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Régénération naturelle de Cedrus atlantica Man.

et de divers pins après incendie dans l'arboretum de Meurdja
(Algérie)
par Rachid MEOOOUR
*

Introduction
I l est con n u q u ' e n région méd i ­ terranéen ne, l e s i ncendies de forêts, q u a n d i l s ne s o n t pas fréq u e nts, favorisent l 'extension des conifères (Quézel , 1 980) . A i n s i , l'extension du p i n d 'Alep, du p i n b r u t i a, voi re du p i n m a r i ­ t i m e , p a r e x e m p l e , est c e rta i n e ­ m e n t, d ' a p rès c e t a u te u r, l i é e à l 'occ u rence du feu . Par a i l l e u rs, Quézel ( 1 980) note q u e la régéné rati o n nature l l e des fo r ê t s d e c o n i fè r e s , de l ' ét a g e montagnard méd i te rranéen (sensu Quéze l , 1976), tel q u e l e cèd re, est souvent conséc u t i ve à l 'appa­ r i t i o n des i n c e n d i e s , c o m m e l e m o n t re l o c a l e m e n t l a p r éd o m i ­ n a n c e des peu p l e ments fo rest i e rs éq u i ennes. Il nous a paru a i n s i i n té ress a n t d'analyser l 'effet d u passage du feu s u r l a régé n é rat i o n n a t u re l l e d e q u e l q u e s r eSln e u x , d a n s l ' a r ­ boret u m d e Meu rdja, 4 a n s a p rès incendie. Pou r cela, n otre c h o i x a po rté, tou t natu re l l e me n t, s u r Pinus ha­ /epensis M i l l ., Pinus pinaster Sol . et Cedrus at/antica M a n . , q u i s o n t d ' u ne grande i m portance forestière en Algérie (cf. Tab. 1). En o utre, nous n o u s i ntéresso ns à d e u x p i n s c a l i fo r n i e n s , Pinus radiata D . Don ( P. insignis D o u ­ g l as ) et P . cou/teri D . D o n . , i n ­ trod u i ts d a n s l 'a rboret u m . E n r a i =

Essences ha P i n d'Alep Chêne l iège Chêne vert Genévrier de phén i c ie Thuya de Berbérie Chênes zéen et afarès Cèdre Pin maritime D i verses (Chêne Kermès, Oxycèdre, T h u rifère, . . . ) Total forêt Maq u i s Total : Forêts e t maq u i s

Su perficies % 34,9 20,4 15,6 10,0 8,4 2,9
l,a

792 000 463 000 354 000 227 000 1 91 000 65 000 23 000 1 2 000 1 43 000 2 270 000 780 000 3 050 000

0,5 6,3 1 00 %

Assistant. Un iversité de T i z i -Ouzou, Ins t i t u t d ' ag r o n o m i e . D é p a rte m e n t foreste r i e , H as n a o u a - 15000 T i z i ­ Ouzou - Algérie

*

Tab. 1 : Importance des principales essences forestières en Algérie (d'après le Service des forêts, 1966 in Kadik, 1983).

forêt méllitertanéenne

t. XIII, n° 4, octobre 7 992

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CARTE NI ME D li'lfJE RRA N.. q u e la régé n é ra­ tion nat u re l l e après i ncendie de ces d i ffé re n te s e s pèces est a n a l ys é e dans cet art i c l e pri n c i palement s u r le p l a n de l a den sité n u mérique et de l a c ro i s sa n ce en h a u te u r d e s sem is. 1 % des forêts et maq u is brûle en moyen n e p a r an en Algérie. 1 \ \ 1 " l' . 1980 ... dès l o rs q u ' e n A l g é r i e u n e superficie i mportante est parcou rue chaque année par l e feu . Letre u c h ­ B e l a ro u c i . Fig. L a c o n n a i s s a n c e d e l e u rs p o ­ tent i a l i tés de s u rv i e e t de régé n é­ r at i o n a p rès i n c e n d i e est n é c e s ­ s a i re.'-"j . Les pe ntes varient de 17 % à 50 % . 1 : CARTE DE SITUATION . ) � � ---0'V\/ PISTE -..._ È OUEDS ET AFFLUENTS MAISON F ORESTI È RE 276 . d u m o i n s d a n s l e s z o n e s s u b h u m i d e s et h u m i des (Kad i k.. Il s'éte nd s u r les contre­ forts septentrionaux de l 'Atlas BI i dée n .2 % e n T u n i s i e e t m o i n s de 0. 1987)..' 1 ..E. 1 % au Maroc ( Le H o u e ro u . à l ' i nstar de nombreux pays méditerranéens. en Algérie. E n effet. 1 oued Hom/z 1 \ 1 \ \ 1 . l a m o ye n n e d e l a s u ­ perficie forestière et subforestière brû­ lée annuel lement est de 32 000 ha.. m a i s de n o m b r e u x va l l ons y r é a l i se n t u n e g r a n d e v a r i été d'expositions.. Su perficie incendiée (en ha) 37 331 19 943 50 152 41 152 15 662 1 9 730 20 920 7 355 102 592 4 731 319568 labo Il : Su perficie incendiée chaque année : forêts et maquis ( d'après le "Bilan des incendies" du M. à 4 0 k m a u s u d d ' A l g e r (cf. 1 ).'---.. Description de la zone d'étude L ' a r b o r et u m d e M e u r d j a . i l s constituent des es­ s e n c e s d e c h o i x p o u r l e s r e bo i ­ s e m e n ts e n A l gé r i e . . Fig.H.1 ARBORETUM DE MEURDJA -ROUTE PRINCIPALE FORESTI RE 1 \ \ \ 1 \ " "" DODU. . 1975/ 1 984 Années 1 975 1 976 1 977 1 978 1979 1980 1981 1 982 1 983 1 984 1975/1984 A titre de compara i son. La m aj e u re partie est exposée a u n o r d .lElE " / . d ' u n e s u perfi c i e d e 289 h a . a été c réé en 1 933. C e s o n t l e s maqu is.son des résu l tats forts promette u rs o b te n u s p a r c e s d e u x p i n s d a n s l es a r b o reta ( M e u rd j a .1 \ " \ \ " . l es p i neraies à p i n s d'Alep et les suberaies qui sont parti c u l ière­ ment touchés.> . " ..F. 1 t'.) BarroQl d. I I ) .:\ "'. 198 1 ) . Tab. B a i ­ nem.. \ \ Fig. po u r l a d é c e n n i e (cf. 1987 ) . Son a lt i t u d e s'éte n d de 850 à 1 000 m (cf. 2 ) . N oto n s e n fi n . . ). . contre 0. '\.

avant l ' i n ce n d ie. très vigoureux e t très denses. 1 976) . de l a pép i n ière e t à proxi m ité d ' u ne cha­ bet (th a l weg) et quelq ues bouquets d'essences l oca l i sées dans des sta­ t i o n s h u m i d e s . Il n'a épargné que les formations à Cedrus atlantica (31 ha) existant en amont de l a maison forestière. 1 976). d u s u bstrat avec q u e l q u e s b a n c s d e c a l ca i re compact (cénom a n i e n ) . Qu a n t a u x i ntrod u ct i o n s .. Pinus halepensis. u n e c o n s i d é ra b l e c o l - l ection d ' a rb res d ' o r i g i n e t r è s d i ­ verse : p l u s de 200 espèces d o n t u n grand no m b re de rés i n e u x (des g e n r e s P inus. m a l h e u re u ­ sement. P.La rég i o n est c a racté r isée par u n c l i m at h u m ide e t assez fro i d . ce l u i . Les conditions de l'incendie S i " a u c u n i n c e n d i e i m porta nt n ' a dévasté l e péri mètre d e l'arboretu m d e p u i s p l u s d e q u a r a n te a n s " (Au bert et al. 2 : CARTE TOPOGRAPHIQUE. Cedrus libani. ont été i ncendiés. Ce sont des m aq u i s à Erica arborea. sc h i stes e t q u a rtz ites. I .. c i s t a i e s et d i s s a i e s (Au bert et al. L'arboretum de Meurdja a été surtout ravagé par l ' i ncend ie du mois d'août 1979.. P. P. C . les tai l l is d e c hênes verts. Piste Forestière Limite de l 'arboretum o 500 1 000 m 1 277 . oo. deodora. thami. . l e s stades d e d é g ra­ dation d e cette c h ê n a i e verte sont très répan d u s d a n s la rég i o n . te l l e s q u e Pinus Fig. qui est obse rvée dans l a p resq u e tota l ité d e l 'arboretu m . Cupressus. in­ signis. D e pl us. ponderosa. 1 980) . oo.) e t d'eucal yptu s . Cel u i-ci a pris naissance près de la route départementa le et s'est p ropagé rapidement. e l l e s ' i nscrit dans l a vari ante fraîc he d e l ' étage b i oc l i m a t i q u e m éd i te rra­ n é e n h u m i d e sensu E m b e r g e r ( 1 955) . o n n o t e r a l a n atu re e s s e n t i e l l e m e n t s i l i c e u se. atteignant fréquemment plus d e 10 m d e h a u t ( A u b e r t e t al. Au p o i n t de v u e l i t h o l og i q u e. Cedrus. l ' a r bo­ ret u m de Meurdja réu n issait. P. s e l o n A u ­ bert. ainsi n o m b re u x b o i s e m e n t s d'eucal yptus. gé n i sta ies à Genista tricuspidata.4 0 C (Ha l i m i . C. Abies numidica. Cupressus sempervirens. macrocarpa. 1 976). A b i e s . nigra s . ( Photos 1 et 2) . La végétation n atu re l l e.. L a p l u v i ométrie moyen n e est de 1 1 59 m m par a n ( à 950 m d ' a l ti­ tude) et l a tem p é ratu re moye n n e a n n u e l l e est de 14 . ben­ que de C. entraîn ant l a destruction de l a q u as i -total ité des boisements (soit 249 ha représentant e n v i ro n 86 % de la s u perfi c i e d u périmètre ) . a v e c u n e s a i s o n s è c h e est i v a l e d e m o i n s d e 3 m o i s . com­ prend esse nti e l l ement l a série du chêne vert. Cepe n d a nt. p té r i d a i e s . Cet i n c e n d i e a fi n a l e ment d étr u i t d i ve rses p l a n tat i o n s d e rés i n e u x . pinea.c i a con n u d e u x i n ­ cendies successifs d u rant les étés de 1 977 et 1 979. L o i s e l e t Ze ra i a (1976).

u n manque flagrant d ' i n frastructure de D .Photo 1 ci-contre : Le Djebel er rebain Ouali. . 1978) . Photo 2 ci-dessous: Zone de Tala Aissa. s u r u n e hau­ teu r de 2 à 6 m. On observe au fond quelques terrains de cultures des riverains.M. I l fa u t s o u l i g n e r . ( Photos 3 et 4). Totalement dégradé après 2 incendies successifs.. 1983. Ulmus campestris. . l e pin d ' A l ep dont l es cônes é c l a t e n t au f e u p r o j e t a n t l e s g ra i n e s à d es d i st a n c e s d e p l u ­ s i e u rs m èt r e s . P.L o rd a t (1938 ) . q u ' e n m i l ie u n o n mod ifié par l e feu . p e r m etta n t à u n e partie d'entre e l les d'échapper au feu . 1970. D'après de nombreux aute u rs c i tés par Trabaud (1980). . 1984) et cel l es du cèdre sont dissémi nées au plus entre 20 et 50 m (Toth. Photo R. tem pé­ ratu res s u p é r i e u res à la n o r m a l e .Levée de dormance activée par l a chaleur. coulteri. I l e s t i ntéressa n t de n oter. - 278 . l es grai nes anémochores' du p i n d'Alep t o m b e n t à m o i n s de 3 0 m d e semenciers (Acherar et al. l a m u lt i p l i ca­ tion ou l a reproduction est sti m u lée par le feu . Taxodium disti­ chum. Le Houerou (1980) c i te. à l'extrémité N.E. Quant à l ' i ntensité d u feu. p i stes e n v a h ies par l a broussa i l l e. T r a b a u d (1970 . Anémochore: q u a l i f i e l es gra i nes des p l antes dont la pol l i n isation est assu rée par l e vent. . 1983. e . on distingue les peuplements d'eucalyptus qui ont rejeté vigoureusement. l es p l antes q u i sont à l a fois résistantes au feu et favorisées par l u i .. En arrière plan. les températures 1 N ..La désarticu l ation des cônes sous l e c o u p de c h a l e u r et l a d i s ­ sém i n at i o n d e s g ra i nes ( F ra n c l et. au n i veau de l'arboretum : absence de pare-fe u x et de poi nts d ' e a u a m é nagés. ) .1980) ad met comme "véritables pyrophytes". en parti­ cul ier. . F. . . e n o u t re . la dégradation des plantations est totale. brutia. c o n n u s c o m m e " py ro ­ p h ytes act i fs " s o n t . L ' i mportance de l ' i ncendie de l 'été 1979 d a n s c e t a rb o ret u m est e n p a rt i e d u e a u x c o n d i t i o n s c l i m a­ t i q u e s q u i o n t été e x t rê m e m e n t d éfavora b l es d a n s toute l a rég i o n a u c o u rs d e cette p é r i o d e (défi c i t p l u v i omét r i q u e i m po rtant. de l'arboretum.C!.M. d e s p l a ntes dont l a propagation. Considérations générales sur les Pinacées et leurs réponses au feu L e s p i n s . L ' i nfluence d u feu s e résume pou r l es p i ns dans l e s q u e l q ues é l éments positifs suivants : . s u r cer­ t a i n s a r bres de p l u s de 20 m d e h a ut d e s traces d e c a r bo n i sa t i o n sont encore v i s i b l es s u r l e s troncs 4 ans après l ' i ncend ie. dans l a pl acette de p i n de Cou lter. vent modéré à fort. u n seu l poste de vigie ex iste sur l e périmètre. 1974). Photo R. . s e l o n K u h n ­ h o l tz . . Le Houerou. . d .

Tra­ baud. des tran sects l i n é a i res 3 sont m atér i a l i sés s u r l e 3 . c'est-à­ d i re com ptage des semis pas échan­ t i l l o n age q u a n d l e u r d e n s i té est i mportante (cas des pl acettes 1 à 5) .N . Loise l .. 1950 .E l i m i nation de l a végétation é p i ­ g é e 2 t a n t h e rbacée q u e l i g n e u se basse su rtout. En effet. la d i spon i b i1 ité d'él éments ferti l i sants augmente la c r o i s s a n c e d e s s e m i s q u i s o n t parti c u l ière m e n t v i go u re u x a p rès i n c e n d i e ( N a h a l . 1 972) .Par a i l l eu rs.Photo 3 ci-contre: Vue générale de la partie centrale de l'Arboretum où se localisent les plantations du Cèdre de l'Atlas. Au premier plan. localisées aux alentours de la maison forestière. élevées sti mu lent le pouvoir germina­ t i f de n o m b re u se s g ra i n e s . Toth.B e l a ro u c i ( 1 972) con state q u e l a c ro i ssance d u pin d ' A l e p est plus grande sur les terra i ns attei nts par le feu . tum). Tab. Dans chacune de ces pl acettes. q u e se s i t u e l ' effet favorable du feu s u r la régénération n a t u re l l e d e n o m b re u ses espèces (Boudy.par inventaire statistique. A ce propos. e. Barbero. l a germi nation d u p i n d ' A l e p ( e t d u p i n b r u t i a) est accélérée si on chauffe les graines à 60 ou 70 0 C . a p rè s l 'assai n i ssement d ' u ne grande par­ t i e de l 'arboretum en 1 980. c o m ptage d e t o u s l e s s e m i s pré­ sents s u r l a p l acette quand l a den­ s i té des s e m i s est fa i b l e ( c a s d e s pl acettes 6 .. 1 973 . l a quantification de l a régénération a été réa l i sée selon 2 méthodes : . Cette m e i l l e u re c ro i ssance s u r u n e s u r­ face i n cend iée est d u e à l ' act i v i té p l u s i ntense du processus de n itrifi­ cation de l'azote dans le so l (Vl as­ sev in Letreuch-Belarou c i . 7 e t 8 ) . en général. exigeants en l u m ière. . de son effet concu rrentiel vis à vis des sem is ( Le Houerou. 1 984) . I I I) . trouvent dans les zones 279 .à . 1987). L a déshydratation des graines sous l'effet de la chaleur augmente l'énergie et le pou rcentage d e ger m i nation ( Ka r­ schon. n o u s a v o n s e ffe c t u é d i ffé r e n t e s observations dans 8 placettes totale­ m e n t i n c e n d i é e s . 1962 .. S e u l s q u e l q u e s s e m e n c i e r s s u b­ s i st e n t e n c o r e e n p l a c e . Méthode d'observation de la régénération D u rant les mois de j u i n-j u i l let 1983. 1 9 8 3 .M. près des sources et endroits Photo R. Letre u c h .d i re . en part i c u l i e r.N . Le Houerou. la cédraie de la chabet Tanazers (entrée de l'Arbore­ Photo R. les sem i s de p i n s. 1 980) . d . . et donc. Com m e l e s o u l i g n e n o ta m m e n t Gaussen ( 1 968).par r ecensement c ' e s t . A i n s i .d. 1974 . des cond itions favorables à leur insta l l ation s u r des sols enrichis en él éments fert i l isants par les cendres (Le Houerou. . Photo 4 ci-dessous: Quelques bou­ quets d'essences feuillues. d i s p e rs é e s a u niveau d e l 'arboretu m . 1 9 8 3 . A b b a s . humides. dén udées p a r le feu . Les essences considérées y étaient présentes avant le passage du feu (cf. 1 980 . Epigée: qual ifie l a partie aé­ rienne d ' u n végét a l . 1 987) . Transects linéaires: l i gnes t racées rée l l ement o u v i rt u e l l e ment à l ' i ntér ieur d ' u n e végétat ion et q u i per­ mettent d'en fa i re l'analyse.e.M. 1980) . Rego et al. c 'est au n iveau des modifications d u m i l ieu édaph ique 2 . o ù l a com péti­ t i o n est moi n s sévère q u e sous l e couvert d u m aq u is. Pou r cette méthode. 1 962 . N a h a l .

C e p e n d a n t . pour une placette donnée.. à cette époque de l ' a n n ée ( m o i s d ' août). Entre parenthèses sont i n d iqués l e nombre et l a hauteur moyenne des semenciers vivants après i ncend ies ( 1 983). Concernant l ' action du feu sur l a 280 .5 - Pinus insignis Pinus coulteri - * Nous ne pouvons don ner l'état du peuplement de chacune des p l acettes avant i n cendie ( 1 9 79 ) car les der n i ères observations datent de 1 9 69 ( in Zera i a ) . régénération de cette essence. q u i ont de s u rc roît beso i n d ' u n c o u p d e fro i d h u m i d e . Cherchel l et Djelfa) Pin us halepensis Pin us halepensis 15 (0) 5. Toth (1987) constate éga l ement q u 'après le passage d u feu . Caractéristiques de l'inventaire statistique. Su perficie (ares) 8 6 2 Date introduction 1933-1937 1933-1937 1936 Semenciers (1969)* Nbre ? (25) ? (6) H moy (m) (12) (10) (prov. Caractéristiques des placettes d'études. tout s i m p l e ment.7 7. dans 20 à 35 qua­ drats de 1 m2 (cadres en bois). si p o u r l e s p i n s q u at r e é l é m e nts pos i t i fs o n t été évoqués pour exp l i quer cette action favo ra b l e du fe u d a n s le c a s d u cèdre. au l ieu d ' é c l ater d u rant l ' i ncendie. N ° des pl acettes Su rface échanti l lonnée (m2) ou nombre de quadrats Taux % labo IV. les récentes recherches réa l i sées en Algérie par Nedja h i (1988) et Der­ ridj (1990) . avec u n e équi­ d ista nce de 1 m . Le H o u e ro u (1980). En effet.6 (13) 6 7 8 6 2 12 1951 1938 1954 24 (0) 36 (0) 197 (0) 6 12. s u r l ' ouvertu re des cônes de cèd re. 1970 . Tamjout. Ce facteu r station­ nel. L e p o u t re (1964) et M 'H i r it (1982) s'accor­ dent à reco n n aître l ' i nf l u e n c e fa­ vorable des i ncend ies sur le déve­ loppement des cédraies (les Babors en Algérie et le Rif au Maroc sont précisément cités) . po u r l e u r désart i c u l ation e t l a d i ssé m i nation des g r a i n e s (Za k i . répartis le long des transects. labo I I I . En F rance. a été fait ensu ite.Le cèdre L a ré g é n é r at i o n n a t u r e l l e d u cèd re d e l ' Atl as a fa i t l ' o bj et d e nom b r e u x t ravau x . Meurdja) Pin us pinaster 2 1935 ? ? (0) 10 - (Prov. e n co re i m ­ matu res p h ysiologiquement. Vega H i d a l go (1977). A b d e ss e m e d (1984) s i g n a l e l a présence de taches de régénération d u c è d re . 1980) . Toth . D ' a ut re p art. est très i m portant dans l a régé n é ra­ tion nature l l e des espèces car i l joue u n r ô l e p ré p o n ­ dérant dans l a r é g u l at i o n des pertes d e grai nes. su r l e s versants s u d d u C h é l i a (Aurès). brû l ent avec l e u rs g ra i nes.5 - 4 5 (Prov. les c ô n es. La dens ité n'est extrapo­ l ée à l ' h ec t a r e q u e d a n s u n b u t comparatif. i l a p p a r a î t q u e l ' action d i recte d u feu n ' a pas l e même effet positif. par exem­ p l e. i l se p rod u it très souvent u n e a b o n d a nte régé n é ra t i o n natu re l l e d u cèdre. Maroc) (prov. Jij e l ) Pinus pinaster 6 1954 103 (12) 7.i l a l ors d e la d é h i s­ cence des cônes et de l a d i ssé m i­ nation et germ i nation des grai nes ? A c e p ro p o s . t a n t d a n s s o n a i re nature l le (Mag h reb) q u e dans son a i re d ' i ntroduction (notamment en France). B o u d y (1950). C itons. sui­ vant les placettes (cf. supra). Boudy (1950) et Toth (1987) ne ret i e n n ent q u e les deux poi nts rel atifs au m i l ieu (cf. comme le sou­ l i g n e n t T ro u m b i s et Trabaud (1987). Le taux d ' é c h a n ­ t i l lonnage est a lors de 4 à 1 0 %. radiata. 1978). en partic u l ier. 1 35 4 2 25 4 3 20 10 4 20 10 5 20 5 Analyse des résultats et discussion Dans le tableau V sont consignés les résu ltats obtenus pour l es d iffé­ rentes essences (densité des sem i s p a r placette e t hauteur d u sem is le p l u s haut).t e r ra i n à l 'aide N° 1 2 3 Essences Cedrus atlantica Cedrus atlantica d'un double déca­ m èt re . Le c o m ptage des semis. s e l o n l a l igne de p l us grande pente. Q u ' e n est. a p rès i n c e n d ie. IV). q u e chez les pi ns. constate q u e son effet est claire­ ment négatif su r la régé n é ra t i o n d e Pinus pinaster et P. c o m m e le fa i t re- 1. Tab. Q u é z e l ( 1 95 6 .

en ce sens que la régénération natu­ re l l e du cèd re n'est proba b l ement assurée su r les sites i ncend iés. 1976) .en p l acette 2. que si des porte-graines y sont encore pré­ sents. L'expl i cation résiderait. l a destruction des planta­ tions est totale. en géné­ rai. favorise l ' i nsta l l ation des plantules de cèdre. Il convient de remarquer. localisées: . corroborent ce fait i m portant si non détermi nant.). en accord avec Faurel (1947) et Zeraia (1986) que l a dégra­ dation des formations végétales qui a pou r coro l l a i re l a destruction com­ plète des horizons superficiels du sol. dans u n peu p l ement dense.en p l acette 1. Le même p h é n o m è n e a été ob­ servé a u n i v e a u d e s mass i fs des Babors et des Au rès (Zeraia. que cette esse nce peut fac i lement s' i nsta l l e r et se dével opper s u r des sols décapés de toute l i tière (cas de la placette 2) . comme l 'a bien montré Toth (1978). encore en place. 1 Cèdre de l 'Atlas 15 / 35 m 2 (342) 9 / 25 m 2 (216) 6 / 20 m 2 (160) 84 / 20 m 2 (840) 344 / 20 m 2 (3440) 110 / 30 m 2 (2200) 39 / 600 m2 23 / 200 m 2 50 / 1200 m2 2 3 Cèdre de l 'Atlas P i n d'Alep P i n d'Alep 3 600 8 000 42 000 172 000 37 000 650 1 150 420 150 144 231 122 100 145 4 Cyprès vert 5 6 7 8 P i n maritime P i n maritime P i n de Monterey P i n de Cou lter * Il s'agit des dens ités calcu lées s u r des su rfaces-échanti l lo n et entre parenthèses des esti m ations pou r les su rfaces tota l es des p l acettes (sauf 6. Toth (1978) note que les rac i n es 281 . où l 'ambiance est certes peu l u m i ­ n e u se . Bou­ varel (1950) a signalé. à l 'exception de la pl acette 5 d u p i n m a r i t i m e d e p r o ve n a n c e marocai ne. notamment. dans les 2 placettes b r û l ées. Lepoutre (1964) préconise un décapage des horizons h u m ifères de su rface pou r favoriser l ' i nsta l l a­ tion et surtout le mai ntien des plan­ tules. Dans certa i nes plantations denses de cèdres dans l 'arboretum. Dans la cédraie de Chréa (Atlas de B l i da). C'est pourquoi. m a r q u e r B o u d y (1952). que les plants de cèdre i nstal lés ont pou r origine les p o rte-g r a i n es e n t o u r a n t la p a r t i e i ncendiée du peuplement. 7 et 8). la rég é n é r a t i o n d u cèd re. . Effective ment. cet hori­ zon h u m i fère peut dépasser 50 cm d 'é pa i sse u r (Au bert et al. 1989). sur une couche de l itière où l'on trouve. s u r u n e pente à découvert près des 6 arbres ayant s u rvé c u à l ' i n c e n d i e. Nos observations su r la cédraie du versant s u d d u Dj u rd j u ra (Ti kj d a. Dans l es rég i o n s d e séc h e resse estivale marquée. nous avons pu constater en d ivers poi nts. Dans les cédraies l i banaises. l es i n ­ cendies de céd ra ies. Ce fait est très important à relever. alors que dans cel l es des d i vers pi ns. . nous constations que les plantu les de cèdre sont. au Ma roc (Ezzah i ri. Densité des semis et hauteur du semis le plus haut N° Essences Etat de la régénération Local isée sous couvert des semenciers Loca l i sée près des semenciers Assez dense Dense Très dense Dense D issé m i née D i ssém i née D issé m i née Densité/ placettes • Densité estimée à l'ha 4 300 H max (cm) (H max. de son côté. dans le fait que l ' horizon h u m i fère favorise la germination du cèdre au début du pri ntemps (fonte des ne iges ?) mais devient physiologiquement sec pen­ dant l'été et ne permet plus à la plan­ tule de se développer. l a rapid ité de ger­ m i nation est un atout majeur qui per­ met à la rad ice l le d'atte indre les hori­ zons profonds p l u s h u m i des. Les observations de M'Hirit (1982). s u r un sol décapé de toute l itière. A Meurdja. Cette proxi m ité tend à prouver que les semis recensés sont bien issus des s e m e n c i e rs f r u c t i fè r e s et sa i n s. Or. q u e l q u es seme n ­ ciers d e cèdre subsistent après i ncen­ die dans les placettes 1 et 2 (cf. sous l e c o u ve rt assez clair (60 %) des 25 arbres épar­ gnés par le feu. Tab. l 'action de la l itière est positive sur la réussite des sem is de cèdre (effet des myco r h i zes et de l 'acide oxal ique). sur les cédraies du Rif. e s t prat i q u e m e n t a b s e n te alors que les germinations de l'année sont très abondantes. Tala rana) abondent dans le même sens. Toth (1987) s i g n a l e aussi dans le Mont Ventoux. Toutefois. l 'abondante i nstal lation des sem is sur des sols squelettiques et des ébou l is. n 'entraînent pas la des­ truction complète des peu plements. A M e u rd j a . en grande partie. à l ' i nverse des p i nera ies. 1986) et d a n s l e Moyen Atl as.labo V. I I I). de n o m b re u se s éca i l l es m ê l ée s a u x aigu i l les de cèdre ( à partir d e mars­ avril) . en outre.

Ce q u i ne l a i sse a u c u n doute q u a nt à l 'origine des sem is inventoriés dans chacune d'el l es. Sel o n T r a b a u d (1987). Cette d e n s i té est c e rta i n e m e n t i ntéressante comparée à l a norme util isée dans l e reboisement d u Bar­ rage vert q u i est de 2000 p l ants!ha. Acherar et al. C e q u i est aussi l e cas d e P. à l ' h ectare.. très l i g n i f i é s et i n d é h i s c e n ts d i ts " c ô n e s s é r o t i ­ neux" (Abbas e t al.. une densité du même ordre de gran­ deur (6 OOO!ha). Lepoutre (1964) rap­ porte. peut-être p l u s a i sée que dans les conditions ord i na i res. Les pl ants sont su rtout répartis en So u l i g n o n s . Cet h é l i op h yte a a i nsi toutes les c aractéristiques b i o l og i q u es d ' u n e e s p è c e c o l o n i sa t r i c e e t e x p a n ­ sion n iste (Barbero et Quézel. d ' él i­ m i n e r p a r " b r û l age c o n t r ô l é " l a l itière trop épai sse (Alexandrian et al. en absence de feu. avec u n max i m u m dè 1 m 45 pour l e sem i s le p l u s h aut. sont pour l e m o i ns remarquables. p rod u i s a n t de n o m ­ breuses graines résistantes. 1984) occupe très faci lement les cu ltures abandon nées ou les pl aces v i des c réées par l e feu ( T raba u d . d ' u ne haute u r moyenne d'un mètre. 1985). ces deux p l acettes sont suffisa m m e n t é l o i g n ées l ' u ne de l 'autre et de tout semencier. 1952 .des plantu les de cèdre ont entre 14 et 20 cm de long. de ce point de vue. dans u ne p i neraie d u m a ss i f d e s S e n a l ba (At l a s sa­ h a r i e n ) . VI). Abbas et al. si les précipitations sont assu rées pen­ dant la période active de l a c ro i s­ sance du cèdre (Toth. soit un espacement de 2. ont u ne d i spersion spatiale très réd u ite et tendent à se reg ro u p e r près des i n d i v i d u s pa- 282 . A Meurdja. i l est ainsi plus fac ile de comprendre. Dans u ne étude comparable. à ferti­ l ité p récoce. Kad i k ( 1 986) dénombre 2720 plants de 1 -3 ans. 1 9 87) et d e P. ). q u a nt à l u i . nota m m e n t K a r­ schon (1973). bru­ tia ( E ro n . régénération massive de ce pin. Cette essence anémochore. Seigue. recouvre l e sol (pl acette 4) . c e tte d e n s i té (8 OOO/ h a ) est t o u t a u s s i b o n n e . U ne brosse de sem is de 4 ans. eu égard au nom bre très fai ble de semenciers. on a c o u t u m e . Atlas de B l ida). Cependa nt. nous est i mons q u ' i l ne se p rod u i t pas a p rès i n c e n d i e d ' e n ­ semencement massif comme dans l e cas du p i n d'Alep (Boudy. 1 977) . 1950 . Cette d i fférence de densité montre. quand on considère q u e le nombre d e p i n s a d u l te s . T o u s ces a u te u rs s ' a c c o r d e n t a u ssi à recon n aître u n e rapide re­ colon i sation des p i n e ra ies b r û l ées par u ne abondante régénération de ce p i n . M a i s i l est i n d é n i a b l e q u ' a près i n c e n d i e des p i n èdes à Pinus ha­ lepensis. Les d i aspo res d u cyprès vert q u i sont relativement lourdes et à a i l es étroites. A t i tre i n d i c a t i f. radiata 2. 1 989). q u e de n o s inventa i res i l ressort que l a densité du sem is naturel de cèdre est esti­ mée à 342 et 216 sem is de 1 -3 ans. L a p i e. 1987). parfois. 1 981 ) . vigoureux. Néa n mo i n s . On note.. et q u e l 'effet favorab l e du feu s u r l a régénération d u cèdre est loin d'être un fa it b i e n éta b l i . Tab. u ne r. ( 1 984). Sou­ leres. d e n o m b re u se s e s p è c e s de p i ns possèd e n t c e s cônes sérot i n e u x q u i ne s'ouvrent q u ' a p rès a vo i r su b i le c h oc t h e r­ mique du feu . 1 969 : Sari. u n e forte dens ité d e 840 sur 2 ares (soit 42 000 sem i s/ha) dans l a pl acette 4 et seu l e ment 160 s u r 2 a res (so i t 8 000 sem is/ha) dans l a pl acette 3 . 1984). e n ce q u i concerne l ' e n se m e n c e m e n t n atu re l du p i n d ' A l e p après i ncendie. c e p e n d a n t . des études comparables montrent que les densi­ tés obten ues sont nettement su pé­ rieures (de l'ordre de d izai nes de m i l ­ l iers de semis à l'hectare d u rant les 10 premières an nées) (Cf. la densité des sem i s de 1-3 a n s e s t d e p l u s d e 9 70 0/h a . En défi n itive. l ' i ntérêt de l ' ut i l isation de l a provenance locale. (1985). 1 980). (1987) et May (1987). était seu lement de 1 5 ! D'autre part. dans cette placette. i l s'avère q u e d a n s d e s c o n d i t i o n s éco l og i q u es similaires (cédraie de Ch réa. No u s n oto n s . Aussi. comment la destruction de la l itière p a r l e fe u p e u t p e r m ettre u n e i m p l antat i o n . 1 978 ..un grand nombre de grai nes fer­ t i l e s q u i reste n t d a n s l e s v i e u x c ô n es (4-5 a n s) . après une saison de végétation. . avant régé nération natu rel l e.. Mais si l 'on se réfère aux don nées de Nedj a h i ( 1 988). 1987). A u x Etats U n i s . Toth (1987). Ce phénomène a suscité l a réa l i­ sati o n de nom breuses rec herches. Barbero et al. (soit 4 300/h a et 3 600/h a) . Boudy.L'effet protecteur des éca i l les d u cône q u i l e u r permet d'échapper a u feu e t de participer à l a régénération de cette essence (Oustric. 1 980 . respectivement pour l es pl acettes 1 et 2. en b i oc l i m at se m i . à germ i­ nation fac i l e et peu ex igeantes au n i veau de leurs pl antu les (Abbas et al.a r i d e froid. p r é s e n t s a v a n t l ' i ncendie. agrégats . n é ra l e m e n t fac i l e ( B o u d y . il s'ensuit très souvent une Ces deux faits sont essentiels dans le processus de recolon isation par le pin d'Alep des pineraies brû lées. Ces densités.Les pins Le pin d'A lep La régén érati on natu rel l e du p i n d 'A l ep. tout au m o i n s dans les cond itions partic u l i ères de nos observations. d a ns u n e céd ra i e âgée d'environ 100 ans s u r le Mont-Ven­ toux. 1 952). attestant que le feu n'est pas ind is­ pensable pou r sa régénération ( Bar­ bero et al. e n fi n . signale 5 ans après i ncend i e. par­ fois sur d ' i m portantes su rfaces avec une densité de plusieurs d izai nes de m i l l i e rs de se m i s à l ' h ectare (Cf. l a régénération de ce p i n est effe c t i v e m e n t i m po rta n te après le passage du feu . e n outre .5 X 2 m ( Letreuch-Bela rouci.. à notre sens. un a l l ongement racinaire de 40 cm à 4 mois. d a n s d i ve rses rég i o n s du bass i n m é d i te r r a n é e n .égéné­ ration fort dense de Cupressus sem­ pervirens dans cette même pl acette 4. 1 984). Trabaud et al. . est gé- (Vega Hidalgo. e n absence d e feu . 1984) . chez cette espèce. I l apparaît éga l ement q u e l a ré­ génération nature l l e du p i n d'Alep est assurée après le feu grâce à : . 1 909 ... noto n s q u ' e n absence d e feu.

1980). nous notons une abondante régénération du pin mari­ time (provenance marocaine) dans la placette 5. le pin maritime s' implante et se développe rapidement en formant des peu ple­ ments denses.1 5° C). n ' e n traîne a p p a re m m e n t p a s u n e forte d ispersion des graines. q u e la présence d'un groupe de 1 2 arbres semenciers. devienne dominant avec le temps. Mais. d'une hauteur moyenne de 1 3 m. et c e l a d a n s d ive rses régions du bassi n méditerranéen. environ 4 fois plus (3440 su r 2 ares soit 172 OOO!ha). (soit 650/ha). Le p i n maritime est aussi très tou­ ché par les i ncendies. Rappe l o n s que l es p rove n a nces m a roca i nes du p i n m a r i t i m e (ex : écotype pin de Taza) sont réputées pour leurs mei l l eu res caractéristiques écodendrologiques et constituent de précieuses essences de reboisement ( Q u éz e l . Ces d e n s i t é et c r o i ss a n c e a u ss i i mportantes que cel les du pin d'Alep (en placette 4) confi rment. l ' u n des sem i s fait 1 m 5 0 de haut. en dépit de ces d e n s i tés i n i t i a l es. . a s a n s doute contribué à augmenter la den­ s ité de régé n é r at i o n d a n s l a p l a­ cette 5. mais leur densité est de loin supérieure à cel le de Pinus halepensis. (Boudy. n ot a m m e n t a p rè s i n c e n d i e (Al l ier et Lacoste. Mazu­ rek et Romane (1 988) observent. B o u d y (1952) sou l igne q u e " l a race maro­ caine de montagne" est très d ifférente de la race locale. D'après Storte lder et al. en effet. (Le Houé­ rou. toutefois. avec de jeu nes plants v i g o u r e u x d e 6-7 a n s d a n s l e s Maures. France et Ital ie).. évaluée à 2200 semis/6 ares (so it 37000 se m i s/h a ) . supporte la neige et les froids rigoureux (. Espagne. l es c on d i ti o n s part i c u ­ l ières d e notre analyse n e nous per­ mettent guère de comparer ces deux provenances. ainsi que les su bstrats ca/cai res. tant dans des pl antations artifi­ c i e l l es (versant s u d du Dj u rd j u ra. une tai l l e élevée de 1 830 m. . où le pin mari­ time est de provenance locale Uijel). Dans la placette 6. u ne action favorable du feu sur la régéné­ ration de ce pin. l'expansion d e cette essence est parti­ c u l ièrement favorisée par le passage du feu . q u i n'ont pas été touchés de façon m o rte l l e p a r l e fe u . é l i m i ­ nent les autres. d'importantes régénérations équ iennes de pin mari­ time. Il est possible. Les j e u nes p l ants du cyprès sont m o i ns vigou reux.Pa l a u q u i et G a u t i e r (1980) c o n state n t l e m ê m e p h é ­ nomène chez Ulex minor dans u n e lande incendiée (en France). au Maroc. de sa mei l leure crois­ sance et vigueur. C e l a d it. Bar­ bero et al. dans certains maquis b a s. 1984) . . Ainsi. e n Tu n isie et Algérie l itto­ rale et la ssp. la compétition s'établ it entre les espèces et celles qui présentent la croissance la plus rapide et la plus vigoureuse. 1976). Ces j e u nes Le pin maritime Cette esse n c e m é d iterranéo-at­ l antique se subd i vise. En effet. (1986). Dans l e massif des Maures. 1984 Trabaud et a l . Données comparatives sur la régénération naturelle post-incendie du pin rentaux. si les forêts de pin d'Alep représentent 1/3 des superfi­ c ies brû lées dans pl usieurs pays du b a ss i n m é d i t e r r a n é e n ( G rèce. selon Quézel (1979) en 4 sou s-espèces d o n t l a ssp. Concernant sa régénération après un i ncendie. 1 952 . e n ra iso n d e sa d i spersion plus régul ière. Le pin de Monterey Le pin de Monterey (Pinus insignis Douglas P. Cette forte densité de semis dans cette placette. Benabid. radiata D.localité Meurdja (Algérie) Provence (France) Montpe l l ier (F rance) Andalousie (Espagne) Dj u rd j u ra (Algérie) labo VI d'Alep. dans une c e rta i ne m es u re . Don). éga­ Iement après i ncendie. E l l e est caractérisée par : u n fût rect i l igne. Hossaert. d u ra n t l ' i n c e n d i e . Ces semis sont aussi vigoureux et leur croissance est bonne . En Corse (Bassin du Fango). En effet.renoui. les forêts de p i n maritime constituent p l u s de l a moitié des superficies forestières brû­ lées (Rego et al. q u e le p i n d'Al ep. comme les pins par exemple. l'éclatement des cônes d u c y p rè s . Mais la parfaite cohabitation de ces deux essences rustiques a été consta­ tée. Lavagne et Zeraia (1 976) font. 1 987 Don nées non publ iées sance remarquables. observation personnel le) qu'en peu­ plements naturels (Syrie l ittorale. dispersés sur la total ité de la surface (6 ares). La fructification ( c ô n e l ets) est d é j à v i s i b l e s u r quelques individus d e 4 ans. 1987). 1979) . état d'une régénération extrê­ m e m e n t d e nse de Pinus pinaster après incendie. .. Remarquons tout de même. le sem is le plus haut fait 1 m 44. Pou r notre part. Comparativement à la placette 5. 1 980). au Portugal . dans son aire naturelle. estimée à 4280 sur 2 ares (20 % de pins et 80 % de cyprès) d o i t proba b l e m e n t e n t raîn e r u n e compétition i nter et i ntraspécifique i ntense. Ozenda (1982) note que dans un peu p l e m e n t très serré. D'ai l leurs. 1985 May. i l est certain que cette densité est nette­ ment plus faible. i l faut rappe­ ler que 24 semenciers (environ 4 fois moins) étaient présents lors d u pas­ sage d u feu et q u ' a u c u n d ' e u x ne subsiste sur cette placette 6. des pote n t i a l i tés identiques quant à leur réponse au feu . d a n s la rég i o n Tosc a n e ( I ta l i e ) .hamiltonii. Au total. nous avons dénombré 39 plants seu­ lement. u ne large ampl itude a ltitudi­ na le (700-2000 m). . : ans 4 6 8 9 11 Densité à l'ha 42000 50000 15000 22000 52000 H max (cm) 145 1 00 1 07 / 250 plants ont une vigueur et une crois­ Auteurs Nos don nées Abbas et a l . u n e écorce p l us épaisse. compte = 283 . Boudy ( 1 952) et Tra­ b a u d ( 1 982) l u i reco n n a i ssent les mêmes potential ités que cel les du pin d'Alep. ces auteurs reconnaissent c l a i re me n t. .

Ces hypothèses. après un feu de c imes. Dans l'arboretum de Bainem (situé à l 'ouest d'Alger. Peu de renseignements sont d ispo­ n i b l es su r cette esse nce q u i a été 4 . . en r a i so n p e u t . i ntrod u i te en Algérie dans plusieurs arboreta (Meurdja. car il est possible qu'il y ait eu u ne forte d i m i nution de l e u r densité probabl ement à cause de la séc heresse et de la c o n c u r­ rence. en généra l . et en Nou­ vel le-Zélande. fru c t i f i c at i o n . brû le parfois toutes les graines quand i l s'attarde sur une même placette . i m pact des conditions c l imatiques et des espèces c o n c u rrentes. part i c u l ièrement l a pre m iè re. En effet. elle y est abondante et tous les ans les graines sont ferti les et leur fac u lté germ i n ative très él evée (Li ndsay. Cette essence a été très largement u t i l i sée d a n s l es re b o i s e m e n ts en Nouvelle-Zélande. i l a un accroisse­ ment en vo l u me 3 fo i s p l us grand que le pin maritime et 4 à 5 fois plus important que le pin d'Alep (Woods. Au C h i l i . Le p i n de M o n t e re y a u n e a i re natu rel le restrei nte sur le l ittoral de la Cal iforn ie centrale (Baie de Monte­ rey. Djebel ouahch près de Constanti ne). 1981) .. e n absence de d o n n ée s . Bai nem. Ces plants sont tous vigoureux et de crois­ sance re m a rq u a b l e . c'est-à-d i re au stade u lt i m e d ' u n e s ucce s s i o n évo l u t i ve d e c o m ­ m u n a u t é s végét a l e s d a n s u n m i l i e u donné. 1981). q u i apparaît à partir de 600-700 m dans les San Gabriel Mounta i ns (Cal i fornie l itto­ rale). Cherchant à ex p l i q uer cette fa i ­ blesse de la régénération. 1962). C o m m e d a n s l e cas de P i n us radiata. B i e n q u e de n o m b re u x facte u rs importants nous échappent (i ntensité d u fe u . en plus de sa réussite d a n s l es arboreta sont autant d'atouts qui j ustifient l ' i ntérêt a c c o r d é à cette esse n c e q u ' i l convient d'étendre dans l a zone l itto­ ra l e de l ' Est A l gérien ( Derou i c h e . A ce propos. en biocl imat subhu­ m i d e d o u x ) d a n s des p l a ntat i o n s d: une trentaine d'années. la mortal ité des semis a été très forte. le feu de par son i ntensité. l es cônes de Pinus radiata sont brûlés superficiel lement. Ce p i n est j u st e m e n t c o n n u c o m m e l ' u n des rés i n e u x d o n t l a croissance est l a p l u s rapide (Scott. i l aurait fal l u su ivre l ' i nstal ­ l at i o n d e s p l a n t u l e s j u ste a p rè s l ' i ncendie e t évaluer l e u r capacité d e survie d u rant les années qui su ivent le feu (1979-1983).N. (1984) trouvent les morta l ités les Le pin de Cou/ter Le pin de Coulter est sans doute la meil leure réussite de l'arboretum . 1976). 284 . . . 1962) . En effet. où il a été i ntrodu it. 1937 in Scott. Ce q u i confère à cette régénération post-i ncendie du pin de Cou lter. o ù l'on conçoit que l a végétation atteint une très grande stabi l ité. . m ér itent év idemment d'être vérifiées. morta l ité des se m i s durant les 4 ans q u i suivent l ' i ncen­ die. 23 sem is de 4 ans sont recensés s u r 2 ares (ce q u i corres­ pond à une densité de 1150!ha). au C h i l i . pinaster sont partielle­ ment consumés par le feu avec des­ truction des graines. En Australie du sud. . se l o n Thorne (1977 in Quézel et Shevock.e. la régénération du p i n de Monterey après i ncendie est donc loin d'être i nsign ifiante et présente u n i ntérêt écologique cer­ tai n . 1982).) (Aubert et al. 1962) . Abbas et al. n ' a p a s s u s c i té l e m ê m e engouement d e la part des reboiseurs que le pin de Monterey ou le pin des Canaries (Pinus canariensis). ) .d . p rofu s i o n ( L i ndsay. Vega Hidalgo (1977) constate qu'après un feu de cimes. nous avons dénombré 50 sem i s de 4 a n s d i ssém i n és s u r toute la su rface d e la placette 8 (12 ares). Cette régénération de Pinus coul­ teri est évidemment insuffisante com­ parativement à cel les des autres pins étudiés. Cependant. de ce fait.ê t r e de l a l o u rd e u r exception nel le des cônes (2 à 3 kg). D a n s son m i l i e u naturel cal i forn ien.d'autre part. à notre con nais­ s a n c e . 1937 in Scott.). un i ndéniable intérêt écologique.parmi les réussites de l'arboretum ( i l atteint une hauteur maximale de 22 m à 30 ans !). ce pin se régénère avec . reste clairsemé et ne constitue jamais de forêts c l i maciques4• Ce pin californ ien. i l apparaît toutefois que cette régénération et croissance du pin de Monterey après i ncendie. où le passage du feu n'a eu de prise que su r l a l it i è re. le pin de Coulter. De nombreux sem is s'étiolent durant les d e u x prem i e rs étés à l a s u i te des effets combi nés d e l a compétition r a c i n a i re et d es c o n d i t i o n s d e l u m i ère et de sécheresse. i l présente u ne haute u r maximale d e 2 2 m à 4 7 ans.. Swanton) et quelques îles (Deba­ zac. Climacique: q u i se rapporte au c l i max. La hauteur maximale d'un des semis est de 1 m 22. le p i n de Coulter est p ro b a b l e m e n t u n e esse n c e q u i à l 'état j uvén ile résiste mal à la concur­ rence et. dans son aire d'i ntroduction (Scott. Sa régénération natu re l le est ex­ c e l l ente. nous avons constaté q u e les sem i s sont p l utôt rares. en Austral i e du sud.nous penso n s q u e l a carbo n i ­ sation des cônes et donc des graines par le feu a été très i m portante. Le pin de Monterey peut aussi se régénérer natu rellement et fac i lement quand les conditions sont bonnes. . D a n s s o n a i re n a t u re l l e . ce q u i correspond à u ne den­ sité de 420!ha. les se m i s sont p rati­ quement i nexistants (2 semis/2 ares). I l grandit souvent de 1 m à 1 m 30 par an. sauf au plan sanitaire en raison de sa grande sensibil ité aux at­ taques de la chen i l l e processionnaire (Thaumetopoea pityocampa Sch iff. Le u r h a u te u r moyenne est d e 1 m 28 et l'un d'eux fait 2 m 31 de haut. 1962) . Au bert et al. on fa it b r û l e r les débris d'abattage sur toute la surface de coupe et la régénération y est alors abondante et vigoureuse. n o u s n e p o u v o n s qu'émettre des hypothèses : . en Afrique du sud et en Europe (France. (1984) et Acherar et al. 1962) Après le passage du feu.. . bien qu'éparse et de faible densité. tandis que ceux de P. (1976) signalent qu'il fructifie abondamment sans qu'il y ait pour autant de nom­ breuses régénérations. dans une plantation épargnée par le feu. Dans la placette 7. Espagne. p l u s i m po rta ntes d a n s les c l asses d'âges les plus jeu nes (1-2 ans). i l est normal de vo i r s' i n sta l l e r u n épais fourré d e semis (Scott. 1980 in Derou iche. avec beaucoup de satisfaction.. 1964). dans un peuple­ ment dense âgé d'environ 50 ans. en Aus­ tral ie. A Meu rdja. A Meurdja.

1 980 .I m l o u l ( A u rè s ) . dissém i ­ n a t i o n des grai nes. l es p i nèdes peuvent se per­ pétu e r i n défi n i me n t ( G u i l l e r m et al. c e l l e. à t rè s j u st e t i t re . les p i nèdes sont généra l e m e nt col o n i sées par u n e g r a n d e q u a n t i té d e pl a n t u l es d e p i n s q u i red o n n e nt u n e n o u v e ll e pi nède ( Lapie. après i ncendie. i l e s t c e rta i n q u ' a u p l a n méthodologique. 1962 . en analysant l ' i nfl uence d es i n c e n d i es sur l es forêts de la rég i o n m é d i t e r ra n é e n n e à l a l u m i è re d 'études pa l éoéco logiq ues. avec un max i m u m pou r un des semis de 1 m 45 contre 1 m 50. 1980) . 1984).M. les mêmes potential ités. A i n s i . pers . Dans le cas q u i nous i n té resse. Dans l a p i nède des Bén i . d a n s d e s t r o u ées p ro - voquées par les bombes d e Napal m. ) . est extrême­ ment fai ble voi re n u l le. Abbas e t al. de la périod i c i té e t de l ' i n­ te n s i té d u fe u . 10 fo i s m o i n d re q u e cel l es des p i ns d'Alep et mariti me. 1 952 . en p a rt i ­ c u l i er. le feu en raison de son i ntensité. p u is Barbera et al. 1969 . à u n e moindre capacité de survie en raison des effets combi n és de la c o n c u r­ rence et de la sécheresse. C e q u e Moran d i n i (1 970) observe également dans cette forêt. En réal ité. Mais. E n fa it.. Boudy. Les pins cal iforn iens se régénèrent de même. pinaster. obs. s u r l e s pl a c e t t e s i n ­ cend i ées a assuré u n e bon n e den­ si té de régénérat i o n . Cet auteur pense que les cônes ont été brûlés complètement avec l 'embrasement des c imes sans pouvoir l i bérer leurs grai nes comme l o rs d ' u n i nc e n d i e ord i na i re. s'avère capable d'une croissance j uvén i l e en haute u r tout aussi rapide q u e cel le du pin mariti me. e n fo u r rés d e n se s d e 30 à 45 000 tiges/ha en moye n n e avec une hauteur de 2 à 2.5 m . avec 2 m 31 . May. nigra. ) et. . 1978) et d u D j u rd j u ra ( Djebel Tigou nati ne à T i kj da. Sari. m a i s sa d i spers i on spatiale reste rédu ite. comme déjà sou l igné pl u s h a u t.Conclusion Après i n cendie. Sou leres. (1984). sa régénération n'est pas d i rectement l iée à l'action du feu (ouverture des cônes. . Abbas et al. surtout depuis la première année post­ incendie est nécessai re pour pouvoir conclure de manière objective sur ce sujet où de nombre u x poi nts sont à écl a i rc i r. l e peu plement sera détru it. de M o n tgol f i e r . d ' a p rè s R é g o et al. 1 980 . j o n ­ c h ée s d e t r o n c s c al c i n é s o ù l a r é g é n é r a t i o n e s t e x t rê m e m e n t fa i bl e vo i re n ulle. S i non. S c h oe n e n be rg e r (1970) c o n state. de ce point de vue. Quant au cèd re. Toutefois. Nahal. l a régé n é rat i o n d u p i n d'Alep après i ncend ie n'est possible qu'à condition que les cônes d isper­ sés su r le sol ne soient pas total ement ca rbon isés avec l e u rs gra i nes (Tra­ b a u d . 1 982) . 1 970 . echinata ( L ittl e. . le pi n de Coulter ne présente qu'un max i m u m de 1 m 22.. 1987). i n c e n d i ées a u co u rs d e l a gue rre d ' i ndépendance ( Na pa l m ) . l e su ivi d e plusieurs placettes pour chacune des essences. l es feu x d ' u n e c e rta i n e p é r i od i c ité o n t fa­ vorisé la mise en place de pi neraies à Pinus rigida et P. l evée d e d or­ mance). 1983). a u sens d e Trabaud. attestant que le passage du feu a été favorable à leur régénération natu re ll e . Traba u d . Au point de vue de la croissance en hauteur du sem is le pl us grand. i l appa­ raît que les pins d'Alep et maritime montrent une i mportante densité de sem i s. du même ordre de grandeur pou r ces 2 essences. d i ffé­ re ntes p rove n a n ces de ces 2 p i n s n'ont apparemment pas. Abdessemed. . (1987) sou l ignent q u e l ' i ncend ie ne favorise pas a u to m at i q u e m e n t l es p i ns (vo i r l 'exe m ple d u p i n de Coulter). la p rése n c e d ' a rb res p o rt a n t des s e m e n c e s . car les arbres ne p e u v e n t fo u r n i r d ' a b o n d a n tes gra i n es ferti les qu'à part i r de 20 ans (Boudy. par exemple. d a n s l e s jeu nes peuplements de 15-20 ans. Etats U n i s) . du moins d u rant le pas de temps considéré (4 ans). 1 987). Cette h ypothèse p l a u s i b l e reste. a p r i o r i . 1909 . c o m m e c e ll es des Au rès (Schoenen berger. Si le feu se décl a re avant cette p é r i o d e d e 20 a n s p o u r le p i n d ' A l e p (et 25-35 a n s pou r l e p i n m a r i t i m e . la s u r v i e de la p o p u l at i o n n ' e st ass u rée aussi l ongte m ps que si le feu ne survient pas. libani en Anatol ie . Dans la rég ion d e s P i n e Barrens ( New Jersey. 1 987) . E n ce s e n s . E n outre. R. E n f i n . sur les placettes où l ' i ncendie a tardé. brûle toutes les gra i nes malgré l ' i ndé n i a ble rôle de protection contre le choc therm ique des écailles du cône. Mais cette régénérati on des p i n s a p rès i n c e n d i e d é p e n d . par contre. se sont t r a n s fo r m é e s en p e l o u s e s . 285 . 1950. montrant une den­ sité de semis 4 fois supérieure à cel l e d u p i n d 'Alep. Il est à noter q u e de n o m b re u se s c é d r a i e s d ' Al gé r i e . mais avec des d e n s i té s t rè s n ette m e n t i n fé­ rieures à celles des pins autochtones. Néa n mo i ns. E n effet. D'autre part. 1 950 . par exe m ple. q u 'effectivement l es se m i s de p i n d'Alep sont i nexistants. P. Pinus coulteri montre une densité de semis naturel 100 fois i n fé r i e u re à c e l l e de Pi n u s h a ­ lepensis. Le pin d'Alep q u i se trouve. parfois. rég ress i o n des céd ra i es à Cedrus atlantica a u Marac et C. celle-c i est loin d'être spontanée après i ncendie mais dépend s u rtout de la prése nce de porte-grai nes à proxi m ité des sites in­ cend iés et des conditions c l imatiques les années q u i su ivent le feu (Toth.c i est. P. ( 1 984) ont remarqué que la régéné­ ration du pi n d'Alep. de l ' O u a rse­ n i s ( S a r i . Bar­ bero et al. Pons et T h i n o n (1987 ) constatent u n e e x p a n s i o n passée et actu e l l e d e d i v e r s e s fo r m a t i o n s d e p i n s (Pi n u s halepensis. au contrai re. 1987). rappe­ lons-le. u ne forte Ce q u i e s t d û .. 1 986 . Le c y p rè s v e rt s ' a ff i r m e a u ss i comme u n véritable pyrophyte. Sari (1978) cite le cas édifiant d e l a forêt de p i n d'Alep de l 'oued Lard­ j e m ( O u a rse n i s ) . de nos résultats. en bioc l i mat hum ide. q u i m a l g ré d e s i nc e n d i es périod i q ues ( a u p a s de temps d e 2 1 -22 a n s) détru isant la quasi-total ité de cette forêt. s' i l est log i q u e de constater ici la nette supériorité d u Pinus insignis. 1979 in Lepart et Escare. se pré­ sente 10 à 1 5 ans après le dernier fe u . 1978 . à vérifier. Trabaud. Dans les l i m ites de nos observations.

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Storte l d e r A . dans l'arboretum de Meurdja (Atlas tellien.. D . Paris. Trabaud L . F a c . Eco l . N ote t ec h n i q u e d u M A B . l a structure et l ' é vo l u t i o n de la v é g é t a t i o n d e s zones d e garrigues du Bas-Languedoc. I n sta l l ation e t déve­ de m i se en para l lèle de la zonation a l ti­ tud i n a l e des structu res forestière s de v é g é t a t i o n e n t re la C a l i fo r n i e m é ­ ridionale e t l e poutour méditerranée n . N at u ra l a n d p re s c r i bed fi re : s u rv i va l strateg i e s of pl ants and eq u i l ibrium i n mediterranean ecos yste m s . . P i ne reco nsti­ t u t i o n after wi l dfi re. 9 ( 1 ) : 29-34. Ten h u n e n et a l . . flr" .. Eco l . 1 9 8 7 .. 1 9 7 7 . Quézel P . e t al. c o n serva t i o n et a m é n a g e m e n t ..5 2 . 1 9 8 6 . 1 : 2 3 . . R . E.1 64 . N ancy..R. Mons. . Quézel P. F o r e s t s e r v i c e U S DA. 2 (1 ) : 1 -1 26. 1 ( 1 ) : 7. leur régénération est importante : plusieurs milliers de semis par hectare. . 1 9 70. 342 p. questa dipende strettamente dell� presenza di alberi seminatori ancora vivi. i n 1 0 1 . 1 9 76. Berkeley : 450-4 5 7 . Méd it. P S W. Essa i Résumé L 'auteur analyse la régénération na­ turelle du cèdre de l'Atlas et de divers pins. dal punto di vista della densità e della crescenza in altezza delle semine. Rome. C E . 1 9 7 8 . P. Zera i a L. 1 84 p . Nord. R e p .. Pons A . neWarboreto di Meurdja (Atlante te/liano. Le f e u et l ' éco­ Recherc h e s s u r l 'A l ­ gérie. . vol .'filer. Contr i bution à l 'étude des forêts de chênes à feu i l l es caduques d'Algérie. the post-fire regeneration is very dependent on the presence of seed bea rers still remaining in the burnt area. 1 9 80. E t u d e é c o l og i q u e . L ' A r b o retu m de M e u rd j a . Vega-H idalgo j . Les pins californiens (pin de Monterey et pin de Coulter) se régénèrent aussi... 4 2 p . Pare cast che i pini autoctoni (pino di A leppo e pino maritimo) sono fa voriti dal passaggio deI fuoco. 1 9 5 6 . A leppo pine. . . Quézel P . Toth dei fuego en los hab itos regenerativos dei Pinus pinas ter y P. Montpel­ l ier . . 1 96 2 . 8 ( 1 /2 ) : 389-408. 1 3 : 1 6 7-1 79. p rojet A l gérie 1 5 . 290 p. Toth : p h y s i o l o g i e de l a g e r m i n a t i o n d e quelq ues espèces des garrigues d u Bas­ Languedoc. Trabaud L. Alger. et Trabaud L. Ann. Les végéta u x dans l a biosphère. L a c éd ra i e de C h réa.. 1 9 8 4 . d ' Etat. 1 3 (4) : 1 89-1 94. F . Effects of past and present fire on the vegetation of the F re n c h m e d i t e r r a n e a n reg i o n G e n . Zaki A. C A R E F . 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