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LINGUAGEM E COMUNICAÇÃO JURÍDICA

Profª: Lane Naves

CONSIDERAÇÕES SOBRE O DISCURSO JURÍDICO

1.

CONSIDERAÇÕES SOBRE O DISCURSO JURÍDICO 1. LINGUAGEM JURÍDICA princípios da lógica clássica na organização do

LINGUAGEM JURÍDICA princípios da lógica clássica na organização do

pensamento formar técnicas de persuasão dos

do pensamento formar técnicas de persuasão dos julgadores à tese proposta. linguagem científica.

julgadores à tese proposta.

linguagem científica. científica.

linguagem dialética com expressões de modelos dedos julgadores à tese proposta. linguagem científica. legislação, jurisprudência e costume decisão mais

legislação, jurisprudência e costume decisão mais

honrosa, razoável, plausível e justa para a solução

da lide de um caso.

plausível e justa para a solução da lide de um caso. 2. OBJETIVO DO DISCURSO JURÍDICO

2. OBJETIVO DO DISCURSO JURÍDICO

princípio da interação composto por informaçõesa solução da lide de um caso. 2. OBJETIVO DO DISCURSO JURÍDICO suficientes e persuasivas para

suficientes e persuasivas para suscitar reações

favoráveis a uma decisão capaz de solucionar o caso

conforme os interesses do emissor = advogado de

defesa ou promotor. 3. TIPOS DE LINGUAGEM JURÍDICA

linguagem descritiva enuncia fatos ou descrevede defesa ou promotor. 3. TIPOS DE LINGUAGEM JURÍDICA situações. Ex: a Constituição Brasileira foi promulgada

JURÍDICA linguagem descritiva enuncia fatos ou descreve situações. Ex: a Constituição Brasileira foi promulgada

situações. Ex: a Constituição Brasileira foi promulgada

em 1988.

linguagem normativa ou prescritiva dirige a conduta.Ex: a Constituição Brasileira foi promulgada em 1988. Ex: o alicerce de um prédio deve ser

1988. linguagem normativa ou prescritiva dirige a conduta. Ex: o alicerce de um prédio deve ser

Ex: o alicerce de um prédio deve ser feito com

determinadas especificações.

linguagem operativa produz efeitos concretos.um prédio deve ser feito com determinadas especificações. Ex: art. 15 das disposições transitórias da

linguagem operativa produz efeitos concretos. Ex: art. 15 das disposições transitórias da

Ex: art. 15 das disposições transitórias da Constituição

Federal.

linguagem expressiva manifesta ou despertadas disposições transitórias da Constituição Federal. emoções e sentimentos. Ex: protesto contra o cinismo do

Federal. linguagem expressiva manifesta ou desperta emoções e sentimentos. Ex: protesto contra o cinismo do

emoções e sentimentos. Ex: protesto contra o cinismo

do Réu.

CONTRIBUIÇÕES DE ARISTÓTELES

1. ESTRUTURA DO DISCURSO JURÍDICO

1.1 Exórdio

função de tornar o auditório receptivo à

1.1 Exórdio função de tornar o auditório receptivo à atuação do orador e fornece uma introdução

atuação do orador e fornece uma introdução geral

ao discurso

tornar claro seu propósito.

introdução geral ao discurso tornar claro seu propósito. 1.2 Enunciação da TESE explicação mais detalhada da

1.2 Enunciação da TESE

tornar claro seu propósito. 1.2 Enunciação da TESE explicação mais detalhada da tese maior adesão da

explicação mais detalhada

da tese

1.2 Enunciação da TESE explicação mais detalhada da tese maior adesão da audiência. 1.3 Apresentação das

maior adesão da audiência.

1.3 Apresentação das provas

não-artísticas = evidências concretas =maior adesão da audiência. 1.3 Apresentação das provas documentos ou testemunhas artísticas = argumentos: ethos =

documentos ou testemunhas

artísticas = argumentos:= evidências concretas = documentos ou testemunhas ethos = credibilidade pathos = emoções do auditório logos

ethos = credibilidade

pathos = emoções do auditório

logos = conhecimento

1.4 Epílogo

1.4 Epílogo deixar no auditório uma boa impressão ( e má impressão de seu oponente) e

deixar no auditório uma boa impressão

( e má impressão de seu oponente) e recapitular

brevemente os pontos principais do discurso.

2. Retórica

brevemente os pontos principais do discurso. 2. Retórica uso da razão prática para toda ação humana

uso da razão prática para toda ação humana

+ prudência. A retórica é a técnica (ou a arte, como preferem alguns) de convencer o interlocutor

através da oratória, ou outros meios de

comunicação, oral ou escrito. A retórica é a outra

face da dialética; pois ambas se ocupam de

questões mais ou menos ligadas ao conhecimento

comum e não correspondem a nenhuma ciência em

particular. A retórica é a arte de se expressar com

competência e a dialética é a arte do diálogo com

respeito às diferenças. De fato, todas as pessoas

de alguma maneira participam de uma e de outra,

pois todas elas tentam em certa medida questionar

e sustentar um argumento, defender ou acusar.

3. Oratória recursos significativos de estilística com efeitos expressivos da comunicação

oral = organização dos argumentos fortes e

às vezes falácias + auxiliares orais = timbre

da voz, altura da emissão vocal, a entonação

= timbre da voz, altura da emissão vocal, a entonação da frase, o jogo rítmico do

da frase, o jogo rítmico do corpo, dos braços,

da fisionomia, a postura convencer o júri e o

juiz a sentenciar a favor do advogado de

defesa ou de acusação (a votar a favor da

tese proposta).

CONTRIBUIÇÕES DE CHAIM PERELMAN

1. RETÓRICA

1.1 Criação da lógica dos juízos = aferir valores com

critérios lógicos e universais.

1.1.1 Contrário à posição positivista e cartesiana

1.1.1 Contrário à posição positivista e cartesiana limita o papel da lógica ao método científico e

limita o papel da lógica ao método científico e da razão à solução de problemas por meio das teorias; abandona a solução dos problemas humanos: emoções e interesses humanos.

1.1.2 Ressalta o poder da solução por meio da racionalidade ética dialética + retórica = acordo

sobre os valores e sua aplicação = arte do diálogo

e da controvérsia argumentação = com o

valores e sua aplicação = arte do diálogo e da controvérsia argumentação = com o princípio
valores e sua aplicação = arte do diálogo e da controvérsia argumentação = com o princípio

princípio da noção de justiça.

1.2 Acordo

1.2 Acordo uso das técnicas discursivas que provo- cam e aumentam a adesão dos julgadores. 1.2.1

uso das técnicas discursivas que provo-

cam e aumentam a adesão dos julgadores.

1.2.1 Ótica

cartesiana

positivista

adesão dos julgadores. 1.2.1 Ótica cartesiana positivista acordo = consequência natural de uma tese (proposição)

acordo

=

consequência natural de uma tese (proposição) verdadeira. 1.2.2 Ótica dialética retórica (razão + juízos de

valor) debate o valor de uma decisão, de uma

opção ou de uma ação considerada justa , equitativa, razoável, honrosa, conforme o direito acordo = adesão do júri e do juiz com a aceitação

dos argumentos lógicos + noção social de

justiça com o respeito aos valores humanos.

júri e do juiz com a aceitação dos argumentos lógicos + noção social de justiça com
júri e do juiz com a aceitação dos argumentos lógicos + noção social de justiça com
júri e do juiz com a aceitação dos argumentos lógicos + noção social de justiça com

1.2.3 Acordos prévios = algumas proposições incontroversas que já se encontram aceitas

pelo auditório antes do início do discurso: fatos de

conhecimento público, valores de uma sociedade. 1.3 Auditório = conjunto de todos aqueles que o

orador quer influenciar mediante o discurso.

Discurso jurídico orador fundamenta seu discursoaqueles que o orador quer influenciar mediante o discurso. sobre determinados acordos prévios do auditório. Petição

sobre determinados acordos prévios do

auditório.

Petição de Princípio = erro de argumentaçãoo discurso. Discurso jurídico orador fundamenta seu discurso sobre determinados acordos prévios do auditório. ineficaz.

seu discurso sobre determinados acordos prévios do auditório. Petição de Princípio = erro de argumentação ineficaz.

ineficaz.

1.4 Dado e interpretação: teoria da argumentação

1.4 Dado e interpretação: teoria da argumentação interpretação unívoco e daquilo que é dado = o

interpretação

unívoco

e

daquilo

que é dado

=

o que é

indiscutido ( relevar apenas

uma

das interpretrações possíveis).