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PAPEL DE IMPRESSÃO

Prof. Valdenir Máximo

Papel: Definição  Material constituído de uma trama de fibras entrelaçadas, quase sempre de natureza vegetal,

Papel: Definição

  • Material constituído de uma trama de fibras entrelaçadas, quase

sempre de natureza

vegetal, com um

comprimento máximo de

poucos milímetros,

geralmente distribuído sob

a forma de folhas ou rolos, apresentando uma

estrutura porosa e uma espessura regular.

Papel: História

Origem do nome papel: “papuros” do grego; “papyrus” do latim

O papel substituiu o pergaminho na impressão da escrita

Papel: História  Origem do nome papel: “ papuros ” do grego; “ papyrus ” do

Papel: História

  • Base do fabrico do papel: inicialmente, pasta de trapos moídos, polpa vegetal, palha de arroz e

atualmente, pasta de madeira de todas as espécies

  • Modos de fabricação do papel: manual, mecânica e moderna (ou eletrônica)

Papel: História  Base do fabrico do papel: inicialmente, pasta de trapos moídos, polpa vegetal, palha

Papel: História

  • As fibras são divididas, selecionadas e maceradas em água, formando uma calda, que é colhida ou espalhada em camada delgada sobre uma superfície filtrante; a água escorre e, pela pressão e

pela secagem, é obtido o papel no estado de folhas

(máquinas planas) ou bobinas (máquinas

rotativas).

Papel: História  As fibras são divididas, selecionadas e maceradas em água, formando uma calda, que

Papel: História

  • Papel: vendido em resma e o seu preço varia de acordo com seu peso.

Papel: História  Papel: vendido em resma e o seu preço varia de acordo com seu
  • Papel no estado de folhas (máquinas planas) ou bobinas (máquinas rotativas)

Papel: História  Papel: vendido em resma e o seu preço varia de acordo com seu
Papel: História  Papel: vendido em resma e o seu preço varia de acordo com seu
Papel: História  Papel: vendido em resma e o seu preço varia de acordo com seu

Papel Projeto Gráfico

Importância da escolha para a execução do trabalho gráfico Influência na apresentação e no custo da peça gráfica Escolha do papel aparência e peso Peça gráfica funcional e atrativa - entrosamento entre o tipo de impressão, a

Papel – Projeto Gráfico  Importância da escolha para a execução do trabalho gráfico  Influência

qualidade da tinta, os caracteres e o papel

Parâmetros norteadores da escolha do papel

Parâmetros norteadores da escolha do papel 1. Valor subjetivo: beleza, sofisticação, diferenciação etc. 2. Custo: quanto

1. Valor subjetivo: beleza, sofisticação, diferenciação etc.

2. Custo: quanto maior a tiragem, maior o custo relativo do papel; o uso de papel mais caro em pequenas tiragens, em geral, compensa pelo valor subjetivo que será agregado à peça

Parâmetros norteadores da escolha do papel

Parâmetros norteadores da escolha do papel 3. Disponibilidade no mercado: o mercado de papéis é sazonal,
  • 3. Disponibilidade no mercado: o mercado

de papéis é sazonal, exceto para aqueles

de uso mais frequente (couché e offset).

Por isso, contactar o fornecedor com

antecedência.

  • 4. Restrições técnicas: alguns processos não permitem o uso de determinados tipos de

papel. Mesmo no offset, as propriedades

dos papéis alteram a qualidade final.

Propriedades dos papéis para impressão

1.Gramatura;

2.Opacidade;

3.Grau de colagem;

4.Revestimento;

5.Lisura e textura; 6.Alcalinidade (ph superficial); 7.Alvura e cor; 8.Direção da fibra.

1. Gramatura

É o peso do papel expresso em gramas, referente a uma amostra com 1m² de

superfície. Indica a espessura do papel.

Quanto maior a gramatura: mais grossa é a folha; maior peso terá o impresso; maior a

opacidade; mais facilidade na leitura em

frente e verso; maior a largura da lombada;

maior custos.

A gramatura é expressa em g/m²: 50, 60, 75, 90, 120, 150, 180 e 240;

1. Gramatura

1. Gramatura

1. Gramatura

Grupos de papéis com base na gramatura:

1. Baixa gramatura (até 60 g/m²): impressos de um só lado;

2. Média gramatura (entre 60 e 130 g/m²):

folders, folhetos, miolos de livros etc.;

3. Alta gramatura (acima de 130 g/m²):

capas, cartões, embalagens etc.;

1. Gramatura

1. Gramatura

1. Gramatura

Acima de 180 g/m² - cartolina (cartões comerciais, fichas, pastas,

cartuchos, etc);

Acima de 225 g/m² - cartão e papelão (capas de livros, pastas, caixas);

Couché 120 ≠ Offset 120 g/m².

1. Gramatura

1. Gramatura

2. Opacidade

Possibilita impressão de ambos os lados da folha

Quanto mais opaco, menos transparência do papel

2. Opacidade  Possibilita impressão de ambos os lados da folha  Quanto mais opaco, menos
2. Opacidade  Possibilita impressão de ambos os lados da folha  Quanto mais opaco, menos

2. Opacidade

Fatores que determinam a opacidade de papel: Gramatura; Revestimento; Cor; Grau de absorção da tinta; Grau de colagem.

2. Opacidade  Fatores que determinam a opacidade de papel: Gramatura; Revestimento; Cor; Grau de absorção
2. Opacidade  Fatores que determinam a opacidade de papel: Gramatura; Revestimento; Cor; Grau de absorção

3. Grau de Colagem

Refere-se a quantidade de cola usado na fabricação de papéis para impressão, seja na

massa ou na superfície. O papel pode ser colado, semicolado e sem cola. Objetivo: evitar que a tinta se expanda sobre o papel e que as fibras absorvam água.

3. Grau de Colagem  Refere-se a quantidade de cola usado na fabricação de papéis para

Papel com alto grau de colagem usado à escrita, desenho com nanquim líquido, na impressão

offset, etc.

3. Grau de Colagem

Colagem qualidade e custo do papel. Uma certa proporção de cola: mais firmeza; absorção de menos tinta; suporta melhor a

gravação.

Papéis que não recebem cola: secantes (mata-borrão) e os de filtro.

Adiciona-se cola à pasta fibrosa ou aplica- lhe na superfície do papel.

3. Grau de Colagem

Na fabricação mecânica, a colagem consiste em incorporar, na pasta do papel, soluções de

caseína, resina, fécula e outros.

Na colagem superficial do papel emprega-se a gelatina, que se chama colagem animal.

Na fabricação manual faz-se a colagem depois da secagem, mergulhando as folhas num vasto recipiente contendo o banho preparado para esse fim, e de novo pondo-as a secar.

4. Revestimento

Aplica-se sobre a superfície do papel para torná-la mais uniforme e menos áspera,

aumentar a opacidade, brilho e alvura,

melhorar a qualidade de impressão (cores

vivazes e brilhantes), proporciona maior resistência à esfregação e à umidade

Aplicado em fina camada aumenta o tempo de secagem implicando no uso de tintas

específicas

4. Revestimento

4. Revestimento

4. Revestimento

Pode ser revestido de um ou de ambos os lados da folha.

O revestimento pode dar-se na fabricação do papel ou depois dela.

Obs.: papel revestido é quase sempre alcalino (ph entre 7,5 e 8,0) e não revestido

é quase sempre ácido (ph entre 5,0 e 7,0)

Ex.: couché e acetinado.

5. Lisura e Textura

Refere-se à superfície do papel: áspero, liso, macio ou acetinado, prensado, etc., nos dois lados ou em um só lado.

5. Lisura e Textura  Refere-se à superfície do papel: áspero, liso, macio ou acetinado, prensado,
5. Lisura e Textura  Refere-se à superfície do papel: áspero, liso, macio ou acetinado, prensado,

5. Lisura e Textura

  • Calandras ou prensas qualidade e preço.

  • Quanto mais liso o papel, mais nítida e viva será a impressão.

  • Evitar papéis com textura para policromias com

grande exigência de nitidez nos detalhes; e para o

uso de corpos muito pequeno (abaixo de 8 pontos).

5. Lisura e Textura  Calandras ou prensas – qualidade e preço.  Quanto mais liso
5. Lisura e Textura  Calandras ou prensas – qualidade e preço.  Quanto mais liso

6. Alcalinidade (ph superficial)

  • “Ph”: exprime a atividade ácida ou alcalina de uma solução aquosa, no caso a água absorvida pelas fibras do papel.

O grau de “ph” é a unidade de medida da acidez, da neutralidade ou da alcalinidade de uma solução aquosa.

  • Refere-se à concentração de íons de hidrogênio:

quanto mais alta a concentração, mais baixo o “ph”.

  • Escala de ph: 1-7 (mais ácido) a 7-14 (mais alcalino); nível 7 (neutro).

6. Alcalinidade (ph superficial)

Quanto mais ácido o papel:

retarda a secagem da tinta menor qualidade de impressão

  • “Ph” muito baixo provoca perda de

tonalidade da tinta (ex.: as metálicas

perdem seu lustre)

ácidos corroem os metais e alcalinos as fibras vegetais.

6. Alcalinidade (ph superficial)

  • Quanto mais alcalino o papel:

  • muito alcalino terá uma cor mais amarelada
    tendem ao amarelamento e a um aspecto envelhecido em menor prazo
    abreviam a secagem

  • com ph não excessivo, os papéis alcalinos aumentam a vivacidade de impressão e a resistências à abrasão

  • Exemplos: couché (ph entre 7,5 e 9); offset (ph

7. Alvura e Cor

Quanto mais branco, melhor é o papel para impressão.

  • Quanto à cor do papel: natural, azulado,

branqueado, em tons e cores.

7. Alvura e Cor  Quanto mais branco, melhor é o papel para impressão.  Quanto
7. Alvura e Cor  Quanto mais branco, melhor é o papel para impressão.  Quanto

7. Alvura e Cor

Papel branco: indicado para grandes massas de texto; são mais caros.

Formas de adição do pigmento ao papel:

colorido na massa ou pintado (ex.:

cartolinas).

A coloração do papel: submergindo a tira em uma solução corante, aplicando o

corante por meio de rolos, ou também

misturando com a pasta soluções químicas

ou cores de anilina.

8. Direção da Fibra

O papel é composto

de fibras que se

alinham na mesma

direção

O papel de entrada deve estar na direção

longitudinal ou

direção de

fabricação, o que equivale a direção das fibras paralela ao eixo dos cilindros.

8. Direção da Fibra  O papel é composto de fibras que se alinham na mesma

8. Direção da Fibra

Mudar a posição de entrada

quando para o

aproveitamento

do papel (pré-

corte)

8. Direção da Fibra  Mudar a posição de entrada quando para o aproveitamento do papel

8. Direção da Fibra

Mudar a posição de entrada quando para o aproveitamento do papel (pré-corte)

Direção de fibras dobras

8. Direção da Fibra  Mudar a posição de entrada quando para o aproveitamento do papel
8. Direção da Fibra  Mudar a posição de entrada quando para o aproveitamento do papel

8. Direção da Fibra

Na prática, as duas direções

podem afetar o

registro dos

impressos e

influenciar no

acabamento

8. Direção da Fibra  Na prática, as duas direções podem afetar o registro dos impressos

Tipos de papel e cartão

Papel jornal: produzido com pasta mecânica, quebradiço e de fácil

descoloração, em geral de cor parda, baixo

grau de colagem e aspereza, fabricado em

bobinas ou em folhas avulsas (66x96 e

76x112 cm), nas gramaturas de 45, 50 e

52 g/m², uso em jornal, folhetos e avulsos

baratos.

Tipos de papel e cartão

Papel offset: produzido com pasta química, bem colado, com alta alvura,

com revestimento, apto para a

molhagem do sistema offset, fabricado

em folhas soltas (66x96, 76x112 e

87x114 cm), com gramaturas: 70, 75,

80, 90 g/m², uso livros, revistas,

folhetos, cartazes, etc.

Tipos de papel e cartão

Papel cuchê: produzido com camada de cola e revestimento, alto grau de

alvura, formatos 66x96 e 76x112 cm,

gramatura de 75 até 180 g/m², uso

em tipografia, offset e rotogravura,

para folhetos, miolos e capas de

revistas, catálogos, etc.

Tipos de papel e cartão

Outros papéis: acetinado, bíblia, bufon, vegetal, sulfite, florpost, westerpost, bond,

superbond, imprensa, kraft natural ou

branco, monolúcido, manilha, cartão ondulado. Cartões: ondulado, duplex, triplex, bristol, Outros: especiais, sintéticos, metalizados, auto-adesivo, autocopiativo.

Papel: Formatos de Fábrica

Formato: termo que indica as dimensões da folha de papel para

impressão

Dimensões expressas em centímetros (ou polegadas) na ordem largura x

altura Bobinas ou folhas soltas

Papel: Formatos de Fábrica

Formato BB (lê-se 2B): mais comum no mercado; mais adotado em projetos

gráficos

Poucos papéis para impressão são oferecidos em todos os formatos

Exemplo: formato Americanão (AM+) só é oferecido para alguns tipos de papéis

Antes de iniciar etapa de projeto, certifique-se com fornecedor da disponibilidade dos formatos disponíveis

Papel: Formatos de Fábrica

Formatos DIN (Deutsche Industrie Normunque): formatos de papel padrão internacional criado em 1911 pela Associação de Engenheiros Alemães Formato DIN A0 (841 x 1189mm): 1m²

Divisão sucessiva da série A: A0, A1, A2, A3,

A4 ...

até A12

Formatos DIN / Séries: A (841 x 1189 mm.); B(1000 x 1414); C (917 x 1297).

Papel: Formatos de Fábrica

Baseado no sistema métrico, consiste no estabelecimento de uma série harmônica

de modelos Tamanho padronizado, calculado para que

a folha tenha sempre a mesma proporção,

por quantas vezes seja dobrada ou refilada

Cada subdivisão será sempre a metade do anterior e o dobro do seguinte

Papel: Formatos de Fábrica

Lógica do formato DIN: todas as classes de impressos, desde o cartão de visitas até os

jornais e grandes cartazes, podem se

ajustar em suas medidas

Formatos DIN não são adotados no Brasil para o corte de papéis para impressão,

embora seja esta uma tendência do

mercado mundial

Papel: Formatos de Fábrica

Outros formatos especiais:

Almaço 33 x 44 cm. Ofício 22 x 32 cm. Carta 22 x 28 cm. Memorandum 22 x 16 cm.

Determinação do Formato Final do Impresso

  • Fator: Custo diretamente ligado ao melhor aproveitamento do papel; este princípio deixa de

ser mais importante no caso de baixas tiragens;

deve-se definir formato de projeto com base nos

formato do papel de entrada em máquina para uma

distribuição econômica da(s) lâmina(s) (ou páginas), evitando desperdício de papel

  • Fator: Estética Harmonia, proporção e equilíbrio
    Fator: Usabilidade Algumas peças apresentam

formatos consagrados pelo uso (cartões postais e

de visita)

Determinação do Formato Final do Impresso

Determinação do Formato Final do Impresso  2cm que fazem a diferença (considerar que as gráficas
  • 2cm que fazem a diferença (considerar que as gráficas de offset cobram por milheiro de impressão)

Determinação do Formato Final do Impresso  2cm que fazem a diferença (considerar que as gráficas
Determinação do Formato Final do Impresso  2cm que fazem a diferença (considerar que as gráficas

Cálculo do Formato Final

Na etapa de projeto, a definição do formato do impresso deve partir do

formato de entrada em máquina,

considerando a área útil de impressão e

subtraindo as áreas ocupadas pelas

marcas de impressão e pelos eventuais

sangramentos.

Cálculo do Formato Final Passo-a-passo

1.Escolha do formato de fábrica; 2.Definição do formato de entrada em máquina; 3.Cálculo da área útil de impressão; 4.Cálculo do formato aberto preliminar; 5.Cálculo do formato aberto final sem sangramento; 6.Cálculo do formato aberto com sangramento; 7.Cálculo do formato fechado (formato final do impresso)

Cálculo do Formato Final

1.Escolha do formato de fábrica

A partir de um formato imaginado consulte a tabela de aproveitamento dos principais papeis. Ela apresenta a possibilidade de cortes simples.

Cálculo do Formato Final 1. Escolha do formato de fábrica  A partir de um formato
Cálculo do Formato Final 1. Escolha do formato de fábrica  A partir de um formato

Cálculo do Formato Final

1.Escolha do formato de fábrica

  • Cuidado! A tabela não leva em conta nem a área útil de impressão nem a necessária exclusão das áreas ocupadas pelas marcas de impressão e pelos sangramentos. Ela serve apenas como estimativa.

  • Considerar a disponibilidade do papel no mercado.

Cálculo do Formato Final 1. Escolha do formato de fábrica  Cuidado! A tabela não leva

Cálculo do Formato Final

2. Definição do formato de entrada em máquina;

  • Depende do

equipamento

disponível na gráfica

que fará o serviço (gráfica de pequeno,

médio, grande porte).

  • Para facilitar o cálculo

faça um diagrama

provisório indicando a

divisão, corte dobra,

etc.

Cálculo do Formato Final 2. Definição do formato de entrada em máquina;  Depende do equipamento

Cálculo do Formato Final

3. Cálculo da área útil de impressão

  • Subtrair os elementos utilizados para orientar a impressão e o acabamento (impressos e descartados no final do processo) do formato de entrada de máquina.

Cálculo do Formato Final 3. Cálculo da área útil de impressão  Subtrair os elementos utilizados

Cálculo do Formato Final

3. Cálculo da área útil de impressão

  • Convencionou-se descontar 4 cm (2,5

+ 1,5 cm) de cada

uma das dimensões

da folha. Aqui inclui a área das tiras de cor numa das laterais que é de 1 cm.

Cálculo do Formato Final 3. Cálculo da área útil de impressão  Convencionou-se descontar 4 cm

Cálculo do Formato Final

4. Cálculo do formato aberto preliminar

A partir do diagrama provisório dividir cada dimensão da área útil pelo número de lâminas ou formato aberto que ela contém.

Cálculo do Formato Final 4. Cálculo do formato aberto preliminar  A partir do diagrama provisório

Cálculo do Formato Final

5. Cálculo do formato aberto final sem sangramento

Agora descontar

1 cm de cada

dimensão para

as marcas de

impressão

(cortes, dobras,

serrilhas etc).

Cálculo do Formato Final 5. Cálculo do formato aberto final sem sangramento  Agora descontar 1

Cálculo do Formato Final

6. Cálculo do formato aberto com sangramento

Descontar 1 cm de cada

dimensão

quando houver

elementos

gráficos

sangrados no

layout

Cálculo do Formato Final 6. Cálculo do formato aberto com sangramento  Descontar 1 cm de

Cálculo do Formato Final

7. Cálculo do formato fechado (formato final do impresso)

Só existe para os projetos que

possuem

dobra(s),

podendo ser

dobras em

medidas iguais

ou diferentes,

ser uma ou

várias.

Cálculo do Formato Final 7. Cálculo do formato fechado (formato final do impresso)  Só existe