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DISCIPLINA
DISCIPLINA

Álgebra Linear II

Autovalores e autovetores de uma matriz

Autores Jonas Gonçalves Lopes Marcelo Gomes Pereira
Autores
Jonas Gonçalves Lopes
Marcelo Gomes Pereira
Autores Jonas Gonçalves Lopes Marcelo Gomes Pereira CONTROLE DA EDIÇÃO DE MATERIAIS - SEDIS/UFRN aula Nome
Autores Jonas Gonçalves Lopes Marcelo Gomes Pereira CONTROLE DA EDIÇÃO DE MATERIAIS - SEDIS/UFRN aula Nome
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CONTROLE DA EDIÇÃO DE MATERIAIS - SEDIS/UFRN aula Nome do arquivo: Al_Li_II_A07 Diagramador: Bruno Data
CONTROLE DA EDIÇÃO DE MATERIAIS - SEDIS/UFRN
aula
Nome do arquivo: Al_Li_II_A07
Diagramador: Bruno
Data de envio para Revisão: 30/05/2007
Versão da EDIÇÂO: VERSÃO 1
07
Data de saída de REV. TIPO.:
Professor responsável:
Material
AAPRPROOVADVADOO
(conteúdo(conteúdo ee imagens)imagens)
DData:ata:
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NNome:ome:

Governo Federal

Presidente da República Luiz Inácio Lula da Silva

Ministro da Educação Fernando Haddad

Secretário de Educação a Distância – SEED Ronaldo Motta

Universidade Federal do Rio Grande do Norte

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D

ra e Linguageminguagem

ura

ura

b bosa

eses

bosabosa
bosabosa
oha Ada
oha
Ada

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Secretaria de Educação a Distância- SEDIS

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Todos os direitos reservados. Nenhuma parte deste material pode ser utilizada ou reproduzida sem a autorização expressa da UFRN - Universidade Federal do Rio Grande do Norte.

Material APROVADO (conteúdo e imagens) Data:

/

/

Nome:

Apresentação

Analisaremos nesta aula equações da forma , em que , e . Desse modo, todo vetor (matriz coluna) não-nulo X tal que será chamado um autovetor de A correspondente ao autovalor .

Objetivos Definir matrizes semelhantes. s s ss semelhantes.semelhantes. s 1 Definir nir nir ir polinômio
Objetivos
Definir matrizes semelhantes.
s
s
ss
semelhantes.semelhantes.
s
1
Definir
nir
nir
ir
polinômio
polinômio
olinômio
característico
característico
característico
de e
uma
matriz
2
Definir e calcular os autovalores e autovetores de A.
Definirnir ee calcularcalcular os a
va
3 3
Demonstrar que toda matriz
DemonstrarDemonstrar
ue t
, em que C
4
4
indica o corpo dos números complexos, é semelhante
indicadica o
orp
aa
a
umum
uma matriz triangular (superior).
ma

Material APROVADO (conteúdo e imagens) Data:

/

/

Nome:

Aula 07 Álgebra Linear II

1
1

Semelhanças de matrizes

Se V é um espaço vetorial de dimensão n sobre o corpo F e e são duas bases de V, então, para cada operador linear , o Teorema 3 da aula 6 (Relação entre transformações lineares e matrizes m n) afirma que

,

em que M é a matriz mudança de base de para . . Ness Nesse
em que M
é a matriz mudança de base de
para
. .
Ness
Nesse caso, diz-se que é semelhante
a
sobre F. De um modo geral, temos a seguinte definição.
a a s
a seguinteuinte defindefin
Definição
1 – Sejam A e B
e e
matrizes s
n n sobre o corpo o
n
n
sobre o co
F. Dizemos que B é
semelhante a A sobre F
br
bre
,
, se existe uma matriz
se existe uma matriz
n n
n inversível M sobre F tal
n
in
que
.
Denotaremos por
not
no otaremosemos porpor
, ,
quando B for semelhante a A.
quandoand
fo
Note que a semelhança ~ é
Notee queque aa semelhançasemelhança ~~ éé
uma
ma
relação de equivalência sobre o conjunto das matrizes
n
n
nn
n sobre o corpo F.
sobre o cor
sobre o corpo
F.
De fato,
DeDe fa
o,
i)
. Basta tomar
BastaBasta tomto
M M I (propriedade reflexiva);
n
ii) se
, ,
temos que existe P inversível tal que
te
. Isso implica que
, isto é, . Assim, tomando M P , obtemos que
(propriedade simétrica);

iii) se

e ,

temos

que

existem

matrizes

inversíveis

e . Substituindo B em C, obtemos

P

e

Q

tais

que

Assim, tomando M QP, segue que , isto é, (propriedade transitiva).

2
2

Aula 07 Álgebra Linear II

Material APROVADO (conteúdo e imagens) Data:

/

/

Nome:

Exercício resolvido 1

Mostre que a matriz

é semelhante à matriz

.

Solução De fato, tomando e notando que , temos Atividade 1 t t tividadevidade 11
Solução
De fato, tomando
e notando que
, temos
Atividade 1
t t tividadevidade 11
Mostre que a única matriz semelhante à matriz identidade I n é a própria I n , e
nica matriz s
mel
que a única matriz
sem
semelhante
nte
à matriz nula é a própria matriz nula.

Devido à propriedade simétrica da semelhança ~, podemos falar sem ambigüidade de “matrizes semelhantes A e B ”.

Agora, provaremos o seguinte:

Teorema 1

Se A e B forem semelhantes, então, det B det A .

Aula 07 Álgebra Linear II

3
3

Prova

Se , temos que existe M inversível tal que . Assim,

(o corpo F é comutativo) em que consideramos o determinante do produto te e do
(o corpo F é comutativo)
em que consideramos o determinante do produto
te e do produto
tete d
e do produto
de matrizes
de matrizes
de matrizes
como
c
sendo o produto dos
determinantes dessas matrizes, e det
de
d
dett
M
MM
det M
detd MM
Autovalores e autovetores
alo
lo
loresores ee autauto ov
de uma matriz
um
um
umama matrizmatriz
Seja
SejaSeja
O próximo resultado justificará as definições de autovalor e
pró
autovetor de A.
autovetorautovetor ded
A.
Teorema 2
São equivalentes as seguintes afirmações:
i) a equação
possui solução diferente do vetor nulo;
ii) a matriz
não é inversível;
iii)
.
4
4

Aula 07 Álgebra Linear II

Prova

(i) (ii)

Temos que existe tal que , isto é, o sistema homogêneo possui solução não trivial. Isso implica que a matriz não é inversível, pois, caso contrário, esse sistema teria apenas a solução trivial , o que é uma contradição.

(ii) (iii) Se , então, seria inversível, contradizendo a hipótese (ii). tra Logo, . (iii)
(ii) (iii)
Se , então, seria inversível, contradizendo a hipótese (ii).
tra
Logo,
.
(iii) (i)
Suponha
que a equação
possui apenas a solução trivial
en
ena
enasas aa soluçãosolução trivialtrivial
Is
Isso implica
o
i
que o sistema homogêneo
possui apenas a solução trivial
ssu
ssui
sui apenas a solução trivial
a solução trivial
.Segue disso
.Se
que a matriz
é inversível e, conseqüentemente,
qü üentemente,emente,
qüe
,
contradizendo a
co
hipótese. Portanto, a equação
possui solução diferente do vetor nulo.
possui solução diferente do ve
p
solução diferente d
r n
Exercício resolvido 2
vi
vid
vido 2
Dada a matriz
, ,
mostretre qq
mostre que
é um polinômio de grau 3
em x, com coeficientes no corpo R
cientesientes nono corpocorpo RR
(ou Q = corpo dos números racionais).
(ou Q
(ou Q
co
Solução
De fato,
,
de modo que

Aula 07 Álgebra Linear II

5
5

O polinômio obtido no exercício resolvido 2 recebe um nome especial, o qual será dado na seguinte definição.

Definição 2 – Seja . é um polinômio de grau n em x, com omo
Definição 2 – Seja
.
é um polinômio de grau n em x, com
omo o
coeficientes em
ficientes em
F, chamado o polinômio
característico de
A. A equação
çã ão
çãoção
é é
chamada a equação
característica de
A. As raízes da equação característica
aíz
aíz
s da equação característi
são chamadas os
autovalores (ou
valores característicos) de
es
es
sticos) de
A. Todo
A
Tod
vetor não-nulo X tal
vet
que
é
c chamado um
ch
mado um
autovetor (ou
autovetor (ou
vetor característico) de A
eto
correspondente ao autovalor
e ao
a
valo
.
Atividade 2
Atividativid d
Encontre
ncon
os autovalores da matriz
s a
, a qual já foi considerada
no exercício resolvido 2.
cíc
6
6

Exercício resolvido 3

Seja

a esses autovalores.

. Determine os autovalores de A e os autovetores correspondentes

Aula 07 Álgebra Linear II

Solução

O polinômio característico de A é A equação característica de A é , ou seja,
O polinômio característico de A é
A equação característica de A é
, ou seja,
,
de modo que os autovalores de A são
.
P
P Para encontrar os
autovetores
de A correspondentes ao o o
a autovalor
ovalor
, , devemos
resolver a equação matricial
,
a
qual é equivalente ao sistema
em
em
.
Assim,
para
ra a
, devemos resolver o sistema
devemos resolver o s
em
ou
.
Logo,
todos
os
autovetores
de
A
correspondentes
ao autovalor
. Em particular,
são autovetores de A
correspondentes ao autovalor
.
Agora, para
, devemos resolver o sistema
ou
.

Aula 07 Álgebra Linear II

7
7
Aqui, y é arbitrário dá todos os autovetores de A correspondentes ao autovalor . Por
Aqui,
y é arbitrário
todos
os
autovetores
de
A
correspondentes ao autovalor
. Por exemplo,
são
autovetores de A correspondentes ao autovalor
.
Exercício resolvido 4 Seja . . Determinetermine osos autoauto Determine os autovalores de A, se
Exercício resolvido 4
Seja
.
.
Determinetermine osos autoauto
Determine os autovalores de A, se existirem.
Solução
O
polinômio característico de
linô
lin
io característico de
A
A é
.
Resolvendo a equação característica de A,
Re
R
lvendo a equação caracter
tica
,
encontramos
contramos
x x i e e
x i, em que
. Portanto, A não tem
autovalores
autovalores
reais.
s.

Para evitar obtermos raízes não pertencentes ao corpo de escalares, como no exercício resolvido 4, de agora em diante suporemos que o corpo dos escalares F é o corpo C dos números complexos. Nesse caso, sabemos que todo polinômio não constante sobre C tem todas as suas raízes em C e, conseqüentemente, toda matriz terá pelo menos um autovalor. Como , as matrizes sobre R serão consideradas como matrizes sobre C.

8
8
O próximo resultado caracteriza os autovalores e autovetores de matrizes semelhantes. Aula 07 Álgebra Linear
O
próximo
resultado
caracteriza
os
autovalores
e
autovetores
de
matrizes
semelhantes.
Aula 07 Álgebra Linear II
Material APROVADO (conteúdo e imagens) Data:
/
/ Nome:
Teorema 3 Se A e B são matrizes semelhantes, isto é, , então: i) A
Teorema 3
Se A e B são matrizes semelhantes, isto é,
, então:
i) A e B têm o mesmo polinômio característico e, conseqüentemente, os
mesmos autovalores;
ii) se X for um autovetor de A correspondente ao autovalor
, segue que
é um autovetor de
correspondente ao autovalor
.
Prova
i) Temos
que
. Queremos provar que
va ar que
var
.
Usando a propriedade distributiva da multiplicação de matrizes,
pli licação de matrizes,
plic
ção de matrizes,
note qu
note que
note que
Neste caso, observe também que xI
mb bém que xII
mb
comutacomuta comco
comuta com M
MM
. Assim,
Ass
n n

ii) Temos que . Note que

Isso prova que é um autovetor de correspondente ao autovalor .

Uma conseqüência imediata do Teorema 3 (i) é dada no seguinte resultado.

Corolário – Seja semelhante a uma matriz diagonal D. Então, os autovalores de A são os elementos da diagonal principal da matriz D.

Aula 07 Álgebra Linear II

9
9

Prova

Note inicialmente que os autovalores de são . De fato,

autovalores de são . De fato, . Assim, implica , de modo que

.

Assim, implica , de modo que são os autovalores de D. Temos, por hipótese, sã
Assim,
implica
, de modo
que
são os autovalores de D. Temos, por hipótese,
sã ão oss autovalorautovalor
são
que
. Logo, pelo Teorema 3 (i), A e D
(i),
(i),i),
),), AA e D
têm os mesmos autovalores. Portanto, os
têmtêm osos mesmomesm
autovalores de A são
O teorema de triangularização
em
em
emama dede triantrian ngu
Finalizamos esta aula provando que toda matriz com elementos em C é semelhante
nal
nali
alizamosmos estaesta aulaaula provandoprovando qq
e t
a uma matriz triangular (superior), isto é, uma matriz que tem somente elementos nulos
ma a matrizatriz triangulartriangular (superior)(superio
ma
sto
abaixo da diagonal principal.
ab baixo da diagonaldiagonal principal.p
aba
Teorema 4
m
Seja
com autovalores
.
Existe uma matriz
inversível
tal que
.
10
10

Aula 07 Álgebra Linear II

Prova (Por indução sobre n)

i) Verificar para n

Seja X um autovetor de A correspondente ao autovalor . Escolha P como sendo qualquer matriz inversível da qual X é a primeira coluna. Note que a primeira coluna de AP é e, daí, a primeira coluna de é , a qual é a primeira coluna de , isto é,

va alores; val logo, d logo, d ,, , n n BBastaasta tomartomar MM PP
va alores;
val
logo, d
logo, d
,, ,
n
n
BBastaasta tomartomar MM
PP
o
o
é
é
verdadeiroeiro parapara
verdadeiro para
nn n .
.
res
re esultado é verdadeiro para n
tado é verdadeiro pa
epe
ep petindodo osos mesmosmesmos argumenargu
s d
.

Pelo Teorema 3 (i), e A têm os mesmos autovalores; es;

logo, deduzimos que

provando que o resultado é verdadeiro para n . Basta tomar M

ii) Hipótese de indução.

Suponha que o resultado é é

iii) Provaremos que o resultado é verdadeiro para n.

De fato, repetindo os mesmos argumentos de (i), segue que a primeira coluna de

é

Assim, podemos escrever

,

A é uma matriz

que , e

como, pelo Teorema 3 (i), e A têm os mesmos autovalores, concluímos que os autovalores de A são . Pela hipótese de indução, existe uma matriz inversível L, , tal que

em que 0 é a matriz nula

.

Note

,

B

é

a

matriz ,

e

Material APROVADO (conteúdo e imagens) Data:

/

/

Nome:

Aula 07 Álgebra Linear II

11
11

Agora, escolhendo

.

, temos
,
temos
Portanto, tomando
PPortanto,ortanto, tomandotomando
M M PQ, o resultado
é verdadeiro para n e, por indução,
concluímos que toda matriz
riz
, é semelhante a uma matriz
triangular (superior).
ngularngular (superior)(superio
Resumo
Nesta aula, você viu que se
, então, A e B são semelhantes
se existe uma matriz
inversível tal que
. Viu
também que a relação de semelhança é uma relação de equivalência, e que
matrizes semelhantes têm o mesmo determinante. Além disso, estudou que
é o polinômio característico de A, e que as raízes da equação
característica de A,
,
são os autovalores de
A. Desse
modo, todo vetor X, não-nulo, tal que
é chamado um autovetor
de A correspondente ao autovalor
. Finalmente, você estudou que matrizes
semelhantes têm os mesmos autovalores, e que toda matriz
semelhante a uma matriz triangular superior.
é
12
12

Aula 07 Álgebra Linear II

Auto-avaliação

1
1

Se

, encontre também:

, encontre o polinômio característico de A. E, considerando

i) os autovalores de A;

ii) os autovetores de A correspondentes aos autovalores de alo alor loress dede A AA
ii) os autovetores de A correspondentes aos autovalores de
alo
alor
loress dede
A AA
Exercícios
propostos
1) Mostre que a matriz
tem autovaloresovalores 33 ee 00 ee useuse es
tem
te
t
autovalores 3 e 0 e use esse fato para encontrar
e fa
uma matriz M tal que
seja triangular (superior).
sejaja triangulartriangular (superior).(superior).
2) Prove que uma matriz A, n n, não é inversível se, e somente se, 0 é um autovalor de A.
A , n nn,, nãonão éé inversívelinversível se,se, ee
A
me
3) Se A
for
inversível,
ers
er
ersível,
proveprove
prove
queque
que
osos
os
autovautov
autovalores
ore
de
A
são
os
recíprocos
dos
autovalores deA.
d
de
deA.
4) Uma matriz não-nula
o-nulao-nula
A AA
é
é é
dita nilpotente
dita nilpo
dita nilpo
nte
se existe um inteiro positivo r tal que .
(Aqui, (r fatortor
(r fatores)).
)).
Prove, por multiplicação sucessiva, que uma matriz
triangular, na qual todos os elementos da diagonal principal são zeros, é nilpotente.
os o
os os
eme
5) Prove que uma matriz não-nula é nilpotente se, e somente se, todos os seus autovalores
são iguais a zero.

6) Prove

que

uma

matriz diagonal.

matriz

não-nula

nilpotente

não

pode

ser

semelhante

a

uma

7) Uma matriz é dita idempotente se . Se A é idempotente, prove que os autovalores de A são 1 ou 0.

Material APROVADO (conteúdo e imagens) Data:

/

/

Nome:

Aula 07 Álgebra Linear II

13
13

Referências

ANTON, Howard A.; RORRES, Chris. Álgebra linear com aplicações. Porto Alegre:

Bookman, 2001.

BOLDRINI, J. L. et al. Álgebra linear. São Paulo: Harbra, 1986. Atenção – Lembre-se de
BOLDRINI, J. L. et al. Álgebra linear. São Paulo: Harbra, 1986.
Atenção – Lembre-se de que você não deve verificar as respostas dos exercícios propostos
ve e verificarficar asas resres
ve v
antes de resolvê-los.
Respostas dos exercícios
sp postas dos exercícios
spo
tas dos exercícios
pro
propostos
1)
(a(a segundasegunda colunacoluna ara
(a segunda coluna arbitrária, desde
trár
que M seja inversível).
2) Sugestão: note que A não é inversível se, e
S
Su
Sugestão:estão: notenote queque A nãoo éé ininve
íve
somente se, o sistema homogêneo
possuipossui soluçãosolu
possui solução
.
3) Sugestão: seja
33)) Sugestão:ugestão: sesejaja
u
um autovalor de A e
au
seja
um autovetor de A
correspondente correspondentecorrespondente
a
, temos
. Multiplique à esquerda ambos os
membros dessa igualdade por A
membrosmembros dede
a i
e use o fato de que
.
7) Sugestão: se
SugesSug
o: s
, então,
, e disso
decorre , isto é, , o que implica .
rre
14
14

Aula 07 Álgebra Linear II

Anotações

Anotações Aula 07 Álgebra Linear II 15

Aula 07 Álgebra Linear II

15
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Anotações

Anotações 16 Aula 07 Álgebra Linear II
16
16

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