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Gabarito – Caderno do Aluno Língua Portuguesa 1a série – Volume 2

SITUAÇÃO DE APRENDIZAGEM 1
EXPOSIÇÃO DE FOTOJORNALISMO

“O SABOR DA LÍNGUA PORTUGUESA”

Páginas 3-5

Ouça os diferentes pontos de vista a fim de fazer uma avaliação diagnóstica.


Consulte informações adicionais no Caderno do Professor.

1.
I. Reprodução 2 (El Greco)
II. Reprodução 3 (Aleijadinho)
III. Reprodução 1 (Hemessen)

Páginas 5-6
1. O poema de Gregório de Mattos apresenta Cristo já crucificado, enquanto as
reproduções tratam de Cristo a caminho do Calvário. O fundo de dor e de mistério
divino, no entanto, permanece e torna-se uma chave importante para a leitura.
2. Alternativas (a); (c) e (d).

1
Gabarito – Caderno do Aluno Língua Portuguesa 1a série – Volume 2

Página 6
1. Sugerimos prestar atenção nos dois planos: o menino carregando sisal e a plantação.
Direcionar o olhar do aluno para o trabalho infantil. Pode-se também comparar a
fotografia com a imagem clássica de Jesus carregando a cruz.
2.
a) Nos dois temas, apresenta-se uma flagrante injustiça, reforçada pela relação
entre o grotesco da cena e a dor expressa no olhar. Nas pinturas e na escultura, Cristo
carrega uma cruz; na fotografia, um menino carrega um feixe de sisal.
b) Denuncia-se a injustiça do trabalho infantil, comparando-a à trajetória de Cristo,
desde a infância até o sacrifício que fez pela humanidade.

Noticiando a exposição!
Página 7
1. Como explicado no Caderno do Professor: “Observe que uma discussão inicial com
seus alunos, antes da leitura do texto, do título, permite valorizar as expectativas que
ele gera. Sugerimos que faça isso a partir do título do texto. Desse modo, reforça a
importância do título no texto e a necessidade de que as diferentes partes do texto se
articulem adequadamente”.

Página 8
3.
a) O termo flashes tanto faz referência à fotografia – muitas vezes tirada com o
recurso do flash – como, em sentido figurado, a episódios da história do esporte
registrados em fotografias.
b) Pelé e Michael Jordan, considerados por muitos anos os melhores atletas de
todos os tempos em suas modalidades: um, brasileiro; o outro, estadunidense.
c) Introduz a proposta da exposição anunciada.
d) Uma mostra fotográfica ocorre na Galeria Olido a partir do dia 10. Não se
menciona o mês, o que nos faz pensar que deve ser no momento em que o texto
circula na sociedade.
e) Fornecem uma descrição do evento.

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Páginas 8-9

Sim, pois o verbo no presente, “reforçam”, aproxima a ação do interlocutor ao


acontecimento. No segundo exemplo, o verbo no pretérito, “reforçaram”, apresenta
distanciamento e término da ação.

Discussão oral

Página 9

Como explicado no Caderno do Professor, exposição de fotojornalismo: “Trata-se do


conjunto de fotografias com características próprias sob um tema, expostas para
visitação pública”.

Projeto da exposição

Página 9

Verificar as orientações já dadas no Caderno do Professor. Esse projeto retoma outro já


aplicado: o projeto de reportagem fotográfica.

Páginas 10-11
1. O texto pretende valorizar o papel social da legenda, criando uma interação com a
fotografia.
2.
(1) brincam.
(2) ganham.
(3) reúne.
(4) sugerem.
(5) compõe.
(6) pontua.
3
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(7) evocam.
(8) espelham.
(9) criando.
(10) brincam.
(11) explica.

O uso do Presente do Indicativo

Páginas 11-12
1. Alternativa d.
2. Alternativa a.
3. Sequência (b); (a) e (c).

Em dia com o vestibular

Páginas 12-13
4. Alternativa c.

Página 13
1. Professor, é importante nesse momento explicar o que é intencionalidade
comunicativa, ou seja, o conjunto de intenções existentes na linguagem dos
interlocutores.
2. É importante que o aluno conheça os critérios de avaliação para que possa revisar seu
texto.

Encontro com a narrativa literária

Página 14
1. É importante que os alunos façam a leitura do conto ou que você o leia para eles.
Lembre-se do que diz o Caderno do Professor: “Neste momento, de modo diferente de

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outros momentos educativos, evite controlar o processo de leitura. Siga, no entanto,


algumas estratégias de pré-leitura – levantando expectativas – e de pós-leitura”.
2. Depois da primeira leitura, ao longo da discussão, espera-se que os alunos
respondam à questão afirmativamente, opinando sobre o contraste entre as regras e
os julgamentos da sociedade e o comportamento do protagonista, Rodolfo Queiroz.
Incentive a troca de percepções entre os alunos, promovendo a extensão do tema a
novos exemplos que possam surgir de outras narrativas literárias. Lembre-se do que
diz o Caderno do Professor: “Ao terminar de ler uma narrativa de que gostamos, tal
como um conto ou um romance, é importante dividi-la com os amigos. Recomendar
a leitura, discutir, conversar animadamente sobre livros, autores, narrativas, de um
modo gostoso, como, por exemplo, na hora do intervalo: um pensa uma coisa; o
outro pensa algo diferente e um colega discorda dos dois... A discussão enriquece
qualquer leitor, ao passo que este expressa suas ideias e impressões e ouve,
atentamente, as dos outros”.

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SITUAÇÃO DE APRENDIZAGEM 2
DIVULGANDO A EXPOSIÇÃO

Para que serve um folheto?


Página 15
1, 2 e 3. É importante direcionar o olhar do aluno para que reflita como um tipo textual
transita entre o informar e o persuadir. Trata-se agora de um primeiro passo para o
trabalho com argumentação a partir de determinado gênero textual.

Páginas 15-16
1.
• Resposta pessoal. Sugestão: convidar alguém para um evento, informando-o dos
dados necessários para seu comparecimento.
• Os folhetos visam a persuadir o leitor; o convite de casamento procura ser mais
neutro e centra-se em transmitir as informações necessárias. Entretanto, os dois
gêneros têm como alvo o leitor.
2. Alternativas (a), (b) e (d).
Como explicado no Caderno do Professor, esta atividade diagnóstica permite sondar
o que os alunos já conhecem sobre o tema que será desenvolvido.

Página 16
1.
a) O estudo realizado ontem foi produtivo.
b) Admiramos os alunos estudiosos.

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2.
a) Meu objetivo é o término do trabalho antes do fim do dia.
b) Os brasileiros acreditam na continuidade da crise financeira.
3. Resposta pessoal. Nesta resposta, o aluno deverá utilizar as informações discutidas
nesta Situação de Aprendizagem até o presente momento.

Páginas 17-19
1. I, I, II, I, II, II.
2. Respectivamente: informativo, leitor, foco, seleção, destina, importante.
3.
a) Verdadeiro.
b) Falso.
c) Verdadeiro.
d) Falso.
e) Verdadeiro.
f) Falso.
g) Verdadeiro.
h) Falso.
4. Resposta pessoal. Entretanto, ele deve justificar as respostas com bons argumentos.

Página 19

1 e 2. Professor, verifique as orientações constantes no Caderno do Professor para o


trabalho dessas questões com os alunos.

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Projetando um folheto

Página 19-20

As orientações no Caderno do Professor são essenciais para que esse trabalho seja
desenvolvido.

Página 20
a) Todos querem que ele chegue na hora certa. (Chegar – Presente do Subjuntivo).
b) Nós vimos entregar-lhe pessoalmente seus documentos. (Vir – Presente do
Indicativo).
c) Por favor, não agrida seus amigos dessa forma. (Agredir – Imperativo Negativo).
d) Eu águo as plantas do jardim todos os dias. (Aguar – Presente do Indicativo).
e) Esperamos que ela parta bem cedo amanhã. (Partir – Presente do Subjuntivo).

Páginas 21 -23
1. Alternativa b.
2. Alternativa a.
3. “O espetáculo mais curioso é o da carroça dos cachorros. Ela me lembra as antigas
caleças dos ministros de Estado, tempo do império, quando eram seguidas por duas
praças de cavalaria de polícia.”

Fazendo o folheto

Páginas 22-23

1, 2 e 3. Professor, reforce as características desse gênero textual antes que os alunos


façam a revisão. Não deixe também de transmitir a importância de conhecer os critérios
de avaliação no momento de construção do texto.

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Página 23
1. Alternativa d.
2. Professor, discuta com a classe os conceitos de bonito e belo.

Página 23

Não se esqueça de retomar essas questões na aula seguinte para que a reflexão do
aluno seja vista por ele como elemento importante para a sua aprendizagem.

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SITUAÇÃO DE APRENDIZAGEM 3

QUANDO AS PALAVRAS RESOLVEM FAZER ARTE!

A beleza do soneto de Camões

Página 24
1. As respostas são pessoais. Espera-se que os alunos utilizem seu repertório pessoal,
refletindo sobre o conceito de belo, para responder e argumentar sobre seu ponto de
vista de forma coerente.
2. Espera-se que os alunos relacionem os conceitos de gosto e belo às mudanças que
ocorrem nas formas de fazer apreciações estéticas, ligando-as a variações de
repertório, época, lugar, cultura e grupo social, bem como às suas respectivas
manifestações.

Páginas 25-27
1.
a) Verdadeiro.
b) Verdadeiro.
c) Falso.
d) Verdadeiro.
e) Verdadeiro.
2. Como nos explica o Caderno do Professor: “Observe que estamos considerando a
literatura como um conceito aberto. Ou seja, não devemos ser dogmáticos,
apresentando um ponto de vista único, mas abrirmo-nos para a argumentação e para
o diálogo. Desejamos mostrar a literatura como um sistema aberto presente na
sociedade em que influenciam fatores sociais e psíquicos, além, é claro, do tecido
textual. O desenvolvimento de um conceito de literatura é uma atividade gradativa,
para os três anos do Ensino Médio, mas um processo que tem seu início fundante
nesta Situação de Aprendizagem”.
3. Alternativa c.
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4. Alternativa a.
5.
I. Alternativa d.
II. Alternativa d.

Página 27

Discuta com a classe o papel social do soneto e da música moderna.

Construindo uma definição de literatura

Páginas 27-28
1. Leia com os alunos os textos, parando em momentos-chave para uma breve
explicação do conteúdo.
2.
a) (A)
b) (D)
c) (C)
d) (B)

Discussão oral

Página 28

Discuta com os alunos sobre a mudança de valores de acordo com a passagem do


tempo.

Página 28

Revise as características do resumo e sua função social.

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Páginas 29-32
1.
• Sim, trata-se de uma obra literária porque ela se caracteriza por representar um
olhar diferenciado do autor, em que se revelam reflexões críticas e até poéticas,
sobre aspectos do comportamento humano. As mais diversas realidades,
subjetivas e sociais, são apresentadas ao leitor, pelo filtro da sensibilidade e da
arte.
• Resposta pessoal. Espera-se, no entanto, que os estudantes respondam, de forma
geral, que se trata de um narrador um pouco mais velho (“Ah, eu era rapaz naquele
tempo!”), apreciador dos simples acontecimentos rotineiros e sensível à existência
humana (“O jornal e o pão estariam bem cedinho na porta de cada lar; e dentro do
meu coração eu recebi a lição de humildade daquele homem entre todos útil e entre
todos alegre”).
2.

O narrador e o padeiro.
Quais as personagens envolvidas?
A lembrança do diálogo entre as
Qual o acontecimento narrado?
personagens, motivado pela fala do padeiro:
“Não é ninguém, é o padeiro!”
Na casa do narrador.
Em que lugar ocorre?
O tempo atual, em que o narrador lembra,
Quanto tempo se passa?
enquanto toma o café, e o tempo do passado,
em que o narrador dialoga com o padeiro.
O valor da humildade no exercício
Que reflexão sobre o comportamento
humano nos apresenta o narrador? profissional.

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Páginas 31-32
3. Verifique as orientações no Caderno do Professor para a realização dessa tarefa.
4. Como nos explica o Caderno do Professor: “Esta atividade, além de possibilitar que
se desenvolva a habilidade de elaborar sínteses de textos lidos, permite que o
professor avalie a habilidade do aluno de inferir o tema e o assunto principal em um
texto e desenvolva estratégias de recuperação de conteúdos não devidamente
assimilados”. A resposta é pessoal, mas espera-se que os alunos respondam que se
trata de um homem mais experiente que, com base em sua vivência e nostalgia, é
mais sensível aos acontecimentos rotineiros, que podem ser grandes lições de vida.
5. Como nos explica o Caderno do Professor, nas respostas de seus alunos, destaque os
elementos que fazem interagir a atualidade e a sensibilidade lírica, como, por
exemplo: “E enquanto tomo café, vou me lembrando de um homem modesto que
conheci antigamente”; “Ah, eu era rapaz, eu era rapaz naquele tempo!”, “O jornal e o
pão estariam bem cedinho na porta de cada lar; e dentro do meu coração eu recebi a
lição de humildade daquele homem entre todos útil e entre todos alegre”.
6. Como nos explica o Caderno do Professor: “Observem que a vida do narrador é
apresentada ao leitor a partir da rotina: nada de especialmente excitante ou diferente
ocorre. A memória, no entanto, a partir de uma lembrança da véspera (“greve do pão
dormido”), viaja ainda mais para o passado e traz um detalhe da vida cotidiana: o
encontro do narrador com seu padeiro. Nesse encontro, no entanto, há espaço para
toda uma reflexão sobre a existência humana e a necessidade de sermos humildes em
tudo o que fazemos, encarando a atuação da sociedade como, muitas vezes,
insensível e excludente”.
7.
I. Alternativa e.
II. “Abro a porta do apartamento – mas não encontro o pão costumeiro”.
8. Levando em conta que a crônica é um texto literário, comente com seus alunos que
ela é caracterizada por representar um olhar diferenciado do autor, em que se
revelam reflexões críticas e até poéticas, sobre aspectos do comportamento humano.
As mais diversas realidades, subjetivas e sociais, são apresentadas ao leitor, pelo
filtro da sensibilidade e da arte.
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Página 32
1. Uma das características definidoras da crônica é o seu caráter de contemporaneidade
em relação ao autor: temas de sua época são apresentados ao leitor, acompanhados
da reflexão mais abrangente do escritor sobre o comportamento humano.
2. Crônica é um gênero textual caracterizado por representar um olhar diferenciado do
autor, em que se revelam reflexões críticas e até poéticas, sobre aspectos do
comportamento humano.
3. Não, não é importante. A literatura descreve acontecimentos que, ocorrendo de fato
ou não, pouco importa, revelam aspectos universais – ou seja, sempre presentes – do
ser humano.

Ainda a crônica e a literatura

Página 32

Antes da leitura do texto, revise a função social do gênero crônica.

Páginas 32-35
1. Verifique se as principais ideias da crônica estão presentes no texto. Além disso, é
conveniente lembrar que a estrutura do e-mail divide-se da seguinte forma: o
cabeçalho, o corpo e o anexo. No cabeçalho encontramos os itens essenciais para o
envio da mensagem, ou seja, o endereço digital do remetente, o endereço digital
do(s) destinatário(s), logo a seguir encontramos um campo que é opcional, destinado
ao envio de cópias, ocultas ou não, e ainda o campo do assunto, que, na maioria das
vezes, desperta o interesse ou não pela leitura da mensagem. No corpo do e-mail está
o espaço destinado à escrita da mensagem, que pode ser tão informal quanto desejar
o emissor (Verônica), desde que leve em conta o destinatário, que, neste exercício, é
Rebeca, a amiga de Verônica.

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2. Professor, destaque a diferença de tempos entre a realidade vivida pela cronista e


aquela que os alunos vivenciam no tempo presente deles, com base em trechos do
texto que apontem questões como preconceito, o ritmo mais lento da comunicação (e
as expectativas que isso imprimia) e a necessidade de imaginação quando o veículo
de comunicação mais popular era o rádio.
3. Sugira que as informações dadas pelo enunciado da questão sejam o modelo a ser
seguido pelos alunos. “Ao produzir a obra literária, o escritor abandona os registros
habituais e adota outro sistema linguístico, o da língua literária. Nele, as palavras e
expressões mais comuns, ao não mais pertencerem ao sistema cotidiano de fala, mas
ao sistema literário, mudam de valor. Urda constrói com a linguagem do dia a dia um
texto de memórias e poesia. Desse modo, por meio da simplicidade, aproxima-se do
maior número possível de leitores.
4. Revise a função social do poema e a importância do leitor para atribuir sentido a este
gênero textual.
5. O eu lírico é diferente dos outros por assumir suas fraquezas, por se apresentar como
alguém que sente dificuldades de viver entre os outros.
6. Ambos falam de um ser que não é como os demais. O motivo disso, em Camões, é o
amor; já em Fernando Pessoa, é a própria identidade humana, que se revela complexa
demais.

Página 35
1. Continuamos interessados em construir gradualmente um conceito dinâmico de
literatura. Destaque aspectos do poema pessoano que se relacionam aos “mistérios do
nosso destino”, como “Eu, que tenho sofrido a angústia das pequenas coisas
ridículas. Eu verifico que não tenho par nisto tudo neste mundo”.
2. Não deixe, durante a correção, de perguntar a seus alunos por que os consideram
mais significativos.

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Páginas 36-37
1 a 5. Professor, as orientações para o trabalho com todas essas questões encontram-se
no Caderno do Professor.

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SITUAÇÃO DE APRENDIZAGEM 4

UM, DOIS, TRÊS... AÇÃO!

O texto teatral

Página 37
1. Discuta a importância social do teatro como um espaço de cultura e formação
pessoal.
2. Sugestão de resposta: show de rock, jogo de futebol, balé ou música clássica.
Professor, alguns consideram os cultos religiosos como textos espetaculares, se achar
conveniente, considere esse tema.

Página 39
1. O jogo teatral não segue um texto teatral predefinido. Apenas algumas indicações.
2. Elisa e Venâncio.
3. Alternativa c.
4. A rosa necessita de orvalho e de sol para viver, assim como o ser humano,
representado pela personagem Elisa, precisa de amor.

Página 39

Oriente os alunos para a importância das descrições na constituição do espaço da


narrativa.

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Página 40
1. (Jocasta está na entrada do palácio e se interpõe entre Édipo e Creonte.) (Dirige-se a
Édipo.)
2. Volte a seu palácio, Édipo, e você, Creonte, a seus aposentos. Não excitem, com
palavras vãs, uma discórdia funesta.
3. Destacar que o texto ganha em familiaridade, embora permaneça na norma culta.
Ouça outras ideias que surgirem e avalie a sua legitimidade.
4. É necessário destacar que para realizar essa tarefa o aluno saiba a importância da
impostação de voz e da dicção e que ela seja realizada em pé.

A fábula

Página 40

Verifique as orientações no Caderno do Professor para essas questões.

Página 41
1. É importante o leitor ter conhecimento de que as toupeiras são conhecidas por
enxergarem mal. São animais que vivem normalmente em tocas subterrâneas.
Também é importante saber que o incenso exala um aroma forte.
2. Seu erro consiste em não ter sentido o aroma do incenso.
3. A moral relaciona a jovem toupeira ao impostor, desmascarada por sua mãe, com o
teste do “incenso”.
4.
a) Fábula
b) Crônica
c) Crônica
d) Fábula

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Página 41

Revise as características desses gêneros textuais antes de os alunos realizarem essa


tarefa.

Páginas 41-42
1. Respectivamente: palavra, contexto, polissemia, história, sequência, moral, teatral,
espectador.
2. Alternativa a.

Páginas 42-44
1. A indicação cênica “à parte” (para que Florência não ouça) que deixa claro o jogo
irônico entre as falas e as intenções de Ambrósio.
3. Alternativa c.
4. Professor, leia o texto para que os alunos acompanhem e discuta sobre seu conteúdo
com eles.

Página 44
1 e 2. Verifique as orientações no Caderno do Professor para a realização dessa tarefa.

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Página 45
Revise a função da palavra-chave em um resumo de texto.
2.
Certa vez uma toupeira, que é um animal cego, disse à sua mãe que estava
enxergando. A mãe resolveu fazer um teste: pôs diante dela um grão de incenso e
perguntou-lhe o que era.
“Um pedregulho”, respondeu a jovem toupeira.
A mãe lamentou-se: “Minha filha, cega eu já sabia que você era, mas agora sei
também que você perdeu o olfato!”
O impostor promete o impossível: mas pouca coisa o desbarata.
3. O modo verbal dominante é o Indicativo, que expressa uma certeza. Isso reforça a
imagem moralizadora da fábula.

Páginas 45-46
4. Fale da importância de adequação dos tempos verbais: a frase parece estranha porque
há uso de Pretérito Perfeito com Presente do Indicativo.
5. Resposta b. A escolha pelo uso do Pretérito transmite a ideia de que a filha perdeu o
olfato antes de a mãe começar a falar.
6.
a) A ação de jogar ocorre ao mesmo tempo que Paulo me diz algo.
b) A ação de divertir-se ocorreu antes do pensamento de Luana.
c) Estar ocupado ocorre ao mesmo tempo que dona Rute responde.

O humor no teatro

Página 46
1, 2 e 3. Verifique as orientações no Caderno do Professor para a discussão dessas
questões.
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Voltando ao sentido do verbo

Página 46
1. Ao utilizar unia, e não uniu, Florência sugeriria que o amor não os une mais, justo o
contrário do que a ingênua personagem deseja dizer.
2. João almoçava no clube.

Páginas 47-48
1.

Características Exemplo de Características Exemplo de Conclusões


do Perfeito u so d o do Imperfeito u so d o sobre o uso de
Perfeito Imperfeito um ou outro
tempo no texto
“[...] marca de “O príncipe “[...] como que “O príncipe Pessoal. Embora
modo absoluto o morreu na nos morreu na a resposta seja
fenômeno guerra; deixou transportamos ao guerra; pessoal, isso não
passado, sem três filhos passado, pela deixava três significa que
relação com o ainda meninos, fantasia e pelo filhos ainda qualquer resposta
presente nem que foram sentimento, e meninos, que sirva. Verifique
com a pessoa que criados vivemos eram agora de que forma as
fala (...) tempo desveladamente duradouramente todo o conclusões do
objetivo, sereno, pela princesa.” os sucessos. cuidado da aluno sobre o uso
próprio do Enfim, temos um princesa.” de um ou outro
historiador que pé no presente, tempo no texto
narra as coisas outro no traduzem a sua
sucedidas.” passado.” adequada
compreensão do
fenômeno
linguístico.

2. Professor, esclareça aos alunos a definição de síntese como um texto breve que visa
resumir o conteúdo e o posicionamento do autor de determinado texto. Se desejar,

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aproveite para encaminhar uma reflexão sobre a diferença de uso e sentido do


Pretérito Perfeito e do Pretérito Imperfeito do Indicativo.
3.
“Não: devagar.
Devagar, porque não soube /sabia
Onde quis/queria ir.
Houve/Havia entre mim e os meus passos
Uma divergência instintiva.

Houve/Havia entre quem fui/era e estive/estava


Uma diferença de verbo
Que correspondeu/correspondia à realidade.

Devagar...
Sim, devagar...
quis/queria pensar no que quer dizer

Este devagar...

Talvez o mundo exterior tenha pressa demais.


Talvez a alma vulgar queira chegar mais cedo.
Talvez a impressão dos momentos seja muito próxima...

Talvez isso tudo...


Mas o que me preocupou/preocupava foi/era esta palavra devagar...
O que é que teve/tinha que ser devagar?

Se calhar foi/era o universo...


A verdade mandou/mandava Deus que se diga.
Mas ouviu alguém isso a Deus?”

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4. No poema de Álvaro de Campos, o predomínio do Imperfeito do Indicativo delineia


um cenário de vida dentro do qual se realizou uma existência de dúvidas e
insatisfação que mantém importantes ecos no momento presente. Por isso, apresenta
uma carga mais expressiva do que o uso do Pretérito Perfeito do Indicativo. Neste
caso, a etapa da vida é apresentada como algo terminado objetivamente, tanto por ter
ocorrido em um passado que não influiria tão fortemente no presente como por
acrescentar-lhe a dimensão pontual de certeza e racionalidade. Seria interessante
visitar as características literárias de Fernando Pessoa para averiguar qual dos dois
tempos seria preferido pelo poeta e por quê. Levando em conta, no entanto, a própria
forma do Presente que torna as dúvidas atemporais, avançando em todas as direções
cronológicas, somos inclinados a afirmar que o texto ganha com o uso do Pretérito
Imperfeito.

Página 48

Verifique as orientações no Caderno do Professor para instruir os alunos na


realização dessa tarefa.

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