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COMO SURGIRAM OS GIGANTES QUE A BÍBLIA RELATA.

OS GIGANTES – Gênesis 6.4


O fato de os gigantes ou seres humanos de tamanho anormal viveram na terra é uma das
declarações verdadeiras das Escrituras. “Nefilin”, do hebraico, que vem de “Nefil”,
significa “Gigante”,”Valentão”,”Tirano” (Gn.6.4 Nm.13.33).
Eles eram de um tamanho físico anormal e os homens de Israel eram como gafanhotos, se
comparados a eles (Nm. 13.33). A palavra “Gibbor”, em hebraico, é também traduzida
“gigante”, que significa “homem valente”, “poderoso”, “gigante” ou “homem forte” (Nm.
13.33; Jô 16.14). Dizer que essas palavras originais se referem ao grau de impiedade em
vez de tamanho físico é um equivoco.
Os Anaquins eram um povo grande e alto (Dt.1.28;2.10-11,21;Js.11.21-22;14.12-15).
Anaque era um gigante e se ele e todos os Anaquins eram tão grandes, podemos afirmar
que os outros gigantes também o eram (Nm. 13.22,33). A Terra de Amon era uma terra
de gigantes (Dt. 2.19-20). Os Emins eram também grandes, muitos e tão altos quanto os
Anaquins (Dt. 2.10,11). Os Zanzumins eram chamados gigantes, um povo grande, muitos
e tão grandes quantos os Anaquins. Eles também habitavam na terra de Amon (Dt. 2.21).
Ogue, rei de Basã, é descrito como um gigante cuja cama era de ferro e media 4,5 metros
de cumprimento e 2 metros de largura. Estas não são medidas de impiedade, mas a
medida de uma cama feita de ferro (Dt. 3.11; Js. 12.4; 13.12). Basã é chamada à terra de
gigantes (Dt. 3.13).
Um vale de gigantes é mencionado em Josué 15.8; 18.16. Este é o mesmo vale de Refaim
o nome de uma outra linhagem de raça de gigantes, tão freqüentemente mencionados nas
Escrituras (Gn. 14.5; 15.20; II Sm. 5.18,22; 23.13; I Cron. 11.15; 14.9; Is. 17.5). Os
Refains eram gigantes bem conhecidos, mas infelizmente, em vez de manter seus
próprios nomes nas Escrituras, os tradutores traduziram-no para a palavra “mortos” (Jô.
26.5; Sl. 88.10; Pv.2.18; 9.18; 21.16; Is. 14.9; 26.19) e “falecidos” (Is. 26.14). A palavra
deveria ser mantida com o próprio nome em todos estes textos, como o é nas outras dez
passagens.
Refaim é traduzido gigante (II Sm. 21.16,18, 20,22; I Cron. 20.4,6,8) e gigantes (Dt.
2.11,20; 3.11,13; Js.12.4; 13.12; 15,8; 18.16). A frase “remanescente de gigantes” em Dt.
3.11; Js. 12.4; 13.12, deveria ser traduzida “remanescente de Refains”, pois eles eram
muitas nações de gigantes. Além dos Refains que enchiam a terra, tenteando contestar a
ordem de Deus a “terra prometida”, havia também outras nações de gigantes, a saber:
Queneus, Quenezeu, Cadmoneu, Heteus, Ferezeu, Refains, Amorreus, Cananeus,
Girgaseu, Jebuseu, Heveus, Anaquins, Emins, Horeus, Aveus, Zanzumins, Caftorins e
Nefilin. (Gn. 6.4; 14.5,6; 15,19-21; Ex.3.8,17; 23.23; Dt. 2.10-12,20-23;3.11-
13;7.1;20.17; Js. 12.4-8; 13.3; 15.8; 17.15; 18.16). Estes eram remanescentes das outras
raças de gigantes (Dt. 3.11; Js. 12.4; 13.12).
Todas estas nações de gigantes vieram da união dos filhos de Deus (anjos caídos) com as
filhas dos homens depois do dilúvio. Sendo de grande estatura, alguns deles com 6 dedos
em cada mão e 6 dedos em cada pé, carregavam lanças que pesavam cerca de 3,5 Kg. (II
Sm. 21.16-22; I Cron.20. 4-8). Golias, a quem Davi matou, possuía uma lança que pesava
7 quilos (I Sm. 17.7). Golias usava uma armadura que pesava aproximadamente 80 quilos
e seu tamanho era de quase 3 metros de altura.
É inteiramente possível que as pirâmides do Egito, as cidades de Basã e outros grandes
monumentos permanecerão um grande mistério insolúvel, até que sejam aceitos como
resultado do trabalho e tarefa dos filhos dos anjos caídos isto é, os gigantes.
A revelação que temos acerca dos gigantes nas Escrituras nos dá um verdadeiro quadro
do que a mitologia grega tenta em vão nos passar. A nós pertence à avaliação exata por
causa da Divina inspiração. A mitologia é a excrescência das tradições, memórias e
lendas que contam os atos sobrenaturais dos antepassados e das linhagens de seus
gigantes (heróis) – a perversão e corrupção na transmissão aos atuais fatos concernentes a
estes seres poderosos. O fato de estes gigantes terem parte de origem sobrenatural, tornou
fácil para os homens considerá-los deuses.
UM POVO SEM DIREITO DE RESSURREIÇÃO.
O fato dos REFAINS não ressuscitarem em tempo algum, “Morrendo eles, não tornarão a
viver, falecendo, não ressuscitarão; por isso os visitaste e destruíste , e apagaste toda a
sua memória” (Is. 26.14) prova a realidade dos gigantes e que eles não eram homens
comuns. Todo homem comum ressuscitará como diz em João 5.28-29: “Não vos
maravilheis disto; porque vem a hora em que todos os que estão no sepulcro ouvirão a
sua voz. E os que fizeram o bem sairão para a ressurreição da vida; e os que fizeram o
mal para a ressurreição da condenação”; portanto,os gigantes devem seu uma classe
diferente dos puros Adamitas. Isaias diz claramente que os MORTOS (em Hebraico,
REFAIM) estão agora no inferno (Is. 14.9): “O inferno, desde o profundo, se turbou
(movimentou, moveu-se) por ti, para te sair ao encontro na tua vinda; despertou por ti os
mortos ( tradução original REFAIM) e todos os príncipes da Terra e fez levantar do seu
trono a todos os reis das nações”. Isto significa:
1) – Os que estão no Sheol se turbarão, isto é, se moverão para receber os que lá
chegarão;
2) – Os mortos (Refaim- Gigantes) sairão ao encontro dos que ali chegarão;
3) – Até os que foram príncipes, sairão ao encontro dos futuros hospedes eternos;
4) – O Sheol levantará todos os reis das nações dos seus tronos e os receberão nas suas
Mortes;
5) – Haverá conversa no Sheol (Isaías 14.10-11);
6) – No Sheol, os mais poderosos da terra tornar-se-ão fraco e impotente (v. 10);
7) – Pompa, orgulho e suas musicas mundanas não serão nada no Sheol (v. 11);
8) – Os micróbios serão suas câmaras e os bichos os cobrirão. Os bichos no sentido
figurativo se referem aqueles que estão no inferno e jamais morrerão, pois serão
atormentados em suas sã consciência eternamente no Sheol.
Salomão confirma a mesma coisa em Provérbios 2.18; 9.18; 21.16, onde a palavra
MORTO é “REFAIM”.
SUAS ORIGENS
O fato dos gigantes surgirem da união dos filhos de Deus e da filhas dos homens prova
que seus pais não eram homens comuns da linhagem adâmica. Nenhuma monstruosidade
podia ser produto da união de homens e mulheres comuns; não importava quão justo era
o pai e quão ímpia era a mãe.
Muitos homens salvos, que são filhos de Deus no sentido de adoção e justiça através de
Cristo tem se casado com mulheres não convertidas e não tem produzido filhos tão
grandes quantos os gigantes da Bíblia como resultados dessa união. Se, como alguns
ensinam, os gigantes nasceram desse tipo de união antes e depois do dilúvio, então por
que os casamentos de hoje não produzem gigantes? Por que isso aconteceu no passado e
como não acontece hoje? Não há um caso sequer!
A lei de Deus de reprodução desde o inicio tem sido TUDO DE ACORDO COM SUA
ESPECIE. Não era possível então que os gigantes fossem produzidos por homens e
mulheres comuns (Gn. 1.11-12,21,24,25; 8.19). Isto teve o elemento sobrenatural,
propósito e poder de Satanás e seus anjos para fazer uma linhagem de tamanho extra da
espécie humana. Depois da variação da espécie, no que diz respeito ao tamanho, apenas
quando os gigantes viessem a existir, eles produziriam outros da mesma semelhança em
vez do tamanho do homem comum (Nm. 13.33; II Sm. 21.16,18, 20,22; I Cr. 20.4-8).

É ANTÍ BÍBLICO E ANTI-HISTORICO


Não é somente antibiblico, mas também anti-historico ensinar que os gigantes vieram da
união de homens e mulheres comuns. A grande pergunta tem sido: Onde os gigantes
começaram a existir? Gênesis 6.4 diz claramente: Surgiram da união dos filhos de Deus e
das filhas dos homens.
Concluímos então quatro fatos:
1-Que as mulheres ímpias tinham o poder de produzir tais monstros, se casada com
homens justos;
2-Que homens justos tinham o poder de produzir gigantes, quando casados com mulheres
ímpias;
3-Que a mistura do justo e do ímpio produzisse gigantes;
4-Que a extrema impiedade de qualquer dos pais produzissem uma linhagem de gigantes.
Todavia, estas quatro conclusões estão erradas, pois não temos um registro se quer em
milhares de casamento de convertidos com não convertidos, ter nascido algum gigante
semelhante ao que a Bíblia fala.
Também, a teoria de que os gigantes vieram do casamento dos filhos de Sete com as
filhas de Caim é desaprovado.
QUEM ERAM OS FILHOS DE DEUS? GÊNESIS 6.4
Os filhos de Deus não poderiam ter sido os filhos de Sete ou outros homens justos, pelas
sete (7) seguintes razoes:
1-Eles não eram homens justos o suficiente para serem salvos durante a Era Anti-
diluviana, exceto Abel (Gn. 4.4; Hb. 11.4), Enoque (Gn. 5.21-24; Hb. 11.5), Noé (Gn.
6.8; 7.1; Hb. 11.7), no que diz respeito ao que as Escrituras diz deles. Concluímos, então,
que estes três homens eram filhos de Deus que casaram com as filhas de Caim e
produziram a raça de gigantes na Terra, naqueles dias antes do dilúvio (Gn. 6.4)? Não
temos nenhum registro de casamento ou linhagem de Abel antes de ser assassinado.
Concernente a Enoque devemos crer que Matusalém e seus outros filhos eram gigantes?
Ou que os três filhos de Noé, Sem, Cão e Jafé eram gigantes? Se crermos que sim, que
textos devem nos basear?
Se fosse verdade, só teríamos gigantes depois do dilúvio. Isto traria mais um caso
insolúvel: como homens voltaram a ter o tamanho normal outra vez?
2-O TEMPO do casamento dos filhos de Deus desaprova a teoria de que eles eram filhos
de Sete. Os casamentos dos filhos de Sete não poderiam ter acontecido durante os
primeiros 325 anos, pois ele tinha um só filho com idade adequada para o casamento, há
este tempo (Gn. 5. 1-8), e ele (Enos) não era um homem justo. Dizer que não havia
casamentos antes de Enos, contradiz Gênesis 6.1-2, que diz que os filhos de Deus
casaram com as filhas dos homens quando tais filhas começaram a nascer.
Concluímos então que as mulheres não existiam nos 325 primeiros anos?
Se isso é verdade, então onde Caim, Sete e os outros obtiveram suas esposas?
Alem do mais, tais casamentos entre os filhos justos e as filhas ímpias não poderiam ter
acontecido nos últimos 600 anos antes do dilúvio, porque Noé era o único filho de Deus
por justiça há este tempo (Gn. 6.8-9; 7.1; II Pe. 2.4-5).
Seus filhos foram preservados dentro da Arca por simplesmente serem da raça pura de
Adão e não por causa da justiça pessoal deles.
3-Em Gênesis 6.4 diz que havia gigantes na Terra NAQUELES DIAS (antes do dilúvio),
e também DEPOIS DAQUELES ( depois daqueles dias que foram antes do dilúvio)
como resultado dos filhos de Deus terem se casado com as filhas dos homens. Se, como é
ensinado, os filhos de Deus eram os filhos de Sete, podemos atribuir para eles a
expressão DEPOIS DAQUELES (depois do dilúvio), pois a linhagem de Sete deu
prosseguimento através de Noé.
Mas no que diz respeito às filhas de Caim (suponhamos que elas são as filhas dos
homens) a história é diferente. A linhagem de Caim pereceu no dilúvio, ambos os homens
e mulheres, o que significa que não havia filha de Caim depois do dilúvio, para os filhos
de Deus se casar;
4-A Bíblia não dá nenhuma razão para acreditarmos que a frase “os filhos de Deus viram
que as filhas dos homens eram formosas”, seria limitada para as filhas de Caim. Outras
famílias tinham também filhas, milhares de família fizeram muitas linhagens antes e
depois do dilúvio. Gênesis 6.1-2, não diz que somente as filhas de Caim eram belas.
5-A própria expressão “FILHOS DE DEUS’’ e “FILHOS DOS HOMENS’’, indica dois
diferentes tipos: um produto de Deus, o outro o produto do homem. Sete não era Deus,
então porque chamar os FILHOS DE DEUS, filhos de Sete?
6-É uma questão de registro que os filhos de Sete eram tão ímpios quanto os filhos de
Caim. De fato, o primogênito de Sete começou a idolatria (Gn. 4.26);
7-Com exceção de Noé e sua família, toda a carne havia se corrompido sobre a Terra,
antes do dilúvio (Gn. 6.12), o que indica que toda a raça humana, menos a família de
Noé, tornou-se a mistura entre os anjos caídos e os filhos dos homens, ou gigantes.
Somente Noé conservou o puro pedigree de Adão e esta foi a razão pela qual eles foram
preservados na Arca. Eles eram os únicos capazes de dar a raça humana um novo e puro
começo depois do dilúvio. É dito de Noé que ele era um homem justo e PERFEITO em
sua geração (Gn.6.8).
A palavra para PERFEITO em hebraico é “Tamim”, que traduzido é “sem defeito’’. É a
palavra técnica para a “perfeição física”, e não “perfeição moral”. Conseqüentemente, a
palavra é usada para o sacrifício de animais do Velho Testamento que significa que
deveria ser o animal para o sacrifício, “de linhagem pura’’ e “sem defeito” (Tamim). (Ex.
12.5; 29.1; Lev. 1.3; 3.1-6; 4.3,23-32; 5.15-18; 6.6; 9.2-3; Ez. 43.22-25; 45.18-23), “sem
mancha” (Nm. 19.2; 28.3-11;29.17,26), “reto e puro” (Sl. 119.1). O uso desta palavra, em
conexão com Noé e sua família, significa que eles eram os únicos descendentes puros de
Adão que foram preservados (e não importava suas posições de santidade). Eles foram
todos preservados na Arca por uma simples razão: A linhagem pura.
PROVAS QUE OS FILHOS DE DEUS ERAM ANJOS
Desde que não há possibilidades de que os filhos de Deus que casaram com as mulheres,
e resultaram no nascimento de gigantes, não foram os filhos de Sete ou homens justos,
então os filhos de Gênesis 6 são anjos caídos. Não há dúvida a respeito devido às muitas
referencias que veremos a seguir:
1-A expressão “FILHOS DE DEUS” é encontrada apenas 5 (cinco) vezes no Velho
Testamento e todas as vezes que é usada, refere-se a ANJOS (Gn. 6.1-4; Jô 1.6; 2.1;
38.7).
Estes textos de Jô são indiscutivelmente, referencias a anjos. Daniel 3.25,28 chama um
anjo de “o filho de Deus”. Não é possível, então, que os filhos de Deus em Gênesis 6 não
fossem anjos?
2- Alguns tradutores da Septuaginta, Moffat, e outros traduziram: “anjos de Deus”, em
Gênesis 61-4, que fortalece a idéia desta exposição;
3-O historiador Josefo diz: “muitos anjos de Deus acompanhados de mulheres, geraram
filhos injustos, e a despeito de tudo que era bom, por conta de suas forcas.. estes homens
fizeram o que se assemelha aos atos daqueles dos quais os gregos chamaram de
gigantes”(Ant. Livro I ,Cap.3) Outra vez ele diz: “Havia até então preservado a raça dos
gigantes, que tinham corpos tão grandes e seus semblantes tão inteiramente diferentes dos
outros homens, e que surpreendia a que os via e era terrível o que se ouviam a respeito
deles.
“Os ossos destes homens continuam sendo mostrados até os dias de hoje” (Ant. Livro V,
Cap. 2);
4-Os ancestrais Nicenos também se referem aos anjos que “se envolveram em impuras
paixões com virgens, e foram subjugados pela carne... pelo amor destas virgens, portanto
geraram aquilo que chamamos de gigantes” (Vol. 2 pg.142; Vol.6 pg. 85, 273). O mártir
Justino, 110-165 a.D., diz “Mas os anjos transgressores... foram cativos pelo amor das
mulheres, e geraram filhos” (Vol. 2, pg. 190). Metodios, 260-312 a.D., diz “o diabo foi
insolente... e também aqueles (anjos) que se enamoraram do charme de carne, e tiveram
intercurso ilícito com as filhas dos homens” (Vol. 6, pg.370);
5-Ambos os Testamentos da Bíblia, ensinam que alguns anjos cometeram pecados de
sexo e viveram contrários a suas naturezas. Gênesis 6. 1-4, relata a historia do tal pecado.
Em II Pedro 2.4,5, temos a declaração de que os anjos pecaram antes do dilúvio e por
causa dos seus pecados foram lançados no inferno, aguardando o dia do julgamento. Esta
passagem não revela que o pecado foi a FORNICAÇÃO, mas em Judas 6 e 7 diz: “Os
anjos que não guardaram o seu principado, mas deixaram a sua própria habitação,
reservou na escuridão e em prisões eternas até ao juízo daquele grande Dia. Assim como
Sodoma e Gomorra, e as cidades circunvizinhas que, havendo-se corrompido como
aqueles (como os anjos) e ido após outra carne, foram postas, por exemplo, sofrendo a
pena do fogo eterno”. Se Sodoma, Gomorra e outras cidades viveram contrárias á
natureza e cometeram fornicação como os anjos fizeram, então é claro que o pecado dos
anjos foi a fornicação. De acordo com Gênesis 6, este pecado foi cometido com as filhas
dos homens.
6- O único versículo que fala que os anjos não têm necessidade de sexo é Mateus 22.30.
Todavia, o texto não ensina que eles não têm sexo e sim que eles não precisam de sexo. O
texto diz: “Na ressurreição nem casam, nem são dados em casamentos, mas serão como
os anjos nos céus”.
O propósito deste texto é para mostrar ao homem e a mulher, que terão parte na
ressurreição, não casam, e nem precisa de sexo, para manter suas espécies em existência.
No estado ressureto, eles viverão para sempre, mas não como seres sem sexo.
A Bíblia ensina que cada pessoa continuará com as características com que nasceu por
toda a eternidade. O apostolo Paulo diz que cada um terá seu próprio corpo na
ressurreição (I Co. 15.35-38). Se uma pessoa é macho, ele continuará com todas as
características de macho; se é fêmea, terá todas as características de fêmea, ainda que os
corpos serão transformados da mortalidade para a imortalidade, o qual será chamado de
“corpo espiritual” (I Co.15. 35-54). Não há nada na ressurreição que recriará o homem e
a mulher. Cristo permaneceu homem depois da ressurreição e assim também todos os
machos.
Através das Escrituras os anjos são identificados a semelhança de homens. Não há
nenhum registro da aparição de um anjo fêmea. É lógico então dizer que as fêmeas foram
criadas, exclusivamente, para as raças humanas, afim de que se mantivessem e
propagassem a sua existência; e que todos os anjos foram criados machos, um numero
estabelecido de sua espécie, sem a necessidade do processo de sua reprodução. Os anjos
foram criados já inumeráveis (Hb. 12.22), considerando que a multidão humana começou
com um casal.
O fato de alguns anjos não “guardarem seu primeiro estado, mas deixaram sua própria
habitação”, como registra Judas 6, para cometerem pecado, faz de certo modo
compreensível como um pecado de sexo poderia ser cometido por eles. A palavra grega
para “habitação” é “oiketerion”. É usada apenas duas vezes nas Escrituras e diz a respeito
aos corpos dos homens sendo “mudado” para corpos espirituais (II Co. 5.2), e os anjos
tendo uma mudança física, ou pelo menos um rebaixamento deles mesmos de alguma
maneira (Judas 6-7). Estes textos do Novo Testamento ajudam a explicar a história do
Velho Testamento a respeito dos anjos terem deixado suas naturezas e produzido gigante.
PARA QUEM CRISTO FOI PREGAR NAS PRISOES.
Em I Pedro 3. 19.20, vemos que Cristo “foi e pregou aos espíritos em prisão, os quais em
outro tempo foram rebeldes, quanto a longanimidade de Deus, nos dias de Noé, enquanto
se preparava a Arca”. Quem eram estes espíritos em prisão se não os anjos confinados,
que uma vez viveram contrários as suas naturezas, em pecado com as filhas dos homens?
(Gn. 6. 1-4). Em Salmos 104.4 e Hebreus 1. 13-14, diz: “...que faz dos seus anjos
espíritos”. Se anjos são espíritos, podemos então concluir que os espíritos a quem Cristo
foi pregar em prisão, eram anjos de Gênesis 6, e principalmente que eles “...eram
desobedientes...nos dias de Noé, enquanto a Arca estava sendo preparada”. O propósito
do dilúvio nos dias de Noé foi para destruir as linhagens dos gigantes, filhos dos anjos
conhecidos como filhos de Deus.

O PROPÓSITO DE SATANÁS EM GERAR GIGANTES.


Era o propósito de Satanás e seus anjos caídos corromperem a raça humana e por um fim
na raça pura Adâmica, pela qual a semente da mulher deveria vir. Isto poderia inverter
suas sentenças da maldição e tornar possível a Satanás e seu reino terem o controle da
Terra indefinidamente. Foi dito a Adão e Eva que a semente da mulher derrotaria Satanás
e restauraria o domínio do homem (Gn. 3.15). A única maneira então, para Satanás evitar
esta derrota profética, era corromper a linhagem pura de Adão para que a entrada da
semente ao mundo se tornasse impossível. Isso, ele tentou ao enviar alguns anjos caídos
para terem relacionamento com as filhas dos homens, como está registrado em Gênesis 6.
1- 4, para gerar as nações de gigantes através deles.
Foram dois acontecimentos de relacionamentos de anjos caídos com as mulheres como é
registrado em Gênesis 6. Havia gigantes NAQUELES DIAS (antes do dilúvio) e
DEPOIS DAQUELES DIAS (depois do dilúvio). “Naqueles dias” com as filhas de Caim,
e “depois daqueles dias”, com as filhas de Sete e de outros.
Satanás quase teve sucesso em seu intento, durante a primeira tentativa, pois, “toda carne
se corrompeu em seu caminho sobre a Terra”.
O objetivo do dilúvio foi para exterminar com toda esta corrupção satânica, destruindo
todos os gigantes e preservando a raça pura da linhagem de Adão para garantir a semente
da mulher ao plano de Deus.
Sendo derrotado no dilúvio, Satanás não parou no seu intento de prevenir a não vinda do
Redentor que causaria sua derrota final. Era agora, o momento para Satanás tirar
vantagem da informação de que Deus não mais destruiria a humanidade com um dilúvio.
Satanás então aproveitando esta possibilidade de não ser mais detido no seu projeto,
envia seu segundo grupo de anjos caídos para ter relação com as mulheres. Uma vez
mais, os resultados desta união geram gigantes que ocupam a “terra prometida”, donde
deveria nascer a semente, prometida a Abraão. Limitado ELE à sua promessa de não mais
destruir a terra com dilúvio, Deus enfrentava agora o problema para eliminar os gigantes
de uma outra maneira. Isto explica porque Deus mandou Israel matar cada um, homem,
mulher ou criança. Isto responde aos céticos que questionam porque Deus destruiu as
crianças no dilúvio e nas guerras de Israel. Deus tinha que exterminar por completo toda
a raça proveniente desta corrupção, a fim de cumprir seu programa em trazer ao mundo o
Seu Redentor. O Redentor veio! Satanás está agora reservando suas forças para a sua
ultima tentativa no 2º Advento de Cristo, e mais uma vez será frustrado no seu intento,
louvado seja Deus!!
Portanto, as Escrituras deixam claro que os gigantes foram resultados de uma união
sobrenatural, que aconteceu antes e depois do dilúvio.
Do livro os três planetas terra de Deus de J. Torres.