Vous êtes sur la page 1sur 51

Curso Teórico Prático de Aromaterapia

1º Curso Teórico Prático de Aromaterapia Hospital Distrital de Pombal
1º Curso Teórico Prático
de Aromaterapia
Hospital Distrital de
Pombal
PRINCÍPIOS ORIENTADORES DA FORMAÇÃO Ft. João Pedro da Fonseca
PRINCÍPIOS
ORIENTADORES DA
FORMAÇÃO
Ft. João Pedro da Fonseca

Hospital Distrital de Pombal

Curso Teórico Prático de Aromaterapia

De uma forma sintética, e utilizando palavras de António Nóvoa, estes são os princípios orientadores
De uma forma sintética, e utilizando
palavras de António Nóvoa, estes são os
princípios orientadores da formação.
Fonseca, J.P., Martins, C., Rosado, M.L.
Pombal, 20 de Novembro de 2004
3
Fonseca, J.P., Martins, C., Rosado, M.L. Pombal, 20 de Novembro de 2004 4
Fonseca, J.P., Martins, C., Rosado, M.L.
Pombal, 20 de Novembro de 2004
4

Hospital Distrital de Pombal

Curso Teórico Prático de Aromaterapia

PROCESSOPROCESSO CLÍNICOCLÍNICO EMEM FISIOTERAPIAFISIOTERAPIA Ft. Maria da Lapa Rosado
PROCESSOPROCESSO CLÍNICOCLÍNICO EMEM
FISIOTERAPIAFISIOTERAPIA
Ft. Maria da Lapa Rosado
PROCESSOPROCESSO CLÍNICOCLÍNICO Informação compilada pelos profissionais de saúde, na história clínica de um
PROCESSOPROCESSO CLÍNICOCLÍNICO
Informação compilada pelos
profissionais de saúde, na história
clínica de um paciente, contendo os
resultados dos exames, os detalhes
da intervenção e anotações de
evolução. É o registo legal dos
cuidados.
Imperatori, 1999.
Fonseca, J.P., Martins, C., Rosado, M.L.
Pombal, 20 de Novembro de 2004
6

Hospital Distrital de Pombal

Curso Teórico Prático de Aromaterapia

PROCESSOPROCESSO CLÍNICOCLÍNICO EMEM FISIOTERAPIAFISIOTERAPIA Aplicação de uma abordagem de resolução de
PROCESSOPROCESSO CLÍNICOCLÍNICO EMEM
FISIOTERAPIAFISIOTERAPIA
Aplicação de uma abordagem de resolução
de problemas aos cuidados de Fisioterapia.
As fases são:
Avaliação
Diagnóstico em Fisioterapia
Planeamento da intervenção
Implementação da intervenção
Re-avaliação
RaciocínioRaciocínio
ClínicoClínico
Fonseca, J.P., Martins, C., Rosado, M.L.
Pombal, 20 de Novembro de 2004
7
RACIOCÍNIORACIOCÍNIO CLÍNICOCLÍNICO Processo cognitivo utilizado na avaliação e intervenção de um paciente, num
RACIOCÍNIORACIOCÍNIO CLÍNICOCLÍNICO
Processo cognitivo utilizado na
avaliação e intervenção de um
paciente, num contexto específico:
prática clínica do Fisioterapeuta.
Jones, 1992; 1995.
Fonseca, J.P., Martins, C., Rosado, M.L.
Pombal, 20 de Novembro de 2004
8

Hospital Distrital de Pombal

Curso Teórico Prático de Aromaterapia

MODELOMODELO DEDE RACIOCÍNIORACIOCÍNIO CLÍNICOCLÍNICO ((BarrowsBarrows && FeltovichFeltovich,, 1987)1987)
MODELOMODELO DEDE RACIOCÍNIORACIOCÍNIO
CLÍNICOCLÍNICO ((BarrowsBarrows && FeltovichFeltovich,, 1987)1987)
Levantamento de múltiplas hipóteses,
não específicas.
Refinamento das hipóteses
levantadas, que servem de guia para a
recolha de dados.
Construção do problema.
Decisão diagnostica.
Fonseca, J.P., Martins, C., Rosado, M.L.
Pombal, 20 de Novembro de 2004
9
Conceito Inicial dos Problemas Construção Precoce de Hipóteses Exame Exame Subjectivo Objectivo
Conceito Inicial dos Problemas
Construção Precoce de Hipóteses
Exame
Exame
Subjectivo
Objectivo
DiagnósticoDiagnóstico emem FisioterapiaFisioterapia
Testar as
Intervenção
Hipóteses /
Re-avaliação
Fonseca, J.P., Martins, C., Rosado, M.L.
Pombal, 20 de Novembro de 2004
10

Hospital Distrital de Pombal

Curso Teórico Prático de Aromaterapia

Exame Subjectivo 1. Body Chart 2. Comportamento dos sintomas 3. Questões complementares 4. História clínica
Exame Subjectivo
1. Body Chart
2. Comportamento dos sintomas
3. Questões complementares
4. História clínica actual
5. História clínica anterior
6. Antecedentes pessoais
Fonseca, J.P., Martins, C., Rosado, M.L.
Pombal, 20 de Novembro de 2004
11
COMUNICAÇÃOCOMUNICAÇÃO O Fisioterapeuta na sua intervenção clínica utiliza as competências que o auxiliam na
COMUNICAÇÃOCOMUNICAÇÃO
O Fisioterapeuta na sua intervenção clínica
utiliza as competências que o auxiliam na
compreensão do comportamento e reacções
do utente.
É necessário facilitar o à vontade do
utente, especialmente se este já teve
vários episódios de intervenção em
Fisioterapia sem resultados.
Fonseca, J.P., Martins, C., Rosado, M.L.
Pombal, 20 de Novembro de 2004
12

Hospital Distrital de Pombal

Curso Teórico Prático de Aromaterapia

COMUNICAÇÃOCOMUNICAÇÃO A insatisfação decorrente da má comunicação clínica constitui a queixa mais comum dos
COMUNICAÇÃOCOMUNICAÇÃO
A insatisfação decorrente da má
comunicação clínica constitui a queixa
mais comum dos utentes, e é
responsável pela não adesão ao
tratamento (Gask, 2000).
Também o silêncio é fundamental no processo
de comunicação e pode significar atitude de
escuta ou corte de comunicação.
Fonseca, J.P., Martins, C., Rosado, M.L.
Pombal, 20 de Novembro de 2004
13
DesenvolvimentoDesenvolvimento dede CompetênciasCompetências EspecíficasEspecíficas dede comunicaçãocomunicação
DesenvolvimentoDesenvolvimento dede CompetênciasCompetências
EspecíficasEspecíficas dede comunicaçãocomunicação
O FT examina o utente para chegar ao
diagnóstico em Fisioterapia, tendo sempre
presente:
saber porque o utente veio aqui e agora com a
sua queixa específica;
identificar os problemas do utente que
perturbem a capacidade de adesão ao
tratamento.
Fonseca, J.P., Martins, C., Rosado, M.L.
Pombal, 20 de Novembro de 2004
14

Hospital Distrital de Pombal

Curso Teórico Prático de Aromaterapia

Utilização de Competências de Comunicação Não Verbal • A postura do FT na entrevista reflecte
Utilização de Competências de
Comunicação Não Verbal
• A postura do FT na entrevista reflecte as
competências de comunicação não verbal,
estabelecendo empatia com o utente.
• A entrevista deve decorrer num espaço físico
reservado respeitando a privacidade do utente.
• A forma como o FT se apresenta ao utente,
como o cumprimenta e a imagem que
transparece, são factores importantes a
considerar e revelam a nossa disponibilidade de
escuta.
Fonseca, J.P., Martins, C., Rosado, M.L.
Pombal, 20 de Novembro de 2004
15
COMPETÊNCIASCOMPETÊNCIAS NÃONÃO VERBAISVERBAIS EMEM FISIOTERAPIAFISIOTERAPIA O Fisioterapeuta comunica efectivamente
COMPETÊNCIASCOMPETÊNCIAS NÃONÃO VERBAISVERBAIS EMEM
FISIOTERAPIAFISIOTERAPIA
O Fisioterapeuta comunica efectivamente
com este melhorando a qualidade da
intervenção.
O Ft na sua formação base adquire
competências para as utilizar sempre que
necessário.
Fonseca, J.P., Martins, C., Rosado, M.L.
Pombal, 20 de Novembro de 2004
16

Hospital Distrital de Pombal

Curso Teórico Prático de Aromaterapia

COMPETÊNCIASCOMPETÊNCIAS NÃONÃO VERBAISVERBAIS EMEM FISIOTERAPIAFISIOTERAPIA ((ContCont.).) Estas competências
COMPETÊNCIASCOMPETÊNCIAS NÃONÃO VERBAISVERBAIS EMEM
FISIOTERAPIAFISIOTERAPIA ((ContCont.).)
Estas competências facilitam, melhoram,
optimizam a sua intervenção.
Estas competências podem ser
potencializadas com a clínica, tornando-se
uma mais valia.
Fonseca, J.P., Martins, C., Rosado, M.L.
Pombal, 20 de Novembro de 2004
17
COMPETÊNCIASCOMPETÊNCIAS NÃONÃO VERBAISVERBAIS EMEM FISIOTERAPIAFISIOTERAPIA ((ContCont.).) Podem ser treinadas de
COMPETÊNCIASCOMPETÊNCIAS NÃONÃO VERBAISVERBAIS EMEM
FISIOTERAPIAFISIOTERAPIA ((ContCont.).)
Podem ser treinadas de forma sistemática
e consciente e, esta aprendizagem torna-se
automática.
Os recém formados reconhecem a sua
importância mas, não as utilizam com
eficácia (Dockrell, 1988).
Podem ser treinadas de forma sistemática
e consciente e, esta aprendizagem torna-se
automática.
Fonseca, J.P., Martins, C., Rosado, M.L.
Pombal, 20 de Novembro de 2004
18

Hospital Distrital de Pombal

Curso Teórico Prático de Aromaterapia

COMPETÊNCIASCOMPETÊNCIAS NÃONÃO VERBAISVERBAIS EMEM FISIOTERAPIAFISIOTERAPIA ((ContCont.).) Padrão 12 Dockrell
COMPETÊNCIASCOMPETÊNCIAS NÃONÃO VERBAISVERBAIS EMEM
FISIOTERAPIAFISIOTERAPIA ((ContCont.).)
Padrão 12
Dockrell (1988), Hargreaves (1987), Perry
(1975); são unânimes nas 3 formas de
comunicação não verbal:
•• ContactoContacto visualvisual
•• ExpressãoExpressão facialfacial
•• EscutaEscuta activaactiva
Fonseca, J.P., Martins, C., Rosado, M.L.
Pombal, 20 de Novembro de 2004
19
ExpressãoExpressão FacialFacial Multiplicidade de significados. Início do episódio de intervenção: 1º contacto.
ExpressãoExpressão FacialFacial
Multiplicidade de significados.
Início do episódio de intervenção:
1º contacto.
Expressão sorridente/agradável.
Relação Fisioterapeuta – utente:
Reacção aos sinais mais óbvios:
Palavras
Estereótipos
Expressões faciais
Gestos
(Dittman,1972)
Fonseca, J.P., Martins, C., Rosado, M.L.
Pombal, 20 de Novembro de 2004
20

Hospital Distrital de Pombal

Curso Teórico Prático de Aromaterapia

ExpressãoExpressão FacialFacial ((ContCont.).) Relação Fisioterapeuta – utente: Interesse e preocupação perante
ExpressãoExpressão FacialFacial
((ContCont.).)
Relação Fisioterapeuta – utente:
Interesse e preocupação perante o
utente.
Ligação e confiança no Fisioterapeuta
MotivaçãoMotivação dodo UtenteUtente
Fonseca, J.P., Martins, C., Rosado, M.L.
Pombal, 20 de Novembro de 2004
21
CONTACTOCONTACTO VISUALVISUAL Sugere interesse e respeito pelo utente (Banville, 1978). Transmite consideração para
CONTACTOCONTACTO VISUALVISUAL
Sugere interesse e respeito pelo
utente (Banville, 1978).
Transmite consideração para com o
utente.
A ausência pode indicar desinteresse
ou enfado.
Fonseca, J.P., Martins, C., Rosado, M.L.
Pombal, 20 de Novembro de 2004
22

Hospital Distrital de Pombal

Curso Teórico Prático de Aromaterapia

OBSERVAÇÃO,OBSERVAÇÃO, ESCUTAESCUTA EE UTILIZAÇÃOUTILIZAÇÃO DODO SILÊNCIOSILÊNCIO Competências de
OBSERVAÇÃO,OBSERVAÇÃO, ESCUTAESCUTA EE
UTILIZAÇÃOUTILIZAÇÃO DODO SILÊNCIOSILÊNCIO
Competências de observação e escuta.
A postura do utente releva o seu estado de
espírito.
sinais sempre observáveis.
Escutar pode revelar muito ao FT:
Emissão de sinais não verbais,
Estimular o utente a falar
Escuta total pressupõe compreensão dos
sentimentos (Sutcliffe,1970; Banville, 1978).
Fonseca, J.P., Martins, C., Rosado, M.L.
Pombal, 20 de Novembro de 2004
23
OBSERVAÇÃO,OBSERVAÇÃO, ESCUTAESCUTA EE UTILIZAÇÃOUTILIZAÇÃO DODO SILÊNCIOSILÊNCIO ((ContCont.).) As
OBSERVAÇÃO,OBSERVAÇÃO, ESCUTAESCUTA EE
UTILIZAÇÃOUTILIZAÇÃO DODO SILÊNCIOSILÊNCIO
((ContCont.).)
As competências de escuta devem
estar combinadas com a compreensão
do poder do silêncio.
Necessidade de reflexão do utente.
Respeito do silêncio por parte do FT.
Fonseca, J.P., Martins, C., Rosado, M.L.
Pombal, 20 de Novembro de 2004
24

Hospital Distrital de Pombal

Curso Teórico Prático de Aromaterapia

A expressão facial é considerada a competência de comunicação não verbal, mais importante. Comportamento não
A expressão facial é considerada a
competência de comunicação não
verbal, mais importante.
Comportamento não verbal
Facilita a intervenção clínica
Atmosfera agradável
Clarifica as instruções verbais
FT consciente do seu comportamento não
verbal
Eficiência da intervenção
Fonseca, J.P., Martins, C., Rosado, M.L.
Pombal, 20 de Novembro de 2004
25
Espera-se do FT como profissional de saúde que intervenha e eduque o utente. Verificou-se com
Espera-se do FT como profissional de
saúde que intervenha e eduque o utente.
Verificou-se com a pesquisa que os alunos
têm o conhecimento da comunicação
interpessoal.
Os alunos estão equipados com as
competências de comunicação mas há que
desenvolvê-las.
Fonseca, J.P., Martins, C., Rosado, M.L.
Pombal, 20 de Novembro de 2004
26

Hospital Distrital de Pombal

Curso Teórico Prático de Aromaterapia

Exame Objectivo Testar as hipóteses levantadas. SIN Medir Fonseca, J.P., Martins, C., Rosado, M.L. Pombal,
Exame Objectivo
Testar as hipóteses levantadas.
SIN
Medir
Fonseca, J.P., Martins, C., Rosado, M.L.
Pombal, 20 de Novembro de 2004
27
REGISTOS: Identificação Diagnóstico médico Dados relevantes Indicação clínica Início do episódio de
REGISTOS:
Identificação
Diagnóstico médico
Dados relevantes
Indicação clínica
Início do episódio
de cuidados
Intercorrências
Consentimento
informado
EXAME
Hist. sócio-
familiar/Estilo de vida
Actividade Profissional
Funcionalidade
(Escalas)
Hist. clínica anterior e
actual
Contra-indicações
Precauções/Alergias
Fonseca, J.P., Martins, C., Rosado, M.L.
Pombal, 20 de Novembro de 2004
28

Hospital Distrital de Pombal

Curso Teórico Prático de Aromaterapia

TIPO DE DOR VARIAÇÃO DA INTENSIDADE DA DOR DOR CONSTANTE (sempre com dor) PIOR DE
TIPO DE DOR
VARIAÇÃO DA INTENSIDADE DA
DOR
DOR CONSTANTE (sempre com
dor)
PIOR DE MANHÃ
PIOR À TARDE
DOR PERIÓDICA (um ou mais dias
por semana)
PIOR À NOITE
NÃO VARIA
DOR OCASIONAL (menos de uma
vez por semana)
PERTURBA O SONO
NÃO PERTURBA O SONO
O
QUE AGRAVA
O
QUE ALIVIA
DOR
PALPAÇÃO
MOVIMENTO PASSIVO
Pontos Trigger
T
Localizada ///
Normal
Tender
Irradiada
X
Doloroso
P
Hipomóvel
Parestesias :::
X P
Hipermóvel
~
Segmento Rígido
Proeminente
Dor
Espessamento
||
Edemas
&
Fonseca, J.P., Martins, C., Rosado, M.L.
Pombal, 20 de Novembro de 2004
29
Postura Força muscular Amplitudes articulares Ajudas técnicas/Material Marcha Diagnóstico em Fisioterapia
Postura
Força muscular
Amplitudes
articulares
Ajudas
técnicas/Material
Marcha
Diagnóstico em
Fisioterapia
Principais
problemas
Objectivos de
intervenção
Plano de
intervenção/Imple
mentação
Fonseca, J.P., Martins, C., Rosado, M.L.
Pombal, 20 de Novembro de 2004
30

Hospital Distrital de Pombal

Curso Teórico Prático de Aromaterapia

Anexos/ Investigação relevante Nota de progresso Avaliação intercalar Consulta NOTA DE ALTA Dor Instrumentos
Anexos/
Investigação
relevante
Nota de progresso
Avaliação
intercalar
Consulta
NOTA DE ALTA
Dor
Instrumentos de
medida utilizados
Ajudas
técnicas/Material
Funcionalidade
(Escalas)
Nº de sessões
realizadas no episódio
de intervenção
Fonseca, J.P., Martins, C., Rosado, M.L.
Pombal, 20 de Novembro de 2004
31
MEDIDAMEDIDA EMEM FISIOTERAPIAFISIOTERAPIA A passagem da linguagem qualitativa para uma linguagem quantitativa é hoje
MEDIDAMEDIDA EMEM FISIOTERAPIAFISIOTERAPIA
A passagem da linguagem qualitativa
para uma linguagem quantitativa é
hoje fundamental na prática clínica
(Branco, 2004).
A linguagem metrológica é hoje
fundamental porque só ela permite
seguir eficazmente os pacientes (Branco,
2004).
Fonseca, J.P., Martins, C., Rosado, M.L.
Pombal, 20 de Novembro de 2004
32

Hospital Distrital de Pombal

Curso Teórico Prático de Aromaterapia

MEDIDAMEDIDA EMEM FISIOTERAPIAFISIOTERAPIA O processo de avaliação é uma das etapas fundamentais da intervenção do
MEDIDAMEDIDA EMEM FISIOTERAPIAFISIOTERAPIA
O processo de avaliação é uma das etapas
fundamentais da intervenção do
Fisioterapeuta.
A avaliação refere-se à informação
recolhida sobre o paciente relacionada com
o seu problema actual, devendo-se basear
na utilização de instrumentos de medida de
avaliação de resultados.
(APF, 2003).
Fonseca, J.P., Martins, C., Rosado, M.L.
Pombal, 20 de Novembro de 2004
33
MEDIDAMEDIDA EMEM FISIOTERAPIAFISIOTERAPIA A avaliação é um processo de recolha de dados, atribuição de valores,
MEDIDAMEDIDA EMEM FISIOTERAPIAFISIOTERAPIA
A avaliação é um processo de recolha de
dados, atribuição de valores, determinação
de quantidade e qualidade de uma
característica, sinal ou sintoma (Canfield, 1989).
A recolha de dados é o alicerce para o
processo de raciocínio clínico em função do
qual o Fisioterapeuta estabelece o plano de
intervenção.
Fonseca, J.P., Martins, C., Rosado, M.L.
Pombal, 20 de Novembro de 2004
34

Hospital Distrital de Pombal

Curso Teórico Prático de Aromaterapia

MEDIDAMEDIDA EMEM FISIOTERAPIAFISIOTERAPIA A avaliação e a medida em Fisioterapia são elementos fundamentais na
MEDIDAMEDIDA EMEM FISIOTERAPIAFISIOTERAPIA
A avaliação e a medida em Fisioterapia são
elementos fundamentais na prática clínica,
tanto a nível da intervenção como da
investigação (Rothstein, 1985).
O Fisioterapeuta, quando recolhe dados,
utiliza um instrumento de medida, e deve
questionar vários aspectos.
Fonseca, J.P., Martins, C., Rosado, M.L.
Pombal, 20 de Novembro de 2004
35
MEDIDAMEDIDA EMEM FISIOTERAPIAFISIOTERAPIA O Fisioterapeuta deve usar escalas validadas. A validade deve referir
MEDIDAMEDIDA EMEM FISIOTERAPIAFISIOTERAPIA
O Fisioterapeuta deve usar escalas
validadas.
A validade deve referir especificamente a
utilidade dos dados recolhidos.
O Fisioterapeuta deve seleccionar um
instrumento de medida, validado para o
contexto em que é aplicado e relevante
para os problemas do paciente, e deve ter
competência e experiência necessária para
o aplicar e interpretar.
(Wade, 2004).
Fonseca, J.P., Martins, C., Rosado, M.L.
Pombal, 20 de Novembro de 2004
36

Hospital Distrital de Pombal

Curso Teórico Prático de Aromaterapia

MEDIDAMEDIDA EMEM FISIOTERAPIAFISIOTERAPIA O instrumento de medida deve ser: válido, fiável, sensível. Quando se
MEDIDAMEDIDA EMEM FISIOTERAPIAFISIOTERAPIA
O instrumento de medida deve ser:
válido,
fiável,
sensível.
Quando se descrevem instrumentos
de recolha de dados, descrevem-se os
resultados e conclusões.
Fonseca, J.P., Martins, C., Rosado, M.L.
Pombal, 20 de Novembro de 2004
37
MEDIDAMEDIDA EMEM FISIOTERAPIAFISIOTERAPIA EVA ( Huskisson, 1974; Direcção – Geral de Saúde, 2003) HAQ (Santos
MEDIDAMEDIDA EMEM FISIOTERAPIAFISIOTERAPIA
EVA ( Huskisson, 1974; Direcção – Geral de Saúde, 2003)
HAQ (Santos et al. 1996)
Lequesne Index (Nunes et al. 2002)
Owestry Low Back Pain (Fairbank & Pynset, 2000)
STREAM (Oliveira et al. 2001 & Rodrigues et al. 2001)
Easy Care (Sousa & Figueiredo, 2000)
Berg Balance Score (Berg et al. 1989; Capucho, 1998;
Mósca, 2001)
Fonseca, J.P., Martins, C., Rosado, M.L.
Pombal, 20 de Novembro de 2004
38

Hospital Distrital de Pombal

Curso Teórico Prático de Aromaterapia

DIAGNÓSTICODIAGNÓSTICO EMEM FISIOTERAPIAFISIOTERAPIA Aparece, quer independentemente quer em conjunto com o
DIAGNÓSTICODIAGNÓSTICO EMEM
FISIOTERAPIAFISIOTERAPIA
Aparece, quer independentemente quer em
conjunto com o diagnóstico médico. É
geralmente expresso em termos de como
uma condição compromete a função do
paciente (WCPT, 2001).
O diagnóstico em Ft obtém-se pela
classificação da direcção do movimento ou
stress, quando acompanhados por dor
(Sahrmann, 2002).
Fonseca, J.P., Martins, C., Rosado, M.L.
Pombal, 20 de Novembro de 2004
39
DIAGNÓSTICODIAGNÓSTICO EMEM FISIOTERAPIAFISIOTERAPIA Ao diagnóstico, é dado o nome do(s) movimento(s) ou
DIAGNÓSTICODIAGNÓSTICO EMEM
FISIOTERAPIAFISIOTERAPIA
Ao diagnóstico, é dado o nome do(s)
movimento(s) ou alinhamento postural,
em relação ao(s) qual(is) o paciente
apresenta queixas de dor ou
incapacidade funcional (execução
incorrecta do movimento /
desequilíbrio muscular) (Sahrmann, 2002).
Fonseca, J.P., Martins, C., Rosado, M.L.
Pombal, 20 de Novembro de 2004
40

Hospital Distrital de Pombal

Curso Teórico Prático de Aromaterapia

DIAGNÓSTICODIAGNÓSTICO EMEM FISIOTERAPIAFISIOTERAPIA Para chegar a um diagnóstico em Ft é necessário identificar a
DIAGNÓSTICODIAGNÓSTICO EMEM
FISIOTERAPIAFISIOTERAPIA
Para chegar a um diagnóstico em Ft é
necessário identificar a expressão do
sintoma (dor) e desequilíbrios e a sua
expressão no sistema locomotor, de
forma a permitir categorizar o nível
de função e qualidade de vida.
Fonseca, J.P., Martins, C., Rosado, M.L.
Pombal, 20 de Novembro de 2004
41
Fitoterapia e Fisioterapia Ft. Carla d’Albergaria Martins
Fitoterapia e Fisioterapia
Ft. Carla d’Albergaria Martins

Hospital Distrital de Pombal

Curso Teórico Prático de Aromaterapia

Fitoterapia Origem Regulamentação Plantas Medicinais Aromaterapia Fonseca, J.P., Martins, C., Rosado, M.L. Pombal,
Fitoterapia
Origem
Regulamentação
Plantas Medicinais
Aromaterapia
Fonseca, J.P., Martins, C., Rosado, M.L.
Pombal, 20 de Novembro de 2004
43
Fitoterapia “A terapêutica das através das plantas” Grego: Therapeia (tratamento) Phyton (vegetal) Fonseca,
Fitoterapia
“A terapêutica das através das plantas”
Grego: Therapeia (tratamento)
Phyton (vegetal)
Fonseca, J.P., Martins, C., Rosado, M.L.
Pombal, 20 de Novembro de 2004
44

Hospital Distrital de Pombal

Curso Teórico Prático de Aromaterapia

Fitoterapia Origem empírica transmissão oral algumas descrições em livros Hipócrates na antiguidade
Fitoterapia
Origem
empírica
transmissão oral
algumas descrições em livros
Hipócrates na antiguidade
medicamentos
vegetais
Fonseca, J.P., Martins, C., Rosado, M.L.
Pombal, 20 de Novembro de 2004
45
Fitoterapia Séc.XIX: Início da farmacologia síntese química na obtenção de novas moléculas; A utilização
Fitoterapia
Séc.XIX:
Início da farmacologia
síntese química na
obtenção de novas
moléculas;
A utilização directa das plantas medici-
nais, iria desaparecer dos países em de-
senvolvimento.
Fonseca, J.P., Martins, C., Rosado, M.L.
Pombal, 20 de Novembro de 2004
46

Hospital Distrital de Pombal

Curso Teórico Prático de Aromaterapia

Fitoterapia Séc. XX (anos 60): Renovado interesse dos países ocidentais (Alemanha,França, Reino Unido e EUA)
Fitoterapia
Séc. XX (anos 60):
Renovado interesse dos países
ocidentais
(Alemanha,França, Reino Unido e EUA)
que readquirem formas farmacêuticas
mais elaboradas de formação vegetal
Fonseca, J.P., Martins, C., Rosado, M.L.
Pombal, 20 de Novembro de 2004
47
Fitoterapia Séc. XX (anos 60): Comprimidos Infusão Cápsulas Tinturas Gélulas Cozimento Nebulizados Fonseca,
Fitoterapia
Séc. XX (anos 60):
Comprimidos
Infusão
Cápsulas
Tinturas
Gélulas
Cozimento
Nebulizados
Fonseca, J.P., Martins, C., Rosado, M.L.
Pombal, 20 de Novembro de 2004
48

Hospital Distrital de Pombal

Curso Teórico Prático de Aromaterapia

Fitoterapia Actualmente: Deixou de se fundamentar no uso tradicional. É cada vez mais suportada nos
Fitoterapia
Actualmente:
Deixou de se fundamentar no uso
tradicional.
É cada vez mais suportada nos aspectos de
quantidade, eficácia e segurança, pelo
aumento da investigação.
Fonseca, J.P., Martins, C., Rosado, M.L.
Pombal, 20 de Novembro de 2004
49
Fitoterapia OMS (Organização Mundial de Saúde) Promove reuniões internacionais para criar melhores condições no
Fitoterapia
OMS (Organização Mundial de Saúde)
Promove reuniões internacionais para
criar melhores condições no que diz
respeito à qualidade, eficácia e
segurança dos medicamentos vegetais.
Cria directivas conducentes a darem a
estes produtos as maiores garantias
ao consumidor.
Fonseca, J.P., Martins, C., Rosado, M.L.
Pombal, 20 de Novembro de 2004
50

Hospital Distrital de Pombal

Curso Teórico Prático de Aromaterapia

Fitoterapia EU Directiva 91/507/CEE Serem produtos com actividade farmacológica contendo como substâncias activas
Fitoterapia
EU
Directiva 91/507/CEE
Serem produtos com actividade farmacológica contendo como
substâncias activas partes aéreas ou subterrâneas de plantas, ou
de outra matéria vegetal e as suas combinações no estado
natural ou após transformação galénicas.
O material vegetal inclui plantas fragmentadas ou em pó, sumos,
gomas, extractos, óleos essenciais, e qualquer outro material
desta natureza, ou produtos que sejam obtidos por processos
que envolvam fraccionamento, purificação ou concentração.
Fonseca, J.P., Martins, C., Rosado, M.L.
Pombal, 20 de Novembro de 2004
51
Fitoterapia Directiva 91/507/CEE (continuação) Os medicamentos à base de plantas podem conter, para além dos
Fitoterapia
Directiva 91/507/CEE (continuação)
Os medicamentos à base de plantas podem conter, para além
dos produtos activos, excipientes.
Medicamentos contendo produtos de origem vegetal,
combinados com produtos químicos activos
farmacologicamente, mesmo que sejam isolados de plantas,
não são considerados medicamentos à base de plantas.
Fonseca, J.P., Martins, C., Rosado, M.L.
Pombal, 20 de Novembro de 2004
52

Hospital Distrital de Pombal

Curso Teórico Prático de Aromaterapia

Directiva 91/507/CEE Comissão Europeia do Ministério de saúde Alemão Publicações de monografias de fármacos
Directiva 91/507/CEE
Comissão Europeia do Ministério de
saúde Alemão
Publicações de monografias de fármacos vegetais
(eficácia, contra-indicações e efeitos secundários).
ESCOP ( European Scientific Cooperation on Phytotherapy)
Reuniões científicas e publicações
(aumento do conhecimento cientifico dos produtos
naturais).
Fonseca, J.P., Martins, C., Rosado, M.L.
Pombal, 20 de Novembro de 2004
53
Fitoterapia Plantas Medicinais Agricultura Factores contaminantes Conservação Validade Fonseca, J.P., Martins, C.,
Fitoterapia
Plantas Medicinais
Agricultura
Factores contaminantes
Conservação
Validade
Fonseca, J.P., Martins, C., Rosado, M.L.
Pombal, 20 de Novembro de 2004
54

Hospital Distrital de Pombal

Curso Teórico Prático de Aromaterapia

Fitoterapia Agricultura: Colheita espontânea está em declínio (motivos ecológicos; conservação das espécies
Fitoterapia
Agricultura:
Colheita espontânea está em declínio
(motivos ecológicos; conservação das espécies vegetais e devido à
grande variabilidade na sua composição).
A agricultura é o processo mais
utilizado
(Fácil colheita mecânica, pode ser cultivada a variedade química que
interessa ou extracção de um determinado constituinte activo)
Agricultura biológica/ não biológica
(pesticidas/efeito tóxico)
Fonseca, J.P., Martins, C., Rosado, M.L.
Pombal, 20 de Novembro de 2004
55
Fitoterapia Factores contaminantes: Culturas junto a auto-estradas e certos terrenos. (plantas com elevados teores de
Fitoterapia
Factores contaminantes:
Culturas junto a auto-estradas e certos
terrenos.
(plantas com elevados teores de metais pesados, chumbo,
mercúrio e cádmio; microorganismos provocados pelos níveis
de água dos terrenos).
Esterilização.
(óxido de etileno, proibido na EU produto tóxico, radiação
ionizante
Que altera os constituintes)
Fonseca, J.P., Martins, C., Rosado, M.L.
Pombal, 20 de Novembro de 2004
56

Hospital Distrital de Pombal

Curso Teórico Prático de Aromaterapia

Fitoterapia Conservação: Secagem (ar livre, calor solar, sombras, estufas de ar quente infravermelhos)
Fitoterapia
Conservação:
Secagem
(ar livre, calor solar, sombras, estufas de ar quente
infravermelhos)
(temperatura, folhas e partes aéreas floridas 20º a 30º, cascas
e raízes, 50º a 70º).
Conservação
(luz, temperatura e humidade recipientes herméticos).
Fonseca, J.P., Martins, C., Rosado, M.L.
Pombal, 20 de Novembro de 2004
57
Fitoterapia Validade: Estabilidade dos constituintes activos (1 ano e meio a 3 anos) Fonseca, J.P.,
Fitoterapia
Validade:
Estabilidade dos constituintes activos
(1 ano e meio a 3 anos)
Fonseca, J.P., Martins, C., Rosado, M.L.
Pombal, 20 de Novembro de 2004
58

Hospital Distrital de Pombal

Curso Teórico Prático de Aromaterapia

Fitoterapia A planta é seleccionada de acordo com o tipo de constituintes activos responsáveis pela
Fitoterapia
A
planta é seleccionada de acordo com o
tipo de constituintes activos responsáveis
pela sua acção.
Efeito farmacológico
Efeito adverso
Fonseca, J.P., Martins, C., Rosado, M.L.
Pombal, 20 de Novembro de 2004
59
Fitoterapia Os processos modernos de isolamento e de elucidação estrutural têm vindo a identificar cada
Fitoterapia
Os processos modernos de isolamento e de
elucidação estrutural têm vindo a
identificar cada vez mais os constituintes
activos das plantas.
A planta para além dos constituintes
activos possui também outros compostos
que podem influenciar a sua acção,
protegendo os constituintes activos.
Fonseca, J.P., Martins, C., Rosado, M.L.
Pombal, 20 de Novembro de 2004
60

Hospital Distrital de Pombal

Curso Teórico Prático de Aromaterapia

Fitoterapia A acção da planta ou extracto com um dado constituinte tem maior actividade que
Fitoterapia
A acção da planta ou extracto com um
dado constituinte tem maior
actividade que a mesma quantidade de
constituinte activo isolado.
Renova o interesse pelos
medicamentos à base de plantas.
Fonseca, J.P., Martins, C., Rosado, M.L.
Pombal, 20 de Novembro de 2004
61
Fitoterapia Principais grupos de constituintes activos: Ácidos orgânicos e ésteres de ácidos aromáticos
Fitoterapia
Principais grupos de constituintes activos:
Ácidos orgânicos e ésteres de ácidos
aromáticos (actividade antipirética, anti-reumática,
queimaduras ou dermatoses)
Ácidos alcalóides
Constituintes amargos
Taninos e procianidinas oligoméricas
Fonseca, J.P., Martins, C., Rosado, M.L.
Pombal, 20 de Novembro de 2004
62

Hospital Distrital de Pombal

Curso Teórico Prático de Aromaterapia

Fitoterapia Principais grupos de constituintes activos: (continuação) Glúcidos Heterósidos Óleos essenciais
Fitoterapia
Principais grupos de constituintes activos:
(continuação)
Glúcidos
Heterósidos
Óleos essenciais (voláteis, pouco solúveis na água e
solúveis nos solventes orgânicos)
Óleos gordos
Resinas
Fonseca, J.P., Martins, C., Rosado, M.L.
Pombal, 20 de Novembro de 2004
63
Fitoterapia “O mundo vegetal” Célula Unidade de vida (Hooke, séc.XVII) Diversidade (tamanho, volume, habitat,
Fitoterapia
“O mundo vegetal”
Célula
Unidade de
vida
(Hooke, séc.XVII)
Diversidade
(tamanho, volume, habitat, duração, forma, estrutura de uma a milhões de
células, simples - algas, superiores - plantas, propriedades medicinais)
Plantas
(raízes, caule, folha, flores, frutos, sumo, secreções, etc. ).
Fonseca, J.P., Martins, C., Rosado, M.L.
Pombal, 20 de Novembro de 2004
64

Hospital Distrital de Pombal

Curso Teórico Prático de Aromaterapia

Fitoterapia Variedades das propriedades medicinais: A grande riqueza do mundo vegetal também se manifesta nos
Fitoterapia
Variedades das propriedades medicinais:
A grande riqueza do mundo vegetal também
se manifesta nos múltiplos princípios
medicinais que as plantas sintetizam.
A sua gama de propriedades cobre quase
todas as necessidades da terapêutica.
Fonseca, J.P., Martins, C., Rosado, M.L.
Pombal, 20 de Novembro de 2004
65
Fitoterapia Princípios medicinais: Antibióticos (alho, chagas) Sedativos (papoila, valeriana) Anti-reumáticos
Fitoterapia
Princípios medicinais:
Antibióticos (alho, chagas)
Sedativos (papoila, valeriana)
Anti-reumáticos (harpagófito)
Tonificantes (ginseng, alecrin)
Cardiotónicos (dedaleira, cacto)
Fonseca, J.P., Martins, C., Rosado, M.L.
Pombal, 20 de Novembro de 2004
66

Hospital Distrital de Pombal

Curso Teórico Prático de Aromaterapia

Fitoterapia Princípios activos: Distribuem-se de forma desigual pelas diferentes partes das plantas ou órgãos,
Fitoterapia
Princípios activos:
Distribuem-se de forma desigual pelas
diferentes partes das plantas ou órgãos,
devido à especialização das suas células.
Dependem da concentração, da colheita e
da conservação.
Fonseca, J.P., Martins, C., Rosado, M.L.
Pombal, 20 de Novembro de 2004
67
Fitoterapia Pode-se encontrar: Única parte da planta (raiz ginseng-tonificante) Cada parte produz substâncias
Fitoterapia
Pode-se encontrar:
Única parte da planta (raiz ginseng-tonificante)
Cada parte produz substâncias
diferentes e consequentemente
propriedades
diferentes (laranjeira: flor-
sedativo, fruto-tonificante, casca-digestiva)
Da mesma planta, uma parte tem
propriedades medicinais, outras tóxicas
(consola: raiz-cicatrizante, caule e folhas tóxica)
Fonseca, J.P., Martins, C., Rosado, M.L.
Pombal, 20 de Novembro de 2004
68

Hospital Distrital de Pombal

Curso Teórico Prático de Aromaterapia

Fitoterapia Formas de preparar: Tisanas Linimentos sumos Tinturas Pós Unguentos (pomadas, cremes) Xaropes
Fitoterapia
Formas de preparar:
Tisanas
Linimentos
sumos
Tinturas
Pós
Unguentos (pomadas, cremes)
Xaropes
Extractos
Fonseca, J.P., Martins, C., Rosado, M.L.
Pombal, 20 de Novembro de 2004
69
Fitoterapia Formas de utilização: Uso interno Uso externo Absorção aparelho digestivo Pele e cavidades sangue
Fitoterapia
Formas de utilização:
Uso interno
Uso externo
Absorção aparelho
digestivo
Pele e cavidades
sangue
Fonseca, J.P., Martins, C., Rosado, M.L.
Pombal, 20 de Novembro de 2004
70

Hospital Distrital de Pombal

Curso Teórico Prático de Aromaterapia

Fitoterapia Aromaterapia Emprego terapêutico dos óleos essenciais que produzem determinadas acções fisiológicas
Fitoterapia
Aromaterapia
Emprego terapêutico dos óleos essenciais
que produzem determinadas acções
fisiológicas sobre o organismo.
Forma de fitoterapia
Fonseca, J.P., Martins, C., Rosado, M.L.
Pombal, 20 de Novembro de 2004
71
Fitoterapia Para se obter um bom resultado terapêutico com os óleos essenciais o tratamento deve
Fitoterapia
Para se obter um bom resultado
terapêutico com os óleos essenciais o
tratamento deve durar uma a três
semanas, qualquer que seja a
aplicação:
Difusão atmosférica
Fricção sobre a pele
Banhos com essências
Via interna
Fonseca, J.P., Martins, C., Rosado, M.L.
Pombal, 20 de Novembro de 2004
72

Hospital Distrital de Pombal

Curso Teórico Prático de Aromaterapia

Fitoterapia Fricção sobre a pele: Forma pela qual o óleo penetra na pele infiltrando-se nos
Fitoterapia
Fricção sobre a pele:
Forma pela qual o óleo penetra na pele
infiltrando-se nos tecidos e passando
para a linfa e sangue.
Ao efeito do óleo associa-se o efeito da
massagem.
Fonseca, J.P., Martins, C., Rosado, M.L.
Pombal, 20 de Novembro de 2004
73
Fitoterapia Efeitos: Tonificantes (alecrim, gerânio, limão, pinheiro…) Relaxantes (alfazema, mangerona, camomila,
Fitoterapia
Efeitos:
Tonificantes (alecrim, gerânio, limão, pinheiro…)
Relaxantes (alfazema, mangerona, camomila, laranja…)
Digestivos (alcaravia, mangerona, alfazema…)
Fonseca, J.P., Martins, C., Rosado, M.L.
Pombal, 20 de Novembro de 2004
74

Hospital Distrital de Pombal

Curso Teórico Prático de Aromaterapia

Fitoterapia Efeitos: Respiratórios (pinheiro, eucalipto, alfazema, alecrim, cipreste…) Analgésico (alecrim,
Fitoterapia
Efeitos:
Respiratórios (pinheiro, eucalipto, alfazema, alecrim,
cipreste…)
Analgésico (alecrim, zimbro, pinheiro, mangerona…)
Circulatório (cipreste, limão…)
Fonseca, J.P., Martins, C., Rosado, M.L.
Pombal, 20 de Novembro de 2004
75
Fitoterapia Precauções e toxicidade das plantas: Afecções digestivas Afecções cardiovasculares Afecções
Fitoterapia
Precauções e toxicidade das plantas:
Afecções digestivas
Afecções cardiovasculares
Afecções uroginitais
Diversas
Menstruação/Gravidez
Infância
Fonseca, J.P., Martins, C., Rosado, M.L.
Pombal, 20 de Novembro de 2004
76

Hospital Distrital de Pombal

Curso Teórico Prático de Aromaterapia

Fitoterapia Toxicidade das plantas medicinais: Maior parte das plantas não são tóxicas 700 espécies venenosas
Fitoterapia
Toxicidade das plantas medicinais:
Maior parte das plantas não são tóxicas
700 espécies venenosas (Sócrates séc. V a.C.
cicuta)
Fonseca, J.P., Martins, C., Rosado, M.L.
Pombal, 20 de Novembro de 2004
77
Fitoterapia Efeito medicinal: A mesma planta pode matar ou curar Dose Fresca/seca Ser indicada Interna/externo
Fitoterapia
Efeito medicinal:
A mesma planta pode matar ou curar
Dose
Fresca/seca
Ser indicada
Interna/externo
Se existe doença ou não
Fonseca, J.P., Martins, C., Rosado, M.L.
Pombal, 20 de Novembro de 2004
78

Hospital Distrital de Pombal

Curso Teórico Prático de Aromaterapia

Fitoterapia Intoxicação: Crianças (fatal) Saber qual foi a planta ingerida Provocar o vomito (se menos
Fitoterapia
Intoxicação:
Crianças (fatal)
Saber qual foi a planta ingerida
Provocar o vomito (se menos 3/4 horas, inconsciente)
Lavagem ao estômago
Administrar carvão vegetal
Outros antídotos
Assistência hospitalar
Fonseca, J.P., Martins, C., Rosado, M.L.
Pombal, 20 de Novembro de 2004
79
Fitoterapia e Fisioterapia Base: água desmineralizada Glicerina Álcool Gliceril Poliacrilato Gel Fonseca, J.P.,
Fitoterapia e Fisioterapia
Base:
água desmineralizada
Glicerina
Álcool
Gliceril
Poliacrilato
Gel
Fonseca, J.P., Martins, C., Rosado, M.L.
Pombal, 20 de Novembro de 2004
80

Hospital Distrital de Pombal

Curso Teórico Prático de Aromaterapia

Fitoterapia e Fisioterapia Crioterapia (funcho, hortelã-pimenta, noz-moscada, salsa, clorofila) Dermasport Gel
Fitoterapia e Fisioterapia
Crioterapia
(funcho, hortelã-pimenta, noz-moscada, salsa, clorofila)
Dermasport Gel
(hortelã-pimenta, eucalipto)
Bienfaisant
(rosmaninho, hortelã-pimenta, extracto de tormentilha)
Fonseca, J.P., Martins, C., Rosado, M.L.
Pombal, 20 de Novembro de 2004
81
Fitoterapia e Fisioterapia Gel pour Jambes (cipreste, niaouli, calofilum, hortelã-pimenta) Echauffement Musculaire
Fitoterapia e Fisioterapia
Gel pour Jambes
(cipreste, niaouli, calofilum, hortelã-pimenta)
Echauffement Musculaire
(caneleira, zimbro)
Relax gel
(alfazema, laranja, tangerina, clorofila)
Respigel
(eucalipto, pinho, tomilho, mangerona)
Fonseca, J.P., Martins, C., Rosado, M.L.
Pombal, 20 de Novembro de 2004
82

Hospital Distrital de Pombal

Curso Teórico Prático de Aromaterapia

PRÁTICAPRÁTICA BASEADABASEADA NANA EVIDÊNCIAEVIDÊNCIA Ft. Maria da Lapa Rosado
PRÁTICAPRÁTICA BASEADABASEADA NANA
EVIDÊNCIAEVIDÊNCIA
Ft. Maria da Lapa Rosado
PRÁTICAPRÁTICA BASEADABASEADA NANA EVIDÊNCIAEVIDÊNCIA (PBE)(PBE) A PBE é uma responsabilidade profissional.
PRÁTICAPRÁTICA BASEADABASEADA NANA
EVIDÊNCIAEVIDÊNCIA (PBE)(PBE)
A PBE é uma responsabilidade
profissional.
Cormack, 2002.
APF, 2003.
A PBE pode guiar o profissional à
prática eficiente, consistente e de
alta qualidade.
Cormack, 2002.
Fonseca, J.P., Martins, C., Rosado, M.L.
Pombal, 20 de Novembro de 2004
84

Hospital Distrital de Pombal

Curso Teórico Prático de Aromaterapia

PRÁTICAPRÁTICA BASEADABASEADA NANA EVIDÊNCIAEVIDÊNCIA (PBE)(PBE) Não é claro para alguns profissionais o que é
PRÁTICAPRÁTICA BASEADABASEADA NANA
EVIDÊNCIAEVIDÊNCIA (PBE)(PBE)
Não é claro para alguns profissionais o
que é realmente a PBE, como é feita e
porque é que o têm de fazer.
Cormack, 2002.
A PBE é a integração da “melhor”
evidência com a experiência clínica e
os valores do paciente.
Sackett et al. 2001.
Cormack, 2002.
Fonseca, J.P., Martins, C., Rosado, M.L.
Pombal, 20 de Novembro de 2004
85
QUESTÕESQUESTÕES CLÍNICASCLÍNICAS Registar o problema actual do paciente. Qual é a questão crítica? Respondeu
QUESTÕESQUESTÕES CLÍNICASCLÍNICAS
Registar o problema actual do
paciente.
Qual é a questão crítica?
Respondeu à questão? Se sim, como?
Fonseca, J.P., Martins, C., Rosado, M.L.
Pombal, 20 de Novembro de 2004
86

Hospital Distrital de Pombal

Curso Teórico Prático de Aromaterapia

PROCESSOPROCESSO DADA PBEPBE 1. Formular uma questão específica. 2. Procurar a melhor evidência relacionada com
PROCESSOPROCESSO DADA PBEPBE
1. Formular uma questão específica.
2. Procurar a melhor evidência relacionada
com a questão.
3. Apreciar criticamente a literatura
pertinente (a evidência).
4. Integrar com a experiência clínica e as
circunstâncias e valores do paciente
(decisão informada e partilhada).
5. Avaliação do desempenho clínico, na
relação entre as decisões clínicas e a
melhor evidência disponível.
Fonseca, J.P., Martins, C., Rosado, M.L.
Pombal, 20 de Novembro de 2004
87
FormularFormular aa QuestãoQuestão CorrectaCorrecta PPopulaçãoopulação aa queque pertencepertence oo
FormularFormular aa QuestãoQuestão CorrectaCorrecta
PPopulaçãoopulação aa queque pertencepertence oo paciente.paciente.
IIntervenção.ntervenção.
CComparaçãoomparação (grupo(grupo dede controlo).controlo).
OOutcomesutcomes (resultados).(resultados).
Fonseca, J.P., Martins, C., Rosado, M.L.
Pombal, 20 de Novembro de 2004
88

Hospital Distrital de Pombal

Curso Teórico Prático de Aromaterapia

AA “Melhor”“Melhor” EvidênciaEvidência dependedepende dodo TipoTipo dede QuestãoQuestão 1. Qual é o
AA “Melhor”“Melhor” EvidênciaEvidência dependedepende dodo
TipoTipo dede QuestãoQuestão
1. Qual é o problema?
Observação (investigação qualitativa).
2. Qual a frequência do problema?
(FREQUÊNCIA)
Amostra aleatória.
3. Será que esta pessoa tem este problema?
(DIAGNÓSTICO)
Amostra aleatória com instrumento padrão (Gold
standard).
Fonseca, J.P., Martins, C., Rosado, M.L.
Pombal, 20 de Novembro de 2004
89
AA “Melhor”“Melhor” EvidênciaEvidência dependedepende dodo TipoTipo dede QuestãoQuestão 4. Quem vai ter o
AA “Melhor”“Melhor” EvidênciaEvidência dependedepende dodo
TipoTipo dede QuestãoQuestão
4. Quem vai ter o problema?
(PROGNÓSTICO)
Follow-up of incepcion cohort.
5. Como podemos diminuir o problema?
(INTERVENÇÃO)
Randomised controlled trial.
Fonseca, J.P., Martins, C., Rosado, M.L.
Pombal, 20 de Novembro de 2004
90

Hospital Distrital de Pombal

Curso Teórico Prático de Aromaterapia

FONTESFONTES DEDE INFORMAÇÃOINFORMAÇÃO DEDE EVIDÊNCIAEVIDÊNCIA Existem dois tipos de fontes de informação que
FONTESFONTES DEDE INFORMAÇÃOINFORMAÇÃO DEDE
EVIDÊNCIAEVIDÊNCIA
Existem dois tipos de fontes de informação que
fornecem o acesso a investigação de elevada
qualidade:
informação avaliada, sintetizada e sumariada, e fácil de
utilizar:
Cochrane Library;
Clinical Evidence;
TRIP (base de dados).
bases de dados de investigação primária:
PubMed;
MEDLINE.
Uma boa revisão de literatura envolve a pesquisa
nestas fontes informativas.
(Elphick & Smyth, 2004).
Fonseca, J.P., Martins, C., Rosado, M.L.
Pombal, 20 de Novembro de 2004
91
PBEPBE -- BarreirasBarreiras Atitude da questão ou inquérito. “Know-how” na procura, apreciação e aplicação
PBEPBE -- BarreirasBarreiras
Atitude da questão ou inquérito.
“Know-how” na procura, apreciação e
aplicação da evidência.
Fontes de informação disponíveis.
Falta de tempo.
Fonseca, J.P., Martins, C., Rosado, M.L.
Pombal, 20 de Novembro de 2004
92

Hospital Distrital de Pombal

Curso Teórico Prático de Aromaterapia

OO MODELOMODELO DEDE CUIDADOSCUIDADOS CRÓNICOSCRÓNICOS Ft. João Pedro da Fonseca
OO MODELOMODELO DEDE CUIDADOSCUIDADOS
CRÓNICOSCRÓNICOS
Ft. João Pedro da Fonseca
MODELOMODELO DEDE CUIDADOSCUIDADOS CRÓNICOSCRÓNICOS O modelo de cuidados crónicos (Chronic Care Illness), de origem
MODELOMODELO DEDE CUIDADOSCUIDADOS
CRÓNICOSCRÓNICOS
O modelo de cuidados crónicos (Chronic
Care Illness), de origem americana, surge
como resposta estruturada à verificação de
que os cuidados tradicionais, baseados no
sistema corrente de prestação de cuidados,
centrado no modelo biomédico, era
inadequado para dar uma resposta efectiva
às necessidades destes doentes, o que se
reflectia não só nos maus resultados
clínicos alcançados, como também nos
custos elevados imputados a este grupo de
doenças.
Fonseca, J.P., Martins, C., Rosado, M.L.
Pombal, 20 de Novembro de 2004
94

Hospital Distrital de Pombal

Curso Teórico Prático de Aromaterapia

Fonseca, J.P., Martins, C., Rosado, M.L. Pombal, 20 de Novembro de 2004 95
Fonseca, J.P., Martins, C., Rosado, M.L.
Pombal, 20 de Novembro de 2004
95
MODELOMODELO DEDE CUIDADOSCUIDADOS CRÓNICOSCRÓNICOS (MCC)(MCC) A figura mostra como o sistema funciona nas seis
MODELOMODELO DEDE CUIDADOSCUIDADOS
CRÓNICOSCRÓNICOS (MCC)(MCC)
A figura mostra como o
sistema funciona nas seis
áreas-chave do MCC,
visualizando-se a influência
decisiva das interacções
entre utentes e
prestadores para produzir
melhores cuidados e uma
melhoria consistente dos
resultados. O aspecto
central do modelo é a
integração das
componentes estruturais,
de que depende a obtenção
dos resultados
proclamados.
Vê-se na figura, o
suporte à auto-gestão
que é um aspecto-
chave do modelo por
causa da centralidade
do utente informado e
activado para gerar
interacções produtivas
entre o utente-
prestador de cuidados.
Fonseca, J.P., Martins, C., Rosado, M.L.
Pombal, 20 de Novembro de 2004
96

Hospital Distrital de Pombal

Curso Teórico Prático de Aromaterapia

MCCMCC Este modelo recomenda intervenções baseadas na evidência em seis componentes estruturais reconhecidas como
MCCMCC
Este modelo recomenda intervenções baseadas na evidência
em seis componentes estruturais reconhecidas como tendo
potencial para melhorar o processo dos cuidados e os
resultados dos doentes, a saber: organização do sistema de
saúde, planeamento do sistema de prestação, suporte à
decisão, sistema de informação clínica, recursos da
comunidade e suporte à auto-gestão.
Ao fazer incidir as acções sobre estas componentes essenciais
dos cuidados crónicos, o MCC gera interacções produtivas
entre os utentes informados, que tomarão parte activa nos
seus cuidados, e os prestadores, apoiados pelos recursos e
competências adquiridas para responder às solicitações do
modelo.
Este modelo pode ser aplicado a uma variedade de doenças
crónicas e a diferentes contextos de cuidados de saúde e
populações-alvo.
Fonseca, J.P., Martins, C., Rosado, M.L.
Pombal, 20 de Novembro de 2004
97
Mudanças Necessárias O modelo faz apelo às mudanças necessárias, nos sistemas de saúde para a
Mudanças Necessárias
O modelo faz apelo às mudanças
necessárias, nos sistemas de saúde para a
melhoria dos cuidados crónicos.
Foi originalmente adoptado como
enquadramento orientador das práticas de
colaboração.
A colaboração requer uma forma altamente
desenvolvida de interacção que é mais do
que a simples coordenação, em que é
fundamental para o colectivo, o contributo
das ideias individuais.
Fonseca, J.P., Martins, C., Rosado, M.L.
Pombal, 20 de Novembro de 2004
98

Hospital Distrital de Pombal

Curso Teórico Prático de Aromaterapia

Na prática, o trabalho a ser desenvolvido para operacionalizar o modelo baseia-se numa equipa multidisciplinar,
Na prática, o trabalho a ser desenvolvido para
operacionalizar o modelo baseia-se numa equipa
multidisciplinar, na aquisição de competências
relacionadas com as seis componentes do modelo e
em acções de melhoria contínua da qualidade para
manutenção e aperfeiçoamento. As organizações
com experiências de sucesso na utilização do
modelo desenvolvem e implementam programas que
incluem o planeamento de cuidados baseados na
colaboração e na solução de problemas centrados
no utente. A equipa desenvolve um plano
individualizado de cuidados com cada utente, que
tem acesso aos apoios específicos quando se
confronta com problemas.
Fonseca, J.P., Martins, C., Rosado, M.L.
Pombal, 20 de Novembro de 2004
99
Estreitar ou encerrar o hiato entre os cuidados recomendados e prestados requer não só mudanças
Estreitar ou encerrar o hiato entre os
cuidados recomendados e prestados requer
não só mudanças no comportamento dos
profissionais, mas também nos
comportamentos de auto-gestão dos
utentes. As mudanças no sistema de
prestação de cuidados são também
necessárias para prover e encorajar a
educação inicial e contínua do utente para a
auto-gestão e para facilitar os
comportamentos de auto-gestão num
contexto de prática colaborativa e de
gestão de caso (case management).
Fonseca, J.P., Martins, C., Rosado, M.L.
Pombal, 20 de Novembro de 2004
100

Hospital Distrital de Pombal

Curso Teórico Prático de Aromaterapia

Aspecto Inovador O principal aspecto inovador deste modelo consiste precisamente no realce que dá às
Aspecto Inovador
O principal aspecto inovador deste modelo consiste precisamente no
realce que dá às seis componentes estruturais dos cuidados
crónicos e à menor ênfase atribuída às medidas tradicionais de
avaliação de efectividade desses cuidados, as quais, contudo, devem
ser encaradas como um complemento necessário à avaliação global
do utente. Isto é, sendo necessárias, não são contudo, suficientes
para assegurar uma gestão efectiva, eficiente e de qualidade das
doenças crónicas. Mas, em termos operacionais, a palavra-chave
continua a ser: integração.
Facto que acresce à relevância deste modelo é, também, o seu
reconhecimento e adopção pela OMS, que o recomenda como
alavanca e instrumento de aceleração da melhoria dos cuidados
crónicos no quadro da generalidade dos sistemas de Saúde.
Fonseca, J.P., Martins, C., Rosado, M.L.
Pombal, 20 de Novembro de 2004
101
Contactos: maria.rosado.4@netvisao.pt Ft: Maria da Lapa Rosado aucam@clix.pt Ft: Carla Martins jpfonseca@clix.pt Ft:
Contactos:
maria.rosado.4@netvisao.pt
Ft: Maria da Lapa Rosado
aucam@clix.pt
Ft: Carla Martins
jpfonseca@clix.pt
Ft: João Pedro Fonseca
Sponser: Fisiosport
Obrigado!
Fonseca, J.P., Martins, C., Rosado, M.L.
Pombal, 20 de Novembro de 2004
102

Hospital Distrital de Pombal