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Grupo de Estudo da Doutrina Espírita “ Espíritas: amai-vos, eis o primeiro ensinamento; instrui-vos, eis
Grupo de Estudo
da Doutrina Espírita
Espíritas: amai-vos, eis o primeiro ensinamento; instrui-vos, eis
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Emissão: 10/2012
Organizado: Iraci e Josemar
o segundo
(O Espírito de Verdade em O Evangelho segundo o Espiritismo)
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Adaptado do Guia para estudo da Doutrina Espírita do

CVDEE - Centro Virtual de Divulgação e Estudo do Espiritismo

ÍNDICE NUMÉRICO DOS TEMAS

BIBLIOGRAFIA POR TEMA

(Temas por ordenação numérica) - Levantamento dos livros básicos e respectivas lições pela conexão que apresentam. Todas as lições dos cinco livros básicos, mais a 1ª e 2ª parte de Obras Póstumas estão relacionadas.

Abreviaturas adotadas

L. E. - O Livro dos Espíritos

L.M. - O Livro dos Médiuns

E.S.E. - O Evangelho Segundo o Espiritismo

C.I. - O Céu e o Inferno

G. - A Gênese

O.P. - Obras Póstumas

TÁBUA DE CONTEÚDOS DOS PONTOS DE ESTUDO

O MATERIAL ESTÁ DIVIDIDO EM QUATRO PARTES. FUNDAMENTALMENTE DIRECIONA PARA O ESTUDO DE "O LIVRO DOS ESPÍRITOS", E AO MESMO TEMPO APROFUNDA O ESTUDO SISTEMATIZADO DA DOUTRINA ESPÍRITA.

PONTOS

 

DE

ESTUDO

Introdução: Introdução ao Estudo da Doutrina Espírita (Item I a XVII) e Prolegômenos.

1 ao 11

Livro Primeiro: as Causas Primárias (Cap. I - Deus; Cap. II - Elementos Gerais do Universo; Cap. III - Criação; e Cap. IV - Princípio Vital)

12

ao 20

Livro Segundo: Mundo Espírita ou dos Espíritos (Cap. I - Dos Espíritos; Cap. II - Encarnação dos Espíritos; Cap. III - Retorno da Vida Corpórea à Vida Espiritual; Cap. IV - Pluralidade das Existências; Cap. V - Considerações sobre a Pluralidade das Existências; Cap. VI - Vida Espírita, Retorno à Vida Corporal; Cap. VII - Emancipação da Alma; Cap. VIII - Intervenção dos Espíritos no Mundo Corpóreo; Cap. IX; Cap. X – Ocupações e Missões dos Espíritos; e Cap. XI - Os Três Reinos)

21

ao 67

Livro Terceiro: As Leis Morais (Cap. I - Lei Divina ou Natural; Cap. II - Lei de Adoração; Cap. III - Lei do Trabalho; Cap. IV - Lei de Conservação; Cap. V - Lei de Destruição; Cap. VI - Lei de Sociedade; Cap. VII - Lei de Progresso; Cap. VIII - Lei de Igualdade; Cap. IX - Lei de Liberdade; Cap. X - Lei de Justiça; Cap. XI - Amor e Caridade; e Cap. XII - Perfeição Moral)

68 ao 108

Livro Quarto: Esperanças e Consolações (Cap. I - Penas e Gozos Terrenos; e Cap. II - Penas e Gozos Futuros)

109 ao 120

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1) A Doutrina Espírita: PARTES DA OBRA

Capítulo/

Perguntas/

Livro (%)

Livro (%)

LIVRO PRIMEIRO - As Causas Primárias (4 Capítulos)

13,79%

7,40%

LIVRO SEGUNDO - Do Mundo Espírita ou mundo dos Espíritos (11 Capítulos)

37,93%

52,80%

LIVRO TERCEIRO - As Leis Morais (12 Capítulos)

41,38%

30,00%

LIVRO QUARTO - Esperanças e Consolações (2 Capítulos)

6,90%

9,80%

TOTAL

100,00%

100,00%

Partes da Obra - % de Capítulos em Relação ao Total de Capítulos LIVRO TERCEIRO
Partes da Obra - % de Capítulos em Relação ao Total de Capítulos
LIVRO TERCEIRO - As
LIVRO QUARTO -
Esperançase
Consolações (2
Capítulos);6,90%
LeisMorais(12
Capítulos);41,38%
LIVRO PRIMEIRO - As
Causas Primárias (4
Capítulos); 13,79%
LIVRO SEGUNDO - Do
Mundo Espírita ou
mundodos Espíritos (11
Capítulos);37,93%

Partes da Obra - %de Perguntas emRelação ao Total de Perguntas

LIVROQUARTO- Esperançase Consolações (99 LIVROTERCEIRO- As Leis Morais (306 Perguntas); 30,00% Perguntas); 9,80%
LIVROQUARTO-
Esperançase
Consolações (99
LIVROTERCEIRO- As
Leis Morais (306
Perguntas); 30,00%
Perguntas); 9,80%
LIVROPRIMEIRO- As
Causas Primárias (75
Perguntas); 7,40%
LIVROSEGUNDO- Do
MundoEspíritaou

mundodosEspíritos(538

Perguntas); 52,80%

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2) A Doutrina Espírita: Obras Fundamentais do Espiritismo

Livro Primeiro dá origem: A Gênese

Livro Segundo dá origem: O Livro dos Médiuns

Livro Terceiro dá origem: O Evangelho Segundo o Espiritismo

Livro Quarto dá origem: O Céu e o Inferno

2ª PARTE 2ª PARTE 1ª PARTE 1ª PARTE 3ª PARTE 3ª PARTE 4ª PARTE 4ª
2ª PARTE
2ª PARTE
1ª PARTE
1ª PARTE
3ª PARTE
3ª PARTE
4ª PARTE
4ª PARTE
11
11
CAPÍTULOS
CAPÍTULOS
4
4
CAPÍTULOS
CAPÍTULOS
12
12
CAPÍTULOS
CAPÍTULOS
2
2
CAPÍTULOS
CAPÍTULOS
58
58
SUB. CAP.
SUB. CAP.
17
17
SUB. CAP.
SUB. CAP.
62
62
SUB. CAP.
SUB. CAP.
15
15
SUB. CAP.
SUB. CAP.
538
538
Q. (76-
Q. (76-
75
75
Q. (1-75)
Q. (1-75)
306
306
Q.(614-919)
Q.(614-919)
100
100
Q.(920-1019
Q.(920-1019
613)
613)
CAP./LIVRO =
CAP./LIVRO =
CAP./LIVRO =
CAP./LIVRO =
CAP./LIVRO =
CAP./LIVRO =
CAP./LIVRO =
CAP./LIVRO =
41,38%
41,38%
6,90%
6,90%
13,79%
13,79%
37,93%
37,93%
Q./LIVRO =
Q./LIVRO =
Q./LIVRO =
Q./LIVRO =
Q./LIVRO =
Q./LIVRO =
Q./LIVRO =
Q./LIVRO =
9,81%
9,81%
7,36%
7,36%
52,80%
52,80%
30,03%
30,03%

O Espiritismo é uma ciência que trata da natureza, origem e destino dos Espíritos, bem como de suas relações com o mundo corporal. (A. K.)

“O Espiritismo é uma doutrina filosófica de efeitos religiosos, como qualquer filosofia espiritualista, pelo que forçosamente vai ter às bases fundamentais de todas as religiões: Deus, a alma e a vida futura. Mas não é uma religião constituída, visto que tem culto, nem rito, nem templos e que entre os seus adeptos nenhum tomou nem recebeu o título de sacerdote ou sumo sacerdote”. “Obras Póstumas” - 1ª parte – cap. Final

“ O Espiritismo é uma doutrina filosófica de efeitos religiosos, como qualquer filosofia espiritualista, pelo que forçosamente vai ter às bases fundamentais de todas as religiões: Deus, a alma e a vida futura”. Allan Kardec – “Obras Póstumas.

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3) Conhecimento

Conhecimento

Basicamente existem dois tipos de conhecimento: o Vulgar (popular) e o Científico (por que e como).

E o que é conhecimento? Segundo Johannes Hessen, conhecimento é a

alteração do sujeito cognoscente (aquele que conhece, que toma conhecimento)

pelo objeto.

O dicionário Houaiss define conhecimento como: O ato ou a atividade de

conhecer, realizado por meio da razão e/ou da experiência; ato ou efeito de

apreender intelectualmente, de perceber um fato ou uma verdade; cognição, percepção; intuição, pressentimento ou outra forma de cognição; fato de

reconhecer uma coisa como adrede (com antecipação ou previamente) sabida ou conhecida; reconhecimento.

razão (Racional) ou a

experiência

conhecimento).

do

Sendo a

fonte e a base do conhecimento a

quando

se

busca

a

sua

a fonte e a base do conhecimento a quando se bu sca a sua (a (Empírico),

(a

fonte e a base do conhecimento a quando se bu sca a sua (a (Empírico), origem

(Empírico),

origem

origem

4) Formas e Características do Conhecimento.

1) Como se elaboraram as formas de conhecimento:

O homem desde os primórdios teve a preocupação de descobrir e explicar as

forças que regem a natureza e a morte, assim as formas de conhecimento se

conduziram através do:

a) Mito: O mito é uma narrativa; é um discurso, uma fala; mas não uma narrativa ou uma fala qualquer; trata do sobrenatural, da criação e do desaparecimento de coisas; também é uma forma das sociedades espalharem suas contradições, exprimirem seus paradoxos, dúvidas e inquietações;

b) Conhecimento religioso: Procura explicar os fenômenos da natureza e a morte, baseando tal explicação em divindades; no absoluto. No conhecimento religioso o caráter sagrado das leis, das verdades, determina uma aceitação sem crítica; e

c) Conhecimento filosófico: Procura explicar os fenômenos da natureza e captar a essência imutável das coisas pela lógica racional.

A partir do senso comum, das explicações religiosas e do conhecimento

filosófico, no Séc. XVI apareceu a ciência como a conhecemos hoje.

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2) Características do conhecimento:

2.1 Conhecimento

FILOSÓFICO

a) Valorativo: Não se baseia na experimentação sensível, mas na inteligível.

b) Não verificável: Não podem ser confirmadas nem refutadas.

c) Racional: Sustenta-se em proposições logicamente correlacionadas (leis

do pensamento).

d) Infalível e exato: Tautologia 1 . Razão pura. Análise da filosofia são as

idéias que não são redutíveis a realidades materiais.

e) Sistemático: Método dedutivo, não exige confirmação experimental, mas

somente coerência lógica. f) Critério de verdade: Não contradição no pensamento.

2.2 Conhecimento

RELIGIOSO

a) Valorativo: Proposições sagradas. Trata da origem do mundo, significado,

finalidade e destino como obra do criador.

b) Inspiracional: Revelações divinas.

c) Infalíveis: indiscutíveis e exatas.

d) Sistemático: A transmissão é através de escrituras. Tem um método (a

hermenêutica).

e) Não verificável: Seu critério de verdade é a fé.

2.3 Conhecimento

CIENTÍFICO EMPÍRICO

a) Real (factual): Lida com fatos sensíveis.

b) Contingente: a verdade ou a falsidade é conhecida através da experiência

sensível, não apenas pela razão. c) Sistemático: Possui método (indutivo). É ordenado logicamente pela indução, formando um sistema teórico.

d) Verificável: o que não pode ser verificado (comprovado) empiricamente

não pertence à ciência.

e) Falível: Só trabalha com probabilidade, por isso é aproximadamente exato.

f) Critério de verdade: É a concordância entre o objeto e a imagem do

objeto.

1 gr. tautología,as 'repetição (de forma ou significado), o que diz a mesma coisa já dita'; ver taut(o)- e – logia. Lógica: proposição analítica que permanece sempre verdadeira, uma vez que o atributo é uma repetição do sujeito. Ex.: o sal é salgado

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5) Busca da Verdade

A verdade será categorizada por um dado critério, definido como CRITÉRIO DE VERDADE. Assim qual é o critério que nos diz, concretamente, se um conhecimento é ou não verdadeiro? Pode-se classificar em:

a) Ontológico: É a concordância do conteúdo do pensamento com o objeto;

b) Lógico: Ausência de contradição; e

c) Religiosa: Fé.

6) A Ciência.

Ciência

Segundo Trujillo Ferrari, Ciência é todo um conjunto de atitudes e atividades racionais dirigidas ao sistemático conhecimento com objeto limitado, capaz de ser submetido à verificação. No dicionário eletrônico Houaiss, conceitua-se Ciência como: Corpo de conhecimentos sistematizados que, adquiridos via observação, identificação, pesquisa e explicação de determinadas categorias de fenômenos e fatos, são formulados metódica e racionalmente.

As ciências possuem:

1) Objetividade ou finalidade: Distinguir a característica comum ou as leis gerais que regem os diversos fenômenos.

2) Função: aperfeiçoar a relação entre o homem (sujeito) e o mundo (objeto).

3) Objeto:

entre o home m (sujeito) e o mundo (objeto). 3) Objeto: a) Material b) Formal Por

a) Material

b) Formal

Por

cérebro).

exemplo,

se

considerarmos

o

pensamento

um

epifenômeno 2

(do

2 Na reflexão de alguns cientistas, psicólogos behavioristas e certos filósofos materialistas ou positivistas, a consciência humana, fenômeno secundário e condicionado por processos fisiológicos, e, portanto, incapaz de determinar o comportamento dos indivíduos (dicionário eletrônico Houaiss). Outra definição para epifenômeno é: produto acidental, acessório, de um processo, de um fenômeno essencial, sobre o qual não tem efeitos próprios (dicionário eletrônico Houaiss).

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Teremos:

a) Objeto Material: Aquilo que se pretende estudar, analisar, verificar, interpretar (geral). Ex.: o cérebro.

b) Objeto Formal: enfoque especial em função de cada ciência que possuem o mesmo objeto material. Ex.: A massa encefálica e o comportamento (ou pensamento).

5) Método 3 e Método (de abordagem) Científico: Conjunto sistemático de regras e procedimentos que, se respeitados em uma investigação cognitiva, conduzem-na à verdade (dicionário eletrônico Houaiss). Os métodos de abordagem podem ser: Indutivo (Francis Bacon e Galileu Galilei); da Dúvida (René Descartes); Dedutivo; Hipotético-Dedutivo (Karl Popper) e Dialético (Heráclito de Éfeso, G. F. W. Hegel e Karl Marx).

As ciências caracterizam-se pela utilização de métodos científicos; nem todos os ramos de estudo que empregam métodos são ciência; mas não existe ciência sem método.

Exemplo de Método Indutivo.

existe ciência sem método. Exemplo de Método Indutivo. Fonte:
Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/Ficheiro:Metodo_cientifico.svg

Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/Ficheiro:Metodo_cientifico.svg

3 Método é o conjunto das atividades sistemáticas e racionais que, com maior segurança e economia,

permite alcançar conhecimentos temporariamente válidos e/ou verdadeiros.

Parte das páginas 3 a 7

foram retiradas do material das aulas do Prof. Antonio Carlos da Silva (PUC - Campus Toledo, da

disciplina Processos do Conhecer).

 
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7) A Doutrina Espírita: O que é o Espiritismo.

Allan Kardec define:

Extraído do livro: O que é o Espiritismo.

O ESPIRITISMO É, AO MESMO TEMPO, UMA CIÊNCIA DE OBSERVAÇÃO E UMA DOUTRINA FILOSÓFICA. COMO CIÊNCIA PRÁTICA ELE CONSISTE NAS RELAÇÕES QUE SE ESTABELECEM ENTRE NÓS E OS ESPÍRITOS; COMO FILOSOFIA, COMPREENDE TODAS AS CONSEQÜÊNCIAS MORAIS QUE DIMANAM DESSAS MESMAS RELAÇÕES.

Podemos defini-lo assim:

O Espiritismo é uma ciência que trata da natureza, origem e destino dos

Espíritos, bem como de suas relações com o mundo corporal.

José Herculano Pires define:

Extraído do livro: Introdução à Filosofia Espírita.

O que é Espiritismo?

Respondida a pergunta sobre Filosofia devemos tratar ligeiramente da natureza do Espiritismo. E nada mais necessário do que isso, porque nada mais desconhecido em nosso mundo do que ele. Fala-se muito em Espiritismo, mas quase nada se sabe a seu respeito. Kardec afirma, na introdução de O Livro dos Espíritos, que a força do Espiritismo não está nos fenômenos, como geralmente se pensa, mas na sua “filosofia”, o que vale dizer na sua mundividência, na sua concepção da realidade. Mas de onde vem essa concepção? Como foi elaborada? Os adversários do Espiritismo desconhecem tudo a respeito e fazem tremenda confusão. Os próprios espíritas, por sua vez, na sua esmagadora maioria estão na mesma situação. Por que? É fácil explicar. Os adversários partem do preconceito e agem por precipitação. Os espíritas em geral fazem o mesmo:

formularam uma idéia pessoal da Doutrina, um estereótipo 4 mental a que se

apegaram

. A maioria, dos dois lados, se esquece desta coisa importante: o

Espiritismo é uma doutrina que existe nos livros e precisa ser estudada. Trata- se, pois, não de fazer sessões, provocar fenômenos, procurar médiuns, mas

de

debruçar o pensamento sobre si mesmo,

examinar a concepção espírita do

examinar a concepção espírita do

.

mundo e reajustar a ela a conduta através da moral espírita
mundo e reajustar a ela a conduta através da moral espírita

mundo e reajustar a ela a conduta através da moral espírita

4 Algo que se adequa a um padrão fixo ou geral. Ou idéia ou convicção classificatória preconcebida sobre alguém ou algo, resultante de expectativa, hábitos de julgamento ou falsas generalizações.

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Assim, temos alguns dados: o Espiritismo é uma doutrina sobre o mundo, dá- nos a sua interpretação e nos mostra como nos devemos conduzir nele. Mas como nasceu essa doutrina, em que cabeça apareceu pela primeira vez? Dizem que foi na de Allan Kardec, mas não é verdade. O próprio Kardec nos diz o contrário. Os dados históricos nos revelam o seguinte: o Espiritismo se formou lentamente através da observação e da pesquisa científica dos fenômenos espíritas, hoje parapsicologicamente chamados de fenômenos paranormais. Os estudos científicos começaram seis anos antes de Kardec, nos Estados Unidos, com o famoso caso das irmãs Fox em Hydesville. Quando Kardec iniciou as suas pesquisas na França, em 1845, já havia uma grande bibliografia espírita, com a denominação de neo-espiritualista, nos Estados Unidos e na Europa. Mas foi Kardec quem aprofundou e ordenou essas pesquisas, levando-as às necessárias conseqüências filosóficas, morais e religiosas. O Livro dos Espíritos nos oferece a súmula do trabalho gigantesco de Kardec. Mas se quisermos conhecer esse trabalho em profundidade temos de ler toda a bibliografia kardeciana: os cinco volumes da codificação doutrinária, os volumes subsidiários e mais os doze volumes da Revista Espírita, que nos oferecem o registro minucioso das pesquisas realizadas na Sociedade Parisiense de Estudos Espíritas. E precisamos nos interessar também pelos trabalhos posteriores de Gabriel Delanne, Ernesto Bozzano, Camille Flammarion e Léon Denis (este último o continuador e consolidador do trabalho de Kardec).

 

Veremos, assim, que

Kardec partiu da pesquisa científica

,

originando-se

 

desta a

Ciência Espírita

; desenvolveu, a seguir,

 

a interpretação dos resultados

 

da

pesquisa,

que

resultou

na

Filosofia

Espírita

;

e,

finalmente,

tirou

as

conclusões morais da concepção filosófica

,

que

levaram naturalmente à

 

Religião Espírita

. É por isso que o Espiritismo se apresenta como

 

doutrina de

 

tríplice aspecto

. A

Ciência Espírita é o fundamento da Doutrina

.

Sobre ela se

 

ergue a Filosofia Espírita

.

E desta resulta naturalmente a Religião Espírita

.

Muitas pessoas se atrapalham com isso e perguntam: “Como uma doutrina

pode ser, ao mesmo tempo,

na verdade, o

conhecimento se desenvolveu nessa mesma seqüência e em todas as formas atuais de conhecimento repete-se o processo filogenético 6 . No Espiritismo, porém, esse processo aparece bem preciso, bem marcado por suas fases sucessivas, entrosadas numa seqüência lógica. Podem alguns críticos alegar que Kardec não partiu da pesquisa, mas da crença. Alguns chegam a afirmar que foi assim, que ele já acreditava nas comunicações espíritas antes de iniciar o

revela

?” Mas essa pergunta

Ciência, Filosofia e Religião

ignorância

do

processo

gnosiológico 5

.

a

Porque,

5 Filosofia. Teoria geral do conhecimento humano, voltada para uma reflexão em torno da origem, natureza e limites do ato cognitivo, freq. apontando suas distorções e condicionamentos subjetivos, em um ponto de vista tendente ao idealismo, ou sua precisão e veracidade objetivas, em uma perspectiva realista; gnoseologia, teoria do conhecimento. Obs.: cf. epistemologia

6 Evolução. História evolutiva de uma espécie ou qualquer outro grupo taxonômico (relativo a ciência ou técnica de classificação); diz-se da biologia ou qualquer uma de suas áreas relacionadas com a sistemática; filogênese, filogenesia. Obs.: cf. ontogenia

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seu trabalho de investigação. Mas essa afirmação é falsa, a suposição é gratuita. Basta uma consulta às anotações íntimas de Obras Póstumas e às biografias do mestre para se ver o contrário. Quando lhe falaram pela primeira vez em mesinhas falantes, Kardec respondeu como o fazem os céticos de hoje: “Isso é conversa para fazer dormir em pé”. Só deixou essa atitude cética depois de constatar a realidade dos fenômenos. Então pesquisou, aprofundou a questão e levou-a às últimas conseqüências, como era, aliás, de seu hábito, do seu feitio de investigador. Charles Richet lhe faz justiça (embora discordando dele) em seu Tratado de Metapsíquica. Encarando a obra de Kardec pelo seu aspecto científico, sem os preconceitos que têm impedido a sua justa avaliação, ela nos parece inatacável. Alega-se que o seu método de pesquisa não era científico, mas foi ele o primeiro a explicar que não se podiam usar na pesquisa psíquica os métodos das ciências físicas. O desenvolvimento da Psicologia provaria mais tarde que Kardec estava com a razão. Hoje, as pesquisas parapsicológicas o confirmam. No tocante ao aspecto filosófico, o desenvolvimento atual das investigações mostram a posição acertada do Espiritismo como doutrina assistemática, “livre dos prejuízos de espírito de sistema”,

como declara O Livro dos Espíritos,

utilizando a conjugação dos métodos

indutivo e dedutivo para o esclarecimento da realidade em seu duplo sentido:

o objetivo e o subjetivo

. A Filosofia Espírita se apresenta como antecipação das

conquistas atuais do campo filosófico e abertura de perspectivas para o futuro.

José Herculano Pires

Extraído

do

livro:

Curso

Dinâmico

de

Espiritismo.

O

Grande

Desconhecido.

 

Não obstante, o Espiritismo é uma doutrina moderna, perfeitamente estruturada por um grande pensador, escritor e pedagogo francês, homem de letras e ciências, famoso por sua cultura e seus trabalhos científicos e que assinou suas obras espíritas com o pseudônimo de Allan Kardec. Saber isso já é saber alguma coisa a respeito, mas está muito longe de ser tudo. Doutrina complexa, que abrange todo o campo do Conhecimento, apresenta-se enquadrada na seqüência epistemológica de:

a) Ciência – como pesquisa dos chamados fenômenos paranormais, dotada

de métodos próprios, específicos e adequados ao objeto que investiga, tendo dado origem a todas as ciências do paranormal, até à Parapsicologia atual e seu ramo

romeno, que se disfarça sob o nome pouco conhecido de Psicotrônica, para não assustar os materialistas.

b) Filosofia – como interpretação da natureza dos fenômenos e reformulação

da concepção do mundo e de toda a realidade segundo as novas descobertas científicas; aceita oficialmente no plano filosófico, consta do Dicionário Filosófico do Instituto de França; no Brasil, reconhecida pelo Instituto Brasileiro de Filosofia, constando do volume Panorama da Filosofia em São Paulo, edição conjunta do Instituto e da Universidade de São Paulo, coordenação do Prof. Luiz Washington Vitta.

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c) Religião – como conseqüência das conclusões filosóficas, baseadas nas provas da sobrevivência humana após a morte e nas ligações históricas e genésicas

do Cristianismo com o Espiritismo; considerado como a

, anunciada por Jesus, segundo os Evangelhos; religião espiritual, sem

aparatos formais, dogmas de fé ou instituição igrejeira, sem sacramentos.

Religião em Espírito e

Verdade

8) A Doutrina Espírita: E Conhecereis a Verdade e a Verdade Vos Libertará (João 8:32).

Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/Ficheir o:Conhecimento-Diagrama.png com alterações.

Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/Ficheiro:Conhecimento-Diagrama.png com alterações.

Vos Libertará (João 8:32). Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/Ficheir o:Conhecimento-Diagrama.png com alterações.
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9) A Doutrina Espírita: Objetivo e Metodologia do Grupo de Estudo da Doutrina Espírita

OBJETIVO:

Fundamentar o processo de ensino-aprendizagem, através de uma proposta construtivista; Construção do conhecimento baseado na integração e inter- relação de conteúdos, possibilitando e capacitando a passagem de uma concepção fragmentária para uma concepção unitária do conhecimento.

METODOLOGIA PARA O GRUPO DE ESTUDOS DA DOUTRINA ESPÍRITA:

a) Estudar O Livro dos Espíritos (Perguntas/Questões e Palavras Fundamentais);

b) Buscar dentro do conjunto da Ciência Espírita (conjunto das obras da codificação) a fundamentação, explicação e inter-relação dos conceitos, perguntas e palavras;

c) Estudar no mínimo 1h 10 min. os pontos de estudo. Deixar 20 min. finais para

outros assuntos pertinentes, se houver interesse.

d) Combinar/agendar horário antes ou depois do estudo para aqueles que desejem

rever pontos anteriores (devido a ausência do estudo, dúvidas ou outro motivo);

e) Ler previamente (em casa) o material para familiarizar-se com o conteúdo do ponto, trazendo as dúvidas para debate em grupo; f) Trazer as obras (livros) necessárias para o desenvolvimento do estudo.

TÁBUA DE CONTEÚDOS DOS PONTOS DE ESTUDO

O MATERIAL ESTÁ DIVIDIDO EM QUATRO PARTES. FUNDAMENTALMENTE DIRECIONA PARA O ESTUDO DE "O LIVRO DOS ESPÍRITOS", E AO MESMO TEMPO APROFUNDA O ESTUDO SISTEMATIZADO DA DOUTRINA ESPÍRITA.

PONTOS

 

DE

ESTUDO

Introdução: Introdução ao Estudo da Doutrina Espírita (Item I a XVII) e Prolegômenos.

1 ao 11

Livro Primeiro: as Causas Primárias (Cap. I - Deus; Cap. II - Elementos Gerais do Universo; Cap. III - Criação; e Cap. IV - Princípio Vital)

12

ao 20

Livro Segundo: Mundo Espírita ou dos Espíritos (Cap. I - Dos Espíritos; Cap. II - Encarnação dos Espíritos; Cap. III - Retorno da Vida Corpórea à Vida Espiritual; Cap. IV - Pluralidade das Existências; Cap. V - Considerações sobre a Pluralidade das Existências; Cap. VI - Vida Espírita, Retorno à Vida Corporal; Cap. VII - Emancipação da Alma; Cap. VIII - Intervenção dos Espíritos no Mundo Corpóreo; Cap. IX; Cap. X - Ocupações e Missões dos Espíritos; e Cap. XI - Os Três Reinos)

21

ao 67

Livro Terceiro: As Leis Morais (Cap. I - Lei Divina ou Natural; Cap. II - Lei de Adoração; Cap. III - Lei do Trabalho; Cap. IV - Lei de Conservação; Cap. V - Lei de Destruição; Cap. VI - Lei de Sociedade; Cap. VII - Lei de

68 ao 108

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Progresso; Cap. VIII - Lei de Igualdade; Cap. IX - Lei de Liberdade; Cap. X

 

-

Lei de Justiça; Cap. XI -

Amor e Caridade; e Cap. XII - Perfeição Moral)

Livro Quarto: Esperanças e Consolações (Cap. I - Penas e Gozos Terrenos; e Cap. II - Penas e Gozos Futuros)

109 ao 120

 

PONTO DE ESTUDO

Data

 

INTRODUÇÃO DO LIVRO DOS ESPÍRITOS E PROLEGÔMENOS

 

01

- A AUTORIDADE DA DOUTRINA ESPÍRITA

 

L.E. Introdução - I e VII

 

L.E. Prolegômenos

 

L.M. Dissertações Espíritas - 2ª parte, Cap. XXXI, item XXVIII - Nota

 

L.M. Vocabulário Espírita - Cap. XXXII

 

E.S.E. Autoridade da Doutrina Espírita. Universalidade dos Ensinos dos Espíritos - Introdução - II

 

02

- PERÍODOS DE DESENVOLVIMENTO DO ESPIRITISMO

 

L.E. Introdução III a V

 

L.E. Conclusão I e V

 

L.M. Vocabulário Espírita - Cap. XXXII

 

L.M. Dissertações Espíritas - Cap. XXXI, item XVIII

 

O.P. Os Desertores – 1ª parte

 

03

- PRINCÍPIOS FUNDAMENTAIS DA DOUTRINA ESPÍRITA

 

L.E. Introdução VI

 

O.P. Doutrina Espírita – 1ª parte

 

O.P. Princípios Fundamentais da Doutrina Espírita – 2ª parte

 

04

- SISTEMAS DE INTERPRETAÇÃO DOS FENÔMENOS ESPÍRITAS

 

L.E. Introdução - VII

 

L.E. Conclusão - IX

 

L.M. Dos Sistemas – 1ª parte, Cap. IV, 36 a 51

 

05

- CARACTERÍSTICAS DO ESTUDO DO ESPIRITISMO

 

L.E. Introdução VIII

 

L.M. Do Método – 1ª parte, cap. III, 18 a 35

 

L.M. Dissertações Espíritas - 2,1 parte, cap. XXXI, itens XVI, XX, XXI XXII, XXIV, XXVI e

 

XXVII

L.M. Das Reuniões em Geral - 21 parte, cap. XXIX, 324 a 333

 

L.M. Das Sociedades Propriamente Ditas – 2ª parte, cap. XXIX, 334 a 347

 

E.S.E. Reuniões Espíritas - Cap. XXVIII, 4 e 5

 

06

- OBJEÇÕES FEITAS AO ESPIRITISMO - REFUTAÇÕES

 

L.E. Introdução X, XI a XVII

 

L.E. Materialismo - Q. 147 e 148

 
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L.E. Conclusão II, III e VI

L.M. Das Mistificações – 2ª parte, cap. XXVII, 303

L.M. Médiuns Interesseiros – 2ª parte, cap. XXVIII, 304 a 313

L.M. Fraudes Espíritas – 2ª parte, cap. XXVIII, 314 a 323

L.M. Dissertações Espíritas – 2ª parte, Cap. XXXI, item XIX

E.S.E. Pelos Inimigos do Espiritismo - Cap. XXVIII, 50 e 51

O.P. Ligeira Resposta aos Detratores do Espiritismo – 1ª parte

07

- CONTRIBUIÇÃO DO ESPIRITISMO AO PROGRESSO DA HUMANIDADE

L.E. Influência do Espiritismo no Progresso - Q. 798 a 802

L.E. Conclusão IV

L.M. Dissertações Espíritas – 2ª parte, Cap. XXXI, itens 1 a V

E.S.E. Os Bons Espíritas - Cap. XVII, 4

E.S.E. Parábola do Semeador - Cap. XVII, 5 e 6

O.P. Sobre as artes em geral - A Regeneração delas por meio do Espiritismo – 1ª parte

O.P. Música Espírita – 1ª parte

O.P. As Aristocracias – 1ª parte

08

- OS TRÊS ASPECTOS DO ESPIRITISMO E SUAS CONSEQÜÊNCIAS

L.E. Conclusão VII

L.E. Prolegômenos

L.M. Introdução

E.S.E. Prefácio

E.S.E. Objetivo desta Obra - Introdução 1

G.

Introdução

09

- A MORAL EVANGÉLICA DO ESPIRITISMO

L.E. Conhecimento da Lei Natural - Q. 627 e 628

L.E. Conclusão VIII

L.M. Dissertações Espíritas - Cap. XXXI, item XVII

E.S.E. Objetivo desta Obra - Introdução 1

E.S.E. Não vim trazer a paz, porém a Divisão - Cap. XXIII, 9 a 18

E.S.E. Prefácio

G.

Caráter da Revelação Espírita - Cap. 1, 56

10

- A UNIDADE DA DOUTRINA ESPÍRITA, APESAR DAS DIVERGÊNCIAS

L.E. Introdução XIII

L.E. Conclusão IX

L.M. Das Contradições – 2ª parte, Cap. XXVII, 297 a 302

L.M. Rivalidades entre as Sociedades – 2ª parte, Cap. XXIX, 348 a 350

L.M. Dos Sistemas – 1ª parte, Cap. 1 V, 36

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11

- CARÁTER DA REVELAÇÃO ESPÍRITA

L.E. Conhecimento da Lei Natural - Q. 622 e 627

E.S.E. Consolador Prometido - Cap. VI, 3 e 4

E.S.E. Prefácio

E.S.E. Autoridade da Doutrina Espírita –

E.S.E. Controle Universal do Ensino dos Espíritos –

E.S.E. Introdução II

G.

Caráter da Revelação Espírita - Cap. 1, 1 a 62

 

Livro Primeiro: as Causas Primárias (Cap. I ao IV)

12

- DEUS

L.E. Deus e o Infinito - Q. 1 a 3

L.E. Provas da Existência de Deus - Q. 4 a 9

G.

Existência de Deus . - Cap. II, 1 a 7

G.

A Providência - Cap. II, 20 a 30

G.

A Visão de Deus - Cap. II, 31 a 37

O.P. Profissão de Fé Espírita Raciocinada - Deus – 1ª parte, I

O.P. Profissão de Fé Espírita Raciocinada - Criação – 1ª parte, III

13

- A NATUREZA DIVINA

L.E. Atributos da Divindade - Q. 10 a 13

L.E. Panteísmo - Q. 14 a 16

G.

Da Natureza Divina - Cap. II, 8 a 19

O.P. As Cinco Alternativas da Humanidade - Doutrina

O.P. Panteísta – 1ª parte

14

- ESPÍRITO E MATÉRIA

L.E. Conhecimento do Princípio das Coisas - Q. 17 a 20

L.E. Espírito e Matéria - Q. 21 a 28

L.E. Propriedades da Matéria - Q. 29 a 34

L.E. Espaço Universal - Q. 35 e 36

L.M. Ação dos Espíritos sobre a Matéria – 2ª parte, Cap. I, 52 a 59

G.

Antigos e Modernos Sistemas do Mundo - Cap. V, 1 a 14

G.

O Espaço e o Tempo - Cap. VI, 1 e 2

G.

A Matéria - Cap. VI, 3 a 7

G.

As Leis e a Força - Cap. VI, 8 a 11

G.

Natureza e Propriedade dos Fluidos - Cap. XIV, 1 a 6

G.

Ação dos Espíritos sobre os Fluidos. Criações Fluídicas

G.

Fotografia do Pensamento Cap. XIV, 13 a 15

G.

Qualidade dos Fluidos - Cap. XIV, 16 a 21

G.

Curas - Cap. XIV, 31 a 34

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15

- O LABORATÓRIO DO MUNDO INVISÍVEL

L.E. Espírito e Matéria - Q. 27

L.M. Do Laboratório do Mundo Invisível - Cap. VIII, 126 a 131

G.

Ação dos Espíritos sobre os Fluidos. Criações Fluídicas.

G.

Fotografia do Pensamento - Cap. XIV, 13 a 15

O.P. Introdução ao Estudo da Fotografia e da Telegrafia do Pensamento - 1ª parte

O.P. Fotografia e Telegrafia do Pensamento - 1ª parte

16

- A FORMAÇÃO DOS MUNDOS

L.E. Formação dos Mundos - Q. 37 a 42

L.E. Considerações e Concordâncias Bíblicas Concernentes à Criação - Q. 59

G.

A Criação Primária. A Criação Universal. Os Sóis e os Planetas. Os Satélites. Os

Cometas.

G.

A Via-Láctea. As Estrelas Fixas. Os Desertos do Espaço - Cap. VI, 12 a 47

G.

A Vida Universal - Cap. VI, 53 a 57

G.

Períodos Geológicos. Estado Primitivo do Globo.

G.

Período Primário

G.

Período de Transição. Período Secundário. Período Terciário. Período Diluviano -

Cap. VII, 1 a 47

G.

Teorias sobre a Formação da Terra - Cap. VIII, 1 a 7

17

- O POVOAMENTO DA TERRA

L.E. Formação dos Seres Vivos - Q. 43 a 49

Povoamento da Terra. Adão, - Q. 50 e 51

Diversidade das Raças Humanas - Q. 52 a 54

Considerações e Concordâncias Bíblicas; Concernentes à Criação - Q. 59

Formação Primária dos Seres Vivos - Cap. X, 1 a 15 Geração Espontânea - Cap. X, 20 a 23 Período Pós-diluviano ou Atual. Nascimento do Homem - Cap. VII, 48 e 49

Revoluções Gerais ou Parciais. Idade das Montanhas. Dilúvio Bíblico. Revoluções Periódicas. Cataclismos Futuros. Crescimento ou diminuição do volume de Terra - Cap. IX, 1 a 15

Hipótese sobre a Origem do Corpo Humano - Cap. XI, 15 e 16

Raça Adâmica - Cap. XI, 38 a 42

Os Seis Dias - Cap. XII, 1 a 12

O.P. Profissão de Fé Espírita Raciocinada. Criação – 1ª parte

18

- A DIVERSIDADE DAS RAÇAS HUMANAS

L.E. Povoamento da Terra. Adão - Q. 50 e 51

Diversidade das Raças Humanas - Q. 52 a 54

Considerações e Concordâncias Bíblicas concernentes

à Criação - Q. 59

Sucessão e Aperfeiçoamento das Raças - Q. 688 a 692

G.

Período Pós-diluviano ou Atual - Nascimento do Homem - Cap. VII, 48 e 49

Hipótese sobre a Origem do Corpo Humano - Cap. XI, 15 e 16

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Raça Adâmica - Cap. XI, 38 a 42

Os Seis Dias - Cap. XII, 1 a 12

O.P. Teoria da Beleza – 1ª parte

19

- HÁ MUITAS MORADAS NA CASA DE MEU PAI

L.E. Pluralidade dos Mundos - Q. 55 a 58

E.S.E. Há muitas Moradas na Casa de Meu Pai - Cap. III, 1

Diferentes Estados da Alma na Erraticidade - Cap. III, 2

Diferentes Categorias dos Mundos Habitados - Cap. III, 3 a 5

Destinação da Terra. Causas das Misérias Humanas - Cap. III, 6 e 7

Mundos Inferiores e Mundos Superiores - Cap. III, 8 a 12

Mundos de Expiações e de Provas - Cap. III, 13 a 15

Mundos Regeneradores - Cap. III, 16 a 18

Progressão dos Mundos - Cap. III, 19

G.

Diversidade dos Mundos - Cap. VI, 58 a 61

Eterna Sucessão dos Mundos - Cap. VI, 48 a 52

20

- O PRINCÍPIO VITAL

L.E. Seres Orgânicos e Inorgânicos - Q. 60 a 67

A

Vida e a Morte - Q. 68 a 70

Inteligência e Instinto - Q. 71 a 75

G.

Princípio Vital - Cap. X, 16 a 19

Escala dos Seres Orgânicos.

O

Homem Corpóreo - Cap. X, 24 a 30

O

Instinto e a Inteligência - Cap. III, 11 a 19

Princípio Espiritual - Cap. XI, 5

 

Livro Segundo: Mundo Espírita ou dos Espíritos (Cap. I ao XI)

21

- ORIGEM E NATUREZA DOS ESPÍRITOS

L.E. Origem e Natureza dos Espíritos - Q. 76 a 83

Mundo Normal Primitivo - Q. 84 a 87

Forma e Ubiqüidade dos Espíritos - Q. 88 a 92

Sexo nos Espíritos - Q. 200 a 202

L.M. Há Espíritos? – 1ª parte, Cap. 1, 1 a 6

Vocabulário Espírita - Cap. XXXII

G.

Princípio Espiritual. União do Princípio Espiritual à Matéria - Cap. X1, 1 a 14

O.P. Controvérsias sobre a Idéia da Existência de Seres Intermediários entre o Homem e Deus – 1ª parte

22

- O PERISPÍRITO

L.E. Perispírito - Q. 93 a 95

L.M. Da Ação dos Espíritos sobre a Matéria – 2ª parte, Cap.1, 52 a 59

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Vocabulário Espírita - Cap. XXXII

G.

Formação e Propriedade do Perispírito - Cap. XIV, 7 a 12

Superioridade da Natureza de Jesus - Cap. XV, 1 e 2

O.P. o Perispírito como Princípio das Manifestações – 1ª parte

23

- A PROGRESSÃO DOS ESPÍRITOS

L.E. Diferentes Ordens de Espíritos - Q. 96 a 99

Escala Espírita - Q. 100 a 113

Progressão dos Espíritos - Q. 114 a 127

Anjos e Demônios - Q. 128 a 131

L.M. Da Natureza das Comunicações - 2ª parte, Cap. X, 133 a 138

Provas Possíveis de Identidade – 2ª parte, Cap. XXIV, 255 a 261

Modos de se distinguirem os bons dos maus espíritos – 2ª parte, Cap. XXIV, 262 a 267

Questões sobre a Natureza e a Identidade dos Espíritos – 2ª parte, Cap. XXIV, 268

Dissertações Espíritas – 2ª parte, Cap. XXXI, item XXV

E.S.E. Deixai que Venham a Mim as Criancinhas - Cap. VIII, 18 e 19

C.

I. Os Anjos – 1ª parte, Cap. VI 11, 1 a 15

Os Demônios – 1ª parte, Cap. lX, 1 a 23

24

- A ALMA

L.E. Introdução II

Objetivo da Encarnação - Q. 132 e 133

A

Alma - Q. 134 a 146

Materialismo - Q. 147 e 148

E.S.E. Limites da Encarnação - Cap. IV, 24

Necessidade da encarnação - Cap. IV, 25 e 26

C.I Encarnação dos Espíritos - Cap. XI, 17 a 32

O.

P. Profissão de Fé Espírita Raciocinada. A Alma –1ª parte

25

- A MORTE

L.E. A Alma após a. Morte - Q. 149 e 153

Separação da Alma e do Corpo - Q. 154 a 162

Perturbação Espiritual - Q. 163 a 165

Intuição das Penas e Gozos Futuros - Q. 961

L.M. Questões sobre a sorte dos Espíritos – 2ª parte, Cap. XXVI, 292

E.S.E. Prevendo Próxima a Morte. Por um Agonizante. Por Alguém que acaba de Morrer. Pelas Pessoas a quem tivemos Afeição - Cap. XXVIII, 40, 57, 59 e 62.

Perda de Pessoas Amadas. Morte Prematura. Cap. V, 21

C.I. Causas do Temor da Morte – 1ª parte, Cap. II, 1 a 9

Por que os Espíritas não temem a morte – 1ª parte, Cap. II, 10

O

Passamento – 2ª parte, Cap. I, 1 a 15

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26

- ENCARNAÇÃO NOS DIFERENTES MUNDOS

L.E. Encarnação nos Diferentes Mundos - Q. 172 a 188

Transmigrações Progressivas - Q. 189 a 196

E.S.E. Diferentes Categorias de Mundos Habitados - Cap.III, 3 a 5

G.

Reencarnações - Cap. XI, 33 e 34

Emigrações e Imigrações dos Espíritos - Cap. XI, 35 a 37

27

- A REENCARNAÇÃO

L.E. A Reencarnação - Q. 166 a 170

Justiça da Reencarnação - Q. 171

Sorte das Crianças depois da Morte - Q. 197 a 199

Ressurreição da Carne - Q. 1010

L.M. Vocabulário Espírita - Cap. XXXII

E.S.E. Motivos de Resignação - Cap. V, 12 e 13

Ato de Submissão e Resignação - Cap. XXVIII, 30

A

Reencarnação Fortalece os Laços de Família, ao passo

que A Unicidade da Existência os Rompe - Cap. IV, 18 a 23

G.

Reencarnações - Cap. XI, 33 e 34

O.P. A Morte Espiritual – 1ª parte

28

- REENCARNAÇÃO E PARENTESCO

L.E. Sexo nos Espíritos - Q. 200 a 202

Parentesco, Filiação - Q. 203 a.206

Parecenças Físicas e Morais - Q. 207 a 217

Idéias Inatas - Q. 218 a 221

E.S.E. A Reencarnação fortalece os Laços de Família, ao passo que a Unicidade da Existência os rompe - Cap. IV, 18 a 23

Quem é Minha Mãe e quem são Meus Irmãos - Cap. XIV, 5 e 7

A

Parentela Corporal e a Parentela Espiritual - Cap. XIV, 8

G.

Reencarnações - Cap. XI, 33 e 34

29

- PLURALIDADE DAS EXISTÊNCIAS

L.E. Considerações sobre a Pluralidade das Existências - Q. 222

A

Reencarnação - Q. 166 a 170

Justiça da Reencarnação - 171

E.S.E. Motivos de Resignação - Cap. V, 12 e 13

Ressurreição e Reencarnação - Cap. IV, 4 a 17

O.P. O Caminho da Vida – 1ª parte

30

- O ESPÍRITO NA ERRATICIDADE

L.E. Espíritos Errantes - Q. 223 a 233

Mundos Transitórios - Q. 234 a 236

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L.M. Vocabulário Espírita - Cap. XXXII

E.S.E. Diferentes Estados da Alma na Erraticidade - Cap. III, 2

31

- PERCEPÇÕES, SENSAÇÕES E SOFRIMENTOS DOS ESPÍRITOS

L.E. Percepções, Sensações e Sofrimentos dos Espíritos - Q. 237 a 256

Ensaio Teórico da Sensação nos Espíritos - Q.257

O.R A Música Celeste – 1ª parte

Música Espírita – 1ª parte

32

- ESCOLHA DAS PROVAS PELO ESPÍRITO

L.E. Espíritos Errantes - Q. 223 a 233

Escolha das Provas - Q. 258 a 273

Fatalidade - Q. 851 a 867

E.S.E. Bem e Mal Sofrer - Cap. V, 18

33

- AS RELAÇÕES NO MUNDO DOS ESPÍRITOS

L.E. Escala Espírita - Q. 100 a 113

As Relações no Além-Túmulo - Q. 274 a 290

Relações de Simpatia e Antipatia entre os Espíritos -

Metades Eternas - Q. 291 a 303

34

- RECORDAÇÃO DA EXISTÊNCIA CORPÓREA PELO ESPÍRITO

L.E. Perturbação Espiritual - Q. 163 a 165

Espíritos Errantes - Q. 223 a 233

Recordação da Existência - Q. 304 a 319

35

- A COMEMORAÇÃO DOS MORTOS

L.E. Comemoração dos Mortos. Funerais - Q. 320 a 329

E.S.E. Deixai aos Mortos o Cuidado de Enterrar seus Mortos- Cap. XXIII, 7 e 8

36

- PRENÚNCIO DA REENCARNAÇÃO

L.E. A Reencarnação - Q. 166 a 170

Justiça da Reencarnação - Q. 171

Prelúdio da Volta - Q. 330 a 343

37 - UNIÃO DA ALMA E DO CORPO

L.E. União da Alma e do Corpo - Q. 344 a 360

E.S.E. Por uma Criança que Acaba de Nascer - Cap. XXVIII, 53

38

- FACULDADES MORAIS E INTELECTUAIS DO HOMEM

L.E. Idéias Inatas - Q. 218 a 221

Faculdades Morais e Intelectuais do Homem - Q. 361 a 366

Influência do Organismo - Q. 367 a 370

Grupo de Estudo da Doutrina Espírita “ Espíritas: amai-vos, eis o primeiro ensinamento; instrui-vos, eis
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Necessidade da Vida Social - Q. 768

E.S.E. Missão do Homem Inteligente na Terra - Cap. VII, 13

Cuidar do Corpo e do Espírito - Cap. XVI 1, 11

39

- SITUAÇÃO DO ESPÍRITO NO IDIOTISMO E NA LOUCURA

L.E. Influência do Organismo - Q. 367 a 370

Idiotismo, Loucura - Q. 371 a 378

E.S.E. Cuidar do Corpo e do Espírito - Cap. XVII, 11

Pelos Doentes - Cap. XXVIII, 77

O Suicídio e a Loucura - Cap. V, 14 a 17

40

- UTILIDADE DA INFÂNCIA TERRENA

L.E. A Infância - Q. 379 a 385

E.S.E. Deixai que venham a Mim as Criancinhas - Cap. VIII, 18 e 19

Simplicidade e Pureza de Coração - Cap. VIII, 1 a 4

41

- O ESQUECIMENTO DO PASSADO

L.E. Simpatia e Antipatia Terrenas; - Q. 386 a 391

Esquecimento do Passado - Q. 392 a 399

L.M. Perguntas sobre Existências Passadas e Futuras – 2ª

parte, Cap. XXVI, 290

E.S.E. Esquecimento do Passado - Cap. V, 11

42

- O SONO E OS SONHOS

L.E. O Sono e os Sonhos - Q. 400 a 412

E.S.E. À Hora de Dormir - Cap. XXVIII, 38

G.

Vista Espiritual ou Psíquica. Sonhos - Cap. XIV, 28

Sonhos - Cap. XV, 3

O.P. Emancipação da Alma – 1ª parte

43

- LETARGIA, CATALEPSIA, MORTES APARENTES

L.E. O Sono e os Sonhos - Q. 407 a 409

Letargia, Catalepsia, Mortes Aparentes - Q. 422 a 424

G.

Catalepsia. Ressurreições - Cap. XIV, 29 e 30

Ressurreições: A Filha de Jairo, Filho da Viúva de Naim - Cap. XV, 37 a 40

O.P. Emancipação da Alma – 1ª Parte, 25 e 27

44

- TRANSMISSÃO OCULTA DO PENSAMENTO

L.E. Visita Espírita entre Pessoas Vivas - Q. 413 a 418

Transmissão Oculta do Pensamento - Q. 419 a 421

L.M. Evocação de Pessoas Vivas – 2ª parte, Cap. XXV, 284

Telegrafia Humana – 2ª parte, Cap. XXV, 285

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Aparições dos Espíritos de Pessoas Vivas. Homens Duplos – 2ª parte, Cap. VII, 114 a

121

O.P. Aparição de Pessoas Vivas. Bicorporeidade – 1ª parte

Dos homens duplos e das aparições de Pessoas Vivas - 1ª parte

Fotografia e Telegrafia do Pensamento – 1ª parte

45

- SONAMBULISMO E ÊXTASE

L.E. O Sono e os Sonhos - Q. 400 a 412

Sonambulismo - Q. 425 a 438

Êxtase - Q. 439 a 446

Resumo Teórico do Sonambulismo, do Êxtase e da Dupla Vista - Q. 45--)

G.

Vista Espiritual ou Psíquica. Dupla Vista. Sonambulismo. Sonhos - Cap. XIV, 22 a 27

O.P. Causa e Natureza da Clarividência Sonambúlica. Explicação do Fenômeno da Lucidez – 1ª parte Emancipação da Alma – 1ª parte, 25 e 26, 28 a 30

46

- A VISTA ESPIRITUAL

L.E. O Sono e os Sonhos - Q. 400 a 412

Sonambulismo - Q. 425 a 438

Dupla Vista - Q. 447 a 454

Resumo Teórico do Sonambulismo, do Êxtase e da

Dupla Vista - Q. 455

G.

Vista Espiritual ou Psíquica. Dupla Vista - Cap. XIV, 22 a 27

Dupla Vista: Entrada de Jesus em Jerusalém. Beijo de

Judas. Pesca Maravilhosa. Vocação de Pedro, André,

Tiago, João e Mateus - Cap. XV, 5 a 9

Tempestade Aplacada - Cap. XV, 45 e 46

O.P. A Segunda Vista. Conhecimento do Futuro. Previsões - 1ª parte

47

- A OBSESSÃO

L.E. Influência Oculta dos Espíritos em Nossos Pensamentos e Atos Q. 459 a 472

Possessos - Q. 473 a 480

Convulsionários - Q. 481 a 483

L.M. Obsessão Simples. Fascinação. Subjugação. Causas de

Obsessão. Meios de a Combater - Cap. XXIII, 237 a 254

E.S.E. Reconciliação com os Adversários - Cap. X, 5 e 6

Os Inimigos Desencarnados - Cap. XII, 5 e 6

Para Afastar os Maus Espíritos - Cap. XXVIII, 15 e 16

Para Pedir a Força de Resistir a uma Tentação - Cap. XXVIII, 20

Pelos Obsidiados - Cap. XXVIII, 81

G.

Obsessões e Possessões - Cap. XIV, 45 a 49

Possessos - Cap. XV, 29 a 36

O.P. Da Obsessão e da Possessão - I!- parte

Questões e Problemas. As Expiações Coletivas – 1ª parte

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48

- OS ESPÍRITOS PROTETORES

L.E. Afeição que os Espíritos Votam a Certas Pessoas - Q. 484 a 488

Anjos de Guarda. Espíritos Protetores, Familiares ou Simpáticos - Q. 489 a 521

Pressentimentos - Q. 522 a 524

E.S.E. Aos Anjos Guardiões e aos Espíritos Protetores - Cap. XXVIII, 11

Para pedir um Conselho - Cap. XXVIII, 24

Ação de Graças pela Vitória Alcançada sobre uma

Tentação - Cap. XXVIII, 22

49

- INFLUÊNCIA DOS ESPÍRITOS EM NOSSOS PENSAMENTOS E ATOS

L.E. Faculdade que tem os Espíritos de Penetrar os nossos

Pensamentos Q. 456 a 458

Influência dos Espíritos em nossos Pensamentos e Atos - Q 459 a 472

E.S.E. Pecado por Pensamentos. Adultério - Cap. VIII, 5 a 7

Reconciliação com os Adversários - Cap. X, 5 e 6

Os Inimigos Desencarnados - Cap. XII, 5 e 6

Para pedir a força de resistir a uma tentação ~ Cap. XXVIII, 20

Para Afastar os Maus Espíritos - Cap. XXVIII, 15 e 16

G.

Tentação de Jesus - Cap. XV, 52 e 53

50

- INFLUÊNCIA DOS ESPÍRITOS NOS ACONTECIMENTOS DA VIDA

L.E. Influência Oculta dos Espíritos em nossos Pensamentos e Atos Q 459 a 472

Pressentimentos - Q. 522 a 524 influência dos Espíritos nos Acontecimentos da Vida - Q. 525 a 535

E.S.E. Ação de Graças por um Favor Obtido - Cap. XXVIII, 28

51

- AÇÃO DOS ESPÍRITOS NOS FENÔMENOS DA NATUREZA

L.E, Ação dos Espíritos nos Fenômenos da Natureza - Q. 536 a 540

G.

Tempestade Aplacada - Cap. XV, 45 e 46

52

- OS ESPÍRITOS DURANTE OS COMBATES

L.E. Influência Oculta dos Espíritos em nossos Pensamentos e Atos - Q. 459 a 472

Guerras - Q. 742 a 745

Os Espíritos Durante os Combates - Q. 541 a 548

Ensaio Teórico da Sensação nos Espíritos - Q. 257

Sacrifícios - 671

E.S.E. Sacrifício da Própria Vida - Cap. V, 29

53

- CONSIDERAÇÕES SOBRE A MEDIUNIDADE

L.E. Influência Oculta dos Espíritos em nossos Pensamentos e Atos - Q. 459 a 472

Introdução IV

Grupo de Estudo da Doutrina Espírita “ Espíritas: amai-vos, eis o primeiro ensinamento; instrui-vos, eis
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L.M. Sobre os Médiuns - 2ª parte, Cap. XXXI, itens X a XV e XXI

Vocabulário Espírita - Cap. XXXII

E.S.E. Não são os que Gozam de Saúde que Precisam de Médico - Cap. XXIV, 11 e 12

Mediunidade Gratuita - Cap. XXVI, 7 a 10

Para os Médiuns - Cap. XXVIII, 8 e 9

C.I. Da Proibição de Evocar os Mortos - Cap. XI, 8 a 15

G. Manifestações Físicas - Mediunidade - Cap. XIV, 40 a 44

Superioridade da Natureza de Jesus - Cap. XV, 1 e 2

54

- VARIEDADE E TIPOS DE MÉDIUNS

L.E. Influência Oculta dos Espíritos em Nossos Pensamentos e Atos - Q. 459 a 472

Introdução IV

L.M. Dos Médiuns - Cap. XIV, 159 a 177

Dos Médiuns Escreventes ou Psicógrafos - Cap. XV, 178 a 184

Dos Médiuns Especiais - Cap. XVI, 185 a 199

Sobre os Médiuns - Cap. XXXI, itens XI e XII

Vocabulário Espírita - Cap. XXXII

E.S.E. Não são os que Gozam da Saúde que Precisam de Médico - Cap. XXIV, 11 e 12

Para os Médiuns - Cap. XXVIII, 8 e 9

O.P. Caráter e Conseqüências Religiosas das Manifestações dos Espíritos.

Dos Médiuns – 1ª parte, § 611 itens 33 a 55

55

- O DESENVOLVIMENTO DA MEDIUNIDADE

L.E. Influência Oculta dos Espíritos em nossos Pensamentos e Atos - Q. 459 a 472

Introdução IV, XII e XV

L.M. Desenvolvimento da Mediunidade, Cap. XVII, 200 a 218

Mudança de Caligrafia - Cap. XVII, 219

Perda e Suspensão da Mediunidade - Cap. XVII, 220

Dos Inconvenientes e Perigos da Mediunidade - Cap. XVIII, 221 e 222

Sobre os Médiuns - Cap. XXXI, itens X, XII, XIII, XIV, XV

Vocabulário Espírita - Cap. XXXII

E.S.E. Não são os que Gozam de Saúde que Precisam de Médico - Cap. XXIV, 11 e 12

Mediunidade Gratuita - Cap. XXVI, 7 a 10

Para os Médiuns - Cap. XXVIII, 8 e 9

56

- O PAPEL DO MÉDIUM NAS COMUNICAÇÕES ESPÍRITAS

L.E. Influência Oculta dos Espíritos em nossos pensamentos e Atos - Q. 459 a 472

Introdução IV

L.M. Do papel dos Médiuns nas Comunicações Espíritas Cap. XIX, 223 a 225

Da Influência Moral do Médium - Cap. XX, 226 a 230

Da Influência do Meio - Cap. XXI, 231 a 233

Sobre as Sociedades Espíritas - Cap. XXXI, itens XXII, XXIII, XIV e XXV

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Médiuns Interesseiros - 2ª parte, Cap. XXVIII, 304 a 313

Fraudes Espíritas - 2~ parte, Cap. XXVIII, 314 a 323

E.S.E. Não são os que gozam de saúde que precisam de médico - Cap. XXIV, 11 e 12

Para os Médiuns - Cap. XXVIII, 8 e 9

G.

Manifestações Físicas. Mediunidade - Cap. XIV, 40 a 44

57

- AS BÊNÇÃOS E AS MALDIÇÕES

L.E. Influência Oculta dos Espíritos em nossos Pensamentos e Atos Q. 459 a 472

Pactos - Q. 549 e 550

Poder Oculto. Talismãs. Feiticeiros - Q. 551 a 556

Bênçãos e Maldições - Q. 557

L.M. Dos Médiuns - Cap. XIV, 1591

Do Maravilhoso e do Sobrenatural – 1ª parte - Cap. II, 7 a 17

Médiuns Curadores - Cap. XIV, 175 e 176

E.S.E. Dai Gratuitamente o que Gratuitamente Recebeste: Dom de Curar - Cap. XXVI, 1 e 2

Preces Pagas - Cap. XXVI, 3 e 4

Mercadores Expulsos do Templo - Cap. XXVI, 5 e 6

G.

Curas - Cap. XIV, 31 a 34

O.P. A Segunda Vista. Conhecimento do Futuro. Previsões - 1ª parte

58

- O DOM DE CURAR

L.E. Poder Oculto. Talismã. Feiticeiros - Q. 555 e 556

L.M. Médiuns Curadores - Cap. XIV, 175 e 176

Do Maravilhoso e do Sobrenatural - 1? parte, Cap. II, 7 a 17

Dom de Curar - Cap. XXVI, 1 e 2

Mediunidade Gratuita - Cap. XXVI, 7 a 10

Curas - Cap. XIV, 31 a 34

Curas - Cap. XV, 10 a 28

59

- O MARAVILHOSO E O SOBRENATURAL

L.E. Influência Oculta dos Espíritos em nossos Pensamentos e Atos - Q. 459

Conclusão II

L.M. Do Maravilhoso e do Sobrenatural – 1ª parte, Cap. 11, 7 a 17

C.I. Intervenção dos Demônios nas Modernas Manifestações – 1ª parte, Cap. X, 1 a 19

G.

Os Milagres no Sentido Teológico - Cap. XIII, 1 a 3

O

Espiritismo não faz milagres - Cap. XIII, 4 a 14

Faz Deus Milagres? - Cap. XIII, 15 a 17

O

Sobrenatural e as Religiões - Cap. XIII, 18 e 19

Prodígios por ocasião da Morte de Jesus - Cap. XV, 54 e 55

Bodas de Caná - A Multiplicação dos Pães –

O

Fermento dos Fariseus - O Pão do Céu - Cap. XV, 47 a 51

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O.P. Caráter e Conseqüências Religiosas das Manifestações dos Espíritos – 1ª parte

Os Milagres provam a Divindade do Cristo? – 1ª parte

60

- AS MANIFESTAÇÕES ESPÍRITAS

L.E. Influência Oculta dos Espíritos em nossos Pensamentos e Atos - Q. 459

Introdução III a V e IX

L.M. Da Ação dos Espíritos sobre a Matéria – 2ª parte, Cap.I, 52 a 59

Das Manifestações Físicas. Das Mesas Girantes – 2ª parte, Cap. 11, 60 a 64

Das Manifestações Inteligentes – 2ª0 parte, Cap. III, 65 a 71

Da Teoria das Manifestações Físicas – 2ª parte, Cap. IV, 72 a 81

Das Manifestações Físicas Espontâneas – 2ª parte, Cap. V, 82 a 95

Fenômeno de Transporte – 2ª parte, Cap. V, 96 a 99

Dissertações Espíritas - Cap. XXXI, item XVII

Vocabulário Espírita - Cap. XXXII

Manifestações Físicas - Mediunidade - Cap. XIV, 40 a 44

61

- CONSIDERAÇÕES SOBRE AS MANIFESTAÇÕES INTELIGENTES

L.E. Influência Oculta dos Espíritos em nossos Pensamentos e Atos - Q. 459

Introdução III a V

L.M. Das Manifestações Inteligentes – 2ª parte, Cap. III, 65 a 71

Da Sematologia e da Tiptologia – 2ª parte, Cap. XI, 139 a 145

Da Pneumatografia ou Escrita Direta. Da Pneumatofonia – 2ª parte, Cap. XII, 146 a 151

Da Psicografia – 2ª parte, Cap. XIII, 152 a 158

Vocabulário Espírita - Cap. XXXII

Manifestações Físicas. Mediunidade - Cap. XIV, 40 a 44

62

- AS MANIFESTAÇÕES VISUAIS

L.E. Influência Oculta dos Espíritos em nossos Pensamentos e Atos - Q 459

L.M. Das Manifestações Visuais – 2ª parte, Cap. VI, 100

Ensaio Teórico sobre as Aparições – 2ª parte, Cap. VI, 101 a 110

Teoria da Alucinação – 2ª. parte, Cap. VI, III a 113

Da Bicorporeidade e da Transfiguração – 2ª parte, Cap. VII, 114 a 125

Vocabulário Espírita - Cap. XXXII

G. Aparições e Transfigurações - Cap. XIV, 35 a 39

Estrelas dos Magos - Cap. XV, 4

Jesus Caminha sobre a Água - Cap. XV, 41 e 42

Transfiguração - Cap. XV, 43 e 44

Aparição de Jesus, após sua Morte - Cap. XV, 56 a 63

O.P. Manifestações Visuais - 1ª parte, 11, 16 a 21

Transfiguração, Invisibilidade - 1ª parte, III, 22 e 23

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Aparição de Pessoas Vivas - Bicorporeidade - 1ª parte, V

Dos Homens Duplos e das Aparições de Pessoas Vivas –1ª parte

63

- OS LUGARES ASSOMBRADOS

L.E. Influência Oculta dos Espíritos em nossos Pensamentos e Atos - Q. 459

Poder Oculto. Talismãs. Feiticeiros - Q. 555 (nota)

Bênçãos e Maldições - Q. 557

L.M. Das Manifestações Físicas Espontâneas – 2ª parte, Cap. V, 82 a 95

Fenômeno de Transporte – 2ª parte, Cap. V, 96 a 99

Dos Lugares Assombrados – 2ª parte, Cap. lX, 132

Vocabulário Espírita - Cap. XXXII

64

- AS OCUPAÇÕES E MISSÕES DOS ESPÍRITOS

L.E. Das Ocupações e Missões dos Espíritos - Q. 558 a 584

L.M. Perguntas sobre as Invenções e Descobertas – 2ª parte, Cap. XXVI, 294

Dissertações Espíritas - 2ª parte, Cap. XXXI, itens VI a VIII

65

- OS TRABALHADORES DA ÚLTIMA HORA

L.E. Das Ocupações e Missões dos Espíritos - Q. 558 a 584

L.M. Dissertações Espíritas - 2ª parte, Cap. XXXI, itens VI a VIII

E.S.E. Os Trabalhadores da última Hora - Cap. XX, I

Os últimos serão os Primeiros - Cap. XX, 2 e 3

Missão dos Espíritas - Cap. XX, 4

Os Obreiros do Senhor - Cap. XX, 5

Não Vades Ter com os Gentios - Cap. XXIV, 8 a 10

66

- CONHECE-SE A ÁRVORE PELO FRUTO

L.E. Das Ocupações e Missões dos Espíritos - Q. 558 a 584

Conhecimento da Lei Natural - Q. 622 e 624

L.M. Dissertações Espíritas - Cap. XXXI, itens XI e XXVIII

E.S.E. Conhece-se a Árvore pelo Fruto - Cap. XXI, 1 a 3

Missão dos Profetas - Cap. XXII, 4

Prodígio dos Falsos Profetas - Cap. XXI, 5

Não Creais em todos os Espíritos - Cap. XXI, 6 e 7

Os Falsos Profetas - Cap. XXI, 8

Caracteres do Verdadeiro Profeta - Cap. XXI, 9

Os Falsos Profetas da Erraticidade - Cap. XXI, 10

Jeremias e os Falsos Profetas - Cap. XXI, 11

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G.

Ninguém é Profeta em sua Terra - Cap. XVII, 1 e 2

Vossos Filhos e Vossas Filhas Profetizarão - Cap. XV 11, 59 a 61

67

- OS TRÊS REINOS DA NATUREZA

L.E. Os Minerais e as Plantas - Q. 585 a 591

Os Animais e o Homem - Q. 592 a 610

Metempsicose - Q. 611 a 613

Seres Orgânicos e Inorgânicos - Q. 60 a 67

A

Vida e a Morte - Q. 68 a 70

Inteligência e Instinto - Q. 71 a 75

L.M. Da Mediunidade nos Animais - 2ª parte, Cap. XXII, 234 a 236

Evocação dos Animais - 2ª parte, Cap. XXV, 283

G.

Escala dos Seres Orgânicos - Cap. X, 24 e 25

O

Homem Corpóreo - Cap. X, 26 a 30

 

Livro Terceiro: As Leis Morais (Cap. I ao XII)

68

- O CONHECIMENTO DA LEI DIVINA

L.E. Caracteres da Lei Natural - Q. 614 a 618

Conhecimento da Lei Natural - Q. 619 a 628

O

Bem e o Mal - Q. 629 a 646

Divisão da Lei Natural - Q. 647 e 648

E.S.E. As Três Revelações: Moisés, Cristo e Espiritismo - Cap. I, 1 a 7

A

Nova Era - Cap. 1, 9 a 11

G.

Parábola dos Vinhateiros Homicidas - Cap. XVII, 29 e 30

69

- O BEM E O MAL

L.E. O Bem e o Mal - Q. 629 a 646

Divisão da Lei Natural - Q. 647

E.S.E. O Mal e o Remédio - Cap. V, 19

Se Fosse um Homem de Bem, Teria Morrido - Cap. V, 22

Origem do Bem e do Mal - Cap. III, 1 a 10

70

- PRECURSORES DA IDÉIA CRISTÃ E DO ESPIRITISMO

L.E. Conhecimento da Lei Natural - Q. 619 a 628

E.S.E. Sócrates e Platão, Precursores da Idéia Cristã e do

Espiritismo - Introdução IV

As Três Revelações: Moisés, Cristo e Espiritismo - Cap.I, 1 a 7

A

Nova Era - Cap. 1, 9 a 11

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o segundo
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71

- ALIANÇA DA CIÊNCIA E DA RELIGIÃO

L.E. Conhecimento da Lei Natural - Q. 619, 622, 623, 626 e 628

E.S.E. Aliança da Ciência e da Religião - Cap. 1, 8

Dar-se-á ao que tem - Cap. XVIII, 13 a 15

G.

Papel da Ciência na Gênese - Cap. IV, 1 a 17

Um só Rebanho e um só Pastor - Cap. XVII, 31 e 32

72

- O CONSOLADOR PROMETIDO

L.E. Conhecimento da Lei Natural - Q. 619 a 628

L.M. Dissertações Espíritas - Cap. XXXI, IX

E.S.E. O Jugo Leve - Cap. VI, 1 e 2

Consolador Prometido. O Advento do Espírito da Verdade - Cap. VI, 3 a 8

 

Prefácio

As Três Revelações: Moisés, Cristo e Espiritismo - Cap.I, 1 a 7

A

Nova Era - Cap. 1, 9 a 11

Parábola do Festim de Bodas - Cap. XVIII, 1 e 2

G.

Anunciação do Consolador - Cap. XVII, 35 a 42

Segundo Advento do Cristo - Cap. XVII, 43 a 46

73

- JESUS - GUIA E MODELO DA HUMANIDADE

L.E. Conhecimento da Lei Natural - Q. 624 e 625

E.S.E. A Realeza de Jesus - Cap. II, 4

Uma Realeza Terrestre - Cap. 11, 8

Candeia sob o Alqueire. Por que fala Jesus por Parábolas - Cap. XXIV, 1 a 7

G.

Superioridade da Natureza de Jesus - Cap. XV, 1 e 2

Desaparecimento do Corpo de Jesus - Cap. XV, 64 a 67

Aparecimento de Jesus, após sua Morte - Cap. XV, 56 a 63

O.P. Estudo sobre a Natureza de Cristo: Fontes das Provas sobre a Natureza do Cristo.

Os Milagres provam a Divindade do Cristo?

As Palavras de Jesus provam a sua Divindade?

Palavras de Jesus depois de sua Morte.

Dupla Natureza de Jesus. Opinião dos Apóstolos.

Predição dos Profetas com Relação a Jesus. O Verbo se fêz Carne.

O

Filho de Deus e o Filho do Homem –1ª parte.

74

- JESUS E AS PARÁBOLAS EVANGÉLICAS

L.E. Conhecimento da Lei Natural - Q. 625 a 628

Grupo de Estudo da Doutrina Espírita “ Espíritas: amai-vos, eis o primeiro ensinamento; instrui-vos, eis
Grupo de Estudo
da Doutrina Espírita
Espíritas: amai-vos, eis o primeiro ensinamento; instrui-vos, eis
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o segundo
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E.S.E. Dar-se-á ao que tem - Cap. XVIII, 13 a 15

Candeia sob o Alqueire. Por que fala Jesus por Parábolas - XXIV, 1 a 7

Parábola dos Trabalhadores da última Hora - Cap. XX, 1

Os últimos Serão os Primeiros - Cap. XX, 2 e 3

Parábola do Festim de Bodas - Cap. XVIII, 1 e 2

Parábola dos Credores e Devedores - Cap. XI, 3 e 4

Parábola do Bom Samaritano - Cap. XV, 1 a 3

Parábola dos Talentos - Cap. XVI, 6

Parábola do Mau Rico - Cap. XVI, 5

Parábola da Figueira que Secou - Cap. XIX, 8 a 10

Parábola do Semeador - Cap. XVII, 5 e 6

Notícias Históricas - Introdução III

Parábola dos Vinhateiros Homicidas - Cap. XVII, 29 e 30

75

- A PRECE

L.E. Caracteres da Lei Natural - Q. 614 a 618

Conhecimento da Lei Natural - Q. 619 a 628

A

Prece - Q. 658 a 666

E.S.E. Qualidades da Prece - Cap. XXVII, 1 a 4

Eficácia da Prece - Cap. XXVII, 5 a 8

Ação da Prece. Transmissão do Pensamento - Cap. XXVII, 9 a 15

Preces Inteligíveis - Cap. XXVII, 16 e 17

Da Prece pelos Mortos e pelos Espíritos Sofredores - Cap. XXVII, 18 a 21

Maneira de Orar - Cap. XXVII, 22

Felicidade que a Prece Proporciona - Cap. XXVII, 23

Coletânea de Preces Espíritas - Cap. XXVIII, 1

Oração Dominical - Cap. XXVIII, 2 e 3

Perdoai para que Deus vos Perdoe - Cap. X, 1 a 4

Pelas. Almas Sofredoras que Pedem Prece - Cap. XXVIII, 64

76

- A LEI DE ADORAÇÃO

L.E. Divisão da Lei Natural - Q. 647 e 648

Objetivo da Adoração - Q. 649 a 652

Adoração Exterior - Q. 653 a 656

Vida Contemplativa - Q. 657

A

Prece - Q.658 a 666

Politeísmo - Q. 667 e 668

Sacrifícios - Q. 669 a 673

Grupo de Estudo da Doutrina Espírita “ Espíritas: amai-vos, eis o primeiro ensinamento; instrui-vos, eis
Grupo de Estudo
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Espíritas: amai-vos, eis o primeiro ensinamento; instrui-vos, eis
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Casamento e Celibato - Q. 699

E.S.E. Qualidades da Prece - Cap. XXV11, 1 a 4

Maneira de Orar - Cap. XXVII, 22

O Sacrifício mais Agradável a Deus - Cap. X, 7 e 8

77

- BUSCAI E ACHAREIS

L.E. Divisão da Lei Natural - Q. 647 e 648

Necessidade do Trabalho - Q. 674 a 681

Limites do Trabalho. Repouso - Q. 682 a 685

E.S.E. Ajuda-te a ti Mesmo, que o Céu te Ajudará - Cap. XXV, 1 a 5

Observai os Pássaros do Céu - Cap. XXV, 6 a 8

Não vos Afatigueis pela Posse do Ouro - Cap. XXV, 9 a 11

78

- A LEI DE REPRODUÇÃO

L.E. Divisão da Lei Natural - Q. 647 e 648

População do Globo - 686 e 687

Sucessão e Aperfeiçoamento das Raças - Q. 688 a 692

Obstáculos à Reprodução - Cap. Q. 693 e 694

Casamento e Celibato - Q. 695 a 699

Poligamia - Q. 700 e 701

C. Formação Primária dos Seres Vivos - Cap. X, 1 a 15

O.P. Teoria da Beleza - 1ª parte

79

- O ABORTO E SUAS CONSEQÜÊNCIAS

L.E. População do Globo - Q. 686 e 687

Obstáculos à Reprodução - Q. 693 e 694

União da Alma e do Corpo - Q. 357 a 360

80

- CASAMENTO E DIVÓRCIO

L.E. Casamento e Celibato - Q. 695 a 699

Poligamia - Q. 700 e 701

Laços de Família - Q. 775

Igualdade dos Direitos do Homem e da Mulher - Q. 817 a 822

E.S.E. Indissolubilidade do Casamento. O Divórcio - Cap. XXII, 1 a 5

81

- A LEI DE CONSERVAÇÃO

L.E. Divisão da Lei Natural - Q. 647 e 648

Instinto de Conservação - Q. 702 e 703

Grupo de Estudo da Doutrina Espírita “ Espíritas: amai-vos, eis o primeiro ensinamento; instrui-vos, eis
Grupo de Estudo
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Meios de Conservação - Q. 704 a 710

Gozo dos Bens Terrenos - Q. 711 a 714

Necessário e Supérfluo - Q. 715 a 717

Privações Voluntárias. Mortificações - Q. 718 a 727

E.S.E. Observai os Pássaros do Céu - Cap. XXV, 6 a 8

Não vos Afatigueis pela Posse do Ouro - Cap. XXV, 9 a 11

82

- O NECESSÁRIO E O SUPÉRFLUO

L.E. Gozo dos Bens Terrenos - Q. 711 a 714

Necessário e Supérfluo - Q. 715 a 717

Direito de Propriedade. Roubo - Q. 883

E.S.E. A Verdadeira Propriedade - Cap. XVI, 9 e 10

Transmissão da Riqueza - Cap. XVI, 15

83

- OS SOFRIMENTOS VOLUNTÁRIOS

L.E. Privações Voluntárias. Mortificações - Q. 718 a 727

E.S.E. Os Tormentos Voluntários - Cap. V, 23

Provas Voluntárias. O Verdadeiro Cilício - Cap. V, 26

Proveito dos Sofrimentos para Outrem - Cap. V, 31

84

- A DESTRUIÇÃO NECESSÁRIA E A ABUSIVA

L.E. Divisão da Lei Natural - Q. 647 e 648

Destruição Necessária e Destruição Abusiva - Q. 728 a 736

Flagelos Destruidores - Q. 737 a 741

Guerras - Q. 742 a 745

Assassínio - Q. 746 a 751

Crueldade - Q. 752 a 756

Duelo - Q. 757 a 759

Pena de Morte - Q. 760 a 765

E.S.E. Se Alguém vos Bater na Face Direita, Apresentai-lhe também a Outra - Cap. XII, 7

e 8

A Vingança - Cap. XII, 9

O Duelo - Cap. XII, 11 a 16

G. Destruição dos Seres Uns pelos Outros - Cap. III, 20 a 24

85

- AS EXPIAÇÕES COLETIVAS

L.E. Flagelos Destruidores - Q. 737 a 741

Guerras - Q. 742 a 745

E.S.E. Causas Anteriores das Aflições - Cap. V, 6 a 10

Grupo de Estudo da Doutrina Espírita “ Espíritas: amai-vos, eis o primeiro ensinamento; instrui-vos, eis
Grupo de Estudo
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G.

A Geração Nova - Cap. XVIII, 32 a 35

O.P. Questões e Problemas. As Expiações Coletivas – 1a. parte.

86

- A NECESSIDADE DA VIDA SOCIAL

L.E. Divisão da Lei Natural - Q. 647 e 648

Necessidade da Vida Social - Q. 766 a 768

Vida de Insulamento. Voto de Silêncio - Q. 769 a 772

Laços de Família - Q. 773 a 775

E.S.E. o Homem no Mundo - Cap. XVII, 10

A

Ingratidão dos Filhos e os Laços de Família - Cap. XIV, 9

87

- A INFÂNCIA DA HUMANIDADE

L.E. Estado de Natureza - Q. 776 a 778

Caracteres da Lei Natural - Q. 614 a 618

O

Bem e o Mal - Q. 629 a 646

Progressão dos Espíritos - Q. 114, 115, 118 a 120, 122 e 127

E.S.E. Mundos de Expiações e Provas - Cap. III, 14

88

- A MARCHA DO PROGRESSO

L.E. Marcha do Progresso - Q. 779 a 785

Progressão dos Espíritos - Q. 114 a 127

L.M. Perguntas sobre os Outros Mundos - 2ª parte - Cap. XXVI, 296

E.S.E. Progressão dos Mundos - Cap. III, 19

Diferentes Categorias dos Mundos Habitados - Cap. III, 3 a 5

Destinação da Terra. Causas das Misérias Humanas -.Cap. III, 6 e 7

Mundos Inferiores e Mundos Superiores - Cap. III, 8 a 12

Mundos de Expiação e de Provas - Cap. III, 13 a 15

Mundos Regeneradores - Cap. III, 16 a 18

A

Melancolia - Cap. V, 25 ,

G.

Sinais dos Tempos - Cap. XVIII, 1 a 26

A

Geração Nova - Cap. XVIII, 27 a 35

O.P. Liberdade, Igualdade e Fraternidade - 1 ª parte

89

- AS CIVILIZAÇÕES

L.E. Sucessão e Aperfeiçoamento das Raças - Q. 688 a 692

Povos Degenerados - Q. 786 a 789

Civilização - Q. 790 a 793

G.

Sinais dos Tempos - Cap. XVIII, 1 a 26

Grupo de Estudo da Doutrina Espírita “ Espíritas: amai-vos, eis o primeiro ensinamento; instrui-vos, eis
Grupo de Estudo
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90

- O PROGRESSO DA LEGISLAÇÃO HUMANA

L.E. Progresso da Legislação Humana - Q. 794 a 797

Caracteres da Lei Natural - Q. 614 a 618

Conhecimento da Lei Natural - Q. 619 a 628

Divisão da Lei Natural - Q. 648

Igualdade dos Direitos do Homem e da Mulher - Q. 818 e 822

Justiça e Direitos Naturais - Q. 874 a 876

E.S.E. Moisés - Cap. I, 2

O

Cristo - Cap. 1, 3

O

Espiritismo - Cap. 1, 6 e 7

O.P. Liberdade, Igualdade e Fraternidade - I! parte

91

- A LEI DE IGUALDADE

L.E. Divisão da Lei Natural - Q. 648

Igualdade Natural - Q. 803

Desigualdade das Aptidões - Q. 804 e 805

Desigualdades Sociais - Q. 806 e 807

Desigualdade das Riquezas - Q. 808 a 813

Igualdades de Direito do Homem e da Mulher - Q. 817 a 822

Igualdade Perante o Túmulo - Q. 823 e 824

E.S.E. A Felicidade não é deste Mundo - Cap. V, 20

92

- AS PROVAS DE RIQUEZA E DE MISÉRIA

L.E. Desigualdade das Riquezas - Q. 808 a 813

As Provas de Riqueza e de Miséria - Q. 814 a 816

E.S.E. A Felicidade não é deste Mundo - Cap. V, 20

Salvação dos Ricos - Cap. XVI, 1 e 2

Jesus em Casa de Zaqueu - Cap. XVI, 4

Utilidade Providencial da Riqueza - Cap. XVI, 7

Desigualdade das Riquezas - Cap. XVI, 8

Transmissão da Riqueza - Cap. XVI, 15

Parábola do Mau Rico - Cap. XVI, 5

Preservar-se da Avareza - Cap. XVI, 3

Emprego da Riqueza - Cap. XVI, 11 a 13

Desprendimento dos Bens Terrenos - Cap. XVI, 14

Parábola dos Talentos - Cap. XVI, 6

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93

- OS DIREITOS DO HOMEM E DA MULHER

L.E. Igualdade Natural - Q. 803

Igualdade de Direitos do Homem e da Mulher - Q. 817 a 822

G.

Os Seis Dias - Cap. XII, 11

94

- A LIBERDADE E O HOMEM

L

E.

Divisão da Lei Natural - Q. 648

Liberdade Natural - Q. 825 a 828

Escravidão - Q. 829 a 832

Liberdade de Pensar - Q. 833 e 834

Liberdade de Consciência - Q. 835 a 842

Livre

Arbítrio - Q. 843 a 850

E.S.E. Muito se Pedirá àquele que muito Recebeu - Cap. XVIII, 10 a 12

95

- LIVRE ARBÍTRIO E FATALIDADE

L.E. Livre Arbítrio - Q. 843 a 850

Fatalidade - Q. 851 a 867

Resumo Teórico do Móvel das Ações Humanas - Q. 872

E.S.E. Num Perigo Iminente - Cap. XXVIII, 34

Ação

de Graças por Haver Escapado a um Perigo - Cap. XXVIII, 36

96

- O CONHECIMENTO DO FUTURO

L.E. Conhecimento do Futuro - Q. 868 a 871

L.M. Perguntas sobre o Futuro - 2ª parte - Cap. XXVI, 289

Médiuns de Pressentimento - Cap. XV, 184

G.

Teoria da Presciência - Cap. XVI, 1 a 18

Cidades Impenitentes - Cap. XVII, 14

Morte e Paixão de Jesus - Cap. XVII, 3 a 9

Perseguição dos Apóstolos - Cap. XVII, 10 a 13

Ruína do Templo e de Jerusalém - Cap. XVI-1, 15 a 21

Minhas Palavras não Passarão - Cap. XVI 1, 24 a 26

A Pedra Angular - Cap. XV11, 27 e 28

O.P. A Segunda Vista. Conhecimento do Futuro. Previsões – 2ª parte

97

- A JUSTIÇA E OS DIREITOS

L.E. Divisão da Lei Natural - Q. 648

Justiça e Direitos Naturais - Q. 873 a 879

E.S.E. O Mandamento Maior. Fazer aos Outros o que

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Queiramos que os outros nos Façam. Parábola dos

Credores e dos Devedores - Cap. X1, 1 a 4

Dai a César o que é de César - Cap. X1, 5 a 7

98

- A VERDADEIRA PROPRIEDADE

L.E. Divisão da Lei Natural - Q. 648

Direito de Propriedade. Roubo - Q. 880 a 885

L.M. Perguntas sobre Tesouros Ocultos – 2ª parte, Cap. XXVI, 295

E.S.E. A Verdadeira Propriedade - Cap. XVI, 9 e 10

Preservar-se da Avareza - Cap. XVI, 3

Desprendimento dos Bens Terrenos - Cap. XVI, 14

Parábola dos Talentos - Cap. XVI, 6

Emprego da Riqueza - Cap. XVI, 11 a 13

99

- A CARIDADE E O AMOR AO PRÓXIMO

L.E. Divisão da Lei Natural - Q. 648

Caridade e Amor ao Próximo - Q. 886 a 889

E.S.E. Perdão das Ofensas - Cap. X, 14 e 15

A Lei de Amor - Cap. XI, 8 a 10

A Fé e a Caridade - Cap. X1, 13

Caridade para com os Criminosos - Cap. XI, 14

Retribuir o Mal com o Bem - Cap. XII, 1 a 4

O

ódio - Cap. XII, 10

Por um inimigo que Morreu - Cap. XXVIII, 67

Ação de Graças por um Benefício Concedido a Outrem - Cap. XXVIII, 44

Pelos nossos Inimigos e pelos que nos querem mal - Cap. XXVIII, 46

Ação de Graças pelo Bem Concedido aos nossos Inimigos - Cap. XXVIII, 48

O

de que precisa o Espírito para ser Salvo. Parábola do Bom Samaritano - Cap. XV, 1 a

3

O

Mandamento Maior - Cap. XV, 4 e 5

Por um Inimigo - Cap. XXVIII, 69

Dever-se-á por Termo às Provas do Próximo? - Cap. V, 27

100 - O AMOR MATERNO E 0 FILIAL

L.E. Divisão da Lei Natural - Q. 648

Amor Materno e Filial - Q. 890 a 892

E.S.E. Honrai o Vosso Pai e Vossa Mãe - Cap. XIV, 1 e 2

Piedade Filial - Cap. XIV, 3 e 4

A

Ingratidão dos Filhos e os Laços de Família - Cap. XIV, 9

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A

Parentela Corporal e a Parentela Espiritual - Cap. XIV, 8

Quem é minha Mãe e quem são meus Irmãos? - Cap. XIV, 5 a 7

Odiar os Pais - Cap. XXIII, 1 a 3

Abandonar Pai, Mãe e Filhos - Cap. XXIII, 4 a 6

Deixar aos Mortos o Cuidado de Enterrar seus Mortos - Cap. XXIII, 7 e 8

101

- A CARIDADE MATERIAL E A CARIDADE MORAL

L.E. Caridade e Amor ao Próximo - Q. 886 a 888

E.S.E. Fazer o Bem sem Ostentação - Cap. XIII, 1 a 3

Os Infortúnios Ocultos - Cap. XIII, 4

O

óbulo da Viúva - Cap. XIII, 5 e 6

Convidar os Pobres e Estropiados. Dar sem esperar

Retribuição - Cap. XIII, 7 e 8

A Caridade Material e a Caridade Moral - Cap. XIII, 9 e 10

A Beneficência - Cap. XIII, 11 a 16

A Piedade - Cap. XIII, 17 Os órfãos - Cap. XIII, 18

Benefícios Pagos com a Ingratidão - Cap. XIII, 19

Beneficência Exclusiva - Cap. XIII, 20

Por Alguém que esteja em Aflição - Cap. XXVIII, 42

102

- FORA DA CARIDADE NÃO HÁ SALVAÇÃO

L.E. Justiça e Direitos Naturais - Q. 873 a 879

Caridade e Amor ao Próximo - Q. 886 a 889

E.S.E. O de que precisa o Espírito para ser Salvo. Parábola do Bom Samaritano - Cap. XV, 1 a 3

O

Mandamento Maior - Cap. XV, 4 e 5

Necessidade da Caridade Segundo São Paulo - Cap. XV, 6 e 7

Fora da Igreja não há Salvação. Fora da Verdade não há Salvação - Cap. XV, 8 e 9

Fora da Caridade não há Salvação - Cap. XV, 10

103

- AS VIRTUDES E OS VÍCIOS

L.E. As Virtudes e os Vícios - Q. 893 a 906

Paixões - Q. 907 a 912

E.S.E. O Orgulho e a Humildade - Cap. VII, 11 e 12

Injúrias e Violências - Cap. IX, 1 a 5

A Afabilidade e a Doçura - Cap. lX, 6

A Paciência - Cap. lX, 7 Obediência e Resignação - Cap. lX, 8

A Cólera - Cap. lX, 9. e 10

A Indulgência - Cap. X, 16 a 18

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É

Permitido Repreender os Outros, Notar as Imperfeições de Outrem, Divulgar o Mal de

Outrem? - Cap. X, 19 a 21

A

Virtude - Cap. XVII, 8

Para pedir Corrigenda de um Defeito - Cap. YXVIII, 18

O

Argueiro e a Trave no Olho – Cap. X, 9 e 10

Não Julgueis, para não serdes Julgados. Atire a Primeira pedra aquele que Estiver sem

Pecado - Cap. X, 11 a 13

Bem Aventurados os que têm Fechados os Olhos - Cap. VIII, 20 e 21

 

104

- AS PAIXÕES HUMANAS

L.E. As Virtudes e os Vícios - Q. 893 a 906

Paixões - Q. 907 a 912

E.S.E. A Porta Estreita - Cap. XVIII, 3 a 5

Para Pedir a Corrigenda de um Defeito - Cap. XXVIII, 18

A

Cólera - Cap. lX, 9 e 10

O

Argueiro e a Trave no Olho - Cap. X, 9 e 10

Escândalos. Se a Vossa Mão é Motivo de Escândalo,

Cortai-a - Cap. VIII, 11 a 17

C.I. A Carne é Fraca - 1ª parte - Cap. VII

 

105

- O EGOÍSMO NA HUMANIDADE

L.E. O Egoísmo - Q. 913 a 917

E.S.E. O Egoísmo - Cap. XI, 11 e 12

O.P. O Egoísmo e o Orgulho - 1ª parte

 

106

- CARACTERES DO HOMEM DE BEM

L.E. Caracteres do Homem de Bem - Q. 918

Conhecimento de Si Mesmo - Q. 919

E.S.E. Caracteres da Perfeição - Cap. XVII, 1 e 2

O

Homem de Bem - Cap. XVII, 3

Os Bons Espíritas - Cap. XVII, 4

O

Dever - Cap. XVII, 7

Os Superiores e os Inferiores - Cap. XVII, 9

Nem Todos os que Dizem: Senhor! Senhor! Entrarão no Reino dos Céus - Cap. XVIII, 6 a

9

Pelas suas Obras é que se Reconhece o Cristão - Cap. XVIII, 16

 

107

- APERFEIÇOAMENTO MORAL DO HOMEM

L.E. Caracteres do Homem de Bem - Q. 918

Grupo de Estudo da Doutrina Espírita “ Espíritas: amai-vos, eis o primeiro ensinamento; instrui-vos, eis
Grupo de Estudo
da Doutrina Espírita
Espíritas: amai-vos, eis o primeiro ensinamento; instrui-vos, eis
Doc.: GE - LE
Revisão: 03
Emissão: 10/2012
Organizado: Iraci e Josemar
o segundo
(O Espírito de Verdade em O Evangelho segundo o Espiritismo)
Página 39 de 43 - 26/10/2012

Conhecimento de Si Mesmo - Q. 919

E.S.E. O que se Deve Entender por Pobres de Espírito - Cap. VII, 1 e 2

Aquele que se Eleva será Rebaixado - Cap. VII, 3 a 6

Mistérios Ocultos aos Doutos e aos. Prudentes - Cap. VII, 7 a 10

Simplicidade e Pureza de Coração - Cap. VIII, 1 a 4

Verdadeira Pureza. Mãos Não Lavadas - Cap. VIII, 8 a 10

108

- O PODER DA FÉ

L.E. Adoração Exterior - Q. 653

Sacrifícios - Q. 669

As Virtudes e os Vícios - Q. 893

O

Nada. Vida Futura - Q. 959

Natureza das Penas e Gozos Futuros - Q. 973 (nota) e 982

E.S.E. Poder da Fé - Cap. XIX, 1 a 5

A

Fé Religiosa. Condição da fé Inabalável - Cap. XIX, 6 e 7

Parábola da Figueira que Secou - Cap. XIX, 8 a 10

A Fé: Mãe da Esperança e da Caridade - Cap. XIX, 11

A Fé Humana e a Fé Divina - Cap. XIX, 12

Coragem da Fé - Cap. XXIV, 13 a 16

Carregar sua Cruz. Quem Quiser Salvar a Vida, Perdê-la-á - Cap. XXIV, 17 a 19

G. Maldição contra os Fariseus - Cap. XVII, 22 e 23

 

Livro Quarto: Esperanças e Consolações (Cap. I ao II)

109

- A FELICIDADE E A INFELICIDADE

L.E. Felicidade e Infelicidades Relativas - Q. 920 a 933

Perda dos Entes Queridos - Q. 934 a 936

Decepções. Ingratidão. Afeições Destruídas - Q. 937 e 938

Uniões Antipáticas - Q. 939 e 940

Temor da Morte - Q. 941 e 942

Desgosto da Vida. Suicídio - Q. 943 a 957

E.S.E. Bem-Aventurados os Aflitos - Cap. V, 1 e 2

Justiça das Aflições - Cap. V, 3

Causas Atuais das Aflições - Cap. V, 4 e 5

Causas Anteriores das Aflições - Cap. V, 6 a 10

A Felicidade não é deste mundo - Cap. V, 20

A Desgraça Real - Cap. V, 24

A Melancolia - Cap. V, 25

Nas Aflições da Vida - Cap. XXVIII, 26

Grupo de Estudo da Doutrina Espírita “ Espíritas: amai-vos, eis o primeiro ensinamento; instrui-vos, eis
Grupo de Estudo
da Doutrina Espírita
Espíritas: amai-vos, eis o primeiro ensinamento; instrui-vos, eis
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o segundo
(O Espírito de Verdade em O Evangelho segundo o Espiritismo)
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O

Jugo Leve - Cap. VI, 1 e 2

 

110

- CONSIDERAÇÕES SOBRE AS EVOCAÇÕES DOS ESPÍRITOS

L.E. Perda dos Entes Queridos - Q. 935 e 936

 

L.M. Das Evocações - Cap. XXV, 269 a 273

 

Das Perguntas que se pode fazer aos Espíritos -Cap. XXVI, 286 e 287

 

Espíritos que podem ser Evocados - Cap. XXV, 274 a 279

 

Linguagem de que se deve usar com os Espíritos -Cap. XXV, 280

 

Utilidades das Evocações Particulares - Cap. XXV, 281

 

Questões sobre as Evocações - Cap. XXV, 282

 

Evocação dos Animais - Cap. XXV, 283

 

Evocação das Pessoas Vivas - Cap. XXV, 284

 

Telegrafia Humana - Cap. XXV, 285

 

Perguntas Simpáticas ou Antipáticas aos Espíritos -Cap. XXVI, 288

 

Perguntas sobre o Futuro - Cap. XXVI, 289

 

Perguntas sobre as Existências Passadas e Futuras -Cap. XXVI, 290

 

Perguntas sobre os Interesses Morais e Materiais -Cap. XXVI,, 291

 

Questões sobre a Sorte dos Espíritos - Cap. XXVI, 292

 

Questões sobre a Saúde -Cap. XXVI, 293

 

Perguntas sobre as Invenções e Descobertas - Cap. XXVI, 294

 

Perguntas sobre Tesouros Ocultos - Cap. XXVI, 295

 

Perguntas sobre os outros Mundos - Cap. XXVI, 296

 
 

111

- O DESGOSTO DA VIDA

L.E. Desgosto da Vida. Suicídio - Q. 943 a 957

 

E.S.E. O Suicídio e a Loucura - Cap. V, 14 a 17

 

Será Lícito Abreviar a Vida de um Doente que Sofra sem Esperança de Cura? - Cap

V,

28

Sacrifício da Própria Vida - Cap. V, 29 e 30

 

Deve-se Expor a Vida por um Malfeitor? - Cap. XI, 15

 

O

Duelo - Cap. XII, 11 a 16

Por um Suicida - Cap. XXVIII, 71

 

C.I. Suicidas – 2a. parte, Cap. V

 
 

112

- O PORVIR E O NADA

L.E. O Nada. Vida Futura - Q. 958 e 959

 

E.S.E. A Vida Futura - Cap. 11, 1 a 3

 

O

Ponto de Vista - Cap. 11, 5 a 7

C.I. O Porvir e o Nada – 1a. parte, Cap. I, 1 a 14

 
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Grupo de Estudo
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Causas do Temor da Morte - Porque os Espíritas não temem a Morte - Cap.II, 1 a 10

O.P. As Cinco Alternativas da Humanidade - 1ª parte

A

Vida Futura – 1a. parte

113

- AS PENAS E OS GOZOS FUTUROS

L.E. Intuição das Penas e Gozos Futuros - Q. 960 a 962

Intervenção de Deus nas Penas e Recompensas - Q. 963 e 964

Natureza das Penas e Gozos Futuros - Q. 965 a 982

Ensaio Teórico da Sensação nos Espíritos - Q. 257

Penas Temporais - Q. 983 a 989

Duração das Penas Futuras - Q. 1003 a 1009

C.I. A Carne é Fraca. Princípios da Doutrina Espírita sobre

as Penas Futuras. Código Penal da Vida Futura - 1ª parte, Cap. VII

Espíritos Felizes – 2ª parte, Cap. II

Espíritos em Condição Mediana - 2ª parte - Cap. III,

Espíritos Sofredores – 2ª parte, Cap. IV

114

- A EXPIAÇÃO E O ARREPENDIMENTO

L.E. Expiação e Arrependimento - Q. 990 a 1002

Duração das Penas Futuras - Q. 1007

E.S.E. Bem-Aventurados os que têm Fechados os Olhos - Cap. VIII, 20 e 21

Pelos Espíritos Penitentes - Cap. XXVIII, 73

Pelos Espíritos Endurecidos - Cap. XXVIII, 75

C.I. Criminosos Arrependidos - 2ª parte, Cap. VI

Espíritos Endurecidos – 2ª parte, Cap. VII

Expiações Terrestres – 2ª parte, Cap. VIII

115

- DOUTRINA DAS PENAS ETERNAS

L.E. Duração das Penas Futuras - Q. 1003 a 1009

C.I. Origem da Doutrina das Penas Eternas – 1ª parte, Cap.VI, 1 a 9

Argumentos a Favor das Penas Eternas - 1 parte, Cap.VI, 10 a 17

Impossibilidade Material das Penas Eternas – 1ª parte, Cap VI, 18 a 21

A

Doutrina das Penas Eternas fez sua Época – 1ª parte, Cap. VI, 22 a 24

Ezequiel Contra a Eternidade das Penas e o Pecado Original - 1ª parte, Cap. VI, 25

116

- RESSURREIÇÃO E REENCARNAÇÃO

L.E. Ressurreição da Carne - Q. 1010

Considerações sobre a Pluralidade das Existências - Q. 222

Grupo de Estudo da Doutrina Espírita “ Espíritas: amai-vos, eis o primeiro ensinamento; instrui-vos, eis
Grupo de Estudo
da Doutrina Espírita
Espíritas: amai-vos, eis o primeiro ensinamento; instrui-vos, eis
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o segundo
(O Espírito de Verdade em O Evangelho segundo o Espiritismo)
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E.S.E. Ninguém Poderá ver o Reino de Deus se não Nascer de Novo - Cap. IV, 1 a 3

Ressurreição e Reencarnação - Cap. IV, 4 a 17

G.

Catalepsia. Ressurreições - Cap. XIV, 29 e 30

Ressurreições: A Filha de Jairo. Filho da Viúva de Naim - Cap. XV, 37 a 40

Advento de Elias - Cap. XVII, 33 e 34

O.P. A Morte Espiritual - 1ª parte

117

- O CÉU SEGUNDO 0 ESPIRITISMO

L.E. Paraíso, Inferno e Purgatório - Q. 1011, 1015 a 1017, 1018

E.S.E. Meu Reino não é deste Mundo - Cap. II, 1

C.I. O Céu - 1ª parte, Cap. III, 1 a 18

G.

Doutrina dos Anjos Decaídos e da Perda do Paraíso - Cap. XI, 43 a 49

Perda do Paraíso - Cap. XII, 13 a 26

118

- O PURGATÓRIO SEGUNDO O ESPIRITISMO

L.E. Paraíso, Inferno e Purgatório - Q. 1011 a 1014,1017 e 1018

E.S.E. Meu Reino não é Deste Mundo - Cap. II, 1

C.I. O Purgatório - 1ª parte, Cap. V, 1 a 10

119

- O INFERNO SEGUNDO O ESPIRITISMO

L.E. Paraíso, Inferno e Purgatório - Q. 1011, 1013, 1014, 1017, 1018

E.S.E. Meu Reino não é deste Mundo - Cap. II, 1

C.I. Intuição das Penas Futuras - 1ª parte - Cap. IV, 1 e 2

O Inferno Cristão imitado do Inferno Pagão – 1a. parte - Cap. IV, 3 a 7

Os Limbos - 11 parte, Cap. IV, 8

Quadro do Inferno Pagão – 1a. parte, Cap. IV, 9 e 10

Esboço do Inferno Cristão – 1a. parte, Cap. IV, 11 a 15

Ressurreição e Reencarnação - Cap. IV, 4 a 17

G.

Catalepsia. Ressurreições - Cap. XIV, 29 e 30

Ressurreições: A Filha de Jairo. Filho da Viúva de Naim - Cap. XV, 37 a 40

Advento de Elias - Cap. XVII, 33 e 34

O.P. A Morte Espiritual – 1ª parte

120

- O JUÍZO FINAL

L.E. Paraíso, Inferno e Purgatório - Q. 1018

E.S.E. O de que Precisa o Espírito para ser Salvo. Parábola do Bom Samaritano - Cap. XV, 1 a 3

G.

Sinais Precursores - Vossos Filhos e Vossas Filhas Profetizarão - Juízo Final - Cap.

XVII, 47 a 67

Emigrações e Imigrações dos Espíritos - Cap. XI, 35 a 37

Grupo de Estudo da Doutrina Espírita

Espíritas: amai-vos, eis o primeiro ensinamento; instrui-vos, eis

o segundo (O Espírito de Verdade em O Evangelho segundo o Espiritismo)

Doc.: GE - LE Revisão: 03 Emissão: 10/2012 Organizado: Iraci e Josemar

Página 43 de 43 - 26/10/2012

Organizado: Iraci e Josemar Página 43 de 43 - 26/10/2012 Doutrina dos Anjos Decaídos e da

Doutrina dos Anjos Decaídos e da Perda do Paraíso - Cap. XI, 43 a 49

Doutrina dos Anjos Decaídos e da Perda do Paraíso - Cap. XI, 43 a 49