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2 TAREFÃO DE FÉRIAS - 2º ANO - ENSINO MÉDIO
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TAREFÃO DE FÉRIAS - 2º ANO - ENSINO MÉDIO

2 TAREFÃO DE FÉRIAS - 2º ANO - ENSINO MÉDIO

GRAMÁTICA

PROFESSOR(A) FLÁVIA LÊDA

Texto para as questões 01 e 02

1 Pacientes de derrame odeiam os verbos. Certa vez, Jeanette Dutcher, uma bibliotecária de 51 anos, foi

solicitada a escrever o que ela vira na televisão na noite anterior. Cuidadosamente ela escreveu: "Ontem à noite "

De

repente ela parou, sorriu, 5colocou um traço e depois terminou a frase: "

"Tem uma palavra que conheço, mas que não consigo pegar", explicou. Depois de um momento, ela começou a escrever lentamente em cima do traço, "t-a-l-k-e-s" (fala). "Não, não é e-s; imagino que deva ser e-d" (talked - falou), disse ela. O problema peculiar de Dutcher fez com que ela entrasse nos anais da ciência. Ela faz 10parte da dezena de pacientes que tiveram danos cerebrais que afetam sua capacidade de lidar com um aspecto determinado da língua - em seu caso, verbos. Dutcher pode escrever substantivos, adjetivos ou advérbios sem qualquer dificuldade. Ela pode dizer verbos normalmente e entender verbos que lê ou escuta. Mas, desde que teve um derrame, há oito anos, ocasionalmente tropeça numa palavra ao escrever e, 15invariavelmente, a palavra problemática é um verbo. Outra vítima de derrame, H.W., tem o problema oposto; ela pode escrever verbos, mas tem dificuldade na sua compreensão oral. Para os neurocientistas, os casos de H.W. e de Dutcher revelam uma capacidade até recentemente insuspeitada do cérebro humano. No aprendizado da língua, o cérebro não constrói simplesmente um dicionário mental. Ele 20seleciona e armazena palavras por categorias gramaticais. Tanto Dutche como H.W. tiveram derrames que danificaram as regiões onde os verbos são processados. Estudos realizados com pessoas com afasias, como são chamados esses distúrbios, estão começando a explicar uma das funções mais espantosas do cérebro humano. Os estudos, combinados com novos aparelhos que examinam o cérebro enquanto a pessoa fala, escreve, lê 25ou escuta, estão revelando uma complexidade maravilhosa e antes inimaginada. Num outro experimento, pediu-se a H.W. para ler em voz alta uma frase, "Don't crack the nuts in here" (Não quebre as nozes aqui), em que "crack" (quebrar) é usado como verbo. Ela teve dificuldade em ler "crack". No entanto, não teve problemas para ler em voz alta outra frase - "There's a crack in the mirror" (Há uma rachadura no espelho) - onde "crack" 30(rachadura) é um substantivo. Dutcher tinha um problema similar na escrita de frases ditadas; ela tropeçava na escrita de "crack" como verbo, mas não como substantivo. Os problemas das duas pacientes indicam que o cérebro pode armazenar verbos separadamente de substantivos, já que seus respectivos derrames afetaram apenas os verbos, dizem os cientistas, e que as palavras não são armazenadas exclusivamente por seu som, já que 35a forma sonora igual à do verbo não foi afetada.

(Texto adaptado do original de Jerry Bishop, do Wall Street Journal, publicado na Gazeta Mercantil, em 10/12/1993.

eu vi o debate dos candidatos presidenciais. O presidente Bush parecia agressivo. O governador Clinton

sobre a economia."

01. O verbo poder é considerado um modalizador da nossa língua por contribuir para a construção de sentido do discurso, determinando o modo como se diz aquilo que é dito. Observe, portanto, os enunciados abaixo e explicite o sentido que o verbo poder assume em cada um deles.

a) "Dutcher pode escrever substantivos, adjetivos ou advérbios sem qualquer dificuldade." (linha 12)

b) Um derrame pode lesar uma área do cérebro onde os verbos são processados.

02. "Tem uma palavra que conheço mas que não consigo pegar." (linha 6) O trecho em destaque reproduz a fala de uma pessoa em que fica marcado o registro coloquial de linguagem. Como você poderia reescrever esse trecho usando o registro formal?

03. O enunciado a seguir é ambíguo por apresentar mais de uma possibilidade de leitura:

A indicação do neurocientista trouxe benefícios para a pesquisa.

a) Explique quais são as leituras possíveis.

b) Desfaça a ambigüidade, deixando clara uma dessas leituras.

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04. Observe as formas verbais presentes nas falas da paciente.

a) Em que modo verbal elas se encontram?

b) Explique o emprego dos verbos nesse modo para a compreensão do texto.

05. Os versos transcritos constituem trecho de um poema de Carlos Drummond de Andrade, cujo título é Noite na repartição. Os objetos se personificam e se queixam. Aparece uma pomba, que se dirige a eles, inclusive a um oficial administrativo, dessa maneira:

A POMBA:

Papel, homem, bichos, coisas, calai-vos. Trago uma palavra quase de amor, palavra de perdão. Quero que vos junteis e compreendais a vida.

Por que sofrerás sempre, homem, pelo papel que adoras?

A carta, o ofício, o telegrama têm suas secretas consolações.

Confissões difíceis pedem folha branca. Não grites, não suspires, não te mates: escreve.

Escreve romances, relatórios, cartas de suicídio, exposições de motivos, mas escreve. Não te rendas ao teu inimigo. Escreve memórias, faturas.

E por que desprezas o homem, papel, se ele te fecunda com dedos sujos mas dolorosos? Pensa na doçura das palavras. Pensa na dureza das palavras. Pensa no mundo das palavras. Que febre te comunicam. Que riqueza. Mancha de tinta ou gordura, em todo caso mancha de vida.

Passar os dedos no rosto branco

Certos papéis são sensíveis, certos livros me possuem. Mas só o homem te compreende. Acostuma-te, beija-o Porta decaída, ergue-te, serve aos que passam. Teu destino é o arco, são as bençãos e consolações para todos. Pequena aranha pessimista, sei que também tens direito ao idílio. Vassoura, traça, regressai ao vosso comportamento essencial. Telefone, já és poesia. Preto e patético, fica entre as coisas. Que cada coisa seja uma coisa bela.

não, na superfície branca.

O PAPEL, A VASSOURA, OS PROCESSOS, A PORTA, OS CACOS DE GARRAFA, surpresos:

Uma coisa bela?

A POMBA, no auge do entusiasmo, tornando-se de branca, rosada:

UMA COISA BELA! UMA COISA JUSTA!

Carlos Drummond De Andrade. Poesia completa. Rio de Janeiro: Nova Aguilar, 202, p. 175.

5.1. Há no poema emprego constante de verbos no imperativo afirmativo. O único verso em que NÃO ocorre esse emprego é:

a) Que cada coisa seja uma coisa bela.

b) Escreve memórias, faturas.

c) Pensa na doçura das palavras.

d) Acostuma-te, beija-o.

e) Porta decaída, ergue-te, serve aos que passam.

5.2. No poema, há muitos trechos onde o poeta faz uso basicamente de um elemento conector. Qual é ele? Explique como o uso desse conector influi no sentidodo texto.

5.3. Pensa na doçura das palavras. Pensa na dureza das palavras. Se untássemos essas duas orações em um único período, qual elemento conector poderia ser usado para uni-las? Explique seu valor.

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06. (FUVEST – SP) – “Entrando na faculdade, procurarei emprego”, oração sublinhada pode indicar uma idéia de:

a) concessão

b) oposição

c) condição

d) lugar

e) conseqüência

Agora, explique o sentido que esse conector imprime no texto.

07. (Univ. Fed. Santa Maria – RS) – Complete os espaços com as conjunções que estabelecem, entre as orações de cada item, uma correta relação de sentido.

a) Correu demais,

b) os sonhos não o deixaram em paz.

c) A matéria perece,

d) Leu o livro,

e) Guarde seus pertences,

caiu.

Dormiu mal,

a alma é imortal.

é capaz de descrever as personagens com detalhes.

podem servir mais tarde.

Explique o uso de cada conjunção nos itens acima.

08. Reúna as três orações em um período composto por coordenação, usando conjunções adequadas.

Os dias já eram quentes.

A água do mar ainda estava fria.

As praias permaneciam desertas.

O texto abaixo serve para as questões 9 e 10. A espécie humana evoluiu porque se adaptou às condições ambientais ou, porque se adaptou às condições ambientais, evoluiu?

09. Esse trecho foi construído de forma a reproduzir, equivocadamente, a estrutura de um círculo vicioso.

a) Qual é o termo responsável pela “construção” da articulação do suposto círculo vicioso?

b) Explique por que, com essa estrutura, o texto não pode ser definido como um círculo vicioso.

10. Par que o círculo vicioso fosse corretamente “construído”, como deveria ter sido apresentado? Justifique sua resposta.

11. (EPCAR) Aponte a alternativa em que a palavra em negrito é conjunção explicativa:

a) Como estivesse cansado, não foi trabalhar.

b) Assim que fores ao Rio, não te esqueças de avisar-me.

c) Retirou-se antes, já que assim o quis.

d) Não se aborreça, que estamos aqui para ouvi-lo.

e) Não compareceu, porque não foi avisado.

12. (ITA) Nos trechos: "A menina conduz-me diante do leão

";

"

" a juba emaranhada e sem brilho."

sobre o focinho contei nove ou dez moscas

";

Sob o ponto de vista gramatical, os termos destacados são, respectivamente:

a) locução adverbial, locução adverbial, locução adverbial

b) locução conjuntiva, locução adjetiva, locução adverbial

5
5
5
5

c) locução adjetiva, locução adverbial, locução verbal

d) locução prepositiva, locução adverbial, locução adjetiva

e) locução adverbial, locução prepositiva, locução adjetiva

13. (UNB-DF) Assinale a frase em que "meio" funciona como advérbio:

a) Só quero meio quilo.

b) Achei-o meio triste.

c) Descobri o meio de acertar.

d) Parou no meio da rua.

e) Comprou um metro e meio.

14. (FUVEST) "Podem acusar-me: estou com a consciência tranqüila." Substitua os dois pontos do período acima por um conector que estabeleça entre as orações um sentido lógico. Logo após, explique o uso da conjunção.

(3l)

15. Analise o uso das preposições nos contextos a seguir:

a) Viajei com documentos.

b) Concordo com você.

c) Viajei sem documentos.

d) Procurar por alguém.

e) Encontrar com um amigo.

f) Caminhão de cimento.

g) Venho de Pernambuco.

h) Memória de consciência.

i) Ataque contra as formigas.

j) Estou em Curitiba.

k) Vou a São Paulo.

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LITERATURA

PROFESSOR(A) ROMULO

Leia:

Prefácio Geral

São os primeiros cantos de um pobre poeta. Desculpai-os. As primeiras vozes do sabiá não têm a doçura dos seus cânticos de amor.

É

flores; uma coroa de folhas, mas sem viço. Cantos espontâneos do coração, vibrações doridas da

lira interna que agitava um sonho, notas que o vento levou - como isso dou a lume essas harmonias. São as páginas despedaçadas de um livro não lido

E agora que despi a minha musa saudosa dos véus do

mistério do meu amor e da minha solidão, agora que ela vai seminua e tímida, por entre vós, derramar em vossas almas os últimos perfumes de seu coração, ó meus amigos, recebei-a no peito e amai-a como o consolo, que foi, de uma alma esperançosa, que depunha fé na poesia e no amor esses dois raios luminosos do coração de Deus.

uma lira, mas sem cordas; uma primavera, mas sem

01. Qual o tipo de poesia o autor apresenta no prefácio geral ? Esse tipo de poesia é perceptível em que partes da obra Lira dos Vinte Anos?

Leia:

AI JESUS! Ai Jesus! não vês que gemo, Que desmaio de paixão Pelos teus olhos azuis? Que empalideço, que tremo, Que me expira o coração? Ai Jesus!

Que por um olhar, donzela, Eu poderia morrer Dos teus olhos pela luz? Que morte! que morte bela! Antes seria viver! Ai Jesus!

Que por um beijo perdido Eu de gozo morreria Em teus níveos seios nus? Que no oceano dum gemido Minh’alma se afogaria? Ai Jesus!

02. Retire do texto características que o credencie como ultra – romântico.

Leia:

SONETO

Pálida, a luz da lâmpada sombria, Sobre o leito de flores reclinada, Como a lua por noite embalsamada, Entre as nuvens do amor ela dormia!

Era a virgem do mar! na escuma fria

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Pela maré das água embalada - Era um anjo entre nuvens d’alvorada Que em sonhos se banhava e se esquecia!

Era mais bela! o seio palpitando Negros olhos as pálpebras abrindo Formas nuas no leito resvalando

Não te rias de mim, meu anjo lindo! Por ti - as noites eu velei chorando Por ti - nos sonhos morrerei sorrindo!

03. Faça uma análise estrutural do texto.

04. Retire do texto características românticas.

05. Qual é a temática central do texto ?

PREFÁCIO ( 2ª parte )

Cuidado, leitor, ao voltar esta página! Aqui dissipa-se o mundo visionário e platônico. Vamos entrar num mundo novo, terra fantástica, verdadeira ilha Baratária de D. Quixote, onde Sancho é rei e vivem Panúrgio, sir John Falstaff, Bardolph, Fígaro e o Sganarello de D. João Tenório: - a pátria dos sonhos de Cervantes e Shakespeare. Quase que depois de Ariel esbarramos em Caliban. A razão é simples. É que a unidade deste livro funda-se numa binomia: - duas almas que moram nas cavernas de um cérebro pouco mais ou menos de poeta escreveram este livro, verdadeira medalha de duas faces. Demais, perdoem-me os poetas do tempo, isto aqui é um tema, senão mais novo, menos esgotado ao menos que o sentimentalismo tão fasbionable desde Werther até René

06. Explique a passagem do texto acima : Aqui dissipa-se o mundo visionário e platônico.

07. Quem são Ariel e Calibã ?

08. O que Ariel e Calibã , representam na obra ?

Leia:

Namoro a cavalo

Eu moro em Catumbi. Mas a desgraça Que rege minha vida malfadada, Pôs lá no fim da rua do Catete

A minha Dulcinéia namorada.

Alugo ( três mil-réis) por uma tarde Um cavalo de trote ( que esparrela!)

Só para erguer meus olhos suspirando

À

Todo o meu ordenado vai-se em flores

E em lindas folhas de papel bordado, Onde eu escrevo trêmulo, amoroso,

Algum verso bonito

Morro pela menina, junto dela Nem ouso suspirar de acanhamento

Se ela quisesse eu acabava a bistória Como toda comédia _ em casamento

Ontem tinha chovido

Eu ia a trote inglês ardendo em chama,

minha namorada na janela

mas furtado.

Que desgraça!

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Mas lá vai senão quando uma carroça Minhas roupas tafues encheu de lama Eu não desanimei! Se Dom Quixote No Rocinante erguendo a larga espada

Nunca voltou de medo, eu, mais valente, Fui mesmo sujo ver a namorada Mas eis que no passar pelo sobrado, Onde habita nas lojas minha bela, Por ver-me tão lodoso ela irritada Bateu-me sobre as ventas a janela

O cavalo ignorante de namoros

Entre dentes tomou a bofetada, Arrepia-se, pula, e dá-me um tombo

Com pernas para o ar, sobre a calçada Dei ao diabo os namoros. Escovado Meu chapéu que sofrera no pagode, Dei de pernas corrido e cabisbaixo

E berrando de raiva como um bode.

Circunstância agravante. A calça inglesa Rasgou-se no cair, de meio a meio,

O sangue pelas ventas me corria

Em paga do amoroso devaneio.

09.

Pelas características apresentadas o texto acima pertence a que parte da obra Lira dos Vinte anos ? (Explique).

10.

A partir da leitura desse poema pode-se dizer que a obra de Álvares de Azevedo é autobiográfica ? (Explique).

11.

Sobre o Realismo,marque ( V ) ou ( F ) ( Justifique os acertos ou erros com exemplos práticos de obras do estilo )

12.(

) Senso do contemporâneo. Encara o presente do mesmo modo que romantismo se volta para o passado ou para o futuro.

02-(

sentido para o encadeamento dos fatos.

03-(

conflitos, dos êxitos e dos fracassos.

01-

) O retrato da vida pelo método da documentação, em que a seleção e a síntese operam buscando um

) Técnica minuciosa, dando a impressão de lentidão, de marcha quieta e gradativa pelos meandros dos

02-

03-

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04-

13. Sobre o Naturalismo , marque ( V ) ou ( F ) : ( Justifique os acertos ou erros com exemplos práticos de obras do estilo )

01-(

) Os representantes do Naturalismo fazem aparecer na sua obra dimensões metafísica do homem,

02-(

passando a encará-lo como um complexo social examinando à luz da psicologia. ) No Naturalismo, as tentativas de submeter o Homem a leis determinadas são conseqüências das

03-(

ciências, na segunda metade do século XIX. ) Na seleção de "casos" a serem enfocados, os naturalistas demonstram especial aversão pelo anormal e pelo patológico.

01-

02-

03-

Leia:

Capítulo I

Foi no domingo de Páscoa que se soube em Leiria, que o pároco da Sé, José Miguéis, tinha morrido de madrugada com uma apoplexia. O pároco era um homem sanguíneo e nutrido, que passava entre o clero diocesano pelo comilão dos comilões. Contavam-se histórias singulares da sua voracidade. O Carlos da Botica - que o detestava - costumava dizer, sempre que o via sair depois da sesta, com a face afogueada de sangue, muito enfartado:

- Lá vai a jibóia esmoer. Um dia estoura!

Com efeito estourou, depois de uma ceia de peixe - à hora em que defronte, na casa do doutor Godinho que fazia anos, se polcava com alarido. Ninguém o lamentou, e foi pouca gente ao seu enterro. Em geral não era estimado. Era um aldeão; tinha os modos e os pulsos de um cavador, a voz rouca, cabelos nos ouvidos, palavras muito rudes.

Nunca fora querido das devotas; arrotava no confessionário, e, tendo vivido sempre em freguesias da aldeia ou da serra, não compreendia certas sensibilidades requintadas da devoção: perdera por isso, logo ao princípio, quase todas as confessadas, que tinham passado para o polido padre Gusmão, tão cheio de lábia! E quando as beatas, que lhe eram fiéis, lhe iam falar de escrúpulos de visões, José Miguéis escandalizava-as, rosnando:

- Ora histórias, santinha! Peça juízo a Deus! Mais miolo na bola!

As exagerações dos jejuns sobretudo irritavam-no:

- Coma-lhe e beba-lhe, costumava gritar, coma-lhe e beba-lhe, criatura!

Era miguelista - e os partidos liberais, as suas opiniões, os seus jornais enchiam-no duma cólera irracionável:

- Cacete! cacete! exclamava, meneando o seu enorme guarda-sol vermelho.

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Nos últimos anos tomara hábitos sedentários, e vivia isolado - com uma criada velha e um cão, o Joli. O seu único amigo era o chantre Valadares, que governava então o bispado, porque o senhor bispo D. Joaquim gemia, havia dois anos, o seu reumatismo, numa quinta do Alto Minho. O pároco tinha um grande respeito pelo chantre, homem seco, de grande nariz, muito curto de vista, admirador de Ovídio - que falava fazendo sempre boquinhas, e com alusões mitológicas.

O chantre estimava-o. Chamava-lhe Frei Hércules.

- Hércules pela força - explicava sorrindo, Frei pela gula.

No seu enterro ele mesmo lhe foi aspergir a cova; e, como costumava oferecer-lhe todos os dias rapé da sua caixa

de ouro, disse aos outros cônegos, baixinho, ao deixar-lhe cair sobre o caixão, segundo o ritual, o primeiro torrão de terra:

- É a última pitada que lhe dou!

Todo o cabido riu muito com esta graça do senhor governador do bispado; o cônego Campos contou-o à noite ao chá em casa do deputado Novais; foi celebrada com risos deleitados, todos exaltaram as virtudes do chantre, e afirmou-se com respeito - que sua excelência tinha muita pilhéria! Dias depois do enterro apareceu, errando pela Praça, o cão do pároco, o Joli. A criada entrara com sezões no hospital; a casa fora fechada; o cão, abandonado, gemia a sua fome pelos portais. Era um gozo pequeno, extremamente gordo, - que tinha vagas semelhanças com o pároco. Com o hábito das batinas, ávido dum dono, apenas via um padre punha-se a segui-lo, ganindo baixo. Mas nenhum queria o infeliz Joli; enxotavam-no com as ponteiras dos guarda-sóis; o cão, repelido como um pretendente, toda a noite uivava pelas ruas. Uma manhã apareceu morto ao pé da Misericórdia; a carroça do estrume levou-o e, como ninguém tomou a ver o cão, na Praça, o pároco José Miguéis foi definitivamente esquecido. Dois meses depois soube-se em Leiria que estava nomeado outro pároco. Dizia-se que era um homem muito

novo, saído apenas do seminário. O seu nome era Amaro Vieira. Atribuía-se a sua escolha a influências políticas,

e o jornal de Leiria, A Voz do Distrito, que estava na oposição, falou com amargura, citando o Gólgota, no

favoritismo da corte e na reação clerical. Alguns padres tinham-se escandalizado com o artigo; conversou-se sobre isso, acremente, diante do senhor chantre.

- Não, não, lá que há favor, há; e que o homem tem padrinhos, tem - disse o chantre. - A mim quem me escreveu

para a confirmação foi o Brito Correia (Brito Correia era então ministro da Justiça). Até me diz na carta que o pároco é um belo rapagão. De sorte que - acrescentou sorrindo com satisfação - depois de Frei Hércules vamos talvez ter Frei Apolo. Em Leiria havia só uma pessoa que conhecia o pároco novo: era o cônego Dias, que fora nos primeiros anos do

seminário seu mestre de Moral. No seu tempo, dizia o cônego, o pároco era um rapaz franzino, acanhado, cheio de espinhas carnais

De resto bom rapaz! E

- Parece que o estou a ver com a batina muito coçada e cara de quem tem lombrigas! espertote

O cônego Dias era muito conhecido em Leiria. Ultimamente engordara, o ventre saliente enchia-lhe a batina e a

sua cabecinha grisalha, as olheiras papudas, o beiço espesso faziam lembrar velhas anedotas de frades lascivos e glutões.

O tio Patrício, o Antigo, negociante da Praça, muito liberal e que quando passava pelos padres rosnava como um

velho cão de fila, dizia às vezes ao vê-lo atravessar a Praça, pesado, ruminando a digestão, encostado ao guarda-

chuva:

- Que maroto! Parece mesmo D. João VI!

O cônego vivia só com uma irmã velha, a Sra. D. Josefa Dias, e uma criada, que todos conheciam também em

Leiria, sempre na rua, entrouxada num xale tingido de negro, e arrastando pesadamente as suas chinelas de ourelo. O cônego Dias passava por ser rico; trazia ao pé de Leiria propriedades arrendadas, dava jantares com peru, e tinha reputação o seu vinho duque de 1815. Mas o fato saliente da sua vida - o fato comentado e murmurado - era a sua antiga amizade com a Sra. Augusta Caminha, a quem chamavam a S. Joaneira, por ser

natural de S. João da Foz. A S. Joaneira morava na Rua da Misericórdia, e recebia hóspedes. Tinha uma filha, a Ameliazinha, rapariga de vinte e três anos, bonita, forte, muito desejada.

O cônego Dias mostrara um grande contentamento com a nomeação de Amaro Vieira. Na botica do Carlos, na

Praça, na sacristia da Sé, exaltou os seus bons estudos no seminário, a sua prudência de costumes, a sua obediência: gabava-lhe mesmo a voz: "um timbre que é um regalo.'" 14- Para um bocado de sentimento nos sermões da Semana Santa, está a calhar! Predizia-lhe com ênfase um destino feliz, uma conezia decerto, talvez a glória de um bispado!

E um dia, enfim, mostrou com satisfação ao coadjutor da Sé, criatura servil e calada, uma carta que recebera de Lisboa de Amaro Vieira.

( O crime do padre Amaro – Eça de Queirós)

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15.Com base no texto acima faça uma análise estrutural do romance .

Narrador :

Tempo:

Espaço :

Personagens : ( Apenas os que estão grifados no texto )

16. Aponte características Realistas e Naturalistas presentes no texto acima.

17. A partir do texto acima termine a história .

Leia:

Eram cinco horas da manhã e o cortiço acordava, abrindo, não os olhos, mas a sua infinidade de portas e janelas alinhadas. Um acordar alegre e farto de quem dormiu de uma assentada, sete horas de chumbo. […].

O rumor crescia, condensando-se; o zunzum de todos os dias acentuava-se; já se não destacavam vozes

dispersas, mas um só ruído compacto que enchia todo o cortiço. Começavam a fazer compras na venda; ensarilhavam-se discussões e rezingas; ouviam-se gargalhadas e pragas; já se não falava, gritava-se. Sentia-

se naquela fermentação sangüínea, naquela gula viçosa de plantas rasteiras que mergulham os pés vigorosos

na lama preta e nutriente da vida, o prazer animal de existir, a triunfante satisfação de respirar sobre a terra.

AZEVEDO, Aluísio. O cortiço. 15. ed. São Paulo: Ática, 1984. p. 28-29.

18. Retire do texto características Naturalistas .

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REDAÇÃO

PROFESSOR(A) EUVALDO

TEXTOS PARA AS QUESTÕES 1 e 2

PROFESSOR(A) EUVALDO TEXTOS PARA AS QUESTÕES 1 e 2 01. (UNESP) Nesta redondilha de Camões e

01. (UNESP) Nesta redondilha de Camões e na estrofe do poema “Nós”, do realista português Cesário Verde, os poetas exploram um tema literário bastante comum, presente em obras de poetas de todos os tempos. Trata- se de “o desconcerto do mundo”, quer dizer, a verificação de que os fatos do mundo acontecem às avessas, em desajuste com as exigências íntimas da vida pessoal. Com base neste comentário, releia os textos, e a seguir, explique que tipo de “desconcerto” é apontado:

a) Por Camões em seu poema.

b) Por Cesário Verde, em sua estrofe.

02. Nos primeiros versos de “Esparsa”, Camões demonstra sua consciência sobre o “desconcerto do mundo”. Em decorrência disto, o poeta confessa uma mudança de atitude. Releia o poema e, em seguida explique como se dá essa mudança.

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13 CHICÓ: Eu não acho nada demais. PADRE: Nem eu. Não vejo mal nenhum em se

CHICÓ: Eu não acho nada demais. PADRE: Nem eu. Não vejo mal nenhum em se abençoar as criaturas de Deus. (in Suassuna, Ariano - TEATRO MODERNO - AUTO DA COMPADECIDA, 1971)

A espontaneidade dos diálogos, a força poética de seu texto e a capacidade de exprimir o espírito de nossa gente fazem com que o escritor Ariano Suassuna (1927) seja reconhecido com um dos principais autores brasileiros contemporâneos. Diz o escritor Sábado Magaldi que a religiosidade de Ariano “pode espantar os cultores de um catolicismo acomodatício, mas responde ás exigências daqueles que se conduzem por uma fé verdadeira.”

03. (Unesp) Com base nesta observação, responda:

a) Por que, segundo aquele padre, é fácil benzer um motor?

b) Em que sentido o fragmento encerra uma crítica ácida ao modo como o padre comanda a sua paróquia?

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04. (Unicamp) A história transcrita a seguir contrasta dois mundos, dois estados de coisas: o dia-a-dia cansativo

do carregador e a situação imaginária em que ele se torna presidente da República:

“Se eu fosse presidente da República, eu só acordava lá pelo meio-dia, depois ia almoçar lá pelas três, quatro horas. Só então é que eu ia fazer o primeiro carreto.”

O carregador não consegue passar para o mundo imaginário, e acaba misturando-o de maneira

surpreendente com o mundo real.

a) A construção gramatical usada nessa história para dar acesso ao mundo das fantasias do carregador é marcada por que tempo verbal?

b) Por que, segundo o interlocutor, isso é um fato engraçado?

Por que, segundo o interlocutor, isso é um fato engraçado? O Relacionamento familiar tem sido abalado

O Relacionamento familiar tem sido abalado por falta de interatividade, diálogo, harmonia e compreensão entre os

membros que a compõem. O resultado dessa triste convivência é marcado por agressões, violência contra o menor, estupro e, às vezes, até óbitos.

A partir das informações visualizadas através das imagens, produza uma notícia sobre: A violência doméstica

chegou à burguesia. Sua notícia constará de: uma manchete, em lead, um comentário e uma reflexão. Seja bastante criativo!

Mínimo: 20 linhas.

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Leia:

ATRAÇÃO PERIGOSA

O brasileiro exagera nos remédios consumindo-os sem consultar o médico e colocando a sua saúde em

risco.

Levante a mão quem jamais tomou um remedinho “receitado” por um amigo ou foi até a farmácia comprar um medicamento e saiu de lá levando dois ou mais na sacola. Esse é apenas um dos sintomas da tendência para a automedicação que o Brasil tem. Usar remédio sem prescrição médica é um hábito muito freqüente entre nós. Os produtos com tarja vermelha são o principal alvo de venda fácil. O controle é mais rígido com as drogas com tarja preta (podem causar dependência), pois uma via da receita fica retida na farmácia. Um dos desdobramentos dessa situação é que muita gente usa substâncias potentes sem necessidade. Abusos como esses são culpa de quem? Para os especialistas, a automedicação é resultado de um contexto em que vários atores contracenam. Ela passa pelo sistema público de saúde, que não da conta da demanda, pela prática da “empurroterapia” (venda comissionada de medicamentos) nas farmácias, por uma vocação do brasileiro pela pajelança (todo mundo gosta de receitar soluções) e pela necessidade de fiscalização mais eficaz. Esses são alguns dos pilares da encrenca que traz sérias conseqüências. Há mais uma ponta a considerar quando se trata de automedicação: as farmácias. No Brasil, há cerca de 55 mil estabelecimentos desse tipo, o equivalente a uma farmácia por três mil habitantes. O número excessivo de medicamentos à venda põe mais lenha na fogueira. A automedicação é uma praga e, contra ela, é necessário ter uma abordagem ampla e organizada.

Adaptação da reportagem de Lia Bock e Mônica Tarantino. IstoÉ , nº 1671, 10/10/2001, p.80-85

Com base na leitura e nas informações fornecidas pelo texto, responda:

05. Qual é a ideologia repassada?

06. Qual a idéia temático–central contida na exposição?

07. Que medidas poderiam ser aplicadas para conter o avanço da desenfreada venda de medicamentos sem prescrição médica?

08. O texto encerra-se de forma objetiva ou subjetiva? Por quê?

16
16

09. Leia o texto abaixo e julgue verdadeiras ou falsas as afirmativas:

Se houvessem ainda suspeitas que a situação socioeconômica dos professores municipais passa pelo pior momento de sua luta salarial, elas acabaram no mês passado, com o aumento concedido pelo prefeito.

(

)que (linha 1) - substituir por de que

(

) passa (linha 2) - substituir por passam

(

) elas acabaram (linha 2) - substituir por ela acabou

(

) houvessem (linha 1) - substituir por houvesse

(

) no mês passado (linhas 2 e 3) - substituir por no mês anterior.

Leia o texto para responder às questões de 10 a 12 julgando-as verdadeiras ou falsas:

às questões de 10 a 12 julgando-as verdadeiras ou falsas: 10. Sobre o personagem “rapaz”, está

10. Sobre o personagem “rapaz”, está correto o que se afirma em:

(

) é uma pessoa tímida, de pouca conversa e de difícil relação com os outros.

(

) não se deixa intimidar diante do indivíduo que reconhece como assassino de seu pai.

(

) mostra-se suscetível aos efeitos do álcool, que altera seu comportamento habitual.

(

) por estar completamente embriagado, sente-se à vontade na presença de estranhos.

(

) estabelece uma relação amistosa com o motorista, a ponto de fazer-lhe confidencias.

11. O personagem “motorista” pode ser descrito como:

(

) um profissional acostumado a puxar conversa com seus clientes.

(

) um ex-matador de aluguel que, com o tempo, mudou de ocupação.

(

) um assassino frio e calculista que não se deixa afetar pela fala do rapaz.

(

) uma pessoa possivelmente arrependida de um erro cometido no passado.

(

) um indivíduo mais afeito a ouvir do que a falar com seus passageiros.

17
17

12. Continue a julgar as alternativas como verdadeiras ou falsas:

(

)

a contração da preposição em com o artigo indefinido um(a) (linha 1) possibilita a constituição de um

 

único vocábulo, de uso espontâneo na língua falada.

(

)

a substituição de ainda (linha 1) por “bem” não altera a idéia manifestada pela expressão da qual faz

 

parte.

(

)

no contexto lingüístico em que se encontra, o verbo em destaque na expressão havia tomado umas

 

cervejas (linhas 3 e 4) pode ser empregado no plural, pois “ele e seus amigos” é que haviam tomado

umas cervejas.

(

)

o pronome demonstrativo isto (linha 04) funciona como elemento de coesão ao remeter ao enunciado

 

posterior: a sensação de estar alegre (linha 04)

(

)

quanto ao som (fonema) representado pela letra X, a palavra táxi (linha 2) está para puxar (linha 4),

assim como “exame” está para “exato”.

Transamargura

Idealizada como um dos maiores símbolos da integração nacional, a Transamazônica começou a ser

Em sintonia

com o discurso ufanista da época, o governo prometia entregar “terra sem homens para homens sem terra”. Mais de um milhão de brasileiros acabaram seduzidos pelas promessas redentoras daquela obra grandiosa, mas a estrada jamais foi construída.

aberta há trinta anos, na condição de carro-chefe do projeto “Brasil Grande”, do regime militar. [

]

13. Que relação é estabelecida, no texto, pela oração: “

mas a estrada jamais foi construída”.

14. A relação semântica estabelecida pelo conector “E” na oração: “Detenho-me diante de uma lareira e olho o fogo”. É de adição. Relacione a seguir as relações semânticas do mesmo conector nas orações abaixo:

a) E, a cada dia, você tem mais lugares onde pode contar com a comodidade de pagar suas despesas com

cartões de crédito.

b) Realizada a primeira vez em outubro passado, a Semana de Arte e Cultura da USP tenta conquistar seu

espaço na agenda cultural de São Paulo.

c) Carro quebra no meio da estrada e casal pede ajuda a um motorista que passa pelo local.

d) Quisera falar com o ladrão, e nada fizera.

e) E seu irmão Dito é dono daqui?

18
18
18
18

15.

Leia o outdoor abaixo:

18 15. Leia o outdoor abaixo: Identifique o erro ortográfico que denunciou o crime desta notícia.

Identifique o erro ortográfico que denunciou o crime desta notícia.

Leia a tira abaixo e responda à questão 16.

notícia. Leia a tira abaixo e responda à questão 16. 16. A cacofonia é o resultado

16. A cacofonia é o resultado da função de sons e o surgimento de um ruim. (0,4) Com base nessa informação relacione as duas possíveis cacofonias presentes na tirinha.

17. Preencha as lacunas com as palavras parônimas adequadas. (0,5)

a) Todos eles

b)

c) Iremos à

d) Nas festas de São José é comum

e) Marechal Rondon estava coberta pela

o prazer de bela melodia. (fruem - fluem)

para

Estava muito

quanto custava aquele aparelho. (apreçar - apressar)

medieval. (xácara - chácara)

balões e vê-los (cerração - serração)

(ascender -acender)

para lermos deliciosa

19
19

INGLÊS

PROFESSOR(A) ALEX

Fill in the blanks with the suitable Question Tag

1. Mary likes to swim,

?

2. John wanted to see you,

?

3. She didn’t study it,

?

4. Michael wasn’t happy,

?

5. He doesn’t cry very easily,

?

6. They’ve answered everything,

?

7. You want to be a doctor,

?

8. Let’s go out for dinner,

?

9. Peter can swim well,

?

10. Pamela hurt her leg,

?

Rewrite the sentences using the Genitive Case

1. The friends of Mike study here.

2. The desks of the teachers are broken.

3. The uncle of Sam and Bob visited them yesterday.

4. The dress of that woman is too tight.

5. The girlfriends of Tom and Terry came here last weekend.

6. This is the car of Adrian.

7. Have you ever read the poetry of Drummond and Quintana?

8. The parents of David are away.

20
20
20
20

9. Do you know where the documents of Dr. O’Brian are?

10. I haven’t heard of the new movie of David Fincher.

Fill in the blanks with who, whom or which accordingly. Use an X when the relative pronoun can be omitted. Use more than one pronoun when possible.

1. This is the woman

2. Do you know the girl

3. Did you see the magazines

4. The teacher

5. The woman

6. That is the only person in

7. This is the newspaper in

8. The record

9. Who is the lawyer with

10. They are the doctors

caused the accident.

called me?

were here?

I met is Mr. Brown.

dress is black is Sally.

I trust.

you were mentioned.

I bought is excellent.

you spoke?

I’d like to meet.

21
21
21
21

ESPANHOL

PROFESSOR(A) AURILENE

TEXTO I

Lea atentamente los textos de los carteles.

IMAGENES DE BUENOS AIRES REFLEJO DE TANGO Este es el nombre de un espectáculo de tango que se gestó un poco aquí y otro poco en París. Sus integrantes (ver aviso) comenzaron a grabar un disco compacto y en el transcurso de la grabación les surgió la idea de presentar un avance de dicho trabajo en el Café Tortoni. Los temas elegidos, entre ellos algunos propios, tienen un clima muy especial que les permite colocar cada canción como si fueran una postal, un color o hasta un aroma de Buenos Aires. El resto es mejor escucharlo y sentirlo en la piel y en el alma. Como todos los sueños, nada mejor que experimentarlos uno mismo. Vale la pena conocerlos, se presentan los sábados 13 y 27 a las 23.30 hs. en la Sala Alfonsina Storni.

Con Sabor Mistongo y la Fuerza del Arrabal. Che Tango Che SILVIA GAUDÍN TANGO EN DU0 Bandoneón invitado Gustavo Batistesa

Como una postal, un color o un aroma ciudadano

IMAGENES

DE

BUENOS AIRES

(Reflejo de Tango) Laura Casariego voz

 

Néstor

Díaz

Bailan Marita y Adrián Miércoles a las 21 hs. Sábado 20 a las 23.30 hs. Sala Alfonsina Storni Entrada $9 Cons. min. $6

Guitarra y arreglos

Bachi

Ferreyra

Piano

y

arreglos

Pablo

Parera

Cello

Julio

Ferreyra

 

Bajo Sábados 13 y 27 - 23.30 hs. Sala Alfonsina Storni Entrada $8. Cons. min. $6

Basándose en las informaciones de los carteles, CONTESTE las preguntas.

01. ¿Qué es Reflejo de Tango? ¿Cómo fue su concepción?

02. ¿Qué días no hay espectáculos en la sala Alfonsina Storni?

03. ¿Por qué vale la pena conocer a los integrantes de Reflejo de Tango?

04. ¿Por qué los temas elegidos por los que integran el grupo son especiales?

22
22

05. Saque del trecho anterior que habla una contracción, diga su formación y lo que has entendido por esa partícula. (1,0)

06. Saque del texto I cinco signos de puntuación y diga sus nombres.

07. Traducir a la lengua portuguesa.

a) Rubia

b) Roja

c) Polvo

d) Semillas

08. Complete la frase con la forma correcta.

a) (Él / El )

b) – Le engarqué un

no se parece nada al padre.

(te

/ té) riquísimo a mi padre.

09. Escribe las letras deletreadas y descubre la frase escondida:

¿Qué dice? Eme – e / ge – u – ese – te – a / de – e – ese – a – i griega - u – ene – a – ere / pe – a – ene / ce – o – ene cu – u – e – ese – o / i griega / jota – a – eme – ó – ene.

10. Pon delante de cada palabra el artículo correspondiente:

a)

águila.

b)

hache.

c)

hambre.

d)

amistad.

e)

hada.

f)

amor

g)

agua.

/

11. Explica cómo debemos proceder para la formación del futuro simple del modo indicativo.

12. Conjuga los verbos hablar y vender en el futuro simple.

23
23

13. Conjuga los verbos hablar y partir en el condicional.

14. Explica cómo debemos proceder para la formación del futuro condicional del modo indicativo

15. ¿ Qué has entendido por cacofonía? Ejemplifica.

Tres cosas en la vida no se puede volver atrás, la palabra dicha, la flecha lanzada y la oportunidad perdida. (proverbio griego). Buena suerte. Buenas vacaciones. Tu maestra: Aurilene Barbosa.

24
24
24
24

GEOMETRIA

PROFESSOR(A) JÚNIOR

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25
25
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25 01. (UFMG) O volume de uma caixa cúbica é 216 litros. A medida de sua

01.

(UFMG) O volume de uma caixa cúbica é 216 litros. A medida de sua diagonal, em centímetros, é:

02.

a) 0,8 ÷3 .

b) 60.

c) 900 ÷3 .

d) 6.

e) 60 ÷3 .

(ITA-SP) Dado um prisma hexagonal regular, sabe-se que sua altura mede 3 cm e que sua área lateral é o dobro da área de sua base. O volume deste prisma, em cm 3 , é:

03.

.

a) 27 ÷3 .

b) 12.

c) 17 ÷5 .

d) 13 ÷2.

e) 54 ÷3 .

(FEI-SP) De uma viga de madeira de seção quadrada de lado 10 cm extraem-se uma cunha de altura h = 15 cm, conforme a figura. O volume da cunha é:

a)

b)

c)

d)

e)

250 cm 3 . 1 000 cm 3 . 500 cm 3 1 250 cm 3 . 750 cm 3 .

000 cm 3 . 500 cm 3 1 250 cm 3 . 750 cm 3 .
26
26
26
26

04. (Uece) Numa pirâmide quadrangular regular, uma aresta da base mede 2 ÷2 cm e uma aresta lateral mede ÷22 cm. O volume dessa pirâmide, em cm 3 , é:

a) 7÷2.

b) 8÷ 2.

c) 9÷2.

d) 10÷2.

05. (UEL-PR) As superfícies de um cubo e de um octaedro regular interpenetram-se, dando origem à figura F mostrada a seguir. Sobre cada face do cubo elevam-se pirâmides que têm a base quadrada e as faces em forma de triângulos eqüiláteros. Os vértices das bases das pirâmides estão localizados nos pontos médios das arestas do cubo e do octaedro. A aresta do cubo mede 2 cm. Qual o volume do sólido limitado pela figura F?

a)

b)

c)

d)

e)

12 cm 3 14 cm 3 18 cm 3 16 cm 3 20 cm 3

e) 12 cm 3 14 cm 3 18 cm 3 16 cm 3 20 cm 3

06. (UFPE) Considere um tanque com a forma de um cone invertido de raio da base 6 m e altura 8 m. Deixa-se cair dentro do tanque uma esfera de raio 3 m. Assinale a alternativa correspondente à distância do centro da esfera ao vértice do cone.

a) 4 m

b) 2 m

c) 5 m

d) 10 m

e) 6 m

07. (UFRGS) Uma panela cilíndrica de 20 cm de diâmetro está completamente cheia de massa para doce, sem exceder sua altura de 16 cm. O número de doces em formato de bolinhas de 2 cm de raio que se podem obter com toda a massa é:

a) 300.

b) 250.

c) 200.

d) 150.

e) 100.

08. (UEL-PR) Um cone circular reto tem altura de 8 cm e raio da base medindo 6 cm. Qual é, em centímetros quadrados, sua área lateral?

a) 20π

b) 30π

c) 40π

d) 50π

e) 60π

09. (Vunesp) Considere um prisma hexagonal regular, sendo a altura igual a 5 cm e a área lateral igual a 60 cm 2

a) Encontre o comprimento de cada um de seus lados.

b) Calcule o volume do prisma.

27
27

10.

11.

a)

b)

12.

13.

(UFPE) Na figura a seguir o cubo tem aresta igual a 9 cm e a pirâmide tem um vértice no centro de uma face e como base a face oposta. Se V cm 3 é o volume da pirâmide, determine 1/3 V.

Se V cm 3 é o volume da pirâmide, determine 1/3 V. (Unifesp) Um recipiente, contendo

(Unifesp) Um recipiente, contendo água, tem a forma de um cilindro circular reto de altura h = 50 cm e raio r = 15 cm. Este recipiente contém 1 litro de água a menos que sua capacidade total.

Calcule o volume de água contido no cilindro (use π = 3,14).

Qual deve ser o raio R de uma esfera de ferro que, introduzida no cilindro e totalmente submersa, faça transbordarem exatamente 2 litros de água?

(Vunesp) Um retângulo de medidas 3 cm e 4 cm faz uma rotação completa em torno de seu lado maior, conforme a ilustração.

Adotando π = 3,14:

a) Encontre a área total da figura gerada;

b) Encontre o volume da figura gerada.

da figura gerada; b) Encontre o volume da figura gerada. (Ufes) O setor circular sombreado, com

(Ufes) O setor circular sombreado, com 6 cm de raio, transforma-se na superfície lateral de um cone, após “colagem” de seus bordos pontilhados, como ilustrado nas figuras a seguir:

bordos pontilhados, como ilustrado nas figuras a seguir: a) Qual a medida do raio da base

a) Qual a medida do raio da base desse cone?

b) Qual o volume do cone tendo essa base e a superfície lateral descrita anteriormente?

28
28

14. (Unemat-MT) Uma caixa retangular é entregue para Carla para analisar, medir e realizar alguns cálculos. Ao final ela concluiu que:

1) Se a caixa apresentar as medidas de três arestas diferentes, respectivamente a = 10 cm, b = 20 cm e c = 30 cm, seu volume será igual a 6 litros. 2) Se as faces forem iguais e suas arestas apresentarem a mesma medida, esta caixa terá o mesmo formato que um cubo. 3) Se as arestas medirem a = 3 cm, b = 4 cm e c = 5 cm, a área total das faces desta caixa será igual a 80 cm 2 4) Se a caixa apresentar suas arestas todas iguais a 4 cm, aumentando em cada uma 1 cm, seu volume aumentará em 25%.

15. (UFT-TO) Para fabricar-se uma caixa em forma de paralelepípedo, com 8 m de comprimento e com a altura

igual à largura, ambas medindo x metros de comprimento, utilizou-se uma chapa metálica cuja área mede 322

m

2

. Considerando-se essas informações, é correto afirmar que o volume dessa caixa é de:

a)

b)

c)

d)

300 m 3 . 322 m 3 . 392 m 3 . 400 m 3 .

16. (UnB-DF)

Minha casa é engraçada Desenho espetacular

A

parede é inclinada

E

o chão retangular

Chão e teto semelhantes Estão em proporção

Oito vezes a área do teto

É a metade da área do chão

Oito vezes a área do teto É a metade da área do chão Quatro paredes têm

Quatro paredes têm a casa Uma à outra, tão igual Quatro paredes muito grandes 100 m 2 de área lateral

Com uma pergunta quero terminar

Minha altura você pode calcular?

O teto da casa nunca vou alcançar

Pois minha altura teria de dobrar Uma pista ainda devo anunciar

Em forma de quadrinha singular

Batatinha quando nasce Esparrama-se pelo chão Ocupando totalmente

Os 64 m 2 de extensão

Com base nas informações do texto acima, escolha apenas uma das opções a seguir e faça o que se pede desconsiderando a parte fracionária do resultado fina obtido, após efetuar todos os cálculos solicitados.

1)

Calcule a área, em m 2 , do teto da casa.

2)

Calcule a altura, em metros, de um dos quatro quadriláteros que formam as paredes da casa.

3)

Calcule a altura, em decímetros, do dono da casa.

29
29

01. Resolva as equações em IR.

2 a) sen2x = 2 Ê p ˆ 1 b) cos Á x + ˜
2
a) sen2x =
2
Ê
p
ˆ
1
b) cos Á x
+
˜
= - 2
Ë 5
¯

ÁLGEBRA

PROFESSOR(A) ABRAÃO

02. Resolva as equações abaixo em IR.

a) 4 . sen 2 x - 1 = 0

b) 9 . tg 2 x - 3 = 0

c)

d)

sec 2 x - 2 = 0 tg 2 x - 3 = 0

03. Resolva as equações abaixo em IR

a) b) 2 . sen 2 x - 5 . senx + 2 = 0

c) cos 2 x - 4 . cosx + 3 = 0

sen 2 x - 4 sen x - 5 = 0

04. (FGV-SP) A soma das raízes da equação sen 2 x - sen(-x) = 0, no intervalo [0, 2p], é:

05. Calcule os valores de x, com 0 £ x £ 2p, de modo que 2cos 2

Ê x

Á

Ë

2

ˆ

˜- 7 cos Á

¯

Ê

Ë

x ˜+ ˆ 3

2

¯

06. (Ufscar-SP) O valor de x, 0 £ x £

a)

b)

c)

d)

e)

p

2

p

3

p

4

p

6

0

p

2

, tal que 4. (1 - sen 2 x) . (sec 2 x - 1) = 3 é:

= 0 .

07. Determine os valores de x para os quais (cosx . cossecx) -1 = 1

08. (Fuvest-sP) A soma das raízes da equação sen 2 x - 2 . cos 4 x = 0, que estão no intervalo [0, 2p], é:

a) 2p

b) 3p

c) 4p

d) 6p

e) 7p

30
30

09. Determine o conjunto solução da equação 3 tg2x - 27 = 0, para x Œ [0, 2p].

10. (FGV-SP) O número de soluções da equação 1 + senx - 2 |cos2x| = 0, com £ x < 2p, é:

a) 8

b) 7

c) 6

d) 5

e) 4

11. (Ufscar-sP) O conjunto solução da equação sen Á Ê 8 p

9

Ë

a)

b)

c)

d)

e)

Ï 2p

Ì

Ó

Ï 5p

Ì

6

Ï 3p

Ó

3

4

p

¸

˝

˛

¸

˝

˛

¸

˝

˛

,

3

p

7

,

6

p

5

Ì

Ó

Ï p

Ì

Ó

Ï p

Ì

Ó

4

,

4

11

p

6

,

5

6

p

3

,

3

¸

˝

˛

¸

˝

˛

12. Determine o domínio das seguintes funções:

a) f(x) = log(sen2x) x 2 + 2 b) g(x) = Ê p ˆ cos
a) f(x) =
log(sen2x)
x
2 + 2
b) g(x) =
Ê
p
ˆ
cos Á x +
˜
Ë 2
¯
c) h(x) = log(tgx)

13. Determine o domínio da função f(x) =

p ˆ sen Á Ê x - ˜ Ë 2 4 ¯
p
ˆ
sen Á Ê x
-
˜
Ë 2
4
¯

+

8 p

27

+

8

p

81

 

ˆ

+

˜=

¯

cos

x com x

,

Œ

[ 0, 2

p

[

, é:

14. Determine os valores de x para os quais 2sen 2 x + senx 1, com x Π[0, 2p].

15. Resolva as equações a seguir, para x Œ [0, 2p].

a)

-

1 3 £ senx £ 2 2
1
3
£ senx £
2
2

b) - 1 £ tgx

< -

3
3

3

16. Resolva, em IR, a inequação sen 2

Ê x

Á

Ë

2

+

ˆ

p

6 ˜-

¯

1

2

0.

31
31

17. Resolva a inequação 2 . sen 2 x - 3 . senx < -1, para x Œ [0,2p].

18. Calcule os valores de x para que 2cos 2 x >

]. 18. Calcule os valores de x para que 2cos 2 x > 3 cosx, com

3 cosx, com x Π[0,2p].

19. Determine os valores de x de modo que cos 2 x - 2cosx £ 15.

20. (UFMA-MA) A interseção do conjunto solução da inequação

È

a) 0,

Í

Î Í

È

b) 0,

Í

Î Í

p È» ˘

Í

6

Î

È

Í

˚ Í

Î

˙ ,2 p

5

p

6

p È» ˘

Í

Î

5 p

6

˙

˚ 6

, p

˘

˙

˙

˚

c)

È

Í

Í

Î

È

d) -

Í Î

0,

p

6

È» ˘

Í

Î

˙

˚

7p

p

6

,
6

˘

˙

˚

e) È p

6

5 p

˘

˙

,

Î Í ˚

6

5

p

6

,2 p

˘

˙

˙

˚

2 1 - cos x
2
1 - cos
x

+ senx < 1 com o intervalo [0, 2p[ é:

32
32
32
32

BIOLOGIA I

PROFESSOR(A) NIVALDO

01.

Um pesquisador estudou uma célula ao microscópio eletrônico, verificando a ausência de núcleo e de compartimentos membranosos. Com base nessas observações, ele concluiu que a célula pertence a que ser vivo e a qual reino provavelmente esse ser vivo pertence?

02.

Nas bactérias, o MESOSSOMO apresenta uma coleção enzimática responsável por um processo que também ocorre nas mitocôndrias. Qual é esse processo?

03.

Cite o nome e dê a função da única estrutura citoplasmática comum às células eucarióticas e procarióticas.

04.

Há um século atrás, Louis Pasteur, investigando o metabolismo do levedo, um organismo anaeróbico facultativo, observou que, em solução de água e açúcar, esse microorganismo se multiplicava. Observou também que a multiplicação era maior quando a solução era aerada.

a) Explique a importância do açúcar para o levedo.

b) Justifique a diferença de crescimento nas condições aeróbica e anaeróbica.

05.

Fungos e bactérias têm sido considerados, por muitos, os "vilões" entre os seres vivos. Sabemos, entretanto, que ambos apresentam aspectos positivos e desempenham importantes funções ecológicas.

a) Cite uma forma pela qual bactérias e fungos podem contribuir para a reciclagem de nutrientes minerais.

b) Cite um exemplo de conquista científica no combate a infecções que foi possível a partir da utilização de fungos.

06.

Os fungos mais simples normalmente se reproduzem apenas por esporos, sendo extensa a nomenclatura dos esporos, que depende de sua origem e estrutura.

dos esporos, que depende de sua origem e estrutura. ( ) Em a e b são

(

) Em a e b são mostrados basidiósporos, que são esporos muito pequenos, produzidos em fila na extremidade das hifas.

(

) "Arpergillus" e "Penicillium" são ascomicetos relativamente comuns sobre frutos podres, que dão a cor azulada às laranjas emboloradas e que reproduzem-se por conidiósporos conforme a e b respectivamente.

(

) Em c são mostrados endósporos produzidos no interior de um esporângio, como no bolor comum.

(

) Em d mostra-se a formação de conidiósporos, produzidos numa estrutura especial, dilatada, na extremidade de uma hifa e chamada conídio.

(

) Em e mostra-se a formação de ascósporos no interior de um esporângio chamado asco.

07.

O molho de soja mofado vem sendo usado na China, há mais de 2.500 anos, no combate a infecções de pele. Durante a Segunda Guerra Mundial, prisioneiros russos das prisões alemãs que aceitavam comer pão mofado sofriam menos infecções de pele que os demais prisioneiros, os quais recusavam esse alimento.

a) O que é mofo?

b) Por que esses alimentos mofados podem combater as infecções de pele?

33
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08.

As

leveduras podem viver tanto na presença quanto na ausência do gás oxigênio.

a) Que processos de obtenção de energia as leveduras realizam em cada uma dessas situações?

 

b)

Em qual das situações a atividade metabólica das leveduras é mais alta? Por quê?

09.

Os cogumelos são seres vivos representantes do reino Fungi. Algumas espécies são comestíveis, outras alucinógenas e outras, ainda, venenosas. Sobre esses seres, RESPONDA:

a)

Como ocorre seu processo de nutrição?

b)

Alguns fungos estão associados a animais ou plantas. COMENTE sobre uma associação de fungos com outros seres vivos.

10.

 
 
 

O

desenho acima representa o ciclo vital de um fungo ascomiceto. A respeito dele são feitas as seguintes

 

afirmações:

 

I. A indica o ascocarpo (corpo de frutificação), constituído por hifas tanto monocarióticas como dicarióticas.

II. B indica o asco, contendo 8 ascósporos diplóides.

III. A meiose que ocorre em C é denominada zigótica.

Qual(is) afirmativa(s) esta (ão) correta(s). Justifique.

11.

O

impressionante exército de argila de Xian, na China, enfrenta finalmente um inimigo. O oponente é um

batalhão composto por mais de quarenta tipos de fungos, que ameaça a integridade dos 6000 guerreiros e cavalos moldados em tamanho natural. Os fungos que agora os atacam se alimentam da umidade provocada pela respiração das milhares de pessoas que visitam a atração a cada ano.

 

(Adaptado de "Veja", 27/09/2000).

 

a) Ao contrário do que está escrito no texto, a umidade não é suficiente para alimentar os fungos. Explique como os indivíduos do Reino Fungi se alimentam.

b) Os fungos são encontrados em qualquer ambiente. Como se explica essa grande capacidade de disseminação?

12.

Observe a figura a seguir e faça o que se pede:

12. Observe a figura a seguir e faça o que se pede: PDF created with pdfFactory
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a) O organismo representado na figura pertence ao reino 'Fungi'. Cite duas características que são fundamentais para a sua inclusão nesse reino.

b) Qual é a forma de reprodução apresentada pelo "bolor do pão"?

13. O vírus da AIDS, cuja estrutura é representada a seguir, parasita os linfócitos, células diretamente envolvidas na defesa do organismo.

células diretamente envolvidas na defesa do organismo. Com relação a este vírus considere as proposições: 1

Com relação a este vírus considere as proposições:

1 - O vírus da AIDS é um retrovirus capaz de produzir molde de DNA, pela ação da enzima transcriptase reversa, a partir do RNA.

2 - Certas substâncias como o A.Z.T., conseguem frear a reprodução viral, devido à transcriptase.

3 - Após sintetizar o DNA viral (fita única), o RNA do vírus da AIDS se desintegra (degradação), ocorrendo posteriormente a formação de um provirus de DNA.

4 - O envoltório externo do vírus da AIDS, constituído por moléculas de lipídios, associadas a proteínas é dispensável para a penetração viral na célula.

Quais as proposições corretas? Explique.

14. Apesar dos esforços de numerosas equipes de cientistas em todo o mundo, uma vacina contra a gripe, que imunize as pessoas a longo prazo, ainda não foi conseguida. A explicação para isso é que o vírus da influenza, causador da gripe, sofre constantes mutações. Por que essas mutações diminuem a eficácia das vacinas?

15. O gráfico abaixo demonstra, no organismo humano, a relação entre os linfócitos T e o vírus da imunodeficiência humana (HIV), ao longo de dez anos de curso da síndrome da deficiência imunológica adquirida (AIDS).

da síndrome da deficiência imunológica adquirida (AIDS). Explique as razões das quedas das concentrações de: a)

Explique as razões das quedas das concentrações de:

a) linfócitos T;

c) HIV.

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BIOLOGIA II

PROFESSOR(A) KLEBERT

01. (G1) Qual a importância da minhoca na agricultura?

02. (G1) Quais as principais características dos Anelídeos?

03. (Unicamp) O jornal "O Estado de São Paulo" de 2 de agosto de 1997 noticiou a descoberta de "colônias de

vermes desconhecidos escondidos em metano congelado emergindo do fundo do mar (

parecem pertencer a uma espécie nova na família dos organismos conhecidos como poliquetos ( parecem cegas, mas têm bocas, aparelho digestivo e um sistema de circulação complexo."

)

As criaturas

).

Elas

As características mencionadas não permitem classificar esses novos organismos como poliquetos.

a) A que filo pertencem os poliquetos?

b) Cite duas características que, em conjunto, permitiriam identificar esses animais como poliquetos.

c) Quais são as outras duas classes deste filo? Dê uma característica de cada uma que as diferencie dos poliquetos.

04. (Unesp) O camarão e a abelha são animais pertencentes ao mesmo filo, embora separados em classes distintas. Cite:

a) duas características que permitam agrupá-los no mesmo filo;

b) duas características que os separam em classes distintas.

05. (G2) Caracterize os representantes da classe Aracnídeos, ordem 'Araneida' quanto a:

a) segmentação do corpo.

b) número de antenas.

c) número de patas.

06. (G1) Quais são as características dos artrópodes? Dê dois exemplos de animais que pertençam a cada um das três classes principais de artrópodes.

07. (G1) Compare o esqueleto dos moluscos com o dos equinodermos. Quais as semelhanças e diferenças entre eles?

08. (G1) Em relação aos equinodermos, responda:

a) Onde vivem?

b) De que se alimentam?

c) Dê três exemplos de animais pertencentes a esse filo.

09. (G1) O que é e quais as funções do sistema ambulacrário nos animais como as estrelas-do-mar?

10. (G1) Os moluscos têm o corpo dividido em três partes. Quais são elas? Qual a função de cada uma?

11. (G1) O que é rádula? Em que classes de Moluscos ocorrem esta estrutura?

12. (G1) Dê exemplos representativos das seguintes Classes do Filo Moluscos:

a) Cefalópodes:

b) Gastrópodes:

c) Bivalves (ou Lamelibrânquios):

13. (G1) Como é a respiração nos moluscos? Dê três exemplos de animais pertencentes a esse filo.

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14. (Unifesp) Os quadrinhos retirados da "Folha de S. Paulo" (03.10.2001) fazem referência ao exoesqueleto.

Paulo" (03.10.2001) fazem referência ao exoesqueleto. a) O exoesqueleto, é uma característica exclusiva dos

a) O exoesqueleto, é uma característica exclusiva dos insetos? Justifique.

b) Cite uma vantagem e uma desvantagem adaptativa decorrentes da presença do exoesqueleto.

15. (Uflavras) Citar:

1.

As estruturas utilizadas nas trocas gasosas, nos seguintes grupos:

a)

Insetos

b)

Aracnídeos

c)

Crustáceos

2.

Duas características exclusivas de artrópodes comuns às classes desse filo.

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QUÍMICA I

PROFESSOR(A) ERÁCLITO

01. Considerando que a meia-vida do 214 Bi é de 20 meses calcule, a partir de uma amostra com 1,000 g de 214 Bi, quantos miligramas restarão depois de 5 anos?

02. (Unicamp) A equação a seguir representa, de maneira simplificada e incompleta, a formação de aldeídos na oxidação que ocorre em gorduras insaturadas, fenômeno responsável pelo aparecimento de gosto ruim (ranço), por exemplo na manteiga.

R - C = C - R + O‚ ë R - C - H

a) Escreva a equação química completa.

Para evitar a deterioração dos alimentos, inclusive em função da reação anterior, muitas embalagens são hermeticamente fechadas sob nitrogênio ou sob uma quantidade de ar muito pequena. Além disso, nos rótulos de diversos produtos alimentícios embalados desta forma, encontram-se, freqüentemente, informações como:

- Validade: 6 meses da data de fabricação se não for aberto.

- Após aberto deve ser guardado, de preferência, em geladeira e consumido em até 5 dias.

- Contém antioxidante.

Pode-se dizer que o antioxidante é uma substância, colocada no produto alimentício, que reage "rapidamente" com oxigênio. Baseando-se nas informações anteriores responda em termos químicos:

b) Por que este prazo de validade diminui muito após a abertura da embalagem?

c) Por que a recomendação de guardar o alimento em geladeira depois de aberto.

03. (Fuvest) A seqüência das reações I e II é proposta para explicar a destruição do ozônio da estratosfera. Os átomos de Cl se formam pela ação de radiação de alta energia sobre os clorofluorocarbonos (CFC).

de alta energia sobre os clorofluorocarbonos (CFC). a) Pode-se dizer que os átomos de cloro atuam

a) Pode-se dizer que os átomos de cloro atuam como catalisadores na destruição do ozônio. Explique o porquê.

b) A destruição do ozônio representada pela equação III é favorecida por baixas ou altas temperaturas? Justifique com base no DH da reação.

04. (Ita) Certa reação química exotérmica ocorre, em dada temperatura e pressão, em duas etapas representadas pela seguinte seqüência de equações químicas:

A

+ B ë E + F + G

E

+ F + G ë C + D

Represente, em um único gráfico, como varia a energia potencial do sistema em transformação (ordenada) com a coordenada da reação (abscissa), mostrando claramente a variação de entalpia da reação, a energia de ativação envolvida em cada uma das etapas da reação e qual destas apresenta a menor energia de ativação. Neste mesmo gráfico, mostre como a energia potencial do sistema em transformação varia com a coordenada da reação, quando um catalisador é adicionado ao sistema reagente. Considere que somente a etapa mais lenta da reação é influenciada pela presença do catalisador.

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05. (Ufc) Dado o diagrama de entalpia para os processos de adsorção e dissociação de O‚, em superfície de

platina:

e dissociação de O‚, em superfície de platina: a) Calcule os valores das variações de entalpia,

a)

Calcule os valores das variações de entalpia, ÐH, para as seguintes etapas:

1)

O 2 (g) ë O 2 (adsorvido)

2)

O 2 (adsorvido) ë 2 O (adsorvido)

3)

O 2 (g) ë 2 O (adsorvido)

b)

Calcule o valor da energia de ativação da etapa:

O 2 (adsorvido ) ë 2 O (adsorvido)

06. (Ufc) O gráfico adiante expressa a variação de concentração de uma determinada espécie em função do tempo de experimento, a uma temperatura constante, segundo uma cinética de primeira ordem. Dado: ln2 = 0,693.

segundo uma cinética de primeira ordem. Dado: ln2 = 0,693. a) Qual é o valor da

a) Qual é o valor da constante de velocidade?

b) Em qual dos estágios - I, II ou III -, indicados na figura anterior, detecta-se a maior velocidade instantânea para essa reação? Justifique sua resposta.

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07. (Ufpr) Peróxidos são compostos que apresentam o grupo (-O-O-), em que o estado de oxidação do elemento oxigênio é -1. O peróxido de hidrogênio (H 2 O 2 ), também conhecido como água oxigenada, é um agente oxidante poderoso, daí sua utilização como anti-séptico ou alvejante. Com base nestas informações, responda:

a) Porque, ao longo do tempo, a água oxigenada perde sua atividade? Explique o que ocorre e represente a equação do processo envolvido.

b) Qual seria o melhor ambiente para conservar um frasco contendo água oxigenada: uma geladeira ou uma prateleira em uma sala cuja temperatura é de aproximadamente 35°C? Justifique.

08. (Ufrj) A expressão da velocidade de uma reação deve ser determinada experimentalmente, não podendo, em geral, ser predita diretamente a partir dos coeficientes estequiométricos da reação. O gráfico a seguir apresenta dados experimentais que possibilitam a obtenção da expressão da velocidade da seguinte reação:

2 ICØ(g) + H‚(g) ë I‚(g) + 2 HCØ(g).

reação: 2 ICØ(g) + H‚(g) ë I‚(g) + 2 HCØ(g). a) Escreva a expressão da velocidade

a) Escreva a expressão da velocidade desta reação.

b) Calcule o número de mols de cada produto ao final da reação apresentada se, no início, há 3 mols de cada reagente.

09. (Ufu) Através da oxidação de dióxido de enxofre, é obtido o trióxido de enxofre, um dos principais componentes da chuva ácida, conforme a reação representada pela equação abaixo.

2SO‚(g) + O‚(g) Ï 2SOƒ(g)

Considerando um recipiente de volume fixo, em que a reação entre SO‚ e O‚ está em equilíbrio, responda:

a) O que ocorrerá com a velocidade da reação de formação de SOƒ, se for adicionado mais O‚? Justifique.

b) O que ocorrerá com as energias de ativação nos sentidos direto e inverso, se for adicionado mais O‚?

Justifique.

c) O que ocorrerá com a velocidade de formação de SOƒ se for aumentado o volume do frasco reacional?

Justifique.

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10. (Unesp) Colocou-se solução concentrada de peróxido de hidrogênio num recipiente de vidro à temperatura ambiente, sem que nenhuma reação visível fosse observada. Com a adição de pequena porção de dióxido de manganês sólido à solução, ocorreu a liberação rápida de grande quantidade de oxigênio gasoso.

a) Que tipo de fenômeno físico-químico o dióxido de manganês promoveu?

b) Que alteração energética o dióxido de manganês sólido produz no sistema?

11. (Unesp) Explique os seguintes fatos experimentais:

a) Limalha de ferro dissolve-se mais rapidamente em ácido clorídrico se a mistura for submetida à agitação.

b) A hidrólise alcalina de acetato de etila é mais rápida a 90°C de que a temperatura ambiente.

12. (Unesp) Em duas condições distintas, a decomposição do NH„NOƒ, por aquecimento, conduz a diferentes

produtos:

I. NH„NOƒ puro

NH„NOƒ(s)

aquecimento

ë

N‚O(g) + 2H‚O(g) + 169kJ

II. NH„NOƒ em presença de impurezas de cloreto:

NH„NOƒ(s)

aquecimento

ë

N‚(g) + 2H‚O(g) + 1/2O‚(g) + 273kJ

Explique, em termos de energia de ativação:

a) Por que a decomposição do NH„NOƒ puro ocorre pelo processo representado em I, embora aquele

representado em II corresponda a um processo mais exotérmico?

b) O papel do íon cloreto na decomposição representada em II.

13. (Unesp) A fonte energética primária do corpo humano vem da reação entre a glicose (C†H‚O†) em solução e

o oxigênio gasoso transportado pelo sangue. São gerados dióxido de carbono gasoso e água líquida como produtos. Na temperatura normal do corpo (36,5°C), a interrupção do fornecimento energético para certos órgãos não pode exceder 5 minutos. Em algumas cirurgias, para evitar lesões irreversíveis nestes órgãos, decorrentes da redução da oxigenação, o paciente tem sua temperatura corporal reduzida para 25°C, e só então a circulação sangüínea é interrompida.

a) Escreva a equação química balanceada que representa a reação entre a glicose e o oxigênio.

b) Explique por que o abaixamento da temperatura do corpo do paciente impede a ocorrência de lesões durante a interrupção da circulação.

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41

14. (Fuvest) Rutherford determinou o valor da constante de Avogadro, estudando a série radioativa abaixo onde está indicado o modo de decaimento de cada nuclídeo.

onde está indicado o modo de decaimento de cada nuclídeo. a) Escreva as equações de desintegração

a)

Escreva as equações de desintegração dos nuclídeos nas etapas II e III da série dada. Indique todos os números atômicos e de massa.

b) Calcule a constante de Avogadro, sabendo que:

- 1,0g de rádio, Ra, produz 3,0 x10 15 partículas ‘ por dia, na etapa I da desintegração.

- Uma vez formado o radônio, Rn, este e os demais nuclídeos que o sucedem se desintegram rapidamente até dar o último nuclídeo (Pb) da série apresentada.

- As partículas ‘ transformam-se em átomos de hélio.

- 1,0g de rádio, Ra, considerando-se todas as etapas da desintegração, produz, em 80 dias, 0,040 mL de gás hélio, medido a 25°C e 1 atm.

Dado: volume molar dos gases a 25°C e 1atm = 25L/mol

15. (Uerj) Dois elementos recém-descobertos, X e Y, não aparecem ainda nas tabelas periódicas dos livros de química. O experimento que levou a essa descoberta consistiu na aceleração de átomos de kriptônio-86 contra uma chapa metálica de chumbo-208. Nesse processo, formou-se o nuclídeo X e houve emissão de um nêutron. O nuclídeo X sofreu decaimento natural por emissão alfa, produzindo o nuclídeo Y, que possui em seu núcleo 116 prótons.

Determine o nome da família a que pertence o nuclídeo X e o número de massa do nuclídeo Y.

16. (Uerj) Na datação de rochas pode-se empregar a técnica do potássio-40. A conversão deste isótopo em argônio-40, por captura de elétron, tem meia-vida de 1,28 x 10ª anos e é representada pela seguinte equação:

¥¡K‰ + ¡e÷ ë ¥¡Arˆ

a) Estime a idade, em anos, de uma amostra de rocha cuja razão entre os números de isótopos de argônio- 40 e potássio-40 seja igual a 7. Assuma que todo o argônio presente na rocha foi produzido a partir do

potássio-40.

b) Existe uma outra forma de decaimento do potássio-40, que consiste na emissão de uma partícula beta. Escreva a equação química que representa esta emissão.

17. (Uerj) No tratamento de tumores cancerígenos, recomenda-se a radioterapia, que consiste em tratar a área atingida pelo câncer com a radiação emitida pelo cobalto-60. Esse isótopo tem sua meia-vida igual a 5,25 anos e se desintegra espontaneamente, emitindo partículas beta e produzindo níquel-60 estável. Uma amostra radioativa de massa 200 g, constituída por 95% de cobalto-59 e 5% de cobalto-60, foi colocada em um aparelho radioterápico.

a) Sabendo que o cobalto-59 é estável, determine a relação entre a massa de níquel-60 produzida e a massa de cobalto-60 restante, após 21 anos.

b) Comparando os raios do cobalto metálico e do íon de cobalto III, cite o que apresenta menor tamanho e o elétron diferenciador da espécie iônica cobalto III.

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18. (Ufrj) Glenn T. Seaborg é um renomado cientista que foi agraciado com o Prêmio Nobel de Química de 1951 por seus trabalhos em radioquímica. Em 1974 foi sintetizado, nos Estados Unidos, o elemento de número atômico 106 que, em sua homenagem, teve como nome proposto Seaborgium (³†Sg), ainda não

a)

homologado.

O bombardeio do ‰ˆCf£¥ª por um elemento X produz o ³†Sg£§¤ e 4 nêutrons.

Determine o número atômico e o número de massa do elemento X.

b) Sabendo que um determinado isótopo do ³†Sg perde 50% de sua massa inicial em 10 segundos, calcule a

massa final de uma amostra de 800 gramas deste isótopo após 30 segundos.

19. (Ufrj) Existem diversos tipos de penicilinas, já que uma mesma penicilina não é ativa contra todas as espécies de bactérias. Elas são denominadas pela indústria farmacêutica penicilinas N, G, V, O, etc. As penicilinas apresentam estruturas quirais e a atividade biológica das penicilinas está associada a esta quiralidade.

a) A penicilina estocada na temperatura ambiente perde sua atividade biológica. Medidas da atividade biológica deste antibiótico com o tempo (expresso em semanas) são apresentadas adiante. Usando o gráfico, encontre o tempo de meia-vida, em relação à atividade biológica, deste medicamento (penicilina).

à atividade biológica, deste medicamento (penicilina). b) No caso da penicilina V, mostrada na figura acima,

b) No caso da penicilina V, mostrada na figura acima, a forma dextrógira tem uma atividade biológica de

1696 unidades/mg, e a mistura racêmica de 848 unidades/mg (metade da atividade da forma dextrógira).

A partir deste dado, explique qual deve ser a atividade biológica da forma levógira.

20. (Unesp) A Tomografia PET permite obter imagens do corpo humano com maiores detalhes, e menor exposição à radiação, do que as técnicas tomográficas atualmente em uso. A técnica PET utiliza compostos marcados com †C¢¢. Este isótopo emite um pósitron, ø’¡, formando um novo

núcleo, em um processo com tempo de meia-vida de 20,4 minutos. O pósitron emitido captura rapidamente um elétron, ÷’¡, e se aniquila, emitindo energia na forma de radiação gama.

a) Escreva a equação nuclear balanceada que representa a reação que leva à emissão do pósitron. O núcleo formado no processo é do elemento B(Z=5), C(Z=6), N(Z=7) ou O(Z=8)?

b) Determine por quanto tempo uma amostra de †C¢¢ pode ser usada, até que sua atividade radioativa se

reduza a 25% de seu valor inicial.

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43
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QUÍMICA II

PROFESSOR(A) M. HENRIQUE

01. A partir das informações fornecidas pelas equações:

6

l

)+

2

15

C H (

2

C(g) + O (g)

O (g)

2

Æ

Æ

l

6CO (g)+3H O( )

2

2

ΔH = -781, 4Kcal

6

CO (g)

2

Æ

H

2

O(

 

ΔH = -94,0Kcal

l

)

ΔH = -68,3Kcal

H (g)+

2

1

2

O (g)

2

concluímos que o calor de formação do benzeno, em Kcal/mol, é:

02. A queima incompleta do carbono, produzindo CO, libera 109 kJ/mol. A queima completa do carbono, produzindo CO 2 , libera 393 kJ/mol. Qual o calor liberado na queima de um mol de CO, produzindo CO 2 ?

03. Dada a equação termoquímica:

2Fe(s) +

3

2

O (g)

2

Æ

Fe O (s)

2

3

ΔH = - 822,2kJ

Pode-se afirmar que na formação de 0,5 mol de óxido férrico há:

a) produção de 822,2 kJ

b) absorção de 822,2 kJ

c) produção de 411,1 kJ

d) absorção de 411,1 kJ

e) produção de 205,6 kJ

04. Considerando a reação representada por:

Mg(s) +

1

2

O (g)

2

Æ

MgO(s)

ΔH = 300kJ/mol de MgO(s)

Pode-se afirmar que 300 kJ representam a energia:

a) de ativação da reação

b) usada para romper as ligações químicas dos reagentes

c) liberada na formação das ligações químicas do produto

d) liberada na combustão de 1 mol de Mg(s)

e) absorvida na formação de 1 mol de MgO(s)

05.

A

combustão completa de 1 litro de gasolina libera 3,6 x 10 4 kJ e a de 1 litro de etanol libera 2,2 x 10 4 kJ.

Quantos litros de etanol são necessários para obter a energia fornecida por 1 litro de gasolina?

06.

O

calor de combustão do metano (CH 4 ) é 212 kcal/Mol. Quando 80 gramas de metano são queimados, a

energia liberada é:

07.

São dados os calores de formação (H f ) das seguintes substâncias:

CH 4 : - 74 Kj.mol -1 CO 2 : - 396 Kj.mol H 2 O : - 287 Kj.mol -1

-1

O calor liberado quando 1 litro de metano, medido nas CNTP é queimado de acordo com a equação:

CH 4 + 2O 2 CO 2 + 2H 2 O é:

44
44
44
44

08. A oxidação de 1,00g de gordura num organismo humano libera 9300 calorias. Admitindo que o nosso corpo possui 5300g de sangue, a quantidade de gordura que deve ser metabolizada para fornecer o calor necessário à elevação de temperatura do sangue da temperatura ambiente (25ºC) até a temperatura do nosso corpo (37ºC), é:

Considere o calor específico do sangue igual ao calor específico da água líquida.

09. A oxidação completa de 1 mol de glicose (C 6 H 12 O 6 ) por um organismo aeróbico tem uma variação de energia livre de – 686 Kcal;/mol (equação I). A primeira etapa é a conversão da glicose para ácido lático (equação II) e este processo tem variação de energia livre de – 52 Kcal/mol. A variação de energia livre para completa oxidação do ácido lático à CO 2 e H 2 O é:

Dados: Equações I C 6 H 12 O 6 + 6O 2 6CO 2 + 6H 2 O DG = - 686 Kcal/mol

II C 6 H 12 O 6 2CH 3 CHOHCO 2 DG = - 52 Kcal/mol Ácido lático

10. Uma reação química é uma transformação da matéria na qual ocorrem mudanças qualitativas na composição química de uma ou mais substâncias reagentes, resultando em um ou mais produtos. Envolve mudanças relacionadas à mudança nas conectividades entre os átomos ou íons, na geometria das moléculas das espécies reagentes ou ainda na inter-conversão entre dois tipos de isômeros. Resumidamente, pode-se afirmar que uma reação química é uma transformação da matéria em que pelo menos uma ligação química é criada ou desfeita.

pelo menos uma ligação química é criada ou desfeita. Figura 1. Fumaça branca de cloreto de

Figura 1. Fumaça branca de cloreto de amônio resultante da reação química entre amônia e ácido clorídrico.

Considere a seguinte reação que ocorre a 87° C:

NH 3 (g) + HCl(g)

NH 4 Cl(g) + 240 kJ

Calcule a variação de energia interna (

(Dados: 1 cal @ 4,2 J ; R = 2,0 cal/mol.K ou 8,314 J/mol.K)

U), em calorias (cal), da reação acima.

11. Com base na informação que segue, calcule a quantidade de energia na forma de trabalho (W) que é possível obter a partir da reação HCl(g) + NH 3 (g) NH 4 Cl(g), a 100 °C e 1 atm. (OBS: use o valor da variação de

energia interna da questão anterior)

 

DH

/

kJ mol

.

- 1

f

HCl (g)

-92,3

 

NH 3 (g)

-46,2

 

NH 4 Cl(g)

-315,5

 

12. Considere as transformações abaixo:

S (g) + O 2(g) SO 2(g) SO 3(g) SO 2(g) + 1/2O 2(g) H 2 SO 4(l) SO 3(g) + H 2 O (l)

H 1 = – 70,96 Kcal/mol H 2 = + 23,49 Kcal/mol H 3 = + 31,14 Kcal/mol

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H 2(g) + 1/2O 2(g) H 2 O (l)

H 4 = – 68,32 Kcal/mol

Calcule o calor de formação do ácido sulfúrico líquido:

H 2(g) +

S (g) + 2 O 2(g) H 2 SO 4(l)

13. O sistema abaixo corresponde a transformação isotérmica e reversivelmente de 3 mol de CO 2 , -78° C.

e reversivelmente de 3 mol de CO 2 , -78° C. Em (a) tem-se uma pressão

Em (a) tem-se uma pressão de 1 atm e em (b) tem-se uma pressão de 8 atm. Nesse sentido determine o trabalho (W) no processo e a variação de energia interna ( U).

14. Considere o texto abaixo:

Pergunta feita pelo Professor Fernando, da matéria Termodinâmica, no curso de Engenharia Química da FATEC em sua prova final. Este Professor é conhecido por fazer perguntas do tipo ‘Por que os aviões voam?’ Nos últimos exames, sua única questão nesta prova para a turma foi:

“O inferno é exotérmico ou endotérmico? Justifique sua resposta” Vários alunos justificaram suas opiniões baseados na Lei de Boyle ou em alguma variante da mesma. Um aluno, entretanto, escreveu o seguinte:

Primeiramente, postulemos que o inferno exista e que esse é o lugar para onde vão algumas almas. Agora postulemos que as almas existem; assim elas devem ter alguma massa e ocupam algum volume. Então um conjunto de almas também tem massa e também ocupa um certo volume. Então, a que taxa as almas estão se movendo para fora e a que taxa elas estão se movendo para dentro do inferno? Podemos assumir seguramente que, uma vez que certa alma entra no inferno, ela nunca mais sai de lá. Logo, não há almas saindo. Para as almas que entram no inferno, vamos dar uma olhada nas diferentes religiões que existem no mundo e no que pregam algumas delas hoje em dia. Algumas dessas religiões pregam que se você não pertencer a ela, você vai para o inferno. Se você descumprir algum dos 10 mandamentos ou se desagradar a Deus, você vai para o inferno. Como há mais de uma religião desse tipo e as pessoas não possuem duas religiões, podemos projetar que todas as almas vão para o inferno. A experiência mostra que poucos acatam os mandamentos. Com as taxas de natalidade e mortalidade do jeito que estão, podemos esperar um crescimento exponencial das almas no inferno. Agora vamos olhar a taxa de mudança de volume no inferno. A Lei de Boyle diz que para a temperatura e a pressão no inferno serem as mesmas, a relação entre a massa das almas e o volume do inferno deve ser constante. Existem, então, duas opções:

1) Se o inferno se expandir numa taxa menor do que a taxa com que as almas entram, então a temperatura e a pressão no inferno vão aumentar até ele explodir, portanto EXOTÉRMICO. 2) Se o inferno estiver se expandindo numa taxa maior do que a entrada de almas , então a temperatura e a pressão irão baixar até que o inferno se congele, portanto ENDOTÉRMICO. Se nós aceitarmos o que a menina mais gostosa da FATEC me disse no primeiro ano – ‘Só irei pra cama com você no dia que o inferno congelar’ – e, levando-se em conta que AINDA NÃO obtive sucesso na tentativa de ter relações amorosas com ela, então a opção 2 não é verdadeira. Por isso, o inferno é exotérmico.

a) Mostre que o estado físico é diferente da fase de agregação da matéria mostrando o que caracteriza cada um dos fatores.

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b) O que caracteriza um processo endotérmico e um processo exotérmico?

15. Você já ouviu esta frase: Rolou uma química entre nós! Será que existe mesmo uma explicação científica para

o amor?

A dopamina produz a sensação de felicidade, a adrenalina causa a aceleração do coração e a excitação. A noradrenalina é o hormônio responsável pelo desejo sexual entre um casal, nesse estágio é que se diz que existe uma verdadeira química, pois os corpos se misturam como elementos em uma reação química. Mas acontece que essa sensação pode não durar muito tempo, neste ponto os casais têm a impressão que o amor esfriou. Com o passar do tempo o organismo vai se acostumando e adquirindo resistência, passa a necessitar de doses cada vez maiores de substâncias químicas para provocar as mesmas sensações do início. É aí que entra os hormônios ocitocina e vasopressina, são eles os responsáveis pela atração que evolui para uma relação calma, duradoura e segura, afinal, o amor é eterno!

calma, duradoura e segura, afinal, o amor é eterno! Sabendo que a dopamina possui fórmula molecular

Sabendo que a dopamina possui fórmula molecular C 8 H 11 O 3 N e que sua reação de formação (não balanceada) é:

C (grafite)

+

H 2

+

O 2

+

N 2

C 8 H 11 O 3 N

H = -280 kJ/mol

Qual a massa de dopamina será produzida para que 180 g de água líquida passe para a fase gasosa.

16.

(Dados: H 2 O(l)

H 2 O(g)

H = -7,2 x 10 4 cal/mol)

A sacarose é um alimento importante para o ser humano. O metabolismo dos açúcares envolve reações que

são as fontes de energia para que a célula possa realizar os trabalhos mecânico, elétrico e químico. O metabolismo de açúcares durante a respiração e representado pela reação de combustão:

C 12 H 22 O 11

+

12O 2 12CO 2 + 11H 2 O

DH° (formação)

C 12 H 22 O 11 = - 2222 kJ/mol;

CO 2 = - 394 kJ/mol;

H 2 O = - 286 kJ/mol

Massas molares (g/mol): C = 12; O = 16; H = 1.

Qual a massa de sacarose necessária para a liberação de 314 kJ de energia?

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QUÍMICA III

PROFESSOR(A) JAMES

01.

(UFPR) Explique a finalidade do craqueamento, normalmente observada nas indústrias de petróleo.

02.

(UGF-RJ) Descreva as etapas de obtenção do querosene a partir do petróleo indicando as etapas, em ordem de realização.

03.

(UFPR) Pelo índice de octanas de uma gasolina, o que podemos concluir ?

04.

(PUC-RS) Da destilação fracionada do alcatrão da hulha,, obtém-se quantidade apreciável de um composto que possui grande aplicação industrial e é ótimo solvente orgânico. Escreve a estrutura e o nome do composto.

05.

(UFCE-modificada) A Petrobrás é a estatal brasileiro responsável por prospecção, refino e distribuição do petróleo no Brasil. Das afirmações abaixo estão corretas:

(

(

)

)

O gás de cozinha (propano e butano) é obtido por destilação fracionada do petróleo.

Álcool etílico, gasolina, querosene e metanol são obtidos por destilação do petróleo.

(

)

O aditivo de gasolina tetraetil-chumbo é um dos responsáveis pela poluição do meio ambiente com o chumbo.,

(

)

O éter de petróleo é uma mistura de álcool etílico, acetona e éter etílico.

(

) As refinarias fazem o craqueamento (cracking) das frações pesadas para aumentar a quantidade e melhorar a qualidade da gasolina natural.

06.

Com relação a hibridação indique os estados híbridos do carbonos, o ângulo entrea as ligações e o numero de elétrons sigma e Pi.

07.

(MACKENZIE-SP) Quando se diz que uma gasolina tem octanagem 80,Essa expressão tem qual significado ?

08.

(FGV-SP) Na destilação do petróleo, ao ser aumentada gradativamente a temperatura, se aumenta o numero de carbonos óbitos nas misturas.Julgue e justifique a afirmação ;

08.

(UFBA) O petróleo é uma das mais importantes fontes naturais de compostos orgânicos. Por destilação fracionada obtêm-se as frações do petróleo, que são misturas de diferentes hidrocarbonetos. A tabela abaixo indica algumas dessas frações, com os respectivos pontos de ebulição, e o diagrama representa uma torre de destilação de petróleo.

diagrama representa uma torre de destilação de petróleo. PDF created with pdfFactory Pro trial version
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Com base nas informações acima e nos conhecimentos sobre hidrocarbonetos, pode-se afirmar:

(

) A fração que sai no nível 2 da torre é a gasolina.

(

) O óleo diesel sai da torre num nível mais baixo que o da gasolina por apresentar menor faixa de temperatura de ebulicao.

(

) A mistura que sai no nível 3 apresenta menor pressão de vapor que a mistura que sai no nível 4.

(

) Os hidrocarbonetos que formam a mistura que sai no nível 1 devem ser liquidos.

(

) Propano e butano, fases do petróleo, são hidrocarbonetos saturados que destilam em uma temperatura próxima de 280 graus C.

09. Considere as afirmativas relativas ao álcool e à gasolina.

I. A gasolina servida nos postos forma, com o álcool nela contido, uma mistura homogênea.

II. A gasolina é um composto apolar e o álcool etílico, um composto polar.

III. A gasolina tem fórmula molecular de alcano com oito carbonos e o álcool etílico com dois.

IV. O álcool etílico e a gasolina por combustão completa produzem apenas gás carbônico e água.

V. O álcool e a gasolina são ambos usados como combustível com freqüência em diversos países da America do sul, Europa e asia .

Quais as afirmações corretas ?

10. (UFPI) A produção da uréia, por Wöhler, a partir do aquecimento do cianato de amônio, coincide com o começo da Química Orgânica como ciência e com o fim do Vitalismo (Teoria da Força Vital), segundo o qual

somente seres vivos poderiam sintetizar compostos orgânicos. Escreva a equação que representa esse marco

histórico.

11. (UFPI) Quanto carbonos secundários há na estrutura do álcool.

Quanto carbonos secundários há na estrutura do álcool. 12. (UESPI) Os anestésicos gerais causam inconsciência e

12. (UESPI) Os anestésicos gerais causam inconsciência e consequentemente insensibilidade à dor. Foi por volta de 1800, que o N 2 O passou a ser usado com esta finalidade; o éter e o clorofórmio a partir de 1840. A primeira demonstração pública do uso do éter, como anestésico, só aconteceu em 1946, nos Estados Unidos. Na estrutura do éter vinílico, representada abaixo, a hibridação dos carbonos 1, 2, 3 e 4, é respectivamente?

a hibridação dos carbonos 1, 2, 3 e 4, é respectivamente? 13. (UESPI) As ligações indicadas

13. (UESPI) As ligações indicadas por x, y e z, na seguinte estrutura:

indicadas por x , y e z , na seguinte estrutura: PDF created with pdfFactory Pro
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são, respectivamente, do tipo?

14. (UESPI) O ácido acetilsalicílico utilizado como analgésico e mais conhecido como “aspirina” tem a seguinte fórmula estrutural:

como “aspirina” tem a seguinte fórmula estrutural: Indique o número de ligações sigma e ligações pi

Indique o número de ligações sigma e ligações pi no ácido acetilsalicílico:

15. (UESPI) Dadas as estruturas químicas abaixo:

15. (UESPI) Dadas as estruturas químicas abaixo: Qual o número de elétrons pi para os compostos

Qual o número de elétrons pi para os compostos I, II e III respectivamente aparecerá o numeral:

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FÍSICA I

PROFESSOR(A) JOEL

01. (Fuvest) A imagem de um objeto forma-se a 40cm de um espelho côncavo com distância focal de 30cm. A imagem formada situa-se sobre o eixo principal do espelho, é real, invertida e tem 3cm de altura.

a) Determine a posição do objeto.

b) Construa o esquema referente a questão representando objeto, imagem, espelho e raios utilizados e indicando as distâncias envolvidas.

02. (Ufg) Um objeto AB postado verticalmente sobre o eixo principal de um espelho côncavo de distância focal FV = CF = 12 cm, move-se da posição P até C, distantes 6 cm, com velocidade constante v = 3 cm/s, conforme figura a seguir.

velocidade constante v = 3 cm/s, conforme figura a seguir. Com base no exposto, a) construa

Com base no exposto,

a) construa graficamente as imagens do objeto nas posições P e C;

b) calcule o módulo da velocidade média do deslocamento da imagem.

03. (Uerj) Na entrada do circo existe um espelho convexo. Uma menina de 1,0m de altura vê sua imagem refletida quando se encontra a 1,2m do vértice do espelho. A relação entre os tamanhos da menina e de sua imagem é igual a 4. Calcule a distância focal do espelho da entrada do circo.

04. (Uerj) Com o objetivo de obter mais visibilidade da área interna do supermercado, facilitando o controle da movimentação de pessoas, são utilizados espelhos esféricos cuja distância focal em módulo é igual a 25 cm. Um cliente de 1,6 m de altura está a 2,25 m de distância do vértice de um dos espelhos.

a) Indique o tipo de espelho utilizado e a natureza da imagem por ele oferecida.

b) Calcule a altura da imagem do cliente.

05. (Ufpe) Um espelho côncavo tem um raio de curvatura R = 2,0 m. A que distância do centro do espelho, em centímetros, uma pessoa deve se posicionar sobre o eixo do espelho para que a ampliação de sua imagem seja A = +2?

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06. (Fuvest) Uma pequena esfera de material sólido e transparente é utilizada para produzir, a partir de um pulso de luz laser, vários outros pulsos. A esfera, de raio r=2,2cm, é espelhada, exceto em uma pequena região (ponto A).

é espelhada, exceto em uma pequena região (ponto A). Um pulso de luz, de pequena duração,

Um pulso de luz, de pequena duração, emitido pelo laser, segue a trajetória R³, incidindo em A com ângulo de incidência de 70°. Nesse ponto, o pulso é, em parte, refletido, prosseguindo numa trajetória R , e, em parte, refratado, prosseguindo numa trajetória R‚ que penetra na esfera com um ângulo de 45° com a normal. Após reflexões sucessivas dentro da esfera, o pulso atinge a região A, sendo em parte, novamente refletido e refratado. E assim sucessivamente. Gera-se, então, uma série de pulsos de luz, com intensidades decrescentes, que saem da esfera por A, na mesma trajetória R . Considere sen70°=0,94; sen45°=0,70.

Nessas condições,

a) Represente, na figura B, toda a trajetória do pulso de luz dentro da esfera.

b) Determine, em m/s, o valor V da velocidade de propagação da luz no interior da esfera.

c) Determine, em segundos, a separação (temporal) Ðt, entre dois pulsos sucessivos na trajetória R

.

O índice de refração de um material é igual à razão entre a velocidade da luz no vácuo e a velocidade da luz nesse material.

07. (Ufpe) Um bloco de vidro cujo índice de refração (n[v]) varia com o comprimento de onda, como representado no gráfico a seguir, está mergulhado em um líquido cujo índice de refração (n[L]) é desconhecido. Luz de comprimento de onda 400 nm incide na superfície do bloco, como mostra a figura. Considerando as trajetórias do raio incidente e do raio refratado, mostradas na figura, determine n[L].

e do raio refratado, mostradas na figura, determine n[L]. PDF created with pdfFactory Pro trial version
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08. (Ufrj) Um raio luminoso que se propaga no ar "n(ar) =1" incide obliquamente sobre um meio transparente de índice de refração n, fazendo um ângulo de 60° com a normal. Nessa situação, verifica-se que o raio refletido é perpendicular ao raio refratado, como ilustra a figura.

é perpendicular ao raio refratado, como ilustra a figura. Calcule o índice de refração n do

Calcule o índice de refração n do meio.

09. (Ufpe) Uma pedra preciosa cônica, de 15,0 mm de altura e índice de refração igual a 1,25, possui um pequeno ponto defeituoso sob o eixo do cone a 7,50 mm de sua base. Para esconder este ponto de quem olha de cima, um ourives deposita um pequeno círculo de ouro na superfície. A pedra preciosa está incrustada numa jóia de forma que sua área lateral não está visível. Qual deve ser o menor raio r, em mm, do círculo de ouro depositado pelo ourives?

raio r, em mm, do círculo de ouro depositado pelo ourives? 10. (Fuvest) O espaço percorrido

10. (Fuvest) O espaço percorrido pela luz que incide perpendicularmente a uma face de um cubo sólido feito de material transparente, antes, durante e após a incidência, é dado, em função do tempo, pelo gráfico s x t (distância x tempo) adiante. Determine:

a) o índice de refração da luz do meio mais refringente em relação ao menos refringente.

b) o comprimento da aresta do cubo.

ao menos refringente. b) o comprimento da aresta do cubo. PDF created with pdfFactory Pro trial
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11. (Ufpr) Na figura a seguir, um observador no ponto A, olhando para o ponto B na superfície do líquido, vê a imagem do ponto D nela refletida superposta à imagem do ponto C. Considerando o índice de refração do líquido igual a 1,20 e o do ar igual a 1,00, determine o valor de h.

igual a 1,20 e o do ar igual a 1,00, determine o valor de h. 12.

12. (Ufrj) Temos dificuldade em enxergar com nitidez debaixo da água porque os índices de refração da córnea e das demais estruturas do olho são muito próximos do índice de refração da água (n água=4/3). Por isso usamos máscaras de mergulho, o que interpõe uma pequena camada de ar (n ar=1) entre a água e o olho. Um peixe está a uma distância de 2,0m de um mergulhador. Suponha o vidro da máscara plano e de espessura desprezível.

o vidro da máscara plano e de espessura desprezível. Calcule a que distância o mergulhador vê

Calcule a que distância o mergulhador vê a imagem do peixe. Lembre-se que para ângulos pequenos sen(a)>tan(a).

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13. (Unicamp) A figura a seguir representa uma tela T, um pequeno objeto O e luz incidindo a 45° em relação à

tela. Na situação da figura, o objeto O faz sombra sobre a tela. Colocando-se uma lâmina L de plástico plano, de 1,2cm de espessura e índice de refração n=1,18¸(5Ë2)/6, paralelamente entre a tela e o objeto, a sombra se desloca sobre a tela.

a) Faça um esquema mostrando os raios de luz passando junto ao objeto e atingindo a tela, com e sem a lâmina de plástico.

b) Calcule o deslocamento da sombra na tela ao se introduzir a lâmina de plástico.

da sombra na tela ao se introduzir a lâmina de plástico. 14. (Unesp) Na figura, MN

14. (Unesp) Na figura, MN representa o eixo principal de uma lente divergente L, AB o trajeto de um raio luminoso incidindo na lente, paralelamente ao seu eixo, e BC o correspondente raio refratado.

ao seu eixo, e BC o correspondente raio refratado. a) A partir da figura, determine a

a) A partir da figura, determine a distância focal da lente.

b) Determine o tamanho e a posição da imagem de um objeto real de 3,0 cm de altura, colocado a 6,0 cm da lente, perpendicularmente ao seu eixo principal.

15. (Ufc) Uma escultura de 2,18m de altura foi fotografada com uma câmara abastecida com filme para slide. A imagem gravada no slide tem 2cm de altura. Para ver essa imagem numa tela, o fotógrafo dispõe de um projetor de slides de lente biconvexa, delgada, com distância focal de 10cm. Se o fotógrafo deseja ver a imagem da escultura, na tela, em seu tamanho natural, a que distância da tela, em metros, deve ficar a lente do projetor?

16. (Ufg) Em um arranjo experimental, uma lente convergente, disposta frontalmente entre uma lâmpada acesa de bulbo transparente e uma parede, foi deslocada horizontalmente até se obter uma imagem do filamento aumentada em 3 vezes. Sendo 2,0 m a distância da lâmpada à parede, calcule a distância focal da lente.

17. (Ufc) Uma lente delgada convergente (n=1,52) tem uma distância focal de 40 cm quando imersa no ar. Encontre sua distância focal, quando ela estiver imersa num fluido que tem índice de refração nf =1,31.

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18. (Uem) Das afirmativas a seguir, assinale o que for correto.

(01) Uma imagem virtual não pode ser mostrada numa tela. (02) Um espelho convexo nunca forma uma imagem real de um objeto real. (04) Um espelho côncavo sempre forma uma imagem virtual. (08) Um espelho côncavo nunca forma uma imagem real ampliada de um objeto real. (16) A imagem virtual formada por um espelho côncavo é sempre menor que o objeto. (32) Quando a distância imagem é negativa, isso significa que a imagem é virtual. (64) Todos os raios paralelos ao eixo de um espelho esférico convergem para o mesmo ponto depois de refletidos. Esse ponto é o centro de curvatura do espelho.

19. (Ufsc) Um objeto colocado próximo de uma lente projeta uma imagem de altura três vezes maior que ele e invertida. A distância entre o objeto e a imagem é de 40 cm.

Assinale a(s) proposição(ões) CORRETA(S). (01) A distância entre o objeto e a lente é de 20 cm. (02) A distância focal da lente é de 7,5 cm. (04) A lente é convergente. (08) Uma lente divergente só pode formar imagens virtuais. (16) Uma lente convergente pode formar imagens reais e virtuais.

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FÍSICA II

PROFESSOR(A) VAN DORTH

01. (UFRJ) Um calorímetro, considerado ideal, contém, inicialmente, uma certa massa de água à temperatura de 19,8 °C. Observa-se que, após introduzir no calorímetro uma massa de gelo a 0 °C, de valor igual a um quarto da massa inicial da água, a temperatura de equilíbrio térmico é 0 °C, com o gelo totalmente derretido. A partir desses dados, obtenha o calor latente de fusão do gelo. Considere o calor específico da água igual a 1,0 cal/g °C.

02. (UFRJ) Num calorímetro de capacidade térmica desprezível, que contém 60 g de gelo a 0 °C, injeta-se vapor d'água a 100 °C, ambos sob pressão normal. Quando se estabelece o equilíbrio térmico, há apenas 45 g de água líquida no calorímetro. O calor latente de fusão do gelo é 80 cal/g, o calor latente de condensação do vapor d'água é -540 cal/g e o calor específico da água é 1,0 cal/g °C. Calcule a massa do vapor d'água injetado.

03. (Vunesp-SP) Duas peças metálicas de massas iguais, uma de ferro e a outra de chumbo, inicialmente a 100 °C, são colocadas em contato térmico com um grande bloco de gelo a 0 °C. Após o equilíbrio térmico das peças com o gelo, o calor fornecido pela peça de ferro deixa m F gramas de gelo fundido, enquanto que o calor fornecido pela peça de chumbo deixa m C gramas de gelo fundido. O calor específico do ferro vale aproximadamente 0,45 J/g °C e o do chumbo, 0,15 J/g °C.

a) Qual o valor da razão m F /m C ?

b) Sabendo que m F