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para ABC Cópia impressa pelo sistema CENWin em 27/12/2001 ABNT – Associação Brasileira de Normas Técnicas

ABNT – Associação Brasileira de Normas Técnicas

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Rio de Janeiro Av. Treze de Maio, 13 / 28º andar CEP 20003-900 – Caixa Postal 1680 Rio de Janeiro – RJ Tel.: PABX (21) 210-3122 Fax: (21) 220-1762/220-6436 Endereço eletrônico:

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DEZ 2001 NBR 5628 Palavra-chave: Resistência ao fogo Componentes construtivos estruturais - Determinação da

DEZ 2001

NBR 5628

Palavra-chave: Resistência ao fogo

Componentes construtivos estruturais - Determinação da resistência ao fogo

Origem: Projeto de Emenda NBR 5628:2001 ABNT/CB-02 - Comitê Brasileiro de Construção Civil CE-02:003.13 - Comissão de Estudo de Estruturas Resistentes ao Fogo NBR 5628 - Structural constructions components - Determination of the fire resistance Descriptor: Fire resistance Esta Emenda complementa a NBR 5628:1980 Válida a partir de 30.01.2002

1 página

 
   

Esta Emenda n° 1 de DEZ 2001, em conjunto com a NBR 5628:1980, equivale à NBR 5628:2001.

Esta Emenda nº 1 de DEZ 2001 tem por objetivo alterar a NBR 5628:1980 no seguinte:

- Excluir da seção 2 o seguinte:

NBR 5627 - Exigências particulares das obras de concreto armado e protendido em relação à resistência ao fogo - Procedimento.

C6pia

impressa

pel0

Sk&ma

CENWIN

 

@

COMPONENTES

CONSTRUTIVOS

ESTRUTURAIS

DETERMlNACdO

DA

RESISTl!NCIA

A0 FOG0

Mhdo

de ensaio

02.999

NBR

5628

NOV11980

SUMARIO

1

Objetivo

2

Norma

complementares

3

Aparelhegem

4

Execu&

do ensaio

5

Resultados

6

Relat6rio

do enraio

1

oBJETlvo

1.1

Esta

Norma

prescreve

9 mewdo

ao fogo de componentes consrrhtivos

de ensalo

estruturais

destinado

a determinar

representada

pelo

a

resistsncia

em

tempo

respectivas

amostras,

submetidas

a urn programa

tgrmico

padrk,

satisfazem

ggncias

desta

Norma,

contorme

OS requisites

nela

especificados.

5s

qe

exi

1.2

Fsta

Norma

se aplica

30s seguintes

componentes

de

edificafoes:

a) estruturais,;

paredes

 

b) lajesq

 

c) pi laws;

d) vigas;

2

NORMAS

COMPLEMENTARES

 

Na aplica&

desta

Norma <

necessario

consultar:

 

NBR

5627

-

Exige^ncias

particulares

das

obras

de

concrete

armado

e

brotendido

 

em relacao

5

resistencia

ao

fogo

-

Procedimento

 
 

NBR b479

-

Porta

corta-fogo,

 

tipo

leve

-

Metodo

de ensaio

3

APARELHAGEM

 

A aparelhagem

 

e acessorios

devem

constar

de:

a) forno;

b) termopares;

Origem:

ABNT

-MB-1192177

W-2

-

Cornit&

Brasileiro

de ConrtruqZo

Civil

CE-2Xl3.13

-

Comiss%

de Estudo

de Ertmturas

 

SISTEMA

NACIONAL

DE

METROLOGIA.

NORMALIZA~AO

 

E QUALIOADE

INDUSTRIAL

P*M~hMm:

componente

ertrutwal.

CDU:

624.02:699.61.601.4

 

Resistenter

ao Fogo

 
 

ABNT

-

ASSOaACAO

BRASILEIRA

 

DE

NORMAS

TItCNICAS

 

a

 

I

NBR

3

NORMA

BRASILEIRA

REGISTRADA

Taden

OS dlmita

rrrnda

12 peginas

  I NBR 3 NORMA BRASILEIRA REGISTRADA Taden OS dlmita rrrnda 1 2 p e g

2

NBR 562811980

C6pia

impressa

pelo

Sk&ma

CENWIN

 

Cl

d)

e)

f)

9)

h)

i)

j)

estufas;

 

tubas

de

porcelana;

 

chumaGo

de algodao;

grampos

de arame

de aco;

bastidor;

 

alGa

de

arame

de

ac,o;

disco

de

cobre;

pastilha

de

amianto.

4 EXECUCAO DO ENSAIO

4.1 Programa

te’rmico

paamio

 

0 programa

t6rmico

a

ser

adotado

no ensaio

6 definido

 

pela

curva

ratura-tempo”

(ver

Figura),

 

cuja

expressa

matematica

6

a

seguinte:

 

T

-

TO

=

345

log

10

(8

t

+

1)

Onde :

t

=

tempo

em minutes

 

a

contar

do

inicio

 

do ensaio

 

T = temperatura

 

do

forno

em ‘C

no

instante

 

“t”

TO=

temperatura

initial

do

forno

em ‘C

 

Sendo:

 

10°C <

To

<

40°C

 

A expressso

acima

permite

 

calcular

a

seguinte

escala

 

de

temperaturas;

be 1.a.

4.2

Frecis&

do

contrde

 

de

temperatura

 

4.2.1

A area

sob

a curva

da

temperatura

m6dia

do

forno

registrada

saio

e a correspondente

 

sob

a curva

pad&,

 

computadas

 

sempre

desde

vem coincidir

sensivelmente,

 

admitindo-se

 

as

seguintes

tolersncias:

 

a) it

15% durante

 

OS primeiros

10 minutes;

 

b) f

10% durante

os

primeiros

30 minutes;

c)

k

5% ap&

0s

primeiros

30

minutos;

padrk

tempt

conforme

durante

o

a origem,

Ta

ie

-

de

-

4.2.1.1

Para

t

> 10 minutos

a

temperatura

media

do

forno

em qualquer

instante

nk

deve

apresentar

uma diferenw,

em rela&

2

temperatura

da

curva

padr&,maior

que

1OO’C.

4.3

Condi&s

gernis

do

ensaio

4.3.1

Caracteristicas

da

amostra

4.3.1.1

As

dimensks

da

amostra

devem,

de

preferencia,

ser

as

reais

de

utiliza

-

NBR 5628/1980

3

C6pia

impressa

pelo

Sk&ma

CENWIN

 
C6pia impressa pelo Sk&ma CENWIN   5 556 10 659 718 :z 821 60 925
C6pia impressa pelo Sk&ma CENWIN   5 556 10 659 718 :z 821 60 925

5

556

10

659

718

:z

821

60

925

90

986

120

1029

180

1090

240

1133

360

1193

c’

1 8 0 1090 240 1133 3 6 0 1193 c’ CURVA PADdO FIGURA “TEMPERATURA-TEMPO” TWIIDO

CURVA

PADdO

FIGURA

“TEMPERATURA-TEMPO”

TWIIDO

*m

minutor

C6pia

impressa

pelo

Sistema

CENWIN

 

4

       

NBR 5628/1980

 

4.3.1.2

0 ensaio

deve

ser

realizado

sobre

 

uma amxtra

representativa

do

element0

construtivo

 

incluindo,

Segundo

os

cases,

todos

 

os

tipos

de

junta

previstos,

 

os

sistemas

de

fixaGao

e apoio,

OS vinculos

 

e

os

acabamentos

que

reproduzam

as

condi

-

&es

de

use.

0s materiais

e

a mao-de-obra

utilizados

na

execuG:o

da

amosrra

devem

obedecer

aos

pad&s

definidos

em outras

 

normas

brasileiras.

 

4.3.1.3

No

inicio

do

ensaio,

a amostra

deve

 

ter

tear

de

umidade

proximo

daquele

previsto

para

as

condi&es

normais

de

use.

4.3.2

Carregamento

e

vin~uhs

4.3.2.1

Antes

do

inicio

da

aplicaqao

do

programa

termico,

a

amostra

de

urn elemen

to

portante

deve

ser

submetida

a

urn carregamento,

mantido

constante

durante

o

en

   

-

saio,

que

origineesforCor

da

mesma natureza

e

da ordem

de

grandeza

dos

produzidos

a

temperaturas

normais

nos

elementos

em situaGao

 

de

use,

pelas

a&s

de

sew

i Go

prescritas

por

outras

normas

brasileiras

para

o

seu

projeto.

Al&m

destas,

outras

 

cargas

podem ser

aplicadas

em decorrsncia

de

entendimento

entre

o

interessado

e

o

laboratorio.

4.3.2.2

0s apoios

e vinculos

das

extremidades

 

ou

das

bordas

da

amostra

devem

re

   

-

produzir

as

condi$es

efetivas

de

use.

4.3.2.3

OS cases

em que

estas

condi&s

nao

possam

ser

definidas

 

ou

apl icadas

Go

analisados

nas

se56es

desta

Norma que

tratam

 

dos

elementos

em particular.

 

4.4

Medic%

da temperatura

do form

4.4.1~

A temperatura

dew

ser

medida

por

meio

de

termopares

constituidos

de

fios

nus

corn dihetro

nao

menor

que

0,75

mm e

nem maior

 

que

1,50

mm, distribuidos

sime

 

-

tricamente

no

forno

e em ntimero

varihel

Segundo

o

tipo

de

componentes

a

ensaiar,

de acordo

corn 4.11.

 

4.4.2

As

temperaturas

devem

ser

medidas

corn uma tolerancia

de

+

1,5%.

OS

fios

dos

termopares

devem

ser

protegidos

por

material

resistente

ao

calor,

tal

coma

tu

 

-

bos

de

porcelana.

A extremidade

exposta

deve

ter

no

minima

25

mm de

comprimento

e

distar

permanentemente

100 mm doponto

mais

prhximo

da

superficie

 

da

amostra.

4.4.3

Considera-se

corn0 temperatura

mgdia

do

forno

a media

aritmitica

das

tempe -

raturas

reveladas

pelos

termopares.

 

4.5

uetermirmxio

 

da

cstanqucidadc

4.5.1

Quando

o ensaio

incluir

a verificasao

 

da

estanqueidade,

 

OS gases

junta

a

amstra

devem

ter

uma

pressao

acima

 

da

atmosferica

 

cl,5

?

0,s)

x

10d5

MPa

(

(I,5

i

0,5)

x

lo-*

kgf/cm>).

C6pia

impressa

pelo

Sk&ma

CENWIN

 
       

NBR 5628/1960

k

4.5.2

A permeabilidade

5s

chamas

e

 

gases

quentes

das

frestas

e

fissuras

 

6

verifi

-

cada

por

meio

de

urn chumaGo

de

algod&

colocado

a

“ma

dista^ncia

m&ima

de

30

mm

destas,

mas

n&3

em contato

 

corn

a

anostra.

 

4.5.3

0

chumaGo

dew

skr

aplicado

 

a

curtos

intervalos

 

de

tempo

e mantido

em

posi

Tao

durante

pelo

menos

10

s

para

determinar

se

OS

gases

quentes

provocam

sua

in -

flama&.

 

4.5.4

0 algodao

utilizado

 

no

ensaio

 

dew

consistir

de

fibras

novas,

 

macias

e

n&

tingidas,

 

sem

qualquer

mistura

 

corn

fibras

artificiais.

 

Este

chumaso

nao

dew

ser

reuti

I izado,

se

absorver

umidade

ou

ficar

carbonizado

 

numa

aplicaG:o

precedente.

4.5.5

0 chumaGo

dew

medir

(100

x

100)

mm na

superficie

 

exposta

e

ter

espessura

de

cerca

de

20

mm,

pesando

entre

3

e

4

g,

e

ser

fixado

por

meio

de

grampos

de

ara

me

de

aCo

a

urn bastidor

de

 

100

mm de

lado,

tambern

de

at-ame

de

aCo

corn

cerca

de

1

mm de

dismetro.

0

bastidor

i

fixado

a

uma

al$a

tamb&m

de

arame

de

aGo

corn

com-

primento

de,

aproximadamente,

 

750 mm.

 

Nxkzs:

a)

Antes

do

“so,

o

chumaGo

deve

ser

seco

em

estufa

a

IOO’C

durante,

pel0

 

menos,

meia

hora;

 
 

b)

Outros

processes

 

equivalentes

 

sao

permitidos

 

quando

o

ensaio

 

corn

o

chu -

 

maGo

Go

6

possivel.

 

4.6

MedicGo do isolmento

 

te'hico

 

4.6.1

As

temperaturas

da

face

n&

exposta

da

amxtra

devem

ser

medidas

 

por

meio

de

termopares,

cada

urn corn

a

jungao

 

fixada

no

centro

da

face

de

urn disco’de

cobre

de

12

mm de

dia^metro

e

0,2

mm de

espessura,

que

dew

ser

mantido

na

superficie

da

amostra

 

na

posiG;o

 

prescrita

nesta

Norma

para

cada

case.

 

4.6.2

0

disco

deve

ser

coberto

corn

uma

pastilha

de

amianto

seco

em estufa,

 

corn

30

mm de

lado

e

2

mm de

espessura,

 

e

OS

fios

do

termopar

devem

ter

dia^metros

IGO

major

que

0,s

mm.

0

disco

e

a

pastilha

 

devem

ser

fixados

5

superficie

 

de

forma

a

obter-se

urn born

contato

entre

o

disco

e

a

superficie.

 

4.6.3

As

temperaturas

devem

ser

medidas

corn

tolera^ncia

 

de

i

1,5%.

 

4.7

0hmwac6es

durante

o ensaio

 

4.7.1

Rcsist&cia

 

mec6nica

 

Oevem

ser

registrados

OS

deslocamentos

 

transversais

e

a

ocorrkcia

 

de

ruina

da

amostra

e

de

qualquer

outro

fator

que

possa

afetar

a

sua

resistencia

 

mecsnica

ou

provocar

deforma&

 

excessiva.

6

NBR 5626/1960

C6pia

impressa

pelo

Sk&ma

CENWIN

 

4.7.2 Estanqueidade

Nos

componentes

que

desempenham

concomitantemente

s:o,

dew

ser

anotada

a

presenGa

de

fissuras

inflamaGao

do

chumaGo

de

algodao

descrito

em

4.7.3

Nos

Isolamento

componentes

ttkrico

que

desempenham

5:0,

as

intervalos

temperaturas

Go

maiores

da

face

que

5

concomitantemente

nao

minutes.

exposta

devem

fun&k

ou

outras

4.5.

fun&s

ser

estrutural

e

de

veda-

aberturas

que

provoquem

a

estrutural

e

de

veda

 

-

continuamente

ou

a

anotadas,

4.7.4 hfomna~&s

adicionais

No

decorrer

do

ensaio

devem

ser

observadas

 

‘codas

as

mudansas

que

Go

relativas

aos

requisites

 

de

4.9,

que

possam

causar

urn edificio,

 

por

exemplo,

a

emissao

de

volume

apreciavel

de

danosos

pela

face

nao

exposta

 

de

urn elemento

de

vedacao.

4.8

~urac&

do ensaio

 

ou

riscos

fumaGa

ocorrencias,mesmo

ao

ou

ambiente

de

vapor-es

de

A

amostra

dew

ser

aquecida

Segundo

a

modalida~de

 

prescrita,,ate

 

que

ocorra

sua

-

nutilizasao

para

todos

OS

requisites

pertinentes

ao

ensaio,

excetuando-se

 

o

case

em que

por

acordo

entre

o

interessado

e

o

laboratorio

 

o

ensaio

possa

ser

conclui

-

do

num

prazo

prefixado,

tenha

ou

nao

ocorrido

a

inutilizasao

 

de

acordo

corn

OS

re

quisitos

estipulados

 

nesta

Norma.

4.9 RmpZica&o

 

do sarregamento

 

i

No

ra

reaplicar

ensaio

a

ruina

de

verificasao

o

da

resistkzia

ap&

mecanica

deixar-se

e

esfriar

das

deforma&%.,

a

case

nao’ocor

-

e

durante

o

aquecimento,

24

h

deve

o

amostra

descarregada

carregamento

definido

transversal

major

carregamento

t;rmino

 

do

aquecimento.

sob

o

efeito

ou

deslocamento

do

4.10

Requisites

 

4.10.1

Resist&cia

mechina

e defomn&s

 

Considera-se

 

inutilizado

 

o

componente

que,

em 4.3.2

 

e

da

a&o

do

calor,

sofra

ruptura

o

maxima

estipulado

para

cada

case.

4.10.2

Estanqueidade

 

Consider-a-se

 

estanque

 

o

componente

que

sob

suficiente

 

para

permitir

 

a

passagem,

da

face

mas

e

gases

quentes,

revelada

pela

inflamaG;o

4.5.

4.10.3

Isolamento

t&r&o

 

Considera-se

 

o

componente

satisfatorio

 

coma

memto

de

temperatura,

 

na

Face

nao

exposta,

que

efeito

do

calor

nao

sofra

exposta

para

a

nao

exposta,

de

urn chumaGo

de

algodao,

fissurasao

de

conforme

cha_

isolante

termico

se

nao

sofrer

urn au -

acima

da

temperatura

initial,

superior

C6pia

impressa

pelo

Sk&ma

CENWIN

 
 

NF3R 5628/1980

 

7

em tidia

a

140’C

e em qualquer

ponto

a

180°C.

 

4.11

Condi&s

sspecificas

do ensaio

 

4.11.1

Paredes

estmturais

 

4.11.1.1

Caracteriza&o

da amostra

 

4.11.1.1.1

 

Quando

a amostra

nao

puder

ter

as

dimens&s

reais

da

parede,

dew

ter

no minima

2,5

m de

largura

e

2,5

m de

altura,

mantendo-se

a espessura

real

da

pa -

rede.

4.11.1.1.2

 

Para

estabelecer

 

o desempenho

de

uma construGSo

composta,

a

amostra

pode

incluir

vigas

e

pilares,

 

que

nas

condisks

de

“so

estejam

integrados

corn

a

parede,

podendo

incluir

outros

componentes

tais

coma portas

e janelas.

 

4.11.1.2

V&cuZos

 

As

bordas

verticais

 

da

amostra,

sujeitas

 

a cargas

verticais,

 

nao

devem

ter

vincu -

IOS.

4.11.1.3

CondicGes

do ens&o

 

4.11.1.3.1

As

amostras

dos

componentes,

que

nas

condi&s

 

de

use

podem

ser

expos

tas

ao

fogo

em qualquer

das

suas

faces,

devem

ser

ensaiadas

na

situa&o

que

PO

picie

menor

resist&cia.

No case

de

divida,

 

a

resistkcia

deve

ser

determinada

nos

dois

sentidos.

 

4.11.1.3.2

As

temperaturas

do

forno

devem

ser

medidas

por

meio

de

termopares

dispostos,

no

minima,

urn para

cada

1,5

m2 de

area

da

superficie

exposta

na

amos

tra.

4.11.1.3.3

No case

de

uma amostra

incluir

viga

ou

pilar,

quer

embutidos

COmF.j&

-

mente

na

parede,

quer

corn uma ou

mais

faces

expostas,

deve

ela

ser

ensaiada

 

de

acordo

corn o procedimento

estabelecido

nesta

Norma.

 

4.11.1.3.4

Quando

se

deseja

determinar

 

a

resist&cia

ao

fogo

de

pilar

ou

viga

intercalados

numa parede,

as

partes

desta,

que

tenham

resist&cia

5

pene t ra&o

ao

fogo

menor.que

resistencia

 

a

ruina

da

viga

ou

do

pilar,

 

devem

ser

protegidas

 

no

lado

externo

por

uma placa

de

material

isolante,

nao

combustivel,

de

espessura

nao

menor

que

25 mm e colocada

aproximadamente

 

a

100

mm da

face.

4.11.1.3.5

A temperatura

da

face

60

exposta

da

amostra

dew

ser

medida

em

GO

menos que

cinco

pontos,

urn dos

quais

aproximadamente

no

centro

da

superficie

e

os

demais

nos

centros

de

cada

uma das

ireas

resultantes

da

divisao

da

superficie

em

partes

iguais,

de modo que

a m6dia

das

temperaturas,

a

ser

determinada,

seja

re

     

-

presentativa

da

amostra

na

sua

totalidade.

 

C6pia

8

impressa

pelo

Sk&ma

CENWIN

NBR

5628/1980

 

4.11.1.3.6

A media

das

temperaturas

medidas

nesses

pontos

dew

ser.

considerada

coma sendo

a temperatura

midia

da

face

n&

exposta.

Toda

vez

que,:na

dire&

normal

ao

fluxo

de

calor

a

amostra

nao

for

uniforme

ou

o material

nao

for

honwgkeo,

co

 

-

mo por

exemplo

alvenaria

de,blocos

vazados,

pontos

adicionais

de

medisao

 

devem

ser

orevistos.

 

4.11.1.3.7

Durante

o ensaio

devem

ser

medidas

temperaturas

 

nas

juntas

e

em

ou

tros pontos que se suponham mais quentes

 

que

OS anteriormente

indicados;

essas

temperaturas na”o devemsercomputadas

no

c~lculo

 

da

temperatura

mgdia,

mas conside -

radas

na determinasao

da

temperatura

maxima.

4.11.1.3.8

 

Quando

urn pilar

 

ou

uma viga

forma

o

contorno

de

uma abertura

na

pare -

de,

o ensaio

deve

ser

realizado

 

de

acordo

corn 4.11.3

ou

4.11.4.

Se uma porta

for

incluida

na

amostra

dew

ser

aplicada

 

a

NBR 6479.

 

4.11.1.4

Detemina&

da resist&&a

ao fogo

 

0 julgamento

do,comportamento

 

de

parede

estrutural

 

6

feito

de

acordo

corn OS

re

   

-

quisitos

de 4.10

e

corn o

resultado

 

do

ensaio,

 

conforme

 

Capitulo

5.

4.11.2

 

Lajes

 

4.11.2.1

Caracteristicas

 

da

amostra

 

4.11.2.1.1

 

Quando

for

admitida

 

a contribui&,

 

de

urn acabamento

de

forro

ou

de

forro

suspense,

,pera

a

resistkcia

 

ao

fogo

de

uma laje

 

de

piso

ou

de

cobertura,

a

amostra

dew

incorporar

 

esse

acabamento

ou

esse

forro.

Se este

for

suspense,

dew

ser

instalado

nas

condiGoes

 

previstas

 

para

o

“so,

 

incluindo

se”

sistema

de

supor -

te

e

fixaGao.

Se na

pratica

0 fort-o

incorporar

 

luminirias

ou

insufladores

de

ar,es -

ta

condiGs

deve

ser

reproduzida

 

na

amostra.

 

4.11.2.1.2

 

Quando

nao

for

possivel

ensaiar,

em tamanho

natural,

uma amostra

de

la

 

-

je

apoiada

apenas

em,duas

bordas

opostas,

a parte

 

exposta

ao

fogo

nao

deve

ter

me

       

-

nos

que

2,5

m de

largura

 

por

4

m na dire&

 

do

vao.

 

4.11.2.1.3

No case

de

lajes

armadas

 

nas

duas

dire&es,

 

dew

ser

feito

urn

estudo

especial

para

a

fixaG;o

 

das

dimens&

da

amostra.

 

4.11.2.2

Vincuhs

 

As

condi&s

de apoio

e

de

vinculos

devemsatisfazer

 

5s

exigencias

de

4.3.2,

mas,

quando

Go

puderem

ser

definidas,

 

a amostra

deve

ser

ensaiada

simplesmente

apoia -

da.

4.11.2.3

Con&&es

 

do

ensaio

 

4.11.2.3.1

 

A amostra

deve

ser

exposta

ao

caior

 

na

sua

face

inferior.

 

NBR 5628/1880

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