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FACULDADE DE TECNOLOGIA RUBENS LARA CURSO DE ANÁLISE E DESENVOLVIMENTO DE SISTEMAS REDES: A (R)EVOLUÇÃO TRABALHO
FACULDADE DE TECNOLOGIA RUBENS LARA CURSO DE ANÁLISE E DESENVOLVIMENTO DE SISTEMAS REDES: A (R)EVOLUÇÃO TRABALHO

FACULDADE DE TECNOLOGIA RUBENS LARA

CURSO DE ANÁLISE E DESENVOLVIMENTO DE SISTEMAS

REDES:

A (R)EVOLUÇÃO

TRABALHO DE ARQUITETURA E ORGANIZAÇÃO DE COMPUTADORES

Santos

Setembro, 2011

FACULDADE DE TECNOLOGIA RUBENS LARA CURSO DE ANÁLISE E DESENVOLVIMENTO DE SISTEMAS

ANDRÉ FRANCISCO SILVA MACEDO CLAUDEMIR FREITAS LUAN DA HORA RENAN DE AMORIM HALPHEN THIAGO ARAÚJO

Trabalho apresentado no curso de Análise e Desenvolvimento de Sistemas para obtenção de nota parcial na disciplina de Arquitetura e Organização de Computadores.

Professora responsável: Nádia Andrade Santos

Santos

Setembro, 2011

Faculdade de Tecnologia Rubens Lara

Conteúdo

Introdução

3

Projeto ARPANET: os primeiros passos

3

A Guerra esfria e a Rede se aquece

4

A chegada dos Protocolos

5

Modelo de Referência ISO/OSI

5

Protocolo TCP/IP

 

6

Protocolo

UDP

7

Comparação entre TCP e UDP

7

O conceito de DNS

 

8

 

8

9

A evolução dos meios de transmissão de dados

10

Cabo

coaxial

 

10

Cabo

de par trançado

10

Fibra

ótica

11

O sistema TAT-8

 

11

Wireless Fidelity

12

Padrão

 

12

Modelagem de redes de computadores

12

WAN (Wide Area Network)

 

13

LAN (Local Area Network)

13

........................................................................

13

Topologia de rede

13

 

14

Ligação

Ponto-a-ponto

14

Ligação

Multiponto

14

Estruturas Mistas

14

Topologia em Anel

.................................................................................................

15

Topologia

em

Estrela

15

Topologia

em

Barramento

16

Topologia Hierárquica

16

Topologia

 

Híbrida

17

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O “boom” das redes nas empresas

17

 

A criação dos conceitos de Intranet e Extranet

17

A importância de Servidores e Sistemas Operacionais

18

A

rede no Brasil

18

O futuro da rede mundial de computadores

19

Referências

bibliográficas

20

 

Sites

20

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Introdução

Como quase tudo na informática, as redes passaram por um longo processo de evolução antes de atingirem os padrões utilizados atualmente. As primeiras redes de computadores foram criadas ainda durante a década de 1960 e, assim como outros meios de comunicação, pelas vias militares.

No período áureo da Guerra Fria, quando dois blocos antagônicos politicamente, socialmente e economicamente exerciam enorme controle e influência no mundo, qualquer mecanismo, qualquer inovação, qualquer ferramenta nova poderia contribuir na disputa liderada por União Soviética e por Estados Unidos. Indispensável dizer que as duas superpotências compreendiam a eficácia e necessidade absoluta dos meios de comunicação.

Nessa perspectiva, o governo norte-americano temia um ataque às suas bases militares, o que poderia significar a perda de informações importantes e sigilosas, não oferecendo condições de resistência e reação.

Desta forma, foi idealizado um modelo de troca e compartilhamento de informações que permitisse a descentralização das mesmas. Assim, se o Pentágono fosse atingido, as informações armazenadas ali não estariam perdidas. Era preciso, portanto, criar uma rede e então surgiu a ARPANET.

Projeto ARPANET: os primeiros passos

A idéia da construção de uma rede de computadores que pudessem trocar informações surgiu no "Advanced Research Projects Agency'', ARPA, do Departamento de Defesa dos EUA quando, em 1962, a Agência contratou J.C.R. Licklider para liderar as suas novas iniciativas através do "Information Processing Techniques Office'', IPTO, da Agência. Um dos sonhos de Licklider era uma rede de computadores que permitisse o trabalho cooperativo em grupos, mesmo que fossem integrados por pessoas geograficamente distantes, além de permitir o compartilhamento de recursos escassos, como, por exemplo, o supercomputador ILLIAC IV, em construção na Universidade de Illinois, com o patrocínio da própria ARPA. O projeto amadureceu quando a ARPA contratou Lawrence Roberts, do Lincoln Lab do MIT, em 1967, para tornar a idéia uma realidade. Nesta mesma época Licklider, tendo saído da ARPA em 1964, assumiu a direção do Projeto MAC no MIT.

Foi escolhido para a rede um modelo proposto por Paul Baran em 1962 e que lançou a idéia de comunicação digital via comutação de pacotes numa série de estudos sigilosos. Estes estudos foram realizados em função de um contrato com a ARPA cujo objetivo era a idealização de um sistema de comunicações que não pudesse ser interrompido por avarias locais. Uma conseqüência importante desta escolha e dos desenvolvimentos posteriores é que a rede Internet herdou

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esta propriedade. Na verdade, qualquer defeito de equipamentos na rede não apenas não interrompe o seu funcionamento como adicionalmente nem chega a interromper sequer as comunicações entre processos em curso na hora da avaria, desde que permaneça em funcionamento alguma conexão física entre os dois processos. Isto resulta na robustez extraordinária da rede Internet.

Para realizar o primeiro experimento com a rede foram escolhidas quatro Universidades que seriam conectadas em janeiro de 1970 na rede computacional ARPANET. Eram elas a Universidade da Califórnia em Los Angeles (centro do desenvolvimento do "software''), o Instituto de Pesquisa de Stanford, a Universidade da Califórnia em Santa Bárbara e a Universidade de Utah, todos beneficiários de contratos com a ARPA. Além da comunidade acadêmica, a rede original atendia também à comunidade militar americana.

A rede se expandiu rapidamente, incluindo computadores de variadas plataformas de "hardware'' e de "software'', demonstrando que a comunicação e cooperação entre sistemas até mesmo de concepções muito diferentes era perfeitamente factível. Foi organizada a primeira demonstração pública da rede em 1972, por ocasião da 1ª Conferência Internacional de Comunicação de Computadores. Nesta oportunidade a rede já dava suporte a um amplo conjunto de serviços regulares, entre as quais estavam incluídos o login remoto e o correio eletrônico, cujo volume de uso surpreendeu os próprios responsáveis pela rede. Ou seja, a rede estava se revelando, desde os seus primórdios, como um instrumento muito efetivo de cooperação.

As ligações da ARPANET usavam linhas telefônicas dedicadas à velocidade de 56 Kbps, o que pode parecer pouco, mas era uma velocidade impressionante para a época, principalmente ao considerar que os modems domésticos da década de 1970 transmitiam a apenas 110bps (bits por segundo), o que corresponde a apenas 825 caracteres de texto por minuto.

A Guerra esfria e a Rede se aquece

Na década de 1970 a tensão entre URSS e EUA diminui. As duas potências entram naquilo que a história se encarregou de chamar de Coexistência Pacífica. Não havendo mais a iminência de um ataque imediato, o governo norte- americano permitiu o desenvolvimento de estudos na área de defesa que pudessem entrar na ARPANET. Com isso, o projeto começou a ter dificuldades em administrar todo este sistema, devido principalmente ao grande e crescente número de universidades contidas.

Neste momento, então, há a divisão do sistema em dois grupos, a MILNET, que possuía as localidades militares, e a nova ARPANET, que possuía basicamente localidades não militares. O desenvolvimento da rede, nesse ambiente mais livre, pôde então acontecer. Não só os pesquisadores tiveram acesso aos estudos já

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empreendidos, bem como também seus alunos e os alunos de seus amigos somaram esforços para aperfeiçoá-los.

A chegada dos Protocolos

Ao final dos anos 70, esta rede teve seu protocolo principal desenvolvido e transformado na base para o TCP/IP (Transmition Control Protocol / Internet Protocol). A aceitação mundial do conjunto de protocolos TCP/IP deveu-se principalmente a versão UNIX de Berkeley que, além de incluir estes protocolos, colocava-os em uma situação de domínio público, onde qualquer organização, através de sua equipe técnica, poderia modificá-los e assim garantir o seu desenvolvimento.

O TCP/IP foi desenvolvido como um esquema técnico que permitia que o tráfego de informações fosse encaminhado de uma rede para outra. Todas as redes conectadas pelo endereço IP na Internet, comunicam-se para que todas possam trocar mensagens.

O protocolo IP é o responsável pela conexão entre os sistemas que estão se comunicando. É também responsável pelo movimento da informação na rede. Desta forma, a informação é fragmentada no sistema fonte e reagrupada no sistema alvo. Cada um destes fragmentos pode ter caminhos diferentes pela rede, de forma que os fragmentos podem chegar fora de ordem.

Modelo de Referência ISO/OSI

Em um cenário de grande variedade de sistemas operacionais, CPUs, interfaces de rede, tecnologias e várias outras variáveis, e a necessidade de interconexão entre os diversos sistemas computacionais, a ISO (Organização Internacional para Padronização) criou um subcomitê para o desenvolvimento de padrões de comunicação para promover a interoperabilidade. Desta forma, surgiu o modelo de referência Open Systems Interconnection – OSI.

É importante observar que o modelo OSI é simplesmente um modelo que especifica as funções a serem implementadas pelos diversos fabricantes em suas redes. Este modelo não detalha como estas funções devem ser implementadas, deixando isto para que cada empresa/organização tenha liberdade para desenvolver.

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O modelo ISO/OSI é constituído por sete camadas, descritas de cima para baixo:

07

Aplicação

Interface de

ligação

entre

os

processos de

comunicação de rede e as aplicações utilizadas pelo

usuário.

06

Apresentação

Os dados são convertidos e garantidos em um formato universal.

05

Sessão

Estabelece e encerra os enlaces de comunicação.

04

Transporte

Efetua os processos de seqüenciamento e, em alguns casos, confirmação de recebimento dos pacotes de dados.

03

Rede

Roteamento dos dados através da rede.

 

02

Enlace

A informação é formatada em quadros (frames). Um quadro representa a exata estrutura dos dados fisicamente transmitidos através do fio ou outro meio.

01

Física

Define a conexão física entre o sistema operacional e a rede. Especifica o conector, a pinagem, níveis de tensão, dimensões físicas, características mecânicas e elétricas, etc.

Cada camada se comunica com sua semelhante em outro computador. Quando a informação é passada de uma camada para outra inferior, um cabeçalho é adicionado aos dados para indicar de onde a informação vem e para onde vai. O bloco de cabeçalho + dados de uma camada é o dado da próxima camada.

Protocolo TCP/IP

 

O modelo de camadas ISO/OSI padronizou a base de praticamente todos os protocolos desenvolvidos pela indústria. No entanto, a arquitetura difere em detalhes às vezes fundamentais no seu desenvolvimento. Essa diferença fica evidente ao analisar a descrição do modelo TCP/IP:

04

Aplicação e Processos

 

03

Transporte

02

Rede

01

Física

A camada de Aplicação e Processos é responsável por permitir que as aplicações possam se comunicar através de hardware e software de diferentes sistemas operacionais e plataformas. Muitas vezes este processo é chamado de cliente- servidor.

A camada que segue, chamada de Transporte ou Ponto a Ponto, tem a função principal de começar e terminar uma conexão e ainda controlar o fluxo de dados e de efetuar processos de correção e verificação de erros.

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Depois, a camada de Rede é a responsável pelo roteamento, isto é, usada para atribuir endereço de rede ao sistema e rotear a informação para a rede correta. Tem ainda a função de ligação entre as camadas superiores e os protocolos de hardware. Em essência, pode-se afirmar que sem esta camada, as aplicações teriam que ser desenvolvidas para cada tipo de arquitetura de rede.

Por fim, a primeira camada, chamada Física, não é definida pelo TCP/IP, porém é nítida sua importância em relação à parte física da mídia de comunicação, de bits, de quadros, de endereços MAC, etc.

Protocolo UDP

Ao contrário do que muitos pensam o UDP não é um protocolo anterior ao TCP. Inicialmente, não havia uma separação entre a camada de rede e de transporte. Os protocolos TCP e IP eram referenciados como um único protocolo. Entretanto, à medida que se percebia as limitações do protocolo para certas aplicações, as especificações foram mudando. Na quarta geração, ainda em 1980, há a separação definitiva entre eles. Por isso, o protocolo IP começa na versão 4.

O UDP nasce então para servir como uma interface entre o IP e a camada de aplicação. Sua RFC possui apenas três páginas e sua meta é ser um protocolo simples e rápido.

Desta forma, o protocolo UDP é preferencialmente utilizado em serviços que admitem certa perda de dados, como fluxo de dados em tempo real, multicasting e broadcasting.

Comparação entre TCP e UDP

 

TCP

UDP

Controle

O remetente é limitado pelo controle de congestionamento. Além disso, o TCP reenvia os segmentos até a recepção ser conhecida.

O protocolo apenas empacota e repassa para a camada de rede.

Estabelecimento de conexão

Apresentação de três vias antes de transferir dados.

Simplesmente envia, garantindo velocidade.

Estados de

Mantém o estado com

Não mantém estado.

conexão

buffers de envio e recebimento, parâmetros de controle de congestionamento, etc.

Cabeçalho

20 bytes

08 bytes

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O conceito de DNS

Quando a ARPANET passou a usar protocolo TCP/IP, a população da rede “explodiu” e passaram a existir muitos problemas com a forma como eram compiladas e encontradas as informações.

A enorme quantidade de endereços IP resultou em problemas com tráfego na rede e sobrecarga de processamento. Além disso, apesar de cada endereço ser único para cada host, não havia como controlar os nomes dados aos mesmos. Em um cenário mundial, esse problema seria ainda maior.

Desta forma, foi iniciada uma grande pesquisa por um novo sistema que deveria permitir que um administrador local tornasse os dados mundialmente disponíveis. A descentralização da administração resolveria o problema do gargalo gerado por um único host e diminuiria o problema do tráfego. Além disso, o fato da administração ser local faria com que atualizar os dados se tornasse uma tarefa bem mais simples. O esquema deveria usar nomes em hierarquia para garantir a exclusividade dos nomes.

Em 1984 o cientista Paul Mockapetris publicou o “Domain Name System”, sendo considerado o responsável pela arquitetura do sistema.

Backbone: a espinha dorsal da Internet

Com a necessidade de dar vazão a grandes fluxos de dados, o governo norte- americano passou a investir na criação dos backbones que, como sugere seu próprio significado, seria a espinha dorsal da Internet.

A Fundação Nacional de Ciência (NSF) criou o primeiro backbone de alta velocidade em 1987, o chamado NSFNET. O projeto conectava 170 redes menores e operava com 1.544 milhões de bits por segundo. Depois, grandes corporações como a IBM, a MCI e a Merit trabalharam em conjunto com o NSF para atingir a velocidade de 45 MB/s.

Em geral, os backbones atualmente são linhas tronco de fibra ótica. A linha tronco tem múltiplos cabos de fibra ótica combinados para aumentar a capacidade. Os cabos de fibra ótica são designados OC, por exemplo, OC-3, OC- 12 ou OC-48. Uma linha OC-48 pode transmitir 2.488 MB/s. Basta comparar a um modem de 56K normal transmitindo 56 mil bps para perceber como um backbone moderno é rápido.

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Além desses backbones, existem os criados por empresas particulares. A elas são conectadas redes menores, de forma menos anárquica. É basicamente desta forma que consiste a Internet, que não tem um dono específico, mas um acordo de expansão gigantesco entre empresas e governos para uma intercomunicação livre.

A World Wide Web chega para revolucionar

Na década de 1980, o interesse pela rede se amplia e mais pesquisadores e cientistas se incorporam a ela. Desta maneira, a rede se torna complexa, exigindo um aperfeiçoamento gradual.

Em 1989 o cientista Sir Tim Berners-Lee, do CERN (Centro Europeu de Pesquisas Nucleares) lança uma contribuição que muda definitivamente a face da Internet, até então uma rede fechada e com interface bastante diferente da que conhecemos hoje.

O WWW surgiu como um integrador de informações, dentro do qual a grande maioria das informações disponíveis na Internet pode ser acessada de forma simples e consistente em diferentes plataformas.

A forma padrão das informações do WWW é o hipertexto, o que permite a interligação entre diferentes documentos, possivelmente localizados em diferentes servidores, em diferentes partes do mundo. O hipertexto é codificado com a linguagem HTML, interpretada pelos clientes WWW, também conhecidos como browsers.

Barners-Lee foi o responsável pela criação do sistema, bem como do protocolo usado para a transferência de informações, o HTTP. Entre as principais características do protocolo HTTP, estão:

Comunicação entre os agentes e gateways, permitindo acesso a diversos protocolos como SMTP, NNTP, FTP, Gopher e WAIS; Obedece ao paradigma de pedido/resposta, isto é, um cliente estabelece uma conexão com um servidor e envia um pedido ao mesmo, o qual o analisa e responde;

Em 1993 o Centro Nacional de Aplicações de Supercomputação (NCSA) lança o primeiro browser para a Web, o navegador X Windows Mosaic. Este projeto foi o responsável pela popularização da Internet, que desta maneira saía do meio acadêmico para fazer parte do cotidiano de pessoas comuns.

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A evolução dos meios de transmissão de dados

Cabo coaxial

Entre os anos 80 e 90, era muito comum encontrar redes de computadores

usando cabo coaxial de 50 Ohms. Isto se dava pelo fato de ser uma rede mais

fácil

de

ser instalada, e

também

se acreditava

que

era

mais

resistente a

interferências.

 

O cabo coaxial é constituído por um fio de cobre, ouro, diamante e rubi condutor revestido por um material isolante e rodeado duma blindagem. Este meio permite transmissões até freqüências muito elevadas e isto para longas distâncias.

No entanto, com o avanço das redes de computadores, aumentando sua taxa de transferência, o cabo coaxial começou a ser substituído pelo cabo de par trançado.

Cabo de par trançado

As principais vantagens deste modelo são uma maior taxa de transferência de dados, baixo custo do cabo e baixo custo de manutenção de rede. As taxas usadas nas redes com o cabo de par trançado podem atingir até 1000 Mbps (Gigabit), diferentemente do cabo coaxial, que atinge no máximo 10 Mbps.

Existem três tipos de cabo de par trançado:

Par trançado sem blindagem (UTP): é o mais usado atualmente, tanto em redes domésticas quanto em grandes redes industriais devido ao fácil manuseio, instalação, permitindo altas taxas de transmissão com a utilização do cabo CAT 5e. É também a solução mais barata para distâncias de até 100 metros.

Par trançado blindado (STP): semelhante ao UTP, a principal diferença é que este cabo possui uma blindagem feita com malha metálica. É recomendado para ambientes com interferência eletromagnética acentuada.

Par trançado laminado (FTP/ScTP): cabos idênticos ao modelo UTP, porém, recebem uma película de metal sobre cada par trançado, melhorando a resposta ao EMI.

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Fibra ótica

Diferentemente do que se pensa a fibra ótica não é um meio de transmissão recente. Na verdade, ela em si foi inventada pelo físico indiano Narinder Singh Kanpany nos anos 50, tornando-se mais prática na década seguinte, com o surgimento das fontes de luz de estado sólido, raio laser e os LEDs, e das fibras de vidro de alta qualidade livres de impurezas.

Fibras óticas são elementos de transmissão que utilizam sinais de luz codificados para transmitir dados. A luz que circula pela fibra ótica situa-se no espectro do infravermelho e seu comprimento de onda está entre 10XE14 e 10XE15 Hz.

Para transmitir sinais, além do cabo precisa-se de um conversor de sinais elétricos para sinais óticos, um transmissor e um receptor dos sinais óticos e um conversor dos sinais óticos para os sinais elétricos.

Nas linhas de fibras óticas, a taxa de transmissão é muito superior a dos sistemas físicos convencionais, como os cabos coaxiais e de par trançado. Isto se deve ao fato de que a atenuação das transmissões não depende da freqüência utilizada.

A fibra ótica é completamente imune a interferências eletromagnéticas, portanto, não sofre indução, podendo ser instalada em lugares onde os fios e cabos não podem passar.

O sistema TAT-8

No fim da década de 1980, um projeto em conjunto entre os Estados Unidos e a Europa formou o sistema TAT-8, que instalou o primeiro cabo ótico submarino transatlântico do mundo, interligando Tuckerton, nos Estados Unidos, à Widemouth, na Inglaterra. A distância é superior a 7.500 km.

O sistema é composto por dois subsistemas de transmissão digital a 280 Mbps e o espaçamento médio entre repetidores é de aproximadamente 60 km, perfazendo um total de 125 repetidores. O cabo ótico submarino é composto de 3 pares de fibras mono modo (1 para cada subsistema duplex e 1 par de reserva).

Este projeto revolucionou as telecomunicações, e inicialmente interligou mais de 40 mil circuitos telefônicos entre os continentes. Foram investidos mais de 335 milhões de dólares na construção do projeto, que foi desativado em 2002.

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Wireless Fidelity

Mais conhecido como WI-FI, é um conjunto de especificações para redes locais sem fio, baseado no padrão IEEE 802.11. A flexibilidade é tão grande que se tornou viável a adoção nos mais variados lugares, devido principalmente à diminuição de custos.

Os rádios usados para comunicação WI-FI são muito similares aos rádios usados para walkie-talkies, telefones celulares e outros aparelhos. Eles podem transmitir e receber ondas de rádio e podem converter 1s e 0s em ondas de rádio e convertê-las novamente em 1s e 0s. No entanto, os rádios WI-FI tem algumas diferenças notáveis em relação aos outros:

Transmitem em freqüências de 2,4 GHz ou 5 Ghz, consideravelmente mais altas, que permitem que o sinal carregue mais dados; Geralmente usam padrões de rede 802.11;

Padrão IEEE 802.11

Criado em 1990 pelo Institute of Electrical and Electronics Engineers (IEEE), começou a ser de fato usado e aprovado no fim da década. O padrão IEEE 802.11 define, basicamente, uma arquitetura para as WLANs, que abrange os níveis físicos e de enlace.

No nível físico são tratadas apenas as transmissões com freqüência de rádio (RF) e infravermelho (IR), embora outras formas de transmissão sem fio possam ser usadas, como microondas e laser. No nível de enlace, o IEEE definiu um protocolo de controle de acesso ao meio (protocolo MAC), bastante semelhante ao protocolo usado em redes locais ethernet.

As redes sem fio foram uma das grandes novidades tecnológicas dos últimos anos. Atualmente é o padrão de fato em conectividade sem fio para redes locais. Como prova deste sucesso pode-se citar o crescente número de Hot Spots e o fato de a maioria dos computadores portáteis novos já saírem de fábrica equipados com interfaces IEEE 802.11.

Modelagem de redes de computadores

A classificação de redes em categorias pode ser realizada segundo diversos critérios, entre os quais, os mais comuns são: dimensão ou área geográfica ocupada, capacidade de transferência de informação, topologia, meios físicos de suporte ao envio de dados, ambiente em que se inserem, método de transferência dos dados e a tecnologia de transmissão.

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As classificações mais conhecidas são: WAN, LAN e MAN.

WAN (Wide Area Network)

Tem a dimensão correspondente a países, continentes ou vários continentes. São, na realidade, constituídas por múltiplas redes interligadas, por exemplo, LANs e MANs. O exemplo mais divulgado é a Internet.

Dada a sua dimensão e uma vez que englobam LANs e MANs, as tecnologias usadas para a transmissão dos dados são as mais diversas, contudo, para que a troca de informações se processe, é necessário um elo comum assente sobre essa tecnologia heterogênea. Este elo comum é o protocolo de rede.

LAN (Local Area Network)

Caracteriza-se por ocupar uma área limitada. São redes de débito médio ou alto (de 10mbps até 1gbps, sendo atualmente mais comum 100mbps). A tecnologia mais divulgada é a ethernet.

MAN (Metropolitan Area Network)

É basicamente uma WAN cuja dimensão é reduzida. Geralmente também assegura a interligação de redes locais. A área abrangida corresponde no máximo a uma cidade. São usadas, por exemplo, para interligar vários edifícios dispersos numa cidade. Um exemplo de MAN atual bastante conhecida entre o público em geral é a “net-cabo”.

Topologia de rede

Topologia sempre se refere ao nível físico e ao meio de conexão entre os dispositivos. A topologia de uma rede é dependente de um projeto de suas funções, da confiabilidade e do seu custo de manutenção. Ao se planejar uma rede, muitos fatores devem ser considerados, sendo um dos mais importantes o tipo de participação dos nós. Um nó pode ser fornecedor ou usuário de recursos, ou uma mescla de ambos os tipos.

Existem dois tipos básicos de ligação entre redes: Ponto-a-ponto e Multiponto. E da combinação entre as duas surgem as Estruturas Mistas.

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Tipos de ligação entre redes

Ligação Ponto-a-ponto

O tipo mais simples de ligação entre redes. Nele, o computador central é conectado a um equipamento de comunicação de entrada e saída por uma única linha. Sempre que algum deles tiver algo a transmitir a linha estará livre, já que não há ligação com outro ECD.

Faculdade de Tecnologia Rubens Lara Tipos de ligação entre redes Ligação Ponto-a-ponto O tipo mais simples

Ligação Multiponto

Neste tipo, sempre haverá uma estação chefe que controlará o tráfego da rede e as demais estações subordinadas. Deste modo, as estações subordinadas se comunicam entre si ou através da estação chefe (servidor).

Faculdade de Tecnologia Rubens Lara Tipos de ligação entre redes Ligação Ponto-a-ponto O tipo mais simples

Estruturas Mistas

As estruturas mistas são tipos especiais de redes que enquadram características de dois tipos básicos (ponto-a-ponto e multiponto). Sua principal característica é prover maior complexidade e recursos. Os tipos principais de estruturas mistas são: Anel, Estrela, Barramento, Hierárquica e Híbrida.

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Topologia em Anel

Faculdade de Tecnologia Rubens Lara Topologia em Anel A topologia em anel é caracterizada como um

A topologia em anel é caracterizada como um caminho unidirecional de transmissão, formando um círculo lógico. Muitas das estações remotas conectadas ao anel não se comunicam diretamente com o computador central. O sinal originado por um nó passa em torno do anel, sendo que em cada nó o sinal é regenerado e retransmitido. Como acontece em qualquer topologia, cada estação, ou nó, atende por um endereço que, ao ser reconhecido por uma estação, aceita a mensagem e a trata.

Os maiores problemas desta topologia são relativos a sua pouca tolerância a falhas. Qualquer que seja o controle de acesso empregado, ele pode ser perdido por problemas de falha e pode ser difícil determinar com certeza se este controle foi perdido ou decidir qual nó deve recriá-lo.

Topologia em Estrela

Faculdade de Tecnologia Rubens Lara Topologia em Anel A topologia em anel é caracterizada como um

Neste tipo de topologia, todos os usuários se comunicam com um nodo central que supervisiona e tem o controle sobre todos os outros, ele é chamado de host. Através do host, usuários podem se comunicar entre si.

O arranjo em estrela é a melhor escolha se o padrão de comunicação da rede for de um conjunto de estações secundárias que tem a função somente de se comunicar com o host. As situações onde isto mais acontece são aquelas em que o nodo central está restrito às funções de gerenciamento de comunicações e a operações de diagnósticos.

O desempenho obtido numa rede em estrela depende muito da quantidade de tempo requerido pelo nodo central para processar e encaminhar informações, e

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da

carga

de

tráfego

na

rede,

ou

processamento do nodo central.

seja,

é

limitado

pela

capacidade

de

Topologia em Barramento

Faculdade de Tecnologia Rubens Lara da carga de tráfego na rede, ou processamento do nodo central.

Neste tipo de topologia todos os nodos (estações) se ligam ao mesmo meio de transmissão. A barra é geralmente compartilhada em tempo e freqüência, permitindo transmissão de informação. O tráfego das informações é bidirecional e cada nó conectado à barra pode interceptar todas as informações transmitidas. Esta característica facilita as aplicações com mensagens do tipo difusão (para múltiplas estações).

Nas topologias tipo barramento, as falhas não causam a parada total na transmissão de dados. Relógios de prevenção em cada transmissor devem detectar e desconectar o nodo que falha no momento da transmissão.

Topologia Hierárquica

Faculdade de Tecnologia Rubens Lara da carga de tráfego na rede, ou processamento do nodo central.

Este tipo de topologia também é conhecido como topologia em árvore. Ela se caracteriza por uma série de barras interconectadas com uma barra central.

Cada

ramificação

significa

que

a

caminhos diferentes.

informação

deverá se conduzir por dois

Esta topologia é muito usada para supervisionar aplicações de tempo real, como algumas de automação industrial e automação bancária.

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Topologia Híbrida

É a topologia mais utilizada em grandes redes. Assim, se adéqua à topologia de rede em função do ambiente, compensando os custos, expansibilidade, flexibilidade e funcionalidade de cada segmento de rede.

Muitas vezes acontecem demandas imediatas de conexões e a empresa não dispõe de recursos, naquele momento, para a aquisição de produtos adequados para a montagem da rede. Nestes casos, a administração de redes pode utilizar os equipamentos já disponíveis considerando as vantagens e desvantagens das topologias utilizadas.

Numa topologia híbrida, o desenho final da rede resulta da combinação de duas ou mais topologias de rede. A combinação de duas ou mais topologias de rede permite-nos beneficiar das vantagens de cada uma das topologias que integram esta topologia. Embora muito pouco usada em redes locais, uma variante da topologia em malha, a malha híbrida, é usada na Internet e em algumas WANs. A topologia de malha híbrida pode ter múltiplas ligações entre várias localizações, mas isto é feito por uma questão de redundância, além de que não é uma verdadeira malha porque não há ligação entre cada um e todos os nós, somente em alguns por uma questão de backup.

O “boom” das redes nas empresas

A criação dos conceitos de Intranet e Extranet

Com a enorme evolução do serviço em redes, tanto em empresas como em lares, surge um novo conceito específico para organizações que passa a ser utilizado para aprimorar a comunicação com filiais, entre setores através de um sistema em rede, etc.

A Intranet é uma rede de computadores privada que assenta sobre a suíte de protocolos da Internet. Conseqüentemente, todos os conceitos da última aplicam-se também numa intranet, como, por exemplo, o paradigma de cliente- servidor.

Resumidamente, o conceito de intranet pode ser interpretado como “uma versão privada da Internet”, ou uma mini-Internet confinada a uma organização. O termo foi utilizado pela primeira vez em 1995 por Stephen Lawton.

Já a Extranet seria uma extensão da Intranet, ou seja, funciona igual a Intranet, porém sua principal característica é a possibilidade de acesso via Internet, ou seja, de qualquer lugar do mundo.

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A idéia de Extranet é melhorar a comunicação entre os colaboradores e parceiros, além de acumular uma base de conhecimento que possa ajudar os funcionários a criar novas soluções.

A importância de Servidores e Sistemas Operacionais

Uma intranet deve ser concebida de acordo com as necessidades da empresa ou da organização. O que torna possível o gerenciamento desses recursos em menor escala, isto é, adaptados para a realidade da empresa, são os sistemas operacionais e servidores, responsáveis por organizar a infra-estrutura e distribuir a rede.

A história dos servidores tem, obviamente, a ver com as redes de computadores. Redes permitiam a comunicação entre diversos computadores e, com o crescimento destas, surgiu a idéia de dedicar alguns computadores para prestar serviços à rede, enquanto outros se utilizariam destes serviços. Os servidores ficariam responsáveis pela primeira função.

Com o advento das redes, foi crescendo a necessidade das redes terem servidores e minicomputadores, o que acabou contribuindo para a diminuição do uso dos mainframes. Essa mudança pulverizou as redes, criando um mapa global interligado, formado essencialmente por milhares de redes menores.

O conceito de servidores não se resume ao hardware, mas também ao software necessário para reconhecer a infra-estrutura e gerenciar recursos e serviços. Essas são as funções essenciais dos sistemas operacionais de redes, entre os quais o Linux, o Unix, a família Windows Server, o Solaris, o FreeBSD e o Novell Netware.

A rede no Brasil

O Brasil só entrou na rede na década de 1990, quando o Ministério da Ciência e Tecnologia (MCT) criou a Rede Nacional de Pesquisas (RNP), cujo objetivo era implantar uma moderna infra-estrutura de rede, com abrangência nacional.

Em junho de 1991 o projeto de implantação de um backbone nacional, financiado pelo CNPq é aprovado pelo Governo Federal. Cerca de dois anos depois é lançada a espinha dorsal de comunicação brasileira, a velocidades mínimas de 9.600 bits por segundo.

Até 1995 a atuação da RNP se restringia a área de interesse da comunidade de educação e pesquisa do país. Sua missão básica era disseminar o uso da Internet, especialmente para fins educacionais e sociais.

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O projeto atingiu cerca de 400 instituições de 11 estados, incluindo a maioria das universidades e institutos de pesquisa governamentais. A estimativa era de 60 mil usuários ativos.

Com números absolutamente favoráveis, em abril de 1995 o Governo Federal decide lançar um grande projeto de uma rede Internet global e integrada, abrangendo todo tipo de uso. Um mês depois é criado o Comitê Gestor da Internet (CGI) com as atribuições de: fomentar o desenvolvimento de serviços Internet; recomendar padrões e procedimentos técnicos e operacionais; coordenar a atribuição de endereços, o registro de nomes de domínios e a interconexão de espinhas dorsais; coletar, organizar e disseminar informações sobre os serviços no Brasil.

A RNP não compete com as centenas de pequenos e médios empreendimentos Internet no país. Suas ações visam assegurar a esses empreendimentos condições técnicas e espaço de mercado para consolidação e crescimento.

O futuro da rede mundial de computadores

A revolução provocada pelas redes de computadores já faz parte da realidade mundial. No entanto, o que esperar do futuro? Quais os próximos desafios?

Entender para onde caminha a tendência dessa área é também entender para onde caminha a própria computação. É entender o futuro da sociedade.

De acordo com as principais pesquisas da área, o que parece certo é um aumento de até cem vezes o número de usuários e computadores interligados em rede. O principal desafio tecnológico possivelmente será garantir que a rede possa crescer sem entrar em colapso.

As redes, afinal, são parte de uma revolução que nós não conseguimos enxergar toda a sua extensão.

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