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W.(

Capa:RoseMaria D'Albuquerque
Reüsñodo texto: o autor,RenéBourbonD'Albuquerque,
, Pesquisadore professorde História.
Direitosautoraiscedidosd Editora Céue Terra.

RenéBourbonD lAlbuquerque
'1I DE SETEMBRO I}E 2OO1'
COMO SE ENGANA A HIJMANIDN)E
(O Poderde Mídia)
rsBN 85-7246-024-r
Códigos940e 973- Históriae opinióessobre
acontecimentosna EuropaeEstadosUnidosda
America.
O desmiolado

TATO, há mais de 40 anos, acredita ern tudo que os jornais e as revistas


comentam e, por assistir a maioria dos noticiários do rádio e da TV, sem
notar que sáo repetitivos, pois oriundos de apenas uma fonte, chega a
considerar-seum especialistaem assuntosinternacionaise, por este motivo,
até se destaca entre seus amigos, todos eles ainda mais idiotas. Desde
pequeno adora cinema e com o advento de TV a cabo tanto encheu o saco
de sua pobre máe, até que ela fezvtna assinaturapara que ele pudessever
filmes á vontade.
O que afetou muito sua cabega,quando jovem, foram filmes com
roteiros do mestre do terror - Alfred Hitchcok, especialmentecontratado
pelos vencedores,logo após o fim de II Guena Mundial, para horrorizar o
mundo contra os alemñes, mostrando esqueletos ambulantes doentes e
cadáveres que seriam produto de atrocidades cometidas pelos cafrascos
alemáescontra os inocentesjudeus. Aquilo foi ma¡cante,pois teriam sido
nadamenosque 6.000.000,e em cámarasde gás.Com essascenasgravadas
no cérebro, ele iniciou muitos anos após, a adquirir sempre que podia os
'ltestemunhasoculares" do chamado
livros escritos pelas auto denominadas
holocausto, formando uma respeitável biblioteca sobre o assunto e, como
resultado disso, como náo podia deixar de ser, ele diz: "náo gosto de
alemáo".
Com a TV a cabo, Tato apenasfica chateadoquando exibem dois
filmes anti-nazistasnum mesmo horiírio, como aconteceseguidamentepelo
elevado número de películas em preto e branco e a cores que exibem
diariamente- na totalmente inútil tentativa de manter a Mentira do Século.
Por essemotivo já pediu á sua máe para encomendarum vídeo casseteao
PapaiNoel, quandopoderáassistirum e gravar o outro.

No més passado um vizinho dele, que possui varias obras de


revisionistas da história, caiu na asneirade perguntar a Tato sejá havia lido
alguns desseslivros. Ignorando o teor dos mesmos mas influenciado pela
mentirosamidia sionistaque, por motivos óbvios, os apontacomo racistase
de propagandanazista, irritou-se e sua respostafoi em forma de pergunta:
"Tu achaque eu sou nazistapra lé essabosta?"...
! Ele acreditana autenticidadedo charnado"O Diário de Anne Frank",
que foi transformadoem best seller mundial. O filme elejá viu trés vezes,
,a4.¡ sem conseguir conter as lágrimas. Ignora que grande parte desse"diário" -
t que nunca foi apresentadona íntegra ao povo, foi escrito com caneta
esferográfica,que só foi inventada muitos anos após sua morte por doenga.
Ele acha normal existirem novas versóes,mais picantes, do "diário". A
revista Manchete certa vez fez comentários sobre Anne quando tinha 22
anos,esquecendoque faleceuaos i4 ou 15.
Ele acreditapiamenteque Hitler desejoua gueffa e quis dominar o
mundo. Ele desconheceas intermínáveistentativasde paz da Alemanha,via
Suécia,Vaticano e outras embaixadas,e as instigaqóese pressdessionistas
junto aos governosda Inglatena.Frangae EUA paraforgara guerra.
Tato. sempre muito emotivo, também chora cada vez que assisteo
filme "A Lista de Schindler", de Spielberg, ignorando que se trata de
película baseadaem livro, com o mesmo nome, fruto da imaginagáodo
autor - como ele mesmo especificana obra - e registradona Biblioteca
Nacional como sendoficgáo judaica.
Ele acreditapiamenteque Goebbelsfazia apologia á mentira: "que
uma mentira repetida diversasvezes se transformavaem verdade"...Tato,
sendoidiota, apenasrepeteo que ouve dos outros. Se tivesseao menosum
pouco de inteligéncia, veria que Goebbels,na importante fungáo de Ministro
da Propaganda,jamais cometeriatal burrice, pois nem os próprios filhos
acreditariamnele. Se Goebbelsalguma vez citou essafrase - ( nunca foi
indicado quando e onde ele a teria dito!) - foi para denunciaressatécnica
sionistaque é empregadacom sucesso,pelosmesmos,atéhoje.
. Tato desconheceque o autor dessatécnica é o rabino Reizchhorn,
citada no livro "Os Seryosdo Talmud", pg.1131114,Editora ECO, e a frase
exata é: "A custa de repetir sem cessarcertas idéias, por fim ela as faz
admitir como verdadesl'. Isso em 1865 quando nem o pai de Goebbels
ainda havia nascido! É impressionantever a quantidadede Tatos soltos,
repetindo que foi Goebbels...
u
Tato, por náo saberinglés, e também por motivo da nossaamestrada

-
iI mídia náo divulgar determinadasnotícias, pois poderiam desgostarseus
principais anunciantes,desconheceo que causou a DECLARAQAO DE
GUERRA da Inglaterra e Frangacontra a Alemanha, no dia 2 de setembro
de 1939,iniciandoa II GM. 50 Anos apóso criminosoato, em 161911989, o
j ornal londrino" sunday Correspondent",fi nalmenteconfessa:
"Precisamosser vigilantes e honestosquanto á QuestáoAlemá, por
mais incómoda e desagradávelque ela seja para os alemáes,para nossos
parceirosdo comércio intemacional e para nós mesmos. A "questáo" na Sua
esséncia,continua a mesma. Náo se trata de como vamos impedir que
futuramentetanqriesalemáesvoltem a cruzafo Rio Maine ou Oder, mas sim
como a Europa irá encarare se ajeitar com um povo cujo número, talento e
eficiéncia faráo destepaís uma Super-poténciaRegional. Em 1939 nós náo
entramos em gueffa para libertar a Alemanha das garras de Hitler, nem
judeus de Auschwitz e nem o continente europeu do Fascismo. Tal como
em 1914, entramos na guerra pela t'nobilíssima causa" que nós náo
podemosadmitir: uma supremacia alemá na Europa." (grifos do autor).
Tato, acreditandonos noticiários, todos de igual teor, de apenasuma
origem, conformeprevisto nos "Protocolosdos Sábiosde Siáo", fica muito
revoltado toda vez que mostram as imagens das torres do Centro Mundial
do Comércio desabando,pois ignora que no momento do impacto a grande
maioria de novaiorquinos ainda estava dormindo ou fazendo sua reforgada
refeigáo matinal, fato que evidencia que se alguém tivesse interesse em
matarmuitas pessoas,o ataqueteria sido efetuadotrés ou quatro horas após,
quando nos dois prédios estariamno mínimo 80.000 pessoas.Tato ignora
que o primeiro aviáo bateu na altura do 100' andar (de um total de I l0), ás
08:45h NY, dando oportunidadeás pessoasque se encontravamnos 100
andares abaixo de retirar-se, pois somente desabou uma hora após. Com
esseimpacto naturalmenteos ocupantesda segundatorre imediatamentese
retitaram, pois o 90oandar somentefoi atingido 18 minutos após o primeiro,
desabandobastantetempo depois.
Tato náo acha nada estranho que o número de mortos, que
inicialmente foi indicado como sendo de 6 a 7 mil, ao invés de aumentar,
misteriosamente está diminuindo, á medida que váo sendo retirados os
escombros.Atualmentea contagemestáem menosda metadeinicial e inclui
os desaparecidos, pois o númerode corposresgatadosé muito pequeno.em
relagáo á destruigáo: 4 ou 5 centenas. Num acontecimento dessas
proporg6es sempre existe gente que aproveita a oportunidade para
;,d.iupur."er do mapa". Do atentado,existe um sobrevivente gaúcho que,
apósa explosáo,desceuvariasdezenasde andares,sem ter havido nenhuma
correria, congestionamento ou atropelamento nas eseadas, numa clara
evidéncia das poucas pessoasque se encontravam nos edifícios naquele
momento.

Após meses de matangasde um povo sem defesa para enfrentar um único


dos avides dos EUA, o presidente Bush resolveu finalmente mostrar ao
/a mundo aquilo que estavanas suasmáos há mais de trés meses: As "provas"
da responsabilidadede bin Laden... que náo passa de uma grosseira
falsificagáo. Mostra o pseudo autor festejando o resultado do ataque... e
calculando as prováveis baixas... O herói precisava apresentarqualquer
coisa para seu povo, para justificar o massacre que praticam no
Afeganistáo, o genocídio, o assassinatode centenas de prisioneiros e
experimentandonovas e terríveis armas.
o número
Eu só queria ver a cara do ilustre presidentese conhecesse
de brasileiros, e pessoasde todo mundo, que talvez náo festejaram, mas
certamenteacharam que os EUA há muito tempo estavamnecessitandode
uma liqáo.

Imaginem que até Tato, o idiota, sacudiu a cabegae pela primeira


náo teria feito nenhum comentário. Pela expressáodo seu rosto, o vizinho
náo entendeuse ele ficou chateadopor náo ter entendido a "prova". ou por
ainda náo terem acertado uma bomba no homem, ou ainda por ninguém o
ter traído, denunciado,atéo momento,pois como semprediz: "Um prémio
de25 milhóes de dólares é muita gaita" !

Esse sistema sionista, de achar que dinheiro compra até sentimentos


e consciéncias,já havia fracassadouma vez, aqui na nossaPátria, quando a
já denunciada e desmascarada"Indústria do Holocausto" alimentava a
imprensa á procura de criminosos de gueffa nazistas... No caso ern questáo,
tratava-se de um prémio de nada menos que um milháo de dólares, há
muitos anos atr¿ís, para quem desse pistas do paradeiro do Dr. Josef
Mengele, tido como um dos maiores criminosos da terra, que no Brasil náo
matava nem galinhas, mesmo para comer, por sentir dó das mesmas,mas
que era acusado,pelo poder da mídia, como assassinode criangas,de fazer
experiéncias médicas injetando tinta azul nos olhos dos inocentes, para
torná-losda mesmacór...
Mengele, certa vez em Auschwitz (sempre Auschwitz), teria
reunido dezenasde anóes, mandado confeccionar smokings para cada um
(sic), afim de assistiremcomo ele a um concertode música clássica...(O
teatro.dessecampo de concentragáofoi ocupado,após o fim da guerra, por
irmás Carmelitas, que na época prestavamrelevantesservigos aos alemáes
cuidando de criangas,idosos e doentes).Terminado o concerto, ele os teria
conduzido tranqüilamente,em,frla,para as cámarasde gás... A "testemunha
ocular" náo informou se entravam de smoking ou pelados... Pareceque a
"indústria" queria dar uma idéia ao mundo de que Mengele náo tinha
nenhuma simpatia por criangas e baixinhos... isso sempre com psicóticas
testemunhas,filmes e filmes. Mengele acabou morrendo, quando nadava
numa das praias do litoral paulista,por mal súbito.
Descobrindo posteriormentecom qual família ele havia vivido em
Sáo Paulo, o Mossad queria saber por que motivo, com um prémio desse
valor, náo o haviam denunciado.Receberamcomo respostaque "nunca
trairiam um amigo", fato que levou essa família a amatgar perda de
empregos,várias tentativasde processá-la,inseguranqae preocupagóes.

Tato, está acreditando que as bombas e super-bombas que os


americanosestáodespejandono Afeganistáo,sáopara acertar,se possível, a
cabega de Osama bin Laden, convenientementeescolhido, sem provas,
como o "terrorista" responsávelpelos atentados nos EUA. Tato nem se
lembra que os inimigos de hoje - os talebans - tinham sido os grandes
guerreiros que eles haviam financiado até expulsarem os russos. Ele nño
sabeque os americanosestáomatando afegáos,até prisioneiros confinados,
e atirando bombas até sobre escombros, uma matanga exclusiva, por
interesses petrolíferos, que esperam conseguir com eventuais novos
dirigentes. Com os talebans náo tinham conseguido nada, por isso se
tornaramseusinimigos.

Lamentavelmente,Tato náo sabe que o único e exclusivo motivo


para o ataque a Nova York e Washington foi a incondicional cobertura,
apoio político, financeiro e o abastecimentodo mais sofisticado material
bélico, que os manobrados governos norte-americanos dáo ao sionismo
e a fsrael, desde a época que, conhecendo o código telegráfico dos
japoneses, propositadamente deixaram acontecer o ataque a Pearl
Harbor, (único motivo que encontranamparacontrariar a opiniáo do povo
norte-americanopela neutralidade), parapoderementrarna guelra'contrao
grande inimigo de Israel: a Alemanha, que os havia afastadodas fungóes
públicas, diregóesempresariais,financeiras e de toda a imprensa, fato que
permitiu a Alemanha reerguer-seem pouco ternpo e dar a seu povo o mais
elevadopadráo de vida de toda Europa.

René Bourbon D'Albuquerque

(,
O presente livro representaum pequeno passo, uma tentativa de
esclarecimentona diregáodaquilo que o mundo desejasaber:

Por que motivo náo existe pazno mundo?


Existem culPados?
Pessoasou organizagóes?
Tudo isso faz parte de um plano pré estabelecido,ou acontece
por acaso?

Por que os EUA gastamtrilhóes em armas e'


em pouco mais de meio século,assassinarammilh6es
de alemñes,italianos,japoneses,coreanos'vietnamitas,granadenses,
panamenhos,cubanos,somálios,iraquianos,iugoslavos,afegáosetc'?

Os governos americanosfazem isso por desejaremdominar o mundo?


Será que o povo americanodesejadominar o mundo?
Ou estáosendosimplesmenteuma massade manobra
de um povo muito rico, poderosoe organizado, espalhadonos quatro
Continentes,que domina a mente de bilhóes de pessoasatravés da sua
mídia, pois conseguiuadonar-seda maior potoncia do Planeta e
manobra lirme em outros importantes países,
povo que náo se cruza com outros povos, pois se considera superior?

É lógico que perguntasdessadimensáo,que abrangemo


futuro do nosso (Jniverso,náo podem ser esclarecidase muito
menos resolvidas num livro como o presente'que tem como
única finalidade fazer as pessoaspensar e refletir' mostrar as
opinióes de grandes personalidadesem várias épocas, de
p-olíti"ot, professores,pesquisadores e observadoresnacionaise
internacionais., fazendo o contraponto daquilo que nos é
apresentado diariamente,foi e é injetadona mentedos povos.

como professorde história e pesquisador,há mais de trés décadas,


sinto o poder sionistaatravésde suas centenasde organizagÓes, o poder de
sua imprensa, suas calúnias, difamagóes,manipulag6es e falsificag6es
históricas.
Depois de ler e refletir sobre as opini6es das personalidades
constantes deste livro, náo tenho também um único
-étioo para náo
acreditar nas palavras do primeiro Ministro de Israer -
ARrEL
sHARoN, constantes nas próximas páginas, sobre seu
domíni;-d*
EUA.

Reconhego gue os sionistas tém o direito de


desejar o domínÍo de todo o planeta.
como brasileiro epatriota reservo-me o direito
de denunciar e lutar contra tal ambigáo,
Candidatoá Presid0nciadosEUA'
ROBERT BOWMAN oPina:
Tenente Coronel, diretor dos Progromas Guerra nas Estrelas, chefe do
ultra secreto Departamento Nacional de Reconhecimentode Satélites de
Espionogem, diretor do Departamento Europeu de Pesqui'sa e
Desenvolvimento Aeroespacial, presidiu o Instituto de Estudos para o
Espaqo e SeguranEaentre 1982 e 1999, participou de 101 missóes de
combate no Vietnd, PhD de engenharia aeronóutica e nuclear, e pré
candidato ds eleiqóespresidenciais dos EUA pelo partido da Reforma de
RossPerot, deu d revista ISTOE, publicada no dia 7 de novembro 2001,
longa entrevisto,da qual destacoalguns importantespronunciamentos:

Logo após os atentadoscontra as embaixadasamericanasno Quénia


e na Tanziinia, em 1998, ele (Bowman) mandou uma carta ao entáo
presidenteClinton alertando sobre a hipocrisia da campanha contra o
terrorismo e criticando a manutengáodas boas relagóes da Casa Branca
com a monarquia saudita por causa dos lucros da indústria do petróleo.
"Se suas mentiras sobre O terrorismo forem mantidas, entáo a guerra
continuará até o dia em que os terroristas nos destruírem".
Sobre o programa Guerra nas Estrelas informou náo ser um
sistema preventivo, mas ofensivo, destinado a garantir a supremacia
tecnológica e militar dos EUA no mundo, completando que "nenhum
centavo dos 273 bithóes de dólares anuais (sic) que gastamos nesse
programa nos defenderá de bombas terroristas". Bowman garantiu que,
como presidente, a guerTacontra o Afeganistáo nunca teria acontecido,
porque ele teria dado fim ao embargo ao Iraque e tirado as tropas
americanasda Arábia Saudita.
"S.e os EUA realmente fossem a favor da paz, da democracia, da
liberdade e dos direitos humanos,como afirmou Clinton, náo seríamosalvo
de terroristas. Precisamos reconhecer que Somos alvos náo porque
promovemos a democracia,mas justamente por negafmos a liberdade e os
direitos humanos a muitos países.Os EUA tem sido responsávelpor muito
sofrimento que aconteceem v¡íriaspartesdo mundo-

l0
"Seria necessárioouvir as populagóesque sáo contra nós, no intuito
de aliviar seussofrimentos. E importante entendermosa história e o porqué
do ódio aos EUA. No meu primeiro dia como presidente,eu anunciaria o
fim do embargo contra Cuba e das sang6es contra o Iraque. Também
acabariacom a CIA, que é uma grandecausadorade sofrimentosno mundo.
Náo apoiaria nenhum governo de Israel que violasse os direitos dos
palestinos. Praticaria uma política externa onde náo teria de colocar os
direitos humanosdos árabes,especialmentedas mulheres,abaixo dos lucros
dascompanhiasde petróleo.
"A guerra contra o lraque foi fabricada e nunca deveriamos ter
entrado na mesma. Nós, americanos, levamos Saddam Hussein a
invadir o Kuwait. Fizemos uma armadilha para que caísse e depois,
quando ele concordou em sair, nós náo o deixamos e comegamosa
guerra assim mesmo. Custou muitas vidas naquela parte do mundo.
Existe uma perigosa relagáo entre os EUA e a família real saudita.
Nossastropas nño estño ali para defender os interessesda populag6es
dos paísesda regiáo, mas preocupadoscom os lucros do petróleo.
"Acredito que os EUA deviam se manter longe de outros países.
No Afeganistáo damos assisténciaaos talebans e mujahedin para nos
livrar dos russos.Náo devíamoster feito isso.Deixamos um país pobre e
em ruínas, com vários grupos lutando entre si pelo poder. No momento
em que os russos saíram devíamos ter dado todo o apoio financeiro
para a reconstrugáo do país, em termos realmente democráticos. Se
continuarmos esta guerra contra o Taleban e conseguirmosexpulsá-lo e
se abandonarmos novamente o Afeganistáo,isso será um grande erro.
"Eu aboliria ^ CIA, pois está envolvida em jogos sujos,
corruptos, em desestabilizar políticas de alguns paÍses, ao invés de
cuidar da segurangados americanos.
"A indústria de armas está ligada ao governo americano, sendo
visível na indústria do petróleo. Membros das direg6esdessas empresas
estño também em altos postos do governo. Paísesou regióes onde os
EUA estiveram militarmente presente, como Bósnia, Kosovo e
Afeganistáo, sáo pontos chaves para o transporte de petréleo do mar
Negro para o Mediterráneo, e portanto fundamentais para o lucros das
indústrias petrolíferas.
"A cobertura da guerra pela mídia está sendo parcial. A
populagáo americana nño está vendo as cenas de refugiados, porque
elas sño editadas antes de chegar ao público. Há uma censura na grande

ll
imprensa, porque sáo corporagóesque sempre se beneficiam dessas
guerras.
,,o fato de apoiar incondicionalmenteIsrael fez os
doautor).
palestinosnos odiarem". (destaques

É lamentávelpara o povo americanoe para os paísesdo mundo que


-
homens como Bowman, ou David Duke - com opinióes a seguir náo
tenham a menol chancede serem eleitos, pois lhes faltaráo cobertura da
imprensae financiamentoparaisso.
Chamoa atengáodos leitoresparadepoimentoscomo o presentee os
posterioresde David Duke, que tém pontos totalmentesimilares sobre os
acontecimentosde 11 de setembro de 2001, e por tratarem-sede dois
cidadáose políticos norte-americanos, que foram candidatosá presidéncia
dos EUA. com uma visáo rara de ser encontradanaquele país e que náo
encontrou espagona sua superamestradamídia' a servigodo SIONISMO,
que prefere, airibuir o fato por ciúme á bela democracia,á ampla liberdade e
bem estar, á liberdade de escolherem seus sábios dirigentes, aos seus
direitos humanos, promotoresde paz etc., FARSA que é repetida,como
papagaios,aosquatlo cantosdo planeta,pela grandemaioria dosjornalistas,
ho-*t de impiensa,e atépolíticos e dirigentes,incapazesde refletir. pois
se fosse ésse o motivo, os países agredidos teriam sido a Suécia. a
Dinamarca,a Noruega,a Finlándiaou a Suiga , mas nunca um estado
terroristae prepotentecomo os EUA, responsávelpela morte de milhóes e
milhóesde sereshumanos no séculoXX e princípiosdeste.
Náo podemosesquecerque os ataquesacontecerammenos de duas
semanasapós os EUA mostraramnovamenteseu total e incondicional
apoio a Israel,abandonando a Conferenciacontrao Racismo,em Durban,na
Africa do Sul ( juntamentecom Israel ),em agostode 2001, após ter sido
aprovadauma mogáo, aprovadapor milhares de ONGs das quatro partes do
mundo, condenandoIsrael como racista e genocida,mogáo que até o
momento, mesesapósa Conferéncia,aindanáoconseguiuserpublicada.'.
Engana-se aquele que acreditar que houve alguma mudanga de
atitudes do governo dos EUA, em relagáo á lsrael, após o dia I I de
setembro,pois o "Correio do Povo" do dia 4ll2l0l informou que os EUA e
Israel boicotaráo, como Sempre, nem comparecendo á Conferéncia
Internacionalde Genebra,do dia 5112,que pretendedebatera protegáocivil

l2
dos territórios ocupados pelos israelenses, assunto que náo tem a
concordánciado sherife Ariel Sharon...

Conforme "Correio do Povo" de Porto Alegre e "O Estado de Sáo


Paulo", de 6112,ficamos sabendo que "Os países ¿árabes obtiveram uma
importante vitória diplomática no conflito entre palestinose israelenses-Em
Genebra, I 14 governos concluíram que Israel deve respeitar as populag6es
palestinasnos territórios ocupadose acabarcom violag6es á Convengáode
Genebra,de 1949,que regula a protegáode civís em situagóesde guerra ou
ocupagáo. A declaragáo considera ilegais os assentamentosjudeus em
territórios ocupadosdepois da Guerra dos SeisDias, em 1967 Além
disso, a declaragáopede que Israel interrompa atos de tortura" assassinatose
apropriagáode territórios. Segundoa proposta de declaraqáo"Israel deveria
evitar represálias contra populagóescivís e náo poderia restringir o livre
movimento de pessoas.Caso contrário, estaria üolando as leis do direito
humanitário.

"O que conseguimos foi uma demonshagáo moral de que parte


importante da comunidade intemacional náo aceita o que esüí ocorrendo no
Oriente Médio", afirmou um diplomata arabe.

"Israel chegou a pedir a anulagáoda Conferéncia"alegandoque seria


'Trata-se de um
apenas mais uma forma de atacar o governo israelense.
abuso dos instrumentoshumanit¡íriose existe o perigo dessesmecanismos
se tornarem armas para ataques políticos', afirmou Israel em um
comunicado".

Resta-nosentáo conhecero importante motivo que leva


os Estados Unidos a agir sistematicamentea favor de Israel,
contrariando, vilipendiando e passandopor cima dos votos e
opinióes dos demais paísesda ONU' como se nem existissem,
usando o poder do veto ou boicote.

O real, principal motivo, náo é difícil de encontrar


quando examinamos a quantidade de iudeus existentes nos
EUA, número bem maior que em Israel, ao ponto de New

l3
York (Nova York) ser conhecida como Jew York (York
judaica); ao fato de dominarem seu comércio,sua indústria,
suasfinangas,o cinema,a TV, a imprensa escrita e falada, as
agénciasde notícias,enfim a própria menteamericana'

A esse enorme número que conseguiu apossar-seou


dominar, lentamente,as atividades básicas norte-americanas,
devemosacrescentaroutras milhóes de pessoas,simpáticasou
náo aos mesmas, mas SeuSdependentesmonetários ou por
i nteresses.

Certamente algum leitor acharáque estou exagerandoo


problema. Para náo deixar UMA LfNICA DWIDA a respeito
d.ttu grave situagáo,transmitoas palavrastextuaisdo Primeiro
Ministro ARIEL SHARON, no dia 3 de outubrode 2001 (22 dias
após o ataquea Nova York e Washington),durantereuniáo do
GabineteIsraelense,quandoo informaramque GeorgeW. Bush
havia sepronunciadofavorávelá criagáodo EstadoPalestino:

,oEverytime we do something,you tell me America will do this


and will do that...I want to tell you somethingvery clear: Don't
worry about American pressure on Israel. We, the Jewish
people,CONTROL AMERICA, and the americansknow it"'
Traduzindo:
"Toda vez que fizemos algo, voc0sme contam que a
América vai fazer issoou aquilo...Eu quero lhes dizer
algo bem claro: Nño se preocupam a respeito de
press6esamericanascontra Israel. Nós,o povo judeu,
CONTROLAMOS A AMÉRICA, e os americanos
sabemdisso".

l4
Q.{oticiadopela rádio israelense"Kol Yisrael", no dia 3ll0/01, e dada
divulgagáointernacionalpor DAVID DUKE, no importante artigo intitulado
"Price of Suporting Israel", que pode ser obtido na íntegra clicando o
portal: www.com/usa/price.htm).

Lamento se alguém ainda possater dúvidas!

O prepotentePrimeiro Ministro, que foi indiciado como genocidano


Tribunal Intemacional, acertouquando informa que "controlam a América",
porém enganou-seao informar que "os americanossabem disso". Somente
pode ter razáo caso tenha se referido aos sionistas americanos, pois os
manipulados cidadáos americanos na realidade AINDA NEM
DESCONFIAM DISSO, pois recentespesquisasindicaram que 42Yo do
povo náo sabe nem onde fica o Japáo - contra quem estiveram em longa
guerTa...
"
É lógico que este domínio total, sabiamente camuflado por sua
própria ou amestrada/submissa mídia, náo aconteceude um momento para
outro, ao ponto dos Estados Unidos da América, sem nenhum perigo de
erro,já estaremsendodenominadosde Estados SÍonistas da América.
Normalmente as pessoasacusam os "americanos" quando acontece
algo errado em relagáoao Brasil, seusinvestimentosaqui, seusmonopólios,
suasmultinacionais, suascomptas de estataisbrasileiras?seusimpedimentos
na importagáo sobre determinados produtos nossos, acusados de
protecionismos, suas músicas ou costumes alucinantes, aqui copiados
inconscientemente.NINGUÉM cita quem sáo esses"americanos".

Para conrtrmar a credibilidade da entrevistq de ROBERT


BOWMAN, d ISTOÉ, antes citada,, na qual certamenteapenas
revelou uma muito pequeno parte daquilo que conhece,
principalmente quanto d questño petrolífera denunciada, o
"Correio do Povo" de Porto Alegre, 25 dias após Q mesma,em
02/12/01,publicou, sob o título:
..OCIDENTETEM INTERESSE DA REGIÁO-
NO PETRÓLEO
Cobul - O estabelecimentode um novo governo no Afeganistáo, como o
que estásendoelaboradocom a ajuda da comunidadeinternacional,náo terá

t5
apenasa fungáo de terminar com23 anosde guerrano país, mas também vai
possibilitara retomada(sic) de projetospara exploragáode petróleo e gás
natural na Ásia Central. Segundoum especialistada ONU sobre fontes de
energia,o Afeganistáoocupaposigáoestratégicacomo rota dos dutos que
levariam oS recursos naturais aos principais mercados do mundo. No
Azerbaljáo,no Cazaquistáo, no Turcomenistáoe no Uzbequistáoestima-se
que existam 15 bilhóes de barrís de petróleoe 9 trilhdes de metros cúbicos
de gásnatural.
A questáoque acabousurgindo,no entanto,diz respeito á rota que os
dutos deveriamtomar para sair da regiáo e chegaraos principais mercados
mundiais. Comercialmente,a possibilidademais lógica seria transportaro
petróleo e o gásnatural pela Rússia,seguindoem diregáoao Leste europeu.
Essa hipótese,entretanto,náo é de interessedos EstadosUnidos,
\mavez que os dutos seriamcontroladospor Moscou. Outro possibilidade
era o transporte pelo Irá, que também náo agrada aos estrategistasnorte-
americanos. A única opgáo politicamente viável seria fazer chegar os
produtos ao Mar de Omá, na costa Sul do Paquistáo, passando pelo
Afeganistáo".

Em poucas linhas entáo ficamos sabendo por quais interesses a


Rússia invadiu o Afeganistáo, em longa e ttágica intervengáo, onde
encontrou , como maior advers¿írio- os heróis da época: os Talebans, que
haviam sido apoiados,com dinheiro, arrnase até com filmes de mocinho
(Rambo) dos EUA, para a expulsáo dos russos e, por náo terem se
submetido aos interessesamericanos, agora Sáo apresentados.acusados
mundialmente, SEM NENHUMA PROVA. como terríveis terroristas. que
estariamsob o comando de Osamabin Laden, como autoresdos ataquesao
Centro Mundial do Comércio de Nova York e ao Pentágono,pelo simples
fato de protestarem pelo genocídioisraelensecontra o povo palestino, há
mais de meio século, com o apoio incondicional dos manipulados
governantesnorte-americanos.
A guerra genocida e destruigáodo resto do Afeganistáo, esperando
acertaruma bombana cabegade bin Laden,bode expiatórioescolhidocomo
culpado, atende a sede de vinganga do manipulado povo americano e,
totalmente,aos interessessionistase petrolíferos, náo importando o número
de vítimas.
É lamentável assistir uma máquina de guerra como a americana,
usando o mais moderno armamento existente no mundo, contra um povo

t6
pobre passando fome e cujo país está arrasado por longa guerra contra
invasor indesejado.os EUA além de terem bombardeadodepósitos de
abrigos e mantimentosda cruz vermelha e da oNU, hospitaise restosde
escombros da guerra anterior, estáo matando civis. Num dessesataques,
todos denominados de "cirúrgicos", pulverizaram longa caravana de
personalidades afegásque se dirigiam para Cabul, paraassistira possedos
novos dirigentesfantoches.As imagensde TV destinadasao povo norte-
americanosáo filtradas e selecionadaspara náo revoltar os assistentes.
Enquanto os verdadeiros terroristas tentam desviar as atengdesdo
mundo, inundando a mídia sobre supostasremessasde antrax ou antraz,
num conhecido trabalho dos seus próprios servigos secretos sujos -
(consultemlivros e depoimentos,como agem agentesda Cia. e Mossad)-
está sendo cometido o mais terrível crime contra a humanidade.Impossível
acreditarque náo haveráterríveis represálias.

Infelizmente, náo se pode num pequeno livro, esclareceros detalhes


que envolvem os interessescomerciais,industriais,financeiros,logísticos,
armamentistas, petrolíferosetc. Náo me considerando, de forma alguma,
o dono da verdade, recomendo aos leitores iniciarem suas próprias
pesquisasa respeito,procurandosabernáo apenasa quais paísespertencem,
mas também observar quais os templos ou igrejas que seus grandesou
principais acionistasfreqüentam.

No artigo, anteriormentecitado, que abordou a entrevista do


Tenente Coronel ROBERT BOWMAN, ex-candidato á
presidéncia dos Estados Unidos, á revista ISTOÉ , foi feita
referénciaa uma carta aberta ao presidenteClinton, enviada
por ele no ano de 1998.
Um importanteamigo,conseguiudesentocá-la, pois foi
publicadano dia 02110198no jornal National CatholicReporter,
de MelbourneBeach,Flórida.
Pego a máxima atengáo, para náo confundir com os
acontecimentospós 11 de setembro 2001, pois a carta foi
enviada3 anosantes:

t7
,'A VERDADE E QUE SOMOS ATERRORIZADOS
PORQUE SOMOS ODTADOS
Conte a verdade ao povo, Sr. Presidente - sobre heroísmo, Se as ilusóes
acerca do terrorismo ndo forem dedeitas, entdo a ameaQacontinuará até
que nos destrua. A verdade é que nenhumadas nossasmilhares de armas
nuclearespode nos proteger dessasameaqos.Nenhum sistema Guerra nqs
Estrelas - ndo importa qudo tecnicamenteavanqado seia, nem quantos
trilhóes de dólares sejam despeiadosnele, poderá nos proteger de uma
arma nuclesr trazido em um barco, avido, valise ou veículo alugado. Nem
sequer uma armo do nosso vasto arsenal, nem sequer um centavo dos 270
bilhóes de dólares gostos por ano no chamado sistema de defesa pode
evitar uma bombo terrorista.
Isto é umfato militar. Como tenente-coronelreformado e freqüente
conferencistaem assuntosde seguranQanaciona| tenho cüado o salmo 33:
"(Jm rei ndo é salvo pelo seupoderoso exército. Um guerreiro ndo é salvo
por sua enormeforEo". A reaqdo óbvia é: "Entdo o que podemosfazer?
Ndo existe noda que possamosfazer para garantir a SeguranQado nosso
povo? " Existe. Mas para entenderprecisamos saber a verdade Sobre a
ameqqa.
sr. Presidente (clinton, nA), o senhor nao contou ao povo norte-
americano a verdade sobre o porqué de sermos alvo do terrorismo quando
o senhor explicou o motivo de bombardearmoso Afeganistdo e o Suddo. O
senhor disse que somosalvo porque defendemosa democracia, a liberdade
e os direitos humanosno mundo. Que absurdo!
Somos alvo dos terroristas porque, na maior porte do mundo, nosso
govelno defendea ditadura, a escraviddo e a exploraqdo humana. Somos
alvos dos terroristas porque Somosodiqdos. Em quantos países agentes do
nossogoverno depuseramlíderespopularmente eleitos, substituindo-ospor
militares ditadores, marionetes deseiosos de vender seu próprio povo a
corporaqóes americanas maltinacionais ?(destaque do autor). Fizemos
isso no lrd quando os Marines e a CIA depuseramMossadeghporque ele
tinha a intengdode nacionalizar a indústria do petróleo. Nós o substituímos
pelo Shah e chamamos,treinamos e pagamos a suo odiada guarda nocional
Savak, que escrovizou e brutalizou o povo iraniano, tudo para proteger o
interessertnanceiro de nossqscompanhiasdepetróleo.
sera possível imaginar que existempessoasno lrd que nos odeiam?
Fizemos isso no Chile. Fizemos isso no Vietnd. Mais recentemente,
tentamos fazéJo no lrqque. E, é claro, quantas vezes fizemos isso na

l8
Nicarágaa e outras repúblicas na América Latina? (dA). uma vez atrás
da outra temosdesapossadolíderespopulares que desejamque as riquezas
dct sua terra sejam repartidas pelo povo. N¿ísos substituímospor tiranos
assassinosque venderiam seu próprio povo para que a riqueza da tercq
pudesse ser tomada por similares a Domino Sugar. (Jnited Fruit co.,
Folgers,--De país empaís, nossogoverno obstruiu a democracia,sqfocoua
liberdade e pisoteou os direitos individuais.
E por isso que somos odiados ao redor do mundo. E é por issoque
somosalvo de terroristas (refere-sed tentativa de dinamitar o World Trade
center, o demoliqdo do prédio Federal de oklahoma, explosdo de
embaixadas no exterior etc.) (nA) o povo do canadá desfruta da
democracia, da liberdade e dos direitos humanos, assim como o povo da
Noruegct e da Suécia. o senhor ouviu .falar de embaixadas canadenses
sendo bombardeadas?ou norueguesasoLtsuecas? Nós ndo somos odiados
porque praticarmos a democracia, a liberdade e os direitos humanos. Nós
somos odiados porque nosso governo negq essascoisas aos países do
terceirr¡ mundo, cujos recursos scio cobiqados pcir nossas corporaqóes
multinacionais. Esse ódio que semeemos virou-se contra nós para
assombrar-nosnaforma de terrorismo e no.futuro, terrorismo nuclear.
uma vez dita a verdade sobre o porqué da ameagaexistir e ter sido
entendida, a solugdo torna-se óbvia. Nós precisamos mudar nossas
prúticas. Livrarmo-nos de nossas qrmas nucleares - unilateralmenfe. se
necessário; irá melhorqr nossa seguranQa.Alterar drasticamente nosso
política externctirá assegurá-la. Em vez de continuar a matar milhsres de
crianqas iraquianas todos os dias, com nossctssangóes,deveríamosajudar
os iraquianos a reconstruir suas usinas elétricas, suqs estaqóes de
tratamento de água, seus hospitais e todas as coisas que destruímos e os
impedimosde reconstruir.
Em vez de treinar terroristas e esquadrdesda morte, deveríamos
//chcrr a Escola das Américas. Em vez de sustentar a .revolta, a
desestubilizaqdo,o assassínioe o terror em redor do mundo, deveríamos
abolir a CIA e dar o dinheiro a agénciasde assisténcia.
Resumindo, deveríamosser bons em vez de maus. Quem iria nos
deter? Quem iria nos odi.ar?Quem iria querer nos bombardear? Essaé a
verdade,Sr.PresidenÍe.E issoque o povo americanoprecisa ouvir."

o simples fato de nenhum grande orgño da imprensa norte-americana e


mundial ter publicado esta carta, mostra claramente o poder da mídia

l0
exercido pelo sionismo. Vejam novamente em artigo anterior,.referente
á entrevista de R'oBERT BOWMAN para a revista ISTOE, a longa
folha de servigos prestada pelo mesmo á sua pátria. EIe atualmente é
Bispo da lgreja CatóIica e Conferencista sobre assuntos de Seguranga
Nacional dos Estados anidos.

OPINIÓES DE DIVERSAS ÉPOC^IS:


GEORGE WASHINGTON - Criador da constituiqáo dos EUA e o
primeiro presidente norte-americano. 1732-1799.Washington figura
nas notasde US$ 1.00:
"Esta tribo de gente (refere-sea judeus) trabalha mais eficazmente
contranós que aSarmasdos inimigos. Sáocem vezesmais perigosospala aS
nossasliberdadese pafa a grande causa que estamostrabalhando.E de
lamentarseriamenteqt. Ettudo, muito antesdisso,náo lhe foi feito
"-.udu
frente, como pestesda sociedade,e os maioresinimigos que temos pafa a
felicidadeda América. Eu pediria a Deus que algunsdos mais attozes de
cada Estado fossemenforcadosnuma forca cinco vezesmais alta que a que
elesprepararampara'enforcarHaman". ("Máximas de Washington", 1885)

BENJAMIN FRANKLIN - político, economista e físico - aparece nas


notasde (lS$ 100,oo. Fez em 1776n Declaragáode Independénciados
EUA:
"Um grandeperigo ameagao EstadosUnidos da América: o perigo
judeu, pois em todos os paísesonde se estabeleceram, oS judeus ftzetam
baixar seu nível moral e sua honradezcomercial.Isolam-Seao invés de se
assimilarem.Há 1700 anos eles se queixam de terem sido expulsos da
Palestina , MaS se hoje o mundo lhes dessenovamenteesse país, eles
achariam um motivo para náo lá residirem, pois todos os judeus sáo
vampiros e vampirosnáo vivem de vampiros.Eles náo podem viver por si
da América por
próprios. Se náo se afastaros judeus constitucionalmente
cem anos,no mínimo, viráo a estepaís em grande númeto, adonando-sedo
llosso governo e destruindo-nos;mudandonosso regime de governo, pelo
qual nós, americanos,temos sacrificadonosso sangue,e pelo qual temos
óferecidonossasalmas,propriedadese liberdadepessoal.E se náo se afastar
os iudeus durante200 anos. da nossaterra, nossosfilhos trabalharáonos

20
campospara dar-lhescomida,enquantoelesficas nas suascasasde cámbio,
esfregandoas máosde alegria."
"Cuidado senhores! Se náo afastardes os judeus definitivamente,
vossosfilhos e netos vos amaldigoaráosobrevossastumbas,pois os ideais
dessa gente náo sáo como os nossos . Mesmo que vivam durante muitas
geragóesentre nós, náo mudaráo, como náo poderá, nunca, a panteramudar
a manchade sua pele. Eles destruiráo nossasinstituig6es (grifo do autor)
e, por isso eles devem ser afastados da Constituigáo". (Do original
guardado no Instituto Franklin, na Filadéffia, Pensilvánia, USA).

OTTO BISMARCK - o Chanceler de Ferro, unificador da Alemanha,


1815-1898,em discurso no Parlamento Prussiano, em 1847, ref. aos
EUA:

"A personalidadede Lincoln os surpreendeu.Sua candidaturanáo os


molestou,pois pensavamenganarfacilmente o candidato.Porém Lincoln
adivinhou seusplanos e prontamentecompreendeuque o pior inimigo náo
era o Sul, mas os financistasjudeus. Náo externou seustemores,vigiando os
movimentosda MÁO OCULTA, náo quis expor prontamenteas questóes
que desconcertamas massas ignorantes. Decidiu anular a influéncia dos
banqueiros internacionais, estabelecendo um sistema de empréstimos,
permitindo aos Estados solicitar financiamento junto ao povo, mediante a
venda de bónus. O governo e a nagáo escaparamdas conspiragóesdos
financistasestrangeiros.Decidiu-se a morte de Lincoln (grifo A.). Náo há
nada mais facil do que encontrar um fanático para assestaro golpe de
molle".
(Citadopor "La vieille France").

Quero lembrar que os EUA sáo campeóesmundiais de


de presidentese candidatos,destacandorapidamente,
assassinato
entre muitos, os irmáos Kennedy, cujo pai Josef quando
embaixador dos EUA na Inglaterra, denunciou o compló no
governo americano para levar os EUA á gueffa contra a
Alemanha, e foi motivo para retirar-sedo posto, após violenta
discussáocom Roosevelt.(nA).

21
HOUSTON STEWART CHAMBERLAIN - Escritor inglésnda obra
"Os Fundamentos do SéculoXIX". 1855-1927:
"O judeu é um elemento particular e particularmente estranho em
nossa vida. Exteriormente, herdou o mesmo que nós mesmos temos
herdado; interiormente herdou um espírito profundamente diferente do
nosso.
O tronco permanéceusem mancha, nem uma só gota de sangue
estranho se misturou nele. Este povo estrangeiro,eternamenteestrangeiro,
estáindissoluvelmenteunido a uma lei hostil a todos os povos.A possessáo
do dinheiro é pouca coisa em si: nosso comércio, nossa literatura, nossa
justiga,nossaciéncia,nossaarte...e pouco a poucotodasas formas de nossa
atividade se converteráoem escravasmais ou menos voluntárias dos iudeus
que arrastamas correntesá escravidáo".

REI FAIQAL, monarca da Arábia Saudita,assassinadoem25l3l75:


"Irmáos, O que esperamos?Acaso a consciéncia mundial que
contempla e sentetais comédiase crimes que se realizam á vista e ouvidos
de todos e que náo tem comovido nenhuma consciéncia,nem sequer por
pudor? Se náo sentemvergonhaante Deus, que a tenham, ao menos, ante os
homens. Todos os intentos de paz tém sido inúteis, perante as ambig6esda
Internacional Sionista, que desejarealizar seusplanos expansionistaspara a
dominagáodo mundo". (Discurso ante delegaEóesde peregrinos. Noticiário
da Arábia Saudita, Madrid, fevereiro de 1969).

HENRY FORD - escolhidocomo o Industrial do SéculoXX, 1863-19472


"Nos Estados Unidos, o comércio por atacado, os trustes, as
instituigóes bancárias, as riquezas do subsolo e os principais produtos da
agricultura se acham sob o domínio absoluto dos financistas judeus e de
suasgentes" (Daily Mail, 21 de setembrode 1923).
"Existe no mundo r¡m grupo de homens poderosos, amigos de
permanecerignorados e afastadosdo poder, criaturas que náo pertencem a
uma nagáo determinada, embora sejam internacionais, potentados que
sabem se aproveitar dos governos, da organizagáosocial e comercial, das
agénciasde publicidade e dos recursostodos da psicologia popular para
difundir o terror no mundo e aumentarainda mais a influéncia que exercem.
(...) Um poder que grita: "Guerra!" e na confusáodas nag6es,no ingente

22
sacrifício que os povos fazem para reaver a segurangae a paz, coffe com os
despojosdo pánico." (Do seulivro "Minha Vida e Minha Obra).

GENERAL GEORGE VAN HORNE MOSLEY - (New York Tribune,


do dia 29 de margo de 1939, sobre as press6espara Ievar os EUA á II
GM):
"A guerra que está sendoproposta tem a finalidade de estabelecera
influéncia judaica sobreo mundo inteiro".

HENRY WALLACE - Quando secretário de comércio do Presidente


Harry Truman, escreveuno seu diário:
'oTruman
estavaexasperadoquanto á pressáojudaica que mantinha o
poder sionista na Palestina.O Presidenteconsiderou-semuito desgastado
com os judeus, dizendo 'Se até JesusCristo náo póde satisfazé-los,quando
estevenaterra, como, alguém pode esperarque eu tenhatal sorte?'. Truman
dissenáo sabercomo mov€r a máo por eles e nem que cuidadospossíveis
tomar".

WILLIAM JENNINGS BRYANT - Tr0s vezes candidato presidencial


pelo Partido Democrata, disse:
"Nova York é a cidade do privilégio. Nela está o assentodo Poder
Invisível, representadopelas forgas aliadas das finangas e das indústrias.
Este Governo Invisível é reacionário, sinistro, inescrupuloso,mercenário e
sórdido. Ele carece de ideais nacionais, é isento de consciéncia."
(" PersonalidadesFamosasOpinam ").

CHARLES LINDENBERG - Herói norte-americano, primeiro v6o


sobre o Atlántico, referindo-se á II GM, antes da participagño dos EUA:
"John'T. Flynn estátáo convencidocomo eu de que os judeus sáo a
maior forga que está empurrando nosso país para a guerra". (Diários de
Guerra, citadospor Chapelin).

NAPOLEÁO BONAPARTE: - Imperador da Franga, um dos maiores


personagenshistóricos- 1769-1821:
"Devemos considerar os judeus náo só como um povo distinto mas
estrangeiro."Já náo quero mais nenhum deles no meu reino e, certamente,
tenho feito tudo para provar meu menosprezo para o povo mais vil do
mundo. A legislagáo deve por-se em agáo, em todas as partes onde o bem

23
estargeral estiver em pefigo. O governonáo pode olhar com indiferenqao
modo como uma depreciadanagáo Seadona dos Departamentosda Franga.
Os judeus devem ser tratadoscomo um povo especial.Sáo uma Nagáo
dentro de outra Nagáo. É ultrajante para a nagáo francesa acabarsubmissa
ao poder do mais baixo dos povos.Os judeus sáomestresdo roubo na nova
idade, sáo os corvos da humanidade.Os tenho visto, durante a batalhade
Ulm, virem conendo desde Strasssburgopara efetuarem Vergonhosos
saques.Devem ser tratádoscom o direito político, náo com o direito civil,
-
pois náo sáo, de forma alguma, cidadáos auténticos". (Pensamento"
Discursos nas reunióes do Conselho de Estado nas datas de 7/3/1806'
30/4/1806e 7/5/180O.

THOMAS JEFFERSON - Presidentedos EUA, no séculoXVIII:


,.Dispersadoscomo estáo, os judeus ainda formam uma Nagáo. Sáo
estranhosnas terras que habitam. Se alguma vez houve um povo eleito,
povo eleito por Deus é aquele que trabalha a Terra". ("Los americanos",
de D.Borstin, e "Notss de Virgínia"Boston,1832).

CHARLES DE GAULLE - Militar e Presidenteda Franqa, séculoXX:


"Os judeus continuam sendoo que sempreforam: um povo elitista,
confiado e arrogantgt". (Durante conferéncia com a imprensa, no dia
27/11/1967, ao referir-se d guerra iniciada pelo sionismo, no Oriente
Médio).

DOMINGO SARMIENTO - Presidente da Argentina, pedagogo,


escritor e educador 1811- 1888:
"O povo judeu, espalhadopor toda aterra, exerce a usura e acumula
milhóes, rechagandoapátria onde nascee molre, pof uma pátria ideal, que
escassamentebanha o rio Jordáo, e para a qual náo irá viver jamais. Este
sonho,que se perpetuahá20 ou 30 séculos,continua até hoje perturbandoa
economiadas sociedadesnas quaisvivem, mas da qual náo formam parte,e
agoramesmo,tanto na Rússiacomo na ilustrada Prussia,se levanta um grito
de repulsa contra este povo que Se considera eleito, mas carece de
sentimentohumano, amof ao próximo, apego á terra, culto ao heroísmo da
virtude e dos grandesfeitos, onde quer que se produzam". ("Condición del
extrangeiroen la America").

HENRIQUE JARDIEL PONCELA - Escritor espanhol' 1901-1952:

24
"Se, na terra, existe um povo que é tirano dos demais, essepovo sois
vós. Tendes todo o dinheiro e influéncia possível Donos das grandes
empresas, agitais o centro das finangas e regeis a vida do mundo. Sois a
base do poder, o barómetro da riqueza e a balanga da atividade. Tendes tudo
isso... sois tudo isso... e lhes parecepouco- os humanosvos entregam seus
bolsos e ainda quereis que vos entreguemo coragáo..-Á¡bitros do capital e
do poder ainda ambicionais a arbitragem do Sentimento.)' ("La Tournée de
Dios").

KARL MARX
Ideólogo - filósofo - Século IXX - Judeu, filho de rabino.
I)o seu livro "A Questiio Judaica':
"{Jma organizagáo social que acabassecom as premissas da usura e,
portanto, com a possibilidade desta" tornaria impossível o judeu. Sua
consciénciareligiosa se desanuvia¡iacomo um vapor turvo que pairava na
atmosferareal da sociedade".(p.56).
"O judeu se tornará impossível tEÍologo a sociedade consiga acabar
com a esséncia empirica do judaísmo, com a usura e suas premissas. O
judeu será impossível porque sua consciéncia careceni de objeto, porque a
base subjetiva do judaísmo, a necessidade práticg. se terá humanizado,
porque se terá superado o conflito cntre a existéncia individual-sensível e a
existéncia genérica do homem. A emancipagáo social do judeu é a
emancipagáoda sociedadedo judaísmo"".(p.63).
"Qual era o fundamento da religiáo hebraica? A necessidadeprática,
o egoísmo.
"A necessidadeprática, o egoísmo" é o princípio da sociedade
burguesa e se manifesta como tal em toda sua purezada mesma maneira que
a sociedadeburguesa extrai totalmente do seu próprio seio o Estado político.
O Deus da necessidadepnáticae do egoísmoé o dinheiro.
"O dinheiro é o Deus zeloso de Israel, diante do qual náo po{e
legitimamente prevalecernenhum ouho Deus. O dinheiro humilha todos os
deusesdo homem e os converte em mercadorias. O dinheiro é o valor geral
de todas as coisas, constituído em si mesmo. Portanto, despojou o mundo
inteiro de seu valor peculiar, tanto o mundo dos homens como a natureza.O
dinheiro é a essénciado trabalho e da existéncia do homem" alienadadeste.
e estaessénciaestranhao domina e é adoradapor ele..

25
-'O
Deus dosjudeus se secularizo¡.converteu-seem Deus universal.
A letra de cámbio é o Deus real do judeu. Seu Deus é són'rentea letra de
Cámbioilusória(p.59).
"A nacionalidade quimérica do judeu é a nacionalidadc do
ncgociante,do homem de dinheiro em geral". (p.60).

26
Os árabes também vivem lá
com satisfaqdo, reproduzimos, na íntegra, o importante artigo, com o título
acima, condensadodo "Harper's Magazine,,,e publicado pela SELE?óES
DO READER'SDIGEST em abril de 1947, de autoria de KERMIT
ROOSEVELT,neto do ex-presidentedos EUA, TheodorRoosevelt,que
ensinouhistória na Universidadede Harvard e no Instituto de Tecnologia
da caliJórnia, trabalhou parq o Departamentode Estado no cairo em
1943. e durante a II GM serviu como.funcionóriopúblico na Arábia
Saudita, Transjorddnia, na Síria. Líbano, e Palestina, quando teve
oportunidade,pela primeiro vez,de entrar em contato com os problemas
dessepaís.

" Duas realidadesimplacáveisteráo que ser enfrentadasna solugáodo


explosivoproblemada Palestina.Em primeiro lugar,a causazionistaé para
muitos judeus a sua principal razáode viver, pela qual estáodispostosa
lutar e morrer; para muitos outrosjudeus, que ainda se encontramna
Europa,representaa suaúnica esperanga. Em segundolugar, existeo fato
menos conhecidode que os árabestambém tém direitos na Palestina,pelos .
quais eles estáoigualmentedispostosa lutar e a morrer. Devezem quando,
alguém regressade uma rápida viagem a Jerusaléme relata que a hostilidade
árabeparacom o Zionismo estálimitada aos ricos donos de terra, enquanto
o povo se conservaindiferente. A criagáode um estadojudaico, dizem eles,
poderia ter lugar sem séria oposigáo.Eu, porém, estive também na Palestina
e as conclusóesque tirei sáo inteiramentediversas.

Por exemplo: certo dia em 1944. acompanhadode um americano,que falava


árabe,estive numa pequenaaldeia árabesituadaás margensdo mar de
Galiléia, onde fui convidado pela principal autoridadedo lugar a tomar cafe
em sua casa- pequenaconstrugáode uma pegaapenas,feita de argila
cozinbadaao sol. Após a habitual troca de amabilidades,o nossoanfitriáo
passouafazer perguntassobrea política exterior norte-americana.Era
verdade,perguntou ele, que os EstadosUnidos estavamauxiliando os
judeus a tomar a Palestinados iírabes?Com que direito o povo de um país
pode dizer ao povo de outro país que deve entregaro seuterritório a
terceiros?Esseárabenño era um homem de educagáo,mas falou com forga
e convicgáoquando disseque ele e seusaldeóesprefeririam lutar até o
último homem a permitir a introdugáode uma maioria estrangeiraem sua
pátria.

Essaaldeia estavasituadaperto de uma das ótimas fazendascomunais


judaicas da Palestina,e nós observamosque havíamosficado
impressionadoscom o que víramos aí. Náo só eram bons fazendeiros,mas
uma gentesincerae admirável."

Ele admitiu com franquezaqveosjudeus ensinarama seusaldeóesmétodos


modernosde inigagáo, emprestaram-lhesmaquinariaagrícola e os
auxiliaram de muitos modos. Como indivíduos, ele os admirava.Mas,
acrescentou,havia outrosjudeus na Palestinaque odiavam os árabese os
maltratavam.Seria futil tentar trazer-lhesconforto, referindo-nosá promessa
dos zionistas de que aos árabesseriam garantidosdireitos iguais. A questáo
para eles resumia-sesimplesmenteno seguinte:se o caminho fosse aberto
aosjudeus, a Palestinatornar-se-iaum estadojudaico, e náo árabe.
Na tarde do mesmo dia, encontramo-nosem Jerusalémcom um homem que
havia servido de "oficial de ligagáo" numa fazendacoletivajudaica, durante
os dias tumultuososque precederama última guerra.Perguntamos-lhese
achavaque a campanhajudaica pafa promover relagóesamigáveiscom os
seusvizinhos árabeshavia sido coroadade éxito. Respondeu-nosque, até
certo ponto, havia. Por exemplo, nenhum¡árabedos arredoresatacatao
pessoal dafazendaondeestivera.Pareciamrealmentegratos pelo auxílio e
conselhoque haviam recebido.Chegaramaté, em certasocasióes,a avisar
aosjudeus quandoum ataqueestavasendoplanejadopor árabesde outra
localidade.

Mas ffatava-sede um assuntopessoal.que náo interferiacom um ideal de


escopomais amplo - o de conservafa Palestinacomo estado árabe.Para
pfesefval a sua agudasensibilidade,cumprindo ao mesmotempo um dever
nacional(segundoo seumodo de pensar),eSSeS mesmosárabesiam atacar
outfo grupo distantedejudeus a- que náo estivessemligadospor lagos
pessoais.Segundonossoinformante, a opiniáo era de que fariam novamente
o mesmo.
Desde1939,o terrorismona Palestinatem sido obraquaseexclusivados
extremistasjudeus. Mas isso nem sempreaconteceu,nem podemospresumir
que continue assim.NingUémousaria ptedizerquandoos árabespensaráo
28
ter chegadoo momento de eles também pegaremem arnas.

Na Palestina,o assuntoobrigatório de conversaé o conflito entre arabese


judeus. os otimistas sáopoucos. Somenteaquelesque estáolonge do local,
podem dizer que os iírabesse submeteráoá imposigáode .rr.t judaico
na Palestina.o relatório da comissáo de Inquérito Anglo-Am"rtudo
ericanadiz
especificamenteque os líderes ¿árabes representamfielmente os seus
seguidores;o tom do relatório inteiro pressagiavasanguee terror.

Nessascircunstánciasé de cortar o coragáosaberque uma grande


percentagemdosjudeus atormentadosda Europa quer ir para apalestina.A
náo ser que se cheguea um acordo com os árabes,torna-seevidenteque a
Palestinanáo ofereceremédio á sua situagáode amargaincerteza.Frágeis
seriam, sem dúvida. as possibilidadesde paz e segurangapara essesjuáeus,
num país agitado pela guerra civil. que a sua presengadesencadeou.

creio. no entanto.que medianteum sacrificio, elespoderiam alcangaro que


tanto ambicionam. Essesacrificio seria renunciará idéia de que a Palestina
venhaa tornar-seum estadojudaico e concordarem que a imigragáo futura
(apósa admissáode um númeroespecíhcode refugiados- 100mil,
digamos) seja limitada a uma cota razoável.

A trágica confusáoreinante na Palestinafoi táo obscurecidapor inúmeras


promessascontraditórias!que qualquer acordo seráprovavelmente
consideradoinjusto por alguns que o aceitaramde boa fé. É de lamentar-se
que essaspromessastenham sido feitas por elementossem direito moral ou
real de dar o que haviam prometido.

Toma-se dificil responderaos ¿irabesquandodizem: "vocés americanos


falam em proteger os direitos da minoria. Significa isso que uma maioria
terá que ser esmagadae transformadacontra sua vontadenuma minoria,
dentro de sua própria pátrr{? vocés falam da auto-determinagáodos povos,
de eleigóeslivres e democracia.Porquenáo deixar que a palestinarealize
uma eleiqáolivre de modo democrático?E náo é estranhoque, apesarde
todas as expressdesde horror diante da perseguigáonazistaaosjudeus e de
todas as manifestagóesdo desejode ajudar - vocés.também os canadenses,
australianose sul-americanos,que tém espagode sobra,náo estejam
dispostosa aceitara suacota de refugiados,em vez de exigir que um
pequenopaís suporteo pesointeiro?"

A Comissáode Inquéritoinforma que a "Palestinapor si só náo pode


satisfazeras necessidadesemigratóriasdasvítimasjudaicas"e que "as
informagóes que recebemossobreoutrospaísesalém da Palestinanáo
davamlugar a que se esperasse uma assisténcia valiosaá campanhade
encontrarrefúgio paraosjudeus". Isso náo dá uma boa impressáoda justiga
ocidental,paranáo falar em misericórdia.
Tenho-mereferido principalmenteaosdireitosdos árabes,porquenáo tém
sido muito divulgados.Mas a causajudaica é coagente.E indiscutívelo
direito dosjudeus náo somentea asilo,mas tambéma laresondepossam
viver em paz e dignidade.Essedireito tem que ser atendidopor agáo
internacional.Todos nós somosde algum modo culpadospela suacondigáo,
e cabe-nosa responsabilidade de encontrarsolugáoao problema.A questáo
é determinarqual a parteque cabeá Palestina.

A DeclaragáoBalfour e o Mandatoda Liga dasNagóesprometiamcoisasdo


outro mundo aosjudeus em relagáoá Palestina.Apesarde náo podermos
julgar os árabescomprometidospor essaspromessas,osjudeus náo sáo
culpadosdisso.Os zionistasnáo tém direitoslegaissobrea Palestina,mas as
suasesperangas tém umarazáode ser.
No momento atual, porém, estáofazendopressáopara obter mais do que
lhes fora prometido.O relatórioda Comissáode Inquéritorevelaque "a
exigénciada criagáode um estadojudaico ultrapassaas obrigagóestanto da
DeclaragáoBalfour como do Mandato daLiga dasNagóes,e, aindaem
1932,eraexpressamente rejeitadapelo presidenteda Agéncia Judaica".É a
exigénciado estabelecimento de um estadojudaico que despertaexasperado
temor e intensoódio entreos povos árabes.O abandonodessaambigáo-
que representao sacrifícioa meu ver necessárioparao bem dosjudeus tanto
na Palestinacomo na Europa- náo significauma diminuigáonas suas
esperangas legítimas,mas anteso retornoao programaoriginal.

O próximo passo- a aceitagáode limitagóesestrictassobrea imigragáo


futura,depoisde ter sido preenchidaa cotade emergéncia.-estesim, iria
representarverdadeiraretirada.Na prática, porém, náo creio que seria muito
importante,pelos seguintesmotivos:
30
Ao negociarum número para a cota de emergéncia,parece-nosessencial(e
simplesmentehumano)que os Estadosunidos e os Domínios Británicos,
em particular, concordemem aceifardentro de suasfronteiras proporgáo
razoávelde refugiadosjudeus. Se 100mil forem aceitoscomo uma
quantidadedesejávelparaaPalestina, pareceriarazoávelque os Estados
unidos e os Domínios Británicosaceitassem, casonecessário,
um número
duasou trés vezesmaior que aquele.De qualquermodo, o acordo final
deveráprover asilo para todos os judeus que querematualmente emigrarda
Europa.

Após as exigénciasatuais terem sido satisfeitas,náo é provável que continue


a haver procura por vistos de imigragáo para a Palestinae ir para a América
do Sul, ou paraos EstadosUnidos ou mesmo,passadaa atualemergéncia,
voltar aos seuslares na Europa. A comissáo de Inquérito refere-sea uma
petigáodirigida ao governo austríacopor judeus, atualmentena Palestina,
que pediam permissáopara regressaráquelepaís. Muitas petigóes
semelhantes poderáoseguir-senos próximosanos.

A capacidadede absorgáode populagáoadicional por parte da palestinatem


que ser levada em conta. o aumentonatural de populagáoentre os ¿írabes
tem sido grandee sem dúvida continuarána mesmaescala.Tais projetos,
como a propostabarrageme usina de forga no vale do Rio Jordáo,poderiam
no entantopermitir grandeaumentona imigragáojudaica.

Mas, e os árabes?Concordaráoeles com tais propostas?É muito possível


que sim, como parte necessáriado programaque se segue.
Imediatamenteapós concordarem,dever-se-iaabrir o caminho para que a
Palestinase tornasseestadoindependente,membro da FederagáoÁrabe e
dasNagóesunidas. Teria uma maioria árabe,mas os direitos da minoria
judaica deveriamser cuidadosamente protegidos,sob a fiangadasNag6es
Unidas,com governopróprio local, ondefossepossível,e completa
participagáono governonacional.

A administragáodo país deveria ser entregueaos árabese judeus o mais


rapidamentepossível.Completa independénciadeveria ser concedidalogo
que uma comissáodasNagóesUnidas achasseque a ordem pública podia

3l
ser mantida.

Nessestermos creio que a maioria árabeconcotdariaem um número


generosae firmemente estabelecidopara imigragáode emergéncia.Os
árabesteriam aquilo que mais desejam:independénciae a seguranqade
manter uma maioria em seupróprio país.
Por outro lado, os judeus teriam grandeparte do que lhes foi prometido na
DeclaragáoBalfour e no Mandato da Liga dasNa96es,e muito mais do que
fora recomendadoem dois subseqüentes - e competentementeestudados-
Livros BrancosBritánicos.A maioria dosjudeusconcorda,creio eu, em
abandonara idéia de um estadojudaicona Palestina,e aceitarrestrigóesna
imigragáo,em troca de laresparaos seusdesamparados da Europa-
contantoque a opiniáo pública norte-americanaapóie claramentetal
programae que náo se insistanumamaior expansáode promessas
anteriores.Muitos judeus,especialmente aquelesque vivem na Palestina,há
muito vém pedindomedidasnesse sentido.

Esseplano náo serátotalmenteaceitopor ambosos lados.Infelizmente,


nenhumplano o seria.Mas algo tem que serfeito. A inagáolevaráaoscaos
nos camposdos refugiadosda Europa,na Palestina,e subseqüentemente
com toda probabilidade.atravésda maior partedo OrienteMédio. E
somentese levarmos em consideraqáoos direitos tanto dos árabescomo dos
judeus,poderemoschegara uma boa solugáo- e isso estaráde acordocom
as tradigóesdejustiga e de democracia.

32
Islá x Sion
Capa da Edigáo de 28 de fevereiro do correnteano da revista americána
Nagáo
Time, o líder negro Louis Farrakhando movimento islámico radical
quase tabus na
Islá. concedereveladoraentrevista,abordandotemÍrs
racismo'
manipulada soci edadeamericana,cornoj udaísmo-.anti-semitismo.
preconceito.etc.

como foi
Ao atacarfrontalmenteo judaísmo americano,fica a interrogagáo:
possívelque uma publicagáocomo Tirne. comprometida com o
i'establishment"americanohistoricamenteatreladoao sionismo
internacional,publicassepassagensaltamenteesclarecedorase contundentes
e
sobreo papel áo judaísmó na exploragáodo povo negro norte-americano
dos traficantesjudaicos
inclusive mundial, quandocita o papel fundamental
no transporte,no comércio e na disseminagáoda escravaturanegfa?
judaica mais
A explicaqáotalvez residano fato de que a intelectualidade
que o
esclarecidaestejase dandocontado terrível beco sem saídaa
da
homicidae irresponsávelfanatismosionistaesiálevandoo restante
discutir e
comunidadeiudáica mundial.Urge fazeralgumacoisa-Urge
novas geragóes
revisar conceitos.Urge garantir um futuro seguropara as
judaicasameagadas po. renascidoanti-semitismoa nível mundial' na
"ruu "* pelo próprio sionismo.-Velhos
quur. totuíidud.-fomentado
ressentimentoseuropeu.. das teníveis injustigaspraticadas'
"on..qüencia
até recentemente,sob a inspiragáosionistainternacionalista.ressurgem
assustadoramente. No Oriente Médio urn radicalismo islámico, fruto do
qual onda
terror e da intransigénciaisraelense,vem se avolumando
de um lar
avassaladora,coloóandoem chequeo próprio sonhosionista
cresceu
nacionaliudaico. E agora"horror Supl'emo"o radicalismoislámico
no*únicolocal que os judeusconsideram Seg¡ro e onde
assustadoramente -
- um
realmentemantém o poder efetivo e absoluto os EstadosUnidos
do qual o sionismo
santuárioda liberdade e refugio "democrático"-.a partir
meiosde
internacional.atravésdo poderdo dólar e do domínio absolutodos
dos povos e nagóes.
comunicaqáoa nível planetário,comandaos destinos
Radicalismo"anti-semita"dentrode casaé demais!

JJ
O fato é que os dirigentessionistasmentiram demais,falsificaram demais,
exploraramdemais,vilipendiaram demais,mataram- e continuam matando
- demais,torturaram demais,exigiram e apoderarum-se de terras,ouro e
mentesdemais.E a paciénciadaspessoas,dos povos,tem limites. O
Revisionismo Histórico tem alertadoque ainda é tempo para uma marcha á
ré nestatragédia:bastariaque a comunidadecivil e religiosajudaica,como
um todo, colocasseum término definitivo nas maquinagóese anseios
doentiosde seusdirigentessionistas;bastariaque - como sugeriuS. E.
Castanem seu livro "A Implosáo da Mentira do Século"
www.revisaoeditora. com.brou www. revision.com.br- estesdirigentes
criminosos,deformadoresda história, opressoresda humanidade,fossem
publicamenteidentificados,neutralizados,presose condenados,para que o
restanteda comunidadejudaica,seusfrlhos e netos,náo viessema ser
incorretamenteacusadosno futuro como responsáveis/coniventes com a
-
situagáode horror e caosmundial que a exemplo da farsa do "holocausto"
- foi criada unicamentepelos cérebrosmessianicamentedoentios dos
dirigentesfanáticos sionistas,do passadoe do presente.

A seguir, partesda entrevistaconcedidapor Farrakhana Time. O próprio


editor-chefeda revistacolocaa pergunta:"como podeum povo, (osjudeus),
que possuia memóriado Holocausto,tolerarestetipo de racismo?",
referindo-sea uma palestrafeita por um dos auxiliares de Farrakhanno
Kean Collegede Nova Jersey,ocasiáoem que acusouos judeus de seremos
mentoresda desgragados negrosamericanos:

Farrakhan:"Tenho que falar a verdade:o que é um sanguessuga? Quando


ele gruda na suapele ele sugasuavida para alimentar a dele".
'Nos anos20, 30, 40 atéos anos50 osjudeusforam os principais
negociantesjunto á comunidadenegra.Onde estávamos,estavameles.
Comprávamoscomidadeles;comprávamosroupasdeles;comprávamos
móveis deles;alugávamosdeles.Assim, lucraramconosco,e da nossavida
eles drenaramvida e chegaramao poder".

FARRAKHAN: "A idéiaé isolar-me e, atravésda mídia, chamar-mede


incitador do ódio, um racista,um anti-semita".

34
"De todos os arlistasnegros,ou a maioria deles,que alcangaramo sucesso,
quem sáo os seusagentes?E quem tem o talento: o agenteou o artista?Mas
quem colhe os beneficios?Vamos lá! Nós morremossem um tostáo,mas
alguém se aproveita de nós. Quem cercaMichael Jackson? Somosnós ?"

"Veja irmáo, temos de olhar a verdade.Vocés alegamque falar assim é


repetir o mesmo velho lixo dito na Europa. Eu náo sei de nenhum lixo da
Europa.Mas eu sei a respeitodo que vejo na América. E porque observo
estepovo negro e vejo que náo serálivre enquantonáo mantiver um novo
relacionamentocom a comunidadejudaica, entáosinto que o que afirmo,
em última instáncia,quebraráesterelacionamento.Sinto que teremosde
alterar o antigo relacionamentointelectual e profissional do negro com a
comunidadejudaica e reestruturá-losob linhas de reciprocidade,
honestidadee eqüidade.Reconhegoque o homem negrojamais serálivre
enquantonáo resolvermoso relacionamentoentre negrose judeus".

"Quando sou acusadode ser um Hitler, um Hitler negro, por causada minha
habilidade oral e da minha habilidade de mobilizar as pessoas,é porque
existe o medo de que eu náo possaser mantido sob controle. Com a gragade
Deus, nunca ficarei sob o controle destesque náo querem a libertagáode
nossopovo".

35
GenocídoImpune
Autoria do jornalista Carlos F. Menz, da Rede de Notícias Independente-
RNI

Há exatos3 anos,em setembrode 1998,a publicagáo revisionista


Botetim-EP, em seu "Esclarecimentoao País" de número 19, sob o título
"Genocídio Impunet', analisavaos brutais resultadosdo embargode
comida e remédiosao Iraque feito pelo governo americano,quando o
mundo assistiuo horror dos gfandesenterroscoletivos de criangasnaquele
país,em conseqüénciade táo desumanocomportamento.Náo satisfeitos,os
EUA decretavamigual embargoao paupérrimo Sudáopor supostas
violagóesde direitos humanose abrigo de terroristas.

Pelaatualidadedaquelamatéúa, reprodvzimosa mesmana íntegra:

"Os EstadosUnidos, atravésde seuórgáo internacional,a ONU, e sempre


obedientesa Israel, mandame desmandamno mundo, aplicando "san96es"a
torto e a direito em qualquerpaís,pequenoou grande,"amigo" ou náo,
sempreque seusinteresses político-económicos sejam "desrespeitados"'
Após a II Guerra Mundial, com a divisáo do mundo em duas zonasde
influéncia --americanae soviética--o sionismo passoua controlar cada lado
conforme seusinteresses.Posteriormente,uma vez decidido o fim da zona
comunista.ou prolet:íria.optaram(os sionistas)definitivamente pelo
domíniototal atravésdo capitalismo,mais prático,mais objetivo e mais
controlável.E assim,desdea desintegragáo da Uniáo Soviética,os Estados
Unidos mandamsozinhosno mundo. Atacam onde,quandoe quem
quiserem.Usam a ONU como disfarcee partemparao genocídiototal,
sempreque os interessesde Israel sejamameagados.Contra o Iraque
decretaramo embargototal e o resultadoé --conforme notícia acima-- a
mofte de milharese milharesde criangas.por falta de remédiose alimentos.
A Líbia igualmentesofrebloqueiointernacionaltotal, um pouco menos
dramáticodo que o do lraque porque o país continua com toda a sua infra-
estruturaintacta. Contra o paupérrimoSudáo,igualmente,Clinton decide,
qual um deusno Olimpo, que seushabitantesdeveráomorrer todos de fome,
porque náo obedecemao senhorsionista.Até quandoisso perdurará?Israel
sabebem que todo o mal que espalhapelo mundo um dia terá de ser
36
compensado.Sabee treme com isso e procura se cercar,sempremais, de
garantias,causandocom isso, mais e mais destruigáoe ódio. Mas e os
Estadosunidos? Que sina trágica acompanhaessanagño?Por que tornou-se
o brago armado,o gendarmeobedientee humilde do sionismo
internacional?Terá sido porque náo seguiu o conselhode um dos
fundadoresdaquelanagáo,Benjamin Franklin. que pretendiaimpedir,
constitucionalmente,que os judeus se fixassem no país?O quefaz com que
os EstadosUnidos,<< país que nunca foi atacado,que nunca sofreu uma
invasáo estrangeira, que sempre pode viver e se desenvolver
pacifiicamente)), o que fazcom que um país assim, abengoadopor uma
benessedesconhecida por quasetodosos demaispaísesdo mundo.<<
atravessemares e oceanos,invada paísese territórios distintos,
massacrepopulag6esinteiras>>, muitasdasquaisnuncatomaram
conhecimentodestepaís belicoso e agressivoa náo ser quandoviam suas
terras invadidas, suascidadesardendoe seusfilhos calcinados?A resposta.
sem a mínima sombrade dúvidas, estáno fato de náo terem sido fiéis ao
espírito de seusfundadores.Ao colocaremo material á frente do espiritual,
deixando-seconduzir cegamentepor uma minoria totalmentealheia aos seus
verdadeirosinteressese aspiragóes. <<penaráo, no futuro, o mesmo
castigo que está --inexoravelmente-- reservado pela Providéncia,
infinita e eterna, aos seusatuais guias e mentores >>. Pagaráo,
infelizmente, os justos juntamente com os pecadores,porquejá estáescrito
que aqueleque fecha os olhos para o crime é táo culpado como o próprio
criminoso. Quigá o povo americanoabra os olhos --enquantoainda há um
restode tempo-- saiadessadorménciae letargiaa que foi jogado há mais de
meio século e decida tomar em suasmáos a condugñoe os destinosdaquele
grandepaís. Seria a sua salvagáoe uma béngáoparaa humanidade."

37
SENSACIONAL ENTREVISTA
DE BIN LADEN EM 1998!
"o Apolo AMERICANoAos DEMoNÍACosISRAELENSES É utrla
DESGRAQA, uMA vnLorqÁo; JAMAISuM BENErÍcIo PARAos
ESTADOS LINIDOS'':

Uma reveladoraentrevistade OSAMA BIN LADEN em 1998 "...enquanto


os EstadosUnidos bloqueiama entradade armasnos paísesislámicos,
providenciam o contínuo abastecimentode Israel com armamento,
permitindo que matem e massacremcadavez mais mugulmanos.A religiáo
de vocésnáo os proíbede cometerestetipo de comportamento,assim,vocés
náo tém nenhum direito de reclamarsobrequalquertipo de respostaou
retaliagáoem conseqüéncia dos seusatos"- Osamabin I-adenLeia a
entrevistacompleta (em inglés) enquantonáo for retirada da Rede em:

http://www.pbs.org/wgbh/pages/frontline/shows/binladen/who/interview.ht
ml
(Material extraído e traduzido pela RNI de http://www.hoffman-
info.com/news.html)

Estaentrevistade 1998prova que Ehud Barak,ShimonPerese Binyamin


Netanyahumentiramquandoem declaragóes á televisáo,nos EUA e na Grá-
Bretanha,apósos acontecimentos do dia 11 setembro,añrmaram(e
de
continuam afirmando) que a campanhade Bin Laden náo teria nada a ver
com "Israel" ou com os judeus,refletindounicamente"a inimizadehistórica
do islamismocontra aCivllizagáoOcidental".Muito pelo contrário,
afirmamosnóS,oSamericanosestáosendoatacadosem conseqüéncia do seu
sangrentoapoio ao sionismo-bélicoe á brutal ocupagáoisraelense terras
das
palestinas.

Trechosda entrevistade Osamabin Laden:

"O Ocidenteapoiaosplanosjudaicose sionistasde expansáono sentidodo


que eleschamamde o GrandeIsrael...a presenqaocidentaltem somenteum
objetivo na regiáo:garantiro apoio aosjudeusna Palestina..."
"Por mais de meio século os mugulmanosna palestinaestáosendo
chacinados,violentadose roubadosna suahonra e em suaspropriedades.
Suascasasestáosendodinamitadas.Suasplantagóesdestruídas.E o mais
estranhoé que um único ato de desfona, repúdio ou oposigáocontra as
injustigascometidas,causagrandeagitagáonas Nagóesunidas, que logo
apressa-sea convocaf encontrosde emergéncia,unicamentepata condenar
as vítimas e condenaros tiranizadose maltratadoscujos filhos foram
assassinados, cujas colheitasdestruídase cujas plantagóesforam
incineradas..."

"Náo é sufrciente...aospovos (do ocidente) demonstraremcompaixáo


quandoassistemnossascriangassendoassassinadas pelos incursóesaéreas
israelensesconduzidascom aeronavesamericanas,isso náo adianta.o que
elesdevem fazeré trocar estesseusgovernosque atacamnossospaíses..."

"... A inimizadeentrenós e osjudeus remontaa muito longe e tem raízes


profundas.Náo se questionaque a gueffa entre nós é inevitável. portanto
náo é do interessedos governosocidentaisexpor seuspovos a todo o tipo de
retaliagáo,em troca de nada.Seriaaltamentedesejávelque estespovos
iniciassemum movimentopositivo e forgassemseusgovernosa náo
atuaremem favor de interessesde outrdsEstadose seitas..."

"os líderesnos Estadosunidos e em outrospaísescaíramvítimasda


chantagemjudaico-sionista. Mobilizaram seuspovos contra o Islá e os
mugulmanos.Estessáo apresentadosao mundo de maneira a que todos
tenham ódio dos mesmos.E a realidadeé que o mundo islámico na sua
totalidadeé vítima do terrorismo internacionalcapitaneadopelos Estados
unidos e as Nagóesunidas. somos uma magáocujos símbolossagrados
foram saqueadose cuja forga e recursosforam roubados.É normal para nós
reagir contraforgasque invademe ocupamnossaterra....

...Mais uma vez tenho que enfatizar a necessidadede apontaros Estados


Unidos e os judeus, pois representama ponta-de-langasob a qual os
membros da nossareligiáo vém sendomassacrados.""Os americanos
iniciaram tudo isso, e retaliagáoe punigáo resultamdisso, seguindoo
princípio da reciprocidade,principalmentequandohá o envolvimento de
mulherese criangas.Através da História os EstadosUnidos náo sáo
39
reconhecidoscomo alguém que faz diferengaentre militares e civis ou entre
homense mulheres,ou adultose criangas.Quemjogou bombasatómica e
usou annas de destruigáoem massacontraNagasakie Hiroshima foram os
americanos.

Por acasobombasdiferenciamentremilitarese mulheres,jovens e criangas?


Os Estadosnáo tem uma religiáo que os impeEade dizimar povos inteiros.
A posiqáode vocésna Palestina,contraos mugulmanos,é desprezívele
vergonhosa.Os EstadosUnidos náo tem vergonha....nósacreditamosque,
no mundo, os piores ladrdeshoje em.dia e os piores terroristassáo os
americanos.Provavelmentenadapoderádeté-los,excetoa retaliagño
equivalente...Quantoaosmmoresde uma tentativade assassinato do
presidenteClinton. náo seriasurpreendente.O que se pode esperarde um
povo atacadopor estemesmopresidenteClinton, cujos filhos e máesforam
assassinadospor esteClinton?Pode-seesperaralgo diferentedo que um
tratamentorecíproco?"

"...Allah forneceuao povo mugulmanoe aosmujahedinsafegáose a todos


os que estáocom eles, a oportunidadede lutar contra os russose a Uniáo
Soviética....Estesforam derrotadospor Allah e exterminados.E aí temos
uma ligáo. A Uniáo Soviética invadiu o Afeganistáoem 1979.A bandeira
soviéticafoi enroladadefinitivamentedez anosdepois,em 25 de dezembro.
Ela foi jogada na cestado lixo. A Uniáo Soviéticase foi para sempre.Tenho
a certezade que -com a gragade Allah- venceremosos americanose os
judeus, conforme o Mensageirode Allah nos garantiuna tradigáo profética,
quandoafirmou que a Hora da Ressurreigáonáo virá antesda vitória do Islá
sobreosjudeus, e antesque estesse escondamatrásde árvorese rochas."

"...temosa certeza-com a gragade Allah- de que venceremosos judeus e


todos os que lutam junto a eles.Contudo, nossabatalhacontra os
americanosé bem maior do que aquelacontraos invasoresrussos.Os
americanoscometeramestupidezesincomensuráveis.Eles atacaramo Islá e
seusmais sacrossantos símbolos.-..Prevemos um futuro negropara os
EstadosUnidos. Ao invés de permanecerem Estadosunidos,terminaráo
como Estadosseparadose ainda teráo de carregaros corpos de seusfilhos
de volta paraa América."

40
"Após nossa vitória no Afeganistáo (contra os russos) e a derrota dos
opressoresque assassinarammilhóes de mugulmanos, a lenda da
invencibilidade das superpoténciasse desfez.Nossosjovens náo véem mais
os Estados Unidos como uma supe{poténcia.Assim, quando deixaram o
Afeganistáo, eles se dirigiram paraa Somália e prepararam-separa uma
longa guerra. Eles pensavam que os arnericanos seriam (fortes) como os
russos, portanto treina¡am e se prepararam. Ficaram admirados quando
verificaram quño baixo era o moral do soldado americano. Os Estados
Unidos entraramcom 30.000 soldados,adicionadosa mais alguns milhares
de outros combatentes de v¡áriaspartes do mundo. ...confirmaram que
realmente o soldado americano é um tigre de papel. Mosüou-se incapaz de
realizar a tarefa que foi designadapara seu exército (na Somália) e fugiu.
Teve de encerar todo alarido que vinha fazendo na imprensa após a gueffa
do Golfo, onde destruÍram a infra-estrutura, as instalagdesde laticínios e
indústrias correlatas e tudo que fosse vital para a sobrevivéncia de criangas e
civis, explodiram represasnecessiáriaspata as plantagóesque o povo
necessitava paraaalimentagáo das famílias. Orgulhosos com esta
destruigáo, os Estados Unidos assumiram o título de líder mundial e
senhoresda Nova Ordem Mundial. Apos poucos golpes,esqueceramtodos
estestítulos e fugiram as pressasda Somália" envergonhadose em desgraga,
arrastando consigo os co4xrs de seussoldados.

...Eu estavano Sudáoquando isso ocorreu." "Nossasmáese filhas e filhos


estáo sendo massacradosdiariamente com a aprovagáodos Estados Unidos
e com o seu apoio. E, enquanto os Estados Unidos bloqueiam a entrada de
armas nos países islámicos, providenciam o contínuo abastecimentode
Israel com armamento, permitindo que matem e massacremcada vez mais
mugulmanos. A religiáo de vocés náo os proíbe de cometer este tipo de
comportamento, logo, vocés náo tém nenhum direito de reclamar sobre
qualquer tipo de resposta ou retaliagáo em conseqüénciados seus atos"

"Porém, e apesardisso, nossaretaliagáo é direcionada principalmente contra


soldadose contra os que estiiojunto a eles.Nossa religiáo nos proíbe de
matar inocentes,pessoasoomo mulheres e criangas.Isso, evidentemente,
náo se aplica a mulheres combatentes.Uma mulher que se coloca na mesma
trincheira com um homem, receberáo mesmo tratamentoqueele..."

4l
Entrevistador: O Sr. teria uma mensagempara o povo americano?

Bin Laden: Eu digo a eles que colocarama si próprios á mercé de um


governo desleal,e isso estámais evidentena administragáoClinton. Afirmo
que estaadministragáorepresentaIsrael dentro dos EstadosUnidos.
Examine os importantesministérios da Defesae a CIA e vocé verá que os
judeustem o comandodos mesmosem suasmáos.

Eles usam os EstadosUnidos para favorecerseusplanos de domínio


mundial..."A presengaamericanano Golfo forneceapoio aosjudeus e
protege suaretaguarda.Enquantomilh6es de americanosestáosem teto e
desamparados,vivendo em pobreza abjeta,seu governo estáenvolvido na
ocupagáoda nossaterra e ajudandoIsrael a construir novos assentamentos
nas areasoriginais onde se deu a partida do nossoProfetapara suajornada
aos setecéus.Os EstadosUnidos mandaseuspróprios filhos á terra das
duas SantasMesquitas(Arábia Saudita)com o objetivo de defenderos
interessesj udaicos..."

" O governo americanoestáguiandoos EstadosUnidos direto para o


inferno...Nos recomendamosaosamericanos,como povo, ás máes
americanasque, Seestimam suasvidas e se estimam seusfilhos, deveráo
elegerum governo patriótico voltado para seusinteressese nño para os
interessesdosjudeus. Se o sistemade injustigasatualperdurar...isso
inevitavelmentemoverá o campo de batalhapara o solo americano...Esta é
minha mensagemao povo americano.Eu sublinho a necessidadeurgente de
elegeremuma administragáoséria,que atue no seu interesse,e que náo
saqueiesuahonra,suariquezae bem estar..."

42
Dia Onze de Setembro de 2OOl

Dia I I de setembrode 2001

o dia onze de setembro de dois mil e urn, ficaráprofundamente marcado


para todo o mundo e mais especialmentepara os povos ocidentais, pelas
imagens inacrediüáveisda desgragae do terror que até agora somente se
havia visto em filmes e jamais se imaginava que fossem se tornar cenastáo
reais no ambiente cotidiano do nosso planeta.

Estesacontecimentosmarcam o início da quedado poderoso"Império


Judaico-Americano", que á semelhangado antigo "Império Romano"
conquistaram reinos e mais reinos e depois implodiram pela sua própria
devassidáo,e assim agoracom os norte-americanos fudo que eles
construíram através da exploragáo de outros povos sera por eles mesmos
destruído pela ará,degradagáodo respeito pela propria vida humana.

Infelizmente, os filmes de grandesucessolangadospelos atoresde maior


fama de Hollywood em muitos deles foram protagonizadastoda esta
desgragae todo esteterror, contribuindo em larga escaladacomo exemplos
de todos estes'barbarismose assim atuaramcom verdadeiros'iMestres';para
os terroristas.Mestres do terrorismo sáotodas as pessoasou organizagóes
patrocinadoras de Hollywood que trabalharam anos e anos fazendomilhares
de filmes sobrebanditismose trabalhandosempreem cima da desgragados
outros e divulgando as manias de grandezae superioridade de um
determinado povo apresentando-oscomo se fossem infalíveis e os donos de
toda a verdade.Por qué náo usaramtodos os meios disponíveispara
langarem filmes instrutivos e culturais voltados para o bem comum da
humanidade? Por qué preferiram somente incentivar a desgragaalheia?

como em todas as gueras, é muito triste e até lamentável que um grande


número de criaturas inocentes paguem com a vida pela insanidade e todas as
brincadeiras sobre a desgragaalheia colocadas em prática através de
governos e minisfros autoriüirios e prepotentes que nunca foram capazesde
ter a humildade de parar e pensarum pouco nas conseqüénciasdosieus atos
e ag6espraticados pelo mundo afora. Quem semeia ventos, com certeza_um
dia colherátempestades,isto é reflexo das leis do retorno, uma das mais
sábiasleis espirituais.Quem procura agir por vinganga,realizandoataques
"cirúrgicos" contra ragassupostamenteinferiores, agoratodaa vingangaestá
voltando ao seuponto de origem.

Que belo exemplo daria para o mundo o Sr. Bush, se em vez delargar
bombasna cabegade mais pessoasinocentesno Afeganistáoou qualquer
outro país daquelaregiáo, fizesseentáouma campanhamundial para enviar
alimentos e remédiospara aquelepobre povo. Mas pareceque o que ele
quer mesmo é gastaro seuestoquede armase fabricar novaspara
realimentara "desgragainternacional".

Desdea segundaGuerra Mundial que somentevinham largandotoneladas


de bombassobrea cabegados outros,destruindocidadesinteiras,como
ftzeramna Alemanha, no Japáo,no Vietná, no Iraque e em outros países,
agorachegou o momento supremodas bombascaíremnas suaspróprias
cabegas.Este ataquedos "terroristas"dentro das suasdevidasproporgdesé
apenasuma pequenaamostracomparandocom todas as desgragasque este
"Império" já levou a todosos cantosdo mundo.

Todo o autoritarismoe arrogánciados seusgovernoscontribuiu


decisivamentepara todos estesdesdobramentosque iráo marcar para sempre
a história destegigante que sejulgava dono do mundo e imune a ataquesnas
suasfortalezas.O governo com o seuorgulho ferido, e para descarregartoda
a sua ira e de seupovo, pretendedescarregartodo o seu arsenalde bombas,
incluindo até o poderio atómico o que somenteservirá para aumentarainda
mais a escaladada vinganga.Mas é um quebra-cabegas difícil de se
compreender,eles que se dizempoderosose "sabem-tudocriaram as cobras
dentro do seu quintal, lhes injetaram o venenomais forte que possuíame
agorase deixarampicar por elas?...

Quantainsensateze insanidadepraticadaem nome de uma suposta


democraciacapitalistaglobalizada.Democraciaestatotalmentefalsa, por
estaratreladaa um capitalismoidealizadopelo mesmo "Mestre" que
planejou o comunismo, ambossáobragosde um mesmo corpo doentee que
conduzirá a humanidadepara a desgragatotal, contribuindo somentepara o

44
enriquecimentoilícito dos acionistasdo FMI.

Que belo exemplo de regime esteidealizadopelos "donos do mundo" o qual


conseguiu armazenantoneladas de ouro em barras conquistadasás custasda
exploragñode outros povos que sáo seusverdadeirosvassalosvivendo em
paísesque deles dependempara tudo. Praticamentetodos os paísesda
América Latina sáo colónias de banqueirosde Nova-Iorque, onde seus
povos cada dia ficam mais pobres e miseráveiscom governosfracos e
impatriótas que a cada ano langamplanos para reduzir sal¿iriose aumentara
cargade impostos para manter as metas cadavezmais apertadase ditadas
pelosmesmosdonosdo FMI.

Parareduzir a escaladade violéncia e terrorismo em todo o mundo, em


primeiro lugar é preciso que se reduza a prepoténciae a arrogánciadaqueles
paísesque pensamque sñodonos de todos os povos do mundo, que vem
formando grupos com supostasuperioridadeaos demais,como o chamado
"Grupo dos 7" ou outros que porventuravenham a se formar. Nada justifica
o governo norte-americanousar toda a sua forga bélica, supondolavar a sua
honra e orgulho ferido, contra povos inocentesde paísesque ele sup6e
esconder"terroristas".

Se ele desejamesmo erradicarcom o terrorismo náo serárevidando


brutalmenteque irá conseguí-lo.E em vez de usar todas as suasalmas
conseguiráresultadosmais positivos se mandar fechar o seu "Hollywood" e
colocandotodos os seusatoresda desgraga,como "Rambos", "'Guerrasnas
Estrelas","Conquistasde Júpiter", "Infemo na Torre", "Psicoses"e outros
mais audazese massificadoresde idéias, a trabalharemem outrasprofissóes
mais dignas que resultem no bem comum do seupróprio povo e dos outros
que eles tanto querem influir. Também é preciso que o governo e seus
auxiliares diretos deixem de lado toda a ganánciade querer explorar e impor
á forga as suasidéias de capitalismosglobalizados,para os americanosdo
México para baixo e paraos habitantesde todos outros paísesdo mundo que
náo se alinham com a suapolítica imperial e arcaica.Este capitalismo
globalizado comandadopelo FMI, servesomentepara eles e seusaliadosde
Israel, cadapovo dos demaispaísestem o direito de viver liwe e
independente,em todos os sentidosque se possaimaginar, desdeque náo
prejudiquem os demais.
45
"Salvea nossaPátria"!
Salveo Brasil, nossapátriamuito amada!
Que ainda seráum exemplo paraahumanidade,
Que aqui náo florega a vingangae a brutalidade.Pois estaPátria haveráde
sero bergoda espiritualidade!

Esta Pátria, pela luz do bem, semprehaveráde ser iluminada...

20 de setembrode 2001
Gilney Moeller

46
ALÁÉ e nnn¡DE!(A voLTA Do vENToDrvrNo)
Paulo Sérgio Decnop Coelho - diretor cultural da Associagáo
dos Engenheirosda Petrobrás

Passadaa incredulidade inicial da visáo, em tempo real, da


destruigáo de símbolos maiores do poderio norte-americano, do torpor
causado pela morte de milhares de cidadáos comuns' surge a retaliagáo
como palavra de ordem, exigida pelo povo daquele país, estimulada pela
mídia internacional e endossada pelos líderes das demais poténcias
dominantes. A caga aos culpados e a destruigáo dos países que lhe dáo
acolhida, tornou-se o mote paranóico do próximo passo, ato político já de
uma era de prepoténcia,desprezo,arrogánciae dominagáo.

É verdade,náo se pode compactuarcom "atos terroristas" como


os ocorridosem 11 de setembronos EUA, assim como náo se pode aceitar
que a banalizagáoda vida humana leve a agdescomo as daquelaterga-feira.
Mas é justificável a ingeréncia dos poucos países dominantesno direito á
autodeierminagáode todos os demais dominados? Há justificativa para a
intervengáo militar no Camboja e no Vietña? Há lógica pafa os
"bombardeios cirurgicos" que ceifaram a vida de milhares de civis no
Iraque? Há razáo para, em "defesa da democracia", se bloquear
economicamentenagóescomo Cuba e o próprio Iraque' levando á fome, á
morte por inanigáo milhares de pessoashumildes e indefesase á deficiéncia
mental um número incalculável de crianqas? Há justificativa para tanta
disparidadesocial, para o lucro descomunalda indústria bélica.'enquantoa
miséria e doengascuráveis grassam em tantos países da África, Ásia'
Oceania e do próprio continente americano? Há justificativa para esta
ganánciaexacertadatravestidapelo pomposonome de globalizagáo?

Vinganga, como a exigida pelo povo norte-americano,é algo


inadmissível, talvez só justificada pela comogáo que sobre eles se abateu'
No entanto,passadoeste momento de dor, é necessário que -reflitam e
percebam que o táo propalado "atos de guerra" foi apenas uma pequena
resposta a tantas agressóesnorte-americanasque, ao longo das últimas
décadas,levaram déstruigáo,miséria e morte a inúmeros países.Se eles

41
quiserem guera, agora a teráo. Uma guerra democrática, em sua própria
casa,em Suaprópria calne. Guerra náo é Pearl Habour, a Europa e o Japáo;
náo é aquele show pirotécnico, assistidoao vivo pela TV e saboreadocom
batatas fritas e o Seu refrigerante preferido, que oS norte-americanos se
acostumar¿rm a ver. Guerra é a maior tragédiada humanidade,que Somente
alguém mentalmente insano, politicamente alienado ou culturalmente
adestradopoderia desejar.

O dia 1l de setembrode 2001 ficará gravado na história como a


data do início de uma nova era. Cabe a todos nós, escolher se queremos
transformá-laem uma era de paz, saúdee desenvolvimentosustentadopara
toda a humanidade,ou marcá-la como o início de nossa autodestruigáo.E
náo ousem os norte-americanosse equivocar mais nma vez, achando-se
acima do bem e do mal. O que acabade ocorrer foi apenasuma pequena
mostra do que pode se transformarna triste 1otinade seu dia-a-dia.

Que Deus salve a América!

48
Cafta abefta ao Presidentedos EstadosUnidos
Do político David Duke, ex-candidatoá presidénciados EUA,
ex-deputado do Estadode Louisiana,atual presidente
nacionalda
-
European American Unity and Right Organization(EURO):

MAS,PORFAVOR,DIGA-NOSTODAA VERDADE!

GeorgeW. Bush

Presidentedos EE.UU.

PrezadosenhorPresidente,

Durante seu apaixonadoe realmentegrandddiscursoperanteo Congresso,o


senhorfalou-nosda necessidadede protegeros EE.UU. contrao terrorismo.
É verdade. Eloqüentementeo senhor falou da grandezae da coragem de
muitos norte-americanosdurante essa crise que enfrentainos no dia I I de
setembro.Como um antigo político que tem ouvido milhares de discursos,
foi provavelmenteum dos melhores quejá ouvi na minha vida.

Mas, Sr. Presidente,o senhortambém disse,ao Congressoe ao povo norte-


americano,algo bastanteinexato.
Cito-o:

se perguntam:Por qué nos odeiam?"


"Os norte-americanos

"Eles odeiam o que véem justamente aqui nesta cámara: um governo


democraticamente eleito. Seuslíderes(dos terroristas)sáo auto-designados.
Eles odeiam nossasliberdades:nossaliberdadede crenga,nossaliberdade
de expressáo,nossaliberdadede eleigáoe de reuniáo,.ede discordaruns dos
outros".

49
Com todo o devido respeitoá sua pessoa,Sr. Presidente,esta afirmagáoé
totalmente falsa. Os meios de comunicagáo tém dito repetida e
incorretamente que este foi um ataque contra a liberdade, e
desafortunadamente,o senhorrepetiu essaidéia no seu discurso.

A verdade óbvia é que aqueles que nos atacaram náo dáo a menor
importáncia ao tipo de governo que temos. Eles náo nos atacaram por
odiarem nossademocraciae nossasliberdades.Eles certamentenáo atacam
a Suígaou a Suéciaou qualqueroutra dasdemocraciasdo mundo.

Rogo que o senhor concorde comigo, de que o povo norte-americano


merecea mais profunda honestidadeantesde nos comprometerrnosem uma
guerra.

O ataquedo dia I I de setembronada teve a ver com gente que odeia nossas
liberdades.Foi puramenterelacionadocom a política exterior de EE.UU. e,
principalmente,por nossoapoio económicoe militar a Israel.

Táo estranho quanto possa soar aos norte-americanos,aqueles que nos


atacaramo fizeram porque eles véem os líderes de nossanagáo exatamente
do mesmo modo que nós vemos a eles. Eles consideram que o senhor e
todos os líderes recentesde EE.UU. sáoterroristas.

Se o senhor quiser saber as reais razóes porquO eles atacam os Estado


Unidos, o senhor deveria ler simplesmenteo que eles escrevemsobre os
EstadosUnidos.

Eles afirmam que devem lutar contra os EstadosUnidos em conseqiiéncia


do seu respaldode 50 anos ao terrorismo de Israel contra os palestinose
outros povos do Oriente Médio, da mesma maneira que nós dizemos que
devemoscastigaro Afeganistáopor respaldaro terrorismode Bin Laden.

Eles véem os Estados Unidos como uma nagáo terrorista por terlnos
respaldadoo despojoisraelensede 700.000palestinosde suasterrase lares
e de arrebatar-lhesseusdireitos humanosmais básicos.inclusive o direito
de viver onde nasceram!

50
Eles dizem que EE.UU. apoiam o terrorismo ao apoiarem a lsrael,
principalmente quando sabemosque Israel tortura mensalmentede 500 a
600 palestinosem seuscárceres.
Eles dizem que EE.UU. apoiam o terrorismo ao apoiarem Israel no
assassinatode 40.000 libanesesna sua invasáo áquele país. Eles perguntam
ao mundo como os EUA pode continuar apoiando Israel, inclusive quando
este bombardeou os abrigos civis da Cruz Vermelha e matou mulheres e
criangasem grandequantidade.

Eles perguntam como o Presidentedos EUA pode almogar na Casa Branca


com Ariel Sharon, o homem responsávelpela morte a sanguefrio de 2.000
pessoasnos camposde Sabrae Chatilla, no Líbano.

Eles também véem os EstadosUnidos como um estadoterrorista por causar


a morte de mais de 500.000 criangasiraquianas.

Leslie Stahl, da rede de televisáo cBS questionou a secretária de estado


norte-americana,Madeleine Albright, sobre aquelasmortes, afirmando que
er¿un,de longe, pior do que o custo em mortes em Hiroshima. Albright
respondeuque, para castigara SaddamHussein, as mortes daquelascriangas
"valiam a pena".

Evidentementeque, por qualquer que sejam as razóesdos ataquesdo I I de


setembro,nós como norte-americanos,devemos nos defender por todos os
meios necessários.Nenhum norte-americano deveria jamais enfrentar táo
horrível terrorismo como o daquela amaldigoada terga-feira negra. E eu
saúdosua determinagáoem nos defender.

Mas, antesde respondermosde uma forma indiscriminada e gerar mais ódio


contra nós, devemos examinar honestamente a causa dede sermos táo
odiados e porqué estamossendoatacados.

Ao afirmar que somos atacados simplesmenteporque e-lesodeiam nossa


liberdade, o senhor impede que examinemos as reais razóes das causasdo
ódio contra nós.

5l
É evidente que os dirigentes israelenses que controlam os meios de
comunicagáoios EUA náo queremque discutamosas conseqüénciasdiretas
de nossas aq6es econÓmicase militares a favor de Israel. Muito menos
querem q.r. ," discutam os vínculos entre Israel e os eventos do dia I 1 de
setembro.Mas esta crise demonstraque devemos discuti-los. É vital para
nossaseguranganacional.

Como Presidente, o senhor deve cuidadosamente considerar nosso


envolvimento no exterior e aSpolíticas utilizadas duranteos últimos 50 anos
e perguntar-se,se realmeáte é do ittt"t"sse do povo norte-ameficano este
t-roiroenvolvimento em todas aquelasgueffasextemase conflitos.

que,
Como Presidenteo senhor jurou defender os EE.UU. Imploro-lhe
descompromissadamente,considere em primeiro plano os interesses do
povo norte-americano. Náo podemos permitir selTnos_manipulados por
poderososlobbys que devem óbedienciaa Israel.Além do que, os desejos
dos meios de comunicagáodominadospelosjudeus náo sáonecessariamente
Devemoscolocaros interessesdo povo
os desejosdo povo norte-americano.
norte-americanoexpressamenteem primeiro lugar'

gente
Os trágicosfatos do dia 11 de setembronáo sucederamporque existe
que oáeia a liberdade nos Estados Unidos. Se náo examinarmos as
profundas causas do crescente ódio contra nosso país, estaremos
condenadosa sofrer muitos outlos dias terríveis como o de 11 de setembro'

como aos EstadosUnidos e


Que Deus o guie e proteja Sr. Presidente,assim
a todo o povo norte-americano.O senhortem a mais poderosaespadado
planeta em suas máos. Neste momento crítico da história da América do
Ñorte, que Deus lhe dé grande sabedoriapala usar seu poder para extinguir'
mais dó que para avivar, as chamas do ódio contra os Estados Unidos.
Rogo-lhe iue-ponha os interessesdo povo norte-americanono centro de
qualqueragáoque venha a tomar.

A suadisposigáo,e á dos EstadosUnidos,

David Duke

52
l EUA e liberdade de informagáo

A opiniáo pública norte-ameficanaseria tomada da mais intensa indignagáo


se, antes de 1l de setembro de 2001, alguém de representatividadeno
governo dos EstadosUni<los,qualquer dos governosdesdeindependéncia
nacional, ousassesugerir aos órgáos de divulgagáo alguma forma de
autocensuranos noticiários. A idéia de liberdadede imprensano país estáde
tal maneira arraigadana consciénciado povo que o fato seria inadmissível,
qualquerque fossemos motivos invocados.Imprensapoliticamentelivre é
um legado que os Estados unidos receberam dos fundadores da
nacionalidadee aperfeigoaramno sistema constitucional editado pelo país
da pátria.

Pois os acontecimentosdo més passadoem Nova Yorque e no Pentágono,


pela gravidade e pelas conseqüéncias na vida nacional' abriram um
precedenteno históiico respeito rJanagáopela liberdade de expressáoe de
informaqáo. Animou-se a Casa Branca a sugerir ás grandes redes de
televisáo de país uma pauta que, tanto quanto possível, a critério de cada
uma, excluíssede seusinformativos os discursosagressivosde Bin Laden
ou. pelo menos, os editassemeliminando os detalhesconsideradosmais
fortes. Por telefone, em ligagáo que náo demorou mais de 20 minutos,
CondoleezzaRice, a influente conselheirapolítica de SeguranqaNacional'
teve a aquiescénciadas seis maiores redes internacionaisde notícias dos
EstadosUnidos. Mais: a sugestáofoi tida como lógica e patriótica pelo
intérpretedas redes,eis que, além de representarum chamamentode adesáo
dos povos arabes á luta contra o govemo de Washington. poderá conter
mensagenscifradas enderegadasao terror em todo o mundo.

A maneira como a nagáo colocou a seguranqanacional acima de suas


arraigadasconvicgóespela liberdade da informagáo,sobre ser uma forma de
sobrévivéncia própria, dá a dimensáo exata do abalo que a derrubadadas
torres gémeasem Nova Yorque e a gravíssimaestocadano coragáomilitar
-
do Pentágonorepresentalampara a América do Norte - enquanton49áo e
seupovo. que se consideravaminvulneráveisantes.

Publicadono "Opiniáo" do Correio do Povo de 17ll0l200l

53
COMO SE ENGANAA HUMANIDADE
Imagens utilizadas pela CNN. de palestinos comemorando os ataques, é
uma farsa.Utilizaram filmagem de 1991para manipular vocé.

Por M¿ircioCarvalho.da UNICAMP. SP.

Existe um ponto importante sobre o poder da imprensa,especificamentedo


poder da CNN. Em todo o mundo nós estamossujeitos a 3 ou 4 grandes
distribuidores de notícias, e um deles - como todos nós sabemos- é a CNN.
Muito bem, eu acho que todos vocés devem ter visto (como eu também vi)
imagensdestacompanhia.

Em particular, uma certa imagem chamou minha atengáo: os palestinos


comemorando o bombardeio, nas ruas, comendo bolo e fazendo caras
engragadaspara as cámeras. Bem, ESTAS IMAGENS FORAM FEITAS
EM 1991!!! Sáo imagens dos palestinos comemorando a invasáo do
Kuwait! É simplesmente inaceitável que uma super poderosa forma de
comunicagáo como a CNN use imagens que náo correspondem com a
realidaderelatadasobreas situagóessériasque estáoacontecendo.

O meu professor,aqui no Brasil, tem fitas de vídeo com gravaqóesde 1991,


com as mesmasimagens; ele está mandandoemails para a CNN, Globo (a
maior rede de TV do Brasil) e jornais, denunciandoo que eu mesmo
classifico como um crime contra a opiniáo publica. Se alguém de vocés tem
acessoa estetipo de arquivo,procurepor isso.Enquantoisso, eu vou tentar
"colocaras minhasmáos" em uma copia destafita. Mas agora,pensandopor
um momento sobre o impacto de tais imagens: seu povo está machucado,
emocionalmentefrágil, e estetipo de transmissáotem uma alta possibilidade
de causarondasde ódio e raiva contra os palestinos.É irresponsávelmostrar
tais imagenscomo estas.

Finalmente,eu gostariade dizer que todos nós lamentamose condenamos


tudo o que aconteceunos últimos dias. Eu realmente náo quero ser mal
entendido aqui, mas a verdade é que o governo dos E.U.A tem mostrado
nenhum respeito por outros paísesnas últimas décadas.Nos anos 60 e 70
eles ajudaramvárias tropas militares atravésdo mundo (incluindo Brasil em
54
64)- Mais tarde, com Reagan e Bush pai. o Consensode Washington tem
sido demolir as bases das nossas economias. nos tomando cada vez mais
dependentes.

W. Bush tornou as coisas piores rapidamente:Kioto Protocol. Star Wars.


Plano Colombia, a troca da floresta tropical poi partes da dívida externa, o
abandonoda posigáocomo uma terceira parte nas negociagóesentre o IRA e
a Inglaterra, e entre Palestinose Israel. Todos esseserros na política extema
dos E.U.A fez com que o seu país seja mais odiado que antes.e, claro, mais
vulnerável. Escute. eu NÁO estou justificando as agóe terroristas que
aconteceram.mas me parece que, se o governo americano tivesse criado
outra trajetória, pensamentos e agóes. coisas desse tipo náo estariam
acontecendoagora.

Minhas condoléncias,e espero que tudo seja resolvido da melhor maneira


para todos nós.

Observacáo: Recomendo ao leitor fazer rapidamente um cáIculo de


quantos milhdes de norte-americanos, após assistirem essas cenas de
festejos, de mais de 10 anos atrás, após o lraque ter invadido para
recaperar o Kawait, tendenciosamente apresentados como se fossem
pelos ataques a Nova York e Washington, acreditaram na sua
veracidade e, revoltados, se posicionaram contra os palestinos.
Quem foi o gigantesco benelicíado por essacretina manipalagño,
E qaem foi o.responsável?

55
A NOVA DESORDEM
José Vithena Jornalista, integrante da equipe de Comunicagáoda AEPET
(Associagáodos Engenheirosda Petrobrás)

Em 1784,o entáopresidentedos EstadosUnidos John Adams disse que o


governo, por direito natutal, deve caber aos mais fortes. A ex-primeira
ministra da Inglaterra Margareth Tatcher falou que náo existe diplomacia
sem armas. Apesar dos apelos pela paz, o mundo sempre se construiu
através da violéncia. A globalizagáo só veio acirrar este sentimento. Ela
beneficiou os opressoresa tal ponto que um ativista italiano foi morto no
seupaíspor protestarcontraestapolítica econÓmicamundial que exclui, em
vez de incluir. As culturas estavam sendo esmagadas.As democracias
perderamrepresentatividade. Pareciaque eles tinham criado um mundo no
qual o cidadáo comum teria que se submeter aos mais fortes. Estávamos
condenadosa sermosescravos.

Para mim. pouco importa se o autor do atentadoem Nova York ibi um


palestino,ou americanosinsatisfeitoscom o destinodo seupaís' O que mais
me interessa,nestemom'ento.é que a nagáomais poderosado mundo teve a
suaprincipal cidadebombardeadanuma agáorápida,bem coordenada,e que
destruiuum centro financeiro,um centro de defesae deixou estilhagosno
legislativo americano.Foi uma devastagáosó vista em cenas de guerra.
Pareciaum filme produzidopelos próprios americanos.Mas era apenasum
atentado,uma agáode kamikazes.Era a briga de David contra Golias. Era
mais que Davos, Dublin ou Génova. Náo quero aqui tratar das vítimas.
como sempre civis, mas de um fato histórico que enterra de vez a
supremaciados mais fortes.

O atentadoem Nova York mostraque a invencibilidadenáo existe.Quem


poderiaimaginar que o escudoantimíssilem nada serviria para protegeros
americanos,já que o alvo foi atingidopor avióesde carreira?Quem poderia
imaginar que oS americanos,que construírama guerra computadorizada.na
qual precisavaapenasapertarum botáo para matar milhóes de cidadáosde
outros países,estariamtáo vulneráveis?Quem se lembra da Guerra do
Golfo, recorda-sedas palavras do piloto americanoque dizia que. com
aquelatecnologiatoda, pareciaque ele estavajogando vídeo-game.Era o
56
início de um tempo no qual os americanos poderiam atirar sem dó ou
piedade. Era a guerra eletrónica sem olho no olho. Uma brincadeira de
criangana Disneylándia. Mas que matava civis.

Tem um filme interessante que pode ser adquirido nas locadoras chamado
"O Clube da Luta". Ele mostra a insatisfagáo dos americanos de classe
média em relagáo d vida "enquadrada" em que estño inseridos. Eles passam,
num primeiro momento, a se divertirem num clube onde apenaslutam entre
si. Aos poucos. o grupo vai tomando ares terroristas,ao se conscientiza¡em
dos culpados pela opressáo. Numa das ag6es, seqüestram um homem
poderoso. Vestidos de gargom, eles avisam num dirálogotipo: "somos nós
quem dirige o teu carro, quem está dentro de sua casa te servindo" o que
toma conta do seu dinheiro". Mais adiante, resolvem implodir o prédio do
Credicard, símbolo do sistemafinanceiro.

Realmente, o atentado em Nova York estava mais para um filme com


roteiro preparado por um admirador de vídeo-game. Cenas típicas do
imaginiírio americano. Que pode ter sido exportada em tempos de
globaliágáo e assimilada pelo "inimigo". É a Lei do Retorno. Váo me
perguntar, mas vocé náo vai condenar o terrorismo? Acho que o
fundamental é condenar todas formas de violéncia porque uma agáo gera
uma reagáo. O que se viu nos Estados Unidos erÍlm cenas de correria e
pánico que poderiam estar ocorrendo em territórios palestinosocupadospor
Israel, ou na Colómbia ou no Vietná. Em vez de referend¿lros nossos
jornais que só reproduzem o pensamento ditado pelas agéncias
internacionais de notícia: "o mundo tem que se unir contra o terrorismo",
prefiro dizer: "o mundo precisa se unir em favor da paz". Porque ao
combater o terrorismo, estamos dizendo que vamos apelar para mais
violéncia. Os próprios americanos querem retaliagáo. Dizem que váo
responderao ataque.Aí mora o perigo.

Náo acredito que alguém vai assumir o atentado. Até porque acho que ele
estava no inconsciente coletivo dos povos oprimidos. Se os americanos
forem em cima do povo mugulmano,como deve acontecer,váo iniciar uma
Guerra Santa. Com explos6es também na Europa e respingos até em
Jerusalém.Esta cruzadapode estremecero mundo. Principalmenteporque a
globalizaqáo e o neoliberalismo criaram o George W. Bush- Ele é o Paulo
57
Henrique Cardoso americano que viveu num mundo irreal de diversáo e
benessesde um frlho de presidente.Náo é um líder, apenasuma invengáodo
marketing. Por isso, falou táo pouco logo após o acidente e com palavras
que náo disseramnada.O rei estánu.

Náo vamos desvincular os paísesdos indivíduos. O atentado,na realidade,


representa que o "pitboy" da rua levou o bofetáo que todos estavam
querendo dar há muito tempo. Agora, todos os oprimidos se sentem forte
para fazer o mesmo. Os oprimidos queremter visibilidade e voz. Lembram-
se do desmonteda Uniáo Soviéticae da lusoslávia?Viveremosa escuridáo.
E qual seráahz?

Náo tenho dúvida de que o mundo precisarácadavez mais de idéias novas e


de homens comprometidoscom este novo tempo. O episódio deste 11 de
setembrode 2001 é apenaso pontapé paraa construgáode um mundo novo.
Onde os fortes náo poderáoter mais vez. E o Brasil estáfadado a cumprir o
seupapel nestemomento táo importante.

58
TERRORISMOE O GOVERNOMUNDIAL
Prof. Marcos Coimbra

ProfessorTitular de Economia na Universidade Candido Mendes, Professorna


UERJ e Conselheiroda ESG

Depois da tragédia ocorrida em 11 de setembro nos EUA, surge uma reagáo


natural dos governantes americanos, em resposta aos atos que chegam a
extrapolar o ámbito do terrorismo até entáo praticado. De início, várias
perguntassurgem: a) por que nenhum grupo terrorista assumiu o atentado,se,
para qualquer um deles, o mais importante é justamente a propaganda e a
difusáo do terror?; b) como o sistema de inteligéncia americano, o mais bem
aparelhado do mundo, através da NSA, CIA, FBI e outros, foi incapaz de
pievenir o ataque suicida? Sabe-seque o Mossad, por exemplo, é capaz de
infiltrar-se até no Hamas e eliminar fisicamente, um a um, seus principais
opositores, seja por intermédio de explosáo de celulares, seja através de um
míssil capazdeentrar por uma janela e desintegraro alvo, em sua sala de jantar-
E O Mossad atua em íntima cooperagáo com os órgáos de inteligéncia
americanos;c) de que forma foi possível a precisáo fria, cirurgica, com que os
atentadosforam cometidos, sem uma estreita cooperagáointerna? Tudo isto
recorda-noso atentadode Oklahoma e o assassinatodo saudosopresidenteJohn
Kennedy.

Mas o mais importante, no momento, é dimensionar a grandezada reagáoda


poténcia hegemónica mundial. Suas primeiras ag6es sáo preocupantes.No
campo interno,a administragáoBush envia para o Congressoum anteprojetode
lei que limita drasticamente os direitos constitucionais do povo ÍImericano,
chegando a admitir a validade de confrssóes obtidas sob tortura, fora do
território americano.No ámbito externo, procedema uma ofensiva diplomática"
sem precedentes,para uma administragáo, até entáo, de caráter isolacionista"
fechando acordos até com a Rússia, a pretexto de combate ao tehorismo
mundial. A movimentagáodas forgas de combate sugeremuito mais do que o
59
ataque ao Afeganistáo e a Bin Laden. E os estrategistasde vários países
comegam a preocupar-secom a possível tentativa de implantagáo de um
governomundial, sob o comandodos EUA. como conseqüéncia das atrocidades
sofridas em 11 de setembropor mais de seis mil pessoas,americanase de
outrasnacionalidades.

Isto porque existe claramenteem agáo a estratégiaimposta pelos "donos do


mundo", os detentoresdo capital transnacional,líderes do sistemafinanceiro
internacional,para progressivamenteimplementar um governo mundial. As
etapasdo processoestáoclaramentedelimitadas,em linhas gerais.De início, a
adogáoda "globalizaqáo",nova denominagáodo "neocolonialismo",partindo
dos paísescentraispaÍa a periferia,com o domínio da expressáoeconómicado
Poder Nacional, através da imposigáo dos ditames dos organismos
internacionais: FMI, OMC, Banco Mundial, BID e outros. Abertura da
economia, com eliminagáo de barreiras protecionistas,adogáo da lei de
patentes,inclusive com efeito retroativo, privatizagáoselvagem,para transferir
o patrimónioreal das nagóesmenosdesenvolvidaspara os detentoresdo "papel
pintado", controle da inflagáo, para garantiado retorno das suasaplicag6esde
capital e outras.A seguir,o total controledos meios de comunicagáode massa,
seja atravésda colocagáode pessoasde confianga,os "testas-de-ferro",até a
participagáo via indireta no comando das empresas de jornalismo, ou
emprestando-lhesmoeda para manté-los dependentes ou simplesmente
remunerandoregiamente os principais formadores de opiniáo e jornalistas
famosos,montandoa chamada"mídia amestrada".

Em paralelo, atuam atravésda criagáo de inúmeras ONGs, financiadaspelo


exterior, sem qualquercontrole,com dirigentespercebendosaláriosinvejáveis
,sem prestar contas a ninguém e com recursosvultosos para colocar suas
mensagensna imprensa,objetivandofabricar a chamada"opiniáo publicada".
Falam em nome do povo (sociedade civil), sem procuragáo. Trabalham
incansavelmente para destruiras InstituigóesNacionais:Família, Igreja, Estado,
Escola, Empresa.Procuram demolir o Estado Nacional Soberano,minimizar a
importáncia da Igreja, desmoralizaros princípios e valores fundamentaisda

60
Família, da Escola e da Empresa. sucateam as Forgas Armadas, procurando
subtrair-lhesquaisquer possibilidadesde cumprir suasmissdesconstitucionais.
Tudo isto é feito em vários países simr¡ltaneamente,no mundo intei¡o. Para isto
criam organizagóespara cooptar liderangaspolíticas existentes,para propiciar-
lhes meios de assumir o Poder constitucionalmente e administrar segundo as
suasdeterminag6es.

Nas Américas, foi criado em 1982 o Diálogo Interamericano,cujo site pode ser
acessadovia Intemet por qualquer interessado@. Os
inocentesúteis que persistem em tentar ridicularizar o fa{o dizendo que "isto é
bobagem,fruto da teoria da conspiragáo",podem acessá-loe verificar inclusive
seusintegrantese principais financiadores.O famoso Consensode Washington,
de 1988, é apenasuma derivagáodo Dirálogo.Náo é coincidéncia que a mesma
política neoliberal seja adotadapor paísescomo a Argentina, Brasil, Chile, Peru
e outros. Em todos foi imposta a criagáo do ministério da Defesa, para o
"controle civil dos militares", por exemplo, bem como apivatizagáo de setores
estratégicoscomo comunicagdes,energia, ágva,ütais para a sobreviv0nciano
terceiromilénio.

No Brasil, a estratégiaestá sendo implementadacom éxito e rapidamente,por


meio da administragáoFHC, legítima representantedos interessesalienígenas,
náo fosse o presidenteFHC membro fundador do Diálogo Interamericano.Em
1997, em visita á Inglaterra, "FHC se comprometeu com o príncipe philip a
destinar 1006do território brasileiro para unidades de conservagáoambiental,
de acordo com o ideário imposto na África pelas oNGs británicas", Em
entrevista á revista alemá "Der spiegel", em 15 Nov 99, FHC se pronunciou
favorável á criagáo de um "tribunal internacional para o castigo dos crimes
universais,como os praticadoscontra os direitos humanose o meio ambiente".
É a preparagáopara a entrega do temitório nacional, em especial a Amazónia,
para os estrangeiros.Representao fiel cumprimento das ordens recebidas do
exterior. E preciso reagir, enquantoé tempo!

Correio eletrónico: mcoimbra@.antares.


com.br

6l
Do PoderGlobal& Do Terror
I I de Setembrode 2001 - A Hora Da MudanEa

O Eixo Judaico-Americano De Poder Mundial E A Podridáo Política Da


ONU

Grupo Granja
manifesto
*
Nenhum império colonial dura para sempre.
Diante da declaragdonorte-americanade guerra contra a Terra,
os europeus,atravésdo comité ambiental do
Parlamento Europeu, protestaramdizendo que
"o boicote direto é a única língua que eles entenderáo"
in "Americanos Barram Bergo ChamadoTerra",

manifesto do Grupo Granja,200l

"Náo existe uma Verdade quandoa Diversidadehumanabuscaem si mesma


respostaspara o próprio Ato de viver.
Ninguém poderá usufruir da Riqueza quando alguém sobrevive na
Pobreza...
Ninguém poderá nomear-seSenhor(a)de Mando para estar Poder á custa da
Escravidáo...
Ninguém poderá nomear-sea mando de um(a) Deus(a)para tomar-se Poder
e
flagelar dogmaticamenteo Povo e as Nae6es..."
in "Contra A HipocrisiaE A Fome",
manifestodo Grupo Granja,2001

Ninguém mais pode(rá) afirmar "eu náo sei", diante das evidéncias de um
Mundo globalizado segundo interessesde 7 países ricos, com discurso
político-militar único quando se trata de defender cada um deles contra a
maioria de países pobres e o domínio das riquezas que os países pobres

62
detémem seusterritórios. Este é o Mundo global que uns poucos gerenciam
contraa maioria dosPovos...

Os eventos ocorridos nos EUA, contra instalagóescivis-econ6micas(New


York) e militares (Washington), em 11 de Setembrode 2001, mostraram o
'a turma
que o observadore escritor Jodo Barcellos escreveuna Imprensa:
áo estilingue e do guerreiro da pedra contrq a turma da bomba atómica e
do guerreiro cibernético' .

É preciso dizer que este gueteiro da pedra é um produto direto das


políticas externas de expansdo colonialista exptessas na agáo militar
daquele guerreiro cibernético. O povo diz que, na maioria das vezes, o
genuinamenteá
,feií¡qo uilto-t, contra o feiticeiro. Esta verdade aplica-se
aqaá de turror levada a cabo em I I de Setembrode 200l contra os símbolos
do Poder absolutista dos EUA, que sáo os símbolos dos 7 países mais ricos,
mas náo sáo os símbolos dos povos globalmente explorados e espoliados
pelo Terrorismo institucionalizado na Arganizaqdo das Naqóes Unidas sob
geréncia do G-7. Vivenciando a Fome e a Miséria, a maioria dos povos do
chamado terceiro mundo e os dos países em vias de desenvolvimento
alimenta um ódio íntimo cada cada explorador' e como oS EUA sáo a
cabegaeconómico-militar do Mundo gtobal é este país que recebe a iusta
raiva humana de quem passa fome na escraviddo econÓmicapara uns se
dizerem' em liberilade. E isto que está por trás dos eventos de I I de
Setembrode 200I. Náo apenas o fanatismo místico de uns alguns religiosos'
O que estáem jogo é o Poder...

Enquanto Israel invade e coloniza a Terra palestina, e impede o Estado da


Paléstina,a ONU náo se manifesta.ou enquantoos EUA invadem o Iraque e
a Líbia, chacinam milhares de pobres árabes,para defenderempolíticas do
mercarlopetrolífero determinadaspelo G-7, ou anuncia a possibilidade de
se criar um exército amazónico intemacional (sob o seu comando), a ONU
náo se ma¡ifesta...mas determinasang6eseconÓminase militares contra os
países que se opóem ao eixo iudaico-americano que domina o Mundo
glogal.

Neste contexto, e no ámbito da retaliagáo militarista dos EUA contra os


árabes,na figura místico-terroristade Osama Bin Laden (que dirige o grupo
63
guerrilheiro global Al Qaeda) e na figura territorial do Afeganistdo
(dominado politicamente pelo fanatismo do grupo místico Taleban, que dá
guarida ao Al Qaeda), os fanáticos colonialistas de Israel já queriam
aproveitarpara uma ofensiva militar global, e definitiva, contra a Palestina-
o que comprova,de uma vez, a política hegemonistado 'poder mundial',
que é uma velha bandeirado Sionismo sgregacionistareligioso e político,
em prática no eixojudaico-americano.

Na sua luta contra o Comunismo (...?!), os EUA treinaram e armaram


grupospolíticos e diversasfacgóesreligiosasárabes,da mesmamaneiraque
a ex-URSS havia feito no apoio á sua política na regiáo. CIA, KGB e
MOSSAD foram e sáo os servigos de inteligéncia que tornaram as terras
árabes um barcil de pólvora e um assentamentode povos culturalmente
desterrados e vilmente espoliados ne suo cidadanio. Um dia essa agdo
terrorista institucional teria a sua contra-partida, isto é, um dia os
desterradose os espoliados puxariam os seus estilingue,se, numa aqdo
suicida de terror, surgiriam no dia a dia das poténciasque dirigem o Mundo
global. Foi o que aconteceuem I I de Setembrode 2001... E agora, a ex-
URSS e os EUA unem-separa destruir as suas crias... com a bengáodo
Vaticano.

Antes dos norte-americanos,os francesese os ingleses desenvolveram


cenários de Terror nos territórios árabes, antes da 7u Guerra Mundial.
Quando os EUA iniciaram o seu envolvimento na regiáo, depois da 2
Guerra Mundial, fizeram-no já sob o espírito da política do mercado
petrolífero e já como poténciaeconómicae militar, apar da URSS, com a
qual travou uma guerca fria em qu.e os territórios ¿írabes tiveram
importáncia vital, e Israel em particular. E por isso que Israel, esquecendoa
suaorigem históricae lutandopelo 'poder mundial', quer se livrar de tudo o
que é árabeperto das fronteiras do seu Estado...Eis que dar continuidade a
uma política belicista nos territórios árabes é manter a defesa do Estado
israelita, por um lado, e impedir que o Universo islámico continue a se
alastrar no Mundo que o G-7 quer só para si. Onde entra a hipocrisia
religiosa e política da Cristandade,que apoia a retaliagáo dos EUA em
relagáo aos atentadosque sofreu só para ganhar no terreno diplomático de
combateáquele Universo isldmico.

64
Todos, mas todos, temos de dizer náo ao Tenorismo, mas com a convicaáo
de que o Temorismo - o de Estado ou o de Grupo - é fruto de um Poder em
exercício (de nagóes abastadas) e de um contra-Poder (em nagóes
destruídas).Por isso, "...é preciso conheceros composem confronto para se
determinar uma linha de atuagáo cívica, náo se pode apoiar uma retaliagdo
terrorista de Estado nem uma aEdo terrorista que utiliza deus como base
política, pois, esta é cria daquele!", como refere o escritor já aqui
referenciado.

Em suma: o Grupo Granja conclama a Humanidade a refletir enquanto tal.


Que o evento tenorista de I1 de setembro de 2001 de contro-Poder
terrorista sirva como base de busca de Conhecimentodo género humano e
náo como basede destruigáoglobal.

Carlos Firmino 1963, professor e jornalista (Sp-Brasil); Joane


d'Afmeida v Piñon f94Z física e ensaista (Houston/UsA e
Buenos Aires/Arg.); Mário Castro 7954 fotojornalísta e serígrafo
(RJ-Brasil); Joáo Barcellos 1954 escritor e edítor (portugal e
Brasil) e Rosemary o'connor E6q professora e crítica de arte
(Irlanda).

obs: Este Manifesto GG teve também a participagáo do artista pkístico


Figuera Novaes (do chile), já convidado a apresentartesepara se integrar.

Setembrode 2001 [Cx. Postal l6 Cep 06700-970Cotia/SPBrasil]

65
Reflexáo
F.Utzeri - Jornalista

"Mamáezinha, minhas máozinhas váo crescer de novo ?"


Jamais esquecereia cena que vi, na TV francesa,de uma menina da Costa
do Marfim falando com a enfermeira que trocava os curativos de seus dois
cotos de bragos.
Era uma crianga linda, de quatro anos,a face da inocéncia martirizada e que
em seu sofrimento náo conseguia imaginar a extensáo do mal que lhe
haviam feito.
Náo entendiae ainda tinha esperangas.E náo era caso isolado. Milhares de
criangasdaquelepaís foram selvagementemutiladas por... (como qualificar
quem faz isso?) ...em conseqüénciade mais uma guera, resultado tardio do
colonialismo, ao criar na África países inviáveis abrigando etnias rivais,
exacerbadaspelos colonizadorese massacrando-secom armasque Suagente
náo produz, vendidaspor americanos,ruSSoS, europeus,israelensese outros
"civilizados" de boa consciénciae que avaliam seuslucros em lugares como
o World Trade Center. Isso para náo falar do Pentágono.

Justifica-se um atentado terrorista como o de Nova Iorque? Jamais!


Temos visto, dia após dia, pela TV, cenas de destruigáo, tristeza e
desespero. Os avióes continuam entrando nas torres provocando uma
espécie de anestesia e de vidogueimezagáo muito comuns á nossa era
eletrónica e voyerista. Fala-seem "ataqueá civilizagáo" e dá frio na espinha
ouvir o semitontopresidenteBush falar em "eliminar" na96es.

Estamos todos tristes, mas tristeza e indignagáo sáo grandes porque os


atentadosocorreram em Nova Iorque. Já estive várias vezes naquelastorres
como turista ou a trabalho. Náo gostavadelas, mas eram uma referéncia. E
estranhoimaginar que náo estáomais lá. Dói. Mas veja uma foto de Cabul,
a capital desseAfeganistáo mártir de guerrasque náo sáo suas e vítima do
mais terrível fanatismo religioso. É uma ruína só. Parece aquelas cidades
arrasadasna SegundaGuerra. para náo falar de Hiroshima e Nagasaki. Mas
como em Cabul náo há Quinta Avenida nem Central Parque, e como
ninguém vai lá comprar ténis, videogamesou dar uma esticada depois de

66
passearna Disney, ninguém se lixa para os milh6es de mortos que quase 30
anos de guerras infringiram áquele triste lugar.

A verdade verdadeira é que náo somos todos iguais. Uma bomba em Nova
Iorque, em Londres ou em Paris desperta a dor do mundo. Mas quando
tutsis e utus se trucidam em Ruanda e moffem I milhño de africanos numa
guena, o assunto é pe de página dos jornais e os negócios das indushias de
armas continuam de vento em popa. Que tal fazer cadeta mundial da CNN
para mostrar freiras e padres negros mandando homens, mulheres e criangas
entrarem em igrejas e depois darem gasolina para que soldados de etnia
inimiga toquem fogo e assem todos vivos? Quem sabe aí o sangue de uin
negro, de um afegño ou de palestino possase aproximar um pouco do valor
do sangue"civilizado"?

A grande verdade é que o mundo em que vivemos foi largarnente forjado


por essa "civilizagáo" que agora se diz atacadae clama contra a barbárie.
Quem cria lobos náo espere viver com ovelhas. Bin Laden é made in USA,
treinado e financiado pela CIA. O mesmo vale para o Talibñ, milícia
perversa e ginecófoba. E quem criou Saddam Hussein" hoje inimigo mofal
dos americanos? Quando geraram esseslobos, durante a Guerra Fri4 para
lutar contra uma ideologia polític4 os alquimistas da inteligéncia (?)
americana alimentaram uma ideologia religiosa e soltar¿m o diabo da
garrafa. E agora? Ao longo da história" o homem "ciwlirado" globalizou
todas as suas mazelas. A Europa nos explorou vergonhosamente. Ouro do
Brasil e prata da Bolívia financiaram a revolugáo industrial a custo zero.
Exterminaram povos que aqui viviam, escravizaram milhóes de africanos e
chegaiam afazer guera aos chinesespara obrigáJos a fumar ópio. O século
20 foi uma seqüénciade genocídios.

Em nosso continente uma sucessáo de ditaduras sangrentas, sustentados


pelo Big Stick, só geraram morte, fome, injustiga social, atraso e
dependéncia.No Oriente, essapolítica arrogante e predatória transformou o
islá, uma religiáo de paz e toleráncia, dando origem a um fanatismo doentio
e letal que náo encontra guarida ou justificagáo no Coráa, envolvendo parte
dos mugulmanos numa "guerra santa" (Jihad) de pobres contra ricos, pessoas
dispostas a imolar-se e que acreditam numa recomp€nsa eterna por seus
atos. Eles tém uma fe, por mais doentia qu€ seia e dÁoa vida por ela. O que
67
temos nós a contrapor a gente assim?Nóó, hedonistas,materialistas,cínicos
e poderosos.Cristáos de nome, mas incapazesde aprenderou de seguir um
só versículo do que disse Jesus. O que nos tornamos? Que mundo
construímos?

Na era da gJobalizagáo,em que o neoliberalismo institui o deus mercado


que tudo resolve,,surgem os efeitos demonstragáo.Primeiro: o Estado é
fraco, impotente.

É possível hoje a um grupo de indivíduos determinadospór de joelhos o


maior poder sobre a Terra. Basta saber pilotar, atanjar alguns estiletes,
armas vulgares, de revolta de cadeia e dar início ao apocalipse.Quem é o
inimigo? O que vai fazer Bush? Arrasar o Afeganistáo? Matar centenasde
milhares de inocentes?Invadir o Indo Kush, onde se refugia Bin Laden e
levar á morte milhares dejovens americanos?

Indo Kush quer dizer matador de indianos. Ali, ao longo dos séculos,
desapareceramimpérios inteiros. Foi nessas terras quase lunares que
Alexandre enlouqueceue morreu acreditando-se um deus.O segundoefeito
é a globalizagáo da guerra.

Desde a batalha de Gettysburg,na Guerra Civil, que os EstadosUnidos, náo


sabem o que é ter conflito em casa. Para eles a guerra só chegava pelo
cinema, pela TV, como no Vietnam, ou ainda pelas bandeirasenvolvendo os
caixóesdosjovens soldadosmortos além mar.

Cresci com minha máe contando como corria para salvar-se de 1.500
bombardeiros americanos e ingleses que vinham despejar sua carga
assassinacontra Berlim em 1944. Trés vezespor dia! Era horror puro. O
mundo estava em guerra, o nazismo era o mal absoluto e tinha de ser
erradicado,mas os avides náo queriam aniquilar chefbesnazistas,tropas ou
objetivos militares. Queriam era matar a minha máe e os milhóes de
cidadáos de Berlim que nada tinham com os crimes do nazismo e que só
podiam correr etezar.Talvez estejamosapenasassistindoao comegode um
ciclo que poderá nos levar de volta á barbárie. Hoje o terror usa avióes,
amanhápoderá usar bombas atómicas "esquecidas"em contáineres.Náo há
limites para a irracionalidade humana. Mas entrando no caminho do "olho
68
vamos todos acabar cegos. segundo dizia Gandhi. E náo nos

A história da humanidadenáo é uma linha ascensionalcontínua em diregáo


á luz ou á razáo. Podemosmuito bem caminhar para trás, apesar(ou talvez
por causa) de nossa imensa tecnologia e nosso poder. Roma e o mundo
romano em seu auge eram muito melhores do que a Europa em grandeparte
da IdadeMédia.
Como manter a pM num planeta onde boa parte da humanidade náo tem
acessoás necessidadebiásicasmais elementares?Como impedir que os que
vivem um cotidiano de guerra e destruigáo,de sangue e ódio, sentindo-se
oprimidos e injustigados,náo comemorem? Como reduzir o abismo entre o
camponésafegáo, a criangafaminta do Sudáo, o Severino da cestabásica e
o corretor de Wall Street? Como explicar ao menino de Bagdá que morre
por falta de remédios,bloqueadospelo Ocidente, que o mal se abateusobre
Manhattan?

Como dizer aos chechenosque o que aconteceunos Estados Unidos é um


absurdo? Vejam Grozny, a capital da Chechénia, arrasada pelos russos.
Alguém se incomodou com o sofrimentos e as milhares de vítimas civis,
inocentes,dessemassacre? Ou como explicar á menina da Costa do Marfim
o sentido da palavra "civilizagáo" quando ela descobrir que suas máos náo
cresceráojamais?

69
LAgOS DE FAMTLTA

FREI BETTO

PrescottBush integrava,em 1918, a associagáoestudantil Skull & Bones


(Cránio e Osso). Desafiado pelos colegas, invadiu um cemitério apache e
roubou o escalpodo lendário caciqueJerónimo.

Deflagradaa2.u Guena Mundial, PrescottBush, sócio de uma companhiade


petróleo do Texas, recebeu punigáo do governo dos Estados Unidos por
negociar combustível com a empresa nazistaLuftwaffe. O tribunal admitiu
que ele violara o Trading with Enemy Act.
Esperto, após a guerra Prescott se aproximou dos homens do poder, de
modo a usufruir imunidade e impunidade. Tomou-se íntimo dos irmáos
Allen e John Foster Dulles. Este último comandavaa CIA por ocasiáo do
assassinatode John Kennedy, em 1963.Convenceuo velho Bush a fazer um
gesto magnánimo e devolver aos apaches o escalpo de JerÓnimo. Bush
atendeu-o, mas náo tardou que oS indígenas descobrissemque a relíquia
restituída era falsa...

A amizadecom Dulles garantiu ao filho mais velho de Prescott, George H.


Bush, executivo da indústria petrolífera, o emprego de agente da CIA.
Georgedestacou-sea ponto de, em 1961,coordenara invasáoda Baía dos
Porcos, em Cuba, para demrbar o regime implantado pela guerrilha de
SierraMaestra.

Fiel ás suasraízestexanas,Georgebatizou as embarcagóesque conduziram


os mercenários até a ilha de Fidel de Zapata (nome de sua empresa
petrolífera),Bárbara (sua mulher) e Houston. A invasáo fracassou,1.500
mercenáriosforam presos e, mais tarde, liberados em troca de US$ 10
milhóes em alimentos e remédios para criangas. (Malgrado a derrota,
George H. Bush tornou-se diretor da CIA em 1976.) Triste com o mau
desempenhode seuprimogénitocomo 007, PrescottBush consolava-secom
o éxito dele nos negócios de petróleo. E aplaudiu a amplitude de visáo do
filho quando George,em meadosdos anos 1960, se tomou amigo de um
empreiteiro árabeque viajava com f.reqüO ncia p arao Texas, introduzindo-se
70
aos poucos na sociedade local: Muhammad Bin Laden. Em 1968, ao
sobrevoar os pogos de petróleo de Bush, Bin Laden morreu em acidente
aéreono Texas. Os lagosde família, no entanto,estavamcriados.

George Bush náo pranteou a morte do amigo. Andava mais preocupado com
as dificuldades escolares de seu filho George W. Bush, que só obtinha
média C. A Guerra do Vietná acirrou-se e, para evitar que o filho fosse
convocado,George tratou de alistá-lo na forga aéreada GuardaNacional. A
bebida, entretanto, impediu que o neto de Prescott se tornasse um bom
piloto.

Papai George incentivou-o, entño, a fundar, em meadosdos anos 1970, sua


própria empresapetrolífera" a Arbusto (bush, em inglés) Energy. Gracasaos
contatosinternacionaisque o pai mantinha desdeos tempos da CIA, George
filho buscou os investimentosde Khaled Bin Mafouz e Salem Bin Laden, o
mais velho dos 52 filhos gerados pelo falecido Muhammad. Mafouz era
banqueiro da família real saudita e casara com uma das irmás de Salem.
Esses vínculos familiares permitiram que Mafouz se tornasse o presidente
da BlessedRelief, a ONG arabena qual trabalhavaum dos irmáos de Salem,
OsamaBin Laden.

A Arbusto pediu concordatae renasceucom o nome de Bush Exploration e,


mais tarde, Spectrum 7. Tais mudangasforam suficientes para impedir que a
bancarrotaameagasseo jovem George W. Bush. Salem Bin Laden, fiel aos
lagos de família" veio enn socorro do amigo, comprando US$ 600 mil em
agóes da Herken Energy, que assumiu o controle da Spectrum 7. E firmou
um contrato de importagáo de petróleo no valor de US$ 120 mil anuais. As
coisas melhoraram para o neto do velho Prescott, que logo embolsou US$ I
milháo e obteve.um contrato com o emirado de Bahrein, que deixou a Esso
morrendo de inveja.

Em dezembro de 1979, George H- Bush viajou para Paris para um encontro


entre republicanos e partidarios moderados de Khomeini, 4o qual trataram
da libertagáo dos 64 reféns norte-americanos seqüestrados,em novembro,
na Embaixada dos Estados Unidos em Teerá. Buscava-se evitar que o
presidente Jimmy Carter se valesse do episódio a ponto de prejudicar as
pretens6espresidenciais de Ronald Reagan. Papai George fez o percurso até
7l
a capital francesaa bordo do jatinho de Salem Bin Laden, que the facilitava
o contato com o mundo islámico. (Em 1988, Salem faleceu, como o pai,
num desastrede aviáo.) Naquele mesmo ano, os soviéticos invadiram o
Afeganistáo. Papai George, que coordenavaoperagóesda CIA, recorreu a
Osama, um dos irmáoí de Salem, que aceitou infiltrar-se no Afeganistáo
para, monitorado pela agénciade inteligéncia, fortalecer a resisténciaafegá
contra os invasorescomunistas.

Os dados acima sáo do analista italiano FrancescoPiccioni. Mais detalhes


no livro A Fortunate Son: George W. Bush and the Making of an American
President, de Steve Hatfield. Táo sintomática quanto a atual censura
consentidaá mídia nos EstadosUnidos é a omissáona imprensa da história
de como a CIA criou o general Noriega, do Panamá;SaddamHussein, do
Iraque; e OsamaBin Laden, do circuito Arábia Saudita-Afeganistáo.

Agora, o neto de Prescott Bush demonstrasua fidelidade á índole do avó:


invade o Afeganistáo para obter, ainda que ao custo do sacrificio da
populagáocivil, o escalpode OsamaBin Laden.

(JornalO Estadode SáoPaulo,edigáode 31.10.01)

72
TERROR NOS E.U.A. (???)
O dia onze de setembro de dois mil e um com absoluta certeza será o
dia que marcarátodo o séculovinte e um. É possívelque ainda sejamos
surpreendidoscom outro fato táo ou mais marcante neste século,afinal
estamos somente no primeiro ano dele. Mas sem dúvida nenhuma o
ataque ao EstadosUnidosé algo que habitantenenhum deste planeta
esperava;ou pelo menos náo táo eficaze contundente.Menosainda se
esperavaque fosse na cidadeque é consideradao coragáodaquelepaís
e , m u i t o sd i z e m ,d o m u n d o .

É sempre lamentávela morte de pessoasem atos oriundosdo ódio


humano, isso é indiscutível.O que entretantonáo consigoentenderé:
por qué o mundo todo somentelamentafatos assimquandoo afetadoé
um paísdo primeiromundo ou do G-B se preferirem?Por qué a mídiae
as pessoasem geral náo lamentam,náo comentam,quandoalgo assim
ocorre em algum país subdesenvolvido? Por qué só se utilizam os
termos"pessoasinocentes"ou "sereshumanos"ou ainda"civis" quando
o s a t i n g i d o ss ñ o a e l i t em u n d i a l ?

Em princípiodeve-se ao fato do "quarto poder" (eu quase diria ser o


primeiro!),a mídia,trabalharapenaspara os "donosdo mundo". Entáo
mostra-se apenas o que é convenienteá eles. Essas informagóes
bastam para a massa populacional.Como problemasecundáriotemos
esta mesma massa que, segundoa alegoriado grande filósofoPlatáo,
vive numa espéciede caverna,alheiaá realidadedo mundo,observando
e assumindo Como verdade somente as sombras que lhes sáo
mostradas,sem discutira origem destas.Mas aquelesque ousam"sair
da caverna"e buscamconheceras luzesda verdade,que num primeiro
momento ferem seus olhos mas que depois o tornam mais lúcidos,
sabem e entendemos acontecimentosdesta semana.

O ataque que acompanhamosnesta semana nada mais é do que a


"criaturase voltandocontra seu criador",t)m "acidentede trabalho"ou
ainda "a colheita dos frutos semeados". O chamado terrorismo,
responsávelpelo ataqueaos E.U.A.,nada mais é do que uma espéciede
"ser" criadopela agáodos americanosao longodestasúltimasdécadas.
Os E.U.A.foram e continuamsendo responsáveisdiretos ou indiretos
por muitos massacresocorridosno séculoanterior,especialmente após
a SegundaGrandeGuerra.A opressáoe a supremaciaforgadaimposta
pelos estadunidensesao mundo nem sempre é tolerada por todos.

73
S e m p r eq u e a l g u m an a g á o ,q u e t e n h a u m m í n i m od e d i g n i d a d es, e n t e
estar próximada extingáo,ela passaa agir de alguma forma contra a
forgaque lhe oprime,mesmoque issosignifiquealgumsacrifício.

O mercado mais exploradopelos E.U.A.é o mercadoda guerra' É a


venda de armas e outros equipamentosque sejam utilizáveis no
combate.Pode-sedizer que é o principalofíciodaquelepaís.Todo ofício
tem seus riscos e náo há como negar que estes sáo conhecidospor
a q u e l e q u e o s d e s e m p e n h aE . n t á o s e a n a g á oa m e r i c a n at e m c o m o
principalofícioo investimentopesadona indúStriada guerra e ela cria
situagóespara que seu produto torne-se necessário,para que se
justifiqueo consumo,entenda-Se entáo que o ataquesofridonada mais
é do q u e um " a c ¡ d e n t e
d e t r a b a l h o".

É da sabedoriapopular que "tudo o que se planta, se colhe"' Quem


semeia paz colherá a paz. Já quem semeia a guerrat a violéncia,a
miséria,a opresseo,a fome e outra pragascontemporáneas, náo resta
da
dúvidade que colheráfrutos náo muito diferentes semente!

Lembremo-nostambém dos tantos massacrespromovidospela "nagáo


democrata,,,pela nagáOque Se conSideraa "políciado mundo" e na
verdadesomenteage onde há interesseseconómicos'O que irá Se dizer
do massacrecometido pelos americanoscontra a nagáojaponesa na
segundagrande guerra, onde somentena explosáoda bomba at6mica
s u c u m b i r a mm a i sd e d u z e n t a sm i l v i d a sh u m a n a s ?E é p r e c i s oa l e r t a rd e
que a destruíEáocausadapela bomba at6mica representasomentedez
porcento de toda destruigáopromovida pelos americanoscontra o
japáol Tambémquero lembrardo conflitono Vietná,onde por causade
questóespolíticaslegitimou-seo massacrecontraVilase povoadosonde
os habitantestambém eram criangas,mulherese idosos'Alguémlembra
disso?E a violénciapraticadapelo Estadode Israelcontraos palestinos,
agáo esta apoiadaibertamenie pelosamericanos?Será que alguémjá
sé deu conta de que o territóriode Israel está quatro vezes maior do
que em relagáo á sua criagáo? De quem eram estas terras
originalmente?O que foi feito das pessoasque ali moravam?Ninguém
nuñcu se perguntou¡sso,náo é mesmo?Até porque a mídia náo tem
interesseeconómicoou ideológico de divulgarisso.

Náo quero pregar a extingáo dos E.u.A., nem o massacre á sua


populagáo.ó que quero deixar claro neste texto é que é necessário
coibir a guerra contratodos os povos,parar a violénciacontra todos os
hon,nens, evitar a ext¡ngáode todas aS nacionalidades, acabar com a
74
discriminagáo contra todas as ragas. Náo nos mobilizemos
fraternalmentesomente em favor de uma única populagáo.É preciso
lembrare lamentara morte dos muitos milharesque já sucumbiramem
nome de uma ideologiapolítica ou de uma democraciacriada para
poucos. É preciso enfim, respeitar a soberaniadas nagdesque ainda
pregam este valor sem entretanto ferir a de outros, que ainda n6o se
entregaramcomo "prostitutas"para os E.U.A.,diferentementedo que
faz, infelizmente,todos os dias nossoamado Brasil.

SAIA DA CAVERNA,
OLHEPARAALUZ E CONHEEA
A VERDADEDOS
FATOS!

Claudio Roberto Neumann

75
EstadosUnidos e Iugoslavia

Dr. William Pierce

Antes que MadeleineAlbright langarasuaguerraassassina contraa


Sérviano início desteano,a televisáojudaica estavacheiade
históriasde atrocidadesque os terríveissérvios-nazisestavam
cometendocontraos pobres,inocentes,perseguidosalbanesesna
provínciade Kosovo. O porta-vozjudeu de Albright, JantesRubin,
estavano ar todasas noitesclamandosobreo "genocídio"e a
"limpezaétnica"em Kosovo. Antes do bombardeiocomegar,Rubin
proclamouque 2,500 albaneses já haviam sido assassinadosem
Kosovo pelos sérvios.Rubin e outrosjudeusno governoe nos meios
de comunicagáoestavamconstantee ruidosamenteclamandopor
gueffa -- excetoque elesnáo chamavamisso de "guerra";eles
chamaram"intervencáohumanitária".

Cuidadososobservadores podemter notadoque muitasdasalegadas


atrocidadessérviasmostradasaosespectadores da televisáo
americanaduranteo períodopré-bélicotinham uma misteriosa
semelhanga umascom as outras.Nós vimos o mesmocadáver
albanésou o alegadolugar de matangaem nossastelevis6es,noite
apósnoite, só que filmadosde um ángulodiferentee com
comentáriosligeiramentediferentescadavez. A intengáoera
claramentefazerpoucasmortespareceremmuitas.E os políticos
participaramdo engano.Antes do bombardeiocomeqar.o fetiche
númeroum dosjudeusna Inglaterra,o clone de Clinton, Tony Blair,
anunciou:"Nós devemosagir para salvarmilharesde homens,
mulherese criangasinocentesda catástrofe,da morte,do barbarismo
e da limpeza éfnicade uma ditadura brutal".

Oito semanasdepoisque o bombardeiohavia comegado,quando a


guerraestavadebaixode incessantecríticados dissidentes,em um
esforgopara conseguirapoio paraa guerra,o secretáriode defesa
judeu, William Cohen,anunciouque mais de 100.000albanesesem
em Kosovo pelos sérvios.Os
idademilitar haviam sido assassinados

76
ministros de Tony Blair realmente náo foram t2ioexageradoscomo
os de Bill Clinton, mas o ministro de assuntosexterioresde Blair,
Geoff Hoon, anunciou em li de junho: "segundo infonnagóesque
temos obtido... pareceque 10.000pessoÍrsforam assassinadas em
mais de 100 matangas.A cifra final pode ser muito pior".

Depois que SlobodanMilosevic finalmente cedeue permitiu d


OTAN enviar suastropas á Sérvia, os meios de comunicagáo
continuaram anunciando grande número de albanesessupostamente
assassinados pelos sérvios. Quando a OTAN haüa ocupadotoda a
província de Kosovo, nós estávamosouvindo cifras de 44.000
albanesesassassinados, centenasde cemitérios em massa"etc. Entlio
a cifra de albanesesassassinados caiu á22.000,1ogoa I1.000.
Bernard Kouchner, o administrador principal das Nagóes Unidas em
Kosovo ocupada,anunciou quejá se haviam enconhado 11.000
corpos em cemitérios de massapor todo Kosovo. No total20
equipesde peritos foram enviadospara escavarnos cemitérios em
massae contar os corpos.

Bem, isto aconteceufazemmais de quatro mesese de algum modon


tudo que os cagadoresde corpos, incluindo uma equipe do FBI
encontraramfoi um total de 670 corpos de albaneses,e náo foram
todos mortos por sérvios.Pareceque é tudo o que eles encontraráo.
Isto sáo menos albanesesque os que Madeleine Albright matou
acidentalmente,quando suasbombas "inteligentes" ou seuspilotos
de gatilho fácil dispararamem colunasde refugiados.E,
logicamente,muito menos que o número de sérvios assassinados
pelos gangstersda KLA sobre a protegáóda OTAN desdeo fim
do bombardeio em junho. Estesassassinatos, de fato, est2lo
continuandosobreuma periódica base,mas os meios de
comunicagáojudeus já náo se incomodam em informá-los.

Quero dizer, estáse transformandoem algo embaragosopara eles. Se


eles comegarema informar o continuo assassinatode ciüs sérvios
pela KLA, isso pode recordar as pessoÍlsa perguntarquantos
albanesesos sérvios mataram,quantoscemitérios em massaforam
descobertos,e assim sucessivamente.É bastanteduro impedir que
77
inspetoresda ONU de rnenteindependentefalem sobrea realidade
dos fatos. O chefe dos inspetoresespecialistas,o espanholJuan
López Palafox dissea um periódico espanhol:"Eles nos
disseramque devíamosnos prepararpararealizar mais de 2.000
autopsias.O resultadoé muito diferente.
Encontramossomente 187 cadáveres,e agoravamos voltar [a
Espanha]".

Disseram aos inspetoresque havia um cemitério em massaao redor


do povoadode Ljubenic que continha350 corpos.Eles escavaram
por todos os lados e simplesmenteencontraramsetecorpos.
Disseram-lhesque os cadáveresde 700 albaneseshaviam sido
escondidosnos pogosda mina de Trepca,no norte de Kosovo.
Depois de uma exaustivabusca,os inspetoresconcluíram que náo
havia nenhum corpo ai.

Podia parecerum pouco arriscadopor parte dosjudeus tentar


justificar uma guerra impopular, como a recentecontra a Sérvia, com
muitas falsasatrocidades,histórias que eles sabiamnáo passariamde
qualquer investigagáo.Mas simplesmenteconsiderema maneira que
isto funcionou.MadeleineAlbright, Bill Clinton e Tony Blair,
todavia, podem declararpublicamenteque seubombardeioassassino
da Sérvia foi uma "missáohumanitrária",que eles salvarama vida de
muitos milhares de albanesesexpulsandoo exército sérvio de
Kosovo. e que suasdenominadastropas "para amanutengáodapaz"
levaram paz e seguranEaparua regiáo. Eles podem proclamar essas
coisasapesardos fatos que eu citei, porque somentealgumaspoucas
pessoassabema verdade.Só algunspoucoseleitoresestáo
interessadosna verdade..

A maioria das pessoasconhecemsó o que eles véem nas redesde


televisáo, e a televisáonáo está fazendoque Madeleine ou Bill ou
Tony paregammaus.Foi uma guerrajudaica, assim é uma gueffa
boa, uma guerrajustificada.

78
Eu vou reiterar: em uma democraciacomo a que nós temos nos
EstadosUnidos, a verdadenáo é realmenteimportante. O que é
importante é o que a massade eleitorescré que é a verdade,e
levando em conta que a massade eleitoresnunca investiga nada,
incluindo ler algo independente,quem quer que controla a televisáo
controla o que eles acreditam.

os judeus podemprepararas mais ultrajanteshistóriasde atrocidades,


tanto sobreo que supostamentelhes aconteceudurantea Segunda
Guerra Mundial ou o que os Sérvios supostamentefizeram aos albaneses
antesde Madeleine comegarseu bombardeio,e as histórias realmente
nño tem que se sustentarempara seremeficazes.Podem ser as mais
toscasmentiras.porque a pessoacomum náo é capazdepensaro
bastantepara ver atravésdelas.

O Artigo acimafoi transmitido dos E.U.A., pelo autor, no dia I3 de


not,embrode 1999, alravés da American Dissident Voices.

79
A indústria do holocausto
* Dr. Antdnio Sebastiáo de Lima

No dia 221112001,em programanoturno de TV da Globo News. o repórter


Lucas Mendes entrevistou, em Nova York, Norman Finkelstein (salvo
engano,essaé a grafrado sobrenome),professorde história e autor do livro
"A indústria do holocausto",editado e publicado nos EUA. O professor
declara-se judeu. Seus pais foram prisioneiros de um campo de
concentragáonazista, Auschwitz, ao que p¿Irece,mas, sobreviveram ao
extermínioem massa.

Náo há notícia de versáoem portuguésdesselivro, nem de suacirculagáono


Brasil. Daí a interessantee espantosacoincidénciaentre o assuntoabordado
pelo professore a matéria de um artigo publicado na segáo"Opiniáo", da
TRIBUNA DA IMPRENSA, em 111112001, intitulado "Os judeus e a ilusáo
messiánica".Nesseartigo era abordadoo espíritooportunista,mercantilista
e imperialistado governoe de parcelado povo do Estadode Israel. Por um
lado, os judeus alardeavamas suasdesgragas, principalmenteo holocausto,
com farta propagandapor todos os meios de comunicagáo,para cativar a
simpatiado mundo.

Em momento algum, reconheciamque essasdesgragasdecorriam da sua


própria conduta passada,do seu meterialismo,da sua violéncia e da sua
arrogáncia. Por outro lado, com o apoio e a cumplicidade dos EUA,
invadiam território árabe, submetiam e massacravama populagáo civil,
usandoos mesmosargumentosde Hitler: necessidadede espagovital como
defesade possíveisagressdes dos vizinhos.

Em sua entrevista,o professorNorman, judeu e filho de judeus, trata do


mesmo assunto, no mesmo diapasáo.porém, com novos ingredientes.
Segundoo professor,os judeus, em sua maioria, valem-sedo holocausto
para tirar proveito económicocom as indenizagóesmilionárias.Percebendo
essanotável e milionária fonte de renda,os judeus comegarama aumentaro
núrmerode sobreviventes. Na épocada guerra,essenúmero girava em torno
de 25 mil judeus. Passados50 anos,essenúmero subiu para quase800 mil.
Ao invés de diminuir com o passardos anos,o número aumentou,sem que
80
ninguém notasseo milagre. Certamente,dos 6 milh6es que teriam morrido,
775 mil ressuscitaram.

Digna de nota foi a avidez com que as organizagóesjudaicas se atiraram


sobre os cofres dos bancos suígos, reclamando para si tudo que ali fora
depositadopor alemáesao tempo da guerra. Como diz o ilustre professor,os
judeus acham-se as únicas vítimas da guerra, ou, entáo, as vítimas mais
importantes. Ignoram e desprezam solenemente os outros povos que
também sofreram sob a crueldade nazista, do ponto de vista económico,
físico e moral. O entrevistado revela, ainda, que os valores arrecados
costumam ficar nas organizag6esjudaicas, em proveito das suasliderangas,
sem repasseás pessoasfisicas que realmente sobreviveram aos campos de
concentragáo. Qualifica esseslíderesde "bandidos".

Interessante,ainda, o conselho dado ao professor, quando mogo, por sua


máe, para que sempreexaminasseo ponto de vista ollosto, evitando a visáo
unilateral das coisas. Ao combater o nazismo, que lesse a obra de Hitler.
Para uma mulher que padecera nos campos de concentragño,o conselho
desvelavauma personalidadeforte, um espírito aberto e de elevado senso
ético. O filho seguiu o conselho da máe, abandonouo radicalismo marxista
e hoje inclui nas suasligdesde história,o capítuloVI, do livro "Minha luta",
de Adolfo Hitler, sem que isso tipifique apologia ao nazismo. Apesar disso,
o professor diz que a comunidadejudaica de Nova York náo gostou do seu
livro e reagiu de modo mesquinho, dificultando seu ingresso no corpo
docentedas universidadesamericanas.

A entrevista mostra um homem de tranqüila coragem, sem ódio ou rancor,


lúcido, culto e determinado a desmascararos protagonistas dessa farsa
gigantesca,de ámbito mundial, que alimenta a indústria do holocaustoe que
pretendejustificar a violéncia do Estadoisraelense.

( António Sebastiáo de Lima é advogado, juiz de direito aposentado e


professorde Direito Constitucional)

81
Os 15 anos do ataque a Líbia
No último dia 15 foram completadosl5 anos do ataqueterrorista americano
ás cidades líbias de Trípoli e Bengasi, quando mais de 400 pessoas,a
maioria civis, morreram debaixo de 60 toneladas de bombas e mísseis
langados pelas forgas imperialistas americanas. De acordo com a
propagandaimperialista, o ataquefoi em represáliaao atentadona discoteca
La Bella, em Berlim, em 4 de abril de 1986, onde muitos soldados
americanosforam mortos. Contudo, até hoje náo foram encontradosprovas
do envolvimento dos líbios no referido ataque.

Os ataquesás cidadeslíbias foram ordenadospelo ex-presidentee terrorista


Ronald Reagan,tendo,inclusive,desobedecidoa uma resolugáoda ONU (o
lixo). As Nagóes Unidas nunca deixaram de ser o lixo dos EstadosUnidos
da América.

Entáo, desdeabril de 1992, a Líbia sofreu um embargo econÓmicoaéreo e


militar por causa de uma resolugáo da ONU, mas a revolugáo verde
continua firme apesardo sofrimento da populagáo,por falta de remédios,
alimentos, instrumentos, aparelhos para hospitais, etc.
Esseembargofoi imposto por causada explosáode um aviáo da PanAm, no
espagoaéreoescocés,na localidadede Locherbie,em dezembrode 1988,
matando 270 passageiros,cuja autoria foi atribuída supostamenlea dois
cidadáoslíbios: Abdel BassetAli Al Megrahi e Al Almin Khalifa Jimah.

Os governos británico e americanoqueriam que o líder Kadhafi entregasse


os dois cidadáosacusadosda explosáodo aviáo paraque fossemjulgados na
Inglaterra ou EstadosUnidos da América. Kadhafi náo poderia entregarseus
cidadáosSemque houvesseprovas concretascontra os líbios. Ademais, a
justiga amencana é racista e injusta e a británica é submissa á dos
americanos.

Foi por este motivo que a Líbia sofreu com um embargoque durou mais de
8 anos. Somentedepois os americanose británicos concordaramque os
líbios fossem julgados na Corte Internacional de Haia, na Holanda,
atendendoaos anseios do líder Kadhafi. Os acusadosforam entreguesao
govelno holandése julgados 22 mesesdepoispor trés juízes escocesesem
82
camp zeist. Abdel Basset Ali Al Megrahi foi condenado á prisño perpetua
e Al Almin Khalifa Jirnah foi absolvido e retornou pÍua seu país. "Houve
pressóespor parte dos Estados Unidos da América e da Inglaterra sobre as
instánciasjudiciais que prolataram o veredito. os juízes tinham trés opg6es:
dizer a verdade, demitir-se ou suicidar-se", concluiu o líder líbio.

Razáo assiste a Kadhafi, pois este julgamento vinha sendo preparado a


muito tempo para que, ao final, os líbios fossem condenados.ocorre que um
deles foi condenado e o outro absolvido, sendo esta a prova inequívoca de
má-fe dos julgadores. Náo convinha aos Estados unidos e á Inglaterra
absolverem os líbios, pois a imagem da oNU ficaria am¡inada perante a
opiniáo pública mundial já que o embargo imposto conta a Líbia perderia
sua razáo de ser.
No fim, as Nagdes unidas deveriam arcar com o prejuízo de milhóes de
dólares para a Líbia em razÁo do embargo, sem falar nas inúmeras vidas
humanas perdidas e o atraso no desenvolvimento do país. seria uma
indenizagáomilion¿íria, sem precedentesna história mundial.

Portanto, resta definitivamente comprovado que a ONU, o Conselho de


Segurangase a corte Intemacional de Haia sáo o quintal da casa Branca,
onde George w. Bush manda e desmanda nos dias de hoje. infelizmente.
Aliás, o atual presidente americano náo deixa de ser um terrorista iniciante,
até porque atacou cidades iraquianas matando dezenasde criangas.

Entretanto, se os americanos querem realmente fazer juSiga, porque náo


julgam os responsáveisda marinha americana que abateram o aüáo civil
iraniano no dia 3 de julho de 1988 matando 290 passageiros.Que julguem e
condenem o ex-presidente americano Ronald Reagan, que foi o comandante
dos ataques realizados contra as cidades civis de Trípoli e Bengasi, da
grande Jarnaberya Árabe da Líbia assassinando de pessoas,
destruindo suas residéncias. Que julguem e condenem ""ttteo*
George Bush que
destruiu completamente o Iraque e, ainda" Bill Clinton, eü€ ordenou o
ataque ao Sudño, país pobre da África onde se localizava a única fábrica de
remédios daquele país, alegando tratar-se de uma base terrorista, erro este
que foi constatado pelos próprios americanos. Seja julgado e condenado
Ariel Sharon, terrorista, sionista, que ordena" todos os dias, o massacre de
diversaspessoasnos territórios iárabesocupados.
83
Por fim, o que se pede é que a Justigaseja igual para todos, principalmente
nos casos mencionadosque sáo crimes contra a humanidade, verdadeiros
genocídios,estandoos responsáveislivres até os dias de hoje. O dia 15 de
áUil ¡amais será esquecido,pois foi uma data legra para a populagáo civil
de Bóngasi e Trípoii, da grande Jarnaberya Arabe Popular Socialista da
Líbia,.r*u rr"t que aSpeSSoaS que passalampor este pesadelooriundo da
atitude terrorista norte-americanatém vivas, até hoje, as imagens daquele
massacre.Os líbios sáo pessoasamantesdapaz, da liberdade,da dignidade
e da moralidade.

(Ali Hansen é o presidente da Confer6ncia Popular da Cultura Árabe


Brasileira.)
Publicado na Tribuna da Imprensa24 de abril de 2001.

84
O Brasil náo tem nada a ver com a guerra dos
EUA.
A grande imprensa brasileira continua desempenhando seu papel de
servilismo e incompeténcianos dias atuais,exatamentecomo se comportava
no períodocolonial, quandoo Brasil náo passavade uma colónia do império
portugués.Hoje o Brasil é uma colónia do império norte-americano,e a
chamada grande imprensa continua desempenhandoseu papel de trair os
interessesnacionais para se colocar a servigo dos interessesespúriosda
poténcia dominante em busca dos anúncios das empresasnorte-americanas
- montadorasde veículos, fabricantesde refrigerantes,hipermercadosetc.

Ninguém em sá consciénciadefenderiao assassinato de civis inocentesnos


recentesatentadosnos EstadosUnidos. Mas isso náo justifica a histeriae a
irresponsabilidadeda grandeimprensaem relagáoao caso.

De repente,até o Brasil virou alvo do terrorismo internacional,como se em


algum momento da nossa história o nosso país tivesse imitado a política
colonialista e imperialista dos EUA. Alguns prefeitos de origem árabeforam
acusadosde ligagáo com Osamabin Laden. No Paraguai,onde um governo
golpistaassumiuo poder,mais de 30 árabesforam presose torturadospara
que confessassemenvolvimento com o terrorismo internacional.

O interessedos EUA na tnplice fronteira visa impedir que os árabesdaquela


regiáo enviem dinheiro para seus familiares no Líbano ou nos territórios
árabes ocupados por Israel na Palestina. O exército israelensecercou os
tenitórios ¿írabes,cortou luz e água,fechou os bancos,e quer matar o povo
árabe palestino de fome e sede, por isso precisa estancar uma fonte
importante de sobrevivéncia de uma pequena parte do povo libanés e
palestino,os dólaresque circulam em Ciudad del Este.

Os órgáosde segurangados EstadosUnidos sabemque náo existe terroristas


em Ciudad del Este, apenascomerciantes,mas querem extrair dinheiro do
contribuinte norte-americano, sempre táo generoso quando se trata de
defenderos interessesisraelenses.

85
O presidenteGeorge Bush é comprovadamenteo prgsidentecom menor QI
de Inteligéncia em toda a história norte-americana,um fantoche ideal paru a
indústria bélica norte-americana,para os maiores poluidores do planeta e
toda a corja de sanguessugas dos sistemafinanceiro internacional.

Ao exportar a violéncia, o racismo e a perseguigáoaos povos árabes, o


governo dos EUA quer parceiros que paguem as contas de suas guerras,e
das conseqüéncias de seus ataques terroristas indiscriminados contra
diversos povos e nagóes pelo mundo inteiro: Vietná, Iraque, Líbia,
Palestina,Líbano, Granada,Cuba, Iugoslávia entre outros.
O Brasil náo corre riscos de terrorismo, a náo ser que Surjamatos causados
pela própria CIA ou Mossad, pffid intensificar as perseguigdesaos inimigos
da política imperialista ianque.

A verdadeé esta,doa a quem doer, náo importa o monte de baboseirasque a


Rede Globo despejedia¡iamentenos lares brasileiros; mas quem disse que a
Rede Globo alguma vez estevea servigoda verdade?

Querem envenenaf as relagóespacíltcas que sempre existiram no Brasil,


entre árabes, judeus, cristáos e mugulmanos. Imperialistas ensandecidos
querem impor a nós, brasileiros,aquilo que eles tem e que nós abominamos:
o racismo, a violéncia. E por náo concordarcom essapalhagadatoda é que
afirmamos: bastade hipocrisia, basta de histeria coletiva. Deixem-nos viver
e progredir em paz. Nós, brasileiros, náo temos nada a ver com as guerras
sujascriadaspelo império norte-americanoe pelo estadoterrorista de Israel.
Arrumem-se com seusproblemas, colham aquilo que semearam,mas bem
longe das nossasfronteiras!

O Brasil é um país multiracial, pacíhco e ordeiro, e náo merece ser


envolvido pelo polvo que estendeseustentáculosdesdea ilha de Manhatan
para englobar o mundo inteiro numa gueffa mundial. Felizmente os líderes
europeusestáo dando mostras que náo embarcaráona aventura suicida de
Bush Junior, o que é um grande alento para a humanidade e para a Paz
mundial.José

(Gil de Almeida, diretor do Movimento Água Verde Ecologia de Curitiba


zgil@bol.com.br)
86
Conflito árabe-israelense: Anatomia do
Racismo
(O que a imprensa náo publica)

HananAshawi

A redugáo de nossa humanidade a uma serie de abstragóesnáo chega a ser


táo sinistra quanto ao jogo de números. ,{s vítimas palestinas do tiroteio
israelense sáo diariamente apresentadasoomo "x" número de mortos e "y"
número de feridos. Seus nomes, identidades" esperang¿rs cortadas e sonhos
esmagadosnáo sáo mencionados- Também permanecem ausentesa dor e a
angústia de máes, pais, irrnáos e oufios entes queridos que terño que üver
com tal pelda trágica- A documentagáo visual do assassinatoa sangue frio
da crianga Mohammad Al-Durra destruiu a complacéncia daqueles que
estavam, bem á vontade com a anonimidade dos palestinos e a
invisibilidade de seu sofrimento- Até nesse caso, a máquina de propaganda
israelensetentou distorcer a verdade face iis pro\ras irrefut¿áveis-

Primeiro foi dito que ele foi morto por "atiradores" palestinos- Depois" ele
ficou preso entre o "fogo cruzado"- A pior versáo foi a ilustragáo cÍnica do
menino Mohammad como um "arruaceiro" ou uma crianga "arteira" que fez
por merecer - como se a rcsposta correta para rnna crianga que vive sua
inffincia seja a morte deliberada- A ultima acusagáoenvolvia uma pergunta:
"o que ele fazia ali?"- A verdadeira pe¡gunta deveria ter sido "o que fana o
exército israelense ali?", no coragáo de Gazao palestina" atirando contra
civis, inclusive contra uma crianga e seu pai que foram pegos oom as máos
na massa, tentando desfrutar o ato "¡rrovocaüvo" de fazer oompras juntos.

Notem a diferenga, no entanto, quando dois agentes secretos is¡aelenses,


membros dos famosos esquadróes de morte israelenses"foram mortos por
manifestantes palestinos. Nenhum Palestino tentou justificar o acontecido.
Ao contrário, ordens foram decretadas para investigar e prender os
responsáveis.Afinal de contas, é preciso que existam coisas como regra de
lei e processo legal.

Em respostE Israel posicionou seus tanques e exércitos ainda mais perto,


para acirrar o sítio e eshangular as cidades" ülas s 6am.posde refugiados
87
palestinos. Depois, trouxe seus helicópteros bombardeiros Apache e abriu
fogo contra as cidades e vilas palestinas num cruel e insensato castigo
coletivo. Sua versáo dos fatos apresentou os agentes israelenses como
reservistas que teriam, sem querer, "se perdido" dentro de Ramallah e
depois foram "linchados" pela multidáo. Referénciasao "massacre",á "sede
de sangue" e a "selvageria" tornaram-se a moeda verbal predominante.

Apesarde que ninguémpodeculpar o assassinato de soldados.e importante,


no entanto. lidar com os fatos reais e dentro de contexto: Ramallah, como
cidade integralmente sob o sítio militar de Israel, estava fechada á
movimentagáo para dentro ou fora da cidade. Apenas um acesso estava
aberto, a este acesso se encontrava inteiramente controlado por vários
pontos de revista militares israelenses.Portanto, "se perder" dentro de
Ramallah requereria tentativas repetidas e deliberadas assistidas de
tenacidade,persisténcia e até má fé. Os dois agentesisraelensesestavam
claramente infiltrados e plantados no meio de uma marcha de protesto no
coragáo da cidade.

A ocasiáo era o funeral de um homem palestino, Issam Joudeh Hamad, da


vila de Umm Safa, que tinha sido seqüestradopor colonos israelensese
torturado até a morte da forma mais horrível.

Filmagens e fotos horrendasdo corpo, mais o testemunhode médicos que o


examinaram,náo foram repetidamentedivulgadasaos olhos do mundo para
o propósito de marcar pontos ou desumanizar os israelenses. Algumas
estagóesarabesme informaram que as imagenseram táo horrorosasque eles
decidiram náo utiliz6-las. A maioria das pessoas que participaram da
passeata(na cidade palestina de Ramallah, sitiada) conhecia a vítima, e
algumas tinham visto o corpo. Os dois agentes secretos israelensesque
tinham se infiltrado na passeataforam reconhecidospelos palestinos como
membros dos "Esquadrdesda Morte" que tinham sido responsáveispor
assassinatose provocagóes.Apesar do fato da polícia palestina ter tentado
protegé-losos dois foram mortos em frente das cámeras.Isto tomou-se uma
justificativa instantáneapara rotular todos os palestinós .como assassinose
para mais sistemática e venenosa campanha de ódio da história recente.
Também foi utilizado como justificativapara os ataquesaéreosde Israel em
Ramallah e outras cidadespalestinas.
88
Em seu apelo emocionadoa seus compatriotas(13.10.2000)para que náo
explorassemesseincidente parajustificar o racismo e ódio existente,o poeta
israelenseYitzhak Laor documentouvários linchamentosde Palestinospelo
exército israelensee forgas de segurangas-Em todos os casos,os culpados
nunca foram punidos, e nenhumamanifestagáode reprovagáomoral foi feita
pelo público israelense, muito menos cidades israelenses foram
bombardeadas por isto! O mesmo se aplica ao reinadode terror dos colonos
israelenses, que alvejam palestinos em seus próprios lares e cidades, com
plena protegáoe conluio militar israelense.

Apresentadoscomo "civis israelenses"indefesos. rodeados por palestinos


"hostis". a natureza sinistra e letal da violéncia dos colonos, como
extremistasarmadosna ativa é freqüentementeignorada. A ilegalidade dos
assentamentosisraelenses,o caráter fundamentalistaextremista dos colonos
armados e os eventos horrendos de seqüestro,tortura, matanga e simples
violéncia aleatória que sáo cometidos impunemente. sáo raramente
mencionados. Enquanto isso. os Palestinos continuam sendo culpados. O
insulto mais gritantementeracista é o furto israelensede nossahumanidade
como país. Nurna tentativa de roubar nossossentimentosmais fundamentais
com relagáo aos nossosfilhos" somos acusadosde "mandar [nossos] filhos
para a morte" apenaspara "marcar alguns pontos com a mídia". O horror é
amplificado pela total e inquestionadaigualdade com o qual tal insulto mor
e nacional é repetido por israelenses de todos os partidos, sem
distanciamento crítico ou até consciéncia na enormidade de tal insulto
racista.

Quando criangas palestinas se tornaram alvos para franco atiradores


israelensese outras violéncias do exército. o Ministério da Educagáonáo
tinha outra opgáo senáofechar as escolastemporariamentepara minimizar a
exposigáodos estudantesa caminho da escola.

Os brasileiros e os ocidentais recebem somente notícias falsas através


dos meios de comunicagáodominados pelosjudeus sionistas.

Isso fbi imediatamente incorporado á máquina propagandísticaisraelense


como prova de que nós fechamos as escolaspara "liberar" nossascriangas
89
para sair e "fazer revolta", de tal forma obstruindo a livre passagemdas
balas israelenses.A segurangados lares e as tentativas dos países de
protegeremseusfilhos náo sáo nem consideradas. De fato, a menina de 18
meses, Sara Abdel Athim Hassan,foi atingida por uma bala no banco
traseiro do carro de seu pai, enquanto as outras vítimas criangas foram
mortas dentro ou perto de suas casas.Muayyad Al-Jawarish, de doze anos
de idade,foi baleadono jardim de suaprópria casa.A maioria das crianqas
foram baleadasna cabegaou na parte superior do co{po, na maioria das
vezespor balas de alta velocidade.Os alvos mais comunsdas balas de aEo
revestidascom borrachaforam os olhos de criangas.A política de atirar paru
matar(ou aleijar permanentemente) estáem vigor no exércitoisraelensee já
tirou as viclasde mais de 200 palestinose feriu mais de 5000 (dos quaistém
seqüelas permanentes).

*Hanan Ashawi nasceu em Nablus, Palestina, em 1948. Fez pós'


graduagáo na lJniversidade de Virgínia, EIJA, onde obteve um doutorado
em Inglés Medieval e Crítica Literária. Ashrawi teve um papel importante
nas convers.agdesde paz em Oslo, Madri e Washington.
(Do JornalAguaVerdede Curitiba- PR)

90
O GOVERNOMUNDIAL
Prof Marcos Coimbra
ProfessorTitular de Economia na universidade candido Mendes, Professor
na UERJ e Conselheiroda ESG

o Brasil corre sério risco. Talvez o mais grave de sua história. Existe
claramente em agáo a estratégia imposta pelos "donos do mundo", os
detentores do capital transnacional. líderes do sistema financeiro
internacional, para progressivamenteimplantar um governo mundial, em
especial na nossa Pátria. As etapas do processo estáo claramente
delimitadas,em linhas gerais.De início, a adogáoda "globalizagáo",nova
denominagáodo "neocolonialismo",partindo dos países centrais parc a
periferia. com o domínio da expressáoeconómica do Poder Nacional,
através da imposigáo dos ditames dos organismos internacionais:FMI,
OMC, Banco Mundial, BID e outros. Abertura da economia, com
eliminagáo de barreiras protecionistas,adogáoda lei de patentes,inclusive
com efeito retroativo, privatizaEáoselvagem, para transferir o património
real das nagóesmenosdesenvolvidaspara os detentoresdo "papel pintado",
controleda inflagáo,paragarantiado retorno das suasaplicagóesde capital
e outras.A seguir.o total controledos meios de comunicagáode massa,seja
atravésda colocagáode pessoasde confianqa,os "testas-de-ferro",até a
participagáo via indireta no comando das empresasde jornalismo, ou
emprestando-lhesmoeda para manté-los dependentesou simplesmente
remunerandoregiamente os principais formadores de opiniáo e jornalistas
famosos,montando a chamada"mídia amestrada".Agora, já se discute a
participagáodireta de estrangeirosno controle dos meios de comunicagáono
Brasil. A dominagáoindireta já existe, inclusive com agóesde poderosas
redesde comunicagáosendovendidasno exterior.

Em paralelo, atuam atravésda criagáo de inúmeras ONGs, financiadaspelo


exterior, sem qualquer controle, com dirigentes percebendo salários
invejáveis(média de R$ 15.000,00mensais),sem prestarcontasa ninguém
e com recursos vultosos para colocar suas mensagensna irnprensa,
objetivando fabiicar a chamada"opiniáo publicada". Falam em nome do
povo (sociedadecivil), sem procuragáo.Trabalham incansavelmentepara
destruiras InstituigóesNacionais:Família, Igreja, Estado,Escola,Empresa.
9l
Procuramdemolir o EstadoNacional Soberano,minimizar a importánciada
Igreja, desmoralizar os princípios e valores fundamentais da Familia, da
Escola e da Empresa. Defendem o sucateamentodas Forgas Armadas,
procurandosubtrair-lhesquaisquerpossibilidadesde cumprir suasmissóes
constitucionais.Tudo isto é feito em vários países simultaneamente.no
mundo inteiro. Para isto criam organizaqóespara cooptar liderangas
políticas existentes, para propiciar-lhes meios de assumir o Poder
constitucionalmentee administrarsegundoas suasdeterminaqóes.

Nas Américas,foi criado em 1982o Diálogo Interamericano,cujo site pode


seracessadovia Internetpor qualquerinteressado(http://www.iadialog.org).
Os inocentesúteis que persistemem tentar ridicularizaro fato dizendo que
"isto é bobagem, fruto da teoria da conspiragáo",podem acessá-lo e
verificar inclusive seus integrantes e principais financiadores. É de
estarrecer!O famoso Consensode Washington,de 1988, é apenasuma
derivagáodo Diálogo. Náo é coincidénciaque a mesmapolítica neoliberal
seja adotadapor paísescomo a Argentina,Brasil. Chile, Peru e outros. Em
todos eles foi imposta a criagáodo ministério da Defesa,para o "conffole
civil dos militares", por exemplo. bem como a privatizagáode setores
estratégicoscomo comunicagóes,energia, água,vitais para o sucessono
terceiro milénio. E todos estespaísesestáo sendo administradospor sells
representantes.O Peru acaba de eleger um ex-funcionário do Banco
Mundial (AlejandroToledo,casadocom uma sionista.NA).

No Brasil, a estratégiaestá sendoimplementadacom éxito e rapidamente,


por meio da administragáoFHC, legítima representantedos interesses
alienígenas,náo fosse o presidenteFHC membro fundador do Diálogo
Irferamericano.Em 199J, em visita á Inglaterra, "FHC se comprometeu
com o príncipe Philip a destinar10% do território brasileiropara unidades
de conservagáoambiental,de acordocom o ideário imposto na Africa pelas
ONGs británicas".Em entrevistaá revistaalemá"Der Spiegel",em l5 NOV
99, FHC se pronunciou favorável á criagáode um "tribunal internacional
para o castigodos crimes universais,como os praticadoscontra os direitos
humanose o meio ambiente".Nestecontexto,fica evidentearazáo do envio
ao Congressoda "lei do desarmamentoda populagáodigna e de bons
costlrmes"pelo próprio presidente,atravésde seu ex-líder, o ex-senador
JoséRobertoArruda, agorasubstituídona triste missáopelo senadorRenan
92
Calheiros, atendendoas instrugóesdo Movimento viva Rio, representante
no país da IANSA, bem como a indiferenga,o descasoe o debocñeco- q,re
ele trata as Forgas Armadas. É a preparagáo para a entrega do territóiio
nacional, em especiala Amaz6nia, paÍaos estrangeiros.

Representao fiel cumprimento das ordens recebidasdo exterior. E a mídia


amestradacontinua a exercer um dos mais sórdidos papéis da história do
Brasil, pois sabede tudo isto e nada denuncia.Sáo cúmplices dos partidários
de Joaquim Silvério dos Reis. Náo adiantaproibir u pois" de armasde fogo.
Quem quiser praticar a violéncia, vai utilizar outro objeto, como facás,
bastóes ou até mesmo pedras. Como estáo acontecendo incidentes com
praticantesmal formados de artesmarciais, daqui a pouco váo quererproibir
também a sua prática. Fica o alerta para todos os brasileiros. Caso aprovada
esta medida tresloucada de proibigáo de venda, propriedade e pósse de
armas de fogo, por imposigáo externa, com a atilizagáo de oNGs e
manipulagáo dos meios de comuni cagáopor políticos que possuem a sua
segurangagarantidapor dezenasde ferozes guarda-costas,outras viráo. Sáo
capazesde proibir até o canto do Hino Nacional Brasileiro, substituídopelo
dos seusfinanciadores.E aí, quem defenderáa Amazdnia? váo tentar iludir
os militares. afirmando que o melhor para o país será uma administragáo
compartilhada da regiáo. Afinal, náo adianta resistir. É mais prudente se
entregar.

Mas, temos a certeza de que nenhum membro das ForQasArmadas irá


obedecera qualquer diretnz para a regiáo amazónica,emanadade forgas
externas,como o Fundo Mundial da Natureza (WWF) do príncipe philip,
acatandoa "agendaverde" da Casade Windsor.

(Correioeletrónico: mcoimbra@antares.
com.br
Si te: www. brasilsoberano..o*.i,
Arligo elaboradoemA4.06-2001para o Monitor Mercantil )

93
Porquenáo lamentaro World TradeCenter
Com todo o pesarás vítimas do acidenteocorridono dia 11 de setembro
desteano, a propostado presentemanifestoé langaruma luz em seu aspecto
político. esquecendoas emog6esprovocadaspelasmortes.

Nunca os Estados Unidos haviam sido atacados em seu território. A


imprensa compara o World Trade Center a Pearl Harbor, mas há que se
convir que o ataqueáquelabase militar instaladano oceanoPacíhco náo
revelao terror proporcionadopela destruigáode prédiosurbanose civis no
seio de uma metrópole.Somentenestemilénio os EUA sentemuma ponta
da dor que eles próprios tém imposto ao mundo com sua política externa
agressiva.Vivenciamosguerrase invasóesa países'comoa Alemanha,na
primeira e segundaguena, a Palestina,a Coréia. o Vietná, o Líbano, a
América Central, o Sudáo, a Líbia, a Iugoslávia,o lraque. Em diversos
casoso alardeera menof. A publicidadeem torno da destruigáodo símbolo
da hegemoniados EUA é enormeporque afetoujustamenteao povo daquele
país. O mundo parou e sentiu-se ferido porque o planeta já está
americanizado. (A solidariedade mundial ao país de Bush beira o
patriotismo dos próprios norte-americanos.) O mesmo náo aconteceriase
um acidente com tal magnitude se desse alhures.De qualquer maneira, é
certo que as destruig6es,como as ocorridas em Nova Iorque, sáo fatos
corriqueirosem uma guerra.Após o colapsoda Alemanhaem 1945 grande
parte do país estavaem ruínas.Em Berlim, por exemplo,náo havia sequer
'Julgamento"dos dirigentes
um prédio em boas condigóespara sediar o
vivos do terceiro Reich. Em vista disso, escolheu-seNuremberg. (Ai dos
vencidos!)

Paraseuscrimes,os EUA fechamos olhos. Julgaramtambém os japoneses


mas quem detonou duas bombas atÓmicas(numa guerrajá vencida) foram
eles.Trataram,entáo,com a ajuda dos hebreus,de promover o "holocausto
judeu" ao máximo. Norte-americanose judeus se beneficiaram.Finda a
segundaguerra, os EUA criaram um Estado parc a amiga nagáo judaica,
sendoprecisodesalojaros habitantesnativos da Palestina,originandomais
uma guerra.Aquele estadobatizou-seIsrael.Era a décadade 50. Até hoje os
palestinosnáo possuemum Estado,com fronteirasdelimitadas.

94
unha e carne, EUA e Israel se nutrem mutuamente.Nesta orgia, Israel é um
excelentealiado (enclave nofe-americano) em pleno Oriente Médio. Israel
recebeo apoio acrítico e incondicional dos EUA: financeiro, bélico, político
e económico.

A Palestinavive sob fogo. viver aquilo é que é Terror. Aquilo é o caos, a


pobrezaderivada de guerrasconstantes,a fome, a caréncia de perspectivas.
E sáo os ¿írabesque esülo nesta deplorável situagáo. o desesperoárabe
implica a seguinte questáo: por que todos silenciam quaodo sáo os
palestinosque morrem?

Quanto á intifada, está claro que a condigáo é favorável a Israel: para cada
judeu morto há cerca de setepalestinosassassinados. Setevidas alheias,este
é o valor de um único judeu. Assiin como os norte-americanos,tambémeles
sáo superiores. Recentemente,o vice-ministro de seguranga pública de
Israel sugeriu, aos EUA, que se executassetodos os membros da família de
militantes palestinossuicidas.Seu nome: Gideon Ezra.

caminhar, dirigir um automóvel, ou simplesmente estar em casa, é um


perigo na Palestina. um míssil pode atingi-los a qualquer momento, uma
patrola pode arrastar suas casas,um tiro pode acertá-los.o presidente do
Egito, Mubarak, disse,propriamente,que os palestinos "náo podem mandar
as criangasá escola, nem alimentá-las,nem enviá-las a um hospital, muito
menos trabalhar.u Motivos inúmeros alimentam o ódio. vé-se que o
terrorismo NÁo é injustificado. o terrorismo náo é um fenómeno de um
dia. As criangas,em meio ao terror diário - de guerra e pobreza- um dia
poderño serkamicaze.s.É o ambienteideal para o extremismo.

Igualmente, os embargos desumanos impostos á cuba e ao Iraque,


desafiadoresdo status quo estadunidense,matam milhares em decorréncia
da fome. (As mortes pela fgme, em particular, também podem ser atribuídas
ao capitalismo, pois ela mata em todo o planeta. No relatório "Situagáo
Mundial da Infincia 2001", divulgado pelo unicef, há r4g milhóes de
criangas desnutridasnas nag6esem desenvolvimento.As nagdesricas, ao
invés de ajudar financeiramenteos paísesem desenvolvimento- explorados
por elas, no passado- reutilizam o velho dogma imperialista ultrapassado

95
que perpetuaas diferengassociaise económicasda sociedade.Se algum dia
houverprogressoestamentalidadevai mudar.)

Com a paranóiageral advindacom a crise norte-americana, os israelenses,


comandados por Ariel Sharon, aproveitaram a atengáo do mundo
concentradanaquelesfatos para invadir vilarejos palestinoscom tanquese
buldózeres(intensificadosdesde o dia 1l de setembro),bombardeando
casas.pré-escolas,delegaciase abrindo fogo contra transeuntes,sem que
nenhumaprovocagáotenhapartido do lado oriental (Cisjordánia).Mais de
meia dúzia de pessoasmoneram. Sáo dosesletais "homeopáticas"que estáo
exterminandoum povo, mrmabriga de tanquecontrapedras.

É conrpreensível. mas covarde.a retiradada delegagáoisraelita- e norte-


americana,por suposto- do CongressoMundial para o Racismo,da ONU,
realizadaem Durban,Africa do Sul. no início de setembro.Eles náo querem
qlre as outras nagóesreconhegamIsrael e o sionismo como racistas.Para
eles.racistassáo os alemáes,nazistas-fascistas...náo os judeus. Judeussáo
bons.Por isso,amigos,nuncavos esqueceis do holocau$to!

Os meios de comunicagáode massa.consumidoresde notíciasde agéncias


controladaspor grandescorporadoresamericanos-sionistas, obedientesaos
(que
interessesimperialistase das multinacionaisestrangeiras anunciam.eut
suaspublicagóese tementesde boicotes),divulgam a visáo de nlundo do tio
da cartola. Há estudos que revelam uma técnica extremamentecomum
nessesmeios: a da diluigáo.Trata-sede esvaziaro conteúdopolítico de um
seqüestroe um ato terrorista, por exemplo. Os "bandidos" nttnca tém
história.estaé a moral.

'Justa"
Os atentidos. seja nos EUA ou em Israel. sáo. além de revanche
(vinganga).uma forma de chamar a atengáopara o Oriente Médio, e, em
especial,aospalestinos,já que os governantesdas grandespoténciasnáo se
esforgamcom elnpenhopara acabarcom o impassena regiáo.Os EUA náo
intercedemem favor dasexigénciasda Palestina.tutelandoapenasIsrael.

A retórica nofte-americanaé repugnante.Um exemplo? O vestal da


liberdade.tal como os EUA se apresentam.apoiaramas ditadurasna
Arnérica Latina, justamenteporque os governos militares dos países do
96
continentesul-americanoestavamde acordo com a infame douhina Truman.
que pregava a cagaaos comunistas.Dessamaneira a América Latina estaria
livre da influéncia da Uniáo Soviética (Cuba náo deu certo). A seu interesse
(dos EUA) a ditadura favorece. Porém. as ditaduras que haviam na lt¡ilia.
Alemanha e URSS, além de China, Cuba e Iraque, hoje, sáo dignas de
revolugáo.O discursoé controverso.

Por ironia, há exatamente28 anos, na manhá de tl de setembro de 1973,


faleceu o presidente chileno Salvador Allende, deposto através do golpe
militar, incentivado pelos EUA, sob a supervisáo de Henry Kissinger.
Instalou-sea ditadura. Hoje os EstadosUnidos condenamPinochet.

Agora, o pais de Bush quer punir o Afeganistáo por desconfiar que este
abriga o refugiado tido como mentor dos atentados,o famoso bin Laden.
Grande hipocrisia. Durante a guerra fria os EUA foram os fomecedoresde
armamentosdos afegáos,que lutavam contra a Uniáo Soviética. Um filme
do famoso Rambo é dedicado ao "valente povo afegáo". o conceito do
Afeganistáo é diferente agora.

Na mesma gueffa fria, o Iraque recebeu.igualmente,tecnologia militar dos


EUA. já que travava uma guerra (que durou dez anos) contra o arqui-rival
da "democracia"do ocidente,o Irá. o conceito de Iraque é diferente agora.

O que houve nos Estados Unidos donos da América só náo será


transformado em holocausto porque, para os lideres do "povo eleito" -
atuantesativos nos postos de decisóesdeste país -, o suposto holocausto
contraelesfoi único.

Pobres das verdadeiras vítimas dos genocídios perpetrados contra os


indígenas norte-americanos- exterminados pela 'cavalaria' -, contra os
incas, maias. astecas,guaranis,paraguaios.arménios. palestinos,libaneses,
russos,alemáes,japoneses,cambojanos,ruandeses"entre outros. Essessim
estáoesquecidos,apagadosda memória. Em relagáoa holocausto"só há um
único presente. Só há um que interessa divulgar e ser produzido
dramaticamente por Hollywood. Essasfi cgóes..-

97
Ainda assim. na condigáo de vítimas de um ataque violento, os EUA
abusamde sua própria infelicidadepara aumentarseu suportepolítico. O
discursoé: "quem náo estácom os EstadosUnidos estácom os terroristas".
Talvez. a longo prazo, os danos sejam superadospor esse imenso poder
político que os EUA estáoa conquistar.Tal como o "holocau$tojudeu".

O poder político esperadocom essa"crise"já dá mostrasde produtividade.


Cuba, Sudáo e Irñ, opositores fenenhos dos EUA. estáo solicitados a
cooperar com o governo de Bush no combate ao anti-terrorismo. Do
contrário, é certo, aqueles países seráo incluídos no rol de "governos
terroristas".

Para espantodo povo brasileiroexplorado,nossogoverno vendido (gestáo


FHC) propós a OEA (Organizagáodos EstadosAmericanos)uma reuniáo
de consulta de chancelerescomo parte do Tratado Interamericanode
AssisténciaRecíproca(Tiar). A OEA convocoua reuniáopor unanimidade.
Qual a meta?Discutir medidasde respostaao atentadosque se passaram-
lá longe - nos EUA! O Tiar jáhavia caídono esquecimento.E isso porque
náo funcionava como devia. O Tiar foi criado durante a guerra fria para
servir de mais um instrumento de agregagáoda América Latina ao bloco
ocidental.E estabeleciaque qualquerataqueao território ou á soberaniade
qualquer dos paísesamericanosseria revidado pelas forgas conjuntas de
todos. Em 1982, a Argentina invadiu as Ilhas Malvinas, no Atlántico Sul.
Essepaís há muito tempo reclamavaa possedessasilhas que se encontram
em poder da Inglaterra. Houve guerra entre os dois países,na qual os
argentinosforam vencidos e expulsos. No decorrer da guerra, todavia,
satélites artificiais dos EUA forneciam a posigáo das tropas e navios
argentinospara os ingleses.É o caso de se perguntar:qual a validade do
Tiar e da OEA?

Se algum paísdevetemerpor terrorismo(vindo de fora), sáo os EUA. Israel


e Inglaterra.Um dos motivospelo qual se pode rotular os atuaisgovernosda
América Latina (com duas excegdes)de vendidos é devido a óbvia
bajulagáoao paísianque.

Bush afirmou que a nova missáode seupaísé livrar o mundo do terrorismo


e que agora é o comego de uma gueffa do bem contra o mal. Arrogáncia,
98
preconceito e prepoténcia sáo algumas das palavras que surgem para
qualificar tais sentengas.Náo sáo, pois, igualmente atos terroristas os
bombardeios?Na verdade,a guerra serámal versus mal.

Do mesmo modo que nenhuma ideologia, religiáo e convicaáo política


justificam o sacrificio de milhares de inocentes,nenhum país possui esse
direito. Nada legitima uma agáo com tais conseqüéncias.Nem mesmo
retaliagáo.Olho nos EstadosUnidos!

O cidadáo de bem, como se diz, deve advogar a causa Palestina.Na


condigáode terceiro-mundistassomosvítimas também.o cidadáode bem
sabeque o que é ruim para os EUA é bom para nós. O cidadáode bem tem
que ser revoltado porque concordar com o sensocomum e acatata padróes
de comportamentoque nos sáo impostos, é ser co-participantedeste sistema
fétido. O cidadáo de bem rechaganotícias adulteradasfabricadasem série
para as massas,pois ele próprio busca as informagóese faz dedug6es
pessoais. Mas á grande mídia interessa o indivíduo acéfalo, bom
consumidor, bom leitor e ouvinte, afeito a notícias leves, simples e sem
muito contexto. Dessa maneira as normas sociais vigentes náo estaráo
ameagadas por um povo inculto, porém descontente.

Náo lamentaiso World Trade Center!


Sdo mil motivos...
Ndo choramospor ti, Estados Unidos! Sebemosque ndo precisam.

Grupo Granja 09/01

99
A CIA abre escritório no Rio de Janeiro
A agéncia de informagóes norte-americanaCIA acaba de inaugurar um
escritóriono Rio de Janeiro.A agénciaé tristementefamosapor patrocinar
atentadosterroristas em diversos países do mundo para desestabllizar
governosnáo-obedientesá politica dos EUA - leia-se submissáo.A CIA
patrocinousessóesde torturasa dissidentespolíticos - membrosda esquerda
- no Chile, Peru, Brasil, Argentina e em quasetodos os paísesdo nosso
continente.

No Golpe Militar de 1964a CIA desenvolveupapel importante,violando a


nossasoberania.

Desde os atentadosno World Trade Center e no Pentágonoa paranóia


americanacom segurangae informagáo chegou ao paroxismo. A vítima
agoraé a soberaniabrasileira- e com a anuénciade nossogoverno.A CIA
está abrindo um escritório oficial em Sáo Paulo, com dois agentese um
assistente.Náo é mais uma agáodissimulada,é a instalagáode um sistema
de espionageme investigagáoestrangeirodentro do país. FHC chegou a
ponto de "terceirizat",por meio de uma concessáoa uma naqáoestrangeira,
parle das taref-asde busca de informag6esem território nacional. Isto é o
cúmulo da subserviéncia.

"Se o mogo da CIA ganha escritório com placa na porta, o governo


brasileiro acabarátendo dificuldade para descobrironde é que ele manda.
Estará criada a Máe Joana's House", diz Elio Gaspari em sua coluna da
semanapassada.A embaixadaprometecompartilharcom a Polícia Federale
o Banco Central as informagóes que obtiver no país. É a derradeira
desmoralizagáo dos meios de investigagáobrasileiros,que agora dependem
da CIA para fazer investigagóes.E por que o governo aceita isso? A
respostade Elio Gaspari:"pura fraqueza".

Matériapublicadano JornalÁgua VerdeNov/2001, página9 .

100
NUNCA VAMOS RECONHECERISRAEL
Entrevista de Alfredo Junqueira do jornal O DIA com
HUSSEIN NABOULSI,
Publicadano dia 2811012001

Uma vida dedicada á guerra. Com apenas 16 anos, em


1983, o adolescentelibanés Hussein Naboulsi se filiou ao
Hezbollah. Criado no ano anterior, para combater a invasáo do
exército de Israel ao Sul do seu país, o grupo é consideradopor
americanos e israelensescomo uma das instituigóes terroristas
mais perigosasem atividade.Com a retiradadas tropas de Israel
do Líbano, em maio de 2000, o Hezbollah assumiu como
bandeirasa criagáode um estadopalestino e a expulsáode todos
aquelesque considerainvasoresdasterrasárabes.Hoje, jornalista
formado e com 34 anos,Naboulsi é o porta-voz do partido e em
entrevistaao DIA, por telefone,explicou os motivos de sua luta,
destacando:
"0 povo libanés considerasua a causapalestina.O que
está acontecendoé uma luta entre assassinose suasvítimas. Os
palestinossáomortos diariamente.Em outro país,como os EUA,
seria um escándalo mundial. Em relagáo ao Afeganistáo
considera uma agressáo dos ricos americanos ao miserável
Afbganistáo.Os EstadosUnidos queremdar uma respostamilitar
aos ataquesdo dia I I de setembro,mas deveriam fazé-lo contra
os responsáveis,náo contra a populagáoinocente.Náo existerin
provas contra quem cometeu essesataques.Tudo que o goverrlo
americanodiz é que Osama bin Laden é o suspeito,mas ndo
conseguiramqualquerevidéncia(sic).
"O governo americano quer usar a religiáo cristá para
justificar sua gueffa. Eles dizem:'olhem, cristáos,estamosnuma
gueffa contra os mugulmanos'.Isso ficou claro no discursode

l0l
Bush, quandodisseque estavainiciando uma cruzada'.Ele quis
transformara guerranum conflito entremugulmanose cristáos.
' "O Islá é a religiáoda vida.Náo professamos o Islá apenas
sob aspectospolíticos e militares.Depois da derrotaisraelense
para a resisténciaislámica no Sul do Líbano, houve uma
mudanga significativa no histórico conflito árabe-israelense.
Testemunhamos a primeira derrotade Israelem terrasárabes.Os
palestinosperceberamque tambémpodem conseguirlivrar suas
terras.Náo acredito que Israel, depois dessaderrota,vá lanqat
uma campanhamilitar contra Síria,Jordániaou Líbano
"A única maneira de se criar um novo estadopalestino
é fazendo com que todos os israelenses,que vieram de
diferentes partes do mundo, retornem para os países de
origem. Bntáo, todos os palestinos, sejam mugulmanos,
cristáos,ou mesmo judeus, váo poder decidir seu próprio
destino. O H.EZBOLLAH NUNCA - NUNCA - NUNCA VAI
RECONHBCER UM LEGÍTTVTO ESTADO ISRAELENSB
EM TERRAS PALESTINAS NEM SE O MUNDO
INTEIRO O FIZBSSE!
Os libaneses resolveram lutar por sua dignidade e
liberdadee expulsaramos invasoresisraelenses. Paísesterroristas
como os EUA, náo tem direito algum em classificar qualquer
entidade como terrorista. Fomos nós que ocupamosIsrael, ou
foram os israelenses,com o apoio dos americanos,que ocuparam
nossasterras?Nós lutamos contra os EUA ou sáo eles que nos
perseguem?Centenasdas nossas criangas foram mortas por
armas americanas só por estarem vivendo em territórios
ocupados.
Os EUA sáo os terroristasque matam gente inocente,que
apenasestá lutando por dignidadee independéncia.Quando se
analisao que os EUA ftzeramcom os outros paísesno decorrer
dos anos e de sua história, percebe-sequem sáo os verdadeiros

102
terroristas.Sáo eles que matam criangasiraquianase afegáse
jogarn bombas atómicassobre inocentescolno em Hiroshirna e
Nagasaki.Quem é o terrorista.O que mata milhóes de inocentes
ou quem se defendede um inirnigo invasor?
Náo rnandamoscriangaspa¡aa frentede batalha.Nenhuma
organizagáopode fazer isso. E uma acusagáoestúpida. No
entanto,se rapazesde 18 ou 19 anos nos procuram para fazer
treinamentomilitar, elespodernser preparados.
Nós diferenciamoso judaísmo do sionismo (rnovimento
nacionalista que defende a criagáo do estado de Israel).
Respeitarnosa religiáo. Náo tetnos nenhum problernacom ela.
Nossa guerra é contra os sionistas,que ocupam nossa terra e
lnatalnnossopovo. Estamosao lado dos oprimidose náo ao lado
dosassassinos-

t0i
EUA PRECISAM PARAR DE ALIMENTAR
TERRORISMO ISRA4LENSE
(UOL Mídia Global, 02/10/01)
ul4.shl
www.uol.com.br/times/nvbosto{r/ultü3
DERRICK Z. JACKSON, dos EUA
Em uma reagáo ao ataque contra os Estados unidos, EHUD SPRINSAK,
um famoso especialista israelense em terr¡fismo, que leciona na
Universidade Hebraica em Jerusalém,disse: "Vários de nós nos sentimos
vingado pelos atentados".
Ele disse que as fotografias da tragédia "sáo melhores do que
milhares de embaixadores tentando explicar como é perigoso o terror
islámico". SegundoSprinsak,"sob a ótica judalca' essefoi o maior ato de'
relag6espúblicas que já foirealu;ailo a nosso favor".
A declaragáo do israelense náo passa de uma manifestagáo de
prepoténcia e insoléncia de uma mente fechada. Sprinsak assume que os
ataques váo fazer com que Israel se transforme, em um passe mágico, no
mais inocentecordeirodo OrienteMédio.
Enquanto os Estadosunidos sacodemo mundo islámico em busca
de Osama bin Laden, o exército israelenseesperaque as relagóesconosco
náo fiquem abaladas.
Ao contrário do desejo manifestado por Sprinsak de que o ataque
o'a
trabalhe favor" de Israel, a tragédia deveria inspirar os EstadosUnidos a
cultivar um novo sentidode Justiga.Caso se desejeirradicar o terrorismo
do Oriente Médio, os Estados Unidos devem parar de alimentar a
espiral de violOncia por meio do seu equivocado apoio I Israel.
Washington precisa deixar de fnzer vistas grossaspara a utilizagáo de
armas norte-americanas pelas forgas armadas e policiais de Israel no
assassinatode palestinos.
A mídia fez wa grande propaganda das imagens de palestinos
festejando a destruigáo do World Trade Center (Divulgaram cenas de
festejos dos palestinos por ocasiáo da invasáo do Kuwait, por parte do
Iraque, de 1991, como sendo atuais... NA). Fotografias de palestinos
arTemassando pedrassáo uma imagem comum nos jornais americanos.Nos
lares dOs EStadoSUnidOs nomes como "Arafat", "Hamas" e "bin Laden"
estáo muito mais vinculados com a violéncia do Oriente Médio, do que
"Lockheed Martin", "Boing" e "Pratt & Whitney"-

104
E sempre uma tragédia quando um homem-bomba palestino mata
judeus. Mas se os norte-americanosrealmente quiserem entender porque
fomos os alvos das cat¿ístrofesde Nova York e Washington, náo podemos
ignorar o fato de que estamos ajudando a polícia e as forqas armadas
israelensesa matar uma média de mais trés palestinospara cada judeu
que tomba nos conflitos pelos territórios ocupados.
Neste último período de um ano de conflitos, a Associated Press
contabilizou 632 palestinos e 174 israelensesmortos. Os norte-americanos
náo podem mais ignorar o motivo pelo qual Israel está ganhandoo conflito.
Desde a II Guerra Mundial, e apesar dos altos e baixos em nosso
relacionamento, Israel tem sido o maior benefici¿írio de auxílio norte-
americano.Israel recebeude Washingfon algo entre US$ 8l bilhóes (R$ 229
bilhóes) segundo o Servigo de Pesquisasdo Congresso,e US$ 92 bilhÓes
(R$ 260 bilhóes) de acordo com o Washinglon Report on Middle East
Affairs, uma organizaqáode pesquisasdos EUA.
(Traduqdo de Danilo Fonseca)

105
OsTerrorismosPós-Modernos

Do artigo, com o título acima, de autoria do prof. Luiz RobertoLopez,


Diretor do Memorial do Rio Grande do Sul e prof. do EFCH/UFRGS,
publicado no jornal "Folha da História", de novembro de 2001, por referir-
se diretamenteaos acontecimentosde lll9l200l:

"O tecente terrorismo contra os EUA adquiriu uma gigantesca


repercussáomidiática. Claro: ocoffeu na vitrine dos que mandam no mundo;
mandam namidia que mandaos povos rezareme lamentaremo acontecido.
"Todavia, esseataque- paÍa o qual se clamou e clama represálias-
é ele próprio uma represália. As classes dominantes americanas, desde
muito e, agora, amparados na soberba caricata do governo Bush II,
ampliaram e ampliam o cinturáo de espoliagáoe imperialismo no mundo,
sob o disfarce da globalizagáo.A crise social se somam as crises de
identidade nacional. Os paísesislámicos tém uma tradigño de luta contra a
opressáoocidental. Esse potencial de luta dos povos iírabes é temido por
seus govemos conservadores.Entre essa multidáo de gente, será difícil
encontrarvoluntarios para o auto sacrificio de um combatenteque, debaixo
do verniz religioso, revela uma forma política de luta?
"Os governos americanostém sustentadopolíticas económicas que
tém aumentadoa favelizaEáodo planeta.Acaso isso náo é terrorismo? E tem
sustentado diferentes govemos israelenses (Begin, Netanyahu, Sharon),
cujas políticas sempre foram a de submeter e massacrar palestinos,
impedindo-lhes a formagáo de um Estado, exacerbando-lheso ánimo que
alimenta, a seu tumo, o terrorismo de seus grupos radicais. Desde os anos
40 que Israel massacra palestinos, num calculado genocídio, capaz de
envergonhar a alma dos mortos pela tortura nazista.O que poderia esperaro
poder americanoque alimentou tantos terrorismos de Israel ou a ditaduras
militares latino-americanas,do Vietná do Sul, da Indonésia e Filipinas?
Ademais, quanto terrorismo terá havido em recentesintervengóesmilitares
americanas, apregoadamente "humanitárias", como em Kosovo e
Iugoslávia?Até quandoisso tudo ftcaria impune?
"O ato de terrorismo,acorrido em 1l de setembro,foi, talvez, um
gesto que juntou desesperados do mundo islámico com uma extrema direita
americana, avessa á globalizagáo,em uma visáo reacionáriae paroquialista
e que foi capazde detonar um prédio em Oklahoma. Entretanto, náo será

106
certamentenenhum terrorismo - que acabou fortalecendo a imagem de um
Presidente medíocre que realmente solucionará os problemas
intensificados pelo regime do pensamentotínico, que forjou uma imprensa
para produzir no imaginario social, uma visño unidimensional dos
acontecimentos.

"Na era do show, do espetáculo,do narcisismo, do individualismo


competitivo desenfreadodesseCapitalismo sem controle, uma bomba caiu
em pleno palco e abriram-se fissuras no sentimento da imunidade e
impunibilidade. Pode até incentivar outros terroristas. O certo é que, uma
vez mais, somos levados a refletir sobre outro terror - o terror sem
manchetes das vítimas anónimas, esmagadas pelos interesses ou
indiferengasdas grandesfortunas e seupoder arrogante".

t07
NO DOSOUTROSE REFRESCO,
MAS NO PROPRTO,
ARDE
Este é o principal título do jornal 'HORA DO POVO'No 1995,de
l8l9l200l referindo-se aos acontecimentosdo dia 11. Nos sub-títulos
encontram-se:
*EUA MATARAM 3 MILHÓNS UN CryÍS NA CORÉIA,
I MILHÁO NO VTETNAM, 150.000NO IRAQUE
10 MIL NA IUGOSLÁVIA."
"Agora os srs.lacaios tzhez possam fazer uma pequena idéia do que
doeu nos outrostt
"Estado ianque é o centro mundial do terrorismot'

"Após cometerem,só no último meio século,assassinatos


de milhóes
de civis bombardeandopovos de outros países,invadindo, bloqueando,
promovendo golpes de Estado e banhos de sangue contra nagóes que
lutavam por sua soberaniae liberdade,os EUA experimentaramnos últimos
dias uma pequenadose do que tém praticado, com o Centro Financeiro de
Nova York e o Pentágonoem escombros".

"Americanos cevaramuma fornida súcia de lacaios na imprensa dita


obrasileira' ": - Essesvomitivos puxa-sacossem identidade própria, muito
menos nacional,e que por isso mesmo vivem se esfregandoernbasbacados
nos americanos, tratam o velhaco Baby Bush e outros capos do Estado
ianque, como se eles nño fossem os principais responsáveispor essas
desgragas que sofremos cidadáosde seupaís,e estivessemem condigdesde
combater qualquer terrorismo, do qual sáo exatamente os principais
fomentadores e organizadores;como se os EUA fossem vítima. e náo os
piorescarniceirosque a Humanidadeconhece,como se o estadoianquenáo
fosse o maior e pior aparelho terrorista que existe no mundo, e sim
cavaleirosandantesem luta pelapaz e pelajustiga.
"Quando os brasileiros forem donos do Brasil, vamos ter que
desinfetaressesantroscom creolina,sodacáusticae ácidomuriático".

Deste importantejornal, em defesada verdade,que certamentenáo


participa das gordasverbasde propagandadas grandesmultinacionais, e que
teve a coragemde atacarde frente o terrorista estadonorte-americano,ainda

108
destacoesclarecedoraCARTA Do LEITOR, de autoria do Sr. Joáo Carlos
Macluf, de SáoPaulo- SP:

EUA _ UMA REVANCHE AIIUNCIN)A

"Esta sem dúvida foi uma tragédiaanunciada-claro que chocou pela


dimensáo, mas era perfeitamente previsível. Sem nenhuma cerimónia os
americanos atacam qualquer país, por conta de uma agáo preventiva ou
corretiva, que eles mesmos decidem ser certa ou errada. Se olharmos a
história, veremosque os autoresdesseatentadopoderiam serjaponesesp¿ua
vingar Hiroshima e Nagasaki (quanto vi os edifícios ruindo foi a primeira
lembrangaque me veio á mente), poderiam ser vietnamitas, líbios vingando
o assassinatoda filha de Kadafi, poderiam ser iraquianos por tudo que
vemos diariamente,sírios ou lib.anesespela coberturaque os americanosdáo
a Israel, poderiam ser cubanospela indefensávelperseguigáoao seu povo.
enfim, poderia ser qualquer ser humano pelas interveng6esamericanasno
mundo.
"Mas, particularmente, teriam razáo para agir assim os palestinos
que foram expulsos de suasterras e vivem há mais de 50 anos em campos
de refugiados, sem uma pátria, sem esperangas,sem direito de sonhar com
um futuro. Trés geragdesse perderamnestetempo. Sáo milhdes de pessoas
desesperadas por uma solugáo.Quandoum palestino se suicida levando com
ele dezenasde inocentes,que farvez nem conheg¿rmseu drama, quem tem
que se envergonhar náo sáo os palestinos, mas o mundo que criou no
oriente Médio um estado imperialista, discriminador, racista e desumano
que é sustentadopor seu cáo de guardaamericano-
"Pensem: o acontecidonos EUA é terrível... mas o que acontecehá
mais de 50 anoscom o povo palestino?É menospior? Náo... é imensamente
pior. Quando um país sustentaoutro, militar e economicamente,tem que
assumir os riscos de sua política. Um país que arrogantementeabandona
Conferéncias(Durban, e outras anteriores) porque náo estáo concordando
com seuspontos de vista, que contribui com 40Yodo poluigáo mundial, náo
liga para isto e desprezaKioto, que simplesmentevé o mundo com a visáo
dos poderosos,tem que imaginar que um dia terá que pagar por isto. Minha
solidariedade ás vítimas, mas cobrem este acontecimento principalmente
destegoverno grotescoque comandaa maior nagáodo mundo".

r09
DE*CARTASDO LEITOR'DOJORNALHORADO
POVODE 18/09lOL

De Paulo Matos, publicado sob o título "Bumerangueacertou os EUA":


"Os E,stadosUnidos foram vítimas do bumerangueque lanqaram
com dezenasde agóesde terrorismo de estado em décadas.crimes que
praticaramcontraa vida do planeta- um métodopelo qual agoraprotestam.
Com que direitos, depois de matarem sem trégua globalmente,com as
poderosasarmas que criam e exportam avidamenteestes mercadoresda
morte? Os EUA defendem uma democracia que náo tem, patrocinando
golpesmilitarese ditadurasem todo planeta,agora"governosdemocráticos"
que exploram Seupovo. A "eleigáo" de Bush desmascaroua farsa do voto
populaf da sua "demogracia"de fancaria,com cartase votos marcados,em
um país que náo conquistousequerpara seu povo o título de eleitor. Um
paísque plantaventos,colhetempestades."

De Nádia L. Andreotti, sob o título o "Boing virou cipó de aroeira":


"Depois de tantos milh6es de inocentesmorlos por suas bombase
mísseis nos mais variados quadrantesdo mundo, é ridículo os Estados
Unidos queleremnossaslágrimaspor terem recebidouma ligáo, sentidona
pele as conseqüénciasde sua política terorista de Estado. O Boing foi
transformado em cipó de aroeira, voltando no lombo de quem mandou
dar...".

De Márcio Lins Barbosa,sotro título "Império Ianque em ruínas:


,.Cadéo inatingívelPentágono,as gigantestorres de Wall Streete a
pujangaeconómica?O que há é um império em ruínas."

DO ESCRITOR E JORNALISTA JUREMIR MACHADO DA SILVA'


do seuartigo "Na Contramáo de Kandahar", do Correio do Povo
,16112107:
"O mundo pós-WTC piorou porque os EUA autorizaram a
destruigáoda AutoridadePalestinapelo terrorismoisraelense.Em lugar de
um EstadoPalestino"o que se vé é a transformagáode YasserArafat, pelo
criminosode guerraAriel Sharon,em um Bin Ladenpalestino,a ser caqado,
esmagadoe eliminado.Enquantoos especialistas se perguntamquem seráo
próximo alvo -Iraque?Somália?-a realidadejá o definiu: os palestinos.

il0
"Israel é um Estado imperialista e terrorista que pareceter esquecido
a própria história de sofrime¡to, pois náo demonstra o menor respeito ou
piedade pela história e pelo sofrimento dos outros. Tudo isso com o apoio
incondicional dos Estados Unidos e o co{po mole da Uniáo Européia. Ao
contrário do que afirma o discurso conservador,a negociagáonáo comegará
com o frm da Intifada. O bom sensoindica que a Intifada terminaní com a
instauragáodo Estadopalestino."

VIA INTERNET:
Os Estados Sionistas da América, antiga USA, realmenteainda náo
entenderamo que está acontecendona sua própria casa e no mundo, pois,
vetaram ,no dia l5/l2l0l, outra Resolugáodo Conselho de Segurangada
ONU com referéncia ao Oriente Médio, que condenava"todos os atos de
terror", como o uso excessivo da forga no conflito entre israelensese
palestinos.
Vejam o motivo que o embaixadoramericano(?) na ONU'encontrou
para vetar a Resolugáo:"a mesma náo teria mencionadoos recentesatos de
terror contra os israelensesou seusdirigentes"... a expressáo'todos os atos
de terror" era muito vaga... - enquanto isso a matanga de palestinos
continua!

ill
Qualfoi o papelde Israel no ataqueao WTC?
O jornal WashingtonTimes divulgou uma história em 10 de setembrode
2001 sobreum estudode 68 páginaspublicadopelo U.S Army School for
AdvancedMilitary Studies(SAMS) (Escolado Exército para EstudosMili-
taresAvangadosdos EstadosUnidos).O estudo.langadopela escolade elite
do Exército, detalhou os perigos de uma possível forga ocupacional do
Exército dos EstadosUnidos no OrienteMédio. Aqui estáo comentárioso-
bre a visáo do estudosobreo Mossadisraelense:

Sobre o Mossad,o servigode inteligénciaisraelense,os oficiais do SAMS


dizem: "Cartaperigosa.Implacávele traigoeiro.Tem capacidadede atingir
forgas dos EstadosUnidos e fazer parecercomo se fosse um ato palesti-
no/árabe."

Ironicamente,dentrode 24 horasdepoisda publicagáoda história, o World


Trade Center e o Pentágonoforam atacados.Poderia ser o "implacável e
traigoeiro Mossad", como os oficiais do Exército dos Estados Unidos
descreveram,ocultamenteestarpor trás do ataque?

O Mossad é a mais implacável e cruel organizaqáoterrorista no mundo in-


teiro. É tambéma maior e mais sofisticadaorganizagáo de inteligéncia.Ne-
nhumaoutra nagáochega perto de sua amplitudee poder no Oriente Médio.
Ele se orgulha de se infiltrar em cada organizagáopalestinae árabede porte
no mundo.

Sabendodessesfatos. pode restarpouca dúvida de que o Mossad tenha


penetradoprofundamenteem uma dasmais antigas,maiorese consideradaa
mais perigosa organizagáoterrorista árabe no mundo; a al-Qaida de Bin
Laden.

Mais ainda,o FBI e a CIA claramentetém declaradoque o ataqueao WTC


e ao Pentágonofoi uma grandeoperagáoencobertausando uma rede inter-
sobretrés
nacionalde no mínimo uma centenade terroristas.espalhando-se
continentes.

Podeliam os agentesdo Mossad na al-Qaidaassim como o resto da vasta

tt2
rede de infiltrantes e informantes do Mossad desconhecersobre a operagáo
terrorista árabe mais extensa e ambiciosa da história?
Claro, é extremamentedifícil provar o papel preciso de uma organizaqáo
estrangeira e secreta de inteligéncia, tal como o Mossad, num ato
terrorista; eles náo se vangloriam de seus feitos na internet. Mas
evidéncias poderosas estáo acumulando-sede que os israelensestinham
conhecimentoprévio do ataquede I I de setembronos EstadosUnidos. E, se
de fato, eles tinham conhecimento antecipado desses atos assassinosde
terrorismo - e entáo tiveram a mentalidadee o sangue-friode náo avisar os
Estados Unidos porque eles viam um horrível massacrede milhares de
norte-americanoscomo sendo bom para Israel - conclui-se que eles náo
sentiriam nenhuma restrigáo em de fato instigar e ocultamente ajudar esse
plano terrorista através de seus próprios agentesprovocadores.Vamos dar
uma olhada nas fortes evid€ncias indicando que o Mossad tinha conheci-
mento prévio do ataquede 1l de setembro.

Evidéncia de traigño do Mossad no ataque ao WTC

No dia seguinteao ataqueao World Trade Center, o JerusalemPost, o mais


famoso e respeitadojomal israelenseno mundo, relatou que 4000 israelen-
ses estavamdesaparecidosno ataqueao WTC. Mesmo sem ver o artigo no
Jerusalem Post, ap€naspela lógica bastariapara nos dizer que haveria cen-
tenas. se náo milhares de israelensesno World Trade Center no momento
dos ataques.O envolvimento judaico internacional com bancos e finangasé
legendiário.Por exemplo, duas das mais ricas firmas em Nova York sáo
Goldman-SachseaSolomon Brothers: e ambasas firmas tem escritérios nas
torres gémeas.
Muitos executivos nessas firmas regularmente viajam para Israel. Nova
York é o centro do poder judaico financeiro mundial, e o World Trade Cen-
Ter é seu epicentro. Poderia-senaturalmenteesperarque o número de mor-
tes israelensesfosse catastrófico. O JerusalémPost certamentepensou isso
em 12 de setembrode 2001.Aqui estáo comegodo artigo:

Milhares de israelensesdesaparecidosperto do WTC e PentágonoO Minis-


tro do Exterior em Jerusalém até agora já recebeu os nomes de 4000 is-
raelensesque se acreditam terem estadonas áreasdo World Trade Center e
do Pentágonono momento do ataque.(A manchetee a primeira sentengado
artigo do JerusalémPost)

u3
Quando George Bush fez seu discursono Congresso,ficou claro que ele
cometeu um erro significante além do erro de dizer que os atacantesao
WTC ftzeram esseato porque eles "odiavam a liberdade".Bush fez uma
notagáoao dizer que somadosaos milhares de noúe-americanos,130 is-
raelensestinham morrido no WTC. A implicagáoera dizer que Israel par-
tilhava de nosso sofrimento,e que nós e Israel estamosnessacoisajuntos.
Depoisde ouvir o númerode 130 mortos israelenses, essenúmero me pare-
ceu suspeitamente baixo pra mim. Se 4000 israelensesestavamno WTC e
se a contagemde mortos do WTC era de cerca de 4500 (cerca de 10 por
cento das 45000 pessoasque costumamestar normalmentenos edifícios
naquelemomento),o número israelensedeveria ser estatisticamente cerca
de 400.e náo 130.

Como um lugar para realizar negócios e de trabalho, o World Trade Center


náo era um local de baixos saláriosou um lugar do tipo MacDonalds; era
um local com altos salários,alta tecnologia,empregosde alto nível e posi-
gdes executivasprimariamentecom finangasinternacionais,bancos e co-
mércio de agóes.Eu me perguntei como poderiam apenashaver 130 is-
raelensesmortos,quandohouveuma estimativade 199 mortos da ColÓmbia
e 428 das Filipinas?

Em artigosanterioresnos quaiseu escrevisobreo teffor de 11 de setembro,


eu náo fiz alusáoa essassuspeitas,porqueeu sempreme orgulhei de jamais
escreveralgo que eu náo pudessefirmementesubstanciar.Mas enquantoeu
pesquisavapara esseartigo sobre o terror israelensecontra a Palestinae
os EstadosUnidos, eu descobrio fato mais chocanteque eujamais me depa-
rei em todos os meus anos de pesquisae escrita.Eu descobrium simples
fato que tem enormesramificagóesa respeito do terror do ataque de setem-
hro.

Procurando entre centenasde artigos, tentando encontrar uma pista para o


verdadeiro número de israelensesmortos. eu achei um artigo do New York
Times que esclareceuo número preciso de Israelensesque morreram no
ataqueao World Trade Center.Ficou claro que dos 130 israelensesque o
presidenteBush tinha dito que haviam morrido no World Trade Center, 129
delesainda estavamvivos. Somenteum israelensetinha realmentemorrido.

tt4
Eu estavaincrédulo. "Meu Deus", eu disse para mim mesmo, "um só is-
raelense!"

Mas na sexta, Alon Pinkas, o consul geral de Israel aqui, disse que as
listas de desaparecidosincluiam relatos de pessoas que tinham sido
incluídas porque, por exemplo, parentesem Nova York náo tinham ainda
retornado suas ligagóes de Israel. Haviam, de fato, somentetrés israelenses
que estavamconfirmados como mortos: dois nos avióes e um outro que es-
tava visitando as tones por causade negóciose tinha sido identificado e
enterrado.(I.{ewYork Times, 22 de setembrode 2001)

O número muito baixo de 130 sugeriaque muitos israelensesno World Tra-


de Center tinham sido avisadosantesdo ataque.Quando eu descobri a ver-
dade de que somente um israelensehavia morrido, náo restou dúvida ne-
nhuma de que houve um alerta antecipadopara muitos israelenses.Ter so-
mente uma morle israelenseentre 4500 mortos no WTC é simplesmente
uma impossibilidadeestatística.Até mesmo se o Ministro do Exterior Is-
raelensee o JerusalemPost tivessem erado grandementeao superestimaro
número de israelensesno World Trade Center, ao dizer 3000 (400 por cen-
to),ainda deveriam haver no mínimo 1000 israelenseslá no momento do
ataque. Novamente, mesmo se somente algumas centenas de israelenses
estivessempresentesno momento do ataque,somenteuma morte israelense
seria um absurdo estatístico.Ou I ldesetembrotinha sido um grande feriado
judaico. ou muitos cidadáos israelensestiveram algum alerta antecipado
sobreo ataqueiminente.

Alerta antecipado aos israelenses

A segundacoisa que eu pesquisei foi verif,rcarse haviam quaisquer alertas


confirmados aos israelensesanteriormente aos ataques. Eu rapidamente
achei um artigo em Newsbytes,um servigo de notícias do Washinglon Post,
intitulado "Mensagens instantáneasá Israel alertaram sobre o ataque ao
WTC". O jornal israelenseHa'aretz, também confirmou os alertas prece-
dentespara Israel e confirmou que o FBI estavainvestigandoos alertas.Os
artigos detalharamque uma firma israelensede envio de mensagens,a Odi-
go. colx escritórios tanto no World Trade Center quanto em Israel, recebeu
Lrmcerto número de alertasapenasduashoras antesdo ataque.

ll5
Mensagens instantáneaspata Israel alertaram sobre o ataque ao WTC
Funcionários na firma de mensagensiristantaneasOdigo confirmaram hoje
que dois empregadosreceberam mensagensde texto alertando sobre um
ataqueao World Trade Center duashoras antesde os terroristasespatifarem
os avides nos destaquesturísticos de Nova York.

Mas Alex Diamandis, vice presidentede vendase marketing, confirmou que


os funcionários do escritório de pesquisa, desenvolvimento e vendas
internacionaisda Odigo em Israel receberamum alerta de outro usuário do
Odigo aproximadamenteduas horas antes do primeiro ataque. (Do News-
bytes do Washington Post)

Entáo agora nós temos poderosas e convincentes evidencias de fontes


impecáveis que Israel tinha conhecimentoprévio do ataque.Primeiro, sem
um alerta prévio, náo poderia ter nenhumavítima israelenseno World Trade
Center. Segundo, há uma clara confirmagáo de que uma companhia com
escritórios tanto em Israel quanto no WTC recebeu alertas imediatamente
antesdo ataque.

Quem teria alertado os israelensesdo ataque iminente, se náo o Mossad


israelense?O fato de que o govemo de Israel tinha conhecimentoprévio do
ataque iminente e alertou vítimas potenciais israelenses,mas deliberada-
mente deixou milhares de norte-americanosmorrerem - faz dos israelenses
táo responsáveispela carnificina quanto os atacantesárabesdo WTC.

O que é bom para Israel é ruim para os EstadosUnidos

Vocé pode estar certo de que a alegriajorrou nos corag6es de todos os


terroristas israelensesquando eles testemunharama nuvem de fumaga su-
bindo das torres gémeas.O FBI.até mesmo prendeu cinco israelensesnum
telhado próximo ás torres gémeas,filmando e comemorandotodo o evento.
Eles sabiamque a resisténcianorte-americanaemundial ao supremacismoe
terrorismo de Israel evaporariamjunto com o colapso das torres do World
Trade Center. Talvez a declaragáomais direta e clara foi quando um repór-
ter do NY Times questionou o ex-primeiro ministro israelenseBenjamin

ll6
Netanyahu.um homem táo radical quanto Ariel Sharon.Aqui estáoas pala-
vras do entusiasmadoex-primeiro ministro:

Questionadohoje a noite sobre o que o alaque significaria para as relagóes


entre os Estados Unidos e Israel. Benjamin Netanyahu, o ex-primeiro mi-
nistro respondeu,"É muito bom". Entáo ele se remendou:"Bem, náo muito
bom. mas irá gerar simpatia imediata".

O ataqueao World Trade Center foi obviamentemuito bom para Israel; de


fato. Israel foi a única nagáo que se beneficiou com isso. O histórico de
mais de meio século de incansávelterrorismo de Israel ficou completamente
apagadoem comparagáocom o honor e a magnitude visual desseespetacu-
lar ataque terrorista. Quando a mídia judaicamente dominada norte-
americanarepetidamentemostrou alguns poucos e muito sofridos palestinos
celebrando os ataques, os palestinos se tornaram injustamente retratados
como estandopor trás do terror do World Trade Center, ainda que todas as
organizagóespalestinas condenaramo ataque, e nenhuma único palestino
sequerteve algum envolvimento provado.

E claro, foi os EstadosUnidos que sofreram a maior parte, com quase5000


mortos, uma economia ferida e as piores restrigóes contra as liberdades
Constitucionais na história norte-americana.O Caso Lavon, o ataque ao
Liberty, a espionagem de Jonathan Pollard, e a morte de 5000
norte-americanosem I I de setembro - tudo isso foi bom para Israel, mas
terrivelmenteruim para os EstadosUnidos.

Quando os EstadosUnidos irá finalmente entenderque o que é bom para o


estadoterrorista de Israel é destrutivo e até mortal para os Estados Unidos
da América?

Quandonós teremoso brio e a coragemdar um bastaaos agentesisraelenses


e aos traidores norte-americanosque tém orquestrado cinqüenta anos de
apoio ao terrorismo israelensee cinqüenta anos de traigáo contra nossopró-
prio país?

Minha vida é dedicada a um EstadosUnidos livre, seguro e soberano,um


EstadosUnidos dedicadoao nossopróprio povo e nossosprópriosinteres

tt7
ses;náo os propósitoscriminososde uma nagáoestrangeirae terrorista.

perseguir
Qualquerque seja o custo pessoalpara mim, eu irei continuaf a
essecaminho.

Eu convoco-lhepara Sejuntar a mim nessecaminho.Eu pegopara que náo


troque suasegurangapelo custode sualiberdadee suahonra'

Partilhe corajosamentedas informaqóesdeste arligo com outros norte-


americanose com Orestodo mundo.Deixe-nos dizet averdadesobrea pior
nagáoterroristada Terra: Israel.Ao fazerisso,vocé estaráajudandoa salvar
náo somenteas vidas do povo palestino,mas as vidas e liberdadedo povo
norle-americanotambém.

David Duke
Ex-candidato a presidéncia dos EUA
Stateof Louisiana.United
Former Member of the House of Representatives
States of America

www.davidduke.com

t18
DIGA A VERDADE SHIMON (Peres):

Ao longo dos 24 anosem que nos conhecemos,quatrodos quaiseu passei


trabalhandocomo seu auxiliar, estaé a terceira vez que lhe escrevouma
carta aberta.Em 1989,quandovocé era Ministro da Economia no governo
Shamir e a primeira intifada estavaem fiiria, utllizei estaspáginaspara
escrever"(Jma cartaa um ex-patráo". Naquela época,eu lhe disseque "pela
primeira vez em sua vida, nada lhe restavaa perder - exceto a perspectivade
sumir no ar rarefeito". Isso foi depois que vocé guardou siléncio face á
condutadas IDFs - Forgasde Defesa Israelenses- com relagáoá intifada,
face á continuagáoda ocupagáoe a recusaobstinadade Israel em reconhecer
a OLP como o representantedos palestinos.Naquela ocasiáo,eu acreditava
que vocé pensavade modo diferente de Yitzhak Shamir e de Yitzhak Rabin
(conhecidoá épocacomo "o quebra-ossos"),mas que vocé apenasnáo tinha
coragemsuficiente para se manifestar.
Onze anosmais tarde, em 2000, escrevi-lheuma outra carta aberta.Isso foi
depoisde Oslo e do assassinatode Rabin, e depois que vocé tinha perdido
outra eleigáo- dessavez, parao cargo de presidente.Na época,eu disse:
"Muitos israelenseso véem agoracomo urna pessoadiferente. Paraeles,
vocé representaa esperangade alguma coisa diferente". E agora,quandolhe
escrevooutra vez, tenho de lhe dizer: vocé náo representamais a esperanga
de nada.
O governo do qual vocé é um dos membrosproeminentes,o Ministro das
RelagóesExteriores,náo é mais um governo de último recursona nossa
história de govemos de último recurso;essegovemo é um governo do crime.
E cumplicidadenessecrime é uma outra história. Náo é mais possível
absolvé-lo,dar-lhe crédito por Oslo, compreenderque seucoragáodói pelo
que estáacontecendo,e saberque vocé pode até estarardendode ira pelo
que estáacontecendoe recusando-seafalar claramente,gritar e, mais do que
tudo, agir, apenaspor razóestáticasque vocé compreendemelhor do que
nlnguem.
Náo, seu siléncio e sua falta de agáonáo podem mais serjustificados por
nenhumadesculpa.Shimon, vocé é um cúmplice no crime. O fato de que
vocé possacompreenderisso no seu íntimo e, de tempos em tempos até
mesmoproferir algumasdébeispalavrasde condenagáo;o fato de que vocé
náo é primeiro-minisho e que a América estádando carta brancanesteexato
momento; o fato de que a maioria do povo pensade modo diferente e de que

il9
renunciare "sair á cagade um jomalista doHa'aretz", como voc0 diz, seria
um despropósito- todasessasdesculpasnáo fazemnenhumadiferenga.Vocé
continuaa servir a um governocom sanguenasmáos,cuja máo estendida
estáaindaocupadaem matare encarcerare em humilhar,e vocé é um
cúmplicede todosessesatos.Do mesmomodo que o ministro das Relagóes
Exteriorestalibá é uma partedo regimetalibá,vocé é uma partedo regime
Sharon.Suaresponsabilidade náo é muito menordo que a do primeiro-
ministro.E igual á do ministroda Defesae do chefedo Estado-Maior,cujas
agóesvocé critica asperamente em discuss6es privadas.Sempresomentenas
discussóesprivadas.
Vocé diz que ouviu falar no assassinatode Raed Karmi, depois de trés
semanasde tréguapalestina,no rádio.De suaperspectiva,isso é suficiente
para isentá-lo de responsabilidadepelo ato e mesmo de ter de se expressarde
modo crítico sobreisso.Enquantoas IDFs reocupavamTul Karem,vocé
estavacom Bill Clinton. Quandoperguntadosobreo assunto,vocé
muñnurava algo incoerente.Após as demoligóesde casasem Rafah, vocé
mordeuo lábio e mantevesiléncio.Poder-se-iaafirmar que a explosáoda
estagáode rádio náo foi também suatagade chá. Mas vocé carregaa terrível
responsabilidade por todasessascoisas,por todasessasagóesque náo
podem ser definidas como algo diferentedos crimes de guerra.
Perguntea seu cunhado,prof. Rafi Walden,o cirurgiáo-chefedo Centro
Médico Sheba,que algumasvezesviaja aosterritórios.comovoluntáriocom
os MédicospelosDireitos Humanos,e ele lhe dirá do que vocé é cúmplice.
Ele lhe dirá sobreas mulheresem trabalho de parto - náo uma ou duas,náo
apenasa excegáorara - que náo podem chegarao hospital devido á
crueldadedo exércitoisraelense(lDFs) do qual vocé um dia tanto se
orgulhou- e cujos bebésmorremlogo depoisque elasos dño á luz. Ele lhe
falará sobreos pacientescom cáncerimpedidosde chegará Jordániapara
tratamento.Náo, elesnáo podem sequerchegará Jordánia- por "razóesde
seguranga".
Ele lhe falará sobreos hospitaisem Belém que foram bombardeadospelo
exércitode Israel.Ele lhe falaú sobreos médicose enfermeirosque dormem
no hospital porque náo podem ir para casa.Ele lhe falará sobreos pacientes
que necessitamde hemodiálisee que sáoforgadosa passarhoras
acotoveladosenquantopercorremrotastemporariastrés vezespor semanana
buscadesesperada de alcangaras máquinasdasquaisdependemsuasvidas.
Ele lhe falarásobreos pacientesaosquaissáonegadostratamentomédico
crucial por causado fechamento,e sobreas ambulánciasimpedidasde passar
nos postosde controle.mesmoquandotransportampassageiros e¡n estado

120
crítico de saúde.Ele lhe falará sobreas pessoÍrsque morrerÍrmnos postosde
controle e sobre aquelasque morreram em casaporquenáo ousaramse
aproximar dos postosde controle - os quais agora sáoformados por tanques
ameagadoresno meio da estrada,ou montes de blocos de areia e cimento que
náo podem ser removidos- mesmo por alguém á beira da morte.
Vocé aprisionou todo um povo durantemais de um ano com um grau de
crueldadesem precedentena história da ocupagáoisraelense.Seu governo
estápisoteandotrés milhóes de pessoas,deixando-assem a imagem de uma
vida normal. Náo podem ir ao mercado.náo podem ir ao trabalho, nem á
escola,nem visitar um tio doente.Nada. Náo podem ir a parte alguma nem
voltar de parte alguma.Nem de dia nem de noite. O perigo ronda em toda a
pafie, e em toda parte há um outro posto de controle asfixiando a vida.
Uma nagáointeira já estendeuparcialmentesua máo em paz, náo menos do
que nós o fizemos - voc6 sabedisso bem. Ela já teve suacota de sofrimento,
desdea Nakba ("Catástrofe") em 1948,passandopelaocupagáoem 1967e o
sítio de 2002, e quer exatamenteas mesmascoisasque os israelensesquerem
para si mesmos- um pouco de tranqüilidade e paz, um pouco de segurangae
uma gota de orgulho nacional.Paraum homem, todo essepovo agora se
levantatoda manhápara um abismo crescentede desespero,desempregoe
privagóes- agora,com tanquesestacionadosno fim da ru4 também.
Vocé foi sempreperdoadopor essascoisas- mas agoranáo dá mais. Alguém
que é cúmplice num governo que sabotadeliberadamentetodo esforgo
palestino para conseguira tranqüilidade,que abertamentehumilha seus
líderes,para quem a vingangaé a única forqa motivadora,que cinicamente
explora a cegueirae a estupidezdo mundo pós I I de setembropara agir a seu
bel prazer- náo pode mais ser perdoado.Na verdade,vocé náo concorda
com tudo o que essegoverno quer fazer,mas o que isso importa? Vocé est¿á
dentro - vocé é uma pegaimportantedisso, como em qualqueroutro crime.
Algumas vezeseu o vejo respondendoa perguntade um repórter sobreo ato
desprezívelmais recentedo seugoverno. A expressñoem suÍIface (e eu
estou bastantefamiliarizado com suasexpressóes,depoisde todos esses
anos) sugeredesconforto,náusea,até. E aí vocé dá uma de suasrespostas
evasivas,carregadasde sugestóes,e náo suficientementediretas.Vocé
murmura algo e tenta desembaragar-se por meio de um trocadilho
desajeitado.Como o que aconteceuestasemanaquandovocé estavaperto de
Clinton e foi perguntadosobrea ocupaqáode Tul Karem e vocé náo disse
nada- e apenasesperouque a perguntapassassepara ser deixado só de
forma que pudessevoltar a falar sobrepaz e o futuro.
Quandoperguntadosobreos assassinatos,
as demoligóes,a humilhagáode
l2l
Arafat e seu confinamentoescandaloso,a destruigáodo aeroportoDahaniya
ou o fcstival da exibigáode munig6esem Eilat, vocé franze o cenho e dá
uma meia resposta.Mas isso náo é mais suficiente.
O tempo agoraé para respostadireta, honestae verdadeira- ou nada.O
momento agoraé de dizer que a ocupagáode Tul Karem foi uma agáotola,
que o assassinatode RaedKarmi foi planejadopara reacendera violéncia e
que a destruigáodas casasem Rafah foi um crime de guerra- ou ser Ariel
Sharon.Este náo é o tempo para sutileza, parasignificados ocultos, para
críticas veladase privadas- porque, aqui do lado de fora, um desastre
terrível estáa caminho,e um grandee forte vento estásoprandoe
devastandotudo.
Possolhe dar um exemplo?Há poucosdias, vocé foi citado com a frase (no
privado, outra vez) de que era dificil para vocé criticar as a96esdo governo
quandoos EstadosUnidos náo o faziam. Que espéciede desculpapatéticaé
essa?O fato de que existe uma administragáopredatórianos EstadosUnidos
e que náo existe nenhumaforga que se lhe oponhano mundo, e que age
como bem quer e deixa Israel fazer o que quer. O que isso tem a ver com
suasposigóesbaseadasem princípios? O que isso tem a ver com o bem de
Israel?O que issotem a ver com os valoresbásicosdajustiga e da
moralidade?
Talvez vocé precisassede apenasum dia de férias, o que vocé desfrutatáo
raramente,para visitar os territórios ocupados.Vocéalgum dia realmenteviu
o posto de controle de Qalandiyah,pelo menosuma vez? Vocé viu o que
acontecelá? Vocé achaque pode fazer seutrabalho sem ver o posto de
controle de Qalandiyah?Vocé entendeque é responsávelpelo que estáse
passandolá? Vocé entendeque qualquerministro das RelagóesExterioresde
um estadoque instala essespostosde controle tem responsabilidadepela
existénciadeles?
Assim, vocé deveria ir á aldeia de Yamoune encontrarHeira Abu Hassane
Amiya Zakin, que perderamseushlhos há trés semanasquando soldadosdo
exército de Israel náo deixaram seusc¿lrroscruzaremo posto de controle,
enquantoelas estavamem trabalho de parto e sangrando.Ouga as histórias
terríveis delas.E o que vocé lhes dirá? Que lamenta?Que isso náo deveria
ter acontecido?Que isso é parte da guerracontra o terrorismo?Que isso é
chocante?Que talvez a culpa seja de Shaul Mofaz (Chefe do Estado-Maior)
e náo sua?O porta-vozdo exércitode Israel nem sequerexpressoupesarpor
essesdois exemplos,paranáo mencionarqualquerinvestigaqáocriminal. Ele
apenasconfirmouque um ocoffeu e que "náo sabia"do outro.

t22
É igualmente importante,o que vocé dirá sobrenossossoldadosque se
comportam dessemodo? Isso é por causada seguranganacional?Os
palestinosé que sáo os culpados?Ou seráArafat? A verdade,Shimon, é que
a
vocé tem responsabilidade pelasmortesdaquelesdois bebés.Porquevocé
{ guardou siléncio. Porquevocé participa dessegoverno.
Estessáo temposterríveis. Mas o pior ainda estápor vir. O ciclo de violéncia
¿ e ódio está longe de ter atingido seupico. Todasas injustigase todo mal
cometido contra os palestinosexplodiráo um dia nas nossasfaces.Um povo
que é humilhado dessaforma durante anos explodirá um dia numa furia
terrível, ainda pior do que o que vemos agora.E nessemeio tempo temos os
soldadosindo para a estagáode rádio, langandoexplosivos e explodindo o
lugar para alcangaro Reino - sem, porém, parar para perguntarpor qué.
Essessoldadossáo aquelesque produzem as más notícias,náo somentepara
suasvítimas, mas também para os seusemissiirios.Soldadosque destróem
dúzias de casaspertencentesa refugiados,com todos seusescassosbens
dentro, sem nenhum momento de hesitagáo- e certamentesem nenhuma
recusade cumprir ordenstáo flagrantementeilegais, náo sáo bons soldados,
até mesmo para seupróprio país. Pilotos que bombardeiamalvos no coragáo
de cidadespovoadas,operadoresde tanquesque apontamseuscanhdespara
mulheres que procuram chegar ao hospital para dar á luz no meio da noite e
oficiais da Polícia de Fronteira que maltratam mulherese jovens náo sáoum
bom augúrio das coisasque estáopor vir. Todos eles atestama frouxidáo de
disciplina que os arrastaa uma perda total de diregáo.
Sim, esteano perdemosnossorumo. Vocé uniu forgascom um primeiro-
ministro que é o arauto da guerra mais antigo de Israel, e ninguém pode dizer
comcerteza quais sáo suasverdadeirasintengóes.E com um Búblico
manobradoque fala com assustadorauniformidade, vocé estáá vontade.
Desde que um outro membro do seu partido, Ehud Barak, intencionalmente
espatifou o campo dapaz, vocé tem podido fazer praticamenteo que quer. O
exército de Israel náo investiga mais qualquer crime de guerra e o sistema
legal aprova qualquer injustiga que venha embrulhada nó manto da
seguranga.O mundo inteiro estáocupadotravando uma guerra contra o
terrorismo, a imprensaoculta seu rosto e o público náo quer ouvir, náo quer
ver e náo quer saber.Quer só vinganga.E sob a capadessaescuridáoe com o
apoio de uma pessoade sua estatura,a ocupagáotornou-seuma máquinado
crime e do mal.
Naturalmente,vocé dirá: o que posso fazer?Náo fui eleito primeiro-ministro,
nem fui eleito chefe do Partido Trabalhista.Nem mesmo sou o ministro da
Defesa.Vocé tem razÁo:nestegovemo vocé náo pode fazer coisa alguma,e

t23
voce náo estáfazendocoisa alguma.Justamentepor isso, vocé náo deveria
ter se tornado um membro dele. Vocé dirá: tenho influéncia - controlo coisas,
stru uma forga moderadora,estoutentando.Bobagem.Isso náo poderiaser
muito pior do que está agor4 assimsendo,onde exatamentevocé exerceu
sua influéncia e o que vocé estáimpedindo de acontecer?Vocéjá pensou
alguma vez que estáparticipandode um governo que reocupariapartesda
áreaA (Tenitórios autónomospalestinos) completamentedesimpedido?
Pensesó no queteriaacontecido casovocétivessese levantado e renunciado
ruidosamente a essegovernoe dissesseao mundoo quevoaétem (talvez)no seu
coragáo.O laureadoPrémioNobelcontra os crimesdo govemoSharon.lmagine
se vocétivesseidoa Ramala,a YasserArafatqueestásobsítiolá,e idoá rua
juntocomele,enfrentado os tanquesisraelenses e pedidoa retiradadestes
tanquese exigidoo cessar-fogo. Na verdade,o céu náoteriadespencado - a
ocupagáonáoteriaacabadoe o fechamento de Jenin náo teriasido levantado,
masverdadeiras rachadurasteriamsidoabertasna basemoral,políticae
internacionaldessegovernoatualmente imune.lmaginese vocétivessedíto:sim,
as demoligóes de casassáocrimesde guena;sim,umestadoquetemlistasde
alvosde assassinato náoé um estadode direito.Sim,instalarpostosde controle
que causama mortede pessoasé um atode terrorismo. Náo,os palestinos náo
sáoos únicosculpadosporessaorgiade sangue.Sim,temosumchefedo Estado-
Maiorqueé perigosoá democracia. Sim,temosum ministroda Defesae umchefe
do PartidoTrabalhistaquesáoos agentesdo governoparaassassinatos e
demoligóes de casas.Sim,temosum primeiro-ministro quesó querocupar,vingar,
matar,expulsar,demolire destenare que náotem nenhumoutroplanoem mente-
É issoquevocépensa,náoé? Se é assim,entáodiga,peloamorde Deus.e se
náo,entáoseu lugarrealmente é comessegovernoe nósquecertavez
acreditamos em vocécometemos umterrívelerro.E porfavornáodigaqueestáo
fazendode vocéum sacode pancadas outravez.Náoé verdade.DesdeOslovocé
personificounossasesperanFs.E essasesperangas foramdesapontadas-
O tempoé curto,Shimon.Náoapenasparavocé,masparatodosnÓs.Estamosá
beirado abismo.Se vocéesperaratéqueBenjaminBen-Eliezer, EphraimSneh,
Ra'ananCohen,Dalialüik e outrosda mesmaespéciesurjamcomoutraardilosa
"renúnciade cargoscomfinseleitorais", prepare-se paraserchutadoparao
esquecimento poreles.Vocésabequeestáoansiososparase livraremde vocéhá
bastantetempo.E mesmoquevocétomeumaposigáoagora,podeser muito
tarde.Todospodemjá estardecepcionados comvocée podenáohavermodode
reergueros escombros causadosporSharon.
Mas a únícamaneirade vocéacrescentarumarealizagáo importanteá sua rica
náo
biografia, é apenas erguendo-se e renunciando ao coisaquevocé
ministério,
podeserobrigadoaÍazerem algummomento, de todomodo,masfazé-lofalando
de modoaltoe claroe dizendoaosisraelenses tudoo quevocépensasobretudo
queestáacontecendo, especialmente sobreo malqueestamosperpetrando com
nossasmáos.Maisumavez na suavida,tenteconstruiralgonovo- náoum reator
atómicoou umaindústriaaeronáutica, coisasquetemosalémdo necessário.
Agora,contratodasas probabilidades, tenteconstruirum movimento pacífico

124
israelenseradical,tazer algo do nada. Seria exageradodemais acreditarque vocé
aindavé as coisas de modo diferentedo resto dos seus colegasno governo?Diga
a verdade,Shimon (Peres).

Gideon Levy é colunistado jornal israelense"Ha'aretz"e ex-assessorde Shimon


Peres.
MatériaencaminhapeloComitéBrasileirode Solidariedade
a Palestina
Caixapostal15023- Curitiba- PR - CEP 80531-970

125
O MUNDO ENTROU NUMA NOVA ERA

Dr. William Pierce


dos EUA

O que aconteceuem New York e Washington é apenas


uma pequenamanifestaqáodestaNova Era!

O mundo entrounuma Era onde todo o dinheiro delese as


centenasde milhóes de idiotas e desmioladosassistentesde TV,
nestepaís mais poderosodo mundo, náo seráomais suficientes
para garantira hegemoniajudaica.

Ninguém no mundo quer ser dominado pelos judeus. O


que aconteceuno dia 11 de setembroé a conseqüénciadireta da
permissáo que o povo americano, consciente ou
inconscientemente,deu para os judeus controlaremseu governo,
e do uso do poder americano,em favor dos interessesjudaicos,
ás expensas de todosos outrospovos.
tJosinteresses

Os ataquesde 1l de setembroforam apenaso início do que


está reservadopara a América. Caso náo acontecerertdrásticas
mudangasna política do nosso govemo, as taxas de morticínio
subiráoa níveisjamais vistos ou imaginadosem todos os tempos.

(Do National VanguardBooks - PO Box 330 - Hillsboro - WV


24969).

126
ComPadreGeorge Bush lunior
no Brasil'
Envio essasmal tragadaslinhas daqui do interiorzÁo doParaná,
preocupado tar de Tercera Guerra. Minha muié disse que vai caí
"orn "rü muito tempo' TÓ
bomba no meu quintar - que océ iá considera seu, há
';;;;;rp"do,
po, uóun.o caí uma bomba no meu quintar a
'Ge.truáes, ¡urriár, porque si jeito manera,e
minha gatinhá de estimagáo,náo vai botar ovo de
que o governo
daí nóis nun vai ter dinheiro nem pra pagá os impostos
nome.
mandaprocés mode os impréstimos que ftzerarn,em nosso
do seu pai'
Sabe,Junior, océ é muito novo e ganhóessecargode Presidente
arnaná o seu
e tarveis nun vai entedé o que eu vÓ escreve: océ nun devia
alruma confusáo'
porco no quintar do vizinho' essestar de Jacob que só
cerca, e come96a
bo*pr*o triga com os vizinhos árabes,do outro lado da
Por causado Jacob
confusáo toda, porque seu porco foi de imbruio e tudo.
lado do riacháo'
océs jogaro bomba^ern*rritor vizinhos, uns até do outro
uqrr"Ét q* falam dum jeito que nun entendo patavina'

vizinhos e larga
Entáo océ apeia desseporco, Junior, f7z as pales com os
pra brincadera'
máo de cantar lorota potq,r. essestar de terrorista nun tño
o resurtado, e por aqui a
Océ disse que eles nun entrava na Suacasa e iaí
gentediz que porteraondepassaum boi, passauma boiada'

barbaridadena sua
Entáo nóis nün qué vé de jeito manera que continue essa
desseporco que o
casa,Junior, mas océ tem que toma jeito de gente' apeá
Jacobarmó Procé.

das criaqáo pra


Eu nun quefo nem sabe de guerra, Junior, to aqui cuidando
dinheiro
paga os impréstimos, que 1 vizinho .Leonel disse que é tudo
océis |eva até
robado, mais que nóis tem que paga de quarquémanera sináo
a Amazónia.
océ pensa, e
Tome tento, Junior, porque nóis nun é táo ignorante como
porco agora mesmo,
sabemosque vai sobra pra nóis ce oco num apeádesse
reuni a vizinhanga e acertara paz entre todos'

t27
Num quero nem ouvi fala que océ vai joga bomba no tar de Afeganistáo
porque vi o firme deles, tudo andando em burrico, iguar nóis aqui, entáo
eles também num pode ser genteruim.

Océ pára de toma essescomprimidos de tada pretae apeia desseporco,


mode a gente continuá em paz, cuidando da criagáo,porque nessasemanaa
Gertrudeschoco uñs ovos que váo dá umas poedeirasque váo bota ovo até
pra gente manda pros estrangero.SossegaJunior e déxa nóis vive queto no
nossocanto.

Com solidariedadee respeito


Tiáo Barbosa
Riacháodo Fim do Mundo
Obs.: I - Seguemeia dúzia de ovos da Gertrudes.
2 - Num tenhoe-mail ndo sinhó

t28
FTNAIS
CoNSIDERACOES
Acredito que nunca conheceremos as íntegras das gravag6es das
Caixas Pretas (Sempre a primeira coisa a ser procurada e revelada após
qualqueracidente,mesmo que seja no fundo do mar), dos dois avióes que
destruíram os gigantescos prédios integrantes do Centro Mundial do
Comércio;
Do aviáo que destruiu uma parte do Pentágono;
Do aviáo que certamente foi abatido por caga americano na
Pensilvánia, mas apresentado,pela mídia, como um ato de heroísmo dos
seus passageiros e tripulantes, que teriam se sacrificado para evitar a
destruigáode outro objetivo governamental...
Do aviáo que caiu sobre residéncias num bairro de N. York -
notícia, náo repetida, de apenas um dia. apesar do elevado número de
mortos, nunca publicado - possivelmente também abatido por caga, pois
surgiu um rapidissimo e também náo repetido comentário sobre suspeitade
que o mesmo se destinavaa destruir a Estátuada Liberdade.
Além de ter sido motivo de apenas uma microscópica notícia em
alguns jornais, gostaria muito de ler a íntegra da carta de despedida do
jovem piloto norte-americano(sic) que arremeteuseu aviáozinho contra o
Banco da América..., e naturalmentenáo publicada.

As opinides de norte-americanosaqui expressasdáo idéia de que,


por boas razóes,o sionismo - Israel - é suspeitode traigáo e envolvimento
nos atentados.

A ignoráncia tem limites, mas, mesmo considerandoque, conforme


o jornal "O Sul'ode l7/l/02, uma pesquisanorte-americanarevelou que42Yo
da populagáo ainda náo sabe onde fica o Japáo- (mais de 95Yocertamente
assisteTV) - e que grandeparte ainda acreditaque Buenos Aires é a capital
da nossa Pátria, acredita-se que o sonho sionista de beneficiar-se dos
atentados e receber ainda maior apoio do governo americano - para a
GrandeIsrael - está com o tempo contado.

O 11 de setembropodeter sido realmente,comojá foi denominado,o


Waterloode Israel !

t29
É apenasuma quest2iode tempo. será interessanteficar observando
enganando
por quanto tempo o Poder da Mídia conseguirá continuar
náo apenaso povo americano mas todo mundo'
na
No momento que perder a confianga dos EUA' Qlem cobrirá'
Resoluqóes'o
ONU, a prepoténcia,arbitrariedade,o náo cumprimentode
político,
terrorismode Israel ? Quem lhe fornecerá o total apoio
habituado a
diplomático, financeiro-,tecnológico e armamentistaque estava
receberhá tantosanos?

de
uma coisaestá muito clara: Após os acontecimentosde 11
setembro' a quantidade de TATOS os desmiolados
existentes no mundo, sofrerá importante e considerável
redugáo.
RBA

130