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UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL

ESCOLA DE ENGENHARIA DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA DE

PRODUÇÃO E TRANSPORTES

SUPERESTRUTURA FERROVIÁRIA:

SUBLASTRO E LASTRO

Disciplina: Infra Ferro-hidro-aero-dutoviária (ENG 09030) Prof. FELIPE Ferreira de Ferreira Prof. Fernando Dutra MICHEL

1. NORMAS E PROCEDIMENTOS

1. NORMAS E PROCEDIMENTOS • Tal como nas rodovias, as estradas de ferro obedecem, tanto na

Tal como nas rodovias, as estradas de ferro obedecem, tanto na fase de projeto como na de construção de sua infra-estrutura e superestrutura, a determinações baseadas em normas técnicas;

Tais normas são estabelecidas pela ABNT, DNIT mas também

podem incorporar procedimentos adotados em outros países, especialmente aqueles de grande progresso ferroviário como EUA,

França, Alemanha e Japão;

Nas ferrovias a fixação de parâmetros dimensionais para a superestrutura afeta diretamente a infra-estrutura.

2. PLATAFORMA DE TERRAPLENAGEM

2. PLATAFORMA DE TERRAPLENAGEM • a superfície final da infra-estrutura constitui a chamada plataforma , a

a superfície final da infra-estrutura constitui a chamada

plataforma, a qual é formada por solos naturais ou tratados, no

caso dos cortes e aterros, ou então por estruturas quaisquer no caso de obras de arte especiais;

na ferrovia a plataforma é o suporte da estrutura da via e que

recebe, através do lastro, as pressões devidas à circulação dos trens;

a plataforma fornece também espaço para as demais instalações

necessárias a operação ferroviária como postes de rede aérea de comunicação, alimentação ou ainda para instalação superficial ou subterrânea de cabos condutores.

2. PLATAFORMA DE TERRAPLENAGEM

2. PLATAFORMA DE TERRAPLENAGEM
2. PLATAFORMA DE TERRAPLENAGEM

2. PLATAFORMA DE TERRAPLENAGEM

2. PLATAFORMA DE TERRAPLENAGEM • a plataforma tem como função básica proporcionar apoio a superestrutura da

a plataforma tem como função básica proporcionar apoio a superestrutura da via de modo que não sofra deformações que impeçam ou influam negativamente na operação, sob as condições de tráfego que determina o traçado da linha;

para que o apoio não sofra deformações ou não influa negativamente na operação da ferrovia, é necessário que a plataforma tenha certas características de resistência;

assim como no caso das rodovias, as características físicas dos solos nas ferrovias são determinados a partir de métodos tais como:

identificação visual, granulômetria, sedimentação, limites de Attenberg

(limite de liquidez, limite de plasticidade, índice de plasticidade), CBR,

etc.

2. PLATAFORMA DE TERRAPLENAGEM

2. PLATAFORMA DE TERRAPLENAGEM Aterro

Aterro

2. PLATAFORMA DE TERRAPLENAGEM Aterro

2. PLATAFORMA DE TERRAPLENAGEM

2. PLATAFORMA DE TERRAPLENAGEM Corte

Corte

2. PLATAFORMA DE TERRAPLENAGEM Corte

2. PLATAFORMA DE TERRAPLENAGEM

Em solo natural:

pode ser usada quando o valor de resistência é atendido;

os serviços preliminares consistem na roçada, remoção da camada de solo orgânico, regularização;

se necessário substituição dos materiais das camadas inferiores.

Em cortes:

se após a escavação as características geomecânicas atenderem as exigências de resistência e capacidade de deformação, esta será incorporada a plataforma;

se necessário realizar a substituição dos materiais;

rocha não é considerada bom material para camadas de lastro inferiores a 30cm;

plataformas muito rígidas podem conduzir a destruição do lastro,

especialmente se o tráfego for predominantemente de vagões

pesados.

ELEMENTOS DA VIA PERMANENTE

ELEMENTOS DA VIA PERMANENTE
ELEMENTOS DA VIA PERMANENTE

3. SUBLASTRO

3. SUBLASTRO
3. SUBLASTRO
3. SUBLASTRO

3. SUBLASTRO

3. SUBLASTRO Funções • aumentar a capacidade de suporte da plataforma, permitindo elevar a taxa de

Funções

aumentar a capacidade de suporte da plataforma, permitindo elevar a taxa de trabalho no terreno menor altura da camada de lastro (e conseqüente redução do

custo);

evitar a penetração do lastro na plataforma;

aumentar a resistência do leito à erosão e a penetração

da água, auxiliando no processo de drenagem da via

(impede a subida da lama);

permitir relativa elasticidade ao apoio do lastro, para que

a via permanente não seja rígida.

3. SUBLASTRO

3. SUBLASTRO Características do material do sublastro • IG (Índice de Grupo ou capacidade de suporte)

Características do material do sublastro

IG (Índice de Grupo ou capacidade de suporte) igual a zero;

LL (Limite de Liquidez ou menor teor de umidade) máximo

35%;

IP (Índice de Plasticidade) máximo 6%;

35%; • IP (Índice de Plasticidade) – máximo 6%; • expansão máxima – 1%; • quando

expansão máxima 1%;

quando executado, o sublastro deverá ser compactado de modo

a obter-se peso específico aparente correspondente a 100% do

obtido no Ensaio de Proctor.

3. SUBLASTRO

3. SUBLASTRO • material que se enquadre, de preferência, no grupo A1 de classificação de solos

material que se enquadre, de preferência, no grupo A1 de

classificação de solos HRB (Highway Research Board):

A1

pedregulho e areia, mas contendo pequena quantidade de

finos.

e areia, mas contendo pequena quantidade de finos. Solo bem graduado constituído principalmente de • Os

Solo bem graduado constituído principalmente de

Os solos argilosos (A4 a A7) estão sujeitos a amplas variações

na resistência durante os ciclos de secagem e umedecimento, são

portanto indesejáveis.

Os solos mal graduados, como areias finas (A3), são difíceis de

serem compactados para alcançar altas densidades

3. SUBLASTRO

3. SUBLASTRO
3. SUBLASTRO
3. SUBLASTRO

3. SUBLASTRO

3. SUBLASTRO Materiais empregados • brita • cascalho • escória • solos • saibro
3. SUBLASTRO Materiais empregados • brita • cascalho • escória • solos • saibro

Materiais empregados

brita

cascalho

escória

solos

saibro

3. SUBLASTRO

3. SUBLASTRO Espessura do sublastro • a espessura do sublastro deverá ser tal que a distribuição

Espessura do sublastro

a espessura do sublastro deverá ser tal que a

distribuição de pressões através do mesmo acarrete, na

sua base (plataforma), uma taxa de trabalho compatível com a capacidade de suporte da mesma;

geralmente, um sublastro com espessura de 20 cm é

suficiente.

4. LASTRO

4. LASTRO Funções • distribuir sobre a plataforma ou sobre o sublastro os esforços resultantes das

Funções

distribuir sobre a plataforma ou sobre o sublastro os esforços resultantes das cargas dos veículos, produzindo uma pressão adequada a sua capacidade;

formar um colchão até certo ponto elástico, atenuando as trepidações resultantes da passagem dos veículos;

formar uma superfície uniforme e contínua para os dormentes e

trilhos, suprimindo as pequenas irregularidades na superfície da plataforma ou do sublastro;

impedir o deslocamento dos dormentes, quer no sentido longitudinal, quer no sentido transversal;

promover a drenagem da superestrutura e, no caso dos

dormentes de madeira a sua aeração.

4. LASTRO

4. LASTRO
4. LASTRO

4. LASTRO

4. LASTRO plataforma Camada de lastro
plataforma Camada de lastro
plataforma
Camada de lastro

4. LASTRO

Qualidades do lastro

resistência suficiente aos esforços transmitidos pelos dormentes;

possuir uma elasticidade suficiente para abrandar os choques;

ter dimensões que possibilitem a sua interposição entre e sob os dormentes, preenchendo as depressões da plataforma ou sublastro e permitindo o perfeito nivelamento dos trilhos;

possuir resistência aos agentes atmosféricos;

possuir permeabilidade para realizar a drenagem das águas das

chuvas;

não estar sujeito a desgaste produtor de pó;

permitir uma soca eficiente por meios mecânicos (socadores, vibradores).

4. LASTRO

4. LASTRO Materiais empregados ÓTIMO • escória granulada; • escória metálica; • cascalho de pedreira,

Materiais empregados

ÓTIMO
ÓTIMO

escória granulada;

escória metálica;

cascalho de pedreira, cascalho de rio, seixos;

escória britada;

rocha britada.

MELHOR TIPO por ser resistente, inalterável aos agentes atmosféricos e permeável – PERMITE UM PERFEITO
MELHOR TIPO por ser resistente, inalterável aos
agentes atmosféricos e permeável – PERMITE UM
PERFEITO NIVELAMENTO DO LASTRO

4. LASTRO

4. LASTRO Especificações – segundo a AREA ( American Railway Engineering Association ) a) Peso específico

Especificações segundo a AREA (American Railway Engineering Association)

a) Peso específico mínimo: 2,7

b) Resistência à ruptura: 700 kg/cm 2 (ensaio: cubos de 5 cm de aresta, levados a uma máquina de compressão)

c) Solubilidade: A pedra não pode ser solúvel

(ensaio: 7dm3 de pedra triturada e lavada colocada em um vaso e agitada no período de 48 horas, durante 5 min, cada 12 horas de

intervalo se houver descoloração a pedra é considerada solúvel

e imprópria)

d) Absorção: o aumento de peso por absorção de água de uma amostra de 230 g, quando mergulhada em água durante certo tempo, não

deve ultrapassar 1% (pelo método MB 8 da ABNT).

4. LASTRO

4. LASTRO Especificações – segundo a AREA ( American Railway Engineering Association ) e) Substâncias nocivas:

Especificações segundo a AREA (American Railway Engineering Association)

e) Substâncias nocivas: a quantidade de substâncias nocivas e torrões de argila não deve ultrapassar 1%.

f) Granulometria: pedras do lastro devem ter dimensões entre 2 e 6 cm

   

Percentagens acumuladas nas peneiras

 

Graduação

63,5mm

50mm

38mm

25mm

19mm

12,7mm

50mm a 25mm

0

0-5

35-65

85-100

90-100

95-100

4. LASTRO

4. LASTRO Dimensionamento P  carga em uma roda do veículo tipo (mais carregado) P =

Dimensionamento

P carga em uma roda do veículo tipo (mais carregado)

P = peso total / número de rodas (kg)

Número de rodas: 2 truques, 2 eixos cada truque, 2 rodas por eixo = 8 rodas

n relação entre as distâncias dos eixos de duas rodas consecutivas do veículo (d) e o afastamento entre os

eixos dos dormentes (e)

n

d

e

(m)

(m)

4. LASTRO

4. LASTRO Dimensionamento Carga distribuída em um grupo de dormentes ( P g ) P g

Dimensionamento

Carga distribuída em um grupo de dormentes (P g )

P g

P

n

P g

P e

d

4. LASTRO

4. LASTRO Dimensionamento Carga de cálculo ( P v ) P v  k  P

Dimensionamento

Carga de cálculo (P v )

P

v

k P

v

g

onde k v coeficiente dinâmico (valor mínimo = 1,4)

k v 1

v

2

30000

(velocidade em km/h)

P v

P e

d

  1

2

30000

v

4. LASTRO

4. LASTRO Dimensionamento Pressão na face inferior do dormente ( P m ) P  m

Dimensionamento

Pressão na face inferior do dormente (P m )

P

m

onde:

P

v

a

s

a

largura do dormente (cm)

s

largura da soca (cm)

4. LASTRO

4. LASTRO Dimensionamento Pressão a uma altura h sob a face inferior do dormente  Fórmula

Dimensionamento

Pressão a uma altura h sob a face inferior do dormente Fórmula de Talbot

P

h i

P

m

53,87

1, 2 5

i

h

4. LASTRO

4. LASTRO Dimensionamento • pressão admissível na plataforma (sublastro) ( P a p ) P 

Dimensionamento

pressão admissível na plataforma (sublastro) (P ap )

P

a p

P

r

n s

P r

70 CBR

100

onde:

P r pressão de ruptura do solo

n s coeficiente de segurança

CBR em %

4. LASTRO

4. LASTRO Dimensionamento Determinação da camada de lastro h      P hi

Dimensionamento

Determinação da camada de lastro

h

P hi P ap

Pm

53,87

P

a p

0 , 8

4. LASTRO

Metodologia para dimensionamento da camada de lastro

1. Definir os parâmetros básicos da EF:

bitola;

espaçamento entre dormentes;

carga total máxima por veículo;

afastamento entre duas rodas consecutivas;

velocidade operacional;

2. Determinar a carga dinâmica (P v );

3. Determinar a pressão sob a face inferior do dormente (P m );

4. Determinar pressão admissível (P ap ) para o material a ser utilizado no sublastro ou plataforma;

5. Determinar a altura da camada de lastro.

4. LASTRO

4. LASTRO Limites para dimensionamento da seção • o lastro não deverá cobrir os dormentes ,

Limites para dimensionamento da seção

o lastro não deverá cobrir os dormentes, sendo coroado a 5cm da face superior. No caso de dormente de concreto com blocos

ligados por tirante metálico, o lastro deve ficar 2cm abaixo do

tirante, observando o coroamento de 5cm;

a soca deve abranger para cada lado do eixo dos trilhos sob os

dormentes, no mínimo 40cm para as bitolas larga e normal e 30cm

para bitola estreita;

a faixa central não atingida pela soca terá, pelo menos, 30 a 40cm de largura.

4. LASTRO

4. LASTRO Limites para dimensionamento da seção • a capacidade de suporte da plataforma não deverá

Limites para dimensionamento da seção

a capacidade de suporte da plataforma não deverá ser excedida pela pressão transmitida pelo lastro, o qual terá espessura suficiente para uniformizá-la;

a ombreira terá largura adequada a estabilidade da via,

recomendando-se 30cm para as vias com trilhos longos soldados (TLS), 20cm para as vias com alta densidade de tráfego sem TLS e 15cm para as demais.

4. LASTRO

Limites para dimensionamento da seção

o talude do lastro não terá inclinação superior a 1:1,5 (altura:base);

a altura da camada de lastro sob os dormentes deve variar entre 40cm

e 20cm nas linhas de bitola larga e normal e entre 30cm e 15cm nas linhas de bitola estreita;

em linhas de grande solicitação, seja pela carga ou pela velocidade, a espessura poderá ser aumentada até atingir o valor do afastamento face a face dos dormentes, usando então uma camada de brita graduada (lastro) e uma de sub lastro com material de menor granulômetria;

quando a altura da camada lastro calculada ultrapassar a altura

recomendada para a classe da linha, pode ser utilizado, por medida econômica, material de categoria inferior como sublastro, desde que ofereça boa condição de drenagem e tenha capacidade de suporte para

a pressão que deve ser transmitida.

4. LASTRO

4. LASTRO Aspectos construtivos • a escolha do material para lastro deve obedecer ao critério econômico

Aspectos construtivos

a escolha do material para lastro deve obedecer ao critério econômico, observados os dispositivos das normas técnicas;

o lastro ou sub lastro somente deve ser lançado sobre a

plataforma devidamente regularizada, nivelada, compactada,

abaulada e que apresente adequada condição de drenagem;

a soca do lastro deve ser executada preferencialmente por

processo mecânico e ser feita, em qualquer caso em

camadas de aproximadamente 15cm, sendo recomendado até reduzir este valor para 10cm em linhas de grande responsabilidade.

exemplo

Uma estrada de ferro com extensão de 200km será construída em

bitola larga para escoar a produção de minério de ferro. Determine a

altura da camada de lastro necessária sob os dormentes. Faça também a representação da seção tipo e determine o volume de material necessário para a execução da obra.

Carga total por vagão= 119000kg Velocidade operacional= 70km/h Número de eixos por veículo = 4 Distância entre eixos = 2m

CBR plataforma = 18,5%

Coeficiente NS = 5,5 Soca = 40cm para cada lado do eixo dos trilhos Ombreira 30cm Espaçamento entre dormentes = 55cm = 1820 dorm/km

Dimensões do dormente 2,8 x 0,24 x 0,17m Inclinação talude = 1:1,5 Fator majoração sobre a compactação = 10%

P = peso total/ numero de rodas

Pg = P*e/d

kv = 1+v²/30000

Pv = Pg*Kv

Pm = Pv/a*s

Pr = (70*CBR)/100

Pap= Pr/ns

h>= (Pm(53,87/Pap))^0,8

P = peso total/ numero de rodas = 119000/8 = 14875kg

Pg = P*e/d = 14875*0,55/2 = 4090,62kg

kv = 1+v²/30000 = 1+70²/30000 = 1,16 ->1,4 (min)

Pv = Pg*Kv = 4090,62*1,4 = 5726,87kg

Pm = Pv/a*s = 5726,87/(24*(2*40))= 2,98kg/cm²

Pr = 70*CBR/100 = 70*18,5/100 = 12,95kg/cm²

Pap= Pr/ns =12,96/5,5 = 2,35kg/cm²

h>= (Pm(53,87/Pap))^0,8 >= (2,98(53,87/2,35))^0,8 = 29,35cm = 30cm (arredonda) a partir da face inferior do dormente

Dormente de bitola larga = 2,80m

Dormente com altura 17cm = 12cm enterrados e 5cm descobertos

Ombreira de 30cm cada lado

42 1:1,5 X = 63 Total do subleito = 2,8+0,30*2+0,63*2 = 4,66m Aseçao = (4,66+3,40)*0,42/2

42

1:1,5 X = 63
1:1,5
X = 63

Total do subleito = 2,8+0,30*2+0,63*2 = 4,66m

Aseçao = (4,66+3,40)*0,42/2 = 1,69m² *200.000m = 338000m³ (Vtotal)

Vdormente = 2,8*0,24*0,12= 0,08m³

Vdormentes = 0,08*1820*200 = 29120m³

Vlastro = 338000-29120 = 308880m³ *1,1 = 339768m³

Determine a altura da camada de lastro para um EF de bitola estreita e 350km

Determine a altura da camada de lastro para um EF de bitola estreita e 350km de extensão destinada ao transporte de produtos agrícolas e carga geral. Represente a seção tipo e determine o volume de material necessário.

Carga total por vagão= 90.000kg

Velocidade operacional= 70km/h Número de eixos por veículo = 4 Distância entre eixos = 1,574m CBR sublastro = 30%

Coeficiente NS = 5,5 Soca = 30cm para cada lado do eixo dos trilhos Ombreira 30cm Espaçamento entre dormentes = 55cm 1820 dorm/km

Dimensões do dormente 2 x 0,22 x 0,16m

Inclinação talude = 1:1,5 Fator majoração sobre a compactação = 10%

Determine a altura da camada de lastro para uma EF de bitola larga destinada ao

Determine a altura da camada de lastro para uma EF de bitola larga destinada ao tráfego de trens urbanos de passageiros. O trecho tem

extensão de 50km. Também representar a seção tipo e determinar a

quantidade de material para o lastro.

Carga total por vagão= 90.000kg Velocidade operacional= 85km/h

Número de eixos por veículo = 4

Distância entre eixos = 2m CBR plataforma = 17% Coeficiente NS = 5,5 Soca = 40cm para cada lado do eixo dos trilhos

Ombreira 30cm Espaçamento dormentes = 60cm 1667 dorm/km Dimensões do dormente 2,8 x 0,24 x 0,17m Inclinação talude = 1:1,5

Fator majoração sobre a compactação = 10%