Vous êtes sur la page 1sur 12

A PEDAGOGIA EMPRESARIAL E AS PRÁTICAS PEDAGÓGICAS DENTRO

DA EMPRESA

ATUAÇÃO DO PEDAGOGO NA EMPRESA

Introdução

Mediante as grandes transformações ocorridas no curso de Licenciatura Plena em


Pedagogia de âmbito nacional, como a mudança no currículo deste curso, torna-se
necessário que se faça discussões e que se pense como este processo transformou as
perspectivas tanto de alunos que estão fazendo a graduação como também dos
profissionais que já estão formados nesta área. Entre as mudanças destacamos a que
ampliou o campo de trabalho do Pedagogo, fazendo com este pense a “Educação” além
dos murros das escolas.
Nesta nova perspectiva o pedagogo terá que entender que, Educação não é única, e sim
que podemos encontrar vários tipos de educação como a formal, informal, não-formal
sendo que podem ocorrer em diferentes espaços como: escolar, hospitalar, empresarial
entre outros. O olhar que se tem sobre a educação concebida como aquela que prepara o
individuo para a sociedade, treinando-os e moldando-os de acordo com que se espera da
escola, nesta perspectiva torna-se ultrapassada deve-se olhar educação como
humanizadora do homem,ou seja, precisa-se entender a educação em um sentido mais
amplo, que envolva a formação humana tanto no aspecto físico, moral, intelectual.
Outro ponto essencial que devemos perceber com as transformações ocorridas neste
curso é em relação ao tema tratado neste trabalho, pois a inquietação proveniente deste
fato tem angustiado demasiadamente muitos que se interessam pelo assunto, podemos
afirmar com segurança está questão, pois me vi envolvida durante minha graduação em
vários momentos de conflitos no ambiente acadêmico. Tanto o aluno de Pedagogia
como o profissional pedagogo, presenciou o curso de Pedagogia abrir espaços no
currículo que ainda eram desconhecidos (hospitalar, empresarial, ONGs etc.) pelo
educador que tinha seu curso destinado a habilitá-lo a educação escolar, pior que isso,
os espaços não se abriram a este profissional. Começa então as questões como: O que
fazer para conquistar este espaço? O que se fazer neste espaço? Qual a minha função?
Concebe-se agora no novo currículo da Pedagogia na Universidade, disciplinas que
tratam da educação em ambiente não- escolar, uma teórica e outra prática. A teórica dá
pincelada em textos que falam de todos os ambientes ao mesmo tempo: hospitalar,
empresarial e social que geralmente acabam deixando o aluno totalmente confuso. A
prática em ambiente não- escolar disciplina difícil, pois os espaços principalmente
empresariais ainda são muito restritos aos alunos de Pedagogia, muitas empresa não
aceitam a presença dos alunos de Pedagogia em seu espaço, assim o aluno e profissional
se frutam tendo que se contentar apenas com palestras que trazem à luz o tema, nos
espaços universitários.
Percebe-se hoje a necessidade de se fazer pesquisas, escrever sobre o tema, pois precisa
ser esclarecido para que o próprio Pedagogo sinta-se seguro ao está no espaço
empresarial.
Pode-se começar pensando sobre o que vem a ser Pedagogia. Esta, de acordo com
Libâneo (1997, p. 132) é uma área do conhecimento que investiga a realidade educativa
no geral e no particular, onde a ciência pedagógica pode postular para si, isto é, ramos
de estudos próprios dedicados aos vários âmbitos da prática educativa, complementados
com a contribuição das demais ciências da educação. Ou seja, a atuação do pedagogo é
ampla e vai além de aplicação de técnicas que apenas visam a estabelecer políticas
educacionais no contexto escolar.

Segundo Libâneo (2009. p. 58)

Há uma diversidade de prática educativa na sociedade, e em todas elas, desde que se


configurem intencional, está presente a ação pedagógica. A contemporaneidade mostra
uma “sociedade pedagógica” ( Beillerot, 1985), revelando amplos campos de atuação
pedagógica. A partir de indicações desse autor, podem-se definir para o pedagogo duas
esferas de ação educativa: escolar e extra-escolar.

O pedagogo exercia suas atividades basicamente em espaço escolar, porém,


principalmente a partir da década de 70, com as dificuldades apresentadas por
trabalhadores dentro das empresas, que mostravam que a escola formal não estava mais
conseguindo atender as perspectivas do mercado, começou então o processo de
formação profissional no próprio local de trabalho e passou a ser de grande relevância
proporcionando uma demanda grande de treinamentos. A educação sofreu mudanças em
seu conceito, deixou de ser restrita ao processo ensino aprendizagem em espaços
escolares formais, saindo do ambiente escolar partindo para diferentes e diversos
segmentos.
Como a pedagogia tem como objeto a Educação, o pedagogo aparece como sendo o
melhor profissional para atuar neste campo, mas para isso seria obviamente necessário
haver mudanças na formação deste profissional, que não estava preparado para atuar
dentro das empresas, já que o público não é mais crianças ou adolescentes e sim pessoas
adultas. Mas, as transformações em relação o curso de Pedagogia ocorrem de forma
lenta, a tal ponto que as verdadeiras mudanças ocorreram há pouco tempo e continuam
acontecendo.
É, neste novo horizonte, que, surge a Pedagogia Empresarial, ainda bastante complexa
mesmo para docentes do curso de Pedagogia. Busca-se com isto, informações e
conhecimentos sobre o tema, ainda pouco encontrados nas literaturas que tem como
objeto a educação.
Ao procurar-se leituras especificas referentes ao tema encontra-se muitas dificuldades,
mesmo em Universidades como UFPA que é uma referencia em pesquisas sobre vários
assuntos. Sem nenhum exemplar que fale sobre o tema, torna a pesquisa penosa e árdua.
Porém, precisamos ser pesquisadores e buscar de alguma forma referenciais em várias
fontes, como revistas especializadas, artigos entre outras.
Para trazer à luz a pedagogia empresaria usarei a visão de Rosane Ribeiro, em um artigo
com o título Pedagogia Empresarial e aprendizagem organizacional inserido no livro
Pedagogia em conexão, de ZORZO(2004, p. 252) nele Rosane afirma que “é um curso
que visa formar educadores de adultos, que ocorre no ambiente organizacional”, sendo
que este profissional deverá ter como objetivo a construção de processos educacionais
que garante a participação ativa do trabalhador na sua própria aprendizagem. Está
realidade apesar de está presente na UMBRA, por exemplo, ainda está distante do curso
de Pedagogia das Universidades públicas do Pará, pois a pedagogia empresarial ainda
não é considerada um curso, como foi colocado no texto, ainda permanece sendo um
tema de uma disciplina dificultando a formação do pedagogo para atuar nesta área.
Acreditamos, que o pedagogo dentro desse novo horizonte, em que está inserido, deverá
beber em várias fontes além da pedagogia, como na área de administração, psicologia,
filosofia, para ter acesso a conhecimentos importantes que deverão ser utilizados no
espaço empresarial. A pedagogia nos ensina ter um olhar humano, aprender nos
conhecer e querer também conhecer o outro, nos ensina a planejar, a organizar planos, a
sistematizar, a fomentar e elaborar projetos, pontos estes positivos que ajudaram o
pedagogo na empresa.
Ao observar uma Empresa percebe-se que como a Pedagogia o seu processo caminha
em direção à realização de ideais e objetivos definidos, e como a pedagogia a relação se
dá entre seres humanos também, portanto, a necessidade de se trabalhar a pessoa de
forma integral, buscando mudanças se necessárias no comportamento deste ser humano
e não olhá-la como uma peça dentro da empresa Esse processo de mudança provocada,
no comportamento das pessoas em direção a um objetivo, chama-se aprendizagem e
aprendizagem é a especialidade da Pedagogia e do Pedagogo.
O presente artigo procura elucidar, de forma sucinta, questões, como o que representa
essa Pedagogia e em que ela se diferencia da escolar? Como as práticas pedagógicas
podem ser desenvolvidas na empresa? Qual a importância desta pedagogia para as
empresas?

Atuação do pedagogo na empresa

A atuação do pedagogo na empresa, ainda é algo escorregadio a muitos pedagogos, que


muitas vezes ao terminar o curso de pedagogia se pergunta: O que vou fazer em uma
empresa? Deve-se saber que ela vai além de mera aplicação de técnicas aprendidas
durante a graduação que visa estabelecer políticas. Sua atuação neste ambiente será
sobre as pessoas que fazem as instituições e empresas de todos os tipos, portes e áreas,
tais como: indústrias, construção civil, órgãos municipais, estaduais e federais, escolas,
hotéis, ONGs, instituições de capacitação profissional e assessorias de empresas. O
Pedagogo Empresarial deverá ter o domínio de conhecimentos, técnicas e práticas que,
somadas à experiência dos profissionais de outras áreas, constituem instrumentos
importantes para atuação na gestão de pessoas: coordenando equipe multidisciplinares
no desenvolvimento de projetos; evidenciando formas educacionais para aprendizagem
organizacional significativa e sustentável; gerando mudanças culturais no ambiente de
trabalho; na definição de políticas voltadas ao desenvolvimento humano permanente;
prestando consultoria interna relacionada à educação e desenvolvimento das pessoas nas
organizações. O desafio desse novo profissional, diferentemente do que podem pensar
alguns, não se resume a conduzir dinâmicas de grupo e preparar material de treinamento
para o qual as pessoas não estão engajadas ou enxergando uma necessidade imediata.
Isto requer muito trabalho como de observações cuidadosas principalmente ao que se
refere ao capital humano,(termo utilizados nas empresas ao referir-se às pessoas que
trabalham nelas), para que com elas seja possível desenvolver estratégias no bom
sentido, que venha favorecer a humanização dentro da empresa. Esta ação requer do
Pedagogo Empresarial perspicácia, observação, envolvimento, desprendimento,
coragem, preparo técnico, ousadia, vontade, criatividade e desejo efetivo pela
descoberta de como será desenvolvido seu trabalho dentro da corporação. Ou seja, o
pedagogo deve ter um olhar, pedagógico, filosófico, psicológico em relação aos seres
humano que estarão presentes neste espaço, não os tratando como meros objetos que
precisam ser moldados de acordo com o objetivo da empresa.
Uma questão importante para a formação e a atuação do Pedagogo Empresarial diz
respeito ao entendimento dos comportamentos humanos no contexto organizacional,
tendo em vista que toda sua atuação está pautada na dimensão humana. As políticas de
Recursos Humanos, por si só, não garantem mudanças ou comprometimentos mais ou
menos efetivos; tem no elemento humano o seu ponto-chave. A maneira de agir desse
novo profissional precisa ocorrer de forma relacionada e cooperativa com a dos outros
profissionais de gestão. Ao fazer uma palestra sobre Pedagogia empresaria em uma
faculdade particular na cidade onde moro, houve um relato de uma aluna que trabalha
em uma empresa, na qual havia uma Pedagoga atuando no espaço, segundo ela a
pedagoga empresarial era totalmente autoritária, que praticamente obrigava os
funcionários da empresa a participaram dos projetos por ela desenvolvidos, sendo que
acabou atraindo inimizades no ambiente de trabalho. Precisamos aprender a desenvolver
algumas virtudes essenciais para o trabalho nas empresas, principalmente a ética, moral
e sobre tudo ser humano, podemos citar Kant(1999) que diz que “a educação é a única
forma de humanizar o homem”.
O papel do pedagogo existe também longe da escola, entretanto a busca de uma
identidade profissional fica clara à medida que o educador integra diferentes enfoques
existentes no processo metodológico, prático, tendo como suporte o conhecimento na
área da educação, como também a possibilidade de interagir e colaborar para o
desenvolvimento do indivíduo na sua área de atuação profissional.

Segundo LIBÂNEO,(2001, p.116)

É quase unânime entre os estudiosos, hoje, o entendimento de que as práticas educativas


estendem-se às mais variadas instâncias da vida social não se restringindo, portanto, à
escola e muito menos a docência, embora estas devam ser a referência da formação do
pedagogo escolar. Sendo assim o campo de atuação do profissional formado em
pedagogia é tão vasto quanto são as práticas educativas na sociedade. Em todo lugar
onde houver uma prática educativa com caráter de intencionalidade, há aí uma
pedagogia.”.

Não se pode conceber as práticas educativas como formas isolada das relações sociais
que caracterizam a estrutura econômica e política de uma sociedade, mas estão
subordinadas a interesses de grupo e de classes sociais. O cuidado de se pensar essa
relação torna-se importante ao pedagogo que atua no ambiente empresarial, pois, sua
prática poderá está direcionada apenas para contribuição de se adestrar seres humanos
para o serviço do “poder”, tornando sua prática desumanizadora e não humanizadora ou
seja, tornando o homem objeto dentro de uma empresa. O pedagogo deverá ser um
profissional capacitado para lidar com fatos e situações diferentes da prática educativa
em vários segmentos sociais e profissionais, que a sua ação seja holística, deverá ser
além da relação de poder. Com estas atitudes ele será capaz aos poucos de romper o
conceito de que só poderia atuar em uma instituição de ensino.
Além de uma visão humanística, pode-se dizer que, dentro de uma organização, o papel
do pedagogo também tem seu lado específico, ou seja, ele planeja, coordena, executa e
avalia programas e projetos educacionais dentro da empresa O pedagogo acompanhará
todo o desenvolvimento do funcionário, ou seja, o seu desempenho, direcionando-o para
o caminho que este devera seguir dentro da empresa, facilitando, enquanto agente
provocador de mudança de mentalidade e de cultura. Sua capacidade em lidar com a
comunicação e com a aprendizagem faz com que ele conduza as pessoas e direcione
suas verdadeiras funções, não implicando a mudança de seu comportamento, mas
ajudando o funcionário a descobrir seu verdadeiro potencial, para que possa
desempenhar sua função de acordo com as necessidades de cada organização.
Com as mudanças no mercado de trabalho as habilidades do pedagogo têm sido
valorizadas dentro da empresa, ou deveria ser valorizada, uma vez que ele é um
profissional que pode contribuir para o crescimento dos indivíduos, por meio de
atividades formativas, descobrindo seus verdadeiros potenciais, levando-os à
produtividade, trabalhando o lado humano do funcionário. Diante da lógica das
competências busca-se mobilizar o trabalhador em todas as suas dimensões: intelecto,
força física, emoções, atitudes e habilidades entre outras, embora com muita sutileza,
especialmente porque usa mecanismos diversos como o de autocontrole, em que
controla seus atos e emoções para entender e atender as exigências do mercado.

O processo de aprendizagem dentro da empresa

O ser humano desde que nasce entra num processo de aprendizagem, seja na família, na
escola, na rua, na empresa ou outros lugares. Por isso, podemos pensar que seria
inconcebível o homem sem aprendizagem, em qualquer âmbito de sua vida o homem
deve está inserido em um ambiente de aprendizagem permanente. Neste contexto, é que
aparece a figura do Pedagogo Empresarial. Cada vez mais as empresas descobrem a
importância da educação no trabalho e começam a desvendar a influência da ação
educativa do Pedagogo na empresa. Sendo assim, a pedagogia conta com o Pedagogo
Empresarial dentro da empresa, visando além de melhorar a qualidade de prestação de
serviços melhorar a vida pessoal do individuo. Atualmente, a empresa começa abrir
espaço para que este profissional possa, de maneira consciente e competente,
proporcionar um ambiente que se esteja solucionando problemas, elaborando projetos,
formulando hipóteses, visando à melhoria dos processos instituídos na empresa,
garantindo a qualidade do atendimento, contribuindo para instalação da cultura
institucional da formação continuada dos empregados. O Pedagogo poderá atuar na
empresa produzindo e difundindo conhecimento, assim, exercendo o seu papel de
educador.
Ribeiro (2003) argumenta que os trabalhadores para manterem-se competitivos vêm
aumentando de forma considerável, seus patamares de educação e aspirações, ao mesmo
tempo em que os trabalhos passam a ter um papel central em suas vidas. Segundo a
mesma autora as empresas que almejam ter um diferencial no mercado estão investindo
no trabalho que aumenta sua capacidade de competitividade, gerenciando o
desenvolvimento de suas equipes, agregando investimento à educação, através do
desenvolvimento humano, da construção do conhecimento por parte do trabalhador.
Também, tais empresas têm dirigido o foco para o processo de comunicação
tecnológica, bem como para o desenvolvimento de habilidades para as pessoas se
comunicarem. Nesta nova realidade, entra a conexão que deve existir entre o pedagogo
e a empresa lembrando que o aprendizado é o saber assimilado, isto é, a construção do
conhecimento por cada indivíduo e se estabelece quando a pessoa encontra um sentido
para aprender e do porque aprender. O processo de aprendizagem nas empresas está
cada vez mais presente em nossa sociedade chamada também de sociedade ou era do
conhecimento. Habilidade ou competência é a capacidade de executar, analisar e
desenvolver com sucesso uma tarefa e para desenvolver habilidades torna-se importante
abordar como se dão os processos de aprendizagem, ou ainda como os processos
cognitivos se tornam realidade, permitindo a transformação nos indivíduos.
No processo de aprendizagem nas empresas o pedagogo empresarial, deve ter a
habilidade, o olhar, a consciência de que está desenvolvendo trabalho com seres
humanos e não com objetos, lembrando que são seres humanos adultos, que precisam
torna-se parte ativa neste processo. Ao desenvolver projetos de aprendizagem deve-se
levar em consideração a real necessidade do individuo, o que realmente ele necessita e
não o que o pedagogo acha melhor para a pessoa ou só para a empresa.
Queremos destacar que como a educação, também há variadas formas de aprendizagem,
para esclarecer melhor esta questão será utilizado os tipos adotados por Libâneo. De
acordo com Libâneo (2002, p. 28), os indivíduos se deparam ao longo da vida com
diferentes formas de aprendizagem entre as quais cita-se:

• Aprendizagem formal: claramente estruturada, propiciada por entidades que


pertencem ao chamado sistema formal de educação e treinamento, reconhecido por
entidades governamentais, oferecendo certificação;

• Aprendizagem não formal: visivelmente estruturada, propiciada por instituição que


não pertencem ao chamado sistema formal de educação e treinamento, como
associações, ONGs e a própria empresa;

• Aprendizagem informal: que acontece em lugares não estruturados para esse fim; ela
ocorre ao longo de toda a vida, adquirida através de contatos pessoais, observação de
situações, uso do computador, etc.
Podemos assim, dizer que no ambiente empresarial será utilizado a aprendizagem não
formal, que apesar de não pertencer a um sistema formal de educação, acaba tendo
características visivelmente estruturadas, tendo no seu desenvolvimento, planejamento,
objetivo e avaliação e a torna bem próximo da aprendizagem formal. O interessante
quando Libâneo destaca que não pertencem ao sistema formal e treinamento, referindo
ao sistema de treinamento observa-se quase que um paradoxo, pois geralmente quando
se fala em uma palestra na empresa pensa logo em treinamento, no entanto o pedagogo
atual, deve estar ciente que sua função não é treinar, domesticar e sim instigar o
desenvolvimento e a aprendizagem dos funcionários dentro da empresa por meio de
atividades elaboradas em conjuntos com os próprios funcionários e com os outros
profissionais.
A atenção do Pedagogo Empresarial, à Educação Integral, isto é, ao processo de
influenciar e sugestionar positivamente os funcionários em todos os aspectos da sua
personalidade vai proporcionar o desenvolvimento da produtividade pessoal nas mais
diversas atividades. Portanto, deve demonstrar com o seu trabalho prático, na empresa,
os efeitos benéficos da adoção das várias atividades educativas.

Os profissionais de pedagogia no ambiente empresarial

Evidenciando a preocupação com o destino que os educadores dariam à Pedagogia,


Libâneo (1996) apresentou uma proposta no VI Encontro Nacional da ANPOFE
(Associação Nacional pela formação dos Profissionais da Educação). O 4º item da
proposta dizia o seguinte:

O pedagogo (escolar ou não), (...) seria considerado um profissional especializado em


estudos e ações relacionados com a ciência pedagógica, pesquisa pedagógica e
problemática educativa, abordando o fenômeno educativo em sua
multidimensionalidade. Nesse sentido, o curso de Pedagogia ofereceria formação
teórica, científica e técnica para sua atuação em diferentes setores de atividades: nos
níveis centrais e intermediários do sistema de ensino, (...) na escola, (...) nas atividades
extra-escola, (...) nas atividades ligadas à formação e capacitação de pessoal nas
empresas. (p. 109)

Segundo Holtz, (2006) uma empresa sempre é a associação de pessoas, para explorar
uma atividade com objetivo definido, liderada pelo empresário, pessoa empreendedora,
que dirige e lidera a atividade com o fim de atingir os objetivos também definidos.
Embora o ato educativo tenha uma natureza não-material e os objetivos da empresa e
escola não sejam os mesmos, pode-se dizer que uma escola também agrega pessoas para
o desempenho de atividades com objetivos definidos. Existe também um líder, o
Pedagogo, gestor e administrador, que a dirige e lidera para a consecução de seus
objetivos educacionais. Esta autora acredita que “Pedagogia e Empresa fazem um
casamento perfeito”, e em pesquisa ela comprova a necessidade dos trabalhos
pedagógicos dentro das empresas e a admiração dos empresários por esses trabalhos e
seus resultados. Deve-se levar em consideração que está ainda não é realidade de todas
as empresas e sim de minoria.
Além dos conhecimentos gerais que são proporcionados pelos cursos de Pedagogia,
outros conhecimentos do pedagogo fazem com que ele seja importante para as empresas
e podem ser assim identificados: conhece recursos auxiliares de ensino, entende do
processo de ensino-aprendizagem, sabe avaliar seus programas, estudou didática (arte
de ensinar) no seu curso superior, sabe elaborar projetos. Além desses pré-requisitos
que são indispensáveis à função, outros se fazem necessários para uma boa atuação
profissional.

Segundo RIBEIRO (2003, p. 10)

O Pedagogo Empresarial precisa de uma formação filosófica, humanística e técnica


sólida a fim de desenvolver a capacidade de atuação junto aos recursos humanos da
empresa. Via de regra sua formação inclui disciplinas como: Didática Aplicada ao
Treinamento, Jogos e Simulações Empresariais, Administração do Conhecimento, Ética
nas Organizações, Comportamento Humano nas organizações, Cultura e Mudança Nas
Organizações, Educação e Dinâmica de Grupos, Relações Interpessoais nas
Organizações, Desenvolvimento organizacional e Avaliação do Desempenho.

O pedagogo deve buscar este novo horizonte, esse novo espaço, tendo a consciência e a
certeza de seu papel dentro da empresa, pois acredito que tem a ganhar com a existência
de outros espaços de atuação para o pedagogo, fora do espaço escolar e a contribuição
que o mesmo pode trazer às empresas preocupas que se preocupam com os seres
humanos presentes nestes espaços.

As práticas do pedagogo dentro da empresa

Nenhuma atividade é puramente administrativa, nem burocrática, nem social, nem


técnica, nem pedagógica. Neste trabalho, são apresentadas separadamente apenas para
fins didáticos.
Dentre as atividades pedagógicas, podemos mencionar as atividades relacionadas ao
ensinar-aprender, envolvendo os funcionários da empresa. Sobre esta questão, não é de
hoje que as escolas têm sido solicitadas para dar conta das qualificações básicas dos
trabalhadores.
Franco (1995), há mais de dez anos já mencionava que, naquele contexto, a educação e
os conhecimentos adquiridos eram vistos como elementos fundamentais para o
desenvolvimento econômico, político e social. E a escola, desde então, passou a ser
cobrada não só quanto ao conteúdo, mas também quanto à forma de lidar com o
conhecimento, matéria-prima da educação, uma vez que ele significa uma estratégia
para a inserção do país no quadro geral dos desenvolvidos.
Ribeiro (1993), analisando os principais indicadores educacionais do país, enfatizava
que o Brasil não teria condições de competir no mundo moderno. A respeito do novo
paradigma da sociedade moderna, a autora argumenta que, para se adequar a essa nova
realidade, algumas habilidades cognitivas, tais como a agilidade de raciocínio mental e
formal, que são desenvolvidas na infância e na adolescência, seriam necessárias. Isso o
levava a concluir que os países que conseguissem instruir a contento sua população
estariam mais aptos a participar da “competição global” que certamente aconteceria.
Acertadamente, a autora previa o que já estamos vivenciando.
Está questão nos leva a pensar sobre a função da escola, uma escola a serviço do
mercado, pensaremos no texto acima como meio de informações de como houve a
mudança que levou o pedagogo à empresa. Pois, o que podemos analisar no texto foi
que o mercado fez uma análise que a escola não estava sabendo qualificar a pessoa para
desenvolver seu papel dentro da empresa, por isso achou conveniente trazer o pedagogo
para dentro da empresa.
O pedagogo empresarial pode atuar na área de Recursos Humanos da empresa,
ajudando na seleção de pessoal e na área do desenvolvimento humano. Pela formação
na área da gestão escolar, especialmente na área de planejamento, o pedagogo tem
condições de ajudar a empresa na elaboração de declaração de sua missão, em que
constem suas metas e aspirações, seus valores, sua cultura e estratégias a serem
utilizadas, envolvendo funcionários e colaboradores. Exposto em lugar visível, este
documento deve conter a declaração de valores e princípios éticos da empresa, como
solidariedade, honestidade, justiça, compromisso, respeito ao próximo, integridade,
lealdade. Além disso, o curso de Pedagogia trabalha bastante com a gestão participativa
na escola, que pode ser devidamente adaptada à empresa.
Cabe ao pedagogo, por exemplo, a ajuda à colocação dos filhos dos funcionários na
escola, bem como procurar parcerias locais para oferecer serviços diversos de interesse
dos funcionários, tais como creches, atendimento pediátrico, atendimento psicológico,
atendimento ao idoso, assessoria jurídica, assessoria de planejamento financeiro,
academias de ginástica etc., assim como agendar cursos e palestras sobre temas
essenciais à vida saudável: atividade física e qualidade de vida, efeitos do fumo sobre o
organismo, a prevenção da dependência química, do alcoolismo, hábitos posturais
saudáveis, a boa qualidade do ar e outros.
Todas as atividades que se desenvolvem na empresa passam pela administração geral.
Assim, todas as atividades citadas anteriormente, já foram concebidas e planejadas
pelos órgãos centrais, que pode delegá-las ao pedagogo para que sejam executadas.
Uma atividade importante que pode ser desenvolvida pelo pedagogo, em sintonia com a
administração, é a que trata de envolver parceiros e funcionários nos projetos da
empresa. Com isto, percebemos as varias atividades que podem ser desenvolvidas pelo
pedagogo na empresa, lembrando sempre que esta prática deve acontecer com
responsabilidade é com muita humanidade.
Pedagogo: crítico-reflexivo no ambiente empresarial

Com a abertura deste novo espaço ao pedagogo empresarial, cabe a ele investir em
constante manutenção de sua atualização, sem comodismo deverá ir ao encontro de
novos conhecimentos, novos cursos de especialização, com a consciência que necessita
ser olhado, respeitado e reconhecido. Na empresa o pedagogo encontra-se ao nível de
ascensão, a procura de seu espaço, tendo diante de si uma grande responsabilidade e
também um leque de opções de trabalho, tendo como papel fundamental cuidar da
educação de adultos para integrá-los, e reconhecê-los em primeiro lugar como seres
humanos que atuam em uma organização e que precisam se reconhecer e serem
reconhecidos como tais, garantindo um melhor padrão de dignidade pessoal e
profissional. Nesta nova perspectiva pressupõe que o pedagogo deverá a continuar a
construção de um perfil cada vez mais atualizado que desponta com distintas
capacidades de trabalhar coletivamente e pedagogicamente no ambiente empresarial.
A educação aparece neste contexto como um processo amplo que permite ao indivíduo
desenvolver-se como um todo e em todas as dimensões, cujos objetivos buscam muito
mais do que acumular técnicas.
Portanto, segundo Chiavenato (1999, p.90)

Desenvolver pessoas não é apenas dar-lhes informação para que elas aprendam novos
conhecimentos, habilidades e destrezas e se tornem mais eficientes naquilo que fazem.
É, sobretudo, dar-lhes a formação básica para que elas aprendam novas atitudes,
soluções, idéias, conceitos e que modifiquem seus hábitos e comportamentos e se
tornem mais eficazes naquilo que fazem. Formar é muito mais do que simplesmente
informar, pois representa um enriquecimento da personalidade humana.

A aprendizagem, a qualificação e o conhecimento nos tornam seres humanos livres e


reflexivos, e capazes de ter uma visão além de obstáculos muitas vezes colocados por
nós mesmos. O indivíduo, após passar por um processo de aquisição de um determinado
conhecimento, jamais terá uma visão de antes, adquirindo novos conhecimentos. E, com
certeza, contribuirá para o seu desenvolvimento e, consequentemente, um avanço maior
da empresa para a qual trabalha. É necessário inovar, motivar e buscar sempre algo
novo, diferente, pois é evidente a existência de cobrança do mercado de trabalho,
principalmente por profissionais qualificados, habilitados e com energia para exercer o
seu cargo adequadamente, com serenidade e autonomia.
Um Pedagogo reflexivo e atuante deve ter como base o projeto pedagógico no qual ele,
ao elaborar, executar, acompanhar e avaliar irá buscar maneiras de realização de uma
prática educativa de qualidade e reflexiva aos trabalhadores, que muitas vezes, não
sabem o “porquê” de estarem inseridos em uma sala de aula no seu ambiente de
trabalho, que por razões da ordem capitalista, significa buscar aumentar a
competitividade através do aumento dos conhecimentos, ou informações de seus
colaboradores, o que não deixa de ser um caminho para o desenvolvimento do país e
uma possível melhoria da qualidade de vida de todos.
Atualmente as empresas estão voltadas para a aprendizagem que buscam não apenas
treinar os seus empregados, mas, antes de tudo, criar um ambiente de aprendizagem
contínua, no qual as pessoas possam criar, adquirir e transferir conhecimentos, de forma
a refleti-los na vida pessoal e profissional. Com isso, as empresas buscam maneiras
inovadoras de enfrentar os problemas e de propor soluções adequadas à realidade e ao
contexto que vivenciam. Isso nos leva a concluir que o que ocorre nas empresas hoje,
em termos de aprendizagem, é muito mais complexo do que aquilo que se buscava
alcançar com a utilização do treinamento.

Segundo Bayma,(2004, p.9)

Todo conhecimento envolve também interesses que criam ideologias que são formas de
justificação e também de encobrimento. Ser crítico é tirar a máscara dos interesses
escusos e trazer à tona as conexões ocultas. Que interesses estão por detrás dos muitos
saberes acadêmicos, especialmente os técnico-científicos? Que tecnologias são
propiciadas e a quem servem?

O que se coloca aqui é que, acima de tudo, a educação no âmbito organizacional ou em


qualquer outro posto na sociedade, deve ser um instrumento de participação ativa,
cooperativa e crítica do cidadão que vai construir uma sociedade mais justa e igualitária.
A prática que se diz crítico-reflexiva possibilita ao educando que, enquanto ser humano,
assuma-se como ser social e histórico, participativo de uma História na qual ele é
sujeito.
Neste sentido, cabe enfatizar que a prática pedagógica não pode estar dentro do que
aceita como fundamental o empresário quando julga ser o suficiente para seu operário, o
treino técnico; a prática do pedagogo pelo contrário, deve propiciar que enquanto está
no processo de formação, o trabalhador possa se conceber como um cidadão na busca
de uma sociedade mais humana através do trabalho, o que não se constrói somente com
sua eficácia técnica, mas incentivando a cooperação, a criatividade humana e acima de
tudo a busca de conhecer . a si próprio como um ser humano capaz de se relacionar com
outros seres humano.
Depois de elaborar, executar e implantar o projeto pedagógico, o que inclui certamente
uma mudança na postura dos envolvidos nos processos educativos, o Pedagogo, tendo
em vista o leque de subsídios e de conceitos que julgou necessários para uma prática
coerente com sua postura crítico-reflexiva, busca neste momento verificar o que pôde
ser aprendido e apreendido pelos educandos e o que a empresa havia solicitado através
do levantamento das suas necessidades, o que é verificável durante as práticas
cotidianas da organização.
O pedagogo deve conceber a educação como forma de humanizar os indivíduos. No
caso das organizações como as empresas, em que na visão da produção, a pessoa é
como um instrumento, então ela passa por um processo de desumanização. Na
contradição entre o adaptar-se onde tem que considerar a cultura da organização
(reciclagens, treinamentos, gestão de pessoas), e entre o transformar, ou seja, criar
condições para que o trabalhador reconheça suas condições em processos de
desenvolvimento,
Corroboro que o pedagogo ao estar inserido neste contexto, deve “olhar” do ponto de
vista de quem vai passar pelo processo educativo, e assim, assumir o seu lugar, ou seja,
saber de que lado está, a favor de quem ou do que está, e procurar favorecer processos
de humanização enquanto processos de formação, visto que sua prática não é neutra
uma vez que é política. O pedagogo estará envolvido em um espaço que se busca
automaticamente resultados econômicos, eficácia nas atividades das pessoas,
habilidades, e agilidades na produção e na sua mão-de-obra, por isso não poderemos
como pedagogo fechar nossos olhos a este fato, sabendo assim, desenvolver da melhor
forma projetos que abranjam além da prática do funcionário como também a sua
aprendizagem, educação e sua autonomia dentro da empresa..

Conclusão

A pedagogia empresarial é um tema bastante novo e atual, é um novo horizonte, o qual


o pedagogo deve sim buscar, apesar de ser ainda bastante desconhecido pelo
profissional da educação, deve-se ter o conhecimento e a certeza que este espaço precisa
sim, de profissionais que tenham na educação o seu objeto de estudo. Acreditando que
este processo está ainda iniciando e que somos, pedagogos que deveremos nos
posicionar, buscando desenvolver da melhor forma as funções destinadas a este
profissional.
O curso de Pedagogia das universidades públicas do Pará ainda está no período de
desenvolvimento, e esperá-se que o mais rápido possível possa se adequar a nova
realidade dando base para exercermos esta função, até mesmo pelo espaço insignificante
que esta questão tem no currículo do curso. Porém, percebe-se por parte de muitos
alunos e profissionais formados o interesse de conhecer e atuar nesta área. È preciso que
as inquietações que me levaram a escrever este artigo, também sejam de muitos
pedagogos principalmente na região Norte. Acredito que para mudar a atual realidade é
necessário que se faça conexão entre as universidades e as empresas, para que estas
conheçam o papel do pedagogo e abra espaço para este profissional. E encontra partida
o Pedagogo se reconheça neste espaço, sabendo sua real função e como desenvolvê-la
da melhor forma possível.
O curso de Pedagogia ainda se encontra voltado quase que totalmente para à educação
em ambiente escolar, o que dificulta o desenvolvimento em outros espaços. A
pedagogia tendo como principal objeto à educação, dar ao pedagogo sim, condições e
habilidades para está presente em qualquer espaço que se desenvolva a pratica
educativa. Acreditando também, que é necessário a presença do pedagogo nas empresas,
para que o funcionário, trabalhador não se torne apenas objetos ou capital humano de
uma empresa.
Pois a educação humaniza o homem, tornando conhecedor de si mesmo e dos outros,
tirando de simples papel de selvagem para torná-lo um ser capaz de se relacionar de
forma positiva com seus semelhantes.

Referência bibliográfica

BAYMA, Fátima. (org.) Educação Corporativa: desenvolvendo e gerenciando


competências. Fundação Getúlio Vargas. São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2004.

CHIAVENATO, Idalberto. Gestão de pessoas. O novo papel dos recursos humanos nas
organizações. Rio de Janeiro:Campus, 1999.

FRANCO, M. L. B. Qualidade total na formação profissional: do texto ao contexto.


Cadernos de Pesquisa. Fundação Carlos Chagas, São Paulo, 1995.

HOLTZ, Maria Luiza Marins. Pedagogia Empresarial. São Paulo: Revista Ampliada.
2006

KANT, Immanuel. Sobre a pedagogia. Trad. Francisco Cock Fontanella. 2ª ed.


Piracicaba: Unimep,1999.

LIBÂNEO, J. C. Que destino os educadores darão à pedagogia? In: PIMENTA, S. G.


(coord.) Pedagogia, ciência da educação? São Paulo: Cortez, 1996.

LIBÂNEO, José Carlos. Pedagogia e pedagogos, para quê?. 4ª. ed. São Paulo: Cortez
Editora, 2001.

_________ José Carlos. Pedagogia e pedagogos, para quê?. 4ª. ed. São Paulo: Cortez
Editora, 2009.

_________na p. 132 do artigo “Pedagogia e modernidade: presente e futuro da escola”.


In: GHIRALDELLI, Paulo. Infância, escola e modernidade. São Paulo: Cortez, 1997,

__________ na p. 59 do artigo “ O que pedagogia, quem é o pedagogo o que deve ser o


curso”. In PIMENTA, Sela Garrido. Pedagogia e Pedagogos: caminhos e perspectivas.
São Paulo: Cortez, 2002.

RIBEIRO, A. E. do A. Pedagogia empresarial: atuação do pedagogo na empresa. Rio de


Janeiro: Wak, 2003.

RIBEIRO, S. C. A Educação e a inserção do Brasil na Modernidade. Cadernos de


Pesquisa. Fundação Carlos Chagas, S. Paulo, n. 84, p.63-82, fev.1993.

RIBEIRO, Rosane Santos na p. 260 do artigo “ Pedagogia Empresarial e aprendizagem


organizacional”ZORZO, Maria Cacilda; SILVA, Lauraci Dondé, POLENZ,
Tâmara(orgs).Pedagogia em Conexão, Canoas, editora da ULBRA 2004.

Ao usar este artigo, mantenha os links e faça referência ao autor:


A PEDAGOGIA EMPRESARIAL E AS PRÁTICAS PEDAGÓGICAS DENTRO DA
EMPRESA publicado 27/02/2009 por Roseli Gonçalves em
http://www.webartigos.com