Vous êtes sur la page 1sur 2

IED II

DIRN B -

06/08/2012
06/08/2012

1. Introdução

Conflitos Sociais

Unidade I – Teoria da Norma

Introdução Conflitos Sociais Unidade I – Teoria da Norma Procedimento Norma Jurídica Devido processo legal

Procedimento

Norma Jurídica

Devido processo legal procedimento de aplicação da norma

Devido processo legislativo procedimento de criação da norma

Princípio da legalidade: agir em conformidade com a norma jurídica. análise sistematização

O Princípio da Legalidade

Ninguém será obrigado a fazer ou deixar de fazer alguma coisa senão em virtude de lei (artigo 5º, inciso II, da Constituição Federal).

O princípio da legalidade representa uma garantia para os administrados, pois, qualquer ato da Administração Pública somente terá validade se

respaldado em lei, em sua acepção ampla. Representa um limite para a atuação do Estado, visando à proteção do administrado em relação ao abuso de poder.

O princípio da legalidade apresenta um perfil diverso no campo do Direito Público e no campo do Direito Privado. No Direito Privado, tendo em

vista seus interesses, as partes poderão fazer tudo o que a lei não proíbe; no Direito Público, diferentemente, existe uma relação de subordinação perante a lei, ou seja, só se pode fazer o que a lei expressamente autorizar ou determinar. Tal ideia toma como alicerce a célebre lição do jurista Seabra Fagundes, sintetizada na seguinte frase: “administrar é aplicar a Lei de ofício”.

Como desdobramentos de tal princípio, norteador da elaboração de nosso texto constitucional, encontramos em toda a Constituição suas expressões específicas, como, por exemplo, a Legalidade Penal (artigo 5º, inciso XXXIX), a Legalidade Tributária (artigo 150, inciso I), entre outros.

O princípio em estudo, não obstante sua larga aplicação, apresenta justificáveis restrições:

- medidas provisórias: são atos com força de lei, mas o administrado só se submeterá ao previsto nas medidas provisórias se elas forem editadas

dentro dos parâmetros constitucionais, ou seja, se nelas constarem os requisitos da relevância e da urgência. Vêm sendo considerados fatos urgentes, para fins de edição de medidas provisórias, aqueles assuntos que não podem esperar mais de 90 dias, em razão da previsão constitucional de procedimento sumário para a criação de leis (artigo 64, §§ 1º a 4º);

- estado de sítio e estado de defesa: são situações de anormalidade institucional. Representam restrições ao princípio da legalidade porque são

instituídos por um decreto presidencial, que pode ampliar os poderes da Administração, autorizando ou determinando a prática de atos sem respaldo legal.

Concluindo, a legalidade não se resume apenas à observância da lei, mas sim a todo o sistema jurídico, ou ao Direito.

Fonte: https://www.google.com.br/webhp?sourceid=chrome-instant&ie=UTF-8&ion=1#hl=pt-BR&output=search&sclient=psy-

ab&q=ied%20II%20princ%C3%ADpio%20da%20legalidade&oq=&gs_l=&pbx=1&fp=2f558cd5ea8cc10d&ion=1&bav=on.2,or.r_gc.r_pw.r_cp.r_qf.&biw=1024&bih

=475

2. O conceito da norma jurídica

Natureza zetética: não há conceito único.

2.1. Norma como proposição

Hans Kelsen: imperativo condicional que disciplina o comportamento e prevê uma sanção. “Se A, então deve ser S”.

09/08/2012
09/08/2012

o

Para Kelsen, toda norma tem 1 sanção.

o

A norma é um juízo de valor, um “dever-ser”. Se ela é descumprida, implica numa sanção que pode originar outra norma.

o

Ex.: Art. 121 do Código Penal Matar alguém. Pena = 6 a 20 anos.

o

Se A (fato, ser), então deve ser S (punido). Se fulano matar ciclano, então fulano deve ser preso.

Hart nem toda norma tem uma sanção. Ex.: prazo processual.

Anotações by Vera:

Norma jurídica visa disciplinar conduta, estabelecer formas de agir. A norma propõe comando e pressupõe poder. Hans Kelsen diferencia norma de proposição jurídica.

Kelsen diferencia norma de proposição jurídica. Anotações de Aula – Thaís Bombassaro IED II DIRN
Anotações de Aula – Thaís Bombassaro

Anotações de Aula – Thaís Bombassaro

IED II

DIRN B -

Toda norma carrega uma proposição jurídica. Norma propõe comando o que é proibido / o que é permitido. Se um juiz explica uma norma (como professor), ele está fazendo uma proposição. Proposição jurídica é a interpretação de uma norma, fora de sua aplicação. Norma jurídica é um comando, uma ordenação.

13/08/2012
13/08/2012

3. Tipos de Normas Jurídicas

Lei (passa pelo processo legislativo – é um tipo de norma jurídica) x Norma Jurídica A “sentença” é um tipo de norma jurídica. Costume e jurisprudência são normas (não-positivadas). Contrato é norma jurídica. (O contrato faz lei entre as partes).

a) Normas de organização: estrutura o funcionamento de órgãos / finalidade / competências / processos (aparato Estatal)

e

Normas de conduta: disciplinam o comportamento dos indivíduos, grupos e entidades. “Fazer” – “Não fazer”. (Ação ou Omissão).

b) Normas de origem: conferem validade a outras normas.

e

Normas derivadas: retiram validade das normas-origem (são fundamentadas nas normas de origem - superiores).

c) Normas autônomas: sentido completo. Possibilidade de aplicação.

E

Normas dependentes: não possuem sentido completo. Dependem de outra norma para aplicação.

d) Normas gerais: destinatários indefinidos. (se destina indistintamente a qualquer pessoa)

E

Normas individuais: disciplinam o comportamento de uma ou mais pessoas definidas.

e) Normas nacionais: ver art. 22, CRB.

E

Normas locais: ver art. 2 e art. 30, CRB. Hierarquia: qual é a norma superior?

f) Normas de validade permanente: Não possuem de validade definido. É a regra.

E

Normas de validade provisória: possui termo final de vigência.

g) Normas retroativas e normas irretroativas:

30/08/12
30/08/12

Regra: irretroatividade.

Exceções devem ser expressas. Segurança jurídica.

Norma Jurídica
Norma
Jurídica

Fatos a

ocorridos

Fatos a ocorrer
Fatos a
ocorrer

h) Normas cogentes (ou de ordem pública):

Devem ser aplicadas da mesma forma como estão disciplinadas. Excluem a possibilidade de agir de modo diferente por

parte dos sujeitos, pois visam garantir o interesse público. Ex.: votar, pagar impostos, férias, 13º salário, registro de imóveis.

Não está à disposição do sujeito.

Devem obrigatoriamente ser observadas pelo indivíduo.

Normas dispositivas:

Permitem que os destinatários regulem por si a relação jurídica (ordem privada), isto é, admitem disposição “em

contrário”. Ex.: art. 490,CC , art. 1.984,CC. Os destinatários regulam por si a norma jurídica (negociam). Dispositivas estão à disposição dos destinatários. Ex.: o IPTU, quem deve pagá-lo é o proprietário, o locatário só é obrigado a pagar se isso for pré-estabelecido no contrato.

obrigado a pagar se isso for pré-estabelecido no contrato. i) Normas preceptivas : Determinam conduta obrigatória.
obrigado a pagar se isso for pré-estabelecido no contrato. i) Normas preceptivas : Determinam conduta obrigatória.

i) Normas preceptivas:

for pré-estabelecido no contrato. i) Normas preceptivas : Determinam conduta obrigatória. Ex.: omissão de socorro (a

Determinam conduta obrigatória.

Ex.: omissão de socorro (a lei te obriga indiretamente a prestar socorro)

Normas proibitivas:

Proíbem conduta. Ex.: proibido fumar em locais fechados, proibido som alto após às 22hs.

Ex.: proibido fumar em locais fechados, proibido som alto após às 22hs. Anotações de Aula –

Anotações de Aula – Thaís Bombassaro

IED II

DIRN B -

Normas permissivas:

Permitem condutas, geralmente exceções legais.

Ex.: legítima defesa.

Abre uma exceção legal, uma permissão.

04/09/12
04/09/12

4. Características da Norma Jurídica

Obs.: Recorrentes, mas não essenciais.

a. Generalidade

Destinatário da norma: geral x indivíduo

Existem normas jurídicas que estipulam seus destinatários: contrato, sentença, portaria de nomeação, promoção ou exoneração

de funcionário público, lei orgânica que nomeia Seu Manoel como cidadão honorário de PN. Norma jurídica x lei

Lei tipo de norma jurídica. As leis comumente tem um caráter geral.

b. Abstração

 

Se refere ao conteúdo da norma. A abstração é uma generalidade do conteúdo. (A norma é abstrata se precisar de mais alguma

coisa ou algum fato para ela se concretizar. Ex.: matar alguém.) O tipo penal é abstrato. Conteúdo da norma jurídica: abstrato x concreto

Abstrato hipótese ou previsão do fato (fatos ainda não executados)

Sentença é uma norma concreta existe um conteúdo concreto nela.

Ex.: lei que nomeia uma pessoa como cidadão honorário é uma norma concreta existe um conteúdo concreto nela.

Ex.: norma que determina o horário de votação durante a eleição e os meios que podem ser utilizados para divulgação dos

candidatos. Todas as normas são abstratas? NÃO.

A norma concreta não contém nenhuma hipótese nem conduta.

c. Bilateralidade

 

Norma jurídica relação jurídica

Normas de organização (Ex.: STF é composto de 11 ministros

),

capacidade Ex.: (a maioridade jurídica se dá aos 18 anos), poder

não há necessariamente relação jurídica a partir de uma norma jurídica.

Bilateralidade em sentido amplo

5. Conceito de Norma Jurídica (Possibilidade)

O conceito de norma jurídica é zetético – admite questionamento. Esse conceito existe enquanto possibilidade. Ver TÉRCIO.

Questões do trabalho:

1. Como se constrói o processo histórico de identificação entre norma e direito?

2. Relacione norma, poder e autoridade.

3. Identifique em algum caso concreto a relação entre norma/poder/autoridade.

4. Em sua opinião, como as normas jurídicas podem ser utilizadas para sustentar relações de dominação/opressão? É possível que as normas jurídicas também sejam usadas para processos de libertação/redução de desigualdades?

5. Quais as vantagens/desvantagens e os efeitos da proposta teórica de Hans Kelsen acerca da teoria do direito?

e os efeitos da proposta teórica de Hans Kelsen acerca da teoria do direito? Anotações de
Anotações de Aula – Thaís Bombassaro

Anotações de Aula – Thaís Bombassaro