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SERGIOOLWEIRA

O LIVRO BRAI{CO

SOBREA

cohrsPIRAqÁo

MTTITDIAT

*s*#s*

Capa:lvfárcioRodrigoda Silva Agostode 1998 REVISÁODOTEXTO:o autor

@sÉnsooLrvErRA

Militar, pesquisadordaHisória membrodaAcademiaSul-B¡asileiradeLetas membrodaCasaBrasileiradeCultr¡ra membrodo CNPH - CentroNacionalde PesquisasHistóricas

Autordosliwos:

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O MassacredeKatyn

Hjtler - Culpadool Inocente?

Sionismox Revisionismo

A FaceocultadeSacramento

GetúlioVargasdepde:

O BrasilnaII GuerraMundial (PrémioNacionaldePesquisa

Histórica1996)

O CristianismoemXeque

*

PrémioRevisáoHistorica1996)

O Livro Brancosobrea ConspiragñoMundial

OLIVEIRA, Sérgio O LIVRO BRANCOsobrea ConspiragáoMundial RevisáoEdiüorae Livraria Ltda.

Cx.postal,70466

Cep:90.001-97APortoAlegre - RS - Brasil 302páernasI6x23m,. - 1998

ISBNN"85-?246-015-2

I .Judaísmo2.Sionismo3.magonaria

4. comunismo

900-909-940.5

Dedico esta obra aos revisionistasdo mundo infeiro, que aJrontandopressóese vicissitudesquaseinsuperáveis,tém prosseguido no propósito de resgatar a verdade e desmisti- ficar os obreíros da "verdade conveniente":

- ao pesquisador-hisforiadore editor S. E. CASTAN'pela persisténcia e coragemde remar contra a maré,produzindo

e editando obras que enfrentam, invariavelmente, as tor':

menIasda intoleranci¿t:

- üosmeus familiares que,aJinalde contas,vencerama te- rapia de "desinloxícaqdomental", percebendoo mundosem

o direcionamentoúnico impostopelos meiosde comunica'

qdo de massa, e, em razdo disto, proporcionaram-me um

clima de apoio e tranqüilidadepara escrever;

- aos membrosda Diretoria e Conselhoda Acudemia Sul- Brasileira de Letrus, que me acolheramem seu seio,pro- porcionando-meo mais grato prémio que um escritorpode conquistar - o reconhecintenfode seuspares:

- aosmettsamigos,eprincipalmenteds centenasde leitores queme escrevem,upoiandoe/oucriticandoo meutrabalho; delesreceboalenÍopura prosseguir,mas tambémincentivo para a reflexdo e revisdr¡depontos de visÍa.

"A questáojudaicacontinuadepé.E estúpidonegá-lo.A questáojudaica existepraticamente,ondequerqueresidam judeus emnúmeroperceptível.

Ondeaindanáoexista,é impostapelosjudeus no decorrerdesuascorrerias.

É naturalquenostranslademosparalugaresondenáosejamosperseguidos.

masumavez ali,nossapresengatambéminvocaperseguigóes.

O infausto judaísmo é queintroduziuna lnglaterrao anti-semitismo,

comojá tinhaocorridona AméricanoNorte." (TheodoreHERZL, fundadordo sionismopolítico,em"O EstadoJudeu", p. 4)

"A expressáo-conceito'judeuinternacional'admiteduasinterpretagóes; umadelasé a dequeo hebreu,ondequerquehabite,continuasempre judeu; a outraé a dequeo judeu exerceum domíniointernacional.

O verdadeiroimpulsoquemoveo anti-semitismoprovém

destaúltimainterpretagáo." (HenryFORD. "O Judeu Internacional". p. 37)

"Temoscomocertoquenós,os judeus, somosumanagáopeculiar, dequecada judeu é súditoincondicionalmente,qualquerqueseja suaresidéncia,seuoficio ou seucredo." (LuísBRANDEIS - Do SupremoTribunaldosEstadosUnidos.In: Henry FORD.Op.Cit. p. 167)

SUMARIO

lntrodugáo

I - Judaísmo-sionismoparaprincipiantes

II - O judaísmo antesdeCristo

III-Cristoeojudaísmo

IV

* O judaísmo depoisdeCristo

V

- A conspiragáoorganizada

VI

- O judaísmo naRússiaeUniáoSoviética

O judaísmo noBrasil

VII

-

Vlll - O judaísmo nosEstadosUnidoseoutrospaíses -

{X

O judaísmo naAlemanhaNacional-Socialista

X - Judaísmo-sionismo hoje

Conclusáo

Bibliografia

Anexos

lt

2l

5l

67

75

103

l3l

159

185

203

227

265

267

277

TNTRODUQAO

A época atual, por forga de inúmeras circunstáncias, dentre as

quais pontifica o grande desenvolvimento dos meios de

de massa,tornou a Terra - utilizando-sesentenga já batidapelo uso -

uma verdadeira"aldeia global". Náo há mais povos isolados,socieda- des imunes ás influéncias exógenas,mesmo que os fatos históricos ocorram em lugareslongínquos,em locais de nomesexóticos e até en-

táo desconhecidos.o

comunicagáo

relacionamento cultural, político e económico

pode sermínimo,e até inexistir,para aindaassimpersistirem as influén- ciasdo mundo exterior.

Para citar um exemplo recente, basta lembrar que a alta dos pre- gos do petróleo, durantea décadade 1970,pós fim ao "milagre biasi- lEiro" e seusefeitosforam sentidosinclusivepelosesquimósda Groen- lándia, que vivem no "topo da Terra", numa vastidáo desérticade gelos etemos,denominadacaboMoris Jesup.A modernidadesubstituíra,em grandeparte,as matilhasde cáesde tiro por trenósmovidos á gasolina. E tambemo petróleo alimentavaos motoresdos barcosque singravam abaia de Baffin, levando-osá ilha vainha de Ellesmere.usavam, mui- tos deles,derivadosdo petróleo em substituigáoao óleo de foca ou de morsaquelhesaqueciae iluminavaos iglus naslongasnoitesdo Ártico.

Nenhum servivente do planetase pós a salvooontern,no augeda

"guerra fria", quando a insanidadede um governante ou mesmo de um

subalterno,poderia ter

porg6esimprevisíveis.

desencadeadouma hecatombenuclear de pro-

II

Vivemos todos nós, homens e seresirracionais, e até mesmo o reino vegetal, sob o fio cortante de uma Espadade Dámocles, prestesa cair sobrenossascabegas. Hoje, perdura o risco tanto quanto antes, porque embora por um breve momento tenhamse desarmadoos espíritosbelicosos,penrxme- cem intatos os arsenais.Dissenqdes,litígios, desentendimentos,desen- contros, incapacidadede transigir, intoleránci4 ideologiasde superiori- dade racial ou até mesmo de predestinagáodivina, p6em em risco, a cadaminuto, o futuro da humanidade. Enquantoos'aerdes" sep6emem guardacontra o risco menor da poluigáo ambiental, os governos das super-poténciase mesmo das que náo se enquadramentre elas, rrux que goz:tm do seu beneplácito, au- mentam seusarsenaisatómicos, fazendo crescer o risco, nño da degra- dagáoambiental,rrurso da sobrevivénciade toda e qualquer especiede vida no planeta. Por que a mobilizagáo em torno de um problema perigoso, mas nem tanto, e a tnérciaante outro capu de extinguir todas as formas de üda da Terra? A respostaé simples:os'Aerdes", os Movimentos de Justigae Di- reitos Humanos, enfirn, a totalidade dos órgáos congéneres,nño foram criados para defender os interessesda humanidade, fluts os daqueles que se julgarn, por escolhadiüna senhoresde todos os homense pro- prietarios, únicos e exclusivos, dos recursosnaturais do planeta. Uma organizagñodenominadaB'nei B'rith gerou em seuútero di- abólico todos essesorganismos servigais,e os pariu a servigo daqueles que 'trm dia beberáo a seiva da Terra, o leite das gentes, no peito dos

reis".(Isaías,LX,16)

Existe,hoje, corn em épocaspassadasdenurrciaremos Papas,santos

da Igreja e os reformadores,como Lutero, urna

Estavam com razáo estadistas do presente século, como Adolf Hitler, Stálin (nos extertores da üda), Getúlio Vargas, dentre outros; pensadoresrenomados de outras e desta época" como Santo Agosti-

nho, Martinho Lutero, Leño XII,

Nietzsche, Houston Chamberlair¡ Eugen Diiring,

historiadores-pesquisadores corno Henry Ford, Gustavo Barroso, Sal-

vador Borrego, Louis Marschalko, Robert Faurissor¡ David lrving e,

rquestño

judaica'?

Gregório III, Bento IV, Friedrich

Gottfried Feder; e

l2

mais recentemente,o filósofo francés Roger Garaudy, com o aval do Abade Pierre (a personalidademais popular da Frang4 na atualidade -

candidato ao Prémi¡

6óquestño judaica", sejaem nível local ou intemacional? Sabemtodos quantos se aventurarama puncionar este tumor, náo hoje, mas em todas as épocas,como é dificil romper com as barreiras impostaspela comunidade judaica e pela opiniáo púbüca náo-judaic4 mas tornada filo-semita por forga da imprensamanipuladapelos he-

breus,

Nobel da Paz, em

l99l),

ao trazer á lume a

Negam os hebreuse filo-semitas a existénciade

uma "questáo

ignorandoo que confessouTheodoreHerzl, o fundador do

judaica",

sionismopolítico,emsuaobra "Um EstadoJudeu'o(p. 4):

"A questáojudaica continuade pe.É estupidonegi-lo.A questáo judaica existepraticamente,ondequerqueresidamjudeusemnútnero percepível.ondeaindanáoexista,é impostapelosjudeusnodecorrerde suascorrerias.É naturalquenostranslademosparalugaresondenáose- renlosperseguidos,masumavezali, nossapresenqatambéminvocaper- seguigóes.o infausto judaísmoé que introduziuna Inglaterrao anti- semitismqcomo já tinhaoconidonaAméricadoNorte."

Pode-seescreverliwemente contra o nazismooo comunismo,o capitalismo,o anarquismo,mas,náo, contra o sionismo.

É vedado, tam$m, argumentar contra o judaísmo extremado, em-

bora este alimente planos milenaresde conquista e dominagáo.Em contrapartida, há plena liberdade para criticar o catolicismo, o protes- tantismo, o budismo, o islamismo,o espiritismo, as igfejasevangélicas Sionismoe judaísmosáocolocadosem redomaespecial.constitu-

em entidadessupra-legais,protegidas,muitasvezes,por legislagáoca- suística,em escancafadacontrariedadeao princípio da isonomiaformal. Sionismo - expressáoideológica,e judaísmo - designativode uma confissáo religiosa, sáo equiparados á raqa, com o fito de enquadrar seuscríticose/ou detratoresna qualidadede racistas. Simplificando,o crítico, náo importa se acerboou moderado,do sionismoou do judaísmo,é tachadode anti-semitaou de racista,numa confusáo terminológica que só pode ser engolida pelos incautos ou pelos mal-intencionados.

l3

muitas vezesderiberadamente,que o sionismo foi equi-

parado,.pe9 O¡ru, ao

náo está solit¿íria,mas identificada com o pensamento da maioria dos

Estados que tém assentonaqueleorganismo internacional.

Ignora-se,

ygismo! E que, portanto, a crítica a ele dirigida

Por outro lado, se fosse certo que o judeu náo se diferenciado

senñopela sua profissño de fe, toda a crítica ao

resto da humanidade

judaísmo náo teria outro

significado do que pura expressáode hipocri-

sia.Mas náo é isto o que ocorre. comprova sobejamentea história

que

o judaísmo náo se resumea uma simplesexpressáode ft. Desüa-se ele do carátertranscendental, comum á todas as religióes:para incorporar

pretensóes seculares,que náo

tradasem seusliwos sagrados(Torah e Talrnud).

que se ar-

rastaatravésdos séculos.Náo hii como ignorá-la,principalrnente sefor

levado em conta o que disto resultou para o resto dos homens,isto é, para aquelesque os hebreusdenominam'?oyns" (náo judeus ou ím- pios).

melhordosímpios,matai-o!" (A BodaSara,26b,Tosephot _

constituemsegredo,porque estñoregis-

"questño judaica"

convive a humanidade com uma

"Ao

extraídodoTalmud)

"Que é umaprostituta?

eualquer mulherquenñosejahebréia."

(EbenHáEser,6/8 - extraídodoTalmud)

'6Deus exibe-senaTerra nassemelhangasdo judeu.

Judeu,Judas,

Judá'Jevahou Jeovásáoo mesmoe únicoser.o hebreué o Deus

vivente,o Deusencarnado;é o homemceleste.o AdáoKadmon.Os

outroshomensterrestres,de ragainferior

hebreu.Sáopequenasbestas.(Kabalaad pentateucurq Fls.97,col.3)*

sóexistempara servir o

Em todasasépocasregistraram-semovimentodde

reagáocontra o

intentojudaico de assenhorar-sedo mundo, de escravizaros povos da

Terra e de "alimentar-se

no peito dos reis", o que equivaleáir"r qu"

Fonte:PRANAITIS, I. B.

Professorde idioma hebneuem Sáo petersburgo-

senmascarado.Lima (Peru),EditorialLa

de obra

exernplaresvendidos.N. A.)

(sacerdote católico

Romano,Doutor ern Teologia.

Rússia.)El ralmud

De-

Verdad,l9gl. (Tradugáoernespanhol

publicada anteriormentena Rússia,ondeteve mais de 5 milhóesde

t4

a "questño judaica'o náo é fato contemporáneo,mastradigáohistórica que searrastano tempo, desdequeAbraáo semeousuadescendéncia. Remando contra a corcentezados que negam a existéncia de uma 'rquestño judaica", quer no passadocomo no presente,muitasobras tém sido escritase publicadas,com o objetivo de denunciara trama di- abólicaurdida e postaem práticaatravésda ideologiamessiánica judai- co-sionista.Emboraemteseo sionismoprático datede 1882(quando grupos de jovens que se denominavamHoveve-Zion o fundaram), e Theodore Herzl tenha incrernentadoo sionismo político em 1897, a simplesleitura do Antigo Testamentodemonstra,com o míximo de claieza,queo sionismo náonasceuno final do séculoXIX, masexistiu sempre,pari passu com a história do povo israelita. Assim como oS ronranos organizarame codificaram o Direito esparso'transferido de geragáoa geragáopelo costume, náo o criando, mas apenaslhe dando fo.-ur, tambémos grupos Hoveve-Zion e TheodoreHerzl náo funda- ram o sionismo, limitando-sea organszare codificar algo que existia desdeAbraáo. Foi o sionismo que colocou nasmáosde Judite a espadaque de- capitou Holofernes.(D1zo comentarioá Bíbtia publicadapela Editora

vázes, Petrópolis, 20uedigáo,1993, p. 542 "Judite personificaos ide-

nacionais do judaísmo,que resisteáspoténciaspagáse

expressáo "poténcias pagás" como

ais religiosose

opressoras.") (Entenda-se a

'ogo¡ms", ou

I Foi igualmenteo sionismo que infiltrou Ester no harémde Assue- ro (rei pérsa), provocando, pelo mesmo expedienteutilizado contra

Holofernes (favores e futricas de alcova), a morte de 75.000 inimigos

de Israel, ou seja, de goyns que se negavama "cortar

montes e carrógá-las i¡s costas". Maravilhoso dia este catorze de Adar! Muitas obrasforam publicadas,desdeo início da Idade Média até

hoje,

,.questño judaicatt, combatidaás vezescom maior empenho,mas via de regrapassadadesPercebida. Hoje, muito mais dificil se tornou a tarefa dos que se atrevem a renüIr contra a correnteza. Grande número de pessoasse encontra hip- notizadapela propaganda judaica ou filo-judaica que invadiu oq meios

náo-judeus.)

pedras nos

com o intuito de denunciaro que ocolTe,de como se perenizaa

l5

de comunicagáo de massa. zadapelosjudeus é a de se

expiatórios" em todos os países áe onde foram

"bodes expiatórios." da Igreja, que os acusou .taluniosamente,,,

blasfemar contra cristo e

ais, de envenenarpogos, de reálizarem

tente com isso, queimou-os em fogueiras. Foram

do nazismo' que cometeu contra eres o bárbaro Horocausto. "*piatórios' Foram

"bodes expiatórioso' de.Getulio

de

expulsos. Foram

uma das técnicas mais freqüentemente utili-

fazerempassarpor

vítimas.Foram

bodes

a virgem

Maria, de praticar ass_assinatosritu-

missasnegras

¿bod "

lu",

náo con_

vargas, que proibiu a entradade ju-

{.r" rraviam ingressado irregular-

deus no Brasil, e determinou que or

Oh! mundo ingrato,

Esta obra talvezpersiga um

m:nte.fossemexpulsos. Estáo sendo ,,bodes expiatérios" dos ingratos

palestinos, que

senegama aceitaro despejode suaspróprias terras

quenáo aceitaos desígniosdelevah!

objetivo pretancioso,

pois

a *questáo

i"pr"r-

por duas ve-

judaica"

sáo,como

zes presidente nasde títulos e

ridade um grande número de obras sobre o tema.

já mereceua atengáode muitos analistasi"'g.*d"

nossoeminentepatrício GustavoBARRoso;

da Academia Brasileira de Letras, agraciadt com deze-

comendasnacionais e internacionais]que legou á poste-

ocorre que as

obras de BARRoso

sumirarrl misteriosanrente, das

dasbibliotecas.Bateram-lhes as tragas,comeftrm-

prateleiras de boa parte

nasos ratosou surripiaram-ruN os censoresda.aerdade conveniente,'?

títulos,

almasperdidas. Além da escassezdas obras de Gustavo BARRoso

em circula-

gño, outra circunstáncia nosanimoua escreveresteliwo: todo o acervo de nossomaisimportante historiador antecedeos fatos acontecidosdu-

rante e posteriormente á segunda Guerra Mundial, época em

*questáo

Náo fosse o editor s. E. CASTAN ter reeditado alguns

teria sido confinado para sempre ,rl

ü*bo

Gustavo BARRoso

du,

que a

ganhou invulgar releváncia.oisp'oe-se, hoji, de

uma ótica que náo estiveram ao arcancede

judaica"

bibliográficas e de

BARRoso' 9n!"r

gáo de nr¿Nsaque invadia os la¡es

liwos

Em sua époc4 o

rádio era o principal meio de comunica-

brasileiros. Jornais lia-se pouco. os

ariiís, sempre ocoffeu

como,

cagnet, ria-se

privilégio de uma minoria.

aqui. ouvia-se ^eram "o

com as trapalhadas dos moradores do

direito de nascer", do cubano reix

"Edificio balanga-mas-náo-cai,,o

l6

torcia-se para os calouros do Renato Murse ou do Ari Barroso. E era- se informado, invariavelmente, que o selecionadobrasileiro perdera a Copa deüdo a roubalheira dos juízes e a truculéncia dos advers¿irios. Epoca boa aquela da desinformagáototal! Hoje, o tira-teima sáo os noticiários da Globo. Naquela época, a cartilha amansa-burronáo era o dicion¿írio,rn¿Isuma revista norte-americanaa "Selegóes,de Reader's Digest". Bastavaalguémafirmar: "- Li nasSelegóes!"parapór uma pá de cal em qualquerdiscussáo.Excegáohouvequandoaqui chegouo Zé Carioca. Nas calgadasda Cinelándia, no Rio de Janeiro, as filas dobra- vam esquina,com todos ansiosospara ver o papagaiofalanteensinaro Pato Donald a danqaro sambae beber cachaga. Os liwos de BARROSO e de um grandenúmero de grandeses- critoresde suaépoca,mofaramnasprateleiras.

Quem iria seimportarcoma

"- O

ó'questáo judaica"?

único judeu que conhego" - afirmavamtodos - "é o com-

prador de roupas usadase bagulhosimprestáveis"ou "o vendedorde

coisas á prestagáo

aprontarampor aí!" GustavoBARROSO nño foi lido no seutempo, porque quasenin- guém lia naquelaépoca. Vendiam-seliwos, sim. Os folhetins tinham boa aceitagáopopular. Eram levadosos fascículosde porta em porta pelosmesmoscomerciantesde coisasá prestagáo,que tinhambom tino para negócios.As obrasde MadameDely eram as mais solicitadas.Li-

am-nasasmogoilasá esperade marido, aguardandoo dia da repartigáo dos fascículoscom a meslnafidelidadedasnoveleirasde hoje. Repetir as observagóesde GustavoBARROSO, de Henry FORD, de SantoAgostinho, de Martinho Lutero e de outros tratadistasque se reportaramá "questño judaica", náo resulta,portanto em "chover no molhado". Poucossñoos que estiveremantesdebaixode chuva.

o'-

"E

arrematavam:

Lá quero eu saber do que

A grandemaioria dos brasileiroscontinua desconhecendoa exis-

téncia de uma "questáo judaica'o com que devam se preocupar' Re- petern,como a cinqüentaanos atrás: "- Lá quero eu saberdo que os judeus aprontarampor aí!" Pois saibam fsses incrédulosque eles aprontaramtambém por aqui! Encarapitaram-senascaravelasde Cabrale vieramtomar conhe-

17

cimentodo que lhespoderiadar a nova terraoantesmesmode que o rei portuguésrecebessea cartade Pero Yaz de Caminha.Em lá chegando os atentosobservadores,trataram de solicitar um feudo ao boníssimo rei, quetáo bem os acolheraquandoforam banidosda Espanha(1492). Antes da concessáodas capitaniashereditáriasa portuguesesde

gema,o judeu (apelidadode cristáo-novo) Fernandode Noronha abo- canhavaum bom naco de terra e recebiacarta brancaparainstalaraqui um "trust": o da exploragáoe comérciodo pau-brasil. Disto seconclui que no descobrimentodo Brasil houve empate.Por- tuguesese judeus aqui chegaramao mesmo tempo. Desempatehouve quandosetratou de explorar aterra recém-descoberta.Destacircunstáncia saÍramperdedoresos portugueses.Náo foram vencidosno "photo-chart". Perderan¡como diz o lingrrajargaúcho,por "légu,ae meia". Também pudera. Todos sabem que os hebreus sáo campeóes

mundiaisem 'tino

masdesinformado. Estamoscolocandoa carroga na frente dos animaisde tragáo. A "questáo judaica" no Brasil serátratada no devido tempo. Vamos abrir um capítulo só para isso. Mas importava dizerao leitor, nestain- trodugáo,que o Brasiltambémse deparoucom a "questáo judaica''. Náo quando estavacrescido, robusto e faceiro, mas antesmesmo de nascer. O batismo e o nome Brasil vieram muito depois. Depois de qué?Depois dos judeus seterem apropriadode um bom nacoda ilha de

YeraCruz, ou da Terra dos Papagaios. De certo modo, estamossendoatrevidos.Náo convém dar nome aos bois. Devíamos falar através de meias-palawas.Abusar do eufe- mismo, como fizeram Getúlio, antesde desferirum tiro no coragáo,e Jániopor ocasiáoda renúncia.Nos bilhetesdeixadosd posteridade,os dois ex-Presidentesomitiram o designativodos responsáveispor suas derrubadas.Fizeramreferéncia,suavizandoa expressáode suasidéias, ás"forgasocultas". A'óquestño judaicatt, cato leitor, existelá, bem longede nossas fronteiras,como agora em que Israel ofereceaos palestinosuma entre duasalternativas:a de aceitaro jugo ou a de partir. A ONU, por una- nimidade,sepós ao lado dos palestinos.Nem assimfoi possívelequili- brar o fiel da balanga.Do lado de Israel se postou um pesopesadoca-

comercial". Azar de D. Manoel, que era Venturoso,

t8

paz de nocautear Mike Tyson e mais uma centenade advers¿í¡ios.Náo um de cadavez, mas todos a um tempo só! Resultado:os palestinos contamcom o apoio de centenasde países,masIsrael dá a última pala- wa sob o manto protetor dos EstadosUnidos e de seuarsenalnuclear. (Ver Anexo 1) Existe uma "questño judaica" a nível internacional. De igual modo, pode-seafirmar que ela existeaqui em nossoPaís.

Existe porque 150.000 judeus desfrutam do

150.000.000de brasileiros.Existe porque nos obrigam a saldar uma dívida externa absurda, imoral, responsávelpelo estado de inanigáo e misériaem quevivem milhóesde brasileiros.

Existeporque estáonos sugandoatéa medulados ossos'como no casoda telefonia(CRT), da siderurgia(CSN - CompanhiaSiderurgica Nacional) e da Vale do Rio Doce, a maior e a maisrica de nossasem- presas.(Vide Anexo 3 e 4) Existe porque os principaisórgáos de co- municagáode massado País,atravésde drible ao artigo 222 da Cons- tituigáo Federal,caíramnas máos de "brasilefuosnatos", nrasque tra- zemno coragáooutra nacionalidade.

poder

de

calar

"Elestémnasnñoso rosário,e nocoragáoascontas"'" (TAUNAY' NaBahiaColonial, P.291)

Pareceóbvio que existeuma *questáo judaica" flo Brasil e que

mereceatengáoinclusivedos que afirmam que nadatém a ver com o queosjudeusaprontam Por aí. Dom Manoel. o Venturoso, se mostrou desinformado,mandando

aprontarampoucase

-boas, langandonas costai dos lusitanos o opróbrio da responsabilidade'

tráfico negreiro, contrabando,descaminho,conclulo

Tudo

isso - juram os eternosinjustigados - foramcoisasde portugués!"E

contamcom o avaldos'fistoriadores"! E como os brasileiros que náo queremsaberde nada,dáo de om- bros, cruzamos dedos(áscostas,naturalmente)e afirmam:

com os holandeses, guerTados emboabas, gueffa dos mascates

paraCáuma o'mancheia" de Cristáos-novos. Nos

'.Escravidáo,

-

Nós nem estávamosaí! Para tudo o que de mal acontece,eS-

colhemlogo os judeuspara'bode expiatório'! Shalon,meu quevocé é anti-semita!"

vai

ver

t9

Nesteponto, o comendador Acácio, na ria da algibeirade guardados umapérola rara:

fartade inspiragáo.retira-

"-

Seu conterráneo Bocage, menoscomedido

E tudo ficou como d'antesno euartel de Abrantes

,, no ringuajar,trocaria

deixariapor menos

de Inferno',.

Abrantes,por uma parte pudica de máe Joana.Náo

o nosso ferino Gregório de Matos, apelidadode .,Boca masque ásvezesfalavasério:

"Quantoscomcapadecristñqprofessam o judaísmo, nnstrandohipocri-

tan*ntedevogáodreidecristo!"(Gregório deMATOS.obras,p.rg2)

Pode ser que o comendador Acácio

esteja coberto de razáo. É

calar. Tampouco nos podem

possívelque tudo perrnanega como d'antes no euartel de Abrantes,

mas nem por isso temos a obrigagáode

calaros guardióes da "verdadeconveniente".

Tudo o que se trá relatdrestácalcadoem bibliografiamerecedora

de crédito.Bibliografiaquepoderáserconsultadapeloscépticos.Aliás

é interessanteque

exata,que os mestresenfiam goela abaixo dos alunos; é uma ciéncia

que desafiaa reflexáo critica, permanenternente abertaao diálogo e a interpretagáo/reinterpretagño crítica.

o fagam,mesmoporque a História náo é uma ciéncia

o verdadeirohistoriador náo se limita a coletar dados,reunir do-

cumentos,precisar datas,encadeara seqüénciados fatos. Ele faz isto, sim. Mas náo pára aí. Ele analisacriticamenteas circunstánciassócio- económicas,políticase culturaisque, em conjunto ou isoladamente.

contribuírampara o acontecimentode interessehistórico. Se assimnáo

fosse, a História

inerteno tempo e no espago. Por isto, pedimosescusasaos que véema História como ciéncia estática,imutável, exatacomo a Físicae a Matemática,e pedimos,hu-

mildemente,permissáoparaexternarnossospontosde vista.

Sempreque alguémemite opiniáo sobre assuntossujeitosa juzo ou deliberagáo,como no caso do fato histórico, haverá de agraáar a algunse a desagradaroutros. Náo cabeaos desagradados,o direito de calaravoz dosqueos contrariam.

seria uma ciéncia meramentedescritiva, acrítica e

20

JUDAISMO-SIONISMO

PARAPRINCIPIANTES

Certa feita, quandofui intimado a depor como testemurüaem

processomovidopelo Sr. HenryNekriczcontrameueditor,tp"tg*- tou-me,de chofre,a Ex'u Juízade Direito encarregadado feito preca- tório:

- O senhoré anti-semita? Respondisempestanejar:

- Náo! Nadatenhocontraos etíopes,os iraqrrianos,os jordania-

nos,os libaneses,ou sauditas,os sírios,os turcose muitosdospovos residentesno norte da África. Tarnbémnáo alimentoqualquertipo de

restrigáocontraos antigosassírios,os babilóniose os fenícios elespovossemitas. A insignemagistradafoi maisdireta:

todos

- E contraoshebreus?O senhortemrestrigóesaoshebreus?

- Nenhuma.Nadatenhocontraa etniasemita hebraicaou outra ragaqualquer.Minhascríticassáoa aspectosculturais.

- Porque,entáo,escreveobrascontrariasaosjudeus?

- Vejaben¡ seV. Excia.estáempregandoo termo

'trebreus",

'Judeus" como

sinónimode

náoreprovama condutadeumaraga,deumaetnia,deumpovo.Con-

estácometendoum equívoco.Minhasobras

t H*ry

Nekricz (Bem-Abraham)registrouqueixa-crimecontraS. E' Castanna

27^Yara Criminal da Comarcade SáoPaulo,alegandoqueo escritore editor garichohaviainfringidoo Art. 139do CódigoPenal(difamagáo),por té-lo acu-

sadode"mentiroso"em "SOS para Alemanhat.

2l

deno ao sionismo e náo fago mais do que comungar com decisáoda

oNU

que o considerou "expressáode racismo", óontando, inclusive,

com o apoio do Governo brasileiro.Sev. Excia. perguntarse sou anti-

sionista, minha resposta será SIM! Sou anti-sionisá, anti-comunista, anti-capitalista, anti-globalista (a globalizagáo da economia está em

moda) e contriirio a um semnúmero

de outrasquepassarame foram esquecidas.

de ideologiasque andampor aí e

Este é um exemplo de como se confi¡nde alhos com

bugalhos.

Faz-sejogos de palawas para confundir as pessoas,para enredá-lasna

trama que os marxistastáo bem

como náo

dominaram a fim de tornar o dito

a dialética, definida pelos lexicógrafos

como "arte de argumentarou discutir na buscada verdade'',mas que os comunistasredefiniram como "a arte de chegar ás nossaspróprias

verdades". Faurisson,Borrego, Bardéche,Duprat, Barnes,Belgion, Zúndel,

castan e dezenasde outros reüsionistasacusadosde anti-semitassáo, em realidade,anti-sionistas.Limitam-sea denunciar,no plano das idéi-

as, da argumentagñológica e racional,

jetivo, confessoem suas múltiplas cartilhas (Torah, Tarmud, cabara,

dito e vice-versa -

uma ideologiamilenar cujo ob-

Protocolos,etc.) é dominaro mundo.

É comum confundirjudaísmo com sionismoe isto por uma razño

muito simples:bastaconsultar o Antigo Testamentoe o Talmud para certificar-sede que os hebreusescreveramsua história com um olho voltado paraDeuse outro paraa Terra. Em outras palawas: judaísmo e sionismo se confundem. jamais aparecemdissociados.

Por conseguinte,o anti-sionismo náo pode

apartar-se do anti-

judaísmo. A liberdadede culto é consagrada,hoje, pela maioria das constituig6es. o cristianismo, por exemplo, fracionou-seao longo do tempo: catolicismo rornano, catolicismo ortodoxo, calvinismo, lutera- nismo, anglicanismo,etc. centenas de cultos, cristáo e náo-cristáos,

convivem sem grandes traumas ou antagonismos.ocorre que todas essasreligi6es respeitamos espagosdas demais.Náo encetamplanos de destruigáode suascongéneres.o mesmonño se pode dizer do ju- daísmo.Este, desdeo nascimento de seu"filho espúrio" - o cristianis- mo, moveu-lhe,e move aindahoje, um combatesemtréguascom o fito

de destruí-lo. A razáo é muito simples:dezenasde profetas, segundo registro do Antigo Testamento,haviamprometido aos judeus um Mes- siasque lhestraria riquezase poder.

"E osfilhosdosestrangeirosedificaráoosteusmuros,eosreiste ser- viráo E abrir-se-áodecontínuoastuasportas:elasnáosefecharáonem

dediae nemdenoite,a fim dequete sejatrazidaa fortalezadasnagóes, e te sejamconduzidososseusreis.Porquea gentee o reinoquenáote servir,perecerá;na verdade,aquelasnagóesseráototalmentedevasta-

das

(lsaías, LX,10-16)

E sugaráso leitedasgentes,e seráscriaü ao peitodosreis."

Poiseis que o Messiasnascidode Maria, a virgem concebidapelo EspÍrito Santo,lhesvinha dizer:

"Todoaquelequefizera vontadedemeuPai,queestánosCéus,esse émeuirmáoeirmá."(Mateus,XII, 50)

Náo eram os judeus e táo-somenteos judeus os filhos de Deus! - afirmavaJesusCristo. Náo eram os judeus os "apaniguadosda sorte", mastodos os homensda Terra, sem distingáode ragaou credo! Era isto que afirmavaCristo, desmanchandomilharesde séculosde sonhos

de riqueza e poder. Aquele filho de carpinteiro só podia ser um falso

messias!Um

de rios de leite e mel, de reis prostradosde joelhos, de intermináveis

falso messiasdesmancha-prazeresa sepultaras promessas

legidesde escravosmourejandoa seuservigo - foi o que concluíramos judeus.

"FezSalomáo,pois,tomara roltodososhomensprosélitos,quehavia naterrade lsrael,e destesescolheusetentamil, paraquelevassemas cargasáscostas,e oitentamil paraquecortassempedradosmontes

(Crónicas,ll,l7-18)

Que fazer com aquelemágico multiplicador de páes,com aquele ressuscitadorde mortos, com aqueleagentede subversáoa apregoara igualdadeentreos homens? Urge calar a sua voz! É imperioso impedir, o mais que depressa, que continue a langarao solo sementesda tomada de consciéncia,da rebeldiacontra o opróbrio e a dominaqáo. Que fazer,senáomatá-lo?

! J

"

E matá-lo de uma maneiraterrível! É preciso impedir, pelo exem-

plo, que outros "falsosmessias"aparegam! Pilatos,o governadorrornano,náo vé crime algum na conduta de Cristo. Propde que os judeus o solten¡ que crucifiquem a Barrabás, criminoso notório. Entre o criminoso empedernido,entre o assassino cruel e o agentede subversáo,a elitejudaica nempestaneja:

- SoltemBarrabás!Crucifiquemo Cristo! Consuma-seo maior dentretodos os crimescometidosna história da humanidade:o deicídio - definido pelos lexicógrafos de todo o mundo como 'A MORTE QUE OS JUDEUS DERAM A CRISTO". (Vide Aurélio Buarquede HollandaFERREIRA.) Como cristáo que sou, batizado, crismado e educadono catoli- cismo,náo me restououtra alternativasenáo responderá Ex'u lutza de Direito:

- Náo sou anti-semita,mas V. Excia. pode me consideraranti- sionistae contr¿irioáquelesque mataramo Filho de Deus! Os mesmos que repetiram a chacina do Purim através de Bar Kohba, assassinando

mais de 104.000 cristáos antes de serem expulsospelos romanos da

Palestina! Os mesmos que arregimentaramas graqas de

meio de uma nova Ester - a cortesáPopéia,provocandotrés séculosde terrível perseguigáoe martÍrio pala os cristáos! Os mesmosque asses- sor¿ram,aos magotes, Lénine e Stálin, dizimando - segundoAlexandre

Soljenítsine outras fontes náo contestadaspelo atual Governo russo -

60 milhóes de soviéticos! Náo sou anti-eslavoou anti-russo porque

nem todos os membrosdaquelaetnia compactuaramcom o bolchevis- mo. Sou anti-bolchevistaque é uma espécieda qual os fussos eram o género. De igual modo, náo sou anti-semita (no sentido de hebreu), porque tal como em relagáoaos ruSsos,nem todos os hebreussáo sio- nistas e/ou seguem,na qualidade de judeus, o Torah, o Talmud, a Ca- balae os Protocolosao pé da letra! Nem todos os hebreusparticiparam do deicídio. Generalizar,tomando o anti-sionismo e o anti-judaísmo como si- nónimos de anti-semitismoé abusarda inteligénciadas pessoas;equi- vale a afirmar que todo aqueleque repudia o nazismo é anti-germánico! Será que os "remanescentesdo Holocausto", por serem,com toda a certeza, arfti-nazistas,extrapolam a sua repulsa a todo o povo alemáo?

Nero, por

Admitem, pelo fato de criticar o nazismo. serem tachados de anti- germánicos? É claro que náo, porque se assimfossenáo teriam retornadopara a Alemanhano após-gueffa,adonando-sedo poder político e eco- nómicoe assenhorando-sedos espóliosque restaramdo paísarra- sado! Eis aí o grandee incompreensívelabsurdoque semontouem tor- no da pessoae da obra de S. E. Castan.o maisimportanterevisionista brasileiro da atualidade. Pode-se ser antinazista. sem ser anti- germánico.Pode-seser anti-comunista,semser anti-russo.Mas náo se pode ser anti-sionista.ou discordardaspretensóesde 'povo eleito" e dasestratégiasde destruigáodos adversários,posta em prática de for- ma explícita ou implícita por muitas das ltagóesextremistasdo judaís- mo. semserchamadode anti-semita! Qual o cristáo ou indivíduo de sá consciénciaque baterápalmasa colocaqóescomoestas?

"Jesusenganou,corrompeuedestruiuIsrael"(Sanhedrin.107b)

"Todas ascoisaspertencentesaosgoyns(náo'judeus)sáocomoo de- serto;a primeirapessoaqueasenconlreaspodelevarcomosendosuas. "(Bahba Bathra,54b)

"O sérnende um goyntem o fi€smovalor queo de umabesta."

(Kethuboth.3b)

"Se um judeu é capazdeenganaraoscristáos.simulandoserumde- votodeCrislo.podefazé-lo." (loreDea,157.2)

"Queé umaprostituta'l Qualquer mulherquenáosejahebréia."(Eben

HáEser,6e8l

"Ao melhordosímpios,matai-o!" (A BodaSara,26b,Tosephot¡2

Anti-semitismo e anti-judaísmotraduzem uma opiniáo, um juízo ou sentimentomanifestadosobreassuntosujeito á deliberaqáo.Segun- do Cándidode FIGUEIREDO, lexicógrafo.e Darcy AZAMBUJA. ci-

2 Extrato do Talmud auténtico. (Os que se encontramem circulagáoforam devi- damentedepuradosde "inconveniéncias".)ln; L B. PRANAITIS (SacerdoteCa- tólico). El Talmud Desenmascarado.Editorial La Verdad,Lima. 198l -

25

entistapolítico, opiniáo é uma convicañode caráter

cem: quando dizemos - o calor

especial.Esclare-

dilata os corpos - emitimosuma verda-

de científica,passível de comprovagáoríquidae certa. euando afirma-

mos - a democracia é a melhor condigáode

verdadeira,

isto porque náo haveráconsensoem torno de noisa afirmagñoe, além disto' será impossívelprovar, de forma líquida e certa, que estamos com razáo.

náo emitimos uma verdadecientífica,ainda que possa ser

rearizagáode governo -

agáo

do calor, é umaverdade. o segundo,concernenteá democracia.é uma opiniáo.

A opiniáo é um estadode espÍritoque consisteem julgar verdadei-

ro um fato ou uma afirmagáo,masadmitindo que

o primeiro julgamento, referenteá dilatagáodos corpos por

talvez estejamosen-

ganados.É uma convicaáo mais ou menos profunda, que nos leva a afirmar uma coisaou a procederde um certo modo; masé uma convic- gáo que náo se apoia na infalibilidade,que náo tem o sustentáculoda verdadecientífica.

Sendo o procedimento dos indivíduos em sociedadebaseadoem opinióes, a toleráncia e o respeito mútuo se revelam como prova de bom sensoe critério. Sob o império da democraciae da liberdadede pensamentoe ex- pressáo,tanto a opiniáo da maiori4 como a da minoria, tém de encon-

trar espago,porque em setratando de opiniño, maioria náo é sinónimo de certeza.

Opinióes -

como anti-sionismo, anti-judaísmo extremado, anti-

comunismo, anti-capitalismo, anti-nazismo, anti-catolicismo, etc náo podem ser amordagadas,passíveisde censura ou de arbítrio. Quando muito, podem ser rebatidas,contrariadas,desmitificadaspor

forga de

polícia. os sociólogos,os psicólogose os cientistaspolíticosreconhecem que mesmo uma opiniáo majoritária pode ser errónea, provocada artifi- cialmente,viciada,desorientadada verdade.Isto ocorre principalmente nos dias atuais em que os meios de comunicagáode Íüssa desfrutam de um poder que supera,inclusive,o poder do Estado.

-

argumentos.A opinióesse op6em opinióes, jamais o podei de

26

O passado brasileiro recente demonstrou com propriedade esta

afirmagño.A mídia colocou presidentese depóspresidentes.Vetou a. eleigáode outros. Provocoua cassagáode parlamentafes,segundointe- ressesaté hoje náo perfeitamenteidentificados.Afirma-se que foi para

o bem do povo e felicidade geral da Nagño. Pode ser que sin¡ mas tambempode serquenáo. Os meios de comunicagáo de Inassado mundo inteiro estáo fi¡-

mementeconcentradosem máos de ulna meslnacentral de poder. Em género,estacentralde poder é representadapeloshebreus;em espécie, pode-seafirmar que o controle é exercidopelo sionismoe pelo judaís- mo, incluindo aqui asfacgóesextremistas.

"O poderdosjudeusrepousasobreosnrciosdecomunicagño' quees- tiio ir suadisposigáoemváriaspartesdomundo."'

A conseqüénciadeste monopólio

é inevitável: a opiniño pública

torno das 'aerdades",

valores e

mundial é levada a consolidar-Seem

pontosde üsta emitidossegundoa ótica judaico-sionista. No Brasil náo sefoge á regra.Os principaiscanaisde televisáo,os jornais de grande circulagáo, as mais importantes reüstas e 4 esllra$a:

dora maioria das editorasestñonas máos dos judeus, ou sobreo con- trole de títerespor elesmonitorados.As pessoassó conhecemum lado da medalhaou runa versáo da história. Sáo impedidas de inteirar-se da

versáo contr¿ária.Mesmo porque esta é impedida de vir á lume. O Di- reito consagrou a indisponibilidade da defesa'Mas, na prática' isto tenL no Brasil, adquirido o caráter de ficaáo em s€tratando da questáo sio- nismo x revisionismo. Os sionistastém o direito de falar; os revisionistas,o de calar! E de arcar, por tempo indeterminado,com os prejuízos decorrentesdo

arbítrio. Minha primeira obra revisionista - "o

nño

mencionahebreus, judeus ou sionistasem um parágrafo Sequer.Mesmo assim,foi tachadade mentirosa (davanova versáoa qrimeocorrido du-

rante a Segunda Guerra Mundial). Capitaneou a caqaás bruxas o Sr-

Massacre de Katyn"

3

CardealJosefGLEMP. Primazda lgreja CatólicaPolonesa.In: Pol6nia - Fo-

gueira acesa:Cardealacirra conflito com osJudcus.ln:

Revista '\ejt',6'9-

r989.

Jair Krischke, conselheirodo Movimento de Justigae Direitos Huma-

nos. Abriu-lhe espagopara o exercício de tiro ao

Hora",

Ltda., incluindo liwos de amplacirculagáoe tiragem internacional,co- megavama desagradará pequenaparcelade O,ryo dos "brasileiios" - se é que podem ser consideradosbrasileiros - que detém maisde l5%o dos meiosde comunicagáode massaem suasmáos.

alvo o jornal ,,zero

da família Sirotsky. Esta e outras obras da Revisáo Editora

"Nóssomosumaúnicanagáo.Náosomosjudeus americanos,nemju-

- Fundador

deussoviéticos.Nóssomosapenasjudeus."(TheodoreHerzl

doSionismoPolítico).

Menosde dois anosdepoisdos agravosmoraise lucroscessantes sofridos, os soviéticosconfessarama autoria do crime (assassinato de milha¡esde oficiais poloneses, até entáo atribuído'aos alemáes),sem queo Sr. Krischke ou "7,eroHora" cumprissemo deverde resgataro danoperpetrado. Está aí um claro exemplodo guanteque imobiliza e calaa voz de

150

150

milh6esde brasileiros,submetidosa uma imprensacontroladapor

mil privilegiados, que devem tomar conhecimento,com extrema

urgéncia,do recadoque lhes mandou,atravésde memorávelsentenqa, o Ex'o Sr. DesembargadorJoáoAndradesCarvalho:

"A Constituigáoé brasileira,feitaparabrasileiros.Somosumpovo pobre,masdispensamososguardióesdenossaconsciéncia."

Infelizmente,o agambarcamentodos órgáos de imprensa,denun- ciado pelo cardealpolonésGlemp, e que no Brasil se tornou realidade nua e crua, náo é fenómeno recente. Os Governos brasileiros náo aprenderamaslig6esda história. Náo examinaram,por exemplo,o que aconteceunos EstadosUnidos e na Alemanhana décadade 1920, épo- ca em que os hebreus,reconhecendoo grandepoder que emanavados meios de comunicagáode massa,assenhoraram-sedos principais ór- gáos,manipulandoa seubel prazera opiniáo públicae pressionandoos governosno rumo de seusinteresses. Na Alemanha,com a Primeira Guerra Mundial em curso (1914- 1918),os judeus atravésdo "Berliner Tageblatt", do "Munchener

NeuesteNachrichten" e do "Frankfurter

Zeitung", dentre outros

28

importantes jornais, todos sob seurígido controle, disseminaramo der- rotismo, preparando a famosa "punhalada pelas costas" que insuflaria ás massas,em futuro próximo, através dos inflamados discursos de Adolf Hitler. Náo paira, hoje, qualquer dúvida quanto as sementesdo nacio- nal-socialismo alemño. Elas foram plantadaspela imprensa judaica, pelapazjudaica imposta á Alemanha em Versalhes,e pela camarilha judaica que se apossou do espólio político e econÓmicodo pós- guerra. Os usurpadoresdo Governo Imperial montaramum gabineteem

que dos

Haasee Landsberg,exerciaminfluénciaabsoluta.Haasedirigia os ne- góciosexteriores,assessoradopor outro judeu - Kautsky, queem 1918 nem sequerpossuíacidadaniaalemá.O judeu Shiffer ocupou o Mi- nistério da Fazenda,tendo o judeu Bernstein por subsecretário.O Ministério do Interior tinha á frente o hebreu Preuss,assessorado pelo compatriota Freund. Na Prússia,o gabineteformado no pós-

seiscomponentes,trés eram judeus. Dentre estes,dois deles,

guerra era presidido por Hirsch e Rosenfeld. simon foi nomeado Secretário do Estado no Ministério da Fazenda;Futran, diretor de Ensino; Meyer-Gerhard, Diretor do Departamento das Colónias; Kastenberg,Diretor de Letras e Artes; Wurm, Secretário da Ali- mentagáo;Cohen,Presidentedo Conselhode Operáriose Soldados (assessoradopor Stern, Herz, Loewenberg, Frankel, Israelowitz,

Laubenheim, Seligsohn, Katzenstein, Lauffenberg, Heimann, Schle-

Ernst, chefe da Polícia de Berlim; Sinzhei-

mer, Chefe de Polícia de Frankfurt; Lewi, Chefe de Polícia de Es- sen;Eisner,Presidentedo Estadoda Baviera,etc Para dispensaro leitor da maganteconsulta arrna relagáointermi- nável, bastadizer que a assessoriade Cohen no Conselho de Operários e Soldadosse fez repetir, em géneroe número,numa infinidadede ór-

singer, Merz e weyl);

gáopúblicos.

O estado alemáo que emergiu de Versalhes estava arrazado pot

imposigóesdraconianas.Sofrera sangóesterritoriais, industriais, co- merciais, financeiras, militares e morais que só suportou pelo tempo

necessiiriode respirare reunir novasforgas.

29

Foram tambemjudeus os

responsáveis pelaignominiaquesecon-

espÍritode vin-

;;;ru

contami-

vencionou chamar de

daas_ sessoria dosadversários daAremanhaquesejogáram comoabutresou

hienasesfameadas sobreos despojor,

ganga, a

nadapelapresenga dehebreus.

Tratado deVersarhes.^Indeiendenümente

i*,igu¿J.

pero

delegagñogermánica, para náorug'ira.*ru,

Deixemosque

HenryF'RD descreva o carátere composigáo da

delegagáo alemáemVersalhes:

"Judeuseramdoisprenipotenciários arenÉesnaconferéncia

dapz, ao

mesrnot".ry

condicional dojudaísmo. Arémdisso,puluravam naderegagáo alenÉju-

queumterceironáopassava deconhecidoinstrurrrentoin_

warburg Strauss,rvrenó

oscar oppe-

deusperitos, tais cornoMax

nheimer, Jaffe, _Deutsch, Brentano, pernstein, Struck Rathenau,Was_

sernanneMendessohn_Bartholdy. a

Alguém póe dúvida quanto á quantidade de

lenhaque isto repre-

sentouparaa fogueira nacional-socialista quearderiamaistarde?

Hitler náo se cobriu de

razóespara exigir, semrodeios, subterfir-

gios ou meias-palawas:

Enquanto na Alemanha Atlántico, nos Estadosljnidos

_g_rupo pioneiro de jude's. que se

Fora os judéus!,'?

vencida isto ocorria, do outro lado do vencedor,a mesrnacoisa se passava. o

transladara do Brasil para aregiáo de

Iorque, na ép'ca da invasáoholandesa,tinha

Ioyu

semultipricado.De

Império

Kahal, náo

em 1870,passara a 3.300.000 em 1920.Em todo o

.5q

británico viviam 300.000; na palestina, náo mais do que 100.000.o

centro nevrálgico das

mais se localizavaem praga ou em outras

000

decisdessionistas,representado feb

metrópoleseuropéias; trans-

ladara-separa os Estadosunidos. Mas náo eram só idéias e ordens

para o empreendimento de agóesque

co' Segundoo servigo secretoamericanode

prensa' importantes banqueirosjudeus tinham financiadoLénine camaradas,possibilitando que a revolugáo bolchevista se consumas- e seus

se: Jacob schiff, Guggenhein, Max Breitung, a casa bancária de

partiam do lado de cá do Atlánti-

contra-espionagem e im-

t

"**

aa-"

1989,p.22.

o JudeuIntern¡cion¡r.porto Aregre,RevisáoEditoraLtda.,

Kuhn, Loeb & Cia, Felix Warburg, Otto Kahn, Mortimer Schifl S. H. Hanauere outros. Durante os anosque antecederama revolugáo bolchevista,o jornal judaico-comunista de Nova Iorque - "Daily

Forward" - publicou inúmerosartigos solicitandoapoio financeiro

da comunidade judaica

descrevendo,de forma minuciosa,como quantiaslultuosas de di- nheiro foram transferidaspara a Rússia,atravésde contasdo Sindi- cato Westphalian-Rhineland. Tambémos judeus ricos do continenteeuropeu se engajaramno esforgode subvencionaro bolchevismo.As contribuigóesprovenientes dos EstadosUnidos, juntaram-se ás da casabancáriaLazareBrothers, daFranga,do Banco Gunsbourg,de SáoPetersburgo,da casabancária de Speyer& Co., da lnglaterrae do Nya Banken"da Suécia. Sema entradamacigadascontribuigÓes judaicas, a revolugáobol- chevistanáoteria saídodo papel. Concluída esta rápida digressáo, convém voltarmos á questáo principal de onde nos desviamos.A análisedos conluios judaicos do presenteséculoseráaprofundadaadiante.Nesta altura, importa exami- nar como os judeus seapoderaramda imprensamundial, justificando o que afirmou o cardealGlempem setembrode 1989. Entendea totalidadedos analistasdo judaísmo e do sionismo,que os hebreustiveram sempreuma idéia muito precisadas vantagensque podem sertiradasda imprensa.Estar informadode antemáo,inteirar-se do que estápor acontecerantesdos náo-judeus.foi sempreuma prer- rogativa da qual jamais abrirammáo. Colocandoobservadoresnaspro- ximidadesde Waterloo,NathanRothschild,desdesuasedebancáriaem Londres,inteirou-seantesdos demaisda sorte dabatalbaderradeirade Napoleáo, apossando-se,a prego de banana,da quasetotalidade das ag6esnegociadasna Bolsa londrina. Náo apenasNathan Rothschild,mastodos os judeus foram sempre ávidospesquisadoresde notícias.Desdemuito tempo, conformeobser- va Henry FORD, revelaram-seastutospesquisadoresde informagóes, cuidandoem divulgar o que lhestraz proveito e em sonegaro que pode resultaremprejuízo.AsseveraFORD:

americanapara o movimento bolchevistae

3l

"Duranteséculosos judeus foramo povo rnaisbem informadodo

mundointeiro.De suassecretasfontesnascortese chancelarias,essa ragaobteveinteiroe exatoconhecimentodosacontecimentosmundiais.

Sempretiveramespióesemtodaa parte

veito

O orbefoi espiadoemseuprG

't'

As estratégiasde conquistae manipulagáodos meios de comuni- cagáode massaestáo claramenteformuladasnos Protocolos - docu- mento satánicoque os judeusjuram falso, mas que vem se cumprindo com absolutafidelidade.Embora tenham sido elaboradosno final do séculopassado,retratama realidadedos diasde hoje com a exatidáode uma imagemrefletida por espelho.Náo é sem razáo queos judeus de todo o mundo procuram evitar o quanto podem que a leitura dos Pro- tocolos seja difundida. Muitas das edigóesque tentam circular, sáo compradaspor eles e destruídaspara que os náo-judeuscontinuem desconhecendoasmaquinagóesnelescontidas.

"O curiosoé queFlávio(Koutzi)"judeu ernarxista, jamais sepreocu-

pouemcensurarobrasouodesa StálinouLénine.Pelocontrário,insistia emdivulgá-lasna liwaria Universitária,antesde jogar-sena aventura suicidae románticaqueo levouaoscárceresdaArgentina.E temmais:

noscírculosdoliwo, todosconhecemosaquelemilitantedoPCquesenr pre inundavaa Feirado Liwo comos Protocolos. "Caixinha para o

partido" - meconfessava. - "O BomFim compratudo para depois

queimar."ó(O BomFimé umbairroporto-alegrense,habitadomajorita- riamenteporhebreus. - NotadoAutor)

Um documento falso, destituído de fundamento,seria merecedor de tamanhoscuidados? Até algunsdias atrás,conhecíamosa existénciada Máfia, da Ca-

morra e de organizagóessimilares japonesas. Filmescomo "O Podero-

so Chefño" e "Chuva

zagóes.Hoje, depoisde assistir *Era Uma Yez na América" (Once upon a time in America), de SérgioLeone(produzidoem 1984),nos deparamoscom uma nova realidade:os judeus tiveram suasorganiza-

Negra'

retrataramcom fidelidadeessasorgani-

HenryFORD.Op.cit.,p. 130.

I " JanerCRISTALDO.Intifada Pode.Artigo publicadoem .RS - Jornal do Jo- ckymann', 16/09/1989.

32

g6esmafiosas.Nño destinadasa explorar náo-judeus,rnasos próprios judeus!

Seráque na capital gaúchatambémproliferam mafiososdestaes- tirpe? O artigo de CRISTALDO diz que sim. Nos EstadosUnidos, a imprensaagambarcadapeloshebreusno fi- nal do séculopassadoe primeiro decéniodeste,fez prodígios.Levou o capitalismoamericanoa acasalar-secom seu antónimo - o bolchevis- mo, manipuloua opiniáo pública contra o nacional-socialismoalemáo, forjou histórias,alimentoufutricas,difundiu inverdadese, por finl ma- nipulou governantesno rumo de seusinteresses.

presente

A História da humanidade escrita e divulgada durante o

século,por raz6esque a esta altura se mostram bastanteóbüas, está calcadana ótica judaica. Judeuscontrolam a maioria absolut¿dos ór-

gáos de comunicagáode massa,incluindo os jornais, as reüstas, o

dio, a televisáo,o cinemae aseditorasde livros, manipulandoa opiniáo públicaa seubel-pnazer. Todo aqueleque ousarecitar versosfora da cartilha,sofre sangóes de variadaespécie.Nega-sea participagáode anunciantes,sonega-seo fornecimentode tintas de impressáo,pressiona-seas distribuidoras,e, como último recurso, apela-seá esfera judicial, afrontandoo mais sa- grado de todos os direitos humanos - o de liberdadede pensamentoe expressáo. Tomando por base as declaragdesdo Ex'o Sr. Desembargador Joáo AndradesCarvalho,anteriormentereferenciadas,chega-seá con- clusáo de que as garantiasconstitucionaisbrasileirasestáo a servigo, náo do interessedos nacionais,mas da minoria que tem a protegáoda imprensa, e utiliza-se dela em larga escalapara orquestrar campanhas, para divulgar opinióes que sáo unicamentesuas,como se estastradu- zissemo clamor popular. Foi o que aconteceu,por exemplo,quandoda aberturade bateriqs contra asobrasrevisionistas. Sr. SamuelBurd afirma uma inverdade e cria ulna noua figura de crime, náo tipificado pela legislagáobrasileira:o de "conspiragño con' tra a história"!!!

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