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ATA DE FUNDAÇÃO, APROVAÇÃO DO ESTATUTO SOCIAL, ELEIÇÃO E POSSE DA DIRETORIA

DA ASSOCIAÇÃO VIDA – VALORIZAÇÃO E INTEGRAÇÃO DOS ANIMAIS


Aos dez dias do mês de julho de dois mil e sete, na Cidade de Palmas, Estado
do Tocantins, no escritório localizado na 204 Sul, alameda 15, lote 01,Plano
Diretor Sul, Palmas-TO, reuniram-se os profissionais que assinam a presente
ata, conforme o rol abaixo, para deliberarem sobre a fundação da ASSOCIAÇÃO
VIDA – VALORIZAÇÃO E INTEGRAÇÃO DOS ANIMAIS, aprovação do seu estatuto, bem
como para eleição da sua Primeira Diretoria. Após a abertura dos trabalhos,
por aclamação foi indicada a Senhora Livia Maira Orlandi Laureto, que
assumindo a presidência dos trabalhos, convidou-me, Eliana de Pinho, para
secretariar e redigir a presente ata. Em seguida, depois da explanação acerca
da finalidade e objetivos da Associação que é a defesa, preservação e
conservação do meio ambiente urbano por meio de seu caráter zoófilo,
educacional, assistencial, fiscalizador e aproximando as pessoas físicas e
jurídicas, leigos ou profissionais que possam oferecer aos animais,
abandonados ou não, melhores condições de vida e amparo contra agressões
físicas e psicológicas, foi aprovada, unanimemente, a criação da supracitada
Associação; em continuidade dos trabalhos, aprovou-se, por aclamação e
unanimemente, o estatuto social o qual fora elaborado com a efetiva
participação dos presentes e que, em anexo, fica fazendo parte integrante
desta ata. Determinou-se, a seguir, que se desse início ao processo eleitoral
para escolha dos nomes para a composição da PRIMEIRA DIRETORIA DA ASSOCIAÇÃO,
sendo, por unanimidade, aprovada, para mandato de 36 (trinta e seis) meses a
contar do registro desta ata no cartório competente, os seguintes Associados
Fundadores: para o CARGO DE PRESIDENTE: LIVIA MAIRA ORLANDI LAURETO,
brasileira, solteira, Bióloga, inscrita no CPF/MF sob nº 724.802.541-00,
domiciliada em Palmas-TO, residente na Quadra 204 Sul,alameda 15, lote 01 ,
Cep.: 77.020-472, Plano Diretor Sul; CARGO DE DIRETORA ADMINISTRATIVA: ELIANA
DE PINHO, brasileira, solteira, Secretária Executiva, inscrita no CPF/MF sob
nº 576.882.498-72, domiciliada em Palmas-TO, residente na Quadra 504 Sul,
alameda 13, lote 59, Cep.: 77.021-680, Plano Diretor Sul; CARGO DE DIRETORA
FINANCEIRA: MARIA ANGÉLICA DA SILVA FERNANDES, brasileira, divorciada,
Secretária, inscrita no CPF/MF sob nº 892996127-49, domiciliada em Palmas-TO,
residente na Quadra 203 Norte, alameda 04, QIC, casa 26, Cep.: 77.000-000,
Plano Diretor Norte. Em continuidade, passou-se a escolha dos nomes para a
composição do PRIMEIRO CONSELHO FISCAL DA ASSOCIAÇÃO, sendo, por unanimidade,
aprovado, para mandato de 36 (trinta e seis) meses a contar do registro desta
ata no cartório competente, os seguintes Associados Fundadores: SANDRA HELENA
TUZINO DE REZENDE, brasileira, casada, Publicitária, inscrita no CPF/MF sob
nº 978.534.731-00, domiciliada em Palmas-TO, residente na Quadra 204 Sul,
alameda 14, lote 02, Cep.: 77.022-474, Plano Diretor Sul; GIHANE
SCARAVONATTI, brasileira, solteira, Estudante, inscrita no CPF/MF sob nº
004.751.370-51, domiciliada em Palmas-TO, residente na Quadra 204 Sul,
alameda 15, lote 04, Cep.: 77.020-472, Plano Diretor Sul; IVONE CRISTOFOLINI,
brasileira, divorciada,Técnica em Enfermagem, inscrita no CPF/MF sob nº
842.818.479-87, domiciliada em Palmas-TO, residente na Quadra 603 Sul,
alameda 08, lote 26, Cep.: 77.010-050, Plano Diretor Sul. A seguir,
declarou-se empossada a Diretoria e o Conselho Fiscal. Prosseguindo e, já no
uso da palavra como Presidente da Associação, a Senhora Livia Maira Orlandi
Laureto agradeceu a presença e participação de todos, congratulando pela
fundação da Associação e, em seguida, suspendeu os trabalhos por quinze
minutos, a fim de que fosse redigida a presente ata, após os quais, foi a
mesma lida e aprovada pelos presentes, como boa e verdadeira, razão pela
qual, juntamente com a Senhora Presidente, a assino; sendo que os demais
presentes lançam suas assinaturas após o Estatuto Social em anexo.
Palmas-TO, 10 de Julho de 2007.

Presidente da Assembléia Secretária da Assembléia


ASSOCIAÇÃO VIDA – VALORIZAÇÃO E INTEGRAÇÃO DOS ANIMAIS
ESTATUTO SOCIAL

CAPÍTULO I

DA DENOMINAÇÃO, SEDE E FINS

Art. 1º - A ASSOCIAÇÃO VIDA – VALORIZAÇÃO E INTEGRAÇÃO DOS ANIMAIS, fundada

em 10 de Julho de 2007, é uma pessoa jurídica de direito privado, sem fins

lucrativos, com duração por tempo indeterminado, com sede e foro no Município

de Palmas, Estado do Tocantins, com endereço sede provisória na Quadra 204

sul, Alameda 15, lote 01, Plano Diretor Sul, CEP: 77.020-472.

Parágrafo Único - A Associação não distribui entre os seus sócios ou

associados, conselheiros, diretores, empregados ou doadores eventuais

excedentes operacionais, brutos ou líquidos, dividendos, bonificações,

participações ou parcelas do seu patrimônio, auferido mediante o exercício de

suas atividades, e os aplica integralmente na consecução do seu objetivo

social. (Lei 9.790/99, parágrafo único do art.1º).

Art. 2º - A Associação tem por finalidade a promoção de direitos

estabelecidos, construção de novos direitos e defesa, preservação e

conservação do meio ambiente (Lei 9.790/99, art.3º,VI e X), com o objetivo

de:

I. Defesa, preservação e conservação do meio ambiente urbano por meio de


seu caráter zoófilo, educacional, assistencial, fiscalizador e

aproximando as pessoas físicas e jurídicas, leigos ou profissionais que

possam oferecer aos animais, abandonados ou não, melhores condições de

vida e amparo contra agressões físicas e psicológicas;

II. Promover o convívio equilibrado entre a sociedade, poder público e os


animais domésticos visando a qualidade da saúde pública, ambiental e

urbana utilizando-se de recursos educativos para a comunidade e

prestando assistência aos animais, oferecendo-lhes abrigo, alimentação

e saúde;
III. Contribuir com a real necessidade da Saúde Pública, bem como no
tratamento digno e realizado de forma humanitária na Proteção dos

Animais Domésticos, consolidando estratégias de educação para a Posse

Responsável;

IV. Impedir e reprimir atos de crueldade, abuso ou mau trato contra


animais, de acordo com as disposições legais, inclusive as praticadas

pelos executores do combate e controle de zoonoses, adotando medidas

jurídicas na constatação de crueldades contra animais;

V. Dar assistência veterinária a animais doentes ou feridos e recolher,


sempre que possível, em abrigos, animais abandonados ou extraviados,

encaminhando estes e aqueles, aos seus legítimos donos ou doando-os

independente de compensação, a pessoas de comprovada idoneidade que se

comprometam a dar-lhes tratamento adequado sujeito à fiscalização por

parte desta Associação;

VI. Participar, inclusive mediante convênios e parcerias, da formulação e


execução das políticas públicas de proteção aos animais, acompanhando

as ações do poder público, bem como fiscalizando a aplicação e

estimulando o aperfeiçoamento da legislação vigente;

VII. Informar, esclarecer e educar a população, a fim de criar uma cultura


de amor, respeito e cuidado com os animais, estimulando a posse

responsável dos mesmos, servindo-se para isso de todos os meios de

divulgação, especialmente através de campanha educativa voltada para

estudantes do ensino fundamental com palestras, folhetos, cartazes,

concursos, dentre outros, enfocando a posse responsável e os direitos

universais dos animais.

VIII. Atuar, em parceria com os poderes públicos, federal, estadual e


municipal, na execução de políticas públicas e programas de prevenção

contra doenças transmissíveis por animais, especialmente adotando

mecanismos de controle de natalidade animal que tenha por princípio a

convivência e integração do animal à comunidade em que vive;


IX. Promover a defesa, extrajudicial e judicial, do meio ambiente animal,
da integridade física e psicológica dos animais e de outros direitos e

interesses difusos e coletivos dos animais domésticos, domesticados,

cativos e silvestres, inclusive pelas vias de Ação Civil Pública, na

forma da lei;

Art. 3º - No desenvolvimento de suas atividades, a Associação observará os

princípios da legalidade, impessoalidade, moralidade, publicidade,

economicidade e da eficiência e não fará qualquer discriminação de raça, cor,

gênero ou religião. (Lei 9.790/99, inciso I do art.4º).

Parágrafo Único – Para cumprir seu propósito a Associação atuará por meio da

execução direta de projetos, programas ou planos de ações, da doação de

recursos físicos, humanos e financeiros, ou prestação de serviços

intermediários de apoio a outras organizações sem fins lucrativos e a órgãos

do setor público que atuam em áreas afins. (Lei 9.790/99, parágrafo único do

art. 3º).

Art. 4º - A Associação disciplinará seu funcionamento por meio de Ordens

Normativas, emitidas pela Assembléia Geral e Ordens Executivas, emitidas pela

Diretoria.

Parágrafo Único - A fim de cumprir suas finalidades, a Instituição se


organizará em tantas unidades de prestação de serviços, quantas se fizerem
necessárias, as quais se regerão pelas disposições estatutárias e
regimentais.

CAPÍTULO II
DOS ASSOCIADOS

Art. 5º - A Associação é constituída por número ilimitado de associados

distribuídos nas seguintes categorias:

I. FUNDADORES – As pessoas físicas que participaram da assembléia geral de


fundação da associação e subscreveram a ata de fundação da Associação;

II. COLABORADORES – As pessoas físicas que ingressarem na Associação após a


aquisição de sua personalidade jurídica, mediante requerimento à
Diretoria, no qual se comprometem a colaborar nas atividades da

Associação;

III. HONORÁRIOS - As pessoas de excepcional merecimento evidenciado em razão


do apoio às atividades da Associação, indicadas pelo Presidente e

Aprovado pela Diretoria.

Parágrafo Único - A admissão e a exclusão dos associados é atribuição

exclusiva da Diretoria e, no caso de exclusão, a ampla defesa será exercida

nos termos do regimento interno e caberá recurso, com efeito suspensivo, para

a Assembléia Geral.

Art. 6º - São direitos dos associados quites com suas obrigações sociais,
respeitadas as exceções previstas neste Estatuto:

I. Votar nas eleições para os cargos da Associação;

II. Ocupar cargos da Diretoria;

III. Ocupar cargos do Conselho Fiscal;

IV. Tomar parte nas Assembléias Gerais;

V. Participar de quaisquer atividades da Associação, respeitadas as

peculiaridades de cada caso;

VI. Sugerir aos Órgãos de administração quaisquer medidas que julgar de


interesse social;

VII. Propor a admissão de novos associados; e

VIII. Desligar-se da Associação, mediante requerimento escrito, quando lhe


aprouver.

Art. 7º - São deveres dos associados:

I. Cumprir as disposições estatutárias e regimentais;

II. Acatar as decisões dos Órgãos da Associação, sob pena de exclusão;

III. Auxiliar os Órgãos da Associação na realização dos seus fins sociais;

IV. Contribuir, voluntariamente, com bens, valores ou serviços;


Parágrafo único – Considera-se falta grave, passível de exclusão a juízo da

Diretoria, provocar ou de qualquer modo ou meio causar prejuízos moral ou

material para a Associação, sem prejuízo da responsabilização cível e

criminal.

Art. 8º - Os associados não respondem, nem mesmo subsidiariamente, pelos

encargos da Instituição.

CAPÍTULO III

DA ADMINISTRAÇÃO

Art. 9º - A Associação será administrada por:

I. Assembléia Geral;

II. Diretoria;

III. Conselho Fiscal (Lei 9.790/99, inciso III do art. 4º).

Parágrafo único - A Instituição não remunera, sob qualquer forma, os cargos


do Conselho de Fundadores, da Diretoria e do Conselho Fiscal, cujas atuações
são inteiramente gratuitas; remunerando apenas aqueles que lhe prestam
serviços específicos, respeitados, em qualquer caso, os valores praticados
pelo mercado na região onde forem exercidas as atividades (Lei 9.790/99,
inciso VI do art. 4º)

Art. 10 - A Assembléia Geral, Órgão soberano da Instituição, se constituirá

de todos os associados em pleno gozo de seus direitos sociais.

Art. 11 - Compete à Assembléia Geral:

I. Eleger e destituir a Diretoria e o Conselho Fiscal;

II. Decidir sobre reformas do Estatuto e decidir sobre a extinção da


Instituição;

III. Aprovar a proposta de programação anual da Instituição, submetida pela


Diretoria;
IV. Decidir sobre a conveniência de alienar, transigir, hipotecar ou
permutar bens patrimoniais;

V. Decidir, em última instancia e mediante recurso voluntário, sobre a


exclusão de Associado, assegurando-lhe a sustentação oral de sua defesa

na referida assembléia;

VI. Apreciar o relatório anual da Diretoria e emitir Ordens Normativas para


disciplinar o funcionamento interno da Instituição, bem como aprovar o

Regimento Interno para funcionamento interno da Instituição e Regimento

disciplinador do processo eleitoral;

VII. Deliberar sobre qualquer outro assunto, desde que constante na pauta do
ato convocatório;

Parágrafo Único - A Assembléia Geral se realizará, ordinariamente, uma vez

por ano para discutir e homologar as contas e o balanço aprovado pelo

Conselho Fiscal e Bienalmente, para eleger os cargos da Diretoria e do

Conselho Fiscal.

Art. 12 - A Assembléia Geral se realizará, extraordinariamente, quando


convocada:

I. Pelo Presidente da Associação;

II. Pelo Conselho Fiscal;

III. Pela maioria dos Associados quites com as obrigações sociais, desde que
pessoas físicas e conste do ato convocatório seus nomes e assinaturas.

Parágrafo Único - Nenhum óbice será admitido, por parte da Diretoria para a
realização de Assembléia Geral Extraordinária regularmente convocada; estando
o Convocante legitimado a propor as medidas judiciais cabíveis para a
garantia de sua realização.

Art. 13 - A convocação da Assembléia Geral será feita por meio de edital


afixado na sede da Instituição e/ou publicado na impressa local, por
circulares ou outros meios convenientes, com antecedência mínima de 10 (dez)
dias.
Parágrafo Único - Qualquer Assembléia se instalará em primeira convocação com
a presença de 2/3 (dois terços) dos associados e, em segunda convocação, com
a maioria dos Associados, em ambos os casos, quites com suas obrigações
sociais.

Art. 14 - A instituição adotará práticas de gestão administrativa,


necessárias e suficientes, a coibir a obtenção, de forma individual ou
coletiva, de benefícios e vantagens pessoais, em decorrência da participação
nos processos decisórios. (Lei 9.790/99, inciso II do art. 4º)

Art. 15 - A Diretoria, que se reunirá ordinariamente 01 (uma) vez por mês, é

constituída por 03 (três) membros sendo: o Presidente, o Diretor

Administrativo, que substituirá o Presidente no seu impedimento, e o Diretor

Financeiro.

Parágrafo Único - Compete à Diretoria:

I. Elaborar e submeter à Assembléia Geral a proposta de programação anual


da Instituição;

II. Executar a programação anual de atividades da Instituição;

I. Apreciar a inclusão ou exclusão de associado e, neste último caso,


garantindo-lhe a ampla defesa, nos termos do regimento interno;

II. Deliberar sobre pedido de autorização da Diretoria para Contrair


despesas em parcelas mensais que ultrapassem o mandato daquela
diretoria;

III. Elaborar e apresentar ao Conselho de Fundadores o relatório anual;

IV. Reunir-se com instituições públicas e privadas para mútua colaboração


em atividades de interesse comum;

V. Contratar e demitir empregados e profissionais liberais para a execução


de suas atividades;

VI. Emitir, como base nas ordens normativas e regimentos baixado pela
Assembléia Geral, Ordens Executivas para disciplinar o funcionamento

interno da Instituição;

Art. 16 - Compete ao Presidente:


I. Representar a Associação judicial, extra-judicialmente, bem como

perante os entes públicos e nas suas relações em geral;

II. Cumprir e fazer cumprir este Estatuto, o Regimento Interno e demais


normas da Associação;

III. Assinar, com exclusividade, Termos de Parcerias, convênios e contratos


com entes do poder público para o financiamento de projetos na área de

atuação da Associação;

IV. Nomear Procuradores para agir, judicial ou extrajudicialmente, em nome


da Associação; mediante mandado com poderes específicos e prazo certo

ou determinado, o qual não poderá ultrapassar a data de encerramento do

Mandato do Presidente que o assinou;

V. Assinar, em conjunto com o Diretor Financeiro, todos os contratos e


todos os atos que importem em despesas para a Associação;

VI. Abrir, encerrar, movimentar contas e realizar todas transações

bancárias, em conjunto com o Diretor Financeiro, inclusive na emissão

de cheques; os quais somente poderão ser pagos mediante a aposição de

ambas as assinaturas;

VII. Dirigir e administrar a Associação, tomando todas as providências


necessárias para uma zelosa administração;

VIII. Presidir a Assembléia Geral, o Conselho de Fundadores e Convocar e


presidir as reuniões da Diretoria;

Parágrafo Único – O Presidente tem poderes amplos e Gerais para transigir, em


juízo e fora dele; poderá ainda, praticar todo qualquer ato de gestão, desde
que não contrarie as expressas disposições deste Estatuto.

Art. 17 - Compete ao Diretor Administrativo:

I. Substituir o Presidente em suas faltas ou impedimentos;

II. Assumir o mandato, em caso de vacância, até o seu término;

III. Secretariar as reuniões da Diretoria e da Assembléia Geral e redigir as


atas;
IV. Publicar todas as notícias das atividades da entidade;

V. Prestar, de modo geral, sua colaboração ao Presidente; bem como exercer


os atos próprios de Secretário da Associação.

Parágrafo Único – A substituição se dará por ato expresso do Presidente,

devendo nele constar o prazo da Substituição e os atos de gestão que poderão

ser praticados.

Art. 18 - Compete ao Diretor Financeiro:

I. Arrecadar e contabilizar as contribuições voluntárias dos associados,


rendas, auxílios e donativos, mantendo em dia a escrituração da

Instituição;

II. Assinar, em conjunto com o Presidente, todos os documentos que importem


em despesas, inclusive as movimentações de contas bancárias e

assinaturas de cheques;

III. Pagar as contas autorizadas pelo Presidente e apresentar relatórios de


receitas e despesas, sempre que forem solicitados;

IV. Apresentar ao Conselho Fiscal a escrituração da Instituição, incluindo


os relatórios de desempenho financeiro e contábil e sobre as operações
patrimoniais realizadas;

V. Conservar, sob sua guarda e responsabilidade, os documentos relativos


às Finanças da Associação;

VI. Manter todo o numerário em estabelecimento de crédito;

Art. 19 - O Conselho Fiscal, que de seus integrantes elegerá seu presidente,


constitui-se de 03 (três) membros efetivos, eleitos pela Assembléia Geral,
dentre os associados quites com suas obrigações sociais.

Parágrafo Único - O mandato do Conselho Fiscal coincide com o mandato da


Diretoria.

Art. 20 - Compete ao Conselho Fiscal:

I. Examinar os livros de escrituração da Instituição;


II. Opinar sobre os balanços e relatórios de desempenho financeiro e
contábil e sobre as operações patrimoniais realizadas, emitindo
pareceres para os organismos superiores da entidade; (Lei 9.790/99,
Inciso III do art. 4º)

III. Requisitar ao Diretor Financeiro, a qualquer tempo, documentação


comprobatória das operações econômico-financeiras realizadas pela
Instituição;

IV. Contratar auditores, mediante autorização da Assembléia Geral, e


acompanhar o trabalho de eventuais auditores externos;

V. Convocar, extraordinariamente, a Assembléia Geral;

Parágrafo Único - O Conselho Fiscal se reunirá ordinariamente a cada 06 meses


e, extraordinariamente, sempre que convocado por seu Presidente.

CAPÍTULO IV

DOS RECURSOS FINANCEIROS

Art. 21. Os recursos financeiros necessários à manutenção da instituição


poderão ser obtidos por:

I. Termos de Parceria, Convênios e Contratos firmados com o Poder Púbico


para financiamento de projetos na área de atuação da Associação;

II. Contratos e acordos firmados com empresas e agências nacionais e


internacionais;

III. Doações, legados e heranças e contribuição dos associados;

IV. Rendimentos de aplicações de seus ativos financeiros e outros,


pertinentes ao patrimônio sob a sua administração;
CAPÍTULO V

DO PATRIMÔNIO

Art. 22 - O patrimônio da Associação será constituído de bens móveis,


imóveis, veículos, semoventes, ações e títulos da dívida pública.

Parágrafo Único - No caso de dissolução da Instituição, o respectivo


patrimônio líquido será transferido a outra pessoa jurídica qualificada nos
termos da Lei 9.790/99, preferencialmente que tenha o mesmo objetivo social.
(Lei 9.790/99, inciso IV do art. 4º)

Art. 23- Na hipótese da Instituição obter e, posteriormente, perder a

qualificação instituída pela Lei 9.790/99, o acervo patrimonial disponível,

adquirido com recursos públicos durante o período em que perdurou aquela

qualificação, será contabilmente apurado e transferido a outra pessoa

jurídica qualificada nos termos da mesma Lei, preferencialmente que tenha o

mesmo objetivo social. (Lei 9.790/99, inciso V do art. 4º)

CAPÍTULO VI

DA PRESTAÇÃO DE CONTAS

Art. 24- A prestação de contas da Diretoria ao Conselho Fiscal será feita,

mensalmente, até o dia 20 de cada mês, através de balancetes e anualmente, no

mês de fevereiro, à Assembléia Geral, após prévio parecer do Conselho Fiscal.

Parágrafo Único. Não sendo apresentado os balancetes no prazo acima ou sendo


apresentado tenham eles sido reprovados pelo Conselho fiscal, o mesmo
convocará, extraordinariamente, a Assembléia Geral para deliberar sobre a
aprovação e/ou Destituição da Diretoria.

Art. 25 - A prestação de contas da Instituição observará (Lei 9.790/99,

inciso VII do art.4º):

I. Os princípios fundamentais de contabilidade e as Normas Brasileiras de


Contabilidade;
II. A publicidade, por qualquer meio eficaz, no encerramento do exercício
fiscal, ao relatório de atividades e das demonstrações financeiras da
entidade, incluindo as certidões negativas de débitos junto ao INSS e
ao FGTS, colocando-os à disposição para o exame de qualquer cidadão;

III. A realização de auditoria, inclusive por auditores externos


independentes se for o caso, da aplicação dos eventuais recursos objeto
de Termo de Parceria, conforme previsto em regulamento;

IV. A prestação de contas de todos os recursos e bens de origem pública


recebidos será feita, conforme determina o parágrafo único do Art. 70
da Constituição Federal.

Art 26 - A Diretoria só poderá contrair obrigações em parcelas que

ultrapassem seu mandato, após aprovação do Conselho de fundadores.

§ 1º. As despesas mensais da Associação não poderão ser superior às receitas

daquele mesmo período, exceto no caso previsto no caput deste artigo.

§ 2º. Ocorrendo despesas acima da receita do mês, o Conselho Fiscal procederá


conforme o previsto no parágrafo único do artigo 26 deste Estatuto.

CAPÍTULO VI
DA VACÂNCIA E PROVIMENTO DOS CARGOS

Art. 27 - Os cargos da Diretoria e do Conselho Fiscal serão providos por

associados na forma estabelecida no Parágrafo Único do 6º deste Estatuto e

que estejam em dias com suas obrigações estatutárias e regimentais.

Parágrafo único. O mandato da Diretoria e do Conselho Fiscal será de 36

(trinta e seis) meses, vedada mais de uma reeleição consecutiva da Diretoria.

Art. 28 - Ocorrendo vacância do cargo de Presidente, o Diretor Administrativo

tomará posse no respectivo cargo.

§ 1º. Na vacância do cargo de Presidente e de Diretor Administrativo, será

convocada Assembléia Geral Extraordinária para eleição de nova Diretoria para

conclusão do mandato.
§ 2º. Ocorrendo vacância dos demais cargos da Diretoria será nomeado, pelo

Presidente, qualquer Associado, desde que preencham os requisitos estatutário

e regimental.

Art. 29 - Vagando os cargos do Conselho Fiscal será convocada, pelo

Presidente do Conselho Fiscal, Assembléia Geral Extraordinária, com a

finalidade exclusiva de eleger novo Conselheiro para conclusão do mandato.

CAPÍTULO II
DAS ELEIÇÕES

Art. 30 – A Assembléia Geral nomeará a comissão eleitoral, composta de 03

(três) membros, os quais se encarregarão de administrar o processo eleitoral.

§ 1º. Não poderá fazer parte da Comissão eleitoral o associado que fez ou

fizer parte da atual administração, em qualquer de seus Órgãos, ou seja,

parente consangüíneo ou afins até 2º grau dos mesmos.

§ 2º. As decisões da Comissão Eleitoral serão sempre tomadas por maioria de


votos, cabendo ao Presidente da Comissão o voto de desempate.

§ 3º. A candidatura para a Diretoria será homologada se constar da chapa


candidatos a todos os cargos.

§ 4º. Os Conselheiros Fiscais se candidatarão individualmente,

considerando-se eleitos os 03 (três) associados mais votados.

§ 5º. As Eleições da Diretoria bem como do Conselho Fiscal ocorrerão na mesma

Assembléia Geral e os novos eleitos, Diretoria e Conselho Fiscal, tomarão

posse 03 (três) dias após a referida eleição que deverá ocorrer no último mês

do mandado da Diretoria e Conselho Fiscal que visa substituir, nos termos do

Regimento Eleitoral.

Art. 31 - Compete à Comissão Eleitoral:

I. Convocar a Assembléia Geral de que trata este capítulo;

II. Julgar as impugnações e recursos acerca do pleito eleitoral; com


recurso sem efeito suspensivo ao Conselho de Fundadores;

III. Presidir e fiscalizar o pleito eleitoral;


IV. Nomear subcomissões para auxiliarem nos trabalhos de colheita e
apuração do escrutínio;

V. Deferir ou indeferir, fundamentadamente, o registro de chapas, na forma


deste estatuto e do regulamento eleitoral;

VI. Dar posse à nova Diretoria e aos Conselheiros Fiscais;

VII. Proceder à apuração final e proclamar a chapa vencedora.

VIII. Praticar, todos os atos inerentes ao processo eleitoral, inclusive


julgar os caso omissos relativos às normas eleitorais.

Parágrafo único - Compete à Assembléia Geral a elaboração e aprovação de

Regimento disciplinador do processo eleitoral.

CAPÍTULO VI

DAS DISPOSIÇÕES GERAIS

Art. 32 – A Associação será dissolvida por decisão de Assembléia Geral


Extraordinária, especialmente convocada para este fim, quando se tornar
impossível a continuação de suas atividades.

Art. 33 - O presente Estatuto poderá ser reformado, a qualquer tempo, por


decisão da maioria absoluta dos associados, mediante proposta do Conselho de
Fundadores, em Assembléia Geral especialmente convocada para esse fim, a qual
entrará em vigor na data de seu registro em Cartório.

Art. 34 - O Regimento a que se refere este estatuto será aprovado em

Assembléia Geral no prazo de 120 (cento e vinte) dias do registro deste

Estatuto.

Parágrafo único – As normas relativas ao processo eleitoral serão aprovadas,

em Assembléia Geral, denominando-se de Regulamento Eleitoral.

Art. 35 - O exercício financeiro da Entidade coincidirá com o ano civil e os

casos omissos serão resolvidos pela Diretoria e referendados pela Assembléia

Geral.
Art. 36 - O presente estatuto, depois de aprovado, será levado a registro no

Cartório de Registro de Pessoas Jurídicas de Palmas-To.


SENHOR OFICIAL DO CARTÓRIO DE REGISTRO DE PESSOAS JURÍDICAS DE PALMAS-TO.

A ASSOCIAÇÃO VIDA – VALORIZAÇÃO E INTEGRAÇÃO DOS ANIMAIS, neste ato

representado por sua Presidente in fine assinado (qualificação constante do

livro em anexo), vem, nos termos da legislação em vigor, requerer o registro

de seus atos constitutivos.

Para tanto, apresenta o livro em anexo em atendimentos às


formalidades legais.

Nestes termos,

Pede deferimento no prazo legal,

Palmas-TO, _____ de agosto de 2007.

Livia Maira Orlandi Laureto


Presidente