diâmetro Peso Velocidade

Dados munição padrão

Diâmetro

Peso

Velocidade

Energia

polegada

(grain)

Pés/ seg

Pés/libra

.224

5

5

3730

1699

Histórico: Desenvolvido pelo Cap. Wotkyns, o 22-250 Remington foi adotado em 1965 como uns dos calibres oferecidos pela Remington para seus rifles da série 700 (bolt action) e também para o Model 40XB match rifle. Browning também ofereceu para seus rifles bolt action o calibre 22-250 dois anos depois. O calibre não nasceu em ambiente de fabrica, não foi um desenho técnico, foi

DESMISTIFICANDO OS CALIBRES um wildcat muito popular, que durante muitos anos esteve no meio dos

DESMISTIFICANDO OS CALIBRES

um wildcat muito popular, que durante muitos anos esteve no meio

dos aficionados. Assim sendo a

classificação comercial. Para clarear esta confusão a origem 22-250 é baseada

00 Savage para o

pescoço do calibre .22. Seu nome é derivado do calibre (22) e do seu estojo pai (250). Harvey Donaldson, Grosvenor Wo tkyns, J. E. Gebby, J. B. Smith e

John Sweany todos trabalharam na vers ão do 22-250 entre 1934 e1937. J. E.

esta

rsões existentes, a

versão Gebby foi nomeada 22 Varmint er tendo obtido o copyright do nome.

Outros armeiros renomearam para 22-2 50. Hoje a maioria dos fabricantes americanos e europeus fornecem rifles de ferrolho em 22-250.

Remington 700 BDL

Gebby e J. B. Smith são usualmente creditados com presente configu ração em 1937. Apesar de diferen

n o estrangulamento do estojo (neck down)

on adotou o calibre e deu uma

Remingt

do 25 0-30

o des envolvedores

tes ve

d

e deu uma Re mingt do 25 0-30 o des envolvedores tes ve d Estojo 22-250

Estojo

22-250 Rem Garrafa, sem Aro - Rimless Bottle Neck POL MM Largura da base .472
22-250 Rem
Garrafa, sem Aro - Rimless Bottle Neck
POL
MM
Largura da base
.472
Largura da base da virola
.468
Altura do RIM
.05
Altura até o o mbro
1.44
Angulo do om bro
20.
Altura total da cápsula
1.912
Largura do Ombro
.418
Largura do pescoço
.253

Veado americano (Mule Deer) : necessita de um cartucho com poder de parada médio.

DESMISTIFICANDO OS CALIBRES Calibre 220 Swift   Dados munição padrão     Diâmetro Peso  

DESMISTIFICANDO OS CALIBRES

Calibre 220 Swift

DESMISTIFICANDO OS CALIBRES Calibre 220 Swift   Dados munição padrão     Diâmetro Peso  
 

Dados munição padrão

 
 

Diâmetro

Peso

 

Velocidade

Energia

polegada

(grain)

Pés/ seg

Pés/libra

 

.224

 

50

   

4110

1877

Histórico: O 2 como um nov Quando o Mo

20 Swift

foi desenvolvido pela Winchester e

ar

he

a seu ri

ster (bo

fle

lt act

de ferrolho M

ion) foi lan

introdu

zido em 1935 action rifle). meira edição

o calibre p del 70 Winc

ode

l 54 (bolt em sua pri

çado

em 1936, o 22

0

Sw

ift

era

um

dos se

us

ca

libres pa

drão o

ferecido. Isso

continuou até 1964 quando foi descontinuando. Agora o Savage Model 112V, o Ruger M77 e o Ruger No. 1V (single shot) são oferecidos em 220 Swift. Sua munição não é hoje muito comum. A Norma fabricante de munição da Suécia tem na sua lista de produção o 220 Swift com um projétil de 50 grain, velocidade de 4110 fps. Hornady / Frontier oferece cargas com projéteis de 55

grain e a 60 grain HP. O protótipo do 220 Swift foi desenvolvido entre 1934-35 por Grosvenor Wotkyns que estrangulou um estojo de 250-3000 Savage (necked down) para .22 com a finalidade de obter altas velocidades. Entretanto

a versão comercial da Winchester é baseada no velho e stojo

e strangulado para .22 (necked down). Ele é um estojo semi-rimmed.

6mm Lee Navy

(necked down). Ele é um estojo semi-rimmed. 6mm Lee Navy Remington XCR ACAP–Associação dos Colecionadores e

Remington XCR

DESMISTIFICANDO OS CALIBRES Estojo 220 SWIFT Garrafa, sem Aro – Semi-rimmed Bottle Neck POL MM

DESMISTIFICANDO OS CALIBRES

Estojo

220 SWIFT Garrafa, sem Aro – Semi-rimmed Bottle Neck

POL

MM

Largura da base

.473

 

Largura da base da virola

.455

 

Altura do RIM

.049

 

Altura até o ombro

1.722

 

Angulo do ombro

21.20°

 

Altura total da cápsula

2.205

 

Largura do Ombro

.402

 

Largura do pescoço

.260

 

Calibre 222 Remington

Largura do pescoço .260   Calibre 222 Remington Dados munição padrão Diâmetro Peso Velocidade

Dados munição padrão

Diâmetro

Peso

Velocidade

Energia

polegada

(grain)

Pés/ seg

Pés/libra

.224

53

3140

1094

Histórico: O 222 Remington foi introduzido pela Remington em 1950, para os rifles da serie 700 (bolt action). Muito dos créditos do 222 Remington deve-se a Mike Walker, um empregado de longo tempo da Remington. O calibre começou muito popular entre os atiradores de benchrest (modalidade em que o que interessa é o agrupamento dos impactos) e dos caçadores de Varmint (pequenos animais) por sua excelente desempenho. Mas pelos anos 90 o 222 Remington perdeu popularidade para o 223 remington, possivelmente pela logística mais fácil.

Winchester 70 (left hand)

pela logística mais fácil. Winchester 70 (left hand) ACAP–Associação dos Colecionadores e Atiradores do
DESMISTIFICANDO OS CALIBRES Estojo 222 Rem Garrafa, sem Aro -Rimless Bott le Neck POL MM

DESMISTIFICANDO OS CALIBRES

Estojo

222 Rem Garrafa, sem Aro -Rimless Bott le Neck

POL

MM

La rgura da base

.378

9

.60

Largura da base da virola

.376

9

.55

Altura do RIM

.045

 

Altura até o ombro

1

258

 

Angulo do ombro

22º 14'

 

Altura total da cápsula

1700

43.18

Altura total da munição

2.20

 

Largura do Ombro

.358

9.07

Largura do pescoço

.253

6

.42

Tamanho Mínimo do Cartucho

2.040

 

Case trim length

1690

 

Calibre 222 Remington Magnum

trim length 1690   Calibre 222 Remington Magnum Dados munição padrão Diâmetro Peso Velocidade

Dados munição padrão

Diâmetro

Peso

Velocidade

Energia

polegada

(grain)

Pés/ seg

Pés/libra

.224

55

3200

1280

Histórico: O 222 Remington Magnum foi originalmente um desenvolvimento entre a Remington e o Arsenal de Springfield (Springfield Arsenal). Porém

nunca foi adotado pelos militares, tendo a Remington introduzido para o esporte em 1958 para seus rifles da serie 700 (bolt action). Hoje a Remington não fabrica mais rifles neste calibr e. Nenhum dos maiores fabricantes

gton Magnum apesar

desempenho

americanos oferece op

de veloz teve uma rápida obsolescênc

ser muito semelhante ao .223 Remington (5,56x45mm).

ções neste calibre.

O 222 Remin

ente

ia, possivelm

por seu

neste calibre. O 222 Remin ente ia, possivelm por seu Armalite AR-16 ou M 16 ACAP–Associação

Armalite AR-16 ou M 16

DESMISTIFICANDO OS CALIBRES Estojo 222 Rem Mag Garrafa, sem Aro - Rimless Bottle Neck POL

DESMISTIFICANDO OS CALIBRES

Estojo

222 Rem Mag Garrafa, sem Aro - Rimless Bottle Neck

POL

MM

Largura da base

.378

 

Largura da base da virola

.375

 

Altura do RIM

.045

 

Altura até o o mbro

1.454

 

An gulo do ombro

23.06°

 

Altura total da cápsula

1.850

 

Largura do Ombro

.358

 

Largura do pescoço

.253

 

Calibre 223 Remin gton

, 5,56 OTAN M193, 2

(5,56x45mm

23 A rmalite)

223 Remin gton , 5,56 OTAN M193, 2 (5,56x45mm 23 A rmalite) Dados munição padrão Diâmetro

Dados munição padrão

Diâmetro

Peso

V

elocidade

Energia

polegada

(grain)

Pés/ seg

Pés/libra

.224

53

 

3330

1305

Histórico: Em meados da década de 50 existiam projetos para que o calibre .224" substituíssem o 7.62mm NATO, calibre oficial adotado pelas forças

armadas americanas e OTAN. O 223 Remington inicialmente apareceu em 1957 como um cartucho experimental militar para o fuzil de assalto Armalite AR-15. Foi um trabalho de Robert Hutton, um editor técnico da revista Guns & Ammo magazine e por Gene Stoner da Armalite. Um dos requisitos do trabalho era exceder a velocidade do som (cerca 1080 fps ao nível do mar) numa distancia de 500 jardas, algo não alcançado pelo 222 Remington. Trabalhando com Gene Stoner da Armalite, Bob Hutton desenhou um cartucho mais longo que o 222 Remington colocando um projétil mais pesado de 55 grain com desenho boattail. Tudo isso está documentado na revista Guns & Ammo Annual de 1971. Em 1964, foi oficialmente adotado pelo Exercito americano com o nome 5.6mm Ball cartridge M193. Ele é usado em tiro

seletivo para o fuzil M1

6 baseado no projeto original AR 1

5.

DESMISTIFICANDO OS CALIBRES Fuzil Austríaco Steyr AU G em calibre 5,56mm. Estojo 223 Rem Garrafa,

DESMISTIFICANDO OS CALIBRES

DESMISTIFICANDO OS CALIBRES Fuzil Austríaco Steyr AU G em calibre 5,56mm. Estojo 223 Rem Garrafa, sem

Fuzil Austríaco Steyr AUG em calibre 5,56mm.

Estojo

223 Rem Garrafa, sem Aro - Rimless Bottle Neck

POL

MM

Largura da base

.378

9.60

Largura da base da virola

.376

9.55

Altura do RIM

.045

 

Altura até o ombro

1.438

36.53

Angulo do ombro

21º 21'

 

Alt ura total da cápsula

1.760

44.70

Altura total da munição

2.26

57.40

Largura do Ombro

.354

8.99

Largura do pescoço

.253

 

Tamanho Min Cartucho

2.165

6.43

Case trim length

1.740

 

Calibre 240 Weatherby Magnum

trim length 1.740   Calibre 240 Weatherby Magnum ACAP–Associação dos Colecionadores e Atiradores do
trim length 1.740   Calibre 240 Weatherby Magnum ACAP–Associação dos Colecionadores e Atiradores do
trim length 1.740   Calibre 240 Weatherby Magnum ACAP–Associação dos Colecionadores e Atiradores do
DESMISTIFICANDO OS CALIBRES   Dados munição padrão Diâmetro Peso Velocidade Energia Polegada

DESMISTIFICANDO OS CALIBRES

 

Dados munição padrão

Diâmetro

Peso

Velocidade

Energia

Polegada

(grain)

Pés/ seg

Pés/libra

.243

100

3362

2502

Histórico: O .240 Weatherby Magnum foi introduzido para o seu rifle Mark V em 1968 pela Weatherby. O 240 Weatherby foi adicionado a uma lista de munições magnum desenvolvida pela pelo proprietário da Weatherby, Roy Weatherby em 1968. Ele difere de outros 6mm por ser por ser um estojo cinturado (belted case) com uma grande capacidade de pólvora. Ele é muito similar ao 240

Belted Rimless Nitro Express introduzido por Holland & Holland cerca de 1920.

Ele é avaliado apenas para o rifle Weat erby Mark V (bolt action) ou através de

s (custom gunsmiths). É um

ain com cerca de 200 fps

excelente cartuch

customizações de armeiros esp

h

ecializado

projétil d

o e arremes

sa um

e 100 gr

amais de velocidade de boca que o 6mm Remington e cerca de 400 fps mais rápido que o 243 Winchester. Ele é mais efetivo na caça do veado e antílope que os outros dois. A principal desv antagem é o alto preço da munição e a

stojo

dificuldade de encontrar a m unição fora das grandes

do 240 tem a mesma capacidade do 30-06 e diâmetro semelhante.

Estojo

cidad

es (USA). O

e

240 Wby Magnum Garrafa, Cintura do - Belted Bottle Neck

POL

MM

Largura da base

.473

 

Largura da base da virola

.453

 

Altura do RIM

.05

 

Altura até o ombro

1.992

 

Angulo do ombro

arredondado

 

Altura total da cápsul a

2.500

 

Largura do Ombro

.432

 

Largura do pescoço

.272

 

Calibre 243 Winchester

Largura do pescoço .272   Calibre 243 Winchester ACAP–Associação dos Colecionadores e Atiradores do
DESMISTIFICANDO OS CALIBRES Dados munição padrão Diâm etro Peso Velocidade En ergia polegada

DESMISTIFICANDO OS CALIBRES

DESMISTIFICANDO OS CALIBRES Dados munição padrão Diâm etro Peso Velocidade En ergia polegada

Dados munição padrão

Diâm etro

Peso

Velocidade

En ergia

polegada

(grain)

Pés/ seg

Pé s/libra

.243

80

3350

1993

Pés/ seg Pé s/libra .243 80 3350 1993 Ruger M77CR MKII Histórico: O 243 Winchester foi

Ruger M77CR MKII

Histórico: O 243 Winchester foi introduzido pela Winchester em 1955 para seus

rifles Model 70 (bolt action) e Model 88 (lever action). O 243 foi rapidamente adotado pela Savage para seus rifles Model 99 (lever action) e Model 110 (bolt

action). Todos os fab neste calibre. De fato

teve de se render à pop

243 tem uma excelente reputação quanto à precisão. O 243 (6mm) Winchester não é nada mais que o estrangulamento (necked down) do estojo do 308

Winchester.

243 é provavelmente o calibre com mais rifles fabricados que

m rifles de ferrolho

u seu próprio 6mm, rifles neste calibre. O

ricantes ingleses e europeus

até a

criara

Remington, que desenvolve

ularidade do 243, confeccionando

O

os

outros,

com

possível

exceção

para

o

30-06

Springfield.

Todos

os

fabricantes de rifles oferecem modelos neste calibre.

 
 

Estojo

 
 

243 Win Garrafa, sem Aro - Rimless Bottle Neck

 

POL

MM

Largura da base

 

.473

 

Largura da base da virola

 

.470

 

Altura do RIM

 

.055

 

Altura até o ombro

 

1.553

 

Angulo do ombro

 

19º 5 5'

 
DESMISTIFICANDO OS CALIBRES 243 Win Garrafa, sem Aro - Rimless Bottle Neck PO L M

DESMISTIFICANDO OS CALIBRES

243 Win Garrafa, sem Aro - Rimless Bottle Neck

PO L

M

M

Altura total da cápsula

2.045

 

Altura total da munição

2.65

 

Largura do Ombro

.455

 

Largura do pescoço

.276

 

Case trim length

2.035

 

Calibre 25-06 Remington

Case trim length 2.035   Calibre 25-06 Remington Dados munição padrão Diâmetro Peso Velocidade

Dados munição padrão

Diâmetro

Peso

Velocidade

Energia

Polegada

(grain)

Pés/ seg

Pés/libra

.257

120

2990

2382

Histórico : Durante os anos 20, um grande número de wildcatters (armeiros, pesquisadores entusiastas) trabalharam com estojos .30-06 Springfield, estrangulando (case necked down) para .257". Os nomes de poucos são o .25 Niedner, o .25 Griffen & Howe e o .25 Whelen. Todos similares em capacidade de pólvora e todos com ganho com as variedades de pólvoras de queima lenta. O 25-06, originalmente um cartucho wildcat, foi adicionado pela Remington a sua linha comercial em 1969. A versão wildcat datas de depois de 1920, quando foi desenvolvido por A. O. Niedner. A Remington optou pelo simples estrangulamento (necking down) do estojo 30-06. A serie Remington Model 700 (bolt action) foi a primeira a oferecer rifles neste calibre. Hoje a Remington, Interarms, Ruger, Savage, Winchester, Weatherby, Sako e muitos outros fabricantes de rifles de ferrolho tem uma versão em 25-06. Desde que foi introduzido comercialmente o 25-06 Remington é um dos mais populares.

Estojo

25-06 Rem Garrafa, sem Aro - Rimless Bottle Neck

POL

MM

Largura da base

.473

 

Largura da base da virola

.470

 

Altura do RIM

.05

 

Altura até o ombro

1.94

 
DESMISTIFICANDO OS CALIBRES 25-06 Rem ro - Rimles Garrafa, sem A s Bott le Neck

DESMISTIFICANDO OS CALIBRES

25-06 Rem ro - Rimles

Garrafa, sem A

s Bott

le Neck

POL

MM

An gulo do ombro

17.06°

 

Altura total da cápsula

2.494

 

Largura do Ombro

.441

 

Largura do pescoço

.290

 

Calibre 25-20 Winchester

do pescoço .290   Calibre 25-20 Winchester Dados munição padrão Diâmetro Peso Velocidade

Dados munição padrão

Diâmetro

Peso

Velocidade

Energia

Polegada

(grain)

Pés/ seg

Pés/libra

.257

86

2400

620

Histórico: O 25-20 Winchester Center Fi re (WCF) foi desenvolvido para ações

Foi uma versão em

c urtas do rifle Winche

ster Model 1892 (lever action).

repetição do

velho

25-20

single

shot

(tiro

único),

mas

baseado no

estrangulame

nto (necke

d do

wn)

d

o

3

2-20 WCF.

Exist

em difere

ntes opiniões

sobre quando foi à introdução. Algumas

autoridad

es diz

em 1893,

outras 1895.

ioria dos fabricantes

de armas e considerado um cartucho popular. O rifle Winchester 1892 (lever

action)

Marlin 27 (slide action) e 94 (lever action) e o Savage Model 23 (bolt action), tiveram/tem versões fabricadas em 25-20 WCF. A Marlin reintroduziu o 25-20 WCF o seu Model 1894CL (lever action).

Estojo

Remington Model 25(slide action),

De qualquer forma, ele foi a

dotad

o rapida

mente

pela ma

e modernamente o Model 65, o

25-20 Win Garrafa, com Aro - Rimmed Bottle Neck

POL

MM

Largura da base

.408

 

Largura da base da virola

.349

 
DESMISTIFICANDO OS CALIBRES 25-20 Win Garrafa, com Aro - R immed Bottle Neck PO L

DESMISTIFICANDO OS CALIBRES

25-20 Win Garrafa, com Aro - R immed Bottle Neck

PO L

MM

Altura do RIM

.065

 

Altura até o ombro

.854

 

Angulo do ombro

13.10°

 

Altura total da cápsula

1.33

 

Largura do Ombro

.334

 

Largura do pescoço

.273

 

Calibre 25-35 Winchester (25-35 WCF e 6,5x52R )

  Calibre 25-35 Winchester (25-35 WCF e 6,5x52R )   Dados munição padrã o Di âmetro
 

Dados munição padrã o

Di

âmetro

Peso

Velocidade

En ergia

polega da

(grain)

Pés/ seg

Pés /libra

 

.257

117

2230

1292

Histórico: Desenvolvido em 1895 pela Wi nchester, para sua carabina modelo

que

possuía uma balística superior. Assi m caindo na preferência do caçador

ca

diferente o adotou, principalmente para suas armas combinadas, um cano liso e outro raiado.

1894, o 25-35 Win, foi logo suplantado

pelo seu

irmão

o 30-30 Wi

n,

americano. Entretanto muitos caçadores europeu, que

tem uma característi

DESMISTIFICANDO OS CALIBRES Estojo 25-35 Win Garrafa, com Aro - Rimmed Bottle Neck POL MM

DESMISTIFICANDO OS CALIBRES

Estojo

25-35 Win Garrafa, com Aro - Rimmed Bottle Neck

POL

MM

Largura da base

.506

 

Largura da base da virola

.422

 

Altura do RIM

.063

 

Altura até o ombro

1.475

 

Angulo do ombro

8.93

°

 

Altura total da cápsula

2.04

3

 

Largura do O mbro

.32 5

 

Largura do pescoço

.281

 

Calibre 257 Roberts

Largura do pescoço .281   Calibre 257 Roberts Dados munição padrão Diâmetro Peso Velocidade
Largura do pescoço .281   Calibre 257 Roberts Dados munição padrão Diâmetro Peso Velocidade

Dados munição padrão

Diâmetro

Peso

Velocidade

Energia

polegada

(grain)

Pés/ seg

Pés/libra

.257

117

2650

1824

Histórico:

apidamente

copiado pela Winchester para seu Model 54 e mais tarde para o seu Model 70.

1934 quando lançou seu rifle

A versão comercial do 257 Roberts foi liberada pela Remington em

Model 30 (bol

t action). Ele

foi

r

O Remington 722 (bolt action) e o

oferecidos em cal

760 (slide action) foram também

anos recente muitos fabricantes americanos tem

modelo

ibre 257. Em

des

continuado, apenas a Ruger oferece e

m seu

Model 77(bolt action). O

cartucho

original

foi

desenvolvido

por

N.H.

Roberts

(um

conhe

cido

DESMISTIFICANDO OS CALIBRES "experimentador" e escr itor de armas durante o anos 20 e 30)

DESMISTIFICANDO OS CALIBRES

"experimentador" e escritor de armas durante o anos 20 e 30) e foi baseado no estrangulamento do estojo do 7 x 57 Mauser (necked down).

Remington trocou o angulo do ombro do cartucho de 15° para 20°. O nome do

cartucho

customizados eram feitos po

foi

mantido

em

homenagem

r Niedner Rifle Co. por vo

ao

desenvolvedor original. Rifles

lta de 1928.

Winchester Super X (semi-aut o)

Rifles lta de 1928. Winchester Super X (semi-aut o) o de médio poder de parada. Nesta
Rifles lta de 1928. Winchester Super X (semi-aut o) o de médio poder de parada. Nesta

o de médio poder de

parada. Nesta foto vemos algo interessante, o uso de uma arma de antecarga

(carregada pela boca)

Estojo

Veado Americano (Wh

ite Tail): Necessita de um cartuch

257 Roberts Garrafa, sem Aro - Rimless Bottle Neck

POL

MM

Largura da base

.467

 

Largura da base da virola

.467

 

Altura do RIM

.04 8

 

Altura até o om bro

1.735

 

Angulo do ombro

18.73°

 

Altura total da cápsula

2.221

 

Largura do Ombro

.423

 
DESMISTIFICANDO OS CALIBRES 257 Roberts Garrafa, sem Aro - Rimless Bottle Neck POL MM Largura

DESMISTIFICANDO OS CALIBRES

257 Roberts Garrafa, sem Aro - Rimless Bottle Neck

POL

MM

Largura do pescoço

.284

 
Neck POL MM Largura do pescoço .284   Fuzil Sueco Ljungman AG-4 2 Calibre 6,5x55 mm

Fuzil Sueco Ljungman AG-4 2

Calibre 6,5x55 mm Sueco (6,5x55mm Swedish Mauser, 6,5 Swedish) e 6,5 Norwegian)

(6,5x55mm Swedish Mauser, 6,5 Swedish) e 6,5 Norwegian)   Dad os m uni ção pad rão
 

Dad

os m

uni

ção pad

rão

 

Diâmetro

 

Peso

Ve

locidad

e

 

Energia

polegada

(grain)

Pés/ seg

Pés/libra

264

 

140

 

2789

 

2630

Histórico: O 6.5 Sueco é um calibre militar desenvolvido para o exército Sueco em 1894 e adotado pela Suécia e Noruega. Esteve operacional até após a 2ª Guerra Mundial. Na Escandinávia este calibre ainda é muito utilizado p elos c açadores. Quando milhares de Mauser Suecos foram exportados para o USA,

pela décadas de 50/60, muitos caç

como uma fina munição de média capacidade. E como a grande

ericanos consideraram, o calibre,

adores am

disp

onibilidade

destas

armas

e

muniçõ

es

vendid

as

p

elos

Surpl

us,

sua

aceitação

foi muito

boa. A conservação d

os fuzis m

ilitares pelos sueco

era

6.5 x 55mm é uma munição extremamente popular

entre os caçadores, sendo que na Europa e USA muitos fabricantes de rifle e munição os produzem. Os escandinav os o consideram um calibre potente para o seu tipo de caça, c omo o alce por exemplo. Ele arremessa um projétil de 139 grain a uma velocidade de 2800 fps e um de 156 grain a 2500 fps.

excelente. Ainda hoje o

DESMISTIFICANDO OS CALIBRES Javali Africano Estojo 6.5x55 mm Garrafa, sem Aro - Rimless Bottle Neck

DESMISTIFICANDO OS CALIBRES

DESMISTIFICANDO OS CALIBRES Javali Africano Estojo 6.5x55 mm Garrafa, sem Aro - Rimless Bottle Neck  

Javali Africano

Estojo

6.5x55 mm Garrafa, sem Aro - Rimless Bottle Neck

 

POL

MM

Largura da base

 

.476

 

Largura da base da virola

 

.476

 

Altura do RIM

 

.060

 

Altura até o ombro

 

1.684

 

Angulo do ombro

 

24º 84 '

 

Altura total da cápsula

 

2.165

 

Altura total da munição

 

3.0

3

 

Largura do Omb ro

 

.435

 

Largura do pescoço

 

.297

 

Case trim length

 

2.150

 

Max case length

 

2.160

 
 
   
 

Mule Deer

DESMISTIFICANDO OS CALIBRES Ruger 77 MKII Calibre 270 Winchester Dados munição padrão Diâmetro Peso

DESMISTIFICANDO OS CALIBRES

DESMISTIFICANDO OS CALIBRES Ruger 77 MKII Calibre 270 Winchester Dados munição padrão Diâmetro Peso

Ruger 77 MKII

Calibre 270 Winchester

OS CALIBRES Ruger 77 MKII Calibre 270 Winchester Dados munição padrão Diâmetro Peso Velocidade

Dados munição padrão

Diâmetro

Peso

Velocidade

Energia

polegada

(grain)

Pés/ seg

Pés/libra

.277

100

3480

2689

Histórico : O .270 Winchester foi desenvolvido em 1925. Introduzido inicialmente pelo rifle Model 54 e depois no Model 70, logo cada fabricante de rifle começou oferecer versões de diferentes mecanismos como ferrolho(bolt a ctions), Tiro único(single shots), trombone(slide actions) e semi-auto. Só o .30-06 é mais popular entre os caçador es, que o .270 Winchester para a caça grossa. O .270 Winchester oferece uma precisão excelente nos rifles da ação de ferrolho, uma trajetória tensa, um alcance longo e um recuo (coice) tolerável para os mais inexperientes atiradores. Muito utilizado na caça aos antílopes africanos e nos animais velozes.

Estojo

270 Win Garrafa, sem Aro - Rimless Bottle Neck

POL

MM

Largura da base

.476

 

Largura da base da virola

.476

 

Altura do RIM

.060