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CLPs

CLPs Resumo O surgimento do CLP permitiu que os grandes painéis de relés que faziam o
CLPs Resumo O surgimento do CLP permitiu que os grandes painéis de relés que faziam o
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CLPs Resumo O surgimento do CLP permitiu que os grandes painéis de relés que faziam o

Resumo

O surgimento do CLP permitiu que os grandes painéis de relés que

faziam o controle de máquinas e processos, fossem substituídos por um equipamento, que através de um software, permite a alteração da lógica de controle, sem a necessidade de alterações em painéis.

O grande crescimento da indústria de informática, a partir de 1980,

impulsionou a indústria de componentes eletrônicos no desenvolvimento de componentes essenciais para o desenvolvimento de equipamentos que permitiram uma grande transformação nos processos de fabricação.

Eng. Luiz Augusto A. Costa - Maxicon Automação

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Guia de Automação Industrial – Abril 2010

1.1 Introdução

Sem dúvida alguma, o surgimento dos microprocessadores teve importância fundamental no nascimento dos CLPs. A capacidade de alteração de lógica através de software, permite um grande aumento de eficiência no trabalho dos profissionais da área. Somente os profissionais que já tiveram oportunidade de projetar painéis de relés, para controle de máquinas e processos, podem avaliar a dificuldade que existia para a mudança da lógica de um painel, por mais simples que fosse.

Tão grande foi a aceitação dos CLPs, que hoje ele não se limita ao uso em controle de máquinas e processos industriais, mas em qualquer área que se precise realizar um controle automatizado.

1.2 O que é um CLP ?

O CLP nada mais é do que um microcomputador projetado para executar o

controle de um processo, uma máquina ou um sistema qualquer. Um programa armazenado na memória do CLP trata os dados obtidos de sensores e transdutores

e atua sobre o processo através de suas saídas, ligando e desligando os

equipamentos que nele estiverem conectados. Estima-se que 85% do mercado de micros seja composto de CLPs (1989).

Sensor Dispositivo sensível a um fenômeno físico, tais como: temperatura, pressão, umidade, luz, nível, posição, entre outros.

Transdutor Dispositivo capaz de responder a um estímulo físico, convertendo-o em sinal elétrico.

Atuador Dispositivo que é acionado para executar uma ação física através de um sinal elétrico. Podem ser magnéticos, hidráulicos, pneumáticos e elétricos. Ex: válvulas, motores, aquecedores, posicionadores, solenóides, sinalizadores.

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Tipos principais de interfaces de CLPs

Sinais Digitais

Um sinal digital é aquele que permite apenas 2 estados.

Entradas Digitais Chaves liga/desliga, chaves fim de curso, sensores de proximidade, chaves de nível, sensores de temperatura bi-metálico, sensores de pressão

Saídas Digitais Relés, motores, válvulas ON/OFF, sinalizadores, anunciadores de alarmes, lâmpadas, sirenes

Sinais Analógicos

Um sinal analógico é aquele que possuí uma infinidade de valores.

Entradas Analógicas Transdutores de pressão, corrente, velocidade, temperatura, fluxo, umidade

Saídas Analógicas Válvulas proporcionais, controladores de velocidade, posicionadores

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Razões da crescente utilização de CLPs

Queda de preços dos CLPs, devido ao desenvolvimento tecnológico e ao aumento do número de fabricantes, já é possível encontrar CLPs com custo a partir de US$ 300,00.

Flexibilidade, pois as alterações das lógicas de controle são realizadas por software, o que garante um grande ganho de tempo em relação às alterações nos painéis controlados por relés.

Confiabilidade adquirida pelos CLPs, conquistando cada vez mais, o mercado dos SDCDs, que possuem alto custo.

Engenharia de configuração mais barata do que a de SDCDs.

Grande número de retrofitting de máquinas. O custo elevado de aquisição de uma máquina mais moderna, leva muitas empresas à reformarem as máquinas mais antigas adaptando-as às necessidades existentes.

Necessidade de melhorar o nível de qualidade exigido pelas normas de qualidade.

Necessidade de modernização dos processos industriais, de modo a reduzir a poluição ambiental, minimizando a geração e a emissão de resíduos industriais, conforme exigido pelas normas ambientais.

Necessidade de aumentar a produtividade devido ao aumento da competividade entre as empresas.

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1.3 Hardware de CLPs

O Hardware básico de um CLP é muito parecido com o hardware de um microcomputador. A figura abaixo demonstra isso.

de um microcomputador. A figura abaixo demonstra isso. Hardware básico de um CLP Eng. Luiz Augusto

Hardware básico de um CLP

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Microprocessador

É o cérebro do sistema, onde são realizados todos os procedimentos necessários para o controle de um determinado sistema. Através dele são executados dois tipos de programas:

Firmware

É o software que controla o CLP e onde está implementada a linguagem utilizada pelo CLP, para executar o programa usuário. O firmware é desenvolvido pelo fabricante do CLP, normalmente em linguagem assembler. O usuário não tem acesso a esse software. É armazenado em uma memória (EPROM/EEPROM,NOVRAM, FLASH) e não pode ser modificado pelo usuário.

Memória de Programa

Onde é armazenado o software aplicativo desenvolvido pelo usuário (programa usuário). Pode ser alterado livremente pelo usuário.

Memória de Dados

Onde são armazenados os dados gerados pelo programa usuário. Algumas informações importantes do sistema, que não podem ser perdidas, no caso de falta de energia, também são armazenadas nessa memória.

Interface de entradas digitais

Onde são conectados quaisquer tipos de sensores que possam indicar dois estados (ligado/desligado, por exemplo), como chaves, botões, chaves de posição, chaves de nível, sensores fotoelétricos, chaves de fluxo, pressostatos

Interface de saídas digitais

Onde são conectados os elementos digitais que se deseja controlar como lâmpadas, contatores, motores, relés, solenóides, resistências de aquecimento, sirenes

Interfaces diversas

Além das interfaces digitais e analógicas, muitos CLPs possuem outros tipos de interfaces para aplicações específicas, como: contadores ultra-rápidos, redes fieldbus, encoders, leitura de termopares

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Interfaces de comunicação

Através das interfaces de comunicação é possível:

Transferir o programa de um micro para o CLP (download) Ler o programa atual do CLP (upload) Ler dados do CLP (status, falhas, memória, tempo de scan Configuração das interfaces de comunicação Impressão do programa

Alguns CLPs também permitem:

)

Configuração dos sinais analógicos Configuração de senhas de proteção Monitoração do programa em tempo real Geração de relatórios (memórias utilizadas, referência cruzada, lista de tags)

Interface de entradas analógicas

Onde são conectados quaisquer tipos de sinais analógicos, que indicam uma faixa de valores de uma certa variável, como temperatura, nível, posição, fluxo

Interfaces de saídas analógicas

Onde são conectados quaisquer tipos de acionamentos analógicos, através de uma faixa de valores como: velocidade de um motor, porcentagem de abertura de uma válvula

Os sinais analógicos, normalmente se encontram nas faixas:

-20

20

mA, 0

20

mA, 4

20 mA è p/ sinais de corrente

-10

10

V, -5

5

V, 0

10

V, 5

10

V è p/ sinais de tensão

Cada interface analógica possuí uma ou mais faixas de trabalho mas, as faixas

mais comuns são 4

20

mA e 0

10

V.

É importante enfatizar que as interfaces analógicas são "inteligentes", isso é, possuem microprocessadores, pois fazem o "tratamento" do sinal, antes de enviar para o CLP. Isso permite ao CLP executar o programa usuário em um tempo menor, pois todo o "tratamento" dos sinais analógicos é realizado pelo microprocessador da interface analógica.

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Em alguns CLPs é possível a configuração de parâmetros das placas analógicas, tais como:

frequência de amostragem do sinal (normalmente em torno de 200 ms) filtros para eliminação de ruídos. faixa de trabalho do sinal. tipo de sinal: diferencial ou comum. formato dos dados: BCD, binário, escalonado

Esquema básico de ligação de um CLP com I/O digital

Esquema básico de ligação de um CLP com I/O digital A tensão de alimentação do CLP

A tensão de alimentação do CLP e das entradas e saídas depende do modelo do CLP. Portanto, é necessário consultar os catálogos dos fabricantes para especificar o modelo adequado à aplicação.

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Tipos de CLPs

Podemos destacar entre os tipos de CLPs existentes, dois tipos de configurações físicas:

CLPs compactos

CLPs modulares

CLPs compactos Neste tipo de CLP todo o hardware está integrado num único equipamento. Nesse tipo de CLP, podemos encontrar desde os modelos mais simples, até equipamentos que possuem grande capacidade de expansão, permitindo o crescimento gradual do processo de automatização, de acordo com a necessidade.

Esse tipo de equipamento possui grande penetração no mercado em geral, pois possibilita, a automatização desde uma central de alarmes até o controle de um processo industrial a um custo bastante acessível.

Os CLPs compactos mais simples, normalmente não possuem entradas e saídas analógicas, mas grande parte dos fabricantes oferece expansões capazes de realizar controles analógicos.

fabricantes oferece expansões capazes de realizar controles analógicos. Eng. Luiz Augusto A. Costa - Maxicon Automação
fabricantes oferece expansões capazes de realizar controles analógicos. Eng. Luiz Augusto A. Costa - Maxicon Automação

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CLPs modulares Neste tipo de CLP todo o hardware está distribuído em placas, permitindo uma grande variedade de interfaces e uma grande capacidade de expansão. Alguns CLPs utilizam racks e outros possuem sistemas de encaixes laterais dispensando a necessidade de um rack.

de encaixes laterais dispensando a necessidade de um rack. CLPs com uso de rack CLPs sem
de encaixes laterais dispensando a necessidade de um rack. CLPs com uso de rack CLPs sem

CLPs com uso de rack

dispensando a necessidade de um rack. CLPs com uso de rack CLPs sem o uso de
dispensando a necessidade de um rack. CLPs com uso de rack CLPs sem o uso de

CLPs sem o uso de rack

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Interfaces de I/Os para Micros

É cada dia mais comum, o surgimento de interfaces de baixo custo, para micros PC. A programação de controle deve ser desenvolvida em linguagens como Assembler, Pascal, Delphi, VB, BASIC, Visual C, C++.

Esse tipo de controle deve ser utilizado somente por profissionais, pois exige um conhecimento grande de programação. O fabricante deste tipo de interface fornece um manual com os endereços de acesso a cada ponto ou uma DLL, através dos quais serão desenvolvidos os programas de controle. Nem sempre existe a linguagem ladder para programação dessas interfaces, o que dificulta a programação por pessoas que não conheçam as linguagens descritas acima.

Essas interfaces são utilizadas principalmente para aquisição de dados. Muitas delas possuem interface GPIB para comunicação com instrumentos eletrônicos como osciloscópios, analisadores lógicos, multímetros, frequencímetros

analisadores lógicos, multímetros, frequencímetros Módulo analógico Cartão digital ISA Cartão analógico

Módulo analógico

lógicos, multímetros, frequencímetros Módulo analógico Cartão digital ISA Cartão analógico PCI Módulo digital

Cartão digital ISA

frequencímetros Módulo analógico Cartão digital ISA Cartão analógico PCI Módulo digital USB Módulo

Cartão analógico PCI

analógico Cartão digital ISA Cartão analógico PCI Módulo digital USB Módulo analógico USB Cartão

Módulo digital USB

digital ISA Cartão analógico PCI Módulo digital USB Módulo analógico USB Cartão analógico PCMCIA Eng. Luiz

Módulo analógico USB

analógico PCI Módulo digital USB Módulo analógico USB Cartão analógico PCMCIA Eng. Luiz Augusto A. Costa

Cartão analógico PCMCIA

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1.4 Software de CLPs

Já que o CLP é um microcomputador, de uso específico, o software tem a mesma função que um micro comum: executar um determinado programa.

Formas usuais de programação de um CLP

A programação de um CLP pode ser feita de diversas formas, entre elas:

Através de um microcomputador ou notebook

Nesse caso, o programa é transferido do micro para o CLP (download) através de um cabo de comunicação (normalmente serial ou ethernet). O software de comunicação entre o micro e o CLP, normalmente faz parte do software editor de programação, desenvolvido pelo fabricante do CLP. Esse é, hoje em dia, o modo mais comum de programação de CLPs, pois, se houver necessidade de qualquer alteração no programa usuário é só enviar o programa modificado para o CLP.

Através de terminais portáteis de programação

Nesse caso, a programação é feita através de terminais portáteis, desenvolvidos pelos fabricantes de CLP, conhecidos como Hand-Held. São equipamentos bastante compactos, cabem na palma da mão. Esses terminais têm pouca utilização, pois não oferecem os mesmos recursos que um micro. São utilizados somente para se realizar pequenas modificações no software usuário e para alteração de contadores e temporizadores.

Com o custo dos micros portáteis se tornando bastante acessível, a aquisição desses terminais de programação não representa uma boa opção.

Através de memórias EPROM

Nesse caso, o programa desenvolvido pelo usuário, é gravado em uma memória EPROM. Após a gravação da memória, ela é colocada no CLP, para que o mesmo possa executar o programa ali contido. Essa foi uma forma muito utilizada antes de surgirem os microcomputadores. Os fabricantes de CLPss desenvolviam maletas de programação que possuíam um gravador de memória EPROM, através do qual era gravado o programa usuário. Essa não é uma maneira muito eficiente, pois é um processo muito lento, pois qualquer modificação obriga à gravação de uma nova memória.

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1.5 Linguagens de programação de CLPs

Existem diversas linguagens para desenvolvimento do programa usuário, entre elas, as mais utilizadas são:

Linguagens Gráficas

Ladder

Diagrama de Blocos Lógicos

SFC (Sequence Function Chart)

Linguagens Textuais

Lista de instruções

Texto estruturado

Linguagens de alto nível: C, PASCAL, BASIC

Cada CLP possui uma ou mais dessas linguagens de programação.

As linguagens mais utilizadas são a Ladder e Lista de Instruções

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Norma IEC 61131

O problema de falta de padronização dos CLPs, levou à formação de um comitê pelo IEC

(International Electrotechnical Commission) em 1979, composta por 8 partes:

Parte

Título

 

Conteúdo

 

1

Informações gerais

Definição da terminologia e dos conceitos

2

Requisitos de equipamentos e testes

Estabelece os requisitos funcionais, de fabricação dos equipamentos

 

3

Linguagens de programação

Linguagens

de

programação

e

sua

estrutura

4

Orientações para o Usuário

Orientações sobre a seleção, instalação, manutenção e aplicação de CLPs e seus periféricos em sistemas de automação

5

Comunicações

Orientações sobre as funcionalidades para comunicação entre os diversos tipos de equipamentos

6

Reservada

Reservada para uso futuro

 

7

Programação Fuzzy

Orientações sobre a utilização de lógica fuzzy

8

Aplicação e implementação das linguagens de programação

Orientações para implementação das linguagens definidas na parte 3

Na prática, o uso da norma tem sido implementada gradualmente, a partir de 2000 quando a norma completa foi publicada, portanto, os fabricantes ainda estão se adaptando

às normas, principalmente nos projetos de novos equipamentos.

Na verdade, alguns anos serão necessários para possibilitar o pleno uso de todos os benefícios gerados pela norma.

Apesar da parte 3 da norma padronizar diversos aspectos relativos à programação de CLPs, existem diversos fatores que são dependentes de implementação, outros não são definidos pela norma e outros dependem exclusivamente do interesse dos fabricantes.

Portanto, não de deve esperar a total compatibilidade entre os equipamentos disponíveis no mercado, de modo a permitir um dos principais objetivos da norma que é a portabilidade. Mas, com certeza, a implementação da norma trará grandes benefícios na conversão dos programas entre diversos fabricantes.

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Linguagens padronizadas pela norma IEC 61131-3

Ladder (LD)

É uma linguagem gráfica baseada nos esquemas elétricos. É atualmente a linguagem mais utilizada para programação de CLPs. A sua grande vantagem é a facilidade de implementação de circuitos baseados em lógicas de relés. Mas não é muito amigável na implementação de rotinas complexas de manipulação de dados.

Veja abaixo um exemplo de um trecho de um programa.

de dados. Veja abaixo um exemplo de um trecho de um programa. Eng. Luiz Augusto A.

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Diagrama de Blocos Funcionais (FBD)

É uma linguagem gráfica baseada nos diagramas de circuitos que representam

blocos interconectados. Em alguns casos é muito semelhante à um programa

em Ladder.

Veja abaixo um exemplo de trecho de um programa.

Sequenciamento Gráfico de Funções (SFC)
Sequenciamento Gráfico de Funções (SFC)

Texto Estruturado (ST)

É uma linguagem de alto nível similar ao Pascal. Tem sido muito utilizada para

a programação do corpo de funções e blocos funcionais, devido à sua alta flexibilidade. É uma tendência dentro do conceito de encapsulamento de código de orientação de objetos.

Veja abaixo um exemplo de um trecho de um programa.

IF BOTAO_LIGA THEN

LIGA_MOTOR_1;

VELOCIDADE = 50; ENDIF;

IF BOTAO_DESLIGA THEN

DESLIGA_MOTOR_1;

VELOCIDADE = 0; ENDIF;

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Lista de instruções (IL)

É uma linguagem textual de baixo nível, com estrutura semelhante à linguagem Assembler (utilizada para programação de microprocessadores e microcontroladores).

É a linguagem mais fácil de ser implementada e permite fácil aprendizado.

Entretanto, não é uma linguagem estruturada o que dificulta a sua interpretação

no caso de programas complexos.

Possibilita alta otimização do código gerado pela semelhança à um

programa em linguagem Assembler, principalmente no caso de aplicações críticas de desempenho.

É considerada como a linguagem base, para qual todas as demais linguagens

devem ser convertidas (apesar de não ser previsto pela norma).

Veja abaixo um exemplo de um trecho de um programa.

LDW=

ID_ETAPA, +10

A

OPER

LPS

MOVW

+0, TD_BAG

AN

HBL_P2

TON

TC_BL_P2_OFF, +10

LPP

A

TC_BL_P2_OFF

MOVW

+20, ID_ETAPA

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Sequenciamento gráfico de funções (SFC)

É uma linguagem gráfica baseada em técnicas que descrevem o comportamento seqüencial de uma aplicação. É baseada nas redes de Petri. Também é conhecida como Grafcet, apesar de ser uma forma simplificada do Grafcet.

Veja abaixo um exemplo de um trecho de um programa.

do Grafcet. Veja abaixo um exemplo de um trecho de um programa. Eng. Luiz Augusto A.

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1.6 Conclusão

A melhor linguagem a ser utilizada é sempre aquela que o usuário conhecer

melhor, pois permite o máximo de aproveitamento dos conhecimentos já adquiridos.

A melhor opção é desenvolver uma aplicação dividindo o programa em diversas subrotinas e utilizar a melhor linguagem para cada tipo de subrotina. Isso é possível em alguns CLPs, permitindo o máximo de performance e facilidade de entendimento do software.

1.7

Referências bibliográficas

[1]

GE FANUC, OCS Brochure, 1999 February, GFA-184

[2]

GE FANUC, 9030 System Manual, 2000 May, GFK-1411C

[3]

Matsushita, FP-e Technical Manual

[4]

Matsushita, FP-e Catalog, 2002 December, ARCT1E182E

[5]

Rockwell Automation, SLC 500 Analog I/O Modules–User Manual, 1996 January, PN

40072-028-01(A)

[6]

Rockwell Automation, Micrologix 1500-User Manual, 2002 April, PN 40072-091-01(2)

[7]

Rockwell Automation, Micrologix 1200-User Manual, 2004 January, PN 40072-078-01(4)

[8]

Rockwell Automation, High Speed Counter Module-User Manual, 1996 April, PN 40072-

033-01(A)

[9]

Siemens, S7-200-System Manual, 2003 May, 6ES7298-8FA23-8BH0

[10]

Siemens, S7-200-Informação Técnica, Novembro 2000

[11]

Siemens, S7-300-Product Brief, 2005 April, 6ZB5310-0HW02-0BB2

[12]

Siemens, S7-400-Product Brief, 2005 January, 6ZB5310-0JD02-0BB1

[13] Jordão, Dácio de Miranda, Manual de Instalações Elétricas em Indústrias Químicas

Petroquímicas e de Petróleo, 3ª Ed. Rio de Janeiro, Qualimark Ed., 2002. Fonseca, Marcos de Oliveira; Seixas Filho, Constantino; Bottura Filho, João Aristides, Aplicando a Norma IEC 61131 na Automação de Processos, 2008, ISA Brasil

[14]

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