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ME5610 e NM6610 MECÂNICA DOS SÓLIDOS I Parte B Aula B1: Apresentação da disciplina e tensões
ME5610 e NM6610
MECÂNICA DOS SÓLIDOS I
Parte B
Aula B1: Apresentação da disciplina e
tensões em vasos de pressão de paredes
finas
Prof. Maurício de Carvalho Silva
Referência: Resistência dos Materiais. 4a Edição. (Beer & Johnston)
(páginas 450 a 457 )
Professores Mec. Sol. I (teoria e laboratório) ALFREDO A. Pires GUSTAVO H. B. Donato MAURÍCIO Carvalho
Professores Mec. Sol. I
(teoria e laboratório)
ALFREDO A. Pires
GUSTAVO H. B. Donato
MAURÍCIO Carvalho
Renato J. P. C. MIRANDA
Renato TERAMOTO
SÉRGIO Delijaicov
Introdução 1 - Resistência dos Materiais Estuda as tensões (σ,τ), deformações ( ε, γ) e deslocamentos
Introdução
1 - Resistência dos Materiais
Estuda as tensões (σ,τ), deformações ( ε, γ) e
deslocamentos (δ, ∆ v, y, θ, φ) nos sólidos
sujeitos a esforços (N=P, V, M, T) visando o
dimensionamento ou verificação de peças e
estruturas de um modo geral.
2 - Mecânica dos Sólidos I
Complementa os conceitos da RM e faz
uma Introdução à Análise Experimental
de Tensões ( Lab. de Res. Mat.)
Programa Parte A (Teoria) Estados de Tensão (EPT) Estados de Deformação (EPD) Estado Geral (Triplo) de
Programa
Parte A (Teoria)
Estados de Tensão (EPT)
Estados de Deformação (EPD)
Estado Geral (Triplo) de Tensões (ETT)
Complementos das Relações Tensões x
Deformações
Critérios de Resistência
Solicitações Compostas
Medição de Deformação Específica e Rosetas
Parte B (Teoria)
Vasos de Pressão
Complementos de Torção
Cisalhamento na Flexão e Centro de Torção
Solicitações Compostas
Programa Parte C (Laboratório) Introdução ao Curso Introdução à Análise Experimental de Tensões Extensometria Elétrica (Strain-Gages)
Programa
Parte C (Laboratório)
Introdução ao Curso
Introdução à Análise Experimental de Tensões
Extensometria Elétrica (Strain-Gages)
Demonstrações e Experiências (4)
Fotoelasticidade
PROVA
Seminários
Cronograma de Aulas – Parte B Aula Tópico Sábado 1 Introdução ao curso. Tensões em vasos
Cronograma de Aulas – Parte B
Aula
Tópico
Sábado
1
Introdução ao curso. Tensões em vasos de pressão de paredes finas
11.fev
2
Continuação vasos de pressão de paredes finas. Exercícios
18.fev
Complementos de torção. Exercícios com barras de seção transversal circular.
3
25.fev
Introdução a seções não circulares.
4
Complementos de torção. Seções não circulares.
03.mar
5
Complementos de torção. Seções não circulares.
10.mar
6
Complementos de torção.
.
Seções não circulares
.
17.mar
7
Cisalhamento na Flexão. Aplicação em seções de paredes finas simétricas.
24.mar
8
Cisalhamento na Flexão. Aplicação em seções de paredes finas não-simétricas.
14.abr
9
Cisalhamento na Flexão. Centro de Torção.
28.abr
10
Cisalhamento na Flexão. Centro de Torção.
05.mai
11
Cisalhamento na flexão . Centro de torção.
12.mai
12
Solicitações Compostas. Aplicação em seções de paredes finas simétricas.
26.mai
13
.
Bibliografia Básica • Beer, F.P & Johnston, E.R. & De Wolf, J , Resistência dos Materiais,
Bibliografia Básica
Beer, F.P & Johnston, E.R. & De Wolf, J ,
Resistência dos Materiais, 2 a, 3 a e 4 a ed. S.P.,
MC-Graw Hill, 2006
• BEER, F. P; JOHNSTON, E. R; DEWOLF, J. T.;
MAZUREK, D. F. – Mecânica dos Materiais – 5ª
Ed. São Paulo, Bookman, 2010.
• Hibbeler, R.C., Resistência dos Materiais, 3a ed.
R.J., LTC, 2000
Critério de Avaliação: Média _ MS 1 = Com P 1 e P 3 : Média
Critério de Avaliação:
Média
_ MS 1 =
Com P 1 e P 3 :
Média
_ MS 1 =
0, 30 ⋅ P 1 + 0,55 ⋅ P 2 + 0,
0, 30 ⋅ P 1 + 0 ,55 ⋅ P 3 + 0
15
⋅ Lab
,15
⋅ Lab
Com P 2 e P 3 :
Média _ MS 1 =
0,425 ⋅ P 1 + 0,425 ⋅ P 2 +
0,15 ⋅ Lab
Lab
= 0,5
⋅ PL
+ 0,5 S
.
8
Tensões em Vasos de Pressão de Paredes Finas Diz-se que um vaso (ou tubo) é de
Tensões em Vasos de
Pressão de Paredes Finas
Diz-se que um vaso (ou tubo) é de parede fina quando por
exemplo a espessura (t) da parede é igual ou menor a
décima parte do raio (r). Nestas condições, pode-se admitir
que as tensões normais se distribuem uniformemente ao
longo da espessura do vaso (ou tubo).
1
t
⋅ r
10
Tensões em Vasos de Pressão de Paredes Finas Vasos de Pressão Cilíndrico: ex. tanque combustível
Tensões em Vasos de
Pressão de Paredes Finas
Vasos de Pressão Cilíndrico: ex. tanque combustível
Tensões em Vasos de Pressão de Paredes Finas Vasos de Pressão Cilíndrico: tensão circunferencial
Tensões em Vasos de
Pressão de Paredes Finas
Vasos de Pressão Cilíndrico: tensão circunferencial
Tensões em Vasos de Pressão de Paredes Finas Vasos de Pressão Cilíndrico: tensão circunferencial ∑ F
Tensões em Vasos de
Pressão de Paredes Finas
Vasos de Pressão Cilíndrico: tensão circunferencial
∑ F = 0
σ
(
2
⋅ t ⋅ ∆ x
)
− p ⋅
(
2 ⋅ r ⋅ ∆
x
)
= 0
circ
σ
=
p ⋅ r
t
= σ
circ
1
Tensões em Vasos de Pressão de Paredes Finas Vasos de Pressão Cilíndrico: tensão longitudinal ∑ F
Tensões em Vasos de
Pressão de Paredes Finas
Vasos de Pressão Cilíndrico: tensão longitudinal
∑ F = 0
σ
(
2 ⋅
π
⋅ r
t
)
(
2
)
− p ⋅
π
r
= 0
long
p ⋅ r
σ
=
= σ
long
2
2 ⋅ t
Tensões em Vasos de Pressão de Paredes Finas Vasos de Pressão Cilíndrico: ex. tubulação de gás
Tensões em Vasos de
Pressão de Paredes Finas
Vasos de Pressão Cilíndrico: ex. tubulação de gás
Tensões em Vasos de Pressão de Paredes Finas Vasos de Pressão Esféricos: ex. esfera de gás
Tensões em Vasos de
Pressão de Paredes Finas
Vasos de Pressão Esféricos: ex. esfera de gás
Tensões em Vasos de Pressão de Paredes Finas Vasos de Pressão Esféricos
Tensões em Vasos de
Pressão de Paredes Finas
Vasos de Pressão Esféricos
Tensões em Vasos de Pressão de Paredes Finas Vasos de Pressão Esféricos ∑ F = 0
Tensões em Vasos de
Pressão de Paredes Finas
Vasos de Pressão Esféricos
∑ F = 0
(
2
)
σ
(
2
π
⋅ r
t
)
− p ⋅
π
r
= 0
circ
(
(
2
)
σ
2 ⋅
π
⋅ r ⋅ t
)
− p ⋅
π
r
= 0
long
Tensões em Vasos de Pressão de Paredes Finas Vasos de Pressão Esféricos σ = σ =
Tensões em Vasos de
Pressão de Paredes Finas
Vasos de Pressão Esféricos
σ
=
σ
=
circ
long
p ⋅ r
2 ⋅ t
Exercício 01 a) Um vaso de pressão cilíndrico tem diâmetro interno de 1220mm e espessura de
Exercício 01
a) Um vaso de pressão cilíndrico tem diâmetro interno de
1220mm e espessura de 12,7mm. Determinar a pressão
interna máxima que ele pode suportar de forma que tanto a
componente da tensão circunferencial como a da
longitudinal não excedam 140MPa.
b) Sob as mesmas condições, qual pressão interna máxima
um vaso esférico de tamanho semelhante suporta?
Exercício 02 (Prob. 7.5 – pag. 453 do Beer & Johnston) Um tanque de ar comprimido
Exercício 02
(Prob. 7.5 – pag. 453 do Beer & Johnston)
Um tanque de ar comprimido está apoiado em dois berços
como mostra a figura. Um dos berços foi projetado de forma
que não exerça nenhuma força longitudinal no tanque . O
corpo cilíndrico do tanque tem um diâmetro externo de
762 mm e é fabricado a partir de uma placa de aço de
9,5 mm de espessura por soldagem de topo ao longo de
uma hélice que forma um ângulo de 25º com o plano
transversal. As tampas das extremidades são esféricas e
têm uma espessura de parede uniforme de 8,0 mm. Para
uma pressão manométrica interna de 1,2 MPa, determine:
Exercício 02 (Prob. 7.5 – pag. 453 do Beer & Johnston) a) A tensão normal e
Exercício 02
(Prob. 7.5 – pag. 453 do Beer & Johnston)
a) A tensão normal e a tensão de cisalhamento máxima nas
tampas esféricas;
b) As tensões em direções perpendiculares e paralelas à
soldagem helicoidal.
Exercício 03 (Ex. 8.1 – pag. 413 do Gere) Um tanque de ar comprimido tendo um
Exercício 03
(Ex. 8.1 – pag. 413 do Gere)
Um tanque de ar comprimido tendo um diâmetro interno de
18 polegadas e uma espessura de parede de ¼ de polegada
é formado soldando-se dois hemisférios de aço:
a)
Se
a
tensão
aço for
de
tração
admissível
no
14.000 psi,
qual
é
a
máxima pressão do
ar
permitida pa no tanque?
b)
Se
a tensão de cisalhamento
admissível
no
aço
for
6.000 psi,
qual é a máxima pressão permitida
pb?
Mecânica dos Materiais. 5a Edição. (James M. Gere)
(páginas 409 a 421 )
Exercício 03 cont ... (Ex. 8.1 – pag. 413 do Gere) c) Se a deformação normal
Exercício 03 cont
...
(Ex. 8.1 – pag. 413 do Gere)
c) Se a deformação normal na superfície externa do tanque
não deve exceder 0,0003, qual é a máxima pressão
permitida p c ? (Assuma que a lei de Hooke seja válida e que
o módulo de elasticidade para o aço seja 29.000 ksi e o
coeficiente de Poisson seja 0,28)
d) Testes nos sulcos soldados mostram que a falha ocorre
quando a carga de tração nas soldas excede 8,1 kips por
polegada de solda. Se o fator de segurança contra falha
exigido for 2,5, qual é a pressão máxima permitida p d ?
e) Considerando os quatro fatores anteriores, qual é a
pressão admissível p adm no tanque?
Exercício 04 (Ex. 8.2 – pag. 417 do Gere) Um vaso de pressão cilíndrico é construído
Exercício 04
(Ex. 8.2 – pag. 417 do Gere)
Um vaso de pressão cilíndrico é construído a partir de uma
placa de aço longa e fina enrolando-se a placa em torno de
um mandril e então soldando-se ao longo das bordas da
placa para fazer uma junção helicoidal. A solda helicoidal faz
um ângulo α=55º com o eixo longitudinal. O vaso tem raio
interno r = 1,8 m e espessura de parede t = 20 mm. O
material é aço com módulo E = 200 GPa e coeficiente de
Poisson ν = 0,30. A pressão interna p é 800 kPa.
Mecânica dos Materiais. 5a Edição. (James M. Gere)
(páginas 409 a 421 )
Exercício 04 cont ... (Ex. 8.2 – pag. 417 do Gere) Calcule as quantidades a seguir
Exercício 04 cont
...
(Ex. 8.2 – pag. 417 do Gere)
Calcule as quantidades a seguir para a parte cilíndrica do
vaso:
a) As tensões circunferencial e longitudinal;
b) As tensões de cisalhamento máximas no plano e fora do
plano;
c) As deformações circunferencial e longitudinal;
d) A tensão normal σ w e a tensão de cisalhamento τ w agindo
perpendicular e paralelamente, respectivamente, à solda.
Exercício 04 cont ... (Ex. 8.2 – pag. 417 do Gere)
Exercício 04 cont
...
(Ex. 8.2 – pag. 417 do Gere)