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Comportamentos adequados aos hábitos de independência progressiva na infância Formadora:Formadora: AnabelaAnabela
Comportamentos
adequados aos
hábitos de
independência
progressiva na
infância
Formadora:Formadora: AnabelaAnabela CostaCosta
Plano do Módulo • Apresentação do Módulo • Diagnóstico inicial • Plano de Objectivos –
Plano do Módulo
• Apresentação do Módulo
• Diagnóstico inicial
• Plano de Objectivos
– Conteúdos Programáticos
– Metodologias
– Avaliação
– Trabalho Final
NormalNormal ???? PatológicoPatológico
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Normal e Patológico N o r m a l O normal enquanto saúde, oposto à
Normal e Patológico N o r m a l O normal enquanto saúde, oposto à

Normal e Patológico

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O normal enquanto saúde, oposto à

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doença;

O normal enquanto média estatística;

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O normal enquanto ideal, utopia a realizar-

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se ou a aproximar-se;

O normal enquanto um processo de

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procura de equilíbrio.

Normal e Patológico C r i a n ç a - ser individual Reconhecer os
Normal e Patológico C r i a n ç a - ser individual Reconhecer os

Normal e Patológico

C r i a n ç a - ser individual

Reconhecer os sintomas;Normal e Patológico C r i a n ç a - ser individual Avaliar a função

Avaliar a função e o peso que esses sintomas têm na estrutura da criança;C r i a n ç a - ser individual Reconhecer os sintomas; Avaliar essa estrutura

Avaliar essa estrutura no âmbito da evolução genética e do seu ambiente;e o peso que esses sintomas têm na estrutura da criança; Só depois se poderá concluir

no âmbito da evolução genética e do seu ambiente; Só depois se poderá concluir se serão

Só depois se poderá concluir se serão sintomas normais ou patológicos

da evolução genética e do seu ambiente; Só depois se poderá concluir se serão sintomas normais
Normal e Patológico C r i a n ç a - ser individual “O objectivo
Normal e Patológico C r i a n ç a - ser individual “O objectivo

Normal e Patológico

C r i a n ç a - ser individual

“O objectivo não é necessariamente tornar a criança conforme o que o seu meio, família, escola ou a sociedade esperam dela, mas sim torná-la capaz de ascender, com o menor número de limitações possível, à sua autonomia e felicidade.” Chiland (1965)

PROBLEMASPROBLEMAS maismais comunscomuns
PROBLEMASPROBLEMAS
maismais comunscomuns
Para iniciar… Deixemo-nos contagiar…
Para iniciar… Deixemo-nos contagiar…

Para iniciar…

Deixemo-nos contagiar…

Para iniciar… Deixemo-nos contagiar…
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Bebé C h o r o Até às 6 semanas - 2/3 h por dia
Bebé C h o r o Até às 6 semanas - 2/3 h por dia

Bebé

C

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Até às 6 semanas - 2/3 h por dia 4º/6º mês - 1h por dia

Nos primeiros meses, 40% do choro surge durante a noite, à medida que a criança cresce, chora mais tempo de dia do que de noite.

Bebé B E B É C H O R Ã O O bebé chorão é
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Bebé

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O bebé chorão é muito sensível e reage queixando-se ou chorando abertamente.

sensível e reage queixando-se ou chorando abertamente. Quanto maior a ansiedade ou angustia dos pais/educadores,

Quanto maior a ansiedade ou angustia dos pais/educadores, maior a inquietação da criança.

Bebé B E B É C H O R Ã O É importante dedicar mais
Bebé B E B É C H O R Ã O É importante dedicar mais

Bebé

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É importante dedicar mais tempos e atenção ao bebé nos momentos em que ele está contente e calmo.

Para que o choro sem motivo desapareça por completo, é necessário que os pais/educadores não lhe dêem importância enquanto chora e respondam de imediato quando a criança deixa de chorar.

Com um bebé chorão também convém antecipar-se ao choro quando se apercebe que está mal-humorado e confortá-lo antes que comece a ficar desesperado.

antecipar-se ao choro quando se apercebe que está mal-humorado e confortá-lo antes que comece a ficar
Birras e amuos B I R R A 2/3 anos – sentimento de identidade está
Birras e amuos B I R R A 2/3 anos – sentimento de identidade está

Birras e amuos

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A

2/3 anos – sentimento de identidade está a afirmar-se, começa a ter vontade própria e sente procura manifestar-se.

A 2/3 anos – sentimento de identidade está a afirmar-se, começa a ter vontade própria e
A 2/3 anos – sentimento de identidade está a afirmar-se, começa a ter vontade própria e
Birras e amuos B I R R A A birra é uma das formas normais

Birras e amuos

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A birra é uma das formas normais que a criança tem de manifestar a frustração que sente.

Pelas contrariedades apresentadas pelos pais/educadores, Pelas suas próprias limitações físicas, Pela sua dificuldade em se expressar verbalmente, Por não entenderem as explicações e/ou não as aceitarem, Porque querem que as suas vontades se cumpram imediatamente, Porque quando não conseguem algo sentem um grande desgosto.

querem que as suas vontades se cumpram imediatamente, Porque quando não conseguem algo sentem um grande
Birras e amuos B I R R A – O que fazer? Antes: prevenir_deve evitar-se
Birras e amuos B I R R A – O que fazer? Antes: prevenir_deve evitar-se

Birras e amuos

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A – O que fazer?

Antes: prevenir_deve evitar-se o cansaço ou uma super- estimulação, parando as actividades antes que isso aconteça.

Durante: tentar não perder a calma_ter-se consciência de que é uma situação normal, embora incomoda. O adulto deverá ser um bom modelo de auto controlo. Não é preciso bater, castigar ou fazer troça. Também não se deve ceder quando a birra é fruto de uma proibição que os educadores consideram completamente justificada.

Depois: depois do “berreiro” a criança precisa de confirmar que os educadores, apesar de tudo, continuam a gostar dela e aproxima-se em busca de afecto. É importante que estes lhe peguem ao colo, sem fazer comentários sobre a birra e apreciem a calma e a possibilidade de diálogo.

que estes lhe peguem ao colo, sem fazer comentários sobre a birra e apreciem a calma
Birras e amuos B I R R A – O que fazer? Ter disponível um
Birras e amuos B I R R A – O que fazer? Ter disponível um

Birras e amuos

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A – O que fazer?

Ter disponível um lugar sem distracções, mas sem ser escuro nem desagradável.

Avisar de antemão quais os comportamentos não desejados (bater, insultar) que irão provocar o isolamento.

Levar a criança ao lugar com firmeza, mas sem se alterar e explicando-lhe claramente o motivo, sem ceder.

Respeitar escrupulosamente o tempo de isolamento, que não deve ser muito (bastam alguns minutos).

o motivo, sem ceder. Respeitar escrupulosamente o tempo de isolamento, que não deve ser muito (bastam
Birras e amuos B I R R A – O que fazer? A técnica do
Birras e amuos B I R R A – O que fazer? A técnica do

Birras e amuos

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A – O que fazer?

A técnica do isolamento é benéfica para que a criança se acalme e os pais consigam que os filhos não reajam constantemente com birras.

que os filhos não reajam constantemente com birras. É importante que a criança compreenda por que

É importante que a criança compreenda por que razão os pais/educadores estão aborrecidos com ela e o que deve fazer de futuro para o evitar.

Birras e amuos B I R R A – O que fazer? Às vezes as

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A – O que fazer?

Às vezes as crianças acalmam-se abraçando- as e balançando-as um pouco. Não se deve troçar. A sua frustração e raiva são reais e não merecem que se lhes falte ao respeito. Também não se deve ridicularizá-las nem dizer-lhes que os seu aborrecimento é pateta. Deve-se mostrar compreensão para com esse aborrecimento, mesmo que o mesmo não se possa evitar.

é pateta. Deve-se mostrar compreensão para com esse aborrecimento, mesmo que o mesmo não se possa
Birras e amuos B I R R A – O que fazer? Algumas vezes as
Birras e amuos B I R R A – O que fazer? Algumas vezes as

Birras e amuos

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A – O que fazer?

Algumas vezes as birras são uma manifestação de sentimento de falta de atenção. É importante dedicar um tempo especial à criança diariamente (em especial, os pais).

de falta de atenção. É importante dedicar um tempo especial à criança diariamente (em especial, os
Birras e amuos B I R R A – O que fazer? Deve-se avaliar se
Birras e amuos B I R R A – O que fazer? Deve-se avaliar se

Birras e amuos

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A – O que fazer?

Deve-se avaliar se há alguma coisa que esteja a provocar alteração na vida da criança, que lhe provoque incómodo, tristeza, frustração. Os pais/educadores deverão analisar se estarão a ser demasiado rígidos e se a criança estará a receber o afecto e a atenção que necessita. A birra poderá manifestar-se um sintoma de algo forte emocionalmente que a criança estará a sentir.

que necessita. A birra poderá manifestar-se um sintoma de algo forte emocionalmente que a criança estará
Birras e amuos B I R R A – O que fazer? Quando é evidente

Birras e amuos

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A – O que fazer?

Quando é evidente que a criança está a transformar as birras num modo de conseguir sempre o que quer, é preciso aprender a ignorá-las. Mesmo que inicialmente intensifiquem o berreiro, se houver persistência no método, as birras acabarão por diminuir.

Nesta técnica, é importante permanecer impassível enquanto a birra durar. Quando terminar, deve-se acolher a criança, sem mencionar o sucedido, dando- lhe oportunidade de se reconciliar e de receber um elogio pelo seu bom comportamento.

sem mencionar o sucedido, dando- lhe oportunidade de se reconciliar e de receber um elogio pelo
Birras e amuos B I R R A – O que fazer? Depois de uma

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A – O que fazer?

Depois de uma birra é necessário que os pais/educadores dialoguem com a criança de forma tranquila, para que esta entenda que com gritos e violência não se consegue nada.

entenda que com gritos e violência não se consegue nada. Cabe aos pais/educadores evitar que as
Cabe aos pais/educadores evitar que as crianças julguem que com birras conseguem o que querem!!
Cabe aos pais/educadores
evitar que as crianças julguem
que com birras conseguem o
que querem!!
Birras e amuos B I R R A As birras vão sendo menores à medida
Birras e amuos B I R R A As birras vão sendo menores à medida

Birras e amuos

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As birras vão sendo menores à medida que os pais/educadores elogiam e valorizamos momentos em que a criança consegue dominar-se e exprimir a sua raiva ou frustração com palavras.

elogiam e valorizamos momentos em que a criança consegue dominar-se e exprimir a sua raiva ou
ProblemasProblemas dede InstabilidadeInstabilidade IrrequietudeIrrequietude ouou Hiperactividade?Hiperactividade?
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IrrequietudeIrrequietude ouou Hiperactividade?Hiperactividade?

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Irrequietude ou hiperactividade?

Irrequietude primária

Até 2/3 anos

A criança desloca-se para ir á procura de situações que lhe interessam ou para se afastar de situações que já não lhe interessam

À medida que a criança vai construindo um aparelho mental, vai substituindo a aventura motora pela aventura mental

À medida que a criança vai construindo um aparelho mental, vai substituindo a aventura motora pela
À medida que a criança vai construindo um aparelho mental, vai substituindo a aventura motora pela

Irrequietude ou hiperactividade?

Irrequietude

Após 3 anos

Ansiedade

Movimentação excessiva: anda sempre à procura, em fuga constante, sem conseguir parar.

Algumas crianças só encontram calma nessa movimentação, sendo incapazes de estar sentadas.

Não têm consciência da sua irrequietude.

encontram calma nessa movimentação, sendo incapazes de estar sentadas. • Não têm consciência da sua irrequietude.

Irrequietude ou hiperactividade?

Irrequietude

Poderão:

Ter dificuldades de aprendizagem;

Ser agressivas;

Ter problemas de indisciplina e de relação com os colegas e professores;

Ter problemas ao nível do sono (dormem mal, sonham pouco, não há passagem gradual entre vigília e sono);

Ser mais propensas a acidentes (têm dificuldade em pensar nos riscos que correm);

a acidentes (têm dificuldade em pensar nos riscos que correm); PERTURBAÇÕES DA LINGUAGEM PERTURBAÇÕES DO PENSAMENTO

PERTURBAÇÕES DA LINGUAGEM PERTURBAÇÕES DO PENSAMENTO

Irrequietude ou hiperactividade?

Hiperactividade = Perturbação Deficitária da Atenção com Hiperactividade

A criança mexe-se mais, reflecte menos e está mais distraída comparativamente às crianças da mesma idade.

O hiperactivo é incapaz de controlar a sua atenção, a sua impulsividade e a sua necessidade de movimento.

Não se trata de ausência de vontade, mas ausência de controlo.

Irrequietude ou hiperactividade?

Hiperactividade = P.D.A.H.

•• Atenção:Atenção:

- A criança distrai-se com facilidade, mesmo quando brinca;

- Não presta atenção aos pormenores e o trabalho da escola costuma estar sujo e desorganizado;

- Muitas vezes parece não estar a ouvir quando se fala para ela;

- Passa de uma actividade para outras sem terminar o que está a fazer;

- Sendo difícil manter a atenção, apenas se inteira de parte das instruções dadas para as tarefas a realizar;

- Esquece com facilidade das tarefas a realizar e muitas vezes perde o material da escola.

Irrequietude ou hiperactividade?

Hiperactividade = P.D.A.H.

•• Impulsividade:Impulsividade:

- Incapacidade de pensar antes de agir, desrespeitando muitas vezes as normas sociais e as regras na sala;

- Grande dificuldade em esperar pela sua vez (num jogo de grupo, por ex.);

- A criança responde antes de terminarem a pergunta;

- Interfere nas conversas dos adultos e dá opiniões que não lhe foram solicitadas;

- Corre riscos, tendo maiores probabilidades de acidentes;

- Incapacidade de trabalhar para atingir resultados a médio/longo prazo;

Irrequietude ou hiperactividade?

Hiperactividade = P.D.A.H.

•• Agitação:Agitação:

- Incapacidade de estar quietas: mesmo quando têm consciência disso, continuam incapazes de reprimir essa necessidade;

- São mais activas que as outras crianças em todas as actividades e em muitos casos, mesmo durante o sono;

- Levantam-se, correm ou saltam em momentos inadequados;

- Agitação inútil e gratuita, desligada das tarefas em curso.

Irrequietude ou hiperactividade?

Hiperactividade = P.D.A.H.

•• Desobediência:Desobediência:

- Dificuldade em obedecer, em se deixar dirigir pelas regras estabelecidas;

- Não é um desejo de oposição, mas sim ausência de controlo;

- Sendo incapazes de obedecer regras, são muitas vezes vitimas de rejeição por parte dos colegas;

- Certos professores manifestam a sua irritação dizendo que estas crianças não os ouvem e só fazem o que querem, sendo interpretados como mal-educados.

Irrequietude ou hiperactividade?

Hiperactividade = P.D.A.H.

•• VariabilidadeVariabilidade nono rendimento:rendimento:

- De um dia para o outro conseguem realizar um trabalho com extrema exactidão e rapidez;

- Esta característica leva a que os educadores caracterizem muitas vezes a criança como sendo preguiçosa;

- É muito raro encontrar-se este género de variabilidade nas crianças sem hiperactividade.

Irrequietude ou hiperactividade?

Hiperactividade = P.D.A.H.

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ParaPara queque aa hiperactividadehiperactividade sejaseja consideradaconsiderada umum probproblema,lema, osos sintomassintomas terãoterão queque serser observadosobservados tantotanto emem casacasa comcomoo nana escola,escola, durantedurante umum períodoperíodo dede tempotempo contínuocontínuo ee supesuperiorrior aa seisseis meses.meses.

Os sintomas aparecem entre os três e os cinco anos de idade;

Quase 50% das crianças hiperactivas apresentam também dificuldades importantes no comportamento;

Entre 10% e 25% das crianças hiperactivas têm também dificuldades em aprender;

Entre 3% e 5% das crianças em idade escolar sofrem de hiperactividade;

É mais frequente nos rapazes do que nas raparigas;

Os sintomas diminuem até à puberdade, mas nalguns casos persistem até à idade adulta.

Irrequietude ou hiperactividade?

Hiperactividade = P.D.A.H.

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CausasCausas

Factores genéticos

Factores biológicos (disfunção nos transmissores neurais - dopamina)

Provoca um abrandamento no funcionamento de uma zona o cérebro, responsável pelo controlo de certos comportamentos.

Consumo de álcool, tabaco e outras drogas, durante a gravidez.

Problemas durante o parto.

drogas, durante a gravidez. • Problemas durante o parto. A Hiperactividade pode ser agravada se as

A Hiperactividade pode ser agravada se as condições de vida familiar forem instáveis, quer seja por problemas psicológicos dos pais, dificuldades económicas ou por outras situações de stresse.

Irrequietude ou hiperactividade?

Hiperactividade = P.D.A.H.

•• TratamentoTratamento

= P . D . A . H . •• TratamentoTratamento • Medicação – reduz a

Medicação – reduz a inquietação motora e aumenta a capacidade de atenção e concentração.

Acompanhamento Psicológico – ajuda a criança a controlar a impulsividade e dá-lhe regras para melhorar a maneira de fazer as coisas. Aprende a pensar antes de agir.

Acompanhamento Psicopedagógico – caso a perturbação tenha afectado a aprendizagem da leitura.

Irrequietude ou hiperactividade?

Hiperactividade = P.D.A.H.

Como agir

Para se conseguir que a criança acalme e seja cada vez menos impulsiva é importante que os pais e educadores não a castiguem, mas antes valorizem os momentos do dia em que permanece calma e sabe esperar

os momentos do dia em que permanece calma e sabe esperar O apoio familiar é fundamental

O apoio familiar é fundamental para o tratamento da criança hiperactiva.

Irrequietude ou hiperactividade?

Hiperactividade = P.D.A.H.

Como agir

Devido à sua actividade constante, a criança hiperactiva cansa-se facilmente e precisa de períodos de descanso para não acabar o dia totalmente esgotada.

de descanso para não acabar o dia totalmente esgotada. Os pais e os professores devem estabelecer

Os pais e os professores devem estabelecer hábitos regulares para que a criança saiba sempre o que deve fazer.

Crianças distraídas ou lunáticas

A criança com défice de atenção

Enquanto as hiperactivas têm dificuldade em manter a sua atenção na tarefa, podendo ser muito boa no inicio e ir diminuindo, as lunáticas não conseguem estar atentas desde o inicio, não conseguem concentrar- se;

no inicio e ir diminuindo, as lunáticas não conseguem estar atentas desde o inicio, não conseguem

Crianças distraídas ou lunáticas

A criança com défice de atenção

Problemas de Memória _ dificilmente retêm matérias que não despertem a sua atenção, ou que não haja uma regra especifica (ex. x e ch) e principalmente em dados abstractos, pois nos factos concretos, a criança lunática revela uma memoria excelente;

A transferência entre a memória imediata e a memória a longo prazo efectua-se com maior dificuldade.

Crianças distraídas ou lunáticas

A criança com défice de atenção

Lentidão _ levam muito mais tempo que as outras crianças a compreender e assimilar ensinamentos; São inteligentes, mas as informações trabalham mais lentamente no cérebro.

As suas zonas cerebrais que servem para a coordenação trabalham ao retardador.

Crianças distraídas ou lunáticas

A criança com défice de atenção

Ansiedade _ são calmas, sem problemas de comportamento, mas muitas vezes são ansiosas, talvez devido aos sucessivos fracassos que vão tendo.

Motricidade _ dificuldade na motricidade fina (recortar, escrever…). Problemas de equilíbrio e de coordenação.

Crianças distraídas ou lunáticas

A criança com défice de atenção

Dificuldade de Organização _ tem tendência para perder ou esquecer objectos, de entregar trabalhos porque não fixou a data ou porque simplesmente se esqueceu de os entregar. Conforme se vai tornando mais autónoma, mais evidente se torna essa dificuldade.

Imaginação _ têm uma imaginação fértil, surpreendendo os adultos pelas suas ideias.

Crianças distraídas ou lunáticas

A criança com défice de atenção

Não conseguem estar atentas desde o inicio das tarefas, não conseguem concentrar-se;

Passam de uma actividade para a outra sem terminar nenhuma;

Parecem “ausentes”, “fechadas na sua concha”;

Com frequência são rotuladas de “preguiçosas”, “desordenadas” ou “desorganizadas”.

Agressividade Infantil

Nos primeiros anos

É normal haver uma certa agressividade, pois para a criança ainda é difícil ter em consideração os outros e controlar os seus impulsos.

certa agressividade, pois para a criança ainda é difícil ter em consideração os outros e controlar

Agressividade Infantil

Atitudes a tomar

Basta afastá-las, recriminar com suavidade o “agressor”.

É importante fazer-lhes ver como as suas acções afectam os outros e ensinar-lhes a reconciliarem-se.

Os pais e educadores devem ser pacientes e perseverantes, compreendendo que são coisas da idade, que requerem a sua intervenção e compreensão.

Agressividade Infantil

Nos anos seguintes

Há crianças que começam a habituar-se a brigar. Quer pelo temperamento forte e impulsivo, quer por estarem fisicamente mais envolvidas, ou por outras razões (nomeadamente do foro emocional).

forte e impulsivo, quer por estarem fisicamente mais envolvidas, ou por outras razões (nomeadamente do foro

Agressividade Infantil

Atitudes a tomar

Separá-la do grupo com calma e firmeza;

Dizer-lhe que assim não pode brincar e que volta quando souber controlar-se;

Quando estiver calma, dizer-se-lhe com bons modos que não pode bater;

Embora reincida, não se deve desanimar nem chamar-lhe “má”, mas sim mostrar-mostrar-lhelhe confiançaconfiança emem comocomo aprenderáaprenderá aa controlarcontrolar--sese ee assimassim iráirá sentirsentir--sese melhormelhor ee osos amigosamigos gostarãogostarão maismais dela.dela.

Elogiar os seus progressos e mencionar as vantagens.

Agressividade Infantil

É normal e saudável que as crianças utilizem muito o corpo nas suas brincadeiras, brincando muitas vezes com uma violência moderada e divertida. Com estas brincadeiras aprendem a controlar a sua agressividade, a desenvolver e moderar energia, a pregar e receber bem as partidas.

aprendem a controlar a sua agressividade, a desenvolver e moderar energia, a pregar e receber bem
e moderar energia, a pregar e receber bem as partidas. Não se deve suprimir estas brincadeiras,

Não se deve suprimir estas brincadeiras, nem forçar as crianças a uma compostura excessiva. Pois, esta supressão poderá provocar algumas perturbações na criança.

Agressividade Infantil

Quando a agressividade de uma criança chama a atenção e, à medida que vai crescendo, acções como bater, insultar ou ameaçar se vão tornando um hábito, não se deve julgar que desaparecerá com o tempo, já que uma agressividade muito marcada na infância poderá ser presságio de maior agressividade no futuro.

com o tempo, já que uma agressividade muito marcada na infância poderá ser presságio de maior

Agressividade Infantil

O castigo físico, sobretudo quando aplicado para corrigir uma criança agressiva, revela uma grande contradição, pois ensina aquilo que se pretende corrigir.

Agressividade Infantil

Atitudes a tomar:

Devem-se estabelecer limites aos comportamentos indesejáveis; Elogiar os bons comportamentos; Ensinar aptidões para resolver conflitos: dialogar, negociar, pactuar, auto-afirmar-se,
Elogiar os bons comportamentos; estabelecer limites aos comportamentos indesejáveis; Ensinar aptidões para resolver conflitos: dialogar,
Ensinar aptidões para resolver conflitos: dialogar, negociar, pactuar, auto-afirmar-se, fazer valer os seus direitos; indesejáveis; Elogiar os bons comportamentos; Ensinar a evitar e ignorar as provocações, a não ver
Ensinar a evitar e ignorar as provocações, a não ver hostilidade onde não existe e desenvolver sentido de humorEnsinar aptidões para resolver conflitos: dialogar, negociar, pactuar, auto-afirmar-se, fazer valer os seus direitos;

Agressividade Infantil

Quando uma criança revela tendência para ser agressiva, deve evitar-se que ela consiga satisfazer as suas necessidades por esse meio.

É importante encontrar as causas profundas para o seu comportamento e tratá-las, recorrendo à ajuda de um profissional, se necessário.

Passividade

Dependendo do seu temperamento, há crianças mais calmas do que outras.

Contudo, algumas vezes as crianças mais calmas, são mais sobrecarregadas nas responsabilidades e é- lhes dada menor atenção.

algumas vezes as crianças mais calmas, são mais sobrecarregadas nas responsabilidades e é- lhes dada menor

Passividade

As crianças passivas são pouco espontâneas, costumam observar com interesse o que querem, mas esperam que os outros se aproximem delas.

Quando as crianças são demasiado dóceis, têm maiores dificuldades em se defenderem e podem viver assustadas devido aos colegas mais agressivos.

Passividade

Estas crianças “demasiado boas” podem desenvolver insegurança e baixa auto- estima, podendo desenvolver bases de uma personalidade depressiva.

Precisam de apoio de pais e educadores para confiarem nelas próprias e sentirem-se cada vez mais seguras.

Obediência/Desobediência

A obediência surge do afecto e respeito mútuos.

Deve ser criado um ambiente (familiar e na escola) onde todas as partes devem ser tidas em consideração; É necessário ser-se firme;

Obediência/Desobediência

Crianças com um ano.

Quando a criança começa a dar os primeiros passos, há um mundo por conquistar, tendo necessidade de explorar o ambiente à sua volta.

Dizer “não, não” com calma, firmeza e próximo da criança Retirar o objecto; Se necessário, retirar a criança do local.

Obediência/Desobediência

Crianças com dois anos

A criança está a descobrir-se, como pessoa única e diferente das outras. Sente que pode ter vontade própria e quer testá-la. Tem dificuldade em ter em conta as necessidades e perspectivas dos outros, tendo também um escasso conhecimento da realidade.

É importante que pais/educadores consigam agir encontrando um equilíbrio entre as necessidades de autonomia e a independência das crianças e a aprendizagem de regras e limites, que lhes permitem segurança.

Obediência/Desobediência

Crianças com dois anos

Quando a criança não dá importância, é melhor não recriminar e discutir com ela. O adulto deverá agir com habilidade, maturidade e alguma astúcia, utilizando a sugestão.

Elogiar a criança e fazê-la sentir-se orgulhosa pelo seu bom comportamento funcionará muito melhor do que as repreensões e conflitos. Firmeza, paciência, compreensão e flexibilidade.

Obediência/Desobediência

Crianças mais crescidas

À medida que crescem, as crianças adquirem uma grande liberdade de movimento, que lhes permite agir muitas vezes de forma contraditória ao desejo dos adultos.

Para evitar alguns conflitos e ajudar as crianças a Obedecerem, os adultos devem :

Dar o exemplo; Dar sempre uma explicação; Não entrar em discussões intermediárias; Mostrar-se firmes; Se recorrer ao castigo, que seja realista e cumprido; Ser coerentes; Haver concordância entre os adultos (pai/mãe; educadores); Falar com clareza e não pôr rótulos (“És um…”)

Obediência/Desobediência

Crianças mais crescidas

Quando se quer que a criança adquira outros hábitos e comportamentos positivos, deve-se ainda:

Certificar que a criança entendeu o que se lhe disse; Não gritar a ordem à distância (estar próximo, olhar nos olhos, num tom amável mas firme); Certificar-se que a tarefa foi cumprida; Se não for concretizada, abordar a criança de uma forma calma e positiva; Reforçar positivamente os progressos – elogiar.

Anorexia Mental

Perturbação que surge na infância, tanto em meninos como em meninas e mais tarde na adolescência, predominantemente em raparigas.

Luta activa contra o desejo de se aproximar do que sente falta;

Luta activa contra o desejo de se encher sem limites.

Retiram satisfação da não satisfação das suas necessidades.

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TiquesTiques ee GaguezGaguez • T I Q U E S • Estão relacionados com a
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TiquesTiques ee GaguezGaguez

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• Estão relacionados com a evolução psicomotora, mas também com certas atitudes dos educadores.

• São movimentos que inicialmente tinham um motivo, mas que se tornam automáticos, inoportunos e compulsivos, sem um propósito definido.

que inicialmente tinham um motivo, mas que se tornam automáticos, inoportunos e compulsivos, sem um propósito
que inicialmente tinham um motivo, mas que se tornam automáticos, inoportunos e compulsivos, sem um propósito
TiquesTiques ee GaguezGaguez • T I Q U E S – As crianças com tiques
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TiquesTiques ee GaguezGaguez

• TTiquesTiques ee GaguezGaguez I Q U E S – As crianças com tiques costumam ser muito

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– As crianças com tiques costumam ser muito sensíveis, perfeccionistas, exigentes consigo próprias, ansiosas

e muitas vezes, tímidas.

– Costumam surgir por volta dos seis anos. Evidenciam-se na puberdade.

E tendem a desaparecer na adolescência.

– Costumam surgir por volta dos seis anos. Evidenciam-se na puberdade. E tendem a desaparecer na
– Costumam surgir por volta dos seis anos. Evidenciam-se na puberdade. E tendem a desaparecer na
TiquesTiques ee GaguezGaguez • T I Q U E S COMO AGIR? – O que
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• TTiquesTiques ee GaguezGaguez I Q U E S COMO AGIR? – O que não se deve

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TiquesTiques ee GaguezGaguez • T I Q U E S COMO AGIR? – O que não
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COMO AGIR?

– O que não se deve fazer:

• Centralizar a atenção no tique;

• Repetir-lhe constantemente que deixe de o fazer;

• Ralhar-lhe por fazer o movimento involuntário;

• Rir ou comentar a rir junto com outras pessoas;

• Culpar a criança.

Ralhar-lhe por fazer o movimento involuntário; • Rir ou comentar a rir junto com outras pessoas;
TiquesTiques ee GaguezGaguez • T I Q U E S COMO AGIR? – O que
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TiquesTiques ee GaguezGaguez

• TTiquesTiques ee GaguezGaguez I Q U E S COMO AGIR? – O que se deve fazer:

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TiquesTiques ee GaguezGaguez • T I Q U E S COMO AGIR? – O que se
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COMO AGIR?

– O que se deve fazer:

• Manter uma atitude calma;

• Incutir-lhe confiança em como vai curar-se;

• Verificar o que está na causa da ansiedade na criança;

• Tentar solucionar ou ajudá-la a solucionar os problemas que estão na base da ansiedade;

• Ensiná-la a relaxar os grupos musculares envolvidos no tique.

os problemas que estão na base da ansiedade; • Ensiná-la a relaxar os grupos musculares envolvidos
TiquesTiques ee GaguezGaguez • G A G U E Z – Surge entre 2/6 anos
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TiquesTiques ee GaguezGaguez

• GTiquesTiques ee GaguezGaguez A G U E Z – Surge entre 2/6 anos – altura do

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TiquesTiques ee GaguezGaguez • G A G U E Z – Surge entre 2/6 anos –

– Surge entre 2/6 anos – altura do desenvolvimento verbal.

– Forma subtil de expandir a agressividade

verbal. – Forma subtil de expandir a agressividade – Sendo um sintoma de inibição, a criança
verbal. – Forma subtil de expandir a agressividade – Sendo um sintoma de inibição, a criança
verbal. – Forma subtil de expandir a agressividade – Sendo um sintoma de inibição, a criança
verbal. – Forma subtil de expandir a agressividade – Sendo um sintoma de inibição, a criança
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Sendo um sintoma de inibição, a criança deveria ser estimulada a falar livremente, o que geralmente não acontece.

OutrasOutras formasformas dede InstabilidadeInstabilidade • “R O E R A S U N H A
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– A criança tenta dar atenção aos problemas que lhe são colocados.

– Defesa contra a dispersão da atenção.

– Não é uma manifestação de instabilidade, mas sim uma defesa contra ela.

– Não é uma manifestação de instabilidade, mas sim uma defesa contra ela. – Forma de

– Não é uma manifestação de instabilidade, mas sim uma defesa contra ela. – Forma de

Forma de dominar a ansiedade.

OutrasOutras formasformas dede InstabilidadeInstabilidade • F U R T O I N F A N
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InstabilidadeInstabilidade
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- Carência afectiva_sentimento de
abandono
– Depressão;
– Frequentemente acompanhado de
dificuldades de aprendizagem.
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InstabilidadeInstabilidade • F I U N R F T A O N T I L -
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InstabilidadeInstabilidade • F I U N R F T A O N T I L -

- Antes da criança ter sete anos é frequente agarrar em objectos de outras pessoas e considerá-las como seus.

- Os pais e educadores devem incutir na criança conceitos morais sólidos para evitar que o problema se agrave à medida que a criança cresce.

devem incutir na criança conceitos morais sólidos para evitar que o problema se agrave à medida
devem incutir na criança conceitos morais sólidos para evitar que o problema se agrave à medida
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U R T O I N F A N T I L COMO AGIR? - Explicar
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U R T O I N F A N T I L COMO AGIR? - Explicar
U R T O I N F A N T I L COMO AGIR? - Explicar

COMO AGIR?

- Explicar que não se pode privar ninguém do que é seu;

- Acalmar a criança dizendo-lhe que pode acontecer a qualquer pessoa, mas que esperam que não volte a repetir-se;

- Transmitir-lhe que se continua a confiar nela e não lhe chamar nomes como “ladra”.

que não volte a repetir-se; - Transmitir-lhe que se continua a confiar nela e não lhe
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U R T O I N F A N T I L COMO AGIR? - Fazer
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U R T O I N F A N T I L COMO AGIR? - Fazer
U R T O I N F A N T I L COMO AGIR? - Fazer

COMO AGIR?

- Fazer com que a criança devolva o objecto e peça desculpa pelo sucedido, explicando-lhe que quando se rouba alguma coisa, alguém sai prejudicado, ensinando a colocar-se no lugar do outro.

- Ensinar-lhe a reflectir antes de agir.

- Os pais devem dedicar mais atenção.

ensinando a colocar-se no lugar do outro. - Ensinar-lhe a reflectir antes de agir. - Os
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U R T O I N F A N T I L COMO AGIR? - Para
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COMO AGIR?

- Para aumentar a sua auto-estima e auto-confiança, podem proporcionar-lhe actividades nas quais se sinta satisfeita e receber elogios pelas suas habilidades e competências.

- Dar-lhes algumas responsabilidades permirtir-lhe-á sentir que os adultos confiam nela, aumentando a sua auto- confiança.

Dar-lhes algumas responsabilidades permirtir-lhe-á sentir que os adultos confiam nela, aumentando a sua auto- confiança.
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U R T O I N F A N T I L COMO AGIR? - Os
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COMO AGIR?

- Os castigos não surtirão efeito se as causas que provocaram esse comportamento não forem resolvidas.

- Os motivos devem ser investigados e agir-se sobre os mesmos.

- Apesar dos esforços dos pais, se a criança voltar a roubar é importante consultar um psicólogo que ajudará a analisar e compreender a situação.

se a criança voltar a roubar é importante consultar um psicólogo que ajudará a analisar e
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– Nem sempre revela inibições
(gaguez), compensações (furtos),
angústia (terror nocturno)…
compensações (furtos), angústia (terror nocturno)… – Pode revelar-se através da tristeza manifesta e por
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– Pode revelar-se através da tristeza manifesta e por perturbações de conduta.