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Conselho Regional de Contabilid ade do Estado de São Paulo Tel. (11) 3824-5400, 3824-5433 (teleatendimento),

Conselho Regional de Contabilidade do Estado de São Paulo Tel. (11) 3824-5400, 3824-5433 (teleatendimento), fax (11) 3662-0035 Email: desenvolvimento@crcsp.org.br | web: www.crcsp.org.br Rua Rosa e Silva, 60 | Higienópolis 01230 909 | São Paulo SP

Presidente: Sergio Prado de Mello Gestão 2008-2009

Seminário A Contabilidade no Terceiro Setor Principais Demonstrações Contábeis e Gratuidades Elaborado por: José
Seminário
A Contabilidade no Terceiro Setor
Principais Demonstrações
Contábeis e Gratuidades
Elaborado por:
José Alberto Tozzi
O conteúdo desta apostila é de inteira
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A reprodução total ou parcial,

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TODOS OS DIREITOS RESERVADOS:

É PROIBIDA A REPRODUÇÃO

TOTAL OU PARCIAL DESTA APOSTILA, DE QUALQUER FORMA OU POR QUALQUER MEIO. CÓDIGO PENAL BRASILEIRO ARTIGO 184.

Junho 2009

OU PARCIAL DESTA APOSTILA, DE QUALQUER FORMA OU POR QUALQUER MEIO. CÓDIGO PENAL BRASILEIRO ARTIGO 184.

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CONTEÚDO

Introdução Planejamento Contábil Contabilidade Prática Demonstrações Contábeis Indicadores de Desempenho Balanço Social Lei 11.638/07 Peculiaridades

EMPRESA ESPECIALIZADA NA PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS AO TERCEIRO SETOR

Consultoria Auditoria Cursos Banco de Dados sobre o Terceiro Setor Diagnóstico Gratuito GIS – Gestão do Investimento Social

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DEFINIÇÃO

A Contabilidade é um sistema de informação e avaliação destinado a prover seus usuários com demonstrações e análises de natureza econômica, financeira, física e de produtividade, com relação à entidade objeto de sua contabilização.

ÓRGÃO CONTROLADORES

ASSEMBLÉIA GERAL CONSELHO FISCAL CONSELHO MUNICIPAL ASSISTÊNCIA SOCIAL MINISTÉRIO DA JUSTIÇA CNAS INSS MINISTÉRIO PÚBLICO TRIBUNAL DE CONTAS DA UNIÃO - TCU CONTROLADORIA GERAL DA UNIÃO – CGU RECEITA FEDERAL – MINISTÉRIO DO TRABALHO

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TÍTULOS E REGISTROS

• Entidade sem fins lucrativos

• OSCIP

• Filantrópica

ESTATÍSTICAS DO TERCEIRO SETOR

ESTATÍSTICAS DO TERCEIRO SETOR
ESTATÍSTICAS DO TERCEIRO SETOR

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TERCEIRO SETOR

TERCEIRO SETOR

NORMAS TÉCNICAS E LEGAIS

• Normas Brasileiras de Contabilidade

• Legislação Societária

• Normas do CNAS,

• Normas do INSS

• Convênios e Contratos

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NORMAS CONTÁBEIS DO TERCEIRO SETOR

NBC T 10 – Aspectos Contábeis de Entidades Diversas NBC T 10.4 – Fundações NBC T 10.18 – Entidades Sindicais e de Associações de Classe NBC T 10.19 – Entidades sem Fins Lucrativos NBC T 19.4 – Entidades que recebem Incentivos fiscais, Subvenções, Contribuições, Auxílios e Doações NBC T 15 – Informações de Natureza Social e Ambiental Nova norma

CNAS – RES. 66 – 16/04/03

I – As demonstrações contábeis das entidades que pleiteiam a concessão ou a renovação do Certificado de Entidade Beneficente de Assistência Social devem observar estritamente as resoluções expedidas pelo Conselho Federal de Contabilidade, especialmente os Princípios Fundamentais de Contabilidade (PFC) e as Normas Brasileiras de Contabilidade (NBC), sendo vedada a aplicação de qualquer outro entendimento que não esteja em conformidade com as citadas normas, sob pena de indeferimento do pedido. MP 446

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INSS – IN MPS 3/2005 – 14/07/05

Artigo 316 Parágrafo único. A EBAS em gozo de isenção deverá demonstrar em sua contabilidade, segregados das demais atividades, todos os elementos que compõem as receitas, custos, despesas e resultados do exercício, referentes às atividades sobre as quais recaia a isenção, o valor da isenção usufruída, bem como os elementos necessários à comprovação da manutenção do CEAS e do Título de Utilidade Pública Federal.

PLANEJAMENTO CONTÁBIL

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SITUAÇÃO ATUAL

SITUAÇÃO ATUAL

SITUAÇÃO IDEAL

SITUAÇÃO IDEAL

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PLANEJAMENTO

PLANEJAMENTO

ATRIBUTOS DA INFORMAÇÃO CONTÁBIL

• Confiabilidade

• Tempestividade

• Compreensibilidade

• Comparabilidade

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ESTATUTO SOCIAL

A escrituração contábil deverá ter como suporte legal, também, o Estatuto Social. Este instrumento trará para a Entidade as linhas mestras sobre definições de operacionalidade, tais como, principais atividades, receitas ordinárias, receitas extraordinárias, origem patrimonial, peças contábeis, aprovação das demonstrações contábeis e outras normas que sejam julgadas importantes.

SISTEMA CONTÁBIL

A ENTIDADE deverá manter um sistema contábil adequado ao porte e ao volume das informações produzidas. Deverá, portanto, investir em bons profissionais e em sistemas que sejam capazes de trazer informações e agregar valores.

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PLANO DE CONTAS

A entidade deverá criar PLANO DE CONTAS CONTÁBIL, ESPECÍFICO às suas finalidades e em perfeita consonância com seu Estatuto Social, suas Atividades e às Normas Técnicas. Esse plano deverá contemplar as Receitas, Despesas e Gratuidades de forma segregada e detalhada.

SISTEMA DE CONTROLES INTERNOS

Procedimentos adotados para a proteção de Ativos, eficiência e eficácia operacional, obediência às Normas Internas e produção de informações confiáveis. Esses controles são de responsabilidade da administração.

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PROJETOS SOCIAIS

Constituem-se em imprescindível elemento de Planejamento e de Controles das Atividades Sociais desenvolvidas e deverá estar integrado à Contabilidade para que se possam demonstrar, de forma segregada, o custo dos projetos.

INTERAÇÃO E INTEGRAÇÃO CONTÁBIL

As informações da entidade deverão estar em perfeita sintonia com a área contábil e seu sistema contábil. Deverão as informações contábeis estar, sempre, atualizadas, a fim de que possam contribuir para o gerenciamento da Instituição.

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ENTIDADE FILANTRÓPICA

• CERTIFICADO DE FILANTROPIA

• SAÚDE – 60% de leitos ao SUS

• EDUCAÇÃO – 20% da receita em bolsas a carentes

• ASSISTÊNCIA SOCIAL – Atendimento

• Gratuito

FORMALIZAÇÃO DAS GRATUIDADES

• Contratos de Concessão de Gratuidade

• Termos Aditivos ao Contrato de Prestação de Serviços – Custeio da Assistência Social.

• Documentação suporte

• Parecer de Assistência Social • Programa e Projeto que contemple essas gratuidades e o perfil dos atendidos. GRATUIDADES

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SIMULAÇÃO

SIMULAÇÃO

SISTEMA INTEGRADO

SISTEMA INTEGRADO

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CONTABILIDADE PRÁTICA

ASPECTOS CONTÁBEIS

ASPECTOS CONTÁBEIS

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RECEITAS

Doações Patrocínios Recursos Públicos Geração de Renda (impacto na Gratuidade)

CUSTOS

Representam os valores gastos ou incorridos, de recursos aplicados na produção de um bem ou serviço, sendo ativados até que venham a produzir as receitas para a empresa, quando então são transferidos às contas de resultado sob a denominação de custos dos produtos ou serviços.

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DESPESAS

Representam os gastos pagos ou incorridos para:

• Custos dos projetos

• Despesas administrativas

• Manutenção das atividades e infra-estrutura operacional.

projetos • Despesas administrativas • Manutenção das atividades e infra-estrutura operacional. Junho 2009 17

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LANÇAMENTOS CONTÁBEIS DAS GRATUIDADES

Critério 1: A receita bruta é reconhecida pelo total dos Contratos. Uma Conta Redutora da Receita poderá registrar o valor da vaga. (Base Receita)

Critério 2: A receita bruta é reconhecida pelo total dos Contratos. As Bolsas concedidas são registradas nas Despesas. (Base Receita) Limite da Gratuidade ?

LANÇAMENTOS CONTÁBEIS DAS GRATUIDADES

Critério 3: Implantação do Sistema de Custeio, sendo as gratuidades reconhecidas pelos custos efetivamente incorridos, mediante Contabilidade de Custo e Plano de Contas Especifico. (CORRETO)

Critério 4: receita efetivamente recebida, receita liquida. as Gratuidades são lançadas somente no compensado. (INCORRETO)

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CONTABILIZAÇÕES ESPECÍFICAS

• Doações para custeio - Receitas

• Doações de Mercadorias - Receitas

• Doações de bens - Patrimônio

• Convênios - Passivo

ESTRUTURA DO SISTEMA

ESTRUTURA DO SISTEMA

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PLANO DE CONTAS

O Plano de Contas de uma Entidade representa a forma como estão organizadas as contas que são utilizadas para o registro das transações, de forma que haja uniformidade de critérios nos seus registros.

CONSIDERAÇÕES

Ramo de Atividade

 

Necessidade de Informação

Relatórios Gerenciais

Relatórios Especiais

Comparação Real x Orçado

Uso de outras Moedas

Legislação

Específica

Gratuidades

e

Isenções

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CENTROS DE CUSTOS

Forma adicional de acumular as informações contábeis para melhor análise, gerenciamento e reporte das operações de um negócio.

CENTROS DE CUSTOS

CENTROS DE CUSTOS

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CENTROS DE CUSTOS

CENTROS DE CUSTOS

PROJETOS

• Educação: Cursos (Contábeis, Administração, Marketing, etc) • Saúde: Internação, Ambulatório, etc • Assistência Social: Programas/ Serviços:

Lazer, Profissionalização,

Esporte:

Alfabetização Creche, etc.

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RELATÓRIO DE GESTÃO

RELATÓRIO DE GESTÃO

RATEIOS

RATEIOS

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PROCESSO DE PRESTAÇÃO DE CONTAS

PROCESSO DE PRESTAÇÃO DE CONTAS

PRESTAÇÃO DE CONTAS

PRESTAÇÃO DE CONTAS

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DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS

Balanço Patrimonial Demonstração do Déficit/Superávit Demonstração das Mutações no Patrimônio Social Demonstração das Origens e Aplicações de Recursos Demonstração dos Fluxos de Caixa Notas Explicativas

EXEMPLO

Demonstrações Contábeis

Notas Explicativas

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BALANÇO SOCIAL

O

balanço social é um demonstrativo publicado anualmente pelas Organizações reunindo um conjunto de informações sobre os projetos, benefícios e ações sociais dirigidas aos empregados, investidores, analistas de mercado, acionistas e à comunidade. É também um instrumento estratégico para avaliar e multiplicar o exercício da responsabilidade social corporativa.

MODELOS

Norma do Conselho Federal de Contabilidade

Modelo IBASE

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LEI 11.638/07

A Lei 11.638/07 entrou em vigor em 01/01/2008 alterando determinados dispositivos da Lei 6404/76 (Lei das Sociedades Anônimas); O objetivo é o de harmonizar as normas contábeis brasileiras aos padrões internacionais IFRS – International Financial Reporting Standards; A atualização das normas está sendo liderada pelo CPC – Comitê de Pronunciamentos Contábeis mediante seus pronunciamentos já divulgados elaborados em consonância com os demais órgãos regulamentadores (CFC, CVM, Bacen); As sociedades anônimas de capital aberto, instituições financeiras e seguradoras estão obrigadas à adoção dos padrões internacionais de contabilidade nas suas demonstrações consolidadas à partir do exercício findo em

2010;

ALTERAÇÕES

Substitui a DOAR – Demonstração das Origens e Aplicações de Recursos pela DFC – Demonstração do Fluxo de Caixa, exceto para as companhias fechadas com patrimônio líquido inferior a R$ 2 milhões; Introduz a DVA – Demonstração do Valor Adicionado para as companhias de capital aberto (Não previsto pelas normas internacionais); Estabeleceu novas contas para grupos do ativo e do passivo; Introduziu critérios de avaliação para determinadas contas do balanço;

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REFLEXOS NO TERCEIRO SETOR

As normas contábeis adotas pelo terceiro setor deverão ser, progressivamente adaptadas à nova realidade contábil em desenvolvimento pela adequação dos seguintes dispositivos:

As entidades portadoras do título de utilidade pública federal seguem o “Manual de Orientação para Preenchimento das Demonstrações Contábeis” o qual faz menção direta a determinados artigos da Lei

6.404/76;

A legislação específica menciona explicitamente DOAR

REFLEXOS NO TERCEIRO SETOR

O CPC – Comitê de Pronunciamentos Contábeis possui diversos pronunciamentos em fase de consulta pública e deverá se pronunciar sobre diversos aspectos relevantes até o final do ano; As entidades, seus contadores e auditores devem ficar atentos à evolução da normatização de maneira a atenderem adequadamente às mudanças; O mercado está bastante cauteloso e a recomendação geral é aguardar as orientações oficiais; O nível de exigência técnica é muito elevado e vai exigir a reciclagem profissional dos profissionais envolvidos e dos órgãos regulamentadores; www.cpc.org.br

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PECULIARIDADES

• Contador terceirizado

• Falta de conhecimento dos Gestores Sociais

• Plano de Contas

• Centros de Custos - Projetos

• Legislação Específica

PECULIARIDADES

• Controle do Ativo Imobilizado

• Depreciação

• Controle e contabilização de doações Receita Patrimônio Social

• Contabilização de convênios • Doações em mercadorias

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PECULIARIDADES

Orçamento Fluxo de Caixa Controle de Desembolsos Controle de Arrecadação Eficiência Financeira

CONTATO:

CONTATO: desenvolvimento@crcsp.org.br

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