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Balanço Energético da Transformação Química
Balanço Energético da Transformação
Química

Balanço energético da Transformação Química

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TERMODINÂMICA
TERMODINÂMICA
TERMODINÂMICA Determinação da distribuição dos produtos finais Cálculos dos calores de reacção (entalpia) (composição de equilíbrio)

Determinação da distribuição dos produtos finais

Cálculos dos calores de reacção

(entalpia)

(composição de equilíbrio)

Previsão da facilidade de

realização de uma dada

reacção

(constantes de equilíbrio e energia livre de Gibbs)

Balanço energético da Transformação Química

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Existem basicamente cinco funções termodinâmicas fundamentais -Energia interna (U) -Entalpia (H) -Energia livre de Gibbs (G)

Existem basicamente cinco funções termodinâmicas fundamentais

-Energia interna (U) -Entalpia (H) -Energia livre de Gibbs (G) -Energia livre de Helmhotz (A) -Entropia (S)

H  U  PV
H  U  PV

Balanço energético da Transformação Química

A  U  TS
A  U  TS
G  H  TS
G  H  TS

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Troca com o Exterior - Energia mecânica (Emec) - Energia calorifica (Ecal) - Energia elétrica (Ee)

Troca com o Exterior

  • - Energia mecânica (Emec)

  • - Energia calorifica (Ecal)

  • - Energia elétrica (Ee)

Estado 1 Estado 2
Estado 1
Estado 2

E 1 =E i +E p +E c +E s

Balanço energético da Transformação Química

LEI DA CONSERVAÇÃO ENERGIA
LEI DA CONSERVAÇÃO ENERGIA

E 2 =E 1 + E do ext. -E para ext.

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Variação de energia do sistema  Modificação de variáveis intensivas - Pressão - Temperatura - Entalpia

Variação de energia do sistema

  • Modificação de variáveis intensivas

    • - Pressão

    • - Temperatura

    • - Entalpia

    • - etc.

  • Modificação de variáveis extensivas

    • - Volume

    • - Entropia

    • - nº de moles

    • - etc.

  • Balanço energético da Transformação Química

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    Dois casos para seguir a evolução de um sistema reaccional  O caso em que durante

    Dois casos para seguir a evolução de um sistema reaccional

    • O caso em que durante a transformação há troca de

    calor e pressão constante ou variação de entalpia

    • O caso em que há troca de calor a volume constante ou

    variação de energia interna.

    Balanço energético da Transformação Química

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     Variação de Entalpia Associada a uma Reacção a A + b B ⇌ c C
    Variação de Entalpia Associada a uma Reacção
    a A + b B ⇌ c C + d D
     Variação de Entalpia Associada a uma Reacção a A + b B ⇌ c C

    A entalpia da reacção é calculada por:

     Variação de Entalpia Associada a uma Reacção a A + b B ⇌ c C

    onde:

    (H R ) T : variação de entalpia associada à reacção que ocorre à temperatura T

    H T (A i ): entalpia de uma mole de um composto A i à temperatura T

    Balanço energético da Transformação Química

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    e a entalpia de um mole de composto é definida como: Termo correctivo de entalpia para

    e a entalpia de um mole de composto é definida como:

    Termo correctivo de entalpia para a contribuição de A i no calor de mistura

    Variação de entalpia padrão de mudança de estado

    Entalpia padrão de formação da espécie A i à temperatura T 0

    i

    0

    f

    T 0
    T
    0

     A  H A  H A   A  H A  H
    A  H A  H A   A  H A  H
    0
    0
    0
    M
    A
    i
    T
    i
    T
    i
    T
    i
    T P
    i
    T
    i
    0

    H A  H

    T

    Variação de entalpia padrão entre as temperaturas T0 e T, sem mudança de estado

    Termo correctivo de entalpia para P≠1 atm

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    Variação de entalpia molar entre duas temperaturas (T1 e T2) Cp(A ): calor específico molar do

    Variação de entalpia molar entre duas temperaturas (T1 e T2)

    Variação de entalpia molar entre duas temperaturas (T1 e T2) Cp(A ): calor específico molar do

    Cp(A i ): calor específico molar do composto A i

    Numa transformação química, o calor posto em jogo (P=const.)

    Q T T  H H H

    p

    0

    ,

    T

    T T

    0

    T 0
    T
    0

    Para 1 mole

    Q

    p

    T

    0

    , T  

    H

    T

    T

    0

    A

    i

    H

    T

    A

    i

    H

    T 0
    T
    0

    A

    i

    T

    C A dT

    p

    i

    T

    0

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    Quando se pretende calcular a entalpia de reacção para 1 atm (condições padrão)   0

    Quando se pretende calcular a entalpia de reacção para 1 atm (condições padrão)

    0

    R T 0

     

    i

    H A

    T 0

    i

    0

    i

    )

    H

    i

    0

    (

    H A

    f

    i

    • i T 0

    tabelados
    tabelados

    Para T≠T 0 (temperatura de referência)

    H

    0

    R T

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      T 0   H 0   Cp    dT 0
    T 0
     
    H
    0
    Cp    dT
    0
     
    R T 0
    i
    p
      
    , i
    T
    i
    tabelados

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     Caso de Sistemas Complexos Definidos por R Relações Estequiométricas A entalpia de uma reacção j
    Caso de Sistemas Complexos Definidos por R Relações
    Estequiométricas
    A entalpia de uma reacção j pode ser calculada por:

     

    H

    j

    T

    H A

    ij

    T

    i

    A variação de entalpia associada a cada reacção j cujo grau de avanço

    é definido por j será calculada por:

       H   H   H A   j T j
    
    
    H
    H
     H A
    
    j
    T
    j
    j
    T
    j
    ij
    T
    i

    A variação global para diferentes graus de avanço 1 , 2 ,… R , será:

    Balanço energético da Transformação Química

        H    H T j j T j
     
     
    H
    H
    T
    j
    j
    T
    j

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    H 2 P 1 , T 1 ,n 1,1 , …n s,1 , n i P
    H 2 P 1 , T 1 ,n 1,1 , …n s,1 , n i P
    H
    2
    P 1 , T 1 ,n 1,1 , …n s,1 , n i
    P 2 , T 2 ,n 1,2 , …n s,2 , n i
    1
    Estado 1
    Estado 2
    H
    0
    H
    2
    1
    0
    
    H
    j
    j
    T
    Estado
    Intermédio 1
    0
    Estado
    Intermédio 2
    P=1atm, T 0 ,n 1,1 , …n s,1 , n i
    P=1atm, T 0 ,n 1,2 , …n s,2 , n i
    n 1,1 ,…n 1,s : nº moles da espécie
    A 1 …A s no estado 1
    2
    0
    2
     H   H 
    
    H
     
    H
    n 1,2 ,…n s,2 : nº moles da espécie
    A 1 …A s no estado 2
    1
    1
    j
    j
    T
    0
    0
    ni: nº moles de inertes

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     Exercício 8
    Exercício 8

    O óxido de etileno é produzido por oxidação directa com ar usando um catalisador (prata sobre suporte conveniente)(. Suponha que a alimentação entra num reactor tubular a 200ºC e que contém 5% etileno e 95% de ar (%s molares). Se a temperatura à saída não exceder os 260ºC, é possível converter 50% do etileno a óxido, embora 40% seja também completamente queimado a dióxido

    de carbono. Que quantidade de calor deve ser removida do reactor, por mole de

    alimentação de etileno, de forma a não exceder a temperatura limite.

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