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Relatrio - Doseamento das Protenas Solveis pelo Mtodo do Biureto

Nome: Henrique Fernandes e Joo Rodrigues Grupo: 3 Turma: P5 Objectivo: Determinar a concentrao das protenas solveis do leito pelo mtodo de doseamento de

biureto

Resultados Obtidos e Clculos Efectuados:

c (albumina STOCK) = 5,00 g/L


V (solues) = 7,00 mL
Tubo n Conc. Lactoalbumina ( g/L ) Abs. a 540 nm 1 2
0,143

3
0,286

4
0,429

5
0,571

6
0,714

A1
0,04

A2
0,200

0,000

0,000

0,031

0,055

0,094

0,125

0,144

0,009

0,042

Este um exemplo de clculo, vlido para as solues 1, 2, 3, 4, 5 e 6.

c (2) =

c (albumina STOCK).V (adicionado)


V (solues)

5,00 X 0,20X10

=
7,00X10

= 0,143 g/L

Equao da recta: A = 0,208c + 0,000476

= 0,20 g/L 0,208 0,20 X 7,00X10 0,04 X 7,00X10 = 0,47 g/L c (protenas) = = 0,3 g/L c (protenas) = 3,00X10 1,00X10 0,3 + 0,47 c (protenas solveis na soluo) = = 0,4 g/L 2 Anexo: Curva de calibrao
= 0,04 g/L

Determinao de A1 0,009 - 0,000476 c (A1) = 0,208

Determinao de A2 0,042 - 0,000476 c (A2) =

Concluso
c (protenas no leite) =

0,4 X 0,100
= 4 g/L 0,010

O valor obtido para a concentrao de protenas do leite amostra foi de 4 g/L, que podemos comparar com o que aparece rotulado na embalagem. Contudo esta comparao no feita de forma muito rigorosa, dado que no se conhece o teor em casena do leite em causa e apenas se sabe que possu 32g de protena por litro de leite. Sabendo que em mdia 80% das protenas do leite de vaca so casena, assim os restantes 20% correspondero s protenas solveis no leite e que foram, portanto, doseadas pelo mtodo de biureto. Contudo, isto leva-nos ao valor de 6,4g/L para a concentrao de protenas solveis, o que se afasta do valor medido experimentalmente. Esta discrepncia devida no s ao facto de no haver certeza no valor real (6,4 g/L), mas tambm porque o prprio mtodo de biureto relativamente selectivo e portanto poder ter apenas respondido lactoalbumina e no a todas as protenas solveis do leite, como a globulina. Outro fator que sem dvida interferiu nos resultados obtidos tem haver com o espectrofotmetro utilizado, que apresentava oscilaes signicativas para baixas concentraes, sendo que a absorvncia do branco poderia oscilar 0,006, ora isto condiciona, sobretudo o valor de 0,009 da A1. Se desprezssemos este valor teramos que a concentrao de protena seria de 4,7 g/L o que se aproxima mais do valor tomado como verdadeiro. Uma forma de contornar esta situao era recorrendo a uma separao da casena, como foi feito, seguida da sua determinao, para que com base nas protenas totais se pudesse inferir acerca da percentagem de casena e 11 protenas solveis no leite.