Adaptado do Guia para estudo da Doutrina Espírita do
CVDEE - Centro Virtual de Divulgação e Estudo do Espiritismo
ÍNDICE NUMÉRICO DOS TEMAS
BIBLIOGRAFIA POR TEMA
(Temas por ordenação numérica) - Levantamento dos livros básicos e respectivas lições pela conexão que apresentam. Todas as lições dos cinco livros básicos, mais a 1ª e 2ª parte de Obras Póstumas estão relacionadas.
Abreviaturas adotadas
L. E. - O Livro dos Espíritos
L.M. - O Livro dos Médiuns
E.S.E. - O Evangelho Segundo o Espiritismo
C.I. - O Céu e o Inferno
G. - A Gênese
O.P. - Obras Póstumas
|
TÁBUA DE CONTEÚDOS DOS PONTOS DE ESTUDO |
||
|
O MATERIAL ESTÁ DIVIDIDO EM QUATRO PARTES. FUNDAMENTALMENTE DIRECIONA PARA O ESTUDO DE "O LIVRO DOS ESPÍRITOS", E AO MESMO TEMPO APROFUNDA O ESTUDO SISTEMATIZADO DA DOUTRINA ESPÍRITA. |
PONTOS |
|
|
DE |
||
|
ESTUDO |
||
|
Introdução: Introdução ao Estudo da Doutrina Espírita (Item I a XVII) e Prolegômenos. |
1 ao 11 |
|
|
Livro Primeiro: as Causas Primárias (Cap. I - Deus; Cap. II - Elementos Gerais do Universo; Cap. III - Criação; e Cap. IV - Princípio Vital) |
12 |
ao 20 |
|
Livro Segundo: Mundo Espírita ou dos Espíritos (Cap. I - Dos Espíritos; Cap. II - Encarnação dos Espíritos; Cap. III - Retorno da Vida Corpórea à Vida Espiritual; Cap. IV - Pluralidade das Existências; Cap. V - Considerações sobre a Pluralidade das Existências; Cap. VI - Vida Espírita, Retorno à Vida Corporal; Cap. VII - Emancipação da Alma; Cap. VIII - Intervenção dos Espíritos no Mundo Corpóreo; Cap. IX; Cap. X – Ocupações e Missões dos Espíritos; e Cap. XI - Os Três Reinos) |
21 |
ao 67 |
|
Livro Terceiro: As Leis Morais (Cap. I - Lei Divina ou Natural; Cap. II - Lei de Adoração; Cap. III - Lei do Trabalho; Cap. IV - Lei de Conservação; Cap. V - Lei de Destruição; Cap. VI - Lei de Sociedade; Cap. VII - Lei de Progresso; Cap. VIII - Lei de Igualdade; Cap. IX - Lei de Liberdade; Cap. X - Lei de Justiça; Cap. XI - Amor e Caridade; e Cap. XII - Perfeição Moral) |
68 ao 108 |
|
|
Livro Quarto: Esperanças e Consolações (Cap. I - Penas e Gozos Terrenos; e Cap. II - Penas e Gozos Futuros) |
109 ao 120 |
|
|
1) A Doutrina Espírita: PARTES DA OBRA |
Capítulo/ |
Perguntas/ |
|
Livro (%) |
Livro (%) |
|
|
LIVRO PRIMEIRO - As Causas Primárias (4 Capítulos) |
13,79% |
7,40% |
|
LIVRO SEGUNDO - Do Mundo Espírita ou mundo dos Espíritos (11 Capítulos) |
37,93% |
52,80% |
|
LIVRO TERCEIRO - As Leis Morais (12 Capítulos) |
41,38% |
30,00% |
|
LIVRO QUARTO - Esperanças e Consolações (2 Capítulos) |
6,90% |
9,80% |
|
TOTAL |
100,00% |
100,00% |
Partes da Obra - %de Perguntas emRelação ao Total de Perguntas
mundodosEspíritos(538
Perguntas); 52,80%
2) A Doutrina Espírita: Obras Fundamentais do Espiritismo
Livro Primeiro dá origem: A Gênese
Livro Segundo dá origem: O Livro dos Médiuns
Livro Terceiro dá origem: O Evangelho Segundo o Espiritismo
Livro Quarto dá origem: O Céu e o Inferno
O Espiritismo é uma ciência que trata da natureza, origem e destino dos Espíritos, bem como de suas relações com o mundo corporal. (A. K.)
“O Espiritismo é uma doutrina filosófica de efeitos religiosos, como qualquer filosofia espiritualista, pelo que forçosamente vai ter às bases fundamentais de todas as religiões: Deus, a alma e a vida futura. Mas não é uma religião constituída, visto que tem culto, nem rito, nem templos e que entre os seus adeptos nenhum tomou nem recebeu o título de sacerdote ou sumo sacerdote”. “Obras Póstumas” - 1ª parte – cap. Final
“ O Espiritismo é uma doutrina filosófica de efeitos religiosos, como qualquer filosofia espiritualista, pelo que forçosamente vai ter às bases fundamentais de todas as religiões: Deus, a alma e a vida futura”. Allan Kardec – “Obras Póstumas.
3) Conhecimento
Conhecimento
Basicamente existem dois tipos de conhecimento: o Vulgar (popular) e o Científico (por que e como).
E o que é conhecimento? Segundo Johannes Hessen, conhecimento é a
alteração do sujeito cognoscente (aquele que conhece, que toma conhecimento)
pelo objeto.
O dicionário Houaiss define conhecimento como: O ato ou a atividade de
conhecer, realizado por meio da razão e/ou da experiência; ato ou efeito de
apreender intelectualmente, de perceber um fato ou uma verdade; cognição, percepção; intuição, pressentimento ou outra forma de cognição; fato de
reconhecer uma coisa como adrede (com antecipação ou previamente) sabida ou conhecida; reconhecimento.
razão (Racional) ou a
experiência
conhecimento).
do
Sendo a
fonte e a base do conhecimento a
quando
se
busca
a
sua
(a
(Empírico),
origem
origem
4) Formas e Características do Conhecimento.
1) Como se elaboraram as formas de conhecimento:
O homem desde os primórdios teve a preocupação de descobrir e explicar as
forças que regem a natureza e a morte, assim as formas de conhecimento se
conduziram através do:
a) Mito: O mito é uma narrativa; é um discurso, uma fala; mas não uma narrativa ou uma fala qualquer; trata do sobrenatural, da criação e do desaparecimento de coisas; também é uma forma das sociedades espalharem suas contradições, exprimirem seus paradoxos, dúvidas e inquietações;
b) Conhecimento religioso: Procura explicar os fenômenos da natureza e a morte, baseando tal explicação em divindades; no absoluto. No conhecimento religioso o caráter sagrado das leis, das verdades, determina uma aceitação sem crítica; e
c) Conhecimento filosófico: Procura explicar os fenômenos da natureza e captar a essência imutável das coisas pela lógica racional.
A partir do senso comum, das explicações religiosas e do conhecimento
filosófico, no Séc. XVI apareceu a ciência como a conhecemos hoje.
2) Características do conhecimento:
2.1 Conhecimento
FILOSÓFICO
a) Valorativo: Não se baseia na experimentação sensível, mas na inteligível.
b) Não verificável: Não podem ser confirmadas nem refutadas.
c) Racional: Sustenta-se em proposições logicamente correlacionadas (leis
do pensamento).
d) Infalível e exato: Tautologia 1 . Razão pura. Análise da filosofia são as
idéias que não são redutíveis a realidades materiais.
e) Sistemático: Método dedutivo, não exige confirmação experimental, mas
somente coerência lógica. f) Critério de verdade: Não contradição no pensamento.
2.2 Conhecimento
RELIGIOSO
a) Valorativo: Proposições sagradas. Trata da origem do mundo, significado,
finalidade e destino como obra do criador.
b) Inspiracional: Revelações divinas.
c) Infalíveis: indiscutíveis e exatas.
d) Sistemático: A transmissão é através de escrituras. Tem um método (a
hermenêutica).
e) Não verificável: Seu critério de verdade é a fé.
2.3 Conhecimento
CIENTÍFICO EMPÍRICO
a) Real (factual): Lida com fatos sensíveis.
b) Contingente: a verdade ou a falsidade é conhecida através da experiência
sensível, não apenas pela razão. c) Sistemático: Possui método (indutivo). É ordenado logicamente pela indução, formando um sistema teórico.
d) Verificável: o que não pode ser verificado (comprovado) empiricamente
não pertence à ciência.
e) Falível: Só trabalha com probabilidade, por isso é aproximadamente exato.
f) Critério de verdade: É a concordância entre o objeto e a imagem do
objeto.
1 gr. tautología,as 'repetição (de forma ou significado), o que diz a mesma coisa já dita'; ver taut(o)- e – logia. Lógica: proposição analítica que permanece sempre verdadeira, uma vez que o atributo é uma repetição do sujeito. Ex.: o sal é salgado
5) Busca da Verdade
A verdade será categorizada por um dado critério, definido como CRITÉRIO DE VERDADE. Assim qual é o critério que nos diz, concretamente, se um conhecimento é ou não verdadeiro? Pode-se classificar em:
a) Ontológico: É a concordância do conteúdo do pensamento com o objeto;
b) Lógico: Ausência de contradição; e
c) Religiosa: Fé.
6) A Ciência.
Ciência
Segundo Trujillo Ferrari, Ciência é todo um conjunto de atitudes e atividades racionais dirigidas ao sistemático conhecimento com objeto limitado, capaz de ser submetido à verificação. No dicionário eletrônico Houaiss, conceitua-se Ciência como: Corpo de conhecimentos sistematizados que, adquiridos via observação, identificação, pesquisa e explicação de determinadas categorias de fenômenos e fatos, são formulados metódica e racionalmente.
As ciências possuem:
1) Objetividade ou finalidade: Distinguir a característica comum ou as leis gerais que regem os diversos fenômenos.
2) Função: aperfeiçoar a relação entre o homem (sujeito) e o mundo (objeto).
3) Objeto:
a) Material
b) Formal
Por
cérebro).
exemplo,
se
considerarmos
o
pensamento
um
epifenômeno 2
(do
2 Na reflexão de alguns cientistas, psicólogos behavioristas e certos filósofos materialistas ou positivistas, a consciência humana, fenômeno secundário e condicionado por processos fisiológicos, e, portanto, incapaz de determinar o comportamento dos indivíduos (dicionário eletrônico Houaiss). Outra definição para epifenômeno é: produto acidental, acessório, de um processo, de um fenômeno essencial, sobre o qual não tem efeitos próprios (dicionário eletrônico Houaiss).
Teremos:
a) Objeto Material: Aquilo que se pretende estudar, analisar, verificar, interpretar (geral). Ex.: o cérebro.
b) Objeto Formal: enfoque especial em função de cada ciência que possuem o mesmo objeto material. Ex.: A massa encefálica e o comportamento (ou pensamento).
5) Método 3 e Método (de abordagem) Científico: Conjunto sistemático de regras e procedimentos que, se respeitados em uma investigação cognitiva, conduzem-na à verdade (dicionário eletrônico Houaiss). Os métodos de abordagem podem ser: Indutivo (Francis Bacon e Galileu Galilei); da Dúvida (René Descartes); Dedutivo; Hipotético-Dedutivo (Karl Popper) e Dialético (Heráclito de Éfeso, G. F. W. Hegel e Karl Marx).
As ciências caracterizam-se pela utilização de métodos científicos; nem todos os ramos de estudo que empregam métodos são ciência; mas não existe ciência sem método.
Exemplo de Método Indutivo.
Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/Ficheiro:Metodo_cientifico.svg
3 Método é o conjunto das atividades sistemáticas e racionais que, com maior segurança e economia,
|
permite alcançar conhecimentos temporariamente válidos e/ou verdadeiros. |
Parte das páginas 3 a 7 |
|
|
foram retiradas do material das aulas do Prof. Antonio Carlos da Silva (PUC - Campus Toledo, da |
||
|
disciplina Processos do Conhecer). |
||
7) A Doutrina Espírita: O que é o Espiritismo.
Allan Kardec define:
Extraído do livro: O que é o Espiritismo.
O ESPIRITISMO É, AO MESMO TEMPO, UMA CIÊNCIA DE OBSERVAÇÃO E UMA DOUTRINA FILOSÓFICA. COMO CIÊNCIA PRÁTICA ELE CONSISTE NAS RELAÇÕES QUE SE ESTABELECEM ENTRE NÓS E OS ESPÍRITOS; COMO FILOSOFIA, COMPREENDE TODAS AS CONSEQÜÊNCIAS MORAIS QUE DIMANAM DESSAS MESMAS RELAÇÕES.
Podemos defini-lo assim:
O Espiritismo é uma ciência que trata da natureza, origem e destino dos
Espíritos, bem como de suas relações com o mundo corporal.
José Herculano Pires define:
Extraído do livro: Introdução à Filosofia Espírita.
O que é Espiritismo?
Respondida a pergunta sobre Filosofia devemos tratar ligeiramente da natureza do Espiritismo. E nada mais necessário do que isso, porque nada mais desconhecido em nosso mundo do que ele. Fala-se muito em Espiritismo, mas quase nada se sabe a seu respeito. Kardec afirma, na introdução de O Livro dos Espíritos, que a força do Espiritismo não está nos fenômenos, como geralmente se pensa, mas na sua “filosofia”, o que vale dizer na sua mundividência, na sua concepção da realidade. Mas de onde vem essa concepção? Como foi elaborada? Os adversários do Espiritismo desconhecem tudo a respeito e fazem tremenda confusão. Os próprios espíritas, por sua vez, na sua esmagadora maioria estão na mesma situação. Por que? É fácil explicar. Os adversários partem do preconceito e agem por precipitação. Os espíritas em geral fazem o mesmo:
|
formularam uma idéia pessoal da Doutrina, um estereótipo 4 mental a que se |
|
|
apegaram |
. A maioria, dos dois lados, se esquece desta coisa importante: o |
Espiritismo é uma doutrina que existe nos livros e precisa ser estudada. Trata- se, pois, não de fazer sessões, provocar fenômenos, procurar médiuns, mas
de
debruçar o pensamento sobre si mesmo,
examinar a concepção espírita do
.
mundo e reajustar a ela a conduta através da moral espírita
4 Algo que se adequa a um padrão fixo ou geral. Ou idéia ou convicção classificatória preconcebida sobre alguém ou algo, resultante de expectativa, hábitos de julgamento ou falsas generalizações.
Assim, temos alguns dados: o Espiritismo é uma doutrina sobre o mundo, dá- nos a sua interpretação e nos mostra como nos devemos conduzir nele. Mas como nasceu essa doutrina, em que cabeça apareceu pela primeira vez? Dizem que foi na de Allan Kardec, mas não é verdade. O próprio Kardec nos diz o contrário. Os dados históricos nos revelam o seguinte: o Espiritismo se formou lentamente através da observação e da pesquisa científica dos fenômenos espíritas, hoje parapsicologicamente chamados de fenômenos paranormais. Os estudos científicos começaram seis anos antes de Kardec, nos Estados Unidos, com o famoso caso das irmãs Fox em Hydesville. Quando Kardec iniciou as suas pesquisas na França, em 1845, já havia uma grande bibliografia espírita, com a denominação de neo-espiritualista, nos Estados Unidos e na Europa. Mas foi Kardec quem aprofundou e ordenou essas pesquisas, levando-as às necessárias conseqüências filosóficas, morais e religiosas. O Livro dos Espíritos nos oferece a súmula do trabalho gigantesco de Kardec. Mas se quisermos conhecer esse trabalho em profundidade temos de ler toda a bibliografia kardeciana: os cinco volumes da codificação doutrinária, os volumes subsidiários e mais os doze volumes da Revista Espírita, que nos oferecem o registro minucioso das pesquisas realizadas na Sociedade Parisiense de Estudos Espíritas. E precisamos nos interessar também pelos trabalhos posteriores de Gabriel Delanne, Ernesto Bozzano, Camille Flammarion e Léon Denis (este último o continuador e consolidador do trabalho de Kardec).
|
Veremos, assim, que |
Kardec partiu da pesquisa científica |
, |
originando-se |
|||||||||||||||||
|
desta a |
Ciência Espírita |
; desenvolveu, a seguir, |
a interpretação dos resultados |
|||||||||||||||||
|
da |
pesquisa, |
que |
resultou na |
Filosofia |
Espírita ; |
e, |
finalmente, |
tirou as |
||||||||||||
|
conclusões morais da concepção filosófica |
, |
que |
levaram naturalmente à |
|||||||||||||||||
|
Religião Espírita |
. É por isso que o Espiritismo se apresenta como |
doutrina de |
||||||||||||||||||
|
tríplice aspecto |
. A |
Ciência Espírita é o fundamento da Doutrina |
. |
Sobre ela se |
||||||||||||||||
|
ergue a Filosofia Espírita |
. |
E desta resulta naturalmente a Religião Espírita |
. |
|||||||||||||||||
Muitas pessoas se atrapalham com isso e perguntam: “Como uma doutrina
pode ser, ao mesmo tempo,
na verdade, o
conhecimento se desenvolveu nessa mesma seqüência e em todas as formas atuais de conhecimento repete-se o processo filogenético 6 . No Espiritismo, porém, esse processo aparece bem preciso, bem marcado por suas fases sucessivas, entrosadas numa seqüência lógica. Podem alguns críticos alegar que Kardec não partiu da pesquisa, mas da crença. Alguns chegam a afirmar que foi assim, que ele já acreditava nas comunicações espíritas antes de iniciar o
revela
?” Mas essa pergunta
Ciência, Filosofia e Religião
ignorância
do
processo
gnosiológico 5
.
a
Porque,
5 Filosofia. Teoria geral do conhecimento humano, voltada para uma reflexão em torno da origem, natureza e limites do ato cognitivo, freq. apontando suas distorções e condicionamentos subjetivos, em um ponto de vista tendente ao idealismo, ou sua precisão e veracidade objetivas, em uma perspectiva realista; gnoseologia, teoria do conhecimento. Obs.: cf. epistemologia
6 Evolução. História evolutiva de uma espécie ou qualquer outro grupo taxonômico (relativo a ciência ou técnica de classificação); diz-se da biologia ou qualquer uma de suas áreas relacionadas com a sistemática; filogênese, filogenesia. Obs.: cf. ontogenia
seu trabalho de investigação. Mas essa afirmação é falsa, a suposição é gratuita. Basta uma consulta às anotações íntimas de Obras Póstumas e às biografias do mestre para se ver o contrário. Quando lhe falaram pela primeira vez em mesinhas falantes, Kardec respondeu como o fazem os céticos de hoje: “Isso é conversa para fazer dormir em pé”. Só deixou essa atitude cética depois de constatar a realidade dos fenômenos. Então pesquisou, aprofundou a questão e levou-a às últimas conseqüências, como era, aliás, de seu hábito, do seu feitio de investigador. Charles Richet lhe faz justiça (embora discordando dele) em seu Tratado de Metapsíquica. Encarando a obra de Kardec pelo seu aspecto científico, sem os preconceitos que têm impedido a sua justa avaliação, ela nos parece inatacável. Alega-se que o seu método de pesquisa não era científico, mas foi ele o primeiro a explicar que não se podiam usar na pesquisa psíquica os métodos das ciências físicas. O desenvolvimento da Psicologia provaria mais tarde que Kardec estava com a razão. Hoje, as pesquisas parapsicológicas o confirmam. No tocante ao aspecto filosófico, o desenvolvimento atual das investigações mostram a posição acertada do Espiritismo como doutrina assistemática, “livre dos prejuízos de espírito de sistema”,
|
como declara O Livro dos Espíritos, |
utilizando a conjugação dos métodos |
|
|
indutivo e dedutivo para o esclarecimento da realidade em seu duplo sentido: |
||
|
o objetivo e o subjetivo |
. A Filosofia Espírita se apresenta como antecipação das |
|
conquistas atuais do campo filosófico e abertura de perspectivas para o futuro.
José Herculano Pires
|
Extraído |
do |
livro: |
Curso |
Dinâmico |
de |
Espiritismo. |
O |
Grande |
|
Desconhecido. |
||||||||
Não obstante, o Espiritismo é uma doutrina moderna, perfeitamente estruturada por um grande pensador, escritor e pedagogo francês, homem de letras e ciências, famoso por sua cultura e seus trabalhos científicos e que assinou suas obras espíritas com o pseudônimo de Allan Kardec. Saber isso já é saber alguma coisa a respeito, mas está muito longe de ser tudo. Doutrina complexa, que abrange todo o campo do Conhecimento, apresenta-se enquadrada na seqüência epistemológica de:
a) Ciência – como pesquisa dos chamados fenômenos paranormais, dotada
de métodos próprios, específicos e adequados ao objeto que investiga, tendo dado origem a todas as ciências do paranormal, até à Parapsicologia atual e seu ramo
romeno, que se disfarça sob o nome pouco conhecido de Psicotrônica, para não assustar os materialistas.
b) Filosofia – como interpretação da natureza dos fenômenos e reformulação
da concepção do mundo e de toda a realidade segundo as novas descobertas científicas; aceita oficialmente no plano filosófico, consta do Dicionário Filosófico do Instituto de França; no Brasil, reconhecida pelo Instituto Brasileiro de Filosofia, constando do volume Panorama da Filosofia em São Paulo, edição conjunta do Instituto e da Universidade de São Paulo, coordenação do Prof. Luiz Washington Vitta.
c) Religião – como conseqüência das conclusões filosóficas, baseadas nas provas da sobrevivência humana após a morte e nas ligações históricas e genésicas
do Cristianismo com o Espiritismo; considerado como a
, anunciada por Jesus, segundo os Evangelhos; religião espiritual, sem
aparatos formais, dogmas de fé ou instituição igrejeira, sem sacramentos.
Religião em Espírito e
Verdade
8) A Doutrina Espírita: E Conhecereis a Verdade e a Verdade Vos Libertará (João 8:32).
Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/Ficheiro:Conhecimento-Diagrama.png com alterações.
9) A Doutrina Espírita: Objetivo e Metodologia do Grupo de Estudo da Doutrina Espírita
OBJETIVO:
Fundamentar o processo de ensino-aprendizagem, através de uma proposta construtivista; Construção do conhecimento baseado na integração e inter- relação de conteúdos, possibilitando e capacitando a passagem de uma concepção fragmentária para uma concepção unitária do conhecimento.
METODOLOGIA PARA O GRUPO DE ESTUDOS DA DOUTRINA ESPÍRITA:
a) Estudar O Livro dos Espíritos (Perguntas/Questões e Palavras Fundamentais);
b) Buscar dentro do conjunto da Ciência Espírita (conjunto das obras da codificação) a fundamentação, explicação e inter-relação dos conceitos, perguntas e palavras;
c) Estudar no mínimo 1h 10 min. os pontos de estudo. Deixar 20 min. finais para
outros assuntos pertinentes, se houver interesse.
d) Combinar/agendar horário antes ou depois do estudo para aqueles que desejem
rever pontos anteriores (devido a ausência do estudo, dúvidas ou outro motivo);
e) Ler previamente (em casa) o material para familiarizar-se com o conteúdo do ponto, trazendo as dúvidas para debate em grupo; f) Trazer as obras (livros) necessárias para o desenvolvimento do estudo.
|
TÁBUA DE CONTEÚDOS DOS PONTOS DE ESTUDO |
||
|
O MATERIAL ESTÁ DIVIDIDO EM QUATRO PARTES. FUNDAMENTALMENTE DIRECIONA PARA O ESTUDO DE "O LIVRO DOS ESPÍRITOS", E AO MESMO TEMPO APROFUNDA O ESTUDO SISTEMATIZADO DA DOUTRINA ESPÍRITA. |
PONTOS |
|
|
DE |
||
|
ESTUDO |
||
|
Introdução: Introdução ao Estudo da Doutrina Espírita (Item I a XVII) e Prolegômenos. |
1 ao 11 |
|
|
Livro Primeiro: as Causas Primárias (Cap. I - Deus; Cap. II - Elementos Gerais do Universo; Cap. III - Criação; e Cap. IV - Princípio Vital) |
12 |
ao 20 |
|
Livro Segundo: Mundo Espírita ou dos Espíritos (Cap. I - Dos Espíritos; Cap. II - Encarnação dos Espíritos; Cap. III - Retorno da Vida Corpórea à Vida Espiritual; Cap. IV - Pluralidade das Existências; Cap. V - Considerações sobre a Pluralidade das Existências; Cap. VI - Vida Espírita, Retorno à Vida Corporal; Cap. VII - Emancipação da Alma; Cap. VIII - Intervenção dos Espíritos no Mundo Corpóreo; Cap. IX; Cap. X - Ocupações e Missões dos Espíritos; e Cap. XI - Os Três Reinos) |
21 |
ao 67 |
|
Livro Terceiro: As Leis Morais (Cap. I - Lei Divina ou Natural; Cap. II - Lei de Adoração; Cap. III - Lei do Trabalho; Cap. IV - Lei de Conservação; Cap. V - Lei de Destruição; Cap. VI - Lei de Sociedade; Cap. VII - Lei de |
68 ao 108 |
|
|
Progresso; Cap. VIII - Lei de Igualdade; Cap. IX - Lei de Liberdade; Cap. X |
|||
|
- |
Lei de Justiça; Cap. XI - |
Amor e Caridade; e Cap. XII - Perfeição Moral) |
|
|
Livro Quarto: Esperanças e Consolações (Cap. I - Penas e Gozos Terrenos; e Cap. II - Penas e Gozos Futuros) |
109 ao 120 |
||
|
PONTO DE ESTUDO |
Data |
|
|
INTRODUÇÃO DO LIVRO DOS ESPÍRITOS E PROLEGÔMENOS |
||
|
01 |
- A AUTORIDADE DA DOUTRINA ESPÍRITA |
|
|
L.E. Introdução - I e VII |
||
|
L.E. Prolegômenos |
||
|
L.M. Dissertações Espíritas - 2ª parte, Cap. XXXI, item XXVIII - Nota |
||
|
L.M. Vocabulário Espírita - Cap. XXXII |
||
|
E.S.E. Autoridade da Doutrina Espírita. Universalidade dos Ensinos dos Espíritos - Introdução - II |
||
|
02 |
- PERÍODOS DE DESENVOLVIMENTO DO ESPIRITISMO |
|
|
L.E. Introdução III a V |
||
|
L.E. Conclusão I e V |
||
|
L.M. Vocabulário Espírita - Cap. XXXII |
||
|
L.M. Dissertações Espíritas - Cap. XXXI, item XVIII |
||
|
O.P. Os Desertores – 1ª parte |
||
|
03 |
- PRINCÍPIOS FUNDAMENTAIS DA DOUTRINA ESPÍRITA |
|
|
L.E. Introdução VI |
||
|
O.P. Doutrina Espírita – 1ª parte |
||
|
O.P. Princípios Fundamentais da Doutrina Espírita – 2ª parte |
||
|
04 |
- SISTEMAS DE INTERPRETAÇÃO DOS FENÔMENOS ESPÍRITAS |
|
|
L.E. Introdução - VII |
||
|
L.E. Conclusão - IX |
||
|
L.M. Dos Sistemas – 1ª parte, Cap. IV, 36 a 51 |
||
|
05 |
- CARACTERÍSTICAS DO ESTUDO DO ESPIRITISMO |
|
|
L.E. Introdução VIII |
||
|
L.M. Do Método – 1ª parte, cap. III, 18 a 35 |
||
|
L.M. Dissertações Espíritas - 2,1 parte, cap. XXXI, itens XVI, XX, XXI XXII, XXIV, XXVI e |
||
|
XXVII |
||
|
L.M. Das Reuniões em Geral - 21 parte, cap. XXIX, 324 a 333 |
||
|
L.M. Das Sociedades Propriamente Ditas – 2ª parte, cap. XXIX, 334 a 347 |
||
|
E.S.E. Reuniões Espíritas - Cap. XXVIII, 4 e 5 |
||
|
06 |
- OBJEÇÕES FEITAS AO ESPIRITISMO - REFUTAÇÕES |
|
|
L.E. Introdução X, XI a XVII |
||
|
L.E. Materialismo - Q. 147 e 148 |
||
|
L.E. Conclusão II, III e VI |
|
|
L.M. Das Mistificações – 2ª parte, cap. XXVII, 303 |
|
|
L.M. Médiuns Interesseiros – 2ª parte, cap. XXVIII, 304 a 313 |
|
|
L.M. Fraudes Espíritas – 2ª parte, cap. XXVIII, 314 a 323 |
|
|
L.M. Dissertações Espíritas – 2ª parte, Cap. XXXI, item XIX |
|
|
E.S.E. Pelos Inimigos do Espiritismo - Cap. XXVIII, 50 e 51 |
|
|
O.P. Ligeira Resposta aos Detratores do Espiritismo – 1ª parte |
|
|
07 |
- CONTRIBUIÇÃO DO ESPIRITISMO AO PROGRESSO DA HUMANIDADE |
|
L.E. Influência do Espiritismo no Progresso - Q. 798 a 802 |
|
|
L.E. Conclusão IV |
|
|
L.M. Dissertações Espíritas – 2ª parte, Cap. XXXI, itens 1 a V |
|
|
E.S.E. Os Bons Espíritas - Cap. XVII, 4 |
|
|
E.S.E. Parábola do Semeador - Cap. XVII, 5 e 6 |
|
|
O.P. Sobre as artes em geral - A Regeneração delas por meio do Espiritismo – 1ª parte |
|
|
O.P. Música Espírita – 1ª parte |
|
|
O.P. As Aristocracias – 1ª parte |
|
|
08 |
- OS TRÊS ASPECTOS DO ESPIRITISMO E SUAS CONSEQÜÊNCIAS |
|
L.E. Conclusão VII |
|
|
L.E. Prolegômenos |
|
|
L.M. Introdução |
|
|
E.S.E. Prefácio |
|
|
E.S.E. Objetivo desta Obra - Introdução 1 |
|
|
G. |
Introdução |
|
09 |
- A MORAL EVANGÉLICA DO ESPIRITISMO |
|
L.E. Conhecimento da Lei Natural - Q. 627 e 628 |
|
|
L.E. Conclusão VIII |
|
|
L.M. Dissertações Espíritas - Cap. XXXI, item XVII |
|
|
E.S.E. Objetivo desta Obra - Introdução 1 |
|
|
E.S.E. Não vim trazer a paz, porém a Divisão - Cap. XXIII, 9 a 18 |
|
|
E.S.E. Prefácio |
|
|
G. |
Caráter da Revelação Espírita - Cap. 1, 56 |
|
10 |
- A UNIDADE DA DOUTRINA ESPÍRITA, APESAR DAS DIVERGÊNCIAS |
|
L.E. Introdução XIII |
|
|
L.E. Conclusão IX |
|
|
L.M. Das Contradições – 2ª parte, Cap. XXVII, 297 a 302 |
|
|
L.M. Rivalidades entre as Sociedades – 2ª parte, Cap. XXIX, 348 a 350 |
|
|
L.M. Dos Sistemas – 1ª parte, Cap. 1 V, 36 |
|
|
11 |
- CARÁTER DA REVELAÇÃO ESPÍRITA |
|
L.E. Conhecimento da Lei Natural - Q. 622 e 627 |
|
|
E.S.E. Consolador Prometido - Cap. VI, 3 e 4 |
|
|
E.S.E. Prefácio |
|
|
E.S.E. Autoridade da Doutrina Espírita – |
|
|
E.S.E. Controle Universal do Ensino dos Espíritos – |
|
|
E.S.E. Introdução II |
|
|
G. |
Caráter da Revelação Espírita - Cap. 1, 1 a 62 |
|
Livro Primeiro: as Causas Primárias (Cap. I ao IV) |
|
|
12 |
- DEUS |
|
L.E. Deus e o Infinito - Q. 1 a 3 |
|
|
L.E. Provas da Existência de Deus - Q. 4 a 9 |
|
|
G. |
Existência de Deus . - Cap. II, 1 a 7 |
|
G. |
A Providência - Cap. II, 20 a 30 |
|
G. |
A Visão de Deus - Cap. II, 31 a 37 |
|
O.P. Profissão de Fé Espírita Raciocinada - Deus – 1ª parte, I |
|
|
O.P. Profissão de Fé Espírita Raciocinada - Criação – 1ª parte, III |
|
|
13 |
- A NATUREZA DIVINA |
|
L.E. Atributos da Divindade - Q. 10 a 13 |
|
|
L.E. Panteísmo - Q. 14 a 16 |
|
|
G. |
Da Natureza Divina - Cap. II, 8 a 19 |
|
O.P. As Cinco Alternativas da Humanidade - Doutrina |
|
|
O.P. Panteísta – 1ª parte |
|
|
14 |
- ESPÍRITO E MATÉRIA |
|
L.E. Conhecimento do Princípio das Coisas - Q. 17 a 20 |
|
|
L.E. Espírito e Matéria - Q. 21 a 28 |
|
|
L.E. Propriedades da Matéria - Q. 29 a 34 |
|
|
L.E. Espaço Universal - Q. 35 e 36 |
|
|
L.M. Ação dos Espíritos sobre a Matéria – 2ª parte, Cap. I, 52 a 59 |
|
|
G. |
Antigos e Modernos Sistemas do Mundo - Cap. V, 1 a 14 |
|
G. |
O Espaço e o Tempo - Cap. VI, 1 e 2 |
|
G. |
A Matéria - Cap. VI, 3 a 7 |
|
G. |
As Leis e a Força - Cap. VI, 8 a 11 |
|
G. |
Natureza e Propriedade dos Fluidos - Cap. XIV, 1 a 6 |
|
G. |
Ação dos Espíritos sobre os Fluidos. Criações Fluídicas |
|
G. |
Fotografia do Pensamento Cap. XIV, 13 a 15 |
|
G. |
Qualidade dos Fluidos - Cap. XIV, 16 a 21 |
|
G. |
Curas - Cap. XIV, 31 a 34 |
|
15 |
- O LABORATÓRIO DO MUNDO INVISÍVEL |
|
L.E. Espírito e Matéria - Q. 27 |
|
|
L.M. Do Laboratório do Mundo Invisível - Cap. VIII, 126 a 131 |
|
|
G. |
Ação dos Espíritos sobre os Fluidos. Criações Fluídicas. |
|
G. |
Fotografia do Pensamento - Cap. XIV, 13 a 15 |
|
O.P. Introdução ao Estudo da Fotografia e da Telegrafia do Pensamento - 1ª parte |
|
|
O.P. Fotografia e Telegrafia do Pensamento - 1ª parte |
|
|
16 |
- A FORMAÇÃO DOS MUNDOS |
|
L.E. Formação dos Mundos - Q. 37 a 42 |
|
|
L.E. Considerações e Concordâncias Bíblicas Concernentes à Criação - Q. 59 |
|
|
G. |
A Criação Primária. A Criação Universal. Os Sóis e os Planetas. Os Satélites. Os |
|
Cometas. |
|
|
G. |
A Via-Láctea. As Estrelas Fixas. Os Desertos do Espaço - Cap. VI, 12 a 47 |
|
G. |
A Vida Universal - Cap. VI, 53 a 57 |
|
G. |
Períodos Geológicos. Estado Primitivo do Globo. |
|
G. |
Período Primário |
|
G. |
Período de Transição. Período Secundário. Período Terciário. Período Diluviano - |
|
Cap. VII, 1 a 47 |
|
|
G. |
Teorias sobre a Formação da Terra - Cap. VIII, 1 a 7 |
|
17 |
- O POVOAMENTO DA TERRA |
|
L.E. Formação dos Seres Vivos - Q. 43 a 49 |
|
|
Povoamento da Terra. Adão, - Q. 50 e 51 |
|
|
Diversidade das Raças Humanas - Q. 52 a 54 |
|
|
Considerações e Concordâncias Bíblicas; Concernentes à Criação - Q. 59 |
|
|
Formação Primária dos Seres Vivos - Cap. X, 1 a 15 Geração Espontânea - Cap. X, 20 a 23 Período Pós-diluviano ou Atual. Nascimento do Homem - Cap. VII, 48 e 49 |
|
|
Revoluções Gerais ou Parciais. Idade das Montanhas. Dilúvio Bíblico. Revoluções Periódicas. Cataclismos Futuros. Crescimento ou diminuição do volume de Terra - Cap. IX, 1 a 15 |
|
|
Hipótese sobre a Origem do Corpo Humano - Cap. XI, 15 e 16 |
|
|
Raça Adâmica - Cap. XI, 38 a 42 |
|
|
Os Seis Dias - Cap. XII, 1 a 12 |
|
|
O.P. Profissão de Fé Espírita Raciocinada. Criação – 1ª parte |
|
|
18 |
- A DIVERSIDADE DAS RAÇAS HUMANAS |
|
L.E. Povoamento da Terra. Adão - Q. 50 e 51 |
|
|
Diversidade das Raças Humanas - Q. 52 a 54 |
|
|
Considerações e Concordâncias Bíblicas concernentes |
|
|
à Criação - Q. 59 |
|
|
Sucessão e Aperfeiçoamento das Raças - Q. 688 a 692 |
|
|
G. |
Período Pós-diluviano ou Atual - Nascimento do Homem - Cap. VII, 48 e 49 |
|
Hipótese sobre a Origem do Corpo Humano - Cap. XI, 15 e 16 |
|
|
Raça Adâmica - Cap. XI, 38 a 42 |
|
|
Os Seis Dias - Cap. XII, 1 a 12 |
|
|
O.P. Teoria da Beleza – 1ª parte |
|
|
19 |
- HÁ MUITAS MORADAS NA CASA DE MEU PAI |
|
L.E. Pluralidade dos Mundos - Q. 55 a 58 |
|
|
E.S.E. Há muitas Moradas na Casa de Meu Pai - Cap. III, 1 |
|
|
Diferentes Estados da Alma na Erraticidade - Cap. III, 2 |
|
|
Diferentes Categorias dos Mundos Habitados - Cap. III, 3 a 5 |
|
|
Destinação da Terra. Causas das Misérias Humanas - Cap. III, 6 e 7 |
|
|
Mundos Inferiores e Mundos Superiores - Cap. III, 8 a 12 |
|
|
Mundos de Expiações e de Provas - Cap. III, 13 a 15 |
|
|
Mundos Regeneradores - Cap. III, 16 a 18 |
|
|
Progressão dos Mundos - Cap. III, 19 |
|
|
G. |
Diversidade dos Mundos - Cap. VI, 58 a 61 |
|
Eterna Sucessão dos Mundos - Cap. VI, 48 a 52 |
|
|
20 |
- O PRINCÍPIO VITAL |
|
L.E. Seres Orgânicos e Inorgânicos - Q. 60 a 67 |
|
|
A Vida e a Morte - Q. 68 a 70 |
|
|
Inteligência e Instinto - Q. 71 a 75 |
|
|
G. |
Princípio Vital - Cap. X, 16 a 19 |
|
Escala dos Seres Orgânicos. |
|
|
O |
Homem Corpóreo - Cap. X, 24 a 30 |
|
O |
Instinto e a Inteligência - Cap. III, 11 a 19 |
|
Princípio Espiritual - Cap. XI, 5 |
|
|
Livro Segundo: Mundo Espírita ou dos Espíritos (Cap. I ao XI) |
|
|
21 |
- ORIGEM E NATUREZA DOS ESPÍRITOS |
|
L.E. Origem e Natureza dos Espíritos - Q. 76 a 83 |
|
|
Mundo Normal Primitivo - Q. 84 a 87 |
|
|
Forma e Ubiqüidade dos Espíritos - Q. 88 a 92 |
|
|
Sexo nos Espíritos - Q. 200 a 202 |
|
|
L.M. Há Espíritos? – 1ª parte, Cap. 1, 1 a 6 |
|
|
Vocabulário Espírita - Cap. XXXII |
|
|
G. |
Princípio Espiritual. União do Princípio Espiritual à Matéria - Cap. X1, 1 a 14 |
|
O.P. Controvérsias sobre a Idéia da Existência de Seres Intermediários entre o Homem e Deus – 1ª parte |
|
|
22 |
- O PERISPÍRITO |
|
L.E. Perispírito - Q. 93 a 95 |
|
|
L.M. Da Ação dos Espíritos sobre a Matéria – 2ª parte, Cap.1, 52 a 59 |
|
|
Vocabulário Espírita - Cap. XXXII |
|
|
G. |
Formação e Propriedade do Perispírito - Cap. XIV, 7 a 12 |
|
Superioridade da Natureza de Jesus - Cap. XV, 1 e 2 |
|
|
O.P. o Perispírito como Princípio das Manifestações – 1ª parte |
|
|
23 |
- A PROGRESSÃO DOS ESPÍRITOS |
|
L.E. Diferentes Ordens de Espíritos - Q. 96 a 99 |
|
|
Escala Espírita - Q. 100 a 113 |
|
|
Progressão dos Espíritos - Q. 114 a 127 |
|
|
Anjos e Demônios - Q. 128 a 131 |
|
|
L.M. Da Natureza das Comunicações - 2ª parte, Cap. X, 133 a 138 |
|
|
Provas Possíveis de Identidade – 2ª parte, Cap. XXIV, 255 a 261 |
|
|
Modos de se distinguirem os bons dos maus espíritos – 2ª parte, Cap. XXIV, 262 a 267 |
|
|
Questões sobre a Natureza e a Identidade dos Espíritos – 2ª parte, Cap. XXIV, 268 |
|
|
Dissertações Espíritas – 2ª parte, Cap. XXXI, item XXV |
|
|
E.S.E. Deixai que Venham a Mim as Criancinhas - Cap. VIII, 18 e 19 |
|
|
C. |
I. Os Anjos – 1ª parte, Cap. VI 11, 1 a 15 |
|
Os Demônios – 1ª parte, Cap. lX, 1 a 23 |
|
|
24 |
- A ALMA |
|
L.E. Introdução II |
|
|
Objetivo da Encarnação - Q. 132 e 133 |
|
|
A Alma - Q. 134 a 146 |
|
|
Materialismo - Q. 147 e 148 |
|
|
E.S.E. Limites da Encarnação - Cap. IV, 24 |
|
|
Necessidade da encarnação - Cap. IV, 25 e 26 |
|
|
C.I Encarnação dos Espíritos - Cap. XI, 17 a 32 |
|
|
O. |
P. Profissão de Fé Espírita Raciocinada. A Alma –1ª parte |
|
25 |
- A MORTE |
|
L.E. A Alma após a. Morte - Q. 149 e 153 |
|
|
Separação da Alma e do Corpo - Q. 154 a 162 |
|
|
Perturbação Espiritual - Q. 163 a 165 |
|
|
Intuição das Penas e Gozos Futuros - Q. 961 |
|
|
L.M. Questões sobre a sorte dos Espíritos – 2ª parte, Cap. XXVI, 292 |
|
|
E.S.E. Prevendo Próxima a Morte. Por um Agonizante. Por Alguém que acaba de Morrer. Pelas Pessoas a quem tivemos Afeição - Cap. XXVIII, 40, 57, 59 e 62. |
|
|
Perda de Pessoas Amadas. Morte Prematura. Cap. V, 21 |
|
|
C.I. Causas do Temor da Morte – 1ª parte, Cap. II, 1 a 9 |
|
|
Por que os Espíritas não temem a morte – 1ª parte, Cap. II, 10 |
|
|
O |
Passamento – 2ª parte, Cap. I, 1 a 15 |
|
26 |
- ENCARNAÇÃO NOS DIFERENTES MUNDOS |
|
L.E. Encarnação nos Diferentes Mundos - Q. 172 a 188 |
|
|
Transmigrações Progressivas - Q. 189 a 196 |
|
|
E.S.E. Diferentes Categorias de Mundos Habitados - Cap.III, 3 a 5 |
|
|
G. |
Reencarnações - Cap. XI, 33 e 34 |
|
Emigrações e Imigrações dos Espíritos - Cap. XI, 35 a 37 |
|
|
27 |
- A REENCARNAÇÃO |
|
L.E. A Reencarnação - Q. 166 a 170 |
|
|
Justiça da Reencarnação - Q. 171 |
|
|
Sorte das Crianças depois da Morte - Q. 197 a 199 |
|
|
Ressurreição da Carne - Q. 1010 |
|
|
L.M. Vocabulário Espírita - Cap. XXXII |
|
|
E.S.E. Motivos de Resignação - Cap. V, 12 e 13 |
|
|
Ato de Submissão e Resignação - Cap. XXVIII, 30 |
|
|
A Reencarnação Fortalece os Laços de Família, ao passo |
|
|
que A Unicidade da Existência os Rompe - Cap. IV, 18 a 23 |
|
|
G. |
Reencarnações - Cap. XI, 33 e 34 |
|
O.P. A Morte Espiritual – 1ª parte |
|
|
28 |
- REENCARNAÇÃO E PARENTESCO |
|
L.E. Sexo nos Espíritos - Q. 200 a 202 |
|
|
Parentesco, Filiação - Q. 203 a.206 |
|
|
Parecenças Físicas e Morais - Q. 207 a 217 |
|
|
Idéias Inatas - Q. 218 a 221 |
|
|
E.S.E. A Reencarnação fortalece os Laços de Família, ao passo que a Unicidade da Existência os rompe - Cap. IV, 18 a 23 |
|
|
Quem é Minha Mãe e quem são Meus Irmãos - Cap. XIV, 5 e 7 |
|
|
A Parentela Corporal e a Parentela Espiritual - Cap. XIV, 8 |
|
|
G. |
Reencarnações - Cap. XI, 33 e 34 |
|
29 |
- PLURALIDADE DAS EXISTÊNCIAS |
|
L.E. Considerações sobre a Pluralidade das Existências - Q. 222 |
|
|
A Reencarnação - Q. 166 a 170 |
|
|
Justiça da Reencarnação - 171 |
|
|
E.S.E. Motivos de Resignação - Cap. V, 12 e 13 |
|
|
Ressurreição e Reencarnação - Cap. IV, 4 a 17 |
|
|
O.P. O Caminho da Vida – 1ª parte |
|
|
30 |
- O ESPÍRITO NA ERRATICIDADE |
|
L.E. Espíritos Errantes - Q. 223 a 233 |
|
|
Mundos Transitórios - Q. 234 a 236 |
|
|
L.M. Vocabulário Espírita - Cap. XXXII |
|
|
E.S.E. Diferentes Estados da Alma na Erraticidade - Cap. III, 2 |
|
|
31 |
- PERCEPÇÕES, SENSAÇÕES E SOFRIMENTOS DOS ESPÍRITOS |
|
L.E. Percepções, Sensações e Sofrimentos dos Espíritos - Q. 237 a 256 |
|
|
Ensaio Teórico da Sensação nos Espíritos - Q.257 |
|
|
O.R A Música Celeste – 1ª parte |
|
|
Música Espírita – 1ª parte |
|
|
32 |
- ESCOLHA DAS PROVAS PELO ESPÍRITO |
|
L.E. Espíritos Errantes - Q. 223 a 233 |
|
|
Escolha das Provas - Q. 258 a 273 |
|
|
Fatalidade - Q. 851 a 867 |
|
|
E.S.E. Bem e Mal Sofrer - Cap. V, 18 |
|
|
33 |
- AS RELAÇÕES NO MUNDO DOS ESPÍRITOS |
|
L.E. Escala Espírita - Q. 100 a 113 |
|
|
As Relações no Além-Túmulo - Q. 274 a 290 |
|
|
Relações de Simpatia e Antipatia entre os Espíritos - |
|
|
Metades Eternas - Q. 291 a 303 |
|
|
34 |
- RECORDAÇÃO DA EXISTÊNCIA CORPÓREA PELO ESPÍRITO |
|
L.E. Perturbação Espiritual - Q. 163 a 165 |
|
|
Espíritos Errantes - Q. 223 a 233 |
|
|
Recordação da Existência - Q. 304 a 319 |
|
|
35 |
- A COMEMORAÇÃO DOS MORTOS |
|
L.E. Comemoração dos Mortos. Funerais - Q. 320 a 329 |
|
|
E.S.E. Deixai aos Mortos o Cuidado de Enterrar seus Mortos- Cap. XXIII, 7 e 8 |
|
|
36 |
- PRENÚNCIO DA REENCARNAÇÃO |
|
L.E. A Reencarnação - Q. 166 a 170 |
|
|
Justiça da Reencarnação - Q. 171 |
|
|
Prelúdio da Volta - Q. 330 a 343 |
|
|
37 - UNIÃO DA ALMA E DO CORPO |
|
|
L.E. União da Alma e do Corpo - Q. 344 a 360 |
|
|
E.S.E. Por uma Criança que Acaba de Nascer - Cap. XXVIII, 53 |
|
|
38 |
- FACULDADES MORAIS E INTELECTUAIS DO HOMEM |
|
L.E. Idéias Inatas - Q. 218 a 221 |
|
|
Faculdades Morais e Intelectuais do Homem - Q. 361 a 366 |
|
|
Influência do Organismo - Q. 367 a 370 |
|
|
Necessidade da Vida Social - Q. 768 |
|
|
E.S.E. Missão do Homem Inteligente na Terra - Cap. VII, 13 |
|
|
Cuidar do Corpo e do Espírito - Cap. XVI 1, 11 |
|
|
39 |
- SITUAÇÃO DO ESPÍRITO NO IDIOTISMO E NA LOUCURA |
|
L.E. Influência do Organismo - Q. 367 a 370 |
|
|
Idiotismo, Loucura - Q. 371 a 378 |
|
|
E.S.E. Cuidar do Corpo e do Espírito - Cap. XVII, 11 |
|
|
Pelos Doentes - Cap. XXVIII, 77 |
|
|
O Suicídio e a Loucura - Cap. V, 14 a 17 |
|
|
40 |
- UTILIDADE DA INFÂNCIA TERRENA |
|
L.E. A Infância - Q. 379 a 385 |
|
|
E.S.E. Deixai que venham a Mim as Criancinhas - Cap. VIII, 18 e 19 |
|
|
Simplicidade e Pureza de Coração - Cap. VIII, 1 a 4 |
|
|
41 |
- O ESQUECIMENTO DO PASSADO |
|
L.E. Simpatia e Antipatia Terrenas; - Q. 386 a 391 |
|
|
Esquecimento do Passado - Q. 392 a 399 |
|
|
L.M. Perguntas sobre Existências Passadas e Futuras – 2ª |
|
|
parte, Cap. XXVI, 290 |
|
|
E.S.E. Esquecimento do Passado - Cap. V, 11 |
|
|
42 |
- O SONO E OS SONHOS |
|
L.E. O Sono e os Sonhos - Q. 400 a 412 |
|
|
E.S.E. À Hora de Dormir - Cap. XXVIII, 38 |
|
|
G. |
Vista Espiritual ou Psíquica. Sonhos - Cap. XIV, 28 |
|
Sonhos - Cap. XV, 3 |
|
|
O.P. Emancipação da Alma – 1ª parte |
|
|
43 |
- LETARGIA, CATALEPSIA, MORTES APARENTES |
|
L.E. O Sono e os Sonhos - Q. 407 a 409 |
|
|
Letargia, Catalepsia, Mortes Aparentes - Q. 422 a 424 |
|
|
G. |
Catalepsia. Ressurreições - Cap. XIV, 29 e 30 |
|
Ressurreições: A Filha de Jairo, Filho da Viúva de Naim - Cap. XV, 37 a 40 |
|
|
O.P. Emancipação da Alma – 1ª Parte, 25 e 27 |
|
|
44 |
- TRANSMISSÃO OCULTA DO PENSAMENTO |
|
L.E. Visita Espírita entre Pessoas Vivas - Q. 413 a 418 |
|
|
Transmissão Oculta do Pensamento - Q. 419 a 421 |
|
|
L.M. Evocação de Pessoas Vivas – 2ª parte, Cap. XXV, 284 |
|
|
Telegrafia Humana – 2ª parte, Cap. XXV, 285 |
|
|
Aparições dos Espíritos de Pessoas Vivas. Homens Duplos – 2ª parte, Cap. VII, 114 a |
|
|
121 |
|
|
O.P. Aparição de Pessoas Vivas. Bicorporeidade – 1ª parte |
|
|
Dos homens duplos e das aparições de Pessoas Vivas - 1ª parte |
|
|
Fotografia e Telegrafia do Pensamento – 1ª parte |
|
|
45 |
- SONAMBULISMO E ÊXTASE |
|
L.E. O Sono e os Sonhos - Q. 400 a 412 |
|
|
Sonambulismo - Q. 425 a 438 |
|
|
Êxtase - Q. 439 a 446 |
|
|
Resumo Teórico do Sonambulismo, do Êxtase e da Dupla Vista - Q. 45--) |
|
|
G. |
Vista Espiritual ou Psíquica. Dupla Vista. Sonambulismo. Sonhos - Cap. XIV, 22 a 27 |
|
O.P. Causa e Natureza da Clarividência Sonambúlica. Explicação do Fenômeno da Lucidez – 1ª parte Emancipação da Alma – 1ª parte, 25 e 26, 28 a 30 |
|
|
46 |
- A VISTA ESPIRITUAL |
|
L.E. O Sono e os Sonhos - Q. 400 a 412 |
|
|
Sonambulismo - Q. 425 a 438 |
|
|
Dupla Vista - Q. 447 a 454 |
|
|
Resumo Teórico do Sonambulismo, do Êxtase e da |
|
|
Dupla Vista - Q. 455 |
|
|
G. |
Vista Espiritual ou Psíquica. Dupla Vista - Cap. XIV, 22 a 27 |
|
Dupla Vista: Entrada de Jesus em Jerusalém. Beijo de |
|
|
Judas. Pesca Maravilhosa. Vocação de Pedro, André, |
|
|
Tiago, João e Mateus - Cap. XV, 5 a 9 |
|
|
Tempestade Aplacada - Cap. XV, 45 e 46 |
|
|
O.P. A Segunda Vista. Conhecimento do Futuro. Previsões - 1ª parte |
|
|
47 |
- A OBSESSÃO |
|
L.E. Influência Oculta dos Espíritos em Nossos Pensamentos e Atos Q. 459 a 472 |
|
|
Possessos - Q. 473 a 480 |
|
|
Convulsionários - Q. 481 a 483 |
|
|
L.M. Obsessão Simples. Fascinação. Subjugação. Causas de |
|
|
Obsessão. Meios de a Combater - Cap. XXIII, 237 a 254 |
|
|
E.S.E. Reconciliação com os Adversários - Cap. X, 5 e 6 |
|
|
Os Inimigos Desencarnados - Cap. XII, 5 e 6 |
|
|
Para Afastar os Maus Espíritos - Cap. XXVIII, 15 e 16 |
|
|
Para Pedir a Força de Resistir a uma Tentação - Cap. XXVIII, 20 |
|
|
Pelos Obsidiados - Cap. XXVIII, 81 |
|
|
G. |
Obsessões e Possessões - Cap. XIV, 45 a 49 |
|
Possessos - Cap. XV, 29 a 36 |
|
|
O.P. Da Obsessão e da Possessão - I!- parte |
|
|
Questões e Problemas. As Expiações Coletivas – 1ª parte |
|
|
48 |
- OS ESPÍRITOS PROTETORES |
|
L.E. Afeição que os Espíritos Votam a Certas Pessoas - Q. 484 a 488 |
|
|
Anjos de Guarda. Espíritos Protetores, Familiares ou Simpáticos - Q. 489 a 521 |
|
|
Pressentimentos - Q. 522 a 524 |
|
|
E.S.E. Aos Anjos Guardiões e aos Espíritos Protetores - Cap. XXVIII, 11 |
|
|
Para pedir um Conselho - Cap. XXVIII, 24 |
|
|
Ação de Graças pela Vitória Alcançada sobre uma |
|
|
Tentação - Cap. XXVIII, 22 |
|
|
49 |
- INFLUÊNCIA DOS ESPÍRITOS EM NOSSOS PENSAMENTOS E ATOS |
|
L.E. Faculdade que tem os Espíritos de Penetrar os nossos |
|
|
Pensamentos Q. 456 a 458 |
|
|
Influência dos Espíritos em nossos Pensamentos e Atos - Q 459 a 472 |
|
|
E.S.E. Pecado por Pensamentos. Adultério - Cap. VIII, 5 a 7 |
|
|
Reconciliação com os Adversários - Cap. X, 5 e 6 |
|
|
Os Inimigos Desencarnados - Cap. XII, 5 e 6 |
|
|
Para pedir a força de resistir a uma tentação ~ Cap. XXVIII, 20 |
|
|
Para Afastar os Maus Espíritos - Cap. XXVIII, 15 e 16 |
|
|
G. |
Tentação de Jesus - Cap. XV, 52 e 53 |
|
50 |
- INFLUÊNCIA DOS ESPÍRITOS NOS ACONTECIMENTOS DA VIDA |
|
L.E. Influência Oculta dos Espíritos em nossos Pensamentos e Atos Q 459 a 472 |
|
|
Pressentimentos - Q. 522 a 524 influência dos Espíritos nos Acontecimentos da Vida - Q. 525 a 535 |
|
|
E.S.E. Ação de Graças por um Favor Obtido - Cap. XXVIII, 28 |
|
|
51 |
- AÇÃO DOS ESPÍRITOS NOS FENÔMENOS DA NATUREZA |
|
L.E, Ação dos Espíritos nos Fenômenos da Natureza - Q. 536 a 540 |
|
|
G. |
Tempestade Aplacada - Cap. XV, 45 e 46 |
|
52 |
- OS ESPÍRITOS DURANTE OS COMBATES |
|
L.E. Influência Oculta dos Espíritos em nossos Pensamentos e Atos - Q. 459 a 472 |
|
|
Guerras - Q. 742 a 745 |
|
|
Os Espíritos Durante os Combates - Q. 541 a 548 |
|
|
Ensaio Teórico da Sensação nos Espíritos - Q. 257 |
|
|
Sacrifícios - 671 |
|
|
E.S.E. Sacrifício da Própria Vida - Cap. V, 29 |
|
|
53 |
- CONSIDERAÇÕES SOBRE A MEDIUNIDADE |
|
L.E. Influência Oculta dos Espíritos em nossos Pensamentos e Atos - Q. 459 a 472 |
|
|
Introdução IV |
|
|
L.M. Sobre os Médiuns - 2ª parte, Cap. XXXI, itens X a XV e XXI |
|
|
Vocabulário Espírita - Cap. XXXII |
|
|
E.S.E. Não são os que Gozam de Saúde que Precisam de Médico - Cap. XXIV, 11 e 12 |
|
|
Mediunidade Gratuita - Cap. XXVI, 7 a 10 |
|
|
Para os Médiuns - Cap. XXVIII, 8 e 9 |
|
|
C.I. Da Proibição de Evocar os Mortos - Cap. XI, 8 a 15 |
|
|
G. Manifestações Físicas - Mediunidade - Cap. XIV, 40 a 44 |
|
|
Superioridade da Natureza de Jesus - Cap. XV, 1 e 2 |
|
|
54 |
- VARIEDADE E TIPOS DE MÉDIUNS |
|
L.E. Influência Oculta dos Espíritos em Nossos Pensamentos e Atos - Q. 459 a 472 |
|
|
Introdução IV |
|
|
L.M. Dos Médiuns - Cap. XIV, 159 a 177 |
|
|
Dos Médiuns Escreventes ou Psicógrafos - Cap. XV, 178 a 184 |
|
|
Dos Médiuns Especiais - Cap. XVI, 185 a 199 |
|
|
Sobre os Médiuns - Cap. XXXI, itens XI e XII |
|
|
Vocabulário Espírita - Cap. XXXII |
|
|
E.S.E. Não são os que Gozam da Saúde que Precisam de Médico - Cap. XXIV, 11 e 12 |
|
|
Para os Médiuns - Cap. XXVIII, 8 e 9 |
|
|
O.P. Caráter e Conseqüências Religiosas das Manifestações dos Espíritos. |
|
|
Dos Médiuns – 1ª parte, § 611 itens 33 a 55 |
|
|
55 |
- O DESENVOLVIMENTO DA MEDIUNIDADE |
|
L.E. Influência Oculta dos Espíritos em nossos Pensamentos e Atos - Q. 459 a 472 |
|
|
Introdução IV, XII e XV |
|
|
L.M. Desenvolvimento da Mediunidade, Cap. XVII, 200 a 218 |
|
|
Mudança de Caligrafia - Cap. XVII, 219 |
|
|
Perda e Suspensão da Mediunidade - Cap. XVII, 220 |
|
|
Dos Inconvenientes e Perigos da Mediunidade - Cap. XVIII, 221 e 222 |
|
|
Sobre os Médiuns - Cap. XXXI, itens X, XII, XIII, XIV, XV |
|
|
Vocabulário Espírita - Cap. XXXII |
|
|
E.S.E. Não são os que Gozam de Saúde que Precisam de Médico - Cap. XXIV, 11 e 12 |
|
|
Mediunidade Gratuita - Cap. XXVI, 7 a 10 |
|
|
Para os Médiuns - Cap. XXVIII, 8 e 9 |
|
|
56 |
- O PAPEL DO MÉDIUM NAS COMUNICAÇÕES ESPÍRITAS |
|
L.E. Influência Oculta dos Espíritos em nossos pensamentos e Atos - Q. 459 a 472 |
|
|
Introdução IV |
|
|
L.M. Do papel dos Médiuns nas Comunicações Espíritas Cap. XIX, 223 a 225 |
|
|
Da Influência Moral do Médium - Cap. XX, 226 a 230 |
|
|
Da Influência do Meio - Cap. XXI, 231 a 233 |
|
|
Sobre as Sociedades Espíritas - Cap. XXXI, itens XXII, XXIII, XIV e XXV |
|
|
Médiuns Interesseiros - 2ª parte, Cap. XXVIII, 304 a 313 |
|
|
Fraudes Espíritas - 2~ parte, Cap. XXVIII, 314 a 323 |
|
|
E.S.E. Não são os que gozam de saúde que precisam de médico - Cap. XXIV, 11 e 12 |
|
|
Para os Médiuns - Cap. XXVIII, 8 e 9 |
|
|
G. |
Manifestações Físicas. Mediunidade - Cap. XIV, 40 a 44 |
|
57 |
- AS BÊNÇÃOS E AS MALDIÇÕES |
|
L.E. Influência Oculta dos Espíritos em nossos Pensamentos e Atos Q. 459 a 472 |
|
|
Pactos - Q. 549 e 550 |
|
|
Poder Oculto. Talismãs. Feiticeiros - Q. 551 a 556 |
|
|
Bênçãos e Maldições - Q. 557 |
|
|
L.M. Dos Médiuns - Cap. XIV, 1591 |
|
|
Do Maravilhoso e do Sobrenatural – 1ª parte - Cap. II, 7 a 17 |
|
|
Médiuns Curadores - Cap. XIV, 175 e 176 |
|
|
E.S.E. Dai Gratuitamente o que Gratuitamente Recebeste: Dom de Curar - Cap. XXVI, 1 e 2 |
|
|
Preces Pagas - Cap. XXVI, 3 e 4 |
|
|
Mercadores Expulsos do Templo - Cap. XXVI, 5 e 6 |
|
|
G. |
Curas - Cap. XIV, 31 a 34 |
|
O.P. A Segunda Vista. Conhecimento do Futuro. Previsões - 1ª parte |
|
|
58 |
- O DOM DE CURAR |
|
L.E. Poder Oculto. Talismã. Feiticeiros - Q. 555 e 556 |
|
|
L.M. Médiuns Curadores - Cap. XIV, 175 e 176 |
|
|
Do Maravilhoso e do Sobrenatural - 1? parte, Cap. II, 7 a 17 |
|
|
Dom de Curar - Cap. XXVI, 1 e 2 |
|
|
Mediunidade Gratuita - Cap. XXVI, 7 a 10 |
|
|
Curas - Cap. XIV, 31 a 34 |
|
|
Curas - Cap. XV, 10 a 28 |
|
|
59 |
- O MARAVILHOSO E O SOBRENATURAL |
|
L.E. Influência Oculta dos Espíritos em nossos Pensamentos e Atos - Q. 459 |
|
|
Conclusão II |
|
|
L.M. Do Maravilhoso e do Sobrenatural – 1ª parte, Cap. 11, 7 a 17 |
|
|
C.I. Intervenção dos Demônios nas Modernas Manifestações – 1ª parte, Cap. X, 1 a 19 |
|
|
G. |
Os Milagres no Sentido Teológico - Cap. XIII, 1 a 3 |
|
O |
Espiritismo não faz milagres - Cap. XIII, 4 a 14 |
|
Faz Deus Milagres? - Cap. XIII, 15 a 17 |
|
|
O |
Sobrenatural e as Religiões - Cap. XIII, 18 e 19 |
|
Prodígios por ocasião da Morte de Jesus - Cap. XV, 54 e 55 |
|
|
Bodas de Caná - A Multiplicação dos Pães – |
|
|
O |
Fermento dos Fariseus - O Pão do Céu - Cap. XV, 47 a 51 |
|
O.P. Caráter e Conseqüências Religiosas das Manifestações dos Espíritos – 1ª parte |
|
|
Os Milagres provam a Divindade do Cristo? – 1ª parte |
|
|
60 |
- AS MANIFESTAÇÕES ESPÍRITAS |
|
L.E. Influência Oculta dos Espíritos em nossos Pensamentos e Atos - Q. 459 |
|
|
Introdução III a V e IX |
|
|
L.M. Da Ação dos Espíritos sobre a Matéria – 2ª parte, Cap.I, 52 a 59 |
|
|
Das Manifestações Físicas. Das Mesas Girantes – 2ª parte, Cap. 11, 60 a 64 |
|
|
Das Manifestações Inteligentes – 2ª0 parte, Cap. III, 65 a 71 |
|
|
Da Teoria das Manifestações Físicas – 2ª parte, Cap. IV, 72 a 81 |
|
|
Das Manifestações Físicas Espontâneas – 2ª parte, Cap. V, 82 a 95 |
|
|
Fenômeno de Transporte – 2ª parte, Cap. V, 96 a 99 |
|
|
Dissertações Espíritas - Cap. XXXI, item XVII |
|
|
Vocabulário Espírita - Cap. XXXII |
|
|
Manifestações Físicas - Mediunidade - Cap. XIV, 40 a 44 |
|
|
61 |
- CONSIDERAÇÕES SOBRE AS MANIFESTAÇÕES INTELIGENTES |
|
L.E. Influência Oculta dos Espíritos em nossos Pensamentos e Atos - Q. 459 |
|
|
Introdução III a V |
|
|
L.M. Das Manifestações Inteligentes – 2ª parte, Cap. III, 65 a 71 |
|
|
Da Sematologia e da Tiptologia – 2ª parte, Cap. XI, 139 a 145 |
|
|
Da Pneumatografia ou Escrita Direta. Da Pneumatofonia – 2ª parte, Cap. XII, 146 a 151 |
|
|
Da Psicografia – 2ª parte, Cap. XIII, 152 a 158 |
|
|
Vocabulário Espírita - Cap. XXXII |
|
|
Manifestações Físicas. Mediunidade - Cap. XIV, 40 a 44 |
|
|
62 |
- AS MANIFESTAÇÕES VISUAIS |
|
L.E. Influência Oculta dos Espíritos em nossos Pensamentos e Atos - Q 459 |
|
|
L.M. Das Manifestações Visuais – 2ª parte, Cap. VI, 100 |
|
|
Ensaio Teórico sobre as Aparições – 2ª parte, Cap. VI, 101 a 110 |
|
|
Teoria da Alucinação – 2ª. parte, Cap. VI, III a 113 |
|
|
Da Bicorporeidade e da Transfiguração – 2ª parte, Cap. VII, 114 a 125 |
|
|
Vocabulário Espírita - Cap. XXXII |
|
|
G. Aparições e Transfigurações - Cap. XIV, 35 a 39 |
|
|
Estrelas dos Magos - Cap. XV, 4 |
|
|
Jesus Caminha sobre a Água - Cap. XV, 41 e 42 |
|
|
Transfiguração - Cap. XV, 43 e 44 |
|
|
Aparição de Jesus, após sua Morte - Cap. XV, 56 a 63 |
|
|
O.P. Manifestações Visuais - 1ª parte, 11, 16 a 21 |
|
|
Transfiguração, Invisibilidade - 1ª parte, III, 22 e 23 |
|
|
Aparição de Pessoas Vivas - Bicorporeidade - 1ª parte, V |
|
|
Dos Homens Duplos e das Aparições de Pessoas Vivas –1ª parte |
|
|
63 |
- OS LUGARES ASSOMBRADOS |
|
L.E. Influência Oculta dos Espíritos em nossos Pensamentos e Atos - Q. 459 |
|
|
Poder Oculto. Talismãs. Feiticeiros - Q. 555 (nota) |
|
|
Bênçãos e Maldições - Q. 557 |
|
|
L.M. Das Manifestações Físicas Espontâneas – 2ª parte, Cap. V, 82 a 95 |
|
|
Fenômeno de Transporte – 2ª parte, Cap. V, 96 a 99 |
|
|
Dos Lugares Assombrados – 2ª parte, Cap. lX, 132 |
|
|
Vocabulário Espírita - Cap. XXXII |
|
|
64 |
- AS OCUPAÇÕES E MISSÕES DOS ESPÍRITOS |
|
L.E. Das Ocupações e Missões dos Espíritos - Q. 558 a 584 |
|
|
L.M. Perguntas sobre as Invenções e Descobertas – 2ª parte, Cap. XXVI, 294 |
|
|
Dissertações Espíritas - 2ª parte, Cap. XXXI, itens VI a VIII |
|
|
65 |
- OS TRABALHADORES DA ÚLTIMA HORA |
|
L.E. Das Ocupações e Missões dos Espíritos - Q. 558 a 584 |
|
|
L.M. Dissertações Espíritas - 2ª parte, Cap. XXXI, itens VI a VIII |
|
|
E.S.E. Os Trabalhadores da última Hora - Cap. XX, I |
|
|
Os últimos serão os Primeiros - Cap. XX, 2 e 3 |
|
|
Missão dos Espíritas - Cap. XX, 4 |
|
|
Os Obreiros do Senhor - Cap. XX, 5 |
|
|
Não Vades Ter com os Gentios - Cap. XXIV, 8 a 10 |
|
|
66 |
- CONHECE-SE A ÁRVORE PELO FRUTO |
|
L.E. Das Ocupações e Missões dos Espíritos - Q. 558 a 584 |
|
|
Conhecimento da Lei Natural - Q. 622 e 624 |
|
|
L.M. Dissertações Espíritas - Cap. XXXI, itens XI e XXVIII |
|
|
E.S.E. Conhece-se a Árvore pelo Fruto - Cap. XXI, 1 a 3 |
|
|
Missão dos Profetas - Cap. XXII, 4 |
|
|
Prodígio dos Falsos Profetas - Cap. XXI, 5 |
|
|
Não Creais em todos os Espíritos - Cap. XXI, 6 e 7 |
|
|
Os Falsos Profetas - Cap. XXI, 8 |
|
|
Caracteres do Verdadeiro Profeta - Cap. XXI, 9 |
|
|
Os Falsos Profetas da Erraticidade - Cap. XXI, 10 |
|
|
Jeremias e os Falsos Profetas - Cap. XXI, 11 |
|
|
G. |
Ninguém é Profeta em sua Terra - Cap. XVII, 1 e 2 |
|
Vossos Filhos e Vossas Filhas Profetizarão - Cap. XV 11, 59 a 61 |
|
|
67 |
- OS TRÊS REINOS DA NATUREZA |
|
L.E. Os Minerais e as Plantas - Q. 585 a 591 |
|
|
Os Animais e o Homem - Q. 592 a 610 |
|
|
Metempsicose - Q. 611 a 613 |
|
|
Seres Orgânicos e Inorgânicos - Q. 60 a 67 |
|
|
A Vida e a Morte - Q. 68 a 70 |
|
|
Inteligência e Instinto - Q. 71 a 75 |
|
|
L.M. Da Mediunidade nos Animais - 2ª parte, Cap. XXII, 234 a 236 |
|
|
Evocação dos Animais - 2ª parte, Cap. XXV, 283 |
|
|
G. |
Escala dos Seres Orgânicos - Cap. X, 24 e 25 |
|
O |
Homem Corpóreo - Cap. X, 26 a 30 |
|
Livro Terceiro: As Leis Morais (Cap. I ao XII) |
|
|
68 |
- O CONHECIMENTO DA LEI DIVINA |
|
L.E. Caracteres da Lei Natural - Q. 614 a 618 |
|
|
Conhecimento da Lei Natural - Q. 619 a 628 |
|
|
O |
Bem e o Mal - Q. 629 a 646 |
|
Divisão da Lei Natural - Q. 647 e 648 |
|
|
E.S.E. As Três Revelações: Moisés, Cristo e Espiritismo - Cap. I, 1 a 7 |
|
|
A |
Nova Era - Cap. 1, 9 a 11 |
|
G. |
Parábola dos Vinhateiros Homicidas - Cap. XVII, 29 e 30 |
|
69 |
- O BEM E O MAL |
|
L.E. O Bem e o Mal - Q. 629 a 646 |
|
|
Divisão da Lei Natural - Q. 647 |
|
|
E.S.E. O Mal e o Remédio - Cap. V, 19 |
|
|
Se Fosse um Homem de Bem, Teria Morrido - Cap. V, 22 |
|
|
Origem do Bem e do Mal - Cap. III, 1 a 10 |
|
|
70 |
- PRECURSORES DA IDÉIA CRISTÃ E DO ESPIRITISMO |
|
L.E. Conhecimento da Lei Natural - Q. 619 a 628 |
|
|
E.S.E. Sócrates e Platão, Precursores da Idéia Cristã e do |
|
|
Espiritismo - Introdução IV |
|
|
As Três Revelações: Moisés, Cristo e Espiritismo - Cap.I, 1 a 7 |
|
|
A |
Nova Era - Cap. 1, 9 a 11 |
|
71 |
- ALIANÇA DA CIÊNCIA E DA RELIGIÃO |
|
L.E. Conhecimento da Lei Natural - Q. 619, 622, 623, 626 e 628 |
|
|
E.S.E. Aliança da Ciência e da Religião - Cap. 1, 8 |
|
|
Dar-se-á ao que tem - Cap. XVIII, 13 a 15 |
|
|
G. |
Papel da Ciência na Gênese - Cap. IV, 1 a 17 |
|
Um só Rebanho e um só Pastor - Cap. XVII, 31 e 32 |
|
|
72 |
- O CONSOLADOR PROMETIDO |
|
L.E. Conhecimento da Lei Natural - Q. 619 a 628 |
|
|
L.M. Dissertações Espíritas - Cap. XXXI, IX |
|
|
E.S.E. O Jugo Leve - Cap. VI, 1 e 2 |
|
|
Consolador Prometido. O Advento do Espírito da Verdade - Cap. VI, 3 a 8 |
|
|
Prefácio |
|
|
As Três Revelações: Moisés, Cristo e Espiritismo - Cap.I, 1 a 7 |
|
|
A |
Nova Era - Cap. 1, 9 a 11 |
|
Parábola do Festim de Bodas - Cap. XVIII, 1 e 2 |
|
|
G. |
Anunciação do Consolador - Cap. XVII, 35 a 42 |
|
Segundo Advento do Cristo - Cap. XVII, 43 a 46 |
|
|
73 |
- JESUS - GUIA E MODELO DA HUMANIDADE |
|
L.E. Conhecimento da Lei Natural - Q. 624 e 625 |
|
|
E.S.E. A Realeza de Jesus - Cap. II, 4 |
|
|
Uma Realeza Terrestre - Cap. 11, 8 |
|
|
Candeia sob o Alqueire. Por que fala Jesus por Parábolas - Cap. XXIV, 1 a 7 |
|
|
G. |
Superioridade da Natureza de Jesus - Cap. XV, 1 e 2 |
|
Desaparecimento do Corpo de Jesus - Cap. XV, 64 a 67 |
|
|
Aparecimento de Jesus, após sua Morte - Cap. XV, 56 a 63 |
|
|
O.P. Estudo sobre a Natureza de Cristo: Fontes das Provas sobre a Natureza do Cristo. |
|
|
Os Milagres provam a Divindade do Cristo? |
|
|
As Palavras de Jesus provam a sua Divindade? |
|
|
Palavras de Jesus depois de sua Morte. |
|
|
Dupla Natureza de Jesus. Opinião dos Apóstolos. |
|
|
Predição dos Profetas com Relação a Jesus. O Verbo se fêz Carne. |
|
|
O |
Filho de Deus e o Filho do Homem –1ª parte. |
|
74 |
- JESUS E AS PARÁBOLAS EVANGÉLICAS |
|
L.E. Conhecimento da Lei Natural - Q. 625 a 628 |
|
|
E.S.E. Dar-se-á ao que tem - Cap. XVIII, 13 a 15 |
|
|
Candeia sob o Alqueire. Por que fala Jesus por Parábolas - XXIV, 1 a 7 |
|
|
Parábola dos Trabalhadores da última Hora - Cap. XX, 1 |
|
|
Os últimos Serão os Primeiros - Cap. XX, 2 e 3 |
|
|
Parábola do Festim de Bodas - Cap. XVIII, 1 e 2 |
|
|
Parábola dos Credores e Devedores - Cap. XI, 3 e 4 |
|
|
Parábola do Bom Samaritano - Cap. XV, 1 a 3 |
|
|
Parábola dos Talentos - Cap. XVI, 6 |
|
|
Parábola do Mau Rico - Cap. XVI, 5 |
|
|
Parábola da Figueira que Secou - Cap. XIX, 8 a 10 |
|
|
Parábola do Semeador - Cap. XVII, 5 e 6 |
|
|
Notícias Históricas - Introdução III |
|
|
Parábola dos Vinhateiros Homicidas - Cap. XVII, 29 e 30 |
|
|
75 |
- A PRECE |
|
L.E. Caracteres da Lei Natural - Q. 614 a 618 |
|
|
Conhecimento da Lei Natural - Q. 619 a 628 |
|
|
A |
Prece - Q. 658 a 666 |
|
E.S.E. Qualidades da Prece - Cap. XXVII, 1 a 4 |
|
|
Eficácia da Prece - Cap. XXVII, 5 a 8 |
|
|
Ação da Prece. Transmissão do Pensamento - Cap. XXVII, 9 a 15 |
|
|
Preces Inteligíveis - Cap. XXVII, 16 e 17 |
|
|
Da Prece pelos Mortos e pelos Espíritos Sofredores - Cap. XXVII, 18 a 21 |
|
|
Maneira de Orar - Cap. XXVII, 22 |
|
|
Felicidade que a Prece Proporciona - Cap. XXVII, 23 |
|
|
Coletânea de Preces Espíritas - Cap. XXVIII, 1 |
|
|
Oração Dominical - Cap. XXVIII, 2 e 3 |
|
|
Perdoai para que Deus vos Perdoe - Cap. X, 1 a 4 |
|
|
Pelas. Almas Sofredoras que Pedem Prece - Cap. XXVIII, 64 |
|
|
76 |
- A LEI DE ADORAÇÃO |
|
L.E. Divisão da Lei Natural - Q. 647 e 648 |
|
|
Objetivo da Adoração - Q. 649 a 652 |
|
|
Adoração Exterior - Q. 653 a 656 |
|
|
Vida Contemplativa - Q. 657 |
|
|
A |
Prece - Q.658 a 666 |
|
Politeísmo - Q. 667 e 668 |
|
|
Sacrifícios - Q. 669 a 673 |
|
|
Casamento e Celibato - Q. 699 |
|
|
E.S.E. Qualidades da Prece - Cap. XXV11, 1 a 4 |
|
|
Maneira de Orar - Cap. XXVII, 22 |
|
|
O Sacrifício mais Agradável a Deus - Cap. X, 7 e 8 |
|
|
77 |
- BUSCAI E ACHAREIS |
|
L.E. Divisão da Lei Natural - Q. 647 e 648 |
|
|
Necessidade do Trabalho - Q. 674 a 681 |
|
|
Limites do Trabalho. Repouso - Q. 682 a 685 |
|
|
E.S.E. Ajuda-te a ti Mesmo, que o Céu te Ajudará - Cap. XXV, 1 a 5 |
|
|
Observai os Pássaros do Céu - Cap. XXV, 6 a 8 |
|
|
Não vos Afatigueis pela Posse do Ouro - Cap. XXV, 9 a 11 |
|
|
78 |
- A LEI DE REPRODUÇÃO |
|
L.E. Divisão da Lei Natural - Q. 647 e 648 |
|
|
População do Globo - 686 e 687 |
|
|
Sucessão e Aperfeiçoamento das Raças - Q. 688 a 692 |
|
|
Obstáculos à Reprodução - Cap. Q. 693 e 694 |
|
|
Casamento e Celibato - Q. 695 a 699 |
|
|
Poligamia - Q. 700 e 701 |
|
|
C. Formação Primária dos Seres Vivos - Cap. X, 1 a 15 |
|
|
O.P. Teoria da Beleza - 1ª parte |
|
|
79 |
- O ABORTO E SUAS CONSEQÜÊNCIAS |
|
L.E. População do Globo - Q. 686 e 687 |
|
|
Obstáculos à Reprodução - Q. 693 e 694 |
|
|
União da Alma e do Corpo - Q. 357 a 360 |
|
|
80 |
- CASAMENTO E DIVÓRCIO |
|
L.E. Casamento e Celibato - Q. 695 a 699 |
|
|
Poligamia - Q. 700 e 701 |
|
|
Laços de Família - Q. 775 |
|
|
Igualdade dos Direitos do Homem e da Mulher - Q. 817 a 822 |
|
|
E.S.E. Indissolubilidade do Casamento. O Divórcio - Cap. XXII, 1 a 5 |
|
|
81 |
- A LEI DE CONSERVAÇÃO |
|
L.E. Divisão da Lei Natural - Q. 647 e 648 |
|
|
Instinto de Conservação - Q. 702 e 703 |
|
|
Meios de Conservação - Q. 704 a 710 |
|
|
Gozo dos Bens Terrenos - Q. 711 a 714 |
|
|
Necessário e Supérfluo - Q. 715 a 717 |
|
|
Privações Voluntárias. Mortificações - Q. 718 a 727 |
|
|
E.S.E. Observai os Pássaros do Céu - Cap. XXV, 6 a 8 |
|
|
Não vos Afatigueis pela Posse do Ouro - Cap. XXV, 9 a 11 |
|
|
82 |
- O NECESSÁRIO E O SUPÉRFLUO |
|
L.E. Gozo dos Bens Terrenos - Q. 711 a 714 |
|
|
Necessário e Supérfluo - Q. 715 a 717 |
|
|
Direito de Propriedade. Roubo - Q. 883 |
|
|
E.S.E. A Verdadeira Propriedade - Cap. XVI, 9 e 10 |
|
|
Transmissão da Riqueza - Cap. XVI, 15 |
|
|
83 |
- OS SOFRIMENTOS VOLUNTÁRIOS |
|
L.E. Privações Voluntárias. Mortificações - Q. 718 a 727 |
|
|
E.S.E. Os Tormentos Voluntários - Cap. V, 23 |
|
|
Provas Voluntárias. O Verdadeiro Cilício - Cap. V, 26 |
|
|
Proveito dos Sofrimentos para Outrem - Cap. V, 31 |
|
|
84 |
- A DESTRUIÇÃO NECESSÁRIA E A ABUSIVA |
|
L.E. Divisão da Lei Natural - Q. 647 e 648 |
|
|
Destruição Necessária e Destruição Abusiva - Q. 728 a 736 |
|
|
Flagelos Destruidores - Q. 737 a 741 |
|
|
Guerras - Q. 742 a 745 |
|
|
Assassínio - Q. 746 a 751 |
|
|
Crueldade - Q. 752 a 756 |
|
|
Duelo - Q. 757 a 759 |
|
|
Pena de Morte - Q. 760 a 765 |
|
|
E.S.E. Se Alguém vos Bater na Face Direita, Apresentai-lhe também a Outra - Cap. XII, 7 |
|
|
e 8 |
|
|
A Vingança - Cap. XII, 9 |
|
|
O Duelo - Cap. XII, 11 a 16 |
|
|
G. Destruição dos Seres Uns pelos Outros - Cap. III, 20 a 24 |
|
|
85 |
- AS EXPIAÇÕES COLETIVAS |
|
L.E. Flagelos Destruidores - Q. 737 a 741 |
|
|
Guerras - Q. 742 a 745 |
|
|
E.S.E. Causas Anteriores das Aflições - Cap. V, 6 a 10 |
|
|
G. |
A Geração Nova - Cap. XVIII, 32 a 35 |
|
O.P. Questões e Problemas. As Expiações Coletivas – 1a. parte. |
|
|
86 |
- A NECESSIDADE DA VIDA SOCIAL |
|
L.E. Divisão da Lei Natural - Q. 647 e 648 |
|
|
Necessidade da Vida Social - Q. 766 a 768 |
|
|
Vida de Insulamento. Voto de Silêncio - Q. 769 a 772 |
|
|
Laços de Família - Q. 773 a 775 |
|
|
E.S.E. o Homem no Mundo - Cap. XVII, 10 |
|
|
A |
Ingratidão dos Filhos e os Laços de Família - Cap. XIV, 9 |
|
87 |
- A INFÂNCIA DA HUMANIDADE |
|
L.E. Estado de Natureza - Q. 776 a 778 |
|
|
Caracteres da Lei Natural - Q. 614 a 618 |
|
|
O |
Bem e o Mal - Q. 629 a 646 |
|
Progressão dos Espíritos - Q. 114, 115, 118 a 120, 122 e 127 |
|
|
E.S.E. Mundos de Expiações e Provas - Cap. III, 14 |
|
|
88 |
- A MARCHA DO PROGRESSO |
|
L.E. Marcha do Progresso - Q. 779 a 785 |
|
|
Progressão dos Espíritos - Q. 114 a 127 |
|
|
L.M. Perguntas sobre os Outros Mundos - 2ª parte - Cap. XXVI, 296 |
|
|
E.S.E. Progressão dos Mundos - Cap. III, 19 |
|
|
Diferentes Categorias dos Mundos Habitados - Cap. III, 3 a 5 |
|
|
Destinação da Terra. Causas das Misérias Humanas -.Cap. III, 6 e 7 |
|
|
Mundos Inferiores e Mundos Superiores - Cap. III, 8 a 12 |
|
|
Mundos de Expiação e de Provas - Cap. III, 13 a 15 |
|
|
Mundos Regeneradores - Cap. III, 16 a 18 |
|
|
A |
Melancolia - Cap. V, 25 , |
|
G. |
Sinais dos Tempos - Cap. XVIII, 1 a 26 |
|
A |
Geração Nova - Cap. XVIII, 27 a 35 |
|
O.P. Liberdade, Igualdade e Fraternidade - 1 ª parte |
|
|
89 |
- AS CIVILIZAÇÕES |
|
L.E. Sucessão e Aperfeiçoamento das Raças - Q. 688 a 692 |
|
|
Povos Degenerados - Q. 786 a 789 |
|
|
Civilização - Q. 790 a 793 |
|
|
G. |
Sinais dos Tempos - Cap. XVIII, 1 a 26 |
|
90 |
- O PROGRESSO DA LEGISLAÇÃO HUMANA |
|
L.E. Progresso da Legislação Humana - Q. 794 a 797 |
|
|
Caracteres da Lei Natural - Q. 614 a 618 |
|
|
Conhecimento da Lei Natural - Q. 619 a 628 |
|
|
Divisão da Lei Natural - Q. 648 |
|
|
Igualdade dos Direitos do Homem e da Mulher - Q. 818 e 822 |
|
|
Justiça e Direitos Naturais - Q. 874 a 876 |
|
|
E.S.E. Moisés - Cap. I, 2 |
|
|
O |
Cristo - Cap. 1, 3 |
|
O |
Espiritismo - Cap. 1, 6 e 7 |
|
O.P. Liberdade, Igualdade e Fraternidade - I! parte |
|
|
91 |
- A LEI DE IGUALDADE |
|
L.E. Divisão da Lei Natural - Q. 648 |
|
|
Igualdade Natural - Q. 803 |
|
|
Desigualdade das Aptidões - Q. 804 e 805 |
|
|
Desigualdades Sociais - Q. 806 e 807 |
|
|
Desigualdade das Riquezas - Q. 808 a 813 |
|
|
Igualdades de Direito do Homem e da Mulher - Q. 817 a 822 |
|
|
Igualdade Perante o Túmulo - Q. 823 e 824 |
|
|
E.S.E. A Felicidade não é deste Mundo - Cap. V, 20 |
|
|
92 |
- AS PROVAS DE RIQUEZA E DE MISÉRIA |
|
L.E. Desigualdade das Riquezas - Q. 808 a 813 |
|
|
As Provas de Riqueza e de Miséria - Q. 814 a 816 |
|
|
E.S.E. A Felicidade não é deste Mundo - Cap. V, 20 |
|
|
Salvação dos Ricos - Cap. XVI, 1 e 2 |
|
|
Jesus em Casa de Zaqueu - Cap. XVI, 4 |
|
|
Utilidade Providencial da Riqueza - Cap. XVI, 7 |
|
|
Desigualdade das Riquezas - Cap. XVI, 8 |
|
|
Transmissão da Riqueza - Cap. XVI, 15 |
|
|
Parábola do Mau Rico - Cap. XVI, 5 |
|
|
Preservar-se da Avareza - Cap. XVI, 3 |
|
|
Emprego da Riqueza - Cap. XVI, 11 a 13 |
|
|
Desprendimento dos Bens Terrenos - Cap. XVI, 14 |
|
|
Parábola dos Talentos - Cap. XVI, 6 |
|
|
93 |
- OS DIREITOS DO HOMEM E DA MULHER |
|
|
L.E. Igualdade Natural - Q. 803 |
||
|
Igualdade de Direitos do Homem e da Mulher - Q. 817 a 822 |
||
|
G. |
Os Seis Dias - Cap. XII, 11 |
|
|
94 |
- A LIBERDADE E O HOMEM |
|
|
L |
E. |
Divisão da Lei Natural - Q. 648 |
|
Liberdade Natural - Q. 825 a 828 |
||
|
Escravidão - Q. 829 a 832 |
||
|
Liberdade de Pensar - Q. 833 e 834 |
||
|
Liberdade de Consciência - Q. 835 a 842 |
||
|
Livre |
Arbítrio - Q. 843 a 850 |
|
|
E.S.E. Muito se Pedirá àquele que muito Recebeu - Cap. XVIII, 10 a 12 |
||
|
95 |
- LIVRE ARBÍTRIO E FATALIDADE |
|
|
L.E. Livre Arbítrio - Q. 843 a 850 |
||
|
Fatalidade - Q. 851 a 867 |
||
|
Resumo Teórico do Móvel das Ações Humanas - Q. 872 |
||
|
E.S.E. Num Perigo Iminente - Cap. XXVIII, 34 |
||
|
Ação |
de Graças por Haver Escapado a um Perigo - Cap. XXVIII, 36 |
|
|
96 |
- O CONHECIMENTO DO FUTURO |
|
|
L.E. Conhecimento do Futuro - Q. 868 a 871 |
||
|
L.M. Perguntas sobre o Futuro - 2ª parte - Cap. XXVI, 289 |
||
|
Médiuns de Pressentimento - Cap. XV, 184 |
||
|
G. |
Teoria da Presciência - Cap. XVI, 1 a 18 |
|
|
Cidades Impenitentes - Cap. XVII, 14 |
||
|
Morte e Paixão de Jesus - Cap. XVII, 3 a 9 |
||
|
Perseguição dos Apóstolos - Cap. XVII, 10 a 13 |
||
|
Ruína do Templo e de Jerusalém - Cap. XVI-1, 15 a 21 |
||
|
Minhas Palavras não Passarão - Cap. XVI 1, 24 a 26 |
||
|
A Pedra Angular - Cap. XV11, 27 e 28 |
||
|
O.P. A Segunda Vista. Conhecimento do Futuro. Previsões – 2ª parte |
||
|
97 |
- A JUSTIÇA E OS DIREITOS |
|
|
L.E. Divisão da Lei Natural - Q. 648 |
||
|
Justiça e Direitos Naturais - Q. 873 a 879 |
||
|
E.S.E. O Mandamento Maior. Fazer aos Outros o que |
||
|
Queiramos que os outros nos Façam. Parábola dos |
|
|
Credores e dos Devedores - Cap. X1, 1 a 4 |
|
|
Dai a César o que é de César - Cap. X1, 5 a 7 |
|
|
98 |
- A VERDADEIRA PROPRIEDADE |
|
L.E. Divisão da Lei Natural - Q. 648 |
|
|
Direito de Propriedade. Roubo - Q. 880 a 885 |
|
|
L.M. Perguntas sobre Tesouros Ocultos – 2ª parte, Cap. XXVI, 295 |
|
|
E.S.E. A Verdadeira Propriedade - Cap. XVI, 9 e 10 |
|
|
Preservar-se da Avareza - Cap. XVI, 3 |
|
|
Desprendimento dos Bens Terrenos - Cap. XVI, 14 |
|
|
Parábola dos Talentos - Cap. XVI, 6 |
|
|
Emprego da Riqueza - Cap. XVI, 11 a 13 |
|
|
99 |
- A CARIDADE E O AMOR AO PRÓXIMO |
|
L.E. Divisão da Lei Natural - Q. 648 |
|
|
Caridade e Amor ao Próximo - Q. 886 a 889 |
|
|
E.S.E. Perdão das Ofensas - Cap. X, 14 e 15 |
|
|
A Lei de Amor - Cap. XI, 8 a 10 |
|
|
A Fé e a Caridade - Cap. X1, 13 |
|
|
Caridade para com os Criminosos - Cap. XI, 14 |
|
|
Retribuir o Mal com o Bem - Cap. XII, 1 a 4 |
|
|
O |
ódio - Cap. XII, 10 |
|
Por um inimigo que Morreu - Cap. XXVIII, 67 |
|
|
Ação de Graças por um Benefício Concedido a Outrem - Cap. XXVIII, 44 |
|
|
Pelos nossos Inimigos e pelos que nos querem mal - Cap. XXVIII, 46 |
|
|
Ação de Graças pelo Bem Concedido aos nossos Inimigos - Cap. XXVIII, 48 |
|
|
O |
de que precisa o Espírito para ser Salvo. Parábola do Bom Samaritano - Cap. XV, 1 a |
|
3 |
|
|
O |
Mandamento Maior - Cap. XV, 4 e 5 |
|
Por um Inimigo - Cap. XXVIII, 69 |
|
|
Dever-se-á por Termo às Provas do Próximo? - Cap. V, 27 |
|
|
100 - O AMOR MATERNO E 0 FILIAL |
|
|
L.E. Divisão da Lei Natural - Q. 648 |
|
|
Amor Materno e Filial - Q. 890 a 892 |
|
|
E.S.E. Honrai o Vosso Pai e Vossa Mãe - Cap. XIV, 1 e 2 |
|
|
Piedade Filial - Cap. XIV, 3 e 4 |
|
|
A |
Ingratidão dos Filhos e os Laços de Família - Cap. XIV, 9 |
|
A Parentela Corporal e a Parentela Espiritual - Cap. XIV, 8 |
|
|
Quem é minha Mãe e quem são meus Irmãos? - Cap. XIV, 5 a 7 |
|
|
Odiar os Pais - Cap. XXIII, 1 a 3 |
|
|
Abandonar Pai, Mãe e Filhos - Cap. XXIII, 4 a 6 |
|
|
Deixar aos Mortos o Cuidado de Enterrar seus Mortos - Cap. XXIII, 7 e 8 |
|
|
101 |
- A CARIDADE MATERIAL E A CARIDADE MORAL |
|
L.E. Caridade e Amor ao Próximo - Q. 886 a 888 |
|
|
E.S.E. Fazer o Bem sem Ostentação - Cap. XIII, 1 a 3 |
|
|
Os Infortúnios Ocultos - Cap. XIII, 4 |
|
|
O óbulo da Viúva - Cap. XIII, 5 e 6 |
|
|
Convidar os Pobres e Estropiados. Dar sem esperar |
|
|
Retribuição - Cap. XIII, 7 e 8 |
|
|
A Caridade Material e a Caridade Moral - Cap. XIII, 9 e 10 |
|
|
A Beneficência - Cap. XIII, 11 a 16 |
|
|
A Piedade - Cap. XIII, 17 Os órfãos - Cap. XIII, 18 |
|
|
Benefícios Pagos com a Ingratidão - Cap. XIII, 19 |
|
|
Beneficência Exclusiva - Cap. XIII, 20 |
|
|
Por Alguém que esteja em Aflição - Cap. XXVIII, 42 |
|
|
102 |
- FORA DA CARIDADE NÃO HÁ SALVAÇÃO |
|
L.E. Justiça e Direitos Naturais - Q. 873 a 879 |
|
|
Caridade e Amor ao Próximo - Q. 886 a 889 |
|
|
E.S.E. O de que precisa o Espírito para ser Salvo. Parábola do Bom Samaritano - Cap. XV, 1 a 3 |
|
|
O Mandamento Maior - Cap. XV, 4 e 5 |
|
|
Necessidade da Caridade Segundo São Paulo - Cap. XV, 6 e 7 |
|
|
Fora da Igreja não há Salvação. Fora da Verdade não há Salvação - Cap. XV, 8 e 9 |
|
|
Fora da Caridade não há Salvação - Cap. XV, 10 |
|
|
103 |
- AS VIRTUDES E OS VÍCIOS |
|
L.E. As Virtudes e os Vícios - Q. 893 a 906 |
|
|
Paixões - Q. 907 a 912 |
|
|
E.S.E. O Orgulho e a Humildade - Cap. VII, 11 e 12 |
|
|
Injúrias e Violências - Cap. IX, 1 a 5 |
|
|
A Afabilidade e a Doçura - Cap. lX, 6 |
|
|
A Paciência - Cap. lX, 7 Obediência e Resignação - Cap. lX, 8 |
|
|
A Cólera - Cap. lX, 9. e 10 |
|
|
A Indulgência - Cap. X, 16 a 18 |
|
|
É |
Permitido Repreender os Outros, Notar as Imperfeições de Outrem, Divulgar o Mal de |
|
Outrem? - Cap. X, 19 a 21 |
|
|
A |
Virtude - Cap. XVII, 8 |
|
Para pedir Corrigenda de um Defeito - Cap. YXVIII, 18 |
|
|
O |
Argueiro e a Trave no Olho – Cap. X, 9 e 10 |
|
Não Julgueis, para não serdes Julgados. Atire a Primeira pedra aquele que Estiver sem |
|
|
Pecado - Cap. X, 11 a 13 |
|
|
Bem Aventurados os que têm Fechados os Olhos - Cap. VIII, 20 e 21 |
|
|
104 - AS PAIXÕES HUMANAS |
|
|
L.E. As Virtudes e os Vícios - Q. 893 a 906 |
|
|
Paixões - Q. 907 a 912 |
|
|
E.S.E. A Porta Estreita - Cap. XVIII, 3 a 5 |
|
|
Para Pedir a Corrigenda de um Defeito - Cap. XXVIII, 18 |
|
|
A |
Cólera - Cap. lX, 9 e 10 |
|
O |
Argueiro e a Trave no Olho - Cap. X, 9 e 10 |
|
Escândalos. Se a Vossa Mão é Motivo de Escândalo, |
|
|
Cortai-a - Cap. VIII, 11 a 17 |
|
|
C.I. A Carne é Fraca - 1ª parte - Cap. VII |
|
|
105 - O EGOÍSMO NA HUMANIDADE |
|
|
L.E. O Egoísmo - Q. 913 a 917 |
|
|
E.S.E. O Egoísmo - Cap. XI, 11 e 12 |
|
|
O.P. O Egoísmo e o Orgulho - 1ª parte |
|
|
106 - CARACTERES DO HOMEM DE BEM |
|
|
L.E. Caracteres do Homem de Bem - Q. 918 |
|
|
Conhecimento de Si Mesmo - Q. 919 |
|
|
E.S.E. Caracteres da Perfeição - Cap. XVII, 1 e 2 |
|
|
O |
Homem de Bem - Cap. XVII, 3 |
|
Os Bons Espíritas - Cap. XVII, 4 |
|
|
O |
Dever - Cap. XVII, 7 |
|
Os Superiores e os Inferiores - Cap. XVII, 9 |
|
|
Nem Todos os que Dizem: Senhor! Senhor! Entrarão no Reino dos Céus - Cap. XVIII, 6 a |
|
|
9 |
|
|
Pelas suas Obras é que se Reconhece o Cristão - Cap. XVIII, 16 |
|
|
107 - APERFEIÇOAMENTO MORAL DO HOMEM |
|
|
L.E. Caracteres do Homem de Bem - Q. 918 |
|
|
Conhecimento de Si Mesmo - Q. 919 |
|
|
E.S.E. O que se Deve Entender por Pobres de Espírito - Cap. VII, 1 e 2 |
|
|
Aquele que se Eleva será Rebaixado - Cap. VII, 3 a 6 |
|
|
Mistérios Ocultos aos Doutos e aos. Prudentes - Cap. VII, 7 a 10 |
|
|
Simplicidade e Pureza de Coração - Cap. VIII, 1 a 4 |
|
|
Verdadeira Pureza. Mãos Não Lavadas - Cap. VIII, 8 a 10 |
|
|
108 |
- O PODER DA FÉ |
|
L.E. Adoração Exterior - Q. 653 |
|
|
Sacrifícios - Q. 669 |
|
|
As Virtudes e os Vícios - Q. 893 |
|
|
O Nada. Vida Futura - Q. 959 |
|
|
Natureza das Penas e Gozos Futuros - Q. 973 (nota) e 982 |
|
|
E.S.E. Poder da Fé - Cap. XIX, 1 a 5 |
|
|
A Fé Religiosa. Condição da fé Inabalável - Cap. XIX, 6 e 7 |
|
|
Parábola da Figueira que Secou - Cap. XIX, 8 a 10 |
|
|
A Fé: Mãe da Esperança e da Caridade - Cap. XIX, 11 |
|
|
A Fé Humana e a Fé Divina - Cap. XIX, 12 |
|
|
Coragem da Fé - Cap. XXIV, 13 a 16 |
|
|
Carregar sua Cruz. Quem Quiser Salvar a Vida, Perdê-la-á - Cap. XXIV, 17 a 19 |
|
|
G. Maldição contra os Fariseus - Cap. XVII, 22 e 23 |
|
|
Livro Quarto: Esperanças e Consolações (Cap. I ao II) |
|
|
109 |
- A FELICIDADE E A INFELICIDADE |
|
L.E. Felicidade e Infelicidades Relativas - Q. 920 a 933 |
|
|
Perda dos Entes Queridos - Q. 934 a 936 |
|
|
Decepções. Ingratidão. Afeições Destruídas - Q. 937 e 938 |
|
|
Uniões Antipáticas - Q. 939 e 940 |
|
|
Temor da Morte - Q. 941 e 942 |
|
|
Desgosto da Vida. Suicídio - Q. 943 a 957 |
|
|
E.S.E. Bem-Aventurados os Aflitos - Cap. V, 1 e 2 |
|
|
Justiça das Aflições - Cap. V, 3 |
|
|
Causas Atuais das Aflições - Cap. V, 4 e 5 |
|
|
Causas Anteriores das Aflições - Cap. V, 6 a 10 |
|
|
A Felicidade não é deste mundo - Cap. V, 20 |
|
|
A Desgraça Real - Cap. V, 24 |
|
|
A Melancolia - Cap. V, 25 |
|
|
Nas Aflições da Vida - Cap. XXVIII, 26 |
|
|
O |
Jugo Leve - Cap. VI, 1 e 2 |
|
|
110 - CONSIDERAÇÕES SOBRE AS EVOCAÇÕES DOS ESPÍRITOS |
||
|
L.E. Perda dos Entes Queridos - Q. 935 e 936 |
||
|
L.M. Das Evocações - Cap. XXV, 269 a 273 |
||
|
Das Perguntas que se pode fazer aos Espíritos -Cap. XXVI, 286 e 287 |
||
|
Espíritos que podem ser Evocados - Cap. XXV, 274 a 279 |
||
|
Linguagem de que se deve usar com os Espíritos -Cap. XXV, 280 |
||
|
Utilidades das Evocações Particulares - Cap. XXV, 281 |
||
|
Questões sobre as Evocações - Cap. XXV, 282 |
||
|
Evocação dos Animais - Cap. XXV, 283 |
||
|
Evocação das Pessoas Vivas - Cap. XXV, 284 |
||
|
Telegrafia Humana - Cap. XXV, 285 |
||
|
Perguntas Simpáticas ou Antipáticas aos Espíritos -Cap. XXVI, 288 |
||
|
Perguntas sobre o Futuro - Cap. XXVI, 289 |
||
|
Perguntas sobre as Existências Passadas e Futuras -Cap. XXVI, 290 |
||
|
Perguntas sobre os Interesses Morais e Materiais -Cap. XXVI,, 291 |
||
|
Questões sobre a Sorte dos Espíritos - Cap. XXVI, 292 |
||
|
Questões sobre a Saúde -Cap. XXVI, 293 |
||
|
Perguntas sobre as Invenções e Descobertas - Cap. XXVI, 294 |
||
|
Perguntas sobre Tesouros Ocultos - Cap. XXVI, 295 |
||
|
Perguntas sobre os outros Mundos - Cap. XXVI, 296 |
||
|
111 - O DESGOSTO DA VIDA |
||
|
L.E. Desgosto da Vida. Suicídio - Q. 943 a 957 |
||
|
E.S.E. O Suicídio e a Loucura - Cap. V, 14 a 17 |
||
|
Será Lícito Abreviar a Vida de um Doente que Sofra sem Esperança de Cura? - Cap V, |
||
|
28 |
||
|
Sacrifício da Própria Vida - Cap. V, 29 e 30 |
||
|
Deve-se Expor a Vida por um Malfeitor? - Cap. XI, 15 |
||
|
O |
Duelo - Cap. XII, 11 a 16 |
|
|
Por um Suicida - Cap. XXVIII, 71 |
||
|
C.I. Suicidas – 2a. parte, Cap. V |
||
|
112 - O PORVIR E O NADA |
||
|
L.E. O Nada. Vida Futura - Q. 958 e 959 |
||
|
E.S.E. A Vida Futura - Cap. 11, 1 a 3 |
||
|
O |
Ponto de Vista - Cap. 11, 5 a 7 |
|
|
C.I. O Porvir e o Nada – 1a. parte, Cap. I, 1 a 14 |
||
|
Causas do Temor da Morte - Porque os Espíritas não temem a Morte - Cap.II, 1 a 10 |
|
|
O.P. As Cinco Alternativas da Humanidade - 1ª parte |
|
|
A Vida Futura – 1a. parte |
|
|
113 |
- AS PENAS E OS GOZOS FUTUROS |
|
L.E. Intuição das Penas e Gozos Futuros - Q. 960 a 962 |
|
|
Intervenção de Deus nas Penas e Recompensas - Q. 963 e 964 |
|
|
Natureza das Penas e Gozos Futuros - Q. 965 a 982 |
|
|
Ensaio Teórico da Sensação nos Espíritos - Q. 257 |
|
|
Penas Temporais - Q. 983 a 989 |
|
|
Duração das Penas Futuras - Q. 1003 a 1009 |
|
|
C.I. A Carne é Fraca. Princípios da Doutrina Espírita sobre |
|
|
as Penas Futuras. Código Penal da Vida Futura - 1ª parte, Cap. VII |
|
|
Espíritos Felizes – 2ª parte, Cap. II |
|
|
Espíritos em Condição Mediana - 2ª parte - Cap. III, |
|
|
Espíritos Sofredores – 2ª parte, Cap. IV |
|
|
114 |
- A EXPIAÇÃO E O ARREPENDIMENTO |
|
L.E. Expiação e Arrependimento - Q. 990 a 1002 |
|
|
Duração das Penas Futuras - Q. 1007 |
|
|
E.S.E. Bem-Aventurados os que têm Fechados os Olhos - Cap. VIII, 20 e 21 |
|
|
Pelos Espíritos Penitentes - Cap. XXVIII, 73 |
|
|
Pelos Espíritos Endurecidos - Cap. XXVIII, 75 |
|
|
C.I. Criminosos Arrependidos - 2ª parte, Cap. VI |
|
|
Espíritos Endurecidos – 2ª parte, Cap. VII |
|
|
Expiações Terrestres – 2ª parte, Cap. VIII |
|
|
115 |
- DOUTRINA DAS PENAS ETERNAS |
|
L.E. Duração das Penas Futuras - Q. 1003 a 1009 |
|
|
C.I. Origem da Doutrina das Penas Eternas – 1ª parte, Cap.VI, 1 a 9 |
|
|
Argumentos a Favor das Penas Eternas - 1 parte, Cap.VI, 10 a 17 |
|
|
Impossibilidade Material das Penas Eternas – 1ª parte, Cap VI, 18 a 21 |
|
|
A Doutrina das Penas Eternas fez sua Época – 1ª parte, Cap. VI, 22 a 24 |
|
|
Ezequiel Contra a Eternidade das Penas e o Pecado Original - 1ª parte, Cap. VI, 25 |
|
|
116 |
- RESSURREIÇÃO E REENCARNAÇÃO |
|
L.E. Ressurreição da Carne - Q. 1010 |
|
|
Considerações sobre a Pluralidade das Existências - Q. 222 |
|
|
E.S.E. Ninguém Poderá ver o Reino de Deus se não Nascer de Novo - Cap. IV, 1 a 3 |
|
|
Ressurreição e Reencarnação - Cap. IV, 4 a 17 |
|
|
G. |
Catalepsia. Ressurreições - Cap. XIV, 29 e 30 |
|
Ressurreições: A Filha de Jairo. Filho da Viúva de Naim - Cap. XV, 37 a 40 |
|
|
Advento de Elias - Cap. XVII, 33 e 34 |
|
|
O.P. A Morte Espiritual - 1ª parte |
|
|
117 |
- O CÉU SEGUNDO 0 ESPIRITISMO |
|
L.E. Paraíso, Inferno e Purgatório - Q. 1011, 1015 a 1017, 1018 |
|
|
E.S.E. Meu Reino não é deste Mundo - Cap. II, 1 |
|
|
C.I. O Céu - 1ª parte, Cap. III, 1 a 18 |
|
|
G. |
Doutrina dos Anjos Decaídos e da Perda do Paraíso - Cap. XI, 43 a 49 |
|
Perda do Paraíso - Cap. XII, 13 a 26 |
|
|
118 |
- O PURGATÓRIO SEGUNDO O ESPIRITISMO |
|
L.E. Paraíso, Inferno e Purgatório - Q. 1011 a 1014,1017 e 1018 |
|
|
E.S.E. Meu Reino não é Deste Mundo - Cap. II, 1 |
|
|
C.I. O Purgatório - 1ª parte, Cap. V, 1 a 10 |
|
|
119 |
- O INFERNO SEGUNDO O ESPIRITISMO |
|
L.E. Paraíso, Inferno e Purgatório - Q. 1011, 1013, 1014, 1017, 1018 |
|
|
E.S.E. Meu Reino não é deste Mundo - Cap. II, 1 |
|
|
C.I. Intuição das Penas Futuras - 1ª parte - Cap. IV, 1 e 2 |
|
|
O Inferno Cristão imitado do Inferno Pagão – 1a. parte - Cap. IV, 3 a 7 |
|
|
Os Limbos - 11 parte, Cap. IV, 8 |
|
|
Quadro do Inferno Pagão – 1a. parte, Cap. IV, 9 e 10 |
|
|
Esboço do Inferno Cristão – 1a. parte, Cap. IV, 11 a 15 |
|
|
Ressurreição e Reencarnação - Cap. IV, 4 a 17 |
|
|
G. |
Catalepsia. Ressurreições - Cap. XIV, 29 e 30 |
|
Ressurreições: A Filha de Jairo. Filho da Viúva de Naim - Cap. XV, 37 a 40 |
|
|
Advento de Elias - Cap. XVII, 33 e 34 |
|
|
O.P. A Morte Espiritual – 1ª parte |
|
|
120 |
- O JUÍZO FINAL |
|
L.E. Paraíso, Inferno e Purgatório - Q. 1018 |
|
|
E.S.E. O de que Precisa o Espírito para ser Salvo. Parábola do Bom Samaritano - Cap. XV, 1 a 3 |
|
|
G. |
Sinais Precursores - Vossos Filhos e Vossas Filhas Profetizarão - Juízo Final - Cap. |
|
XVII, 47 a 67 |
|
|
Emigrações e Imigrações dos Espíritos - Cap. XI, 35 a 37 |
|
“
Grupo de Estudo da Doutrina Espírita
Espíritas: amai-vos, eis o primeiro ensinamento; instrui-vos, eis ”
o segundo (O Espírito de Verdade em O Evangelho segundo o Espiritismo)
Doc.: GE - LE Revisão: 03 Emissão: 10/2012 Organizado: Iraci e Josemar
Página 43 de 43 - 26/10/2012
Doutrina dos Anjos Decaídos e da Perda do Paraíso - Cap. XI, 43 a 49
Bien plus que des documents.
Découvrez tout ce que Scribd a à offrir, dont les livres et les livres audio des principaux éditeurs.
Annulez à tout moment.