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PERDAS PERDAS TÉCNICAS TÉCNICAS DE DE ENERGIA ENERGIA Data Data 2/09/05 2/09/05 Hector Hector Arango
PERDAS PERDAS
TÉCNICAS TÉCNICAS DE DE
ENERGIA ENERGIA
Data Data 2/09/05 2/09/05
Hector Hector Arango Arango
Brasília Brasília - - DF DF
Carlos Carlos M.V. M.V. Tahan Tahan
PERDAS – conceitos básicos Conceito Tradicional Denominam-se Perdas Técnicas de Energia as Perdas inerentes às
PERDAS – conceitos básicos
Conceito Tradicional
Denominam-se Perdas Técnicas de Energia as Perdas
inerentes às atividades do transporte da energia
elétrica na rede, e de Perdas Comerciais o restante da
diferença entre a Energia Requerida, Injetada ou
Suprida, e a Comercializada ou Faturada
Essa diferença, que representa a soma das Perdas
Técnicas e Comerciais, é chamada de Perdas Elétricas
PERDAS TÉCNICAS Subdivisão: • Perdas por efeito joule nos condutores • Perdas nos núcleos dos
PERDAS TÉCNICAS
Subdivisão:
• Perdas por efeito joule nos condutores
• Perdas nos núcleos dos transformadores
• Perdas devidas às correntes de fuga no ar e nos
isoladores/isolantes, etc.
Avaliação:
• Há bons modelos matemáticos, porém há incertezas
nos dados de alguns parâmetros da rede elétrica e
principalmente incertezas devido ao comportamento
aleatório das Curvas de Carga
PERDAS COMERCIAIS Subdivisão: • Desvios de medições (positivos ou negativos) • Na compra, supõe-se que
PERDAS COMERCIAIS
Subdivisão:
• Desvios de medições (positivos ou negativos)
• Na compra, supõe-se que não hajam desvios
• Na entrega, haverá.
• Desvios de Energias Estimadas nos casos
previstos pela legislação (IP, ligação provisória,
etc) também podem ser positivos ou negativos
• Furtos de energia (sempre negativo)
Avaliação:
• Análises Estatísticas
• Furtos: Por diferenças? Por estatísticas?
Conceitos e Definições As perdas elétricas podem ser subdivididas em 3 parcelas: • Perdas Técnicas
Conceitos e Definições
As perdas elétricas podem ser subdivididas em 3
parcelas:
• Perdas Técnicas de Energia devido apenas ao
Consumo Regular, isto é, à Energia Comercializada
ou Faturada
• Acréscimo das Perdas Técnicas devido às Perdas
Comerciais
• Perdas Comerciais = Consumos não medidos:
desvios de medição (erros e fraudes), estimação e
furtos
Conceitos e Definições • Perdas de Energia ao longo de um período e impacto na
Conceitos e Definições
Perdas de Energia ao longo de um período e impacto
na demanda
As perdas em energia e demanda estão relacionadas através
do Fator de Perdas: FP
Perda de Energia ====
Período
FP ⋅⋅⋅⋅ Aumento Demanda
O Fator de Perdas pode ser calculado aproximadamente a
partir do Fator de Carga (FC)
FP ==== H ++++ K ⋅⋅⋅⋅FC ++++ 1−−−− H −−−− K FC
((((
))))
2
I – Classificação dos Acessos à Rede PONTO DE INJEÇÃO PONTO DE ENTREGA CLANDESTINO PONTO
I – Classificação dos Acessos à
Rede
PONTO DE INJEÇÃO
PONTO DE ENTREGA
CLANDESTINO
PONTO DE
CONEXÃO
OU
ACESSO
CADASTRADO
MEDIDO
INSTALAÇÕES DE
DISTRIBUIÇÃO
(sistema ou rede)
ESTIMADO
II – Tipos de Acessantes, Potências e Energias ∑∑∑∑PJT =PSU ∑∑∑∑POT =PEN (POTÊNCIA SUPRIDA)
II – Tipos de Acessantes,
Potências e Energias
∑∑∑∑PJT =PSU
∑∑∑∑POT =PEN
(POTÊNCIA SUPRIDA)
(POTÊNCIA ENTREGUE)
CLANDESTINO
FURTO
(0)
POT 1
PJT
POTÊNCIA
ESTIMADO
NÃO
ERRO
ESTIMAÇÃO
FATURADA
POT 2
PTC
POT 3
(PERDAS TÉCNICAS)
POTÊNCIA DISSIPADA
MEDIDO
(MED 3 )
POT 3 -MED 3
∑∑∑∑MED + EST = PFA
ERRO MEDIÇÃO
FRAUDE
(POTÊNCIA FATURADA)
Tipos, Designações e Símbolos de Perdas (ENERGIA SUPRIDA OU INJETADA) ESU MEDÍVEL OU CALCULÁVEL A
Tipos, Designações e Símbolos
de Perdas
(ENERGIA
SUPRIDA OU
INJETADA)
ESU
MEDÍVEL OU CALCULÁVEL
A PARTIR DE MEDIÇÕES
ESTIMÁVEL OU
CALCULÁVEL A PARTIR DE
MEDIÇÕES E ESTIMAÇÕES
PTC
PERDAS TÉCNICAS
ENERGIA ENTREGUE
PGL
EEN
PERDAS
ELÉTRICAS OU
GLOBAIS
PCO
PEN-PFA =
ENERGIA
EFA
FATURADA
(ENERGIA ENTREGUE NÃO FATURADA,
OU PERDAS COMERCIAIS
OU COMERCIALIZADA
Perdas e Energias Regulares (ENERGIA SUPRIDA REGULAR) ESR = EFA + PTR (PERDAS TÉCNICAS REGULARES)
Perdas e Energias Regulares
(ENERGIA SUPRIDA
REGULAR)
ESR
= EFA + PTR
(PERDAS TÉCNICAS
REGULARES)
PTR
PERDAS
COMERCIAIS
SUPRIDAS
EFA
Definindo o Índice de Perdas 0 hs 3 hs 8 hs 2Q: 1Q: 00 00
Definindo o Índice de Perdas
0 hs
3 hs
8 hs
2Q:
1Q:
00
00
30
00
30
45
-15
EJT
ESA
P
1 =10
- 9
EJT
0
0
0 hs
- ENERGIA
INJETADA NO PONTO
DE CONTROLE
EJT
− ∑
ESA
IPR =
0
3
3
hs
∑ EJT
EEN
- ENERGIA
ENTREGUE NO PONTO
DE CONTROLE
0
8
8
hs
P 2 = 9
- 10
1Q:
00
00
00 27
50
27
+23
EJN
ESA
(30
+
50)
(45
+
27)
(30
+
0)
(0
+
27)
IPR =
= 0,1
IPR =
= 0,1
0
− 8hs
(30
+
50)
0
− 3hs
(30
+ 0)
Exemplos de Perdas Totais e Regulares 1,225=PSU 0,928=PSR θθθθ R ==== R (1 ++++ )
Exemplos de Perdas Totais e
Regulares
1,225=PSU
0,928=PSR
θθθθ
R
====
R
(1
++++
)
θθθθ
0
250
R=0,200
R=0,225
0,225=PTC
0,128=PTR
θθθθ=50º
θθθθ=87º
TOTAIS
REGULARES
TEMPERATURA
PFA = 0,8
0,2 = PCO
PFA=0,8
Aspectos Tarifários I – A Situação Real CSU = 17 ESU = 17 (CUSTO DO
Aspectos Tarifários
I – A Situação Real
CSU =
17
ESU = 17
(CUSTO DO SUPRIMENTO)
1,00 x 17 = R$17,00
TSU = R$1,00
(GASTOS)
EVA
ETC = 1,5
GAS
0,00
R$2,00
R$
TUSD=TEQ-TSU
TUSD = R$0,52
EEN = 15,5
(RECEITA)
REC
1,52 x 12,5 = R$19,00
TEQ = R$1,52
(TARIFA DE EQUILÍBRIO)
R$19,00
EFA=12,5
ENF=3
Aspectos Tarifários II – Sem Perdas Técnicas III – Sem Perdas Comerciais ∆∆∆∆TUSD = 0,52
Aspectos Tarifários
II – Sem Perdas Técnicas
III – Sem Perdas Comerciais
∆∆∆∆TUSD = 0,52 - 0,40 = 0,120
∆∆∆∆ TUSD = 0,52 – 0,232 = 0,288
15,50
15,50
13,40
13,40
0,9
2,00
2,00
0
0
15,50
1,40x12,5 = R$17,50
TEQ-[sem perdas]
= R$1,40
12,50
3
1,232x12,5 = R$15,40
TEQ-[sem EEN]
12,50
3
TUSD = 0,40
TUSD = 0,232
Aspectos Tarifários IV – Sem Perdas Técnicas nem Comerciais ∆∆∆∆ TUSD = 0,52 – 0,16
Aspectos Tarifários
IV – Sem Perdas Técnicas nem Comerciais
∆∆∆∆ TUSD = 0,52 – 0,16 = 0,360
R$12,50
12,50
2,00
0
1,16 x 1,25 = R$14,50
12,50
TUSD = 0,160
Resolução Contábil da TUSD TSU * ESU ESU = EFA + ENF + EPR GAS
Resolução Contábil da TUSD
TSU * ESU
ESU = EFA + ENF + EPR
GAS
EPR
TFA * EFA
EFA
ENF
EVA = 0 TFA.EFA = TSU.ESU + GAS
=
TSU (EFA + ENF + EPR + GAS)
 ENF ⋅  TSU +   EPR 
GAS
TFA
=
TSU
+ 
TSU
+
EFA
EFA
EFA
TFA-TSU = TUSD =
0,52 =
TUSD ENF
+
TUSD EPR
+
TUSD GAS
0,24
+
0,12
+
0,16
Tratamento das Perdas Decomposição Contábil R$ 17,00 3,0 1,5 2,0 12,5 ++++ ++++ ++++ 12,5
Tratamento das Perdas
Decomposição Contábil
R$ 17,00
3,0
1,5
2,0
12,5 ++++
++++
++++
12,5
12,5
12,5
12,5
PCOMDIR
TUSD = 0,24 + 0,12 + 0,16 = 0,52
Decomposição Física
R$ 2,00
EFEITO TOTAL
DO RETIRO DAS
PERDAS
COMERCIAIS
PERDAS TEC. NÃO
REGULARES
EVA =
R$ 0,00
PERDAS TEC.
REGULARES
12,5
3,0
++++
0,6
0,9
2,0
++++
++++
++++
12,5
12,5
12,5
12,5
TUSD =
0,288 + 0,072
+ 0,16
= 0,52
1,52 x 12,5 = R$19,00
Efeito do Investimento em Perdas na TUSD ESU - ∆EPR ESU EPR EPR - ∆EPR
Efeito do Investimento em
Perdas na TUSD
ESU - ∆EPR
ESU
EPR
EPR - ∆EPR
∆GAS
EFA
ENF
EFA
ENF
∆∆∆∆
GAS
−−−−
TUSD *
∆∆∆∆
EPR
∆∆∆∆
TUSD
====
EFA
Trajetória Ideal e Trajetória de Recuperação tH: HORIZONTE DE ADAPTAÇÃO NÍVEL REAL A REDE ATINGE
Trajetória Ideal e Trajetória de
Recuperação
tH: HORIZONTE
DE ADAPTAÇÃO
NÍVEL REAL
A REDE ATINGE A
ESCALA IDEALREAL
NÍVEL IDEAL
CUSTO REDE
TRAJETÓRIA IDEAL
TRAJETÓRIA DE
RECUPERAÇÃO
CUSTO IDEAL