Vous êtes sur la page 1sur 34

Apostila de Exercícios e Revisão

História do Brasil

PRÉ COLONIAL

1 - (FGV 1997) Com relação aos indígenas brasileiros, pode-se afirmar que:

a) os primitivos habitantes do Brasil viviam na etapa paleolítica do

desenvolvimento humano;

b) os índios brasileiros não aceitaram trabalhar para os colonizadores

portugueses na agricultura não por preguiça, e sim porque não conheciam a agricultura;

c) os índios brasileiros falavam todos a chamada "língua geral" tupi-guarani;

d) os tupis do litoral não precisavam conhecer a agricultura porque tinham pesca

abundante e muitos frutos do mar de conchas, que formaram os "sambaquis";

e) os índios brasileiros, como um todo, não tinham homogeneidade nas suas

variadas culturas e nações.

2 - ( FGV 1997) A exploração do pau-brasil se fazia pelo sistema de escambo. Isto significa que:

a)

a exploração era monopólio real:

b)

a exploração se baseava no trabalho forçado dos indígenas;

c)

a exploração era feita pelo sistema de arrendamento;

d)

a exploração era feita por contrabandistas.

e)

a exploração implicava na troca do produto por produto

3

- (FGV 2000) Sobre os povos dos sambaquis, é incorreto afirmar que:

a)

sendo nômades, ocuparam a faixa amazônica, deslocando-se, durante

milhares de anos, do Marajó a Piratininga;

b) sedentários, viviam da coleta de recursos marítimos e de pequenas caças;

c) as pesquisas arqueológicas demonstram que tais povos desenvolveram

instrumentos de pedra polida e de ossos;

d) na chegada dos primeiros invasores europeus, esses povos já se encontravam

subjugados por outros grupos sedentários;

e) esses povos viveram na faixa litorânea, entre o Espírito Santo e o Rio Grande

do Sul, basicamente dos recursos que o mar oferecia.

4 - (FGV 2000) "A língua deste gentio, toda pela Costa, é uma: carece de três

letras não se acha nela F, nem L, nem R, cousa digna de espanto, porque assim não têm fé, nem lei, nem rei; e desta maneira vivem sem justiça e desordenadamente." (Pero de Magalhães Gandavo, séc. XVI)

A partir do extrato acima podemos afirmar tratar-se de um texto que:

a)

subestima a cultura indígena;

b)

respeita as especificidades das diferentes culturas;

c)

está isento de valores;

d)

é de forte caráter relativista;

e)

vê como completas as sociedades indígenas.

5

- (MACKENZIE 1999) A árvore de pau-brasil era frondosa, com folhas de um

verde acinzentado quase metálico e belas flores amarelas. Havia exemplares extraordinários, tão grossos que três homens não poderiam abraçá-los. O tronco

vermelho ferruginoso chegava a ter, algumas vezes, 30 metros (

)

Naufragos, Degredados e Traficantes Eduardo Bueno

Em 1550, segundo o pastor francês Jean de Lery, em um único depósito havia cem mil toras. Sobre esta riqueza neste período da História do Brasil podemos afirmar.

a) O extrativismo foi rigidamente controlado para evitar o esgotamento da

madeira.

b) Provocou intenso povoamento e colonização, já que demandava muita mão-

de-obra.

c) Explorado com mão-de-obra indígena, através do escambo, gerou feitorias ao

longo da costa; seu intenso extrativismo levou ao esgotamento da madeira.

d) O litoral brasileiro não era ainda alvo de traficantes e corsários franceses e de

outras nacionalidades, já que a madeira não tinha valor comercial.

e) Os choques violentos com as tribos foram inevitáveis, já que os portugueses

arrendatários escravizaram as tribos litorâneas para a exploração do pau-brasil.

7 - (PUC RJ 2000) "Povos e povos indígenas desapareceram da face da terra como conseqüência do que hoje se chama, num eufemismo envergonhado, `o encontro' de sociedades do Antigo e do Novo Mundo."

(Manuela Carneiro da Cunha (org). História dos índios no Brasil. 2ª ed. São Paulo, Cia das Letras, 1998. p. 12)

A chegada dos europeus no que veio a ser por eles denominado de América, ocasionou o encontro entre sociedades que se desconheciam. No caso dos que estavam a serviço da Coroa de Portugal, o encontro formalizou contatos, confrontos, alianças com tribos nativas litorâneas, grande parte de origem tupi.

Acerca desse encontro entre portugueses e tupis nas terras que vieram a ser chamadas de Brasil, é correto afirmar que:

a) entre 1500 e 1530, os contatos foram pacíficos e amistosos, facilitando o

estabelecimento das práticas de escambo do pau-brasil e o surgimento dos

primeiros aldeamentos organizados por jesuítas.

b) a partir de 1555, a tentativa de huguenotes franceses de criar uma colônia - a

França Antártica -, na baía de Guanabara, acabou por favorecer alianças militares de portugueses com as tribos locais, tamoios e tupinambás, suspendendo a

escravização dos indígenas.

c) as intenções de colonizadores portugueses - "expandir a fé e o Império" - bem

como suas práticas colonizadoras - doação de sesmarias, estímulos ao cultivo da cana, catequese dos nativos -, transformaram o encontro em um desastre demográfico para as tribos tupis do litoral.

d) os rituais antropofágicos praticados pelos tupis, ao lado das rivalidades

constantes entre as tribos, foram fatores que contribuíram para a predominância de choques militares com os portugueses, tornando inevitáveis, por sua vez, a ocorrência de guerras justas.

e) o desconhecimento por parte dos nativos de qualquer tipo de agricultura foi o

principal obstáculo para a utilização de sua mão-de-obra no estabelecimento da lavoura canavieira; isso somado à resistência à catequese ocasionou confrontos constantes entre portugueses e tupis.

8 - (PUC RS 1999) Pode-se afirmar que, nos primeiros trinta anos após o descobrimento do Brasil, ocorreu uma relativa negligência de Portugal com relação às terras brasileiras, que pode ser atribuída a vários fatores, exceto

a) a inexistência, na Colônia recém-descoberta, de uma estrutura produtiva já

instalada, capaz de viabilizar sua exploração econômica segundo os padrões da política mercantilista.

b) a importância do comércio com o Oriente, que continuava a ser o principal

objetivo da atividade mercantil de Portugal e atraía a ambição da burguesia lusa.

c) o acirramento das disputas entre as nações européias que se formavam em

busca de novos mercados, resultando em incursões sistemáticas à América.

d) a constatação de que qualquer tentativa de aproveitamento produtivo do vasto

território brasileiro implicaria gastos para a metrópole portuguesa.

e) a escassez de recursos humanos e materiais que permitissem a Portugal

explorar ao mesmo tempo as Índias Orientais e o Brasil.

9 - (ACAFE 2000) Comemoramos os 500 anos do Brasil. Numa perspectiva crítica, podemos concluir que o Brasil foi invadido. A alternativa onde este contexto fica evidenciado é:

a) Quando a esquadra de Cabral aqui chegou (1500), já existiam vários grupos

indígenas estabelecidos no território brasileiro

b) Realizou-se uma grande batalha entre os homens de Cabral e os habitantes do

litoral brasileiro.

c) Os portugueses pretendiam instalar apenas colônias de povoamento, não

visando uma exploração mercantilista das terras brasileiras.

d) Os lusitanos foram recebidos com muita violência pelos nativos e impedidos de

desembarcarem no litoral.

e) Os portugueses sempre trataram os indígenas com muito respeito e justiça,

nunca ameaçando a sua cultura.

10 - (UNIFOR 2000) A extração de pau-brasil, embora exercida durante todo o

chamado Período Pré-Colonial, não gerou a ocupação da terra. Os europeus chegavam aqui, "contratavam" com os índios o fornecimento da madeira, carregavam os navios e retornavam à Europa, sem se fixarem no território. Os indígenas, que forneciam a mão-de-obra para o corte e carregamento da madeira, recebiam em troca de seu trabalho algumas quinquilharias. Trata-se do sistema denominado

a)

dumping. b) parceria. c) meiação. d) escambo. e) bilateralismo.

11

- (UNIFOR 1999) A colonização do Brasil só começou a partir de 1530, com

a chegada de Martim Afonso de Souza. De 1500 a 1530, Portugal não demonstrou grande interesse pela terra, porém, não a abandonou. Considere

entre as proposições abaixo as que confirmam a atitude de Portugal.

I. Portugal enviou expedições com o objetivo de conhecer e explorar o litoral brasileiro.

II. A exploração do pau-brasil, riqueza sob o monopólio real foi arrendada a mercadores portugueses e italianos, liderados por Fernando de Noronha.

III. Portugal exigiu a formação de núcleos de povoamento, nas regiões costeiras, onde os cristãos novos extraíam o pau-brasil.

IV. O pau-brasil era extraído pelos índios e apropriado pelos portugueses através do escambo.

V. Apesar de constatada a presença de estrangeiros, sobretudo franceses, contrabandeando o pau-brasil, no litoral brasileiro, Portugal não se preocupou em policiar a região.

São corretas SOMENTE

a) I, II e III b) I, II e IV c) I, IV e V d) II, III e V e) III, IV e V

BRASIL ADMINISTRAÇÃO

1 - (CES 2000) A criação do Governo-Geral no Brasil foi assinado em 1548 e representou:

a) Maior controle da metrópole sobre a colônia.

b) Liberdade do negro e do índio em todo o território.

c) Liberação das atividades de mineração e da criação de gado;

d) Fim do sistema de Capitanias Hereditárias;

e) Proteção dos indígenas e descentralização administrativa da colônia.

2 - (FDV 2000) O órgão do governo português, responsável pela administração colonial brasileira foi

a) Cortes de Lisboa.

b) Casa da Consciência e Ordens.

c) Casa do Oriente.

d) Conselho das Colônias.

e)

Conselho Ultramarino.

d) regulamentação dos ofícios, do comércio, das feiras e mercados.

3

- (FUVEST 1998) - As reformas pombalinas propuseram, em relação ao Brasil,

e) abastecimento de gêneros e cultura da terra.

a)

a expulsão dos mercenários e o afrouxamento das práticas mercantilistas.

7

- (PUC MG 1998) No sistema de capitanias hereditárias no Brasil colonial, a

b)

a expulsão dos jesuítas e uma política de liberdade do indígena.

ocupação das terras

c)

a criação de um sistema de intendências e a formação de companhias

privilegiadas.

d) a subordinação da Igreja ao Estado e a permissão para o surgimento da

imprensa.

e) o fomento às atividades manufatureiras na colônia e o combate aos espanhóis

no sul.

5 - (MACKENZIE 2000) "Do rei os donatários não recebiam mais do que a

própria terra e os poderes para conquistá-la". Eduardo Bueno - Capitães do Brasil Assinale a alternativa correta sobre o sistema de colonização citado no texto.

a) O sistema de capitanias tinha por objetivo solucionar a questão demográfica

em Portugal, deslocando para a colônia o excedente de população.

b) Pernambuco e São Vicente foram as capitanias bem sucedidas, graças ao apoio

francês ao comércio do açúcar e extrativismo de pau-brasil.

c) Financiado totalmente peio governo português, fracassou em virtude da

péssima administração.

d) As lutas contra nativos, longas distâncias, falta de recursos, levaram o sistema

ao fracasso; embora seu legado como o latifúndio e a estrutura social excludente tenham sido duradouros em nosso país.

e) A excelente situação econômica de Portugal facilitou o apoio aos donatários

que reproduziram no Brasil o sistema feudal europeu.

6 - (PUC MG 1997) Na estrutura administrativa no Brasil colonial, as câmaras

desempenharam importantes funções, tais como, EXCETO:

a) conservação das ruas, limpezas da cidade e arborização.

b) doação de sesmarias, comando militar e formação de milícias.

c) construção de obras públicas: estradas, pontes, calçadas e edifícios.

era assegurada pela carta de doação e pelo foral. É correto afirmar, EXCETO:

a) O foral determinava os direitos e deveres do donatário.

b) A carta de doação era um documento jurídico assinado pelo rei.

c) O foral garantia a hereditariedade da terra, que não poderia ser vendida.

d) A carta de doação cedia ao donatário as terras, mas não o poder

administrativo delas.

e) O foral determinava o direito do donatário de fundar vilas e conceder

sesmarias.

8 - (PUC MG 1998) São fatores que contribuíram para o fracasso do sistema

de capitanias hereditárias no Brasil colonial, em meados do século XVI, EXCETO:

a) os ataques de corsários franceses no litoral e o desrespeito ao Tratado de

Tordesilhas pelos espanhóis.

b) os conflitos com os índios, que lutaram para manter suas terras e contra sua

escravização.

c) a autonomia dos donatários, que se chocava, muitas vezes, com os interesses

da Coroa.

d) a ausência de terras férteis em determinadas regiões e a distância da

Metrópole.

e) a falta de recursos dos pequenos nobres donatários, que impossibilitava novos

empreendimentos.

9 - (PUC MG 1999) Na América de colonização espanhola e na América de

colonização portuguesa, o poder local, nas vilas e cidades, era exercido respectivamente:

a) pela Audiência e Provedor.

b) pelo Encomendeiro e Juiz Ordinário.

c) pelo Adelantado e Capitão Donatário.

d) pelo Corregedor e Ouvidor.

e) pelo Cabildo e Câmara Municipal.

10 - (PUC RS 1998) A partir de 1548, estrutura-se uma nova política administrativa do Estado português com a criação do Governo Geral, por D. João III. A adoção desse sistema administrativo no Brasil representou

a) a limitação da influência das "reduções" jesuíticas.

b) a transferência para o Brasil das relações de produção existentes na Metrópole.

c) a necessidade de reafirmar a soberania e a autoridade da Metrópole na

Colônia.

d) a proibição do exercício de atividades econômicas por estrangeiros.

e) a ampliação da iniciativa particular na colonização brasileira.

BRASIL MÃO-DE-OBRA

1 - (FVG 1999) "Quatro grandes ciclos trazem sucessivamente para o Brasil os

negros sudaneses, depois bantus: o primeiro deles no tempo, o do século XVI ou

ciclo da Guiné, tem seu ponto inicial na África ao norte do Equador e traz ao

Brasil negros uolofs, mandingas, sonrais, mossis, haússas e peuls (

metrópole portuguesa adotou sempre a política de misturar as diferentes etnias africanas, para impedir a concentração de negros de uma mesma origem numa só capitania." (Kátia M. de Q. Mattoso - Ser escravo no Brasil)

) a

O texto acima indica-nos:

I. uma ruptura com a forma usual de caracterização dessas diferentes etnias que

aparecem na maioria da vezes ocultas atrás das generalizações negros e/ou

africanos;

II. apenas os diferentes fluxos étnicos do tráfico escravo;

III. que mesmo pertencendo a diferentes etnias esses grupos formavam um conjunto biológico e culturalmente homogêneo;

IV. a acidentalidade da mistura étnica nas capitanias;

V. a diversidade cultural do universo escravo brasileiro;

a) apenas I, III e V são verdadeiras;

b) apenas II e IV são verdadeiras;

c) apenas I e IV são verdadeiras;

d) apenas IV e V são verdadeiras;

e) apenas I e V são verdadeiras

2 - (FUVEST 1995) "Na primeira carta disse a V. Rev. a grande perseguição que padecem os índios, pela cobiça dos portugueses em os cativarem. Nada há de dizer de novo, senão que ainda continua a mesma cobiça e perseguição, a qual cresceu ainda mais. No ano de 1649 partiram os moradores de São Paulo para o sertão, em demanda de uma nação de índios distantes daquela capitania muitas léguas pela terra adentro, com a intenção de os arrancarem de suas terras e os trazerem às de São Paulo, e aí se servirem deles como costumam. " Pe. Antonio Vieira (Carta ao Padre Provincial, 1653, Maranhão.).

Este documento do Padre Antonio Vieira revela

a) que tanto o padre Vieira como os demais jesuítas eram contrários à

escravização dos indígenas e dos africanos, posição que provocou conflitos constantes com o governo português.

b) um dos momentos cruciais da crise entre o governo português e a Companhia

de Jesus, que culminou com a expulsão dos jesuítas do território brasileiro.

c) que o ponto fundamental dos confrontos entre os parires jesuítas e os colonos

referia-se à escravização dos indígenas e, em especial, à forma de atuar dos bandeirantes.

d) um episódio isolado da ação do padre Vieira na luta contra a escravização

indígena no Estado do Maranhão, o qual se utilizava da ação dos bandeirantes

para caçar os nativos.

e) que os padres jesuítas, em oposição à ação dos colonos paulistas, contavam

com o apoio do governo português na luta contra a escravização indígena.

3 - (FUVEST 1996) Em 1694, uma expedição chefiada pelo bandeirante

Domingos Jorge Velho foi encarregada pelo governo metropolitano de destruir o quilombo de Palmares. Isto se deu porque

a) os paulistas, excluídos do circuito da produção colonial centrada no Nordeste,

queriam aí estabelecer pontos de comércio, sendo impedidos pelos quilombos.

b) os paulistas tinham prática na perseguição de índios, os quais aliados aos

negros de Palmares ameaçavam o governo com movimentos milenaristas.

c) o quilombo desestabilizava o grande contigente escravo existente no Nordeste,

ameaçando a continuidade da produção açucareira e da dominação colonial.

d) os senhores de engenho temiam que os quilombolas, que haviam atraído

brancos e mestiços pobres, organizassem um movimento de independência da colônia.

e) os aldeamentos de escravos rebeldes incitavam os colonos à revolta contra a

metrópole visando trazer nova- mente o Nordeste para o domínio holandês.

4 - (FUVEST 1997) No Brasil colonial, a escravidão caracterizou-se

essencialmente

a) por sua vinculação exclusiva ao sistema agrário exportador.

b) pelo incentivo da Igreja e da Coroa à escravidão de índios e negros.

c) por estar amplamente distribuída entre a população livre, constituindo a base

econômica da sociedade.

d) por destinar os trabalhos mais penosos aos negros e os mais leves aos índios.

e) por impedir a emigração em massa de trabalhadores livres para o Brasil.

5 - (FUVEST 1999) Segundo as pesquisas mais recentes, pode-se afirmar, em relação aos quilombos coloniais brasileiros, que os mesmos

a) distinguiam-se pelo isolamento, pela marginalização, sem nenhum vínculo com

os arredores que os cercavam;

b)

eram de caráter predominantemente agrícola, sobrevivendo do que plantavam

e

do que teciam;

c)

eram habitados exclusivamente por escravos fugidos, constituindo-se em

verdadeiros Estados teocráticos;

d) dedicavam-se, alguns, à agricultura, outros, à mineração, outros, ainda, ao

pastoreio, articulando-se com os núcleos vizinhos através do comércio;

e) existiram apenas durante o século XVII, tendo Palmares como eixo central.

(PUC MG 1997) RESPONDA ÀS QUESTÕES 06 E 07 DE ACORDO COM O TEXTO ABAIXO.

O TEXTO, DO ANO DE 1612, REFERE-SE AO PERÍODO COLONIAL BRASILEIRO.

LEIA-O COM ATENÇÃO.

“Os bens dos vassalos deste Estado são engenhos, canaviais, roças ou se- menteiras, gados, lenhas, escravos, que são o fundamento em que se estriba

essa potência [

dela depende o remédio de todos os outros. Estes escravos hão de ser de Guiné, vindos das conquistas ou comércios de Etiópia, ou hão de ser da própria terra, ou

de uns e de outros. [

menos custo e maior número, como andam metidos com os religiosos aos quais

vivem sujeitos [

seja de substância [

Brasil. Apud INÁCIO, Inês da C. e LUCA, Tania R. de. Documentos do Brasil Colonial. São Paulo. Ática, 1993, p. 62-63)

]

porém a [posse] dos escravos é a mais considerável porque

]

]

Os índios da terra, que parecem de maior facilidade,

de maravilha fazem serviço, nem dão ajuda aos leigos, que

]”.

(MORENO, Diogo de. Livro que dá razão do Estado do

6 - (PUC MG 1997) Todas as afirmativas que se seguem têm relação com o

texto, EXCETO:

a) A mão-de-obra escrava foi indispensável para a produção de riquezas

coloniais.

b) O tráfico negreiro foi responsável, em grande parte, pelo abastecimento de

escravos na Colônia.

c) A riqueza do colonizador media-se pelo volume de suas propriedades, incluindo

os escravos.

d) A contribuição do trabalho dos indígenas foi mais substancial que o dos

africanos.

e) Os aldeamentos facilitaram a exploração, ainda que mais amena, da força

de trabalho do índio.

7 - (PUC MG 1997) Assinale a afirmativa que sintetiza a lógica dos empreendimentos coloniais em relação ao trabalho:

a)

A mão-de-obra indígena era mais facilmente obtida por ser menos dispendiosa

e

pela grande quantidade de índios disponíveis na própria Colônia.

b)

A necessidade de grandes contingentes de trabalhadores levou os portugueses

a

recorrerem ao trabalho indígena.

c)

A questão da mão-de-obra foi um problema constante no período, conduzindo

à

escravização de índios e africanos.

d)

A escravização do gentio constitui-se numa questão polêmica que contrapôs,

freqüentemente, lavradores e missionários.

e) O trabalho compulsório mostrou-se o mais adequado ante as diretrizes

mercantilistas de ocupação e exploração coloniais.

8 - (PUC MG 1998) Ao longo da vigência do escravismo no Brasil (séculos

XVI-XIX), os quilombos

foram uma constante. Sobre eles é correto afirmar, EXCETO:

a) representavam a única forma coletiva de resistência escrava ao sistema.

b) seus integrantes, os quilombolas, utilizavam muitas vezes o roubo e o assalto

para sobreviverem.

c) localizavam-se em lugares estratégicos, como nas montanhas ou mesmo

próximos a estradas e vilas.

d) o mais conhecido foi Palmares, destruído em 1697 e localizado no atual estado

de Alagoas.

e) foram alvo da repressão governamental e causavam o medo às populações

brancas.

9 - (PUC MG 1998) Especialmente no primeiro século de colonização do Brasil, a mão-de-obra

utilizada foi a indígena, sobre a qual é correto afirmar, EXCETO:

a) inicialmente o escambo com os índios atendeu aos interesses portugueses,em

particular, na extração do pau-brasil.

b) a legislação metropolitana variou bastante ao longo dos séculos, estabelecendo

restrições à escravização do indígena.

c) os índios cristãos, oriundos das “reduções jesuíticas”, ficaram completamente a

salvo da exploração dos colonizadores.

d) as “expedições de apresamento”, realizados pelos bandeirantes paulistas,

objetivavam a caça ao índio.

e) as “guerras justas”, autorizadas pela Coroa, eram justificadas pelos

portugueses como de legítima defesa contra tribos antropofágicas.

10 - (PUC MG 1998) Refere-se ao período de vigência da escravidão no Brasil:

I. O escravo africano foi a mão-de-obra fundamental da economia, do século XVII ao XIX, utilizado nas tarefas agrícola, urbana e doméstica.

II. Sendo considerado mercadoria, o preço do escravo variou de acordo com o sexo, idade e habilidade para o trabalho.

III. Alguns ofícios urbanos, como o de vendedores ambulantes, demandavam mobilidade de circulação dos escravos, inviabilizando a vigilância constante do feitor.

a) se apenas o item I estiver correto.

b) se apenas os itens I e II estiverem corretos.

c) se apenas os itens I e III estiverem corretos.

d) se apenas os itens II e III estiverem corretos.

e) se todos os itens estiverem corretos.

BRASIL AÇUCAR

2 - (FGA 1997) Com relação ao domínio holandês no Brasil, no período colonial, pode-se afirmar que:

a) os limites das suas conquistas ficaram restritos a Pernambuco, então a

Capitania que mais produzia açúcar na Colônia;

b) o governo de Nassau, de acordo com a Companhia das Índias Ocidentais,

procurou, juntamente com os produtores locais, incrementar ainda mais a produção do açúcar;

c) a partir de suas bases no Nordeste, os holandeses ampliaram o raio da sua

dominação, chegando, em 1645, a conquistar a Amazônia peruana;

d) oriundo de uma Holanda dividida pelas guerras de religião, o protestante

Nassau fez do seu governo, em Pernambuco, um regime teocrático de protestantismo radical;

e) nas regiões que dominaram, os holandeses transformaram a economia numa

atividade igualmente lucrativa para Portugal e Espanha.

3 - (FGV 1998) Assinale a alternativa incorreta quanto às realizações do governo de Maurício de Nassau no Nordeste brasileiro de 1637 a 1644.

a) financiamento da recuperação dos engenhos de açúcar;

b) tolerância para com as práticas religiosas dos habitantes da terra;

c) incentivo a instalação de indústrias manufatureiras em Pernambuco;

d) obras urbanísticas na cidade de Recife;

e) estímulo à cultura promovendo a vinda de artistas e cientistas da Europa.

4 - (FUVEST 1995) Foram, respectivamente, fatores importantes na ocupação holandesa do Nordeste do Brasil e na sua posterior expulsão

a) o envolvimento da Holanda no tráfico de escravos e os desentendimentos

entre Maurício de Nassau e a Companhia das Índias Ocidentais.

b) a participação da Holanda na economia do açúcar e o endividamento dos

senhores de engenho com a Companhia das Índias Ocidentais.

c) o interesse da Holanda na economia do ouro e a resistência e não-aceitação do

domínio estrangeiro pela população.

d) a tentativa da Holanda em monopolizar o comércio colonial e o fim da

dominação espanhola em Portugal.

e) a exclusão da Holanda da economia açucareira e a mudança de interesses da

Companhia das Índias Ocidentais.

5 - (FUVEST 1999) - Quanto à utilização da mão de obra durante o primeiro século de colonização, na região Nordeste do Brasil, pode-se afirmar que

a) o escravo africano foi utilizado, preponderantemente, desde a fase do escambo

do pau-brasil;

b) as tribos tupis realizavam o comércio das madeiras com os franceses, ao passo

que os aimorés e os nagôs plantavam gêneros alimentícios para os jesuítas e colonos;

c) desde o final do século XVI até o início do XVII, negros e indígenas coexistiam

nas propriedades açucareiras realizando, por vezes, tarefas diferenciadas;

d) as principais atividades econômicas nesse período tinham como base o

trabalho familiar e a mão de obra livre;

e) a falência do escambo do pau-brasil redundou em utilização exclusiva do

indígena na cultura açucareira e na criação do gado, até o final do século XVI.

6 - (FUVEST - 2000) No que diz respeito à combinação entre capital, tecnologia e

organização, a lavoura açucareira implantada pelos portugueses no Brasil seguiu um modelo empregado anteriormente

a) no Norte da África e no Caribe.

b) no Mediterrâneo e nas ilhas africanas do Atlântico.

c) no sul da ltália e em São Domingos.

d) em Chipre e em Cuba.

e) na Península Ibérica e nas colônias holandesas.

7 - (PUC MG 1999) A implantação da lavoura canavieira no Brasil colonial, em meados do século XVI, deveu-se, dentre outros fatores a, EXCETO:

a)

condições geográficas favoráveis: clima quente e terras em abundância.

b)

experiência portuguesa bem sucedida nas Ilhas Atlânticas.

c)

ampla aceitação do açúcar no mercado internacional.

d)

participação de capitais holandeses na distribuição do produto.

e)

baixíssimos custos na montagem do engenho açucareiro.

8

- (PUC MG 1999) No Brasil colonial dos séculos XVI-XVII, a estrutura

econômica tinha como suporte básico:

a) extrativismo trabalho livre pequenas propriedades

b) monocultura açucareira escravidão latifúndio

c) cafeicultura trabalho imigrante latifúndio

d) mineração escravidão médias propriedades

e) pecuária trabalho livre grandes propriedades

9 - (PUC MG 2000) A sociedade do açúcar que se constituiu no decorrer dos dois primeiros séculos após o descobrimento das terras brasileiras foi marcada :

a) pela ocupação da região central da colônia, levando à interiorização do

povoamento.

b) pela diversidade de segmentos sociais e pela mobilidade social dos seus

integrantes.

c) pelo domínio do trabalho escravo, reforçando o seu caráter discriminatório e

autoritário.

d) pelo desenvolvimento de um mercado interno diversificado, permitindo um

maior fluxo da renda.

e) pela integração harmoniosa de componentes culturais tanto dos colonizados

quanto dos colonizadores.

10 - (PUC MG – 2000) “No Domingo, ou dias de festas, tão numerosos que absorvem mais de cem dias no ano, os escravos são dispensados de trabalhar para seus senhores e podem descansar ou trabalhar para si próprios. Em cada fazenda existe um pedaço de terra que lhes é entregue, cuja extensão varia de acordo com o número de escravos, cada um dos quais cultiva como quer ou pode. Dessa maneira, não somente o escravo consegue, com o produto do seu trabalho, uma alimentação sadia e suficiente, mas ainda, muitas vezes, chega a vendê-lo vantajosamente”.

(Fonte:Johann-Moritz Rugendas. Viagem pitoresca através do Brasil. São Paulo:

Martins-EDUSP, 1972. P. 140)

O trecho do documento é da época do Brasil Colônia e se refere:

a) ao trabalho escravo nas fazendas de café do Oeste Paulista.

b) às condições de trabalho do escravo nos engenhos.

c) ao cotidiano do escravo no sertão nordestino e campos do sul.

d) à vida dos escravos nas fazendas e áreas de mineração do sudeste.

e) à situação do trabalho escravo nas fazendas de gado.

BRASIL OUTROS PRODUTOS

1 - (MACKENZIE 1999) Enquanto os portugueses escutavam a missa com muito “prazer e devoção”, a praia encheu-se de nativos. Eles sentavam-se lá surpresos com a complexidade do ritual que observavam ao longe.

Quando D. Henrique acabou a pregação, os indígenas se ergueram e começaram

a soprar conchas e buzinas, saltando e dançando ( Traficantes Eduardo Bueno

)

Naufragos Degredados e

Este contato amistoso entre brancos e índios foi preservado:

a) pela Igreja, que sempre respeitou a cultura indígena no decurso da catequese.

b) até o início da colonização quando o índio, vitimado por doenças, escravidão e

extermínio, passou a ser descrito como sendo selvagem, indolente e canibal.

c) pelos colonos que escravizaram somente o africano na atividade produtiva de

exportação.

d) em todos os períodos da História Colonial Brasileira, passando a figura do índio

para o imaginário social como “o bom selvagem e forte colaborador da colonização”.

e) sobretudo pelo governo colonial, que tomou várias medidas para impedir o

genocídio e a escravidão.

AS QUESTÕES DE NÚMERO 02 E 03 REFEREM-SE AO TEXTO A SEGUIR. ELE FOI ESCRITO NO ANO DE 1576 PELO CRONISTA PORTUGUÊS PERO GANDAVO, QUE RESIDIU NO BRASIL COLONIAL. LEIA-O COM ATENÇÃO.

“Havia muitos destes índios pela Costa junto das Capitanias, tudo enfim estava cheio deles quando começaram os portugueses a povoar a terra; mas porque os mesmos índios se levantaram contra eles e faziam-lhes muitas traições, os governadores e capitães da terra destruíram-nos pouco a pouco e mataram

muitos deles, outros fugiram para o sertão, e assim ficou a costa despovoada de gentio ao longo das Capitanias. Junto deles ficaram alguns índios destes nas aldeias que são de paz, e amigos dos portugueses. A língua deste gentio toda pela costa é, uma: carece de três letras ¾ não se acha nela F, nem L, nem R, cousa digna de espanto, porque assim não têm Fé, nem Lei, nem Rei; e desta maneira vivem sem justiça e desordenadamente. Estes índios andam nus sem cobertura alguma, assim machos como fêmeas; não cobrem parte nenhuma de

seu corpo, e trazem descoberto quanto a natureza lhes deu. (

digo entre eles nenhum Rei, nem justiça, somente cada aldeia tem um principal

que é como capitão, ao qual obedecem por vontade e não por força; (

não castiga seus erros nem manda sobre eles cousa contra sua vontade”.

). Não há como

) [e que]

(GANDAVO, Pero de Magalhães. Tratados da Terra do Brasil. História da província Sta Cruz. Belo Horizonte / São Paulo: Itatiaia/Edusp., 1980, p. 52-54)

2 - (PUC MG 1997) O tema central do trecho dado pode ser resumido como sendo:

a) a violência do processo colonizador contra os índios e sua submissão aos

portugueses.

b) a ausência da ordem política e da fé entre os povos indígenas do Brasil.

c) o relato do comportamento e da falta de moral do índio no tocante aos seus

costumes.

d) a descrição da organização militar e ausência da autoridade indígena.

e) a resistência do gentio à colonização e o estranhamento do colonizador frente

à cultura indígena.

3 - (PUC MG 1997) Todas as afirmativas abaixo têm relação com o texto de Gandavo, EXCETO:

a) No início da colonização, os portugueses encontraram diversas tribos indígenas

que habitavam o litoral.

b) A resistência do índio legitimou as “guerras justas”, levando a sua captura e morte.

c) A aculturação do indígena foi feita pela catequese, tarefa exercida

especialmente pelos jesuítas.

( ) seu crescimento, particularmente no Nordeste do Brasil, nos séculos XVI ao XVIII, gerou lucros altís-simos para Portugal.

d)

Na estrutura social indígena, o chefe exercia a autoridade e não poder de

(

) tornou-se o grande produto de exportação do Brasil no século passado.

mando sobre a comunidade.

 

6

- (PUC MG 1999) A pecuária no Brasil colonial teve grande importância

e) Dentre as formas de rebeldia do gentio, destacaram-se as fugas e o ataque às

vilas coloniais.

4 - (PUC MG 1998) Os jesuítas tiveram papel de destaque no processo de

colonização do Brasil.

Sobre eles é correto afirmar, EXCETO:

a) justificavam, ideologicamente, o trabalho compulsório dos africanos como

vontade divina.

b) sua grande tarefa missionária era a catequização, voltada especialmente para

os indígenas.

c) foram expulsos de Portugal e de suas possessões coloniais por Pombal, em

meados do século XVIII.

d) detinham o monopólio da educação na colônia, onde fundaram vários colégios.

e) objetivavam preservar a identidade e universo de valores dos índios, através

das reduções.

5 - (PUC MG 1998) Associando as colunas, NÃO há correspondência para:

a) café b) mineração c) açúcar d) pecuária e) pau-brasil

( ) desenvolveu-se na Região Sudeste, especialmente em Minas Gerais no século

XVIII.

( ) interiorizou-se pelo território brasileiro, servindo de importante fonte de abastecimento interno.

econômica e histórica. Isso porque a criação de gado, EXCETO:

a)

contribuiu para a alimentação, como meio de transporte e força motriz.

b)

integrou diversos centros econômicos, pois se voltava para o mercado interno.

c)

possibilitou a interiorização e povoamento de várias regiões do nordeste e sul.

d)

abriu oportunidades de enriquecimento para as classes dominantes.

e)

permitiu a concentração de capitais pela burguesia metropolitana.

7

- (PUC RS 2000) Entre o final do século XVI e meados do século XVII,

organizou-se uma série de BANDEIRAS em direção ao interior do território brasileiro. A respeito dos objetivos dessas expedições sertanistas , pode-se afirmar que

a) foram organizadas e patrocinadas pela Coroa Portuguesa, com o intuito de

avançar a linha de Tordesilhas e aumentar o domínio territorial português.

b) ocorreram em função das invasões holandesas, tendo sido organizadas pela

Coroa Portuguesa com o objetivo de expulsar os invasores da Colônia.

c) tiveram um importante papel no processo de interiorização da colonização

portuguesa, visando à descoberta de minas de metais preciosos.

d) possuíam um caráter exploratório, com vistas a penetrar no território brasileiro

em busca de pau-brasil, importante produto de comércio português no início da

colonização.

e) tinham por objetivo catequizar indígenas e expandir a fé cristã, em apoio aos

missionários jesuítas.

9 - (UFF - 1996) “Anchieta aprende o tupi e faz cantar e rezar nessa língua os

anjos e santos do catolicismo

só católico, nem puramente tupi-guarani, quando forja figuras míticas como karaibebé, literalmente profetas que voam, nos quais o nativo identificava talvez

os anunciadores da Terra sem Mal

Inventa

um imaginário estranho sincrético, nem

(BOSI, Alfredo, Dialética da Colonização. São Paulo: Companhia das Letras, 1992, p. 31)

Das considerações acima se podem extrair aspectos essenciais da catequese jesuítica no Brasil. Assinale a opção que melhor sintetiza a idéia do trecho citado:

a) Os missionários foram implacáveis na catequese dos índios, não cedendo um

milímetro no tocante a crenças, dogmas e liturgia católicos.

b) A catequese jesuítica no Brasil abandonou completamente o ideal missionário,

vergando-se na prática às crenças indígenas.

c) Anchieta não fazia mais do que troçar dos índios, fingindo que acreditava nos

pajés quando, no fundo, queria propagar o catolicismo.

d) A catequese jesuítica, pressionada entre o propósito evangelizador e o abismo

entre o catolicismo e a cultura indígena, optou por uma linguagem catequética híbrida, católica no conteúdo e tupi na forma, do que resultou um catolicismo estruturalmente sincrético.

e) Os jesuítas traíram completamente os ideais proselitistas da Contra-Reforma,

disseminando um catolicismo falsificado, não só no Brasil como em outras partes do império português, razão pela qual seriam perseguidos pelo Marquês de Pombal no século XVIII.

10 - Leia o texto. “Doenças, acidentes, deserções, combates com os índios iam

dizimando paulatinamente a tropa. (

aventura, o filho bastardo de Fernão, José Pais, compreendeu que a única maneira de retornar à casa seria matando o obstinado líder da bandeira. Mas Fernão descobriu a conspiração e quem morreu enforcado à vista do arraial – foi José. E com ele seus companheiros de conjura.” (SANTOS, C Moreira dos.

Jornal do Brasil, Caderno B, 27/04/1974.)

)

Num dos momentos mais difíceis da

Assinale a alternativa que apresenta afirmação correta sobre as bandeiras que penetraram o sertão brasileiro no século XVII.

a) O caráter nômade e provisório das bandeiras impediu que elas iniciassem a

fixação de população no interior.

b) A adversidade da natureza impediu que os bandeirantes dessem início a

qualquer tipo de atividade de subsistência.

c) Os índios encontrados pelo caminho eram exterminados, quando impediam a

captura de mão-de-obra negra e escrava.

d) Os bandeirantes paulistas, soltos no sertão bravio, muitas vezes usurpavam do

Rei o poder que este lhes delegara.

CRISE DO SISTEMA COLONIAL

1 - (UFSC) A eclosão da chamada guerra dos Emboabas (1708-1709) decorreu de vários fatores, podendo ser relacionada, em parte, com a

a) Nomeação de Manuel Nunes Viana, paulista de grande prestígio, para a

capitania das Minas de Ouro.

b) Proibição aos Emboabas de exercerem atividades comerciais na região das

minas.

c) Decisão da Câmara de São Paulo, que desejava que as datas fossem

exploradas apenas por elementos dessa vila e seus arredores.

d) Separação político-administrativa da capitania de São Paulo e Minas do Ouro.

e) Convulsão social promovida pela intensificação da atividade apresadora de

índios pelos bandeirantes.

2 - (SANTA CASA-SP) A chamada Guerra dos Mascates decorreu, entre outros fatores, do fato de

a) Recife não possuir prestígio político, apesar de sua expressão econômico-

financeira.

b) Pombal promover a derrama, para cobrança de todos os quinhões atrasados.

c) Olinda não se conformar com o papel que a aristocracia rural exercia na

capitania.

d) Portugal intervir na economia das capitanias, isentando os portugueses do

pagamento de impostos.

e) Pernambuco não apoiar a política de tributação fiscal do governador Fêlix José

Machado Mendonça.

3 - (UFPE) A Revolta de Filipe dos Santos (1720), em Minas Gerais, resultou entre outros motivos da.

a) Intromissão dos jesuítas no ativo comércio dos paulistas na região das Minas.

b) Disseminação das idéias, oriundas dos filósofos do iluminismo francês.

c) Criação das Casas de Fundição e das Moedas, a fim de controlar a produção

aurífera.

d) Tentativa de afirmação política dos portugueses sobre a nascente burguesia

paulista.

e) Tensão criada nas minas, em virtude do monopólio da Companhia de Comércio

do Brasil.

4 - (UFBA) Um aspecto que diferencia a Conjuração Mineira de 1789 da

Conjuração Baiana de 1798 é que a última.

a) Representou, pela primeira vez na História do Brasil, um movimento de caráter

republicano.

b) Preocupou-se mais com os aspectos sociais, a liberdade do povo e do trabalho.

c) Apresentou, pela primeira vez, planos políticos e ideológicos.

d) Representou o primeiro movimento apoiado por grupos de intelectuais.

e) Tinha caráter de protesto contra certas medidas do governo, sem pretender a

separação de Portugal.

5 - (UFPE) Assinale qual a frase errada, das abaixo enumeradas, sobre a Revolução de 1817.

a) O clero de Pernambuco, em 1817, foi muito influenciado pelas idéias

revolucionárias.

b) O governador de Pernambuco era Caetano Pinto de Miranda Montenegro.

c) Hipólito José da Costa, o famoso redator do Correio Brasiliense, fora escolhido

pelos revolucionários como plenipotenciário da “República de Pernambuco”

perante o governo inglês.

d) O governador da Bahia, o conde dos Arcos, mandou fuzilar José Inácio de

Abreu e Lima.

e) As operações militares contra os revolucionários foram comandadas

pessoalmente pelo conde dos Arcos, que bloqueou o porto do Recife e bateu as

tropas de Cogominho de Lacerda.

6 - (FESP) A crise do sistema colonial foi marcada no Brasil por contestações

diversas que comprovam as aspirações de liberdade do nosso povo. Entre as revoltas podemos destacar as Conjurações Mineira e Baiana que tiveram em comum:

1. O fundamento ideológico apoiado nos princípios do Iluminismo e de Revolução

Francesa.

2. A proposta de extinção dos privilégios de classe ou cor, abolindo a escravidão.

3. A inquietação e revolta pela eminente cobrança de impostos em atraso.

4. A discriminação social evidenciada na aplicação da justiça.

5. A numerosa participação popular caracterizada pela presença de negros e

mulatos.

Assinale a opção correta:

a)

1 e 3 b) 2 e 4 c) 3 e 5 d) 1 e 4

e)

2 e 5

7.

(PUC-MG) A Inconfidência Baiana de 1798 tem como causa a:

a)

decadência da produção do ouro.

b)

instalação das casas de fundição.

c)

insatisfação das populações mais humildes.

d)

invasão holandesa na Bahia.

e)

revolta dos comerciantes portugueses.

8.

(FUVEST) A chamada Guerra dos Mascates, ocorridas em Pernambuco em

1710, deveu-se:

a) ao surgimento de um sentimento nativista brasileiro, em oposição aos

colonizadores portugueses

b) ao orgulho ferido dos habitantes da vila de Olinda, menosprezados pelos

portugueses.

c) ao choque entre comerciantes portugueses do Recife e a aristocracia rural de

Olinda pelo controle da mão-de-obra escrava.

d) ao choque entre comerciantes portugueses do Recife e a aristocracia rural de

Olinda cujas relações comerciais eram, respectivamente, de credores e devedores.

e) a uma disputa interna entre grupos de comerciantes, que eram chamados

depreciativamente de mascates.

9 - (FESP) Apesar do poder de coerção da metrópole portuguesa, algumas rebeliões mostravam o descontentamento dos colonos. Em Pernambuco, no

século XVIII, a Guerra dos Mascates revelava o desejo dos senhores de engenho olindenses de:

a) fazer um pacto com os comerciantes recifenses para lutar contra os impostos

cobrados por Portugal.

b) impedir a presença das forças estrangeiras nos seus territórios.

c) enfrentar suas rivalidades com Recife, causadas sobretudo pelas dívidas que

acumularam junto aos comerciantes portugueses, que moravam em Recife.

d) organizar uma república democrática baseada em princípios liberais,

significado um expressivo avanço político para a época.

e) acabar com o monopólio que Recife exercia no comércio do algodão e do

açúcar, controlado por comerciantes judeus e portugueses.

10 - (UFES) As transformações econômicas e socioculturais observadas no século XVIII repercutiam na população do Brasil Colonial, onde eclodiam revoltas sociais regionais e manifestações de aspiração emancipacionista. Foram manifestações sociais e políticas observadas nesse período:

a) a Insurreição Pernambucana, a aclamação de Amador Bueno e a Revolta de

Beckmann.

b) As Guerras dos Emboabas e dos Mascates e as Conjurações Mineira,

Fluminense e Baiana

c) As Guerras dos Emboabas e dos Mascates, a Revolta de Vila Rica, a

Inconfidência Mineira, a Revolta dos Alfaiates e a Conjuração dos Suaçunas.

d) a Conjuração dos Suaçunas, a Revolta Pernambucana e a Confederação do

Equador.

e) a Revolta do Maneta, a Guerra dos Palmares, a Inconfidência Mineira e a

Revolução Farroupilha.

GERAL

1 - (ESPM 2000) Frei Vicente do Salvador, ao escrever sua História do Brasil em 1627, observou que os colonos portugueses não haviam ainda ocupado o interior, e "arranhavam o litoral como caranguejos". Pode-se afirmar que tal ocorria porque

a) a atividade econômica básica e exclusiva desse período era a extração de pau-

brasil, responsável pela

depredação de grande parte da Mata Atlântica.

b) o desenvolvimento da agroindústria açucareira se concentrava principalmente

no litoral nordestino, devido ao solo fértil e a maior proximidade do mercado consumidor.

c) os colonos portugueses evitavam contatos e conflitos com os nativos, que

habitavam todo o interior e eram escassos no litoral.

d) a preocupação central dos portugueses era garantir a posse da colônia,

permanentemente ameaçada pela

presença francesa, principalmente na região do Rio de Janeiro.

e) o desenvolvimento da atividade de extração de pedras preciosas, cuja

descoberta havia entusiasmado Pero

Vaz de Caminha, ocorria principalmente na foz dos rios que desaguavam no Atlântico.

2 - (UNIBH 1999) - Sobre a economia colonial implantada pela Coroa Portuguesa no Brasil é correto afirmar, EXCETO:

a) A região nordestina, durante a maior parte do Período Colonial, foi o núcleo

central da empresa açucareira e da vida social.

b) A mão de obra indígena foi largamente utilizada nas “plantations” até por volta de meados do século XVII, quando a escravidão negra tornou-se predominante como força de trabalho.

c) A pecuária, no início da colonização, ocupava faixas de terras no litoral e, no

século XVII, expandiu-se pelo interior nordestino, contribuindo para o desbravamento do território.

d) A mineração do ouro e do diamante deu origem, no século XVIII, a uma

sociedade de caráter urbano e possibilitou a articulação entre áreas distantes:

Nordeste, Sudeste, Sul e Centro-Oeste.

3 - (FGV 1997) Qual das alternativas abaixo não é uma conseqüência do

"arrocho" na política colonial das metrópoles européias ocorrido no final do século XVIII:

a) um rigoroso controle fiscal sobre o chá que os súditos ingleses comerciavam;

b) a proibição de manufaturas no Brasil;

c) a independência dos Estados Unidos;

d) a expansão da agricultura açucareira;

e) a censura aos livros de proveniência francesa.

4 - (FGV 1997) Quais as características dominantes da economia colonial brasileira:

a) propriedade latifundiária, trabalho indígena assalariado e produção

monocultora;

b) propriedades diversificadas, exportação de matérias-primas e trabalho servil;

c) monopólio comercial, latifúndio e trabalho escravo de índios e negros.

d) pequenas vilas mercantis, monocultura de exportação e trabalho servil de

mestiços;

e)

propriedade minifundiária, colônias agrícolas e trabalho escravo.

5

- (FGV 1998) "Se vamos à essência de nossa formação, veremos que na

realidade nos constituímos para fornecer açúcar, tabaco, alguns outros gêneros,

mais tarde, ouro e diamantes; e depois algodão, e em seguida café, para o

comércio europeu. Nada mais que isto." (Caio Prado Jr. História Econômica do

Brasil)

O extrato acima expressa:

I. O caráter agro-exportador de nossa formação econômica;

II. Os diferentes ciclos econômicos brasileiros em ordem cronológica;

III. A riqueza natural de nosso país como ponto positivo de sua formação;

IV. O caráter economicamente dependente promovido por essa formação;

V. A igualdade nas relações econômicas do Brasil com o comércio europeu;

a) . I, II e III estão corretas;

b) . II, III e IV estão corretas;

c) . III, IV e V estão corretas;

d) . I, II e IV estão corretas;

e) . II, IV, V estão corretas;

6 - (FGV 1999) "A violência colonial não tem somente o objetivo de garantir o respeito desses homens subjugados; procura desumanizá-los. Nada deve ser

poupado para liquidar suas tradições (

Desnutridos, enfermos, se ainda resistem, o medo concluirá o trabalho:

assestam-se os fuzis sobre o camponês, vêm civis que se instalam na terra e o obrigam a cultivá-la para eles. Se resiste, os soldados atiram, é um homem morto; se cede, degrada-se o caráter, não é mais um homem; a vergonha e o

temor vão fender-lhe o caráter, desintegrar-lhe a personalidade." (Jean-Paul

Sartre/1979)

)

é preciso embrutecê-los pela fadiga.

O texto acima expressa a violência colonial como:

a) desestruturadora não apenas das tradições culturais, mas fundamentalmente

do próprio sujeito subjugado;

b) dialética, pois o sujeito colonizado passa a ter os valores do colonizador após

sua desestruturação;

c) diretamente vinculada às experiências em África e Ásia;

d) cruel, porém necessária para a constituição da modernidade;

e) resultado direto da ação do sujeito subjugado;

7 - (FGV 1999) As tentativas francesas de estabelecimento definitivo no Brasil ocorreram entre a segunda metade do século XVI e a primeira metade do século XVII. As regiões que estiveram sob ocupação francesa foram:

a)

Rio de Janeiro (França Antártica) e Pernambuco (França Equinocial);

b)

Pernambuco (França Antártica) e Santa Catarina (França Equinocial);

c)

Bahia (França Equinocial) e Rio de Janeiro (França Antártica);

d)

Maranhão (França Equinocial) e Rio de Janeiro (França Antártica);

e)

Espírito Santo (França Equinocial) e Rio de Janeiro (França Antártica).

8

- (FUVEST 1993) A sociedade colonial brasileira "herdou concepções clássicas

e

medievais de organização e hierarquia, mas acrescentou-lhe sistemas de

graduação que se originaram da diferenciação das ocupações, raça, cor e

condição social. (

nivelar-se, pois o mar de indígenas que cercava os colonizadores portugueses tornava todo europeu, de fato, um gentil-homem em potencial. A disponibilidade

de índios como escravos ou trabalhadores possibilitava aos imigrantes concretizar

seus sonhos de nobreza. (

verdadeiramente nobre. O gentio transformou-se em um substituto do campesinato, um novo estado, que permitiu uma reorganização de categorias tradicionais. Contudo, o fato de serem aborígenes e, mais tarde, os africanos, diferentes étnica, religiosa e fenotipicamente dos europeus, criou oportunidades para novas distinções e hierarquias baseadas na cultura e na cor." (Stuart B. Schwartz, Segredos Internos).

)

As distinções essenciais entre fidalgos e plebeus tenderam a

)

Com índios, podia desfrutar de uma vida

A partir do texto pode-se concluir que

a) a diferenciação clássica e medieval entre clero, nobreza e campesinato,

existente na Europa, foi transferida para o Brasil por intermédio de Portugal e se constituiu no elemento fundamental da sociedade brasileira colonial.

b) a presença de índios e negros na sociedade brasileira levou ao surgimento de

instituições como a escravidão, completamente desconhecida da sociedade européia nos séculos XV e XVI.

c) os índios do Brasil, por serem em pequena quantidade e terem sido facilmente

dominados, não tiveram nenhum tipo de influência sobre a constituição da sociedade colonial.

d) a diferenciação de raças, culturas e condição social entre brancos e índios,

brancos e negros, tendeu e diluir a distinção clássica e medieval entre fidalgos e plebeus europeus na sociedade colonial.

e) a existência de uma realidade diferente no Brasil, como a escravidão em larga

escala de negros, não alterou em nenhum aspecto as concepções medievais dos

portugueses durante os séculos XVI e XVII.

9 - (FUVEST 1994) Entre as mudanças ocorridas no Brasil Colônia durante a União Ibérica (1580-1640), destacam-se:

a) a introdução do tráfico negreiro, a invasão dos holandeses no Nordeste e o

início da produção do tabaco no Recôncavo Baiano.

b) a expansão da economia açucareira no Nordeste, o estreitamento das relações

com a Inglaterra e a expulsão dos jesuítas.

c) a incorporação do Extremo-Sul, o início da exploração do ouro em Minas Gerais

e a reordenação administrativa do território.

d) a expulsão dos holandeses do Nordeste, a intensificação da escravização

indígena e a introdução das companhias de comércio monopolistas.

e) a expansão da ocupação interna pela pecuária, a expulsão dos franceses e o

incremento do bandeirismo.

10 - (FUVEST 1995) Foram características dominantes da colonização portuguesa na América:

a) pequenas unidades de produção diversificada, comércio livre e trabalho

compulsório.

b) grandes unidades produtivas de exportação, monopólio do comércio e

escravidão.

c) pacto colonial, exploração de minérios e trabalho livre.

d) latifúndio, produção monocultora e trabalho assalariado de indígenas.

e) exportação de matérias primas, minifúndio e servidão.

MINERAÇÃO

1 - (CES 2000) As expedições desbravadoras, de penetração fluvial que,

partindo de Porto Feliz, no Tietê, demandavam minas de ouro em Cuiabá, foram as:

a)

Entradas; b) Bandeiras; c) Monções; d) Coletas; e) Navegações.

2

- (ESPM 2000) Analise o texto escrito pelo padre André João Antonil, em

1711.

"No Brasil, costumam dizer que para o escravo são necessários três PPP, a saber, pau, pão e pano. Quisera Deus que tão abundante fosse o comer e o vestir como muitas vezes é o castigo, dado por qualquer causa pouco provada e levantada e com instrumentos de muito rigor."

(Coletânea de documentos históricos. São Paulo:

Secretaria da Educação/CENP, 1985. p. 16.) Com base no texto, pode-se inferir que

a) o padre discordava da utilização dos três "PPP" como mecanismos de

dominação dos escravos.

b) o padre considerava a escravidão incompatível com a doutrina da Igreja.

c) os castigos poderiam ser perfeitamente aplicados, mesmo que não existissem

provas da insubordinação

dos escravos.

d) os escravos, apesar dos castigos, alimentavam-se abundantemente e vestiam-

se adequadamente.

e) os castigos, que os escravos sofriam, eram praticados de forma deliberada na

colônia, ainda que houvesse vozes discordantes.

3 - (FDV 2000) São conseqüências da atividade de mineração aurífera no Brasil, EXCETO:

a) fixação de novas fronteiras.

b) transformação de Minas Gerais num grande centro cultural.

c) deslocamento do eixo econômico do nordeste para o centro do país.

d) formação de uma sociedade mais democrática.

e) submissão do Brasil ao domínio econômico da Inglaterra.

4 - (FGV 1998) A descoberta de ouro em Minas Gerais trouxe importantes modificações na vida da Colônia, exceto:

a) uma sociedade com maior mobilidade social;

b) o deslocamento da sede do governo colonial para São Vicente;

c) maior contato econômico entre diversas regiões do Brasil;

d) aumento do controle metropolitano na região;

e) formação de núcleos urbanos no interior do país.

5 - (FUVEST 1997) Podemos afirmar sobre o período da mineração no Brasil que

a) atraídos pelo ouro, vieram para o Brasil aventureiros de toda espécie, que

inviabilizaram a mineração.

b) a exploração das minas de ouro só trouxe benefícios para Portugal.

c) a mineração deu origem a uma classe média urbana que teve papel decisivo na

independência do Brasil.

d) o ouro beneficiou apenas a Inglaterra, que financiou sua exploração.

e) a mineração contribuiu para interligar as várias regiões do Brasil, e foi fator de

diferenciação da sociedade.

6 - (FUVEST 1999) Um número considerável de alforrias, a existência de um

comércio ilícito, uma grande quantidade de tributos e uma inflação considerável

são alguns dos traços que caracterizavam

a) a sociedade colonial brasileira às vésperas da Independência;

b) a economia paulista no auge do século XVII;

c) Pernambuco na segunda metade do século XVI;

d) as missões jesuíticas do Norte;

e) a sociedade mineira do século XVIII.

7 - (PUC MG 1997) A partir de finais do século XVII, a atividade mineradora, desenvolvida em Minas Gerais, provocou transformações políticas e no conjunto da economia colonial no século XVIII. São exemplos dessas transformações, EXCETO:

a) alargamento da faixa de ocupação do território brasileiro.

b) transferência da sede administrativa de Salvador para o Rio de Janeiro em

1763.

c) concentração de mão-de-obra escrava em função da demanda dos centros

mineradores.

d) estímulo ao surgimento do bandeirantismo, favorecendo o processo de

interiorização.

e)

incremento do comércio e ampliação do mercado interno.

8

- (PUC MG 1998) Refere-se à mineração do século XVIII em Minas Gerais:

I. Inseriu-se na lógica mercantilista da época, atendendo aos interesses metalistas da Metrópole.

II. Foi mais “democrática” que a empresa açucareira do Nordeste, ao exigir, comparativamente, menor investimento de capital.

III. Demandou uma estrutura burocrático-administrativa mais complexa de cunho fiscal e tributário.

a) se apenas a afirmação I estiver correta.

b) se apenas as afirmações I e II estiverem corretas.

c) se apenas as afirmações I e III estiverem corretas.

d) se apenas as afirmações II e III estiverem corretas.

e) se todas as afirmações estiverem corretas.

9 - (PUC MG 1999) A exploração mineradora em Minas Gerais, no século XVIII, originou modificações na realidade colonial. São exemplos dessas transformações, EXCETO:

a) criação de órgãos burocráticos de cunho fiscal-tributário.

b) crescimento de setores médios urbanos.

c) desenvolvimento da pecuária nas regiões sul e nordeste.

d) “democratização” de oportunidades de enriquecimento.

e) desagregação da lavoura canavieira.

10 - (PUC MG 2000) A Sociedade Mineira no século XVIII apresentava alguns aspectos peculiares, com relação ao resto da colônia, dentre os quais podemos destacar, EXCETO:

a) desenvolvimento artístico na escultura, arquitetura, música e literatura.

b) existência de uma camada média urbana composta de homens livres.

c) forte mestiçagem em que o concubinato é um de seus traços marcantes.

d) grande poder econômico e político das irmandades leigas que se instalaram na

região.

e) comércio interno extremamente débil em virtude da natureza da economia

aurífera.

PERÍODO JOANINO

1 - (ALFENAS 2000) O Bloqueio Continental, em 1807, a vinda da família real

para o Brasil e a abertura dos portos em 1808, constituíram fatos importantes

a)

na formação do caráter nacional brasileiro.

b)

na evolução do desenvolvimento industrial.

c)

no processo de independência política.

d)

na constituição do ideário federalista.

e)

no surgimento das disparidades regionais.

2

- (ESPM 2000) Acontecimentos políticos europeus sempre tiveram grande

influência no processo da constituição do estado brasileiro. Assim, pode-se relacionar a elevação do Brasil à situação de Reino Unido a Portugal e Algarves,

ocorrida em 1815,

a) às tentativas de aprisionamento de D. João VI, pelas forças militares de

Napoleão Bonaparte.

b) à Doutrina Monroe, que se caracterizava pelo lema: "a América para os

americanos".

c) ao Bloqueio Continental decretado nesse momento por Napoleão Bonaparte e

que pressionava o Brasil a interromper seu comércio com os ingleses.

d) ao Congresso de Viena, que se encontrava reunido naquele momento e se

constituía em uma rearticulação de forças políticas conservadoras.

e) a política de expansionismo econômico e à tentativa de dominar o mercado

brasileiro, desenvolvida pelos ingleses após a Revolução Industrial.

3 - (UNIBH – 1999) “Em 1808, 90 navios, sob bandeiras diversas, entraram no

porto do Rio de Janeiro, enquanto, dois anos depois, 422 navios estrangeiros e portugueses fundearam naquele porto. Por volta de 1811, existiam na capital 207

estabelecimentos comerciais portugueses e ingleses, além dos que eram possuídos por nacionais dos países amigos de Portugal”.

(Emília Viotti da Costa. Introdução ao Estudo da Emancipação Política)

O texto acima refere-se diretamente:

a) Aos movimentos emancipacionistas: às Conjurações e à Insurreição

Pernambucana

b) À necessidade das Cortes portuguesas de reconhecer à Independência do

Brasil;

c) À tensão política provocada pelas propostas de recolonização das Cortes

portuguesas;

As modificações descritas no texto estão relacionadas com

d)

À repercussão da Independência do Brasil nas Cortes portuguesas;

a) o período joanino e o Ato Adicional à Constituição imperial.

e)

Às conseqüências imediatas à proclamação da Independência;

b) a abertura dos portos e a guerra de independência da Cisplatina.

 

6

- (FUVEST 1999) Durante o período em que a Corte esteve instalada no Rio

c) o domínio napoleônico em Portugal e a implantação do Estado Novo.

d) a abertura dos portos e os tratados de comércio e amizade com a Inglaterra.

4 - (FGA CGA - 1998) A Revolução do Porto de 1820 se caracterizou como um movimento de:

a)

consolidação da independência do Brasil;

b)

retorno a ordem absolutista em Portugal;

c)

repulsa a invasão francesa em Portugal;

d)

descolonização do império português na África;

e)

revolução liberal e constitucional.

5

- (FGA CGA - 1998) "As notícias repercutiam como uma declaração de guerra,

provocando tumultos e manifestações de desagrado. Ficava claro que as Cortes intentavam reduzir o país à situação colonial e era evidente que os deputados brasileiros, constituindo-se em minoria (75 em 205, dos quais compareciam efetivamente 50), pouco ou nada podiam fazer em Lisboa, onde as reivindicações brasileiras eram recebidas pelo público com uma zoada de vaias. À medida que as decisões das Cortes portuguesas relativas ao Brasil já não deixavam lugar para dúvidas sobre suas intenções, crescia o partido da Independência."

de Janeiro, a Coroa Portuguesa concentrou sua política externa na região do Prata, daí resultando

a) a constituição da Tríplice Aliança que levaria à Guerra do Paraguai.

b) a incorporação da Banda Oriental ao Brasil, com o nome de Província

Cisplatina.

c) a formação das Províncias Unidas do Rio da Prata, com destaque para a

Argentina.

d) o fortalecimento das tendências republicanas no Rio Grande do Sul, dando

origem à Guerra dos Farrapos.

e) a coalizão contra Juan Manuel de Rosas que foi obrigado a abdicar de

pretensões sobre o Uruguai.

7 - (PUC MG 1998) Refere-se à Revolução Pernambucana de 1817:

I. O objetivo dos rebeldes era proclamar uma república inspirada nos ideais franceses de igualdade, liberdade e fraternidade.

II. Os líderes do movimento foram condenados à morte por enforcamento.

III. Os revoltosos, após matarem os chefes militares governamentais, conquistaram o poder por 75 dias.

a)

se apenas a afirmação I estiver correta.

b)

se apenas as afirmações I e II estiverem corretas.

c)

se apenas as afirmações I e III estiverem corretas.

d)

se apenas as afirmações II e III estiverem corretas.

e)

se todas as afirmações estiverem corretas.

8

- (PUC MG 1999) A presença da Corte Portuguesa no Brasil (1808 1820)

gerou grandes transformações na vida econômica, política e sócio-cultural brasileira, tais como, EXCETO:

a)

abertura do Banco do Brasil e da Casa da Moeda.

b)

mudança da capital de Salvador para o Rio de Janeiro.

c)

revogação do Alvará de 1785, que proibia manufaturas no país.

d)

elevação do Brasil a Reino Unido.

e)

inauguração de institutos científicos como o Jardim Botânico.

9

- (PUC RS 1998) Apesar da liberdade para a instalação de indústrias

manufatureiras no Brasil, decretada por D. João VI, em 1808, estas pouco se desenvolveram. Isso se deveu, entre outras razões, à

a) impossibilidade de competir com produtos manufaturados provenientes da

Inglaterra, que dominavam o mercado consumidor interno.

b) canalização de todos os recursos para a lucrativa lavoura cafeeira, não

havendo, por parte dos agroexportadores, interesse em investir na industrialização.

c) concorrência dos produtos franceses, que gozavam de privilégios especiais no

mercado interno.

d) impossibilidade de escoamento da produção da Colônia, devido à falta de mão-

de-obra disponível nos portos.

e) dificuldade de obtenção de matéria-prima (algodão) na Europa, aliada à

impossibilidade de produzi-la no Brasil.

10 - (PUC RS 2000) Leia o texto:

“21 de janeiro de 1822 – Fui à terra fazer compras com Glennie. Há muitas casas inglesas, tais como seleiros e armazéns, de secos e molhados; mas, em geral, os

ingleses aqui vendem as suas mercadorias em grosso a retalhistas nativos ou franceses. Quanto a alfaiates, penso que há mais ingleses do que franceses, mas

poucos de uns e outros. Há padarias de ambas as nações (

geral, repletas de mercadorias inglesas. A cada porta as palavras Superfino de

Londres saltam aos olhos: algodão estampado, panos largos, (

tudo, ferragens de Birmingham, podem-se obter um pouco mais caro do que em nossa terra nas lojas do Brasil, além de sedas, crepes e outros artigos da China. Mas qualquer cousa comprada a retalho numa loja inglesa ou francesa é, geralmente falando, muito cara.”

). As ruas estão, em

), mas, acima de

( GRAHAM, Maria. Diário de uma viagem ao Brasil. São Paulo: Edusp, 1990).

O texto acima, de Maria Graham, uma inglesa que esteve no Brasil em 1821, remete-nos a um contexto que engloba

a) os efeitos da abertura dos portos e dos tratados de 1810.

b) o processo de globalização da economia no Brasil.

c) as reformas econômicas do Marquês de Pombal.

d) a suspensão do Tratado de Methuen, com a ampliação da influência inglesa no

Brasil.

e) os efeitos da mineração, que contribuíram para interligar as várias regiões do

Brasil ao Exterior.

História Geral

Feudalismo

12.(Fuvest-SP) Dos meados do século XI até o início do século XIV a Europa Ocidental passou por um continuado e vigoroso processo de crescimento (da população, da produção, do comércio, das corporações de oficio, das cidades), de expansão militar e territorial (Cruzadas, Reconquista, colonização do Leste) e de desenvolvimento cultural e artístico (universidades, catedrais).

Todo este processo deveu-se:

a)

à centralização monárquica, que criou as condições institucionais necessárias

ao

desenvolvimento econômico e cultural.

b)

a fatores externos ao feudalismo, decorrentes do afluxo de capital e tecnologia

do

onente.

c)

a uma combinação de três modos de produção: o escravista, o feudal e o

capitalista.

d) à própria dinâmica do feudalismo, que só entrou em crise no início do século

XIV.

e) ao desenvolvimento do capitalismo que, com a crise do século XIV, passou

para a fase de produção fabril.

13. (Fuvest – SP) “O feudalismo medieval nasceu no seio de uma época infinitamente perturbada. Em certa medida, ele nasceu dessas mesmas perturbações. Ora, entre as causas que contribuíram para criar ou manter um ambiente tão tumultuado, algumas existiram completamente estranhas à evolução interior das sociedades européias.” (Marc Bloch, A sociedade feudal)

O texto refere-se:

a)

às invasões dos turcos, lombardos e mongóis que a Europa sofreu nos séculos

IX

e X, depois do esfacelamento do Império Carolíngio.

b) às invasões prolongadas e devastadoras dos sarracenos, húngaros e vikings na

Europa, nos séculos IX e X (ao sul, leste e norte respectivamente), depois do esfacelamento do Império Carolíngio.

c) às lutas entre camponeses e senhores no campo e entre trabalhadores e

burgueses nas cidades, impedindo qualquer estabilidade social e política.

d) aos tumultos e perturbações provocadas pelas constantes fomes, pestes e

rebeliões que assolavam as áreas mais densamente povoadas da Europa.

e) à combinação de fatores externos (invasões e introdução de novas doutrinas e

heresias) e internos (escassez de alimentos e revoltas urbanas e rurais).

14. (PUC-SP) Dentre as características do feudalismo pode-se destacar:

a)

intensa mobilidade social, economia agrária e Estado centralizado.

b)

sociedade estamental, economia urbana e mentalidade fortemente religiosa.

e)

cultura clericalizada, economia auto-suficiente e Estado monárquico forte.

d)

economia monetarizada, laços de vassalagem e exploração burguesa da terra.

e)

regime de trabalho servil, fragmentação política e economia agrária.

15. (MACK-SF) O sistema feudal, resultado da síntese entre elementos romanos e bárbaros germânicos, caracterizou-se:

a) pela adaptação da produção ao consumo, concentrando-se no feudo, além da

atividade agrícola, a criação, a indústria caseira e o comércio local.

b) pela ausência do caráter militar pois a sociedade feudal, fechada e

estratificada, não carecia de defesa.

e) pela excessiva centralização do poder real em detrimento do poder local dos

senhores feudais.

d) pela constante utilização de novas técnicas agrícolas visando atender à

demanda do comércio externo.

e) pelas relações pessoais entre vassalos, que doavam terras, e suseranos, que

as recebiam.

16. (MACK-SP) As relações de suserania e vassalagem, típicas do feudalismo, visavam:

a) fortalecer os poderes reais, favorecendo o aparecimento das monarquias

nacionais.

2 (CEFET - MG) A peste negra, que dizimou grande parte da população européia no século XIV, provocando escassez de mão-de-obra e alimentos, e sendo uma das causas da decadência do feudalismo, pode ser descrita como:

a) a peste bubônica, transmitida por ratos infectados.

b) uma seca violenta que devastou as lavouras.

c) Nuvens de gafanhotos provenientes do norte da África.

b)

desenvolver a economia monetária e o comércio internacional.

 

d) a cólera, trazida pelos cruzados quando retornavam da terra santa.

o)

apoiar a Igreja nos conflitos com os imperadores.

 

e) fungos que surgiram pelo excesso de umidade, atacando as plantações de

d)

eliminar a rígida hierarquia feudal, possibilitando maior mobilidade social.

cereais.

e)estabelecer alianças militares e obter ajuda financeira e apoio político.

Crise do feudalismo

1 - (UFPE) A crise do sistema feudal acelerou-se no século XIV. Esta crise manifestou-se de várias maneiras. Assinale a alternativa incorreta.

a) Devido à forma de exploração utilizada durante toda a Idade Media houve

esgotamento do solo e conseqüentemente a produção agrícola diminuiu.

b) A queda da produção agrícola teve como conseqüência imediata a subida dos

preços.

c) Com a falta de produtos os mercados tendiam a fechar nas cidades e a fome

atingiu também a população do campo.

d) Neste período a peste negra assolava em toda a Europa causando a morte da

população.

e) Com a diminuição da taxa de crescimento populacional os preços tenderam a

baixar e os senhores feudais e nobres mantiveram seu padrão econômico.

3. (Fatec-SP) Dentre as causas da desagregação da ordem econômica feudal, é possível mencionar:

a) a capitalização intensa realizada pelos artesãos medievais e a criação de

grandes unidades industriais, que acabaram subvertendo a economia feudal.

b) o desinteresse da nobreza e do clero pela manutenção do Feudalismo, pois

esses setores se beneficiariam com o advento da sociedade baseada no lucro.

c) o surgimento das corporações de oficio e a substituição do “justo preço”, que

restringia as possibilidades de lucro, pelo preço de mercado.

d) o revigoramento do comércio e a conseqüente circulação monetária, que

abalaram a auto-suficiência da economia senhorial.

e) a substituição gradativa do trabalho escravo pelo trabalho assalariado dentro

do feudo, o que criou condições para a constituição de um sistema de mercado dentro da própria unidade feudal.

4. (UFMG) Todas as alternativas apresentam fatos que podem ser associados à decadência do feudalismo, EXCETO:

a) a ocorrência da fome e da Peste Negra que dizimaram a Europa na primeira

metade do século XIV.

b) o aumento do número de cidades tanto de origem rural como surgidas de

acampamentos de mercadores.

c) o desenvolvimento da cavalaria, quase empenhou nas Cruzadas e difundiu pelo

mundo os valores cristãos.

d) o desenvolvimento das atividades comerciais nos mares Mediterrâneo, Negro,

do Norte e Báltico.

e) uma série de insurreições e perturbações sociais que ocorreram na Europa

Ocidental e atingiram a cidade e o campo.

5. (PUC-MG) Durante a Baixa Idade Média (séc. XI - XV), o modo de produção feudal conheceu o seu apogeu, mas também foi nesse período que as contradições inerentes a esse sistema avolumaram-se, determinando a sua superação. São fatores responsáveis pela desarticulação das estruturas feudais, EXCETO:

a) brusca queda da produtividade na agricultura, devido resistência dos senhores

feudais a técnicas agrícolas avançadas.

b)desenvolvimento da atividade mercantil tanto a nível inter-regional quanto a longa distância.

c)crescente urbanização, conduzindo a uma gradual especialização da economia, caracterizada pela cisão entre campo e cidade.

d)surgimento da burguesia como um novo segmento social que foi se definindo no rígido contexto da hierarquizada sociedade feudal.

e)organização de expedições militares cristãs contra muçulmanos no Oriente Médio, pondo fim ao domínio secular dos árabes sobre o Mediterrâneo.

ABSOLUTISMO

1 - (ALFENAS - 2000) “O Estado sou Eu”. Essa frase de Luís XIV indicava uma particular organização do Estado Moderno. São suas características:

a) dirigir a economia, legislar, nomear ministros e criar tributações.

b) manipular a nobreza e a burguesia.

c) concentrar poderes à disposição do parlamento.

d) estabelecer a balança comercial favorável e o metalismo.

e) manter o monopólio e criação de tributos.

2 - (UNIBH - 1999) Leia o trecho abaixo com atenção, pois suas afirmativas podem ser falsas ou verdadeiras.

O Absolutismo Monárquico foi a forma política que predominou nos Tempos

Modernos e que consiste “num poder não partilhado, concentrado na pessoa do rei. Seu caráter pessoal é o que os sociólogos políticos chamam hoje de personalização do poder”. Na França, o absolutismo atingiu o seu auge com a dinastia Bourbon.

Pode-se afirmar que o texto acima é

a)

parcialmente correto, pois o absolutismo predominou na Idade Média.

b)

parcialmente correto, já que o poder era partilhado com o Parlamento.

c)

totalmente falso.

d)

totalmente verdadeiro.

3

- (FUVEST - 1995) "Após ter conseguido retirar da nobreza o poder político que

ela detinha enquanto ordem, os soberanos atraíram para a corte e lhe atribuíram

funções políticas e diplomáticas"

Esta frase, extraída da obra de Max Weber, "Política como Vocação" refere-se ao processo que, no Ocidente,

a)

destruiu a dominação social da nobreza, na passagem da Idade Moderna para

a

Contemporânea.

b)

estabeleceu a dominação social da nobreza, na passagem da Antiguidade para

a

Idade Média.

c) fez da nobreza uma ordem privilegiada, na passagem da Alta Idade Média para

a Baixa Idade Média.

d) conservou os privilégios políticos da nobreza, na passagem do Antigo Regime

para a Restauração.

e) permitiu ao Estado dominar politicamente a nobreza, na passagem da Idade

Média para a Moderna.

4 - (PUC - MG - 1999) “O Estado sou eu”. Essa frase de Luís XIV, rei de França,

expressa de fato:

e) ausência efetiva de instrumento de controle, quer no plano moral ou temporal,

sobre o poder do rei.

6 (PUC - PR - 2000) - O Absolutismo Real foi consagrado no plano teórico por alguns filósofos e pensadores, que o explicaram como necessário e justo.

Numere a coluna II pela coluna I, e depois assinale a alternativa que contém a seqüência correta:

Coluna I

( 1 ) Nicolau Maquiavel

a)

a indefinição de funções no Antigo Regime.

 

(

2 ) Jean Bodin

b)

o conceito de nação nos Tempos Modernos.

 

(

3 ) Thomas Hobbes

c)

o nacionalismo exacerbado da transição feudal capitalista.

 

(

4 ) Jacques Bossuet

d)

o poder ilimitado dos reis no Estado Absolutista.

 

Coluna II

e)

a identificação dos monarcas com suas nações.

 

(

) Seis livros da República

5

- (PUC - MG - 1999) Oriundo da crise do feudalismo, o Estado Absolutista

representou a organização política dominante na sociedade européia entre os séculos XV e XVIII, podendo ser caracterizado pela:

(

) O Leviatã

(

) Política resultante das Sagradas Escrituras

a)

supressão dos monopólios comerciais, possibilitando o desenvolvimento das

manufaturas nacionais.

(

) O Príncipe

b) quebra das barreiras regionalistas do feudo e da comuna, agilizando e

integrando a economia nacional.

c) abolição das formas de exploração das terras típicas do feudalismo, tornando a

sociedade mais dinâmica.

d) ascensão política do grupo burguês, que passa a gerir o Estado segundo seus

interesses particulares.

a)

2

- 3

- 1

- 4 b) 4 - 3 - 1 - 2

c)

3 - 2

- 4 - 1 d) 2 - 3

- 4 - 1

e)

2 - 4

- 1

- 3

Estado Nacional

1. (MACKENZIE) No processo de formação dos Estados Nacionais da França e da Inglaterra podem ser identificados os seguintes aspectos:

a) Fortalecimento do poder da nobreza, e retardamento da formação do Estado

Moderno.

b)

Ampliação da dependência do rei em relação aos senhores feudais e à Igreja.

c)

Desagregação do feudalismo e centralização política.

d)

Diminuição do poder real e crise do capitalismo comercial.

e)

Enfraquecimento da burguesia e equilíbrio entre o Estado e a Igreja.

4.

(PUC-SP) O período compreendido entre os séculos XIV e XV caracterizou-se.

a)

Pela formação do Estado democrático, substituindo o Estado feudal.

b)

Pela constituição de contingentes militares nos moldes feudais.

c)

Pelo fortalecimento econômico da classe nobre, apoiando a realeza.

d)

Pela substituição do regime feudal pelas monarquias absolutas.

e)

Peia substituição do sistema de pluralidade de moedas. prejudicando o

desenvolvimento comercial.

5. (PUC-SP) No expansionisrno europeu dos séculos XVI e XVIII, Mercantilismo e

Absolutismo devem ser vistos como ingredientes básicos, tendo em vista que.

a) A aliança do Estado com a burguesia comercial tornou possível a concentração

dos recursos necessários à realização das empresas marítimas.

b) A formação dos Estados Nacionais na Europa se completara no século XV com

o apoio da nobreza enriquecida com as navegações.

c) As descobertas marítimas foram, em sua maioria, financiadas por nobres

feudais enriquecidos com os lucros das Cruzadas.

d) Os planos de navegação e descobertas de novos territórios eram sempre de

propriedade do rei.

e) O fechamento do Mediterrâneo à navegação européia obrigou os navios

irlandeses e holandeses a se aventurarem rumo ao Atlântico.

6. (FESP) Leia atentamente as afirmativas abaixo.

1 - A formação do Estado Nacional na França teve peculiaridades históricas, pois as guerras religiosas pouco influenciaram nas decisões políticas.

2 - O absolutismo inglês teve no reinado de Elizabeth 1 a sua consolidação, sendo considerado inclusive um período de prosperidade econômica.

3 - A introdução do anglicanismo foi importante para firmar o absolutismo na Inglaterra.

4 - O absolutismo favoreceu a ascensão da burguesia, mas não significou o

afastamento radical da nobreza na estrutura de poder.

5 - Não há relação histórica do absolutismo políticos com as possibilidades de intervenção do Estado r.a economia.

Assinale a opção correta.

a)

2, 3 e 5 b) 1, 3 e 4

c)

2, 4 e 5 d) 1, 2 e 5

e)

2, 3 e 4

9 (UFMG) Todas as alternativas apresentam fatores que caracterizam os Estados Nacionais formados a partir do século XV, EXCETO:

a) Criação de um exército permanente.

b) Manutenção dos privilégios das corporações.

c) Organização de um sistema nacional de impostos.

d) Ordenação de uma administração centralizada.

10. (CESGRANRIO) A política econômica do Estado Absolutista, o Mercantilismo, reuniu práticas e doutrinas que, em suas diversas modalidades entre os séculos XVI e XVIII, caracterizou-se por um(a):

a) liberalismo econômico como forma de manutenção da aliança política do Rei

com os segmentos burgueses.

b) protecionismo alfandegário através de proibições das exportações que visava

ao equilíbrio da balança comercial do Estado.

c) intervencionismo estatal nas atividades comerciais lucrativas que proibiu a

concessão de monopólios a grupos privados.

d) expansão do poderio naval como garantia das comunicações marítimas entre

as metrópoles e seus impérios coloniais.

e) restrição dos privilégios senhoriais relacionados à participação da nobreza no

comércio ultramarino e nas companhias comerciais do Estado, tais como a Companhia das Índias Orientais e das Índias Ocidentais.

11. Sobre a formação dos Estados Nacionais e o absolutismo, podemos citar, EXECETO:

a) centralização política nas mãos de um monarca cuja autoridade é de direito e

de fato.

b) criação de um complexo e numeroso corpo de agentes burocráticos a serviço

do rei.

c) instituição de uma moeda nacional e de impostos reais necessários às

crescentes despesas do Estado.

d) manutenção de um exército permanente subordinado diretamente à

monarquia.

e) reafirmação da independência dos Estados coloniais, reforçando o poder das

monarquias nascentes.

EXPANSÃO MARÍTIMA

1 - (Fuvest-SP) Sobre o Tratado de Tordesilhas, assinado em 7 de junho de 1494, pode-se afirmar que objetivava:

a) demarcar os direitos de exploração dos países ibéricos, tendo como elemento

propulsor o desenvolvimento da expansão comercial marítima.

b) estimular a consolidação do reino português, por meio da exploração das

especiarias africanas e da formação do exército nacional.

c) impor a reserva de mercado metropolitano, por meio da criação de um sistema

de monopólios que atingia todas as riquezas coloniais.

d) reconhecer a transferência do eixo do comércio mundial do Mediterrâneo para

o Atlântico, depois das expedições de Vasco da Gama às Índias.

e) reconhecer a hegemonia anglo-francesa sobre a exploração colonial após a

destruição da invencível Armada de Filipe II, da Espanha.

2 - (MACKENZE) A expansão marítima européia dos séculos XV e XVI permitiu:

a) A formação de domínios coloniais que dinamizaram o comércio europeu.

b) O crescimento do comércio de especiarias pelas rotas do Mediterrâneo.

c) A implantação de impérios coloniais na Ásia, para extração de metais

preciosos.

d)

O fortalecimento do feudalismo e da servidão na Europa Ocidental.

e)

A colonização do tipo mercantilista, sem a interferência do Estado e da Igreja.

3

- (PUC-MG) O Tratado de Tordesilhas representa:

a)

A tomada de posse do Brasil pelos portugueses.

b)

O declínio do expansionismo espanhol.

c)

O fim da rivalidade hispano-portuguesa na América.

d)

O marco inicial no processo da partilha colonial.

c)

3, 4 e 5 d) 1, 3 e 4

e)

O início da colonização do Brasil.

e)

2, 4 e 5

4

- (PUC-MG) o fator que contribui para a grande expansão marítima.

Mercantilismo

a)

A estabilidade econômica da Idade Média.

17- (UFU - 2000) O Mercantilismo foi um conjunto de doutrinas e práticas econômicas, que vigoraram na Europa desde a metade do século XV até meados

b)

A organização das corporações de ofício.

do século XVIII, sendo vital para a acumulação capitalista.

c)

O advento das monarquias nacionais.

A respeito deste contexto, podemos afirmar que

d)

O desenvolvimento do comércio continental europeu.

a) Inglaterra e França foram as nações pioneiras nas grandes navegações,

e)

O enriquecimento da nobreza feudal.

impulsionadas pelas novas descobertas científicas e pela centralização administrativa, proporcionada pelo Estado absolutista, responsável pelo combate

5

- (LJFPE) Portugal e Espanha foram no século XV as nações modernas da

aos contrabandistas e aos piratas espanhóis e portugueses.

Europa, portanto pioneiras nos grandes descobrimentos marítimos. Identifique as realizações portuguesas e as espanholas, no que diz respeito a esses descobrimentos.

1 - Os espanhóis, navegando para o Ocidente, descobriram, em 1492, as terras do Canadá.

2 - Os portugueses chegaram ao Cabo das Tormentas, na África, em 1488.

3 - Os portugueses completaram o caminho para as índias, navegando para o Oriente, em 1498.

4-A coroa espanhola foi responsável pela primeira circunavegação da Terra iniciada em 1519, por Fernão de Magalhães. Sebastião El Cano chegou de volta à Espanha em 1522.

5 Os portugueses chegaram às Antilhas em 1492, confundindo o Continente Americano com as Índias.

Estão corretas apenas os itens:

a) 2, 3 e 4; b) 1, 2 e 3

b) Através da produção de artigos manufaturados, Portugal se firmou como a

maior potência do final do século XVII, enquanto a Inglaterra, restrita à acumulação de ouro e prata extraídos de suas colônias, ficou dependente da

importação de manufaturados .

c)

A colonização, sustentada pela grande utilização de trabalho escravo de índios

e

negros nas chamadas colônias de povoamento, foi vital para o acúmulo de

capitais naquele momento, quando Portugal e Espanha incentivaram a produção manufatureira e o comércio interno.

d) Com o intervencionismo estatal e o protecionismo, o Estado moderno

estimulava o progresso burguês e evitava a concorrência comercial de países vizinhos, fixando tarifas alfandegárias, controlando preços e dificultando a importação de produtos concorrentes.

18 - (PUC MG / 98) O grande afluxo de metais preciosos da América, estimulado e protegido pelo mercantilismo na Europa:

a) provoca melhorias na vida do povo em geral.

b) amplia a distância entre realeza e aristocracia.

c)

conduz ao abandono das atividades ligadas à terra.

d) A eficiência do poder central para dominar os particularismos.

d)

recupera a fantasia de reconquista do Paraíso.

e) o impulso decisivo do comércio exterior visando a uma balança comercial

 

favorável.

e)

desvincula a vida material da vida espiritual.

 

Reforma

19

(PUC MG 2000). A política mercantilista baseava-se:

 

25. (UFMG 1997) A Reforma Religiosa do século XVI teve como desdobramento

a)

na valorização da agricultura como única fonte de riqueza.

 

a)

a consolidação do poder dos príncipes do Império Germânico.

b)

na redução da presença do Estado na vida econômica.

 

b)

a constituição de mais de uma igreja cristã no ocidente.

c)

na supressão dos monopólios e privilégios tradicionais.

 

c)

a divisão da Igreja em ramos: Ortodoxo e Romano.

d)

na liberdade comercial e no domínio da livre iniciativa.

 

d)

a subordinação da Igreja Católica ao Estado.

e)

na identificação da riqueza com a posse de metais preciosos.

 

26

- (UFMG 2000) Leia o texto.

20

(PUC MG 2000) A Acumulação Primitiva de Capitais, praticada na Europa

entre os séculos XVI e XVIII, resultou, EXCETO:

a)

do saque e exploração dos territórios coloniais.

b)

do protecionismo às manufaturas nacionais.

c)

do confisco e venda, a baixo preço, das terras da Igreja.

d)

da mecanização do processo produtivo fabril.

e)

da apropriação privada das terras comunais.

21

(PUC MG 2000) O Mercantilismo é uma prática econômica que implica ,

EXCETO:

a)

o exercício do protecionismo alfandegário às manufaturas existentes.

b)

o combate ao xenofobismo e à natalidade para que o Estado possa consolidar-

se.

c)

a existência de um Estado forte capaz de planejar as atividades econômicas.

é a vida profissional do homem que lhe dá certo treino moral, uma prova de seu estado de graça para a sua consciência, que se expressa no zelo e no método, fazendo com que ele consiga cumprir a sua vocação. Não é trabalho em si, mas um trabalho racional, uma vocação, que é pedida por Deus.

A concepção sobre o trabalho descrita nessa passagem é a defendida pelo

a) anglicanismo, religião cristã originada na Inglaterra, na Reforma ocorrida no

século XVI.

b) calvinismo, religião cristã originada das concepções de João Calvino, no século

XVI.

c) catolicismo, religião cristã, com sede em Roma e obediente à autoridade do

Papa.

d)

islamismo ou religião muçulmana, originada na Arábia ocidental, no século VII.

27

(UFPB 1996) Com relação ao processo histórico de desenvolvimento e

expansão da Reforma Protestante, é INCORRETO afirmar-se que as

a) heresias medievais foram divergências de doutrina que surgiram, contestando

a Igreja Católica Apostólica Romana, sendo, por isso, duramente reprimidas pelos papas.

b) práticas de simonia constituíam vendas de cargos eclesiásticos, indulgências e

objetos sacros por parte de papas, cardeais e bispos, evidenciando a corrupção da Igreja oficial.

c) perseguições aos primeiros reformadores, em que se destacaram John Wyclif e

John Huss, ocorreram na Europa Ocidental, durante os séculos XIV e XV.

d) forças eclesiásticas foram as principais aliadas da burguesia comercial em

ascensão, o que possibilitou a centralização política em torno das dinastias e dos

Estados Nacionais.

e) publicações de Lutero, no século XVI, denunciavam as irregularidades da

Igreja e, ao mesmo tempo, opunham-se às revoltas camponesas

28 - (UFPB 1999) No final da Idade Média, as insatisfações religiosas contra a Igreja acumularam-se. No início da Idade Moderna verificou-se, então, a ruptura do cristianismo ocidental, surgindo a Reforma Protestante. Esta teve como causa determinante o

a) apoio dos monarcas Henrique VIII e Elisabeth aos camponeses pobres da

Europa que, a partir de 1525, realizaram uma série de revoltas contra sacerdotes

ricos e nobres, donos de grandes propriedades de terra.

b) descontentamento dos monges Martinho Lutero e Zuinglio, com as pregações

da bula papal Exsurge domine, que permitiu um entendimento bíblico sem a intermediação dos padres.

c) interesse das monarquias nacionais e de toda a nobreza européia, que

buscaram reforçar a Igreja Católica e a supremacia do Papa, contestadas pelos protestantes ibéricos.

d) ideal protestante relacionado à condenação da usura, prejudicando os

interesses da burguesia comercial emergente.

e) aumento da venda de indulgências, sobretudo na Alemanha, ocasionando o

crescimento da insatisfação popular.

29. (UFRN 2000) No século XVI, surgiu, na Europa, um movimento de caráter religioso, político e econômico que deu origem à Reforma Protestante, iniciada como uma reação à(ao)

a) progresso do capitalismo comercial, que preconizava o lucro e estimulava o

desenvolvimento das atividades mercantis, condenados pela Igreja Católica.

b) crise da Igreja Católica, que se manifestava através da vida desregrada, do

luxo do alto clero, da venda de cargos eclesiásticos e de relíquias sagradas.

c) teoria religiosa católica, que estava alicerçada na predestinação absoluta, na

salvação pela fé e no livre exame da Bíblia.

d)

fortalecimento do Estado Nacional Absolutista, cuja consolidação representava

o

apoio à teoria da supremacia e do universalismo do poder papal.

30 - (UFU 1998) O surgimento e a expansão das igrejas protestantes no século XVI provocou a reação da Santa Sé, levando-a a tomar medidas para reafirmar os princípios fundamentais da moral católica. Este processo ficou conhecido como Contra-Reforma.

A esse respeito, assinale a alternativa INCORRETA.

a) A Inquisição espanhola perseguia hereges, bruxas, assassinos, sodomitas e

polígamos. Em Portugal, passou a combater os judeus que haviam fugido da Espanha, o luteranismo, o maometismo, a feitiçaria, a bigamia e a pederastia. No século XVI, a Inquisição estendeu-se às colônias espanholas da América e atingiu também o Brasil.

b) A Ordem dos Jesuítas ou Companhia de Jesus tornou-se uma verdadeira

milícia a serviço do papa. Os jesuítas criaram escolas religiosas e catequizaram os não-cristãos, convertendo, ao catolicismo, os povos dos continentes recém- descobertos e expandindo o domínio católico para os demais continentes.

c) O Concílio de Trento organizou a Contra-Reforma católica, confirmando e

definindo com precisão os dogmas e práticas rituais católicas, tais como: a

salvação pela fé e pelas obras, os sete sacramentos, o culto à Virgem e aos santos e a presença real de Cristo no ato da eucaristia.

d) A Igreja decidiu reativar, em meados do século XVI, o funcionamento da

Inquisição, que se encarregou, por exemplo, de organizar uma lista de livros proibidos aos católicos, o Index librorum prohibitorum.

e) Um dos dogmas restabelecidos pela Igreja foi o da predestinação, pelo qual o

homem já nasce escolhido por Deus, para a vida eterna ou para a condenação. Assim, justificava-se a riqueza material como um sinal da graça divina sobre o indivíduo.

Renascimento

10 - (PUC-MG 2000) A cultura renascentista reflete as transformações

observadas ao longo dos últimos duzentos anos da Idade Média, podendo ser destacada entre essas:

a) a grande disponibilidade de metais nobres, refletindo-se na elevação

generalizada dos preços.

b) o enfraquecimento das monarquias absolutistas, possibilitando o florescimento

das culturas locais.

c) o aumento da intolerância religiosa e a luta pela afirmação da liberdade de

consciência.

d) o choque entre os ideais da vida aristocrática e as doutrinas tradicionais da

Igreja.

e) a intensificação do comércio e da urbanização, propiciando a valorização dos

ideais burgueses.

11 - (UFC 2000) A cultura renascentista favoreceu a valorização do homem,

estimulando a liberdade de expressão presente em diferentes manifestações artísticas e literárias. Entretanto, a participação da Igreja Católica, entre os

mecenas, pode ser associada:

a) à renovação das idéias defendidas pela hierarquia eclesiástica, que se deixara

influenciar pelo liberalismo burguês.

b) à continuidade do cristianismo como religião dominante, limitando a liberdade

de expressão aos valores estabelecidos pela igreja.

c) ao engajamento da intelectualidade católica nas experiências científicas, na

tentativa de conciliar razão e fé.

d) às novas condições de vida na Europa, que extinguiram a persistência dos

valores religiosos na sociedade.

e) ao surgimento de novas ordens religiosas, defensoras do mecenato como um

meio de maior liberdade de expressão.

12 - (UNIFOR 1999) Às transformações econômicas, políticas e sociais que

caracterizaram a crise da sociedade feudal, somam-se, em termos culturais, o

Humanismo e o Renascimento. Sobre essas manifestações culturais pode-se afirmar que

a) o Humanismo e o Renascimento estão relacionados ao desenvolvimento da

burguesia e das monarquias liberais que se constituíram no final da Idade Média.

b) Renascimento é a denominação do movimento artístico, literário, filosófico e

científico que se desenvolveu fundamentalmente na Itália e se estendeu por outros países da Europa Oriental.

c) o Humanismo surgiu no final da Idade Média e encontrou na cultura clássica a

identidade para realizar seus valores e seu ideal de Homem.

d) a Itália foi o berço do Renascimento devido ao desenvolvimento do comércio

em cidades como Veneza e Florença, a influência árabe e a sua localização geográfica.

e) a Igreja, importante consumidora de obras de arte e protetora dos artistas,

direcionou o renascimento arquitetônico para dois estilos artísticos: o românico e

o gótico.

13 - (UNIFOR 1999) entende-se por humanismo, o movimento

a) moderno, inspirado na idéia de perfeição do homem presente na arte greco-

romana.

b) de resgate da importância artística e cultural da Idade Média.

c) religioso, que procurava valorizar o misticismo da sociedade européia do final

do século XIV.

d) de cunho popular, que procurava resgatar o respeito à dignidade humana.

e) que objetivava dinamizar os "estudos humanos" que incluíam a poesia, a

filosofia, a eloqüência e a história.

14 - (FUVEST) Podem ser apontados como traços característicos da Renascença.

a) A exaltação dos valores culturais medievais e o humanismo.

b) A sua associação com o mecenato e o pensamento preponderantemente

teocêntrico.

c)

O antropocentrismo e a preocupação com os valores individuais.

d)

O acatamento da autoridade do pensamento escolástico e o naturalismo.

e)

O racionamento e sua associação com os valores da aristocracia rural.

15

- (PUC-SP) Uma das características mareantes da literatura do Renascimento

em oposição á da Idade Média, consiste, basicamente.

a) Na restauração dos valores religiosos, omitidos na obra dos grandes escritores.

b) Na valorização do homem, que passa a ser a medida de todas as coisas.

c) Na criação de novos modelos baseados nas chamadas canções de gesta.

d) No abandono das regras em favor do verso livre.

e) Na elaboração de um quadro que valoriza a tradição, fundamento da

sociedade.

GABARITO

Pré colonial

E / 2 E / 3 A / 4 A 5 C 6 A 7 C / 8 C / 9 A / 10 D / 11 B

1

Administração

1

A / 2 E / 3 E / 4 E 5 D / 6 B / 7 D / 8 A / 9 E / 10 C

Mão de obra

1

A / 2 C / 3 C / 4 C / 5 D / 6 D / 7 E /8 A / 9 C / 10

E

Açúcar

1

D / 2 B /3 C / 4 B / 5 C / 6 B / 7 E / 8 B / 9 C / 10

B

Outros Produtos

1

B / 2 E / 3 C / 4 E/ 5 E /6 E / 7 C / 8 C/ 9 D / 10 D

Crise Colonial

1

B / 2 A / 3 C / 4 B / 5 C / 6 D / 7 C / 8 D / 9 C / 10

B

Geral

1

B / 2 B / 3 D / 4 C / 5 D / 6 A / 7 D / 8 D / 9 E / 10

B

Mineração

1

C / 2 E / 3 E / 4 B / 5 E / 6 E / 7 D / 8 E / 9 E / 10

E

Período Joanino

1

C / 2 D / 3 D / 4 E / 5 C / 6 B / 7 E / 8 B / 9 A / 10

A

GABARITO

Feudalismo

12-D / 13-B / 14-E / 15-A / 16-A

Crise feudal

1- E / 2- A / 3- D / 4- C / 5- A

Absolutismo

1 - A / 2 - D / 3 - E / 4 - D / 5 - B / 6 D

Estado Nacional

1 C / 4 D / 5 A / 6 E / 9 B / 10 D / 11 E

Expansão Marítima

1 A / 2 A / 3 D / 4 C / 5 A

Mercantilismo

17

D / 18 D / 19 E / 20 E / 21 - B

Reforma

25

- B / 26 B / 27 D / 28 D / 29 B / 30 E

Renascimento

10

e / 11 b / 12 c / 13 e / 14 c / 15 b