Vous êtes sur la page 1sur 8

O sistema integrado SAP R/3

O sistema SAP R/3 é composto por um conjunto de módulos de software integrados


interativamente. É um sistema abrangente e complexo. Pode tratar atividades desde a cadeia
produtiva até relacionamentos com clientes da organização. As aplicações partilham dados de
bases comuns aos módulos. As alterações feitas em bases de dados por determinado programa
aplicativo não compromete a funcionalidade de outros módulos do sistema. A implementação
do SAP R/3 em qualquer empresa requer a análise e a modificação de formas de realização de
processos do negócio.
A arquitetura do sistema SAP R/3 é dividido em três camadas:
• Camada de dados: fornece dados ao sistema, incluindo tabelas, meta-dados e dados sobre
as transações da empresa incluídas no sistema.
Módulos de atividades-meios
Módulos de atividades-fins
Organização
Bases de dados Aplicações
verticais
Aplicações
de apoio

• Camada de aplicação: processa e faz intercâmbio de dados entre servidor de aplicação e


servidor de base de dados para execução de ferramentas do software.
• Camada de apresentação: atua como interfaces de terminais e recursos de usuários,
executando tarefas de entrada e saída de dados/informação.
Essa abordagem separa funcionalidades de programas dos servidores, colocando bases de
dados em camada à parte. A divisão em camadas é feita com o objetivo de não sobrecarregar
aplicações individuais de usuários. Assim, se for necessário pode-se acrescentar novos
recursos tecnológicos (e.g., servidores de arquivos, servidores de aplicações, terminais e
outros recursos), sem causar maiores impactos no ambiente do sistema. Portanto, pode-se
planejar a incorporação de recursos tecnológicos para cada uma das camadas sem levar em
conta os efeitos de alterações sobre camada adjacente.
O sistema SAP R/3 é aberto e os programas das aplicações são concebidos em linguagem de
programação ABAP 4 (Advanced Business Application Programming development
workbench, Level 4). É uma plataforma comum que possui um conjunto integrado de
ferramentas de desenvolvimento de quarta geração (4GL), que permite programar e adaptar
aplicações necessárias à organização.
O sistema SAP R/3 apresenta pontos positivos e pontos negativos sobre sua utilização. Dentre
os pontos positivos destacam-se:
• Nível de integração: dado produzido em qualquer ponto da cadeia são centralizados, o que
elimina redundâncias e favorece a integridade da informação.
• Modularidade e flexibilidade: possui uma divisão em módulos aplicativos que permitem a
implementação evolutiva de componentes.
• Sistema aberto: adota diferentes plataformas de hardware, software, tipos de banco de
dados, sistemas operacionais. Pode ser flexibilizado por meio de parametrização e
customização (modificação e desenvolvimento de programas aplicativos).
• Apoio à gestão/decisão: pode combinar informação interna e/ou externa e assim produzir
resultados para a gestão do negócio, por meio de módulos de análise e apoio à gestão da
empresa.
O sistema SAP R/3 também apresenta desvantagens, dificuldades e problemas. Por exemplo,
sabe-se que um software proprietário desenvolvido para empresa específica é mais flexível
que pacote standard comercializado por fornecedores, como o SAP R/3 e outros produtos
similares. Adicionalmente, um software vertical implementado com base em atividades
específicas de uma empresa pode atender mais facilmente aos requisitos particulares. Por
exemplo, um software desenvolvidos para atividades de uma indústria de calçados, usina de
açúcar, criação de camarões ou laminação de aço. No entanto, componentes de pacote
standard como o SAP R/3 ou outro ERP qualquer, muitas vezes não atendem as necessidades
reais de uma organização, pois representam generalidades de um setor e não especificidades
de uma empresa. Por isso, a implementação de pacote ERP exige adaptações por meio de
parametrizações e customizações que, geralmente, envolve muito trabalho e custo excessivo
para a instituição.
Além disso, o sistema SAP R/3 foi criado para atender a grandes corporações. Requer
definições precisas de processos e percepções corretas de funções do negócio. É um software
complexo, caro, de implementação de longo curso, em média de seis a 18 meses. Assim, tem
sido pouco adaptável a empresas menores, principalmente, devido aos custos e adaptações de
processos da empresa que precisam ser feitas na entrada do software (SANTOS, 1999).
XXIII Encontro Nac. de Eng. de Produção - Ouro Preto, MG, Brasil, 21 a 24 de out de 2003
ENEGEP 2003 ABEPRO 5
A implementação é função da complexidade e do número de módulos adquiridos. Exige
trabalho em equipe e envolvimento de pessoas com diversas valências profissionais. Para
ajudar na implementação de produtos ERP, firmas de consultoria especializadas são
contratadas.
Os módulos do sistema SAP R/3 não são estanques ou de funcionamento individualizados,
embora possam ser utilizados separadamente. Representam áreas e tentam materializar a
integração de unidades do negócio. Dependendo do interesse, necessidades e recursos, novos
módulos podem ser implementados para expandir funções do software e assim atender a
requisitos adicionais.
3. Utilização do sistema SAP R/3 em contabilidade e custos
A seguir apresentamos informações dos módulos do sistema SAP R/3 de maior interesse neste
trabalho: FI (Financial Accounting) da contabilidade financeira e CO (Controlling) destinado
à gestão de custos/lucros. Além do processo de tratamento dos dados contábeis-financeiros,
desenvolvem procedimentos de cálculo de custos e margens de lucro de produtos (SAP
SYSTEM R/3 1997a, 1997b, 1997c).
O módulo FI é responsável pela gestão financeira e processa a contabilidade. Trata a
contabilidade geral e contas auxiliares sob a forma de sub-módulos, que integram-se por meio
de contas de controle. À medida que é feita a contabilidade, contas de conciliação de
resultados são atualizadas. Inclui, por exemplo:
• Livro razão: modelo do plano oficial de contabilidade, plano de países de interesse da
empresa e a conseqüente versão de balanços e de contas de resultados.
• Contas a receber: contempla alguns processos automáticos, entre esses a geração de
títulos a cobrar, remessas, gestão do risco, gestão de contas de clientes.
• Contas a pagar: contém processo de workflow que faz a verificação e controle de gestão
de faturas da empresa.
• Tesouraria: relatórios de previsão de liquidez, posição bancária, etc.
O módulo CO de gestão de lucros/custos está integrado à contabilidade (FI). O CO é
responsável pelas seguintes funções no sistema SAP R/3:
• Controle de gastos gerais, baseado em centros de custos.
• Controle de produção, custo padrão de produtos, margens de lucro, periodizações e valor
final de produto.
• Controle de resultados e cálculo da margem de contribuição, de acordo com custos/lucros
registrados.
A aplicação tesouraria (TR), por meio do FI e do CO oferecem importantes suportes
gerenciais para a empresa. A integração da contabilidade geral, da logística e recursos
humanos, proporcionam instrumentos gerenciais importantes para os departamentos da
organização. A incorporação de processos internos e externos em relação a clientes,
fornecedores, instituições financeiras, permitem aumentar a eficiência do negócio. Estes
componentes fornecem dados de gestão de custos/lucros e disponibilizam informação para
outros setores da organização.
O CO e o FI são formados por aplicações independentes que trocam dados, continuamente,
em particular, dados relevantes para os fluxos de custos que fluem do FI para o CO.
XXIII Encontro Nac. de Eng. de Produção - Ouro Preto, MG, Brasil, 21 a 24 de out de 2003
ENEGEP 2003 ABEPRO 6
Processam dados de produção, custos, lucros e são ligados a outros componentes do SAP R/3:
centros de custos, processos do negócio, projetos, ordens de clientes, ordens de produção,
apuração de taxas, impostos. São feitas comparações e conciliações de valores entre o CO e o
FI, visto que dados da contabilidade no FI correspondem a custos de produtos ou margens de
lucro de produtos no módulo CO.
Fases Funções do módulo CO
Identificação de problemas Prognósticos, cálculos de planejamento e de
necessidades; instrumentos de análises
Procura de solução do negócio Custos, lucros, rendimentos, gargalos
Avaliação de metas Objetivos, orçamentos, reorganização, política de
preços, demanda
Implementação de ações Diretrizes: orçamento mínimo/máximo
Controle: previsão, planejamento de materiais,
execução
Comparação de metas, produção, análise de variância
Quadro 1 - Funções principais do módulo Controlling (CO).
O CO é utilizado para coordenar, monitorar e otimizar processos do negócio (Quadro 1).
Requer dados de produção, planejamento, orçamento, atividades e eventos ocorridos do
negócio. Faz comparações de valores atuais com valores de metas planejadas e emite
variâncias que servem de base para implementar medidas corretivas de processos do negócio.
Trabalha com tempos mínimos, orçamentos de longo prazo e metas logísticas estabelecidas.
O sistema R/3 utiliza vários métodos de cálculos para apuração de custos e margens de lucro,
dentre outros o método ABC (Activity-Based Costing), que permite cálculos de custos
relativamente precisos e se baseia em atividades do negócio (Figura 2). A aplicação CO-OMABC
do sistema SAP R/3 pode avaliar valores antes de conhecido o custo final do produto.
Figura 2 - Cálculo de custos com método ABC (Activity-Based Costing).
O módulo CO é formado por várias aplicações, cada uma com função específica de
tratamento e gestão de custos. Quando surgem questões típicas no negócio, essas aplicações
podem ser utilizadas para ajudar a respondê-las, conforme questões a seguir.
Questão 1: Que custos ocorrem dentro da organização? (Custos industriais, por exemplo)
Centros de custos
Processos e atividades
Custos de produtos
(FI) Dados
contábeis-financeiros
Base de
cálculo
dos custos
diretos
Base de
cálculo
dos custos
indiretos
XXIII Encontro Nac. de Eng. de Produção - Ouro Preto, MG, Brasil, 21 a 24 de out de 2003
ENEGEP 2003 ABEPRO 7
A partir de informações processados pelos módulos CO/FI e custos associados a outros
gastos, podem ser determinados custos e margens de lucro de produtos por meio da aplicação
(CO-OM-CEL: Cost and Revenue Element Accounting) do sistema SAR R/3. A aplicação
produz relatórios de custos e lucros de produtos que podem dar uma visão das categorias dos
custos e dos lucros maiores, o que pode ser utilizado como ponto de partida num processo
mais detalhado de avaliação por meio de outro componente do módulo CO.
Questão 2: Como se pode manter os custos indiretos sob controle?
Muitas organizações apresentam percentuais altos de custos indiretos (overhead) que não
podem ser associados diretamente à manufatura nem rateados em despesas de serviços. O
monitoramento e a otimização de custos é mais simples em áreas de produção, mesmo assim
muitas vezes isso não é possível ser feito corretamente em relação a custos indiretos. Para
facilitar esse trabalho, existem aplicações do sistema SAP R/3 que podem monitorar e alocar
custos indiretos para obtenção de custos totais de produtos, de forma satisfatória.
Questão 3: Os setores onde ocorrem custos indiretos estão trabalhando eficientemente?
A aplicação (CO-OM-CCA: Cost Center Accounting) pode analisar onde ocorreram os
maiores custos indiretos, que devem ser atribuídos a setores da organização responsáveis por
tais custos. O Sistema SAP R/3 oferece métodos de alocação de custos com base em valores
mais justos, em particular, o método ABC.
Questão 4: Como pode a organização otimizar processos internos?
Metas da organização podem vir antes de metas particulares dos departamentos quando a
empresa é orientada para processos de reengenharia para otimização do todo. A aplicação
(CO-OM-ABC) monitora e controla processo inter-departamentais. Assim, o negócio passa a
ter controle adicional por meio de acesso a valores dos centros de custos, custos de produtos e
informações de análise para avaliação do processo de redirecionamento do negócio.
Questão 5: Em que segmento de mercado a empresa poderá ter maior sucesso?
Pode-se fazer uma análise por meio da aplicação (CO-PA: Profitability Analysis), que
examina fontes de retorno, considerando vendas e margens de lucro admissíveis. Pode-se
utilizar algum segmento de mercado, por exemplo, distinguir entre clientes, tipos de
empresas, formas de distribuição, áreas de negócio e avaliá-los de acordo com distribuição de
margem de lucro.
4. Considerações finais
Os aspectos teóricas sobre os quais se baseiam os sistemas integrados de gestão são
necessárias para entender que modelos de produtos ERP se ajustam mais a determinado tipo
de organização.
Dos conceitos de ERP apresentados, muitos foram implementados no SAP R/3. No entanto,
parte desses conceitos não estão presentes em muitos produtos ERP, visto que a
implementação de tais elementos tornam os produtos mais complexos e com preços
excessivamente elevados.
Elementos do ambiente SAP R/3 foram apresentados com o objetivo de esclarecer
funcionalidades e potencialidades de sistemas ERP, principalmente, sobre algumas
ferramentas dos módulos FI/CO utilizadas em tratamentos de dados contábeis-financeiros e
custos/lucro em empresas.
XXIII Encontro Nac. de Eng. de Produção - Ouro Preto, MG, Brasil, 21 a 24 de out de 2003
ENEGEP 2003 ABEPRO 8
Conforme visto, os módulos FI/CO permitem qualificá-los como ferramentas importantes de
apoio à gestão do negócio. As aplicações de monitoração, simulação e controle do CO,
supridas com dados do FI, mais informações externas, permitem estabelecer fortes
mecanismos de controle gerencial nas empresas, o que facilita, consideravelmente, o trabalho
de empregados e gestores do negócio.
Sistemas ERP estão mudando a tecnologia das organizações e as próprias relações
comerciais. O foco de sistema ERP pode levar a empresa pensar no redirecionamento do
negócio. Pode ajudar a empresa a tornar-se mais competitiva e assim responder melhor às
pressões do mercado, descobrir oportunidades, flexibilizar configurações de produtos, reduzir
de estoques e fortalecer relações comerciais com accionistas, clientes e fornecedores
(SWEAT, 1998).
A HISTÓRIA DA SAP

DE FORNECEDORA INICIANTE DE SOFTWARE A LÍDER GLOBAL DE MERCADO

Ao longo de mais de três décadas, a SAP evoluiu de uma empresa pequena e regional a uma
organização de alcance mundial. Hoje, a SAP é a líder global de mercado em soluções de
negócios colaborativas e multiempresas. A companhia emprega agora mais de 53.000 pessoas
cujos compromisso e espírito inovador garantem nosso sucesso futuro.

Os Anos 1970: Uma Visão em Tempo Real

Em 1972, cinco ex-empregados da IBM — Dietmar Hopp, Hans-Werner Hector, Hasso Plattner,
Klaus Tschira e Claus Wellenreuther — lançaram uma empresa chamada Systems Applications
and Products in Data Processing (Sistemas, Aplicativos e Produtos para Processamento de
Dados) em Mannheim, Alemanha. Sua visão: desenvolver um software aplicativo padrão para
processos de negócios em tempo real.

Um ano depois, o primeiro aplicativo de contabilidade financeira estava pronto, formando a base
para o contínuo desenvolvimento de outros componentes de software para aquilo que mais
tarde veio a ser conhecido como sistema “R/1”. O “R” é a primeira letra de “real-time data
processing” (processamento de dados em tempo real).

Perto do fim da década, o exame exaustivo do banco de dados IBM da SAP e do sistema de
controle de diálogo levam ao nascimento do SAP R/2.

Os Anos 1980: Crescimento Rápido

A SAP se muda para o primeiro prédio da empresa na Max-Planck-Strasse, num parque


industrial de Walldorf, perto de Heidelberg. Nossa área de desenvolvimento de software e seus
50 terminais ficam agora sob um mesmo teto. Cinquenta dentre as 100 maiores indústrias
alemãs já são clientes da SAP.

O sistema SAP R/2 mantém o alto nível de estabilidade das gerações anteriores do programa.
Pensando nos seus clientes multinacionais, a SAP desenha o SAP R/2 para lidar com diferentes
idiomas e moedas. Com essa funcionalidade e outras inovações no SAP R/2, a SAP cresce
rapidamente.

No meio da década, a SAP inaugura na Áustria sua primeira organização de vendas fora da
Alemanha. A empresa expõe pela primeira vez na CeBIT, feira de informática em Hanover,
Alemanha. A receita alcança DM 100 milhões (cerca de US$ 52 milhões), mais cedo do que se
imaginava.

Em agosto de 1988, a SAP GmbH se transforma em SAP AG. A partir de 4 de novembro, 1,2
milhões de ações passam a ser negociadas nas bolsas de Frankfurt e Stuttgart.

A manager magazine, renomada revista de negócios da Alemanha, escolhe a SAP como sua
Empresa do Ano – uma distinção que receberíamos mais duas vezes dentro de poucos anos.

Com a abertura de subsidiárias na Dinamarca, Suécia, Itália e Estados Unidos, a expansão


internacional da SAP toma um forte impulso.

Os Anos 1990: Uma Nova Abordagem de Software e Soluções

O SAP R/3 é apresentado ao mercado. O conceito cliente-servidor, a aparência uniforme de suas


interfaces gráficas, o uso consistente de bancos de dados relacionais e a capacidade de ser
executado em computadores de diferentes fornecedores resultam em aprovação geral. Com o
SAP R/3, a SAP mergulha numa nova geração de software empresarial – da computação em
mainframes à arquitetura de três camadas de banco de dados, aplicativo e interface de usuário.
Até hoje, a arquitetura cliente-servidor é o padrão da indústria de software.

Um crescente número de subsidiárias são criadas longe de Walldorf. A subsidiária brasileira é


aberta em 1995, compartilhando o sucesso do grupo. Um novo Centro de Vendas e
Desenvolvimento em Walldorf abre oficialmente suas portas, simbolizando o sucesso global da
empresa. Em nosso vigésimo ano, nosso negócio fora da Alemanha passa de 50% do total de
vendas pela primeira vez.

Em 1996, a companhia ganhou 1.089 novos clientes do SAP R/3. No final do ano, o SAP R/3
estava instalado em mais de 9.000 sistemas no mundo todo.

A SAP celebrou seu aniversário de 25 anos em 1997 empregando cerca de 12.900 pessoas.
Continuamos a fortalecer nosso foco nas segmentos de mercado e a construir mais e mais
soluções para indústrias específicas. Henning Kagermann se torna Co-Presidente e CEO da SAP
AG junto com Hasso Platner. Em 3 de agosto de 1998, as letras S-A-P aparecem pela primeira
vez no pregão da bolsa de valores de Nova York (New York Stock Exchange - NYSE), a maior do
mundo.

Perto do final da década, Hasso Plattner, Co-Fundador, Co-Presidente e CEO, anuncia a


estratégia mySAP.com, descortinando uma nova direção para a empresa e para nosso portfólio
de produtos. O mySAP.com une soluções de comércio eletrônico com aplicativos ERP já
existentes, usando tecnologia Web “state-of-the-art”.

Os Anos 2000: Inovação para o Novo Milênio

Com a Internet, o usuário passou a ser o foco dos aplicativos. A SAP desenvolve o SAP
Workplace e pavimenta o caminho para a ideia de um portal corporativo e acesso à informação
de acordo com o perfil do usuário.

Atualmente, a SAP é o terceiro maior fornecedor independente de software do mundo.

Hoje em dia, com base na arquitetura orientada a serviços (SOA) e na plataforma de integração
e de aplicativos, o SAP NetWeaver, a SAP abastece nossos clientes com soluções para processos
de negócios. Com o SAP NetWeaver, sua empresa pode integrar pessoas, informação e
processos dentro e fora da companhia.
O SAP R/3 é uma solução do tipo cliente/servidor, “R” significa “real-time-processing” e o “3”
representa sistema de arquitetura de três níveis.
O SAP R/3 é constituído pelos seguintes módulos base:
- Contabilidade Financeira (FI – Financial Accouting): o módulo FI coleciona todos os dados de
uma empresa relevantes para a contabilidade, fornece documentação e informação
compreensiva e completa, e é ao mesmo tempo uma atualização base de toda a parte de
controle e planejamento da empresa.
- Controlo (CO – Controlling): Como o nome indica, CO serve para o planeamento e controlo de
custos dos processos internos da empresa.
- Gestão do Património – (AM – Asset Management): AM faz a gestão de todo o património da
empresa, avaliando a evolução da apreciação ou depreciação do mesmo.
- Gestão de Projectos – (PS – Project Systems): Serve para gerir os projectos da empresa:
grandes e pequenos.
- Recursos Humanos - (HR – Human Resources): HR é utilizado para processamento de salários,
formação, gestão de carreiras, etc.
- Manutenção Fabril - (PM – Plant Maintenance): Utiliza-se para manutenção de todo o
equipamento, incluindo trabalho e materiais.
- Gestão de Materiais - (MM – Materials Management): Coordena o aprovisionamento e
disponibilidade de materiais, incluindo requisições e ordens de compra, a recepção de
mercadorias, as existências, as BOMs, etc.
- Gestão da Qualidade - (QM – Quality Management): Serve para o planeamento, execução e
gestão das inspecções e dos certificados.
- Planeamento de Produção - (PP – Production Planning): PP gere a produção, contendo o plano
mestre de produção, o shop floor, o MRP e o planeamento das capacidades.
- Vendas e Distribuição – (SD – Sales and Distribution): Este módulo serve para organizar as
vendas, contendo as ordens de venda, o processo de picking, a expedição, etc.
- Fluxo de Trabalho - (WF – Workflow): Liga os módulos SAP com outras aplicações,
ferramentas e serviços.
- Soluções Industriais – (IS – Industry Solutions): Este módulo é um módulo complementar
desenvolvido especificamente para indústrias tais como petróleo e gás, farmacêutica, etc.
O SAP R/3 é um sistema aberto e integrado que pode ser implementado módulo a módulo ou a
versão completa, em qualquer tipo ou tamanho de empresa. É um sistema altamente
“customizável” através da sua linguagem de quarta geração: ABAP/4.
A arquitectura do R/3 consiste em servidores de aplicações e servidores de bases de dados e
PC’s como clientes desses servidores numa rede (arquitectura de 3 níveis).
Os servidores de aplicações fornecem o software “aplicacional” enquanto que os servidores de
bases de dados tratam da actualização da informação. O sistema suporta qualquer número de
servidores em várias máquinas diferentes. Também não há restrição quanto ao número de
utilizadores. Isto faz do sistema R/3 um sistema adaptativo aos diferentes tipos e tamanhos de
empresas.
- Tempos de resposta quase instantâneos.
- A arquitectura é baseada em sistemas abertos em que os componentes e periféricos podem
ser múltiplos fornecedores o que possibilita uma redução de custos.
Um dos maiores problemas apontados ao R/3 é a sua complexidade.

Principais características
• Contabilidade e finanças – Gerenciar o razão, os diários, os orçamentos e as contas a
pagar e a receber
• Vendas e gerenciamento do relacionamento com o cliente – Gerenciar todo o processo
de vendas, do primeiro contato ao fechamento da venda e do gerenciamento dos dados
do cliente ao suporte pós-vendas
• Compras e operações – Controlar todo o processo de suprimento
• Inventário e distribuição – Gerenciar o inventário em vários depósito e locais, e controlar
e gravar as movimentações do estoque
• Administração e geração de relatórios – Criar, gerenciar e distribuir relatórios que promovam
a transparência de seus negócios
Benefícios para o negócio
• Dedicar mais tempo ao crescimento da empresa usando operações simplificadas, em
vez de se concentrar em tarefas rotineiras.
• Atender rapidamente às necessidades dos clientes, acessando imediatamente as informações
necessárias para tomar decisões empresariais seguras e inteligentes
• Eliminar entradas de dados redundantes e erros, usando um único sistema integrado
que melhore a eficácia do processo, minimize os custos e os atrasos e impulsione seus
resultados
• Estabelecer relações mais próximas com os clientes por meio de informações centralizadas
que facilitam a gestão da comunicação com os clientes e os contratos de vendas
• Reduzir os custos com tecnologia e obter mais retorno com rapidez, usando um sistema
que pode ser implementado rapidamente, com manutenção facilitada e que minimize
o treinamento de usuários finais