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Gráficos e Funções Alex Oliveira Daone Silva
Gráficos e Funções Alex Oliveira Daone Silva
Gráficos e Funções Alex Oliveira Daone Silva
Gráficos e Funções
Gráficos e Funções

Alex Oliveira

Gráficos e Funções Alex Oliveira Daone Silva

Daone Silva

Noção de Função
Noção de Função

O conceito de função é um dos mais importantes da matemática.

Vejamos alguns exemplos:

o Número de litros de gasolina e preço a pagar.

Números de litros

Preço a pagar

1

2,30

2

4,60

3

6,90

x

2,30x

Nesse caso, temos:

P = 2,30x, lei da função ou fórmula matemática da função.

Nesse caso, temos: P = 2,30x , lei da função ou fórmula matemática da função. UNIVERSIDADE

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Noção de Função
Noção de Função

o A distância percorrida em função do tempo.

Tempo(h)

1

2

3

t

Distância(km)

90

180

270

90t

Teremos:

D = 90t, lei da função ou equação da função.

90 180 270 90t Teremos: D = 90t, lei da função ou equação da função. UNIVERSIDADE

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Noção de Função
Noção de Função

o A máquina de dobrar

Entrada

Noção de Função o A máquina de dobrar Entrada D o b r a r Saída
Noção de Função o A máquina de dobrar Entrada D o b r a r Saída
Noção de Função o A máquina de dobrar Entrada D o b r a r Saída

Dobrar

Saída

1

2

2

4

3

6

3,5

7

5

10

x

2x

o Nesse caso, temos:

O número de saída n é igual a duas vezes o número de entrada x. A lei da função é n = 2x.

saída n é igual a duas vezes o número de entrada x . A lei da

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Noção de Função
Noção de Função

Observe que em ambos os casos, o preço a

pagar e a distância percorrida são determinados em função do número de

litros e do tempo, respectivamente. Onde:

o

P = 2,30x

P

é a variável dependente.

x é a variável independente.

o

D = 90t

D

é a variável dependente.

t é a variável independente.

o D = 90t D é a variável dependente. t é a variável independente. UNIVERSIDADE FEDERAL

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Vamos praticar
Vamos praticar

Um cabeleireiro cobra R$12,00 pelo corte para clientes com

hora marcada e R$10,00 sem hora marcada. Ele sempre atende por dia um número fixo de 6 clientes com hora marcada e um certo número variável de clientes sem hora marcada. Qual a lei que fornece a quantia Q arrecadada por dia em função de x.

RESPOSTA: Como o cabeleireiro trabalha com um número fixo de 6 clientes com hora marcada por dia e cada cliente desse tipo paga R$12,00 pelo serviço, há uma arrecadação fixa de R$72,00 (resultado da multiplicação de 6 por R$12,00). De maneira semelhante, para cada x clientes sem hora marcada atendidos, como cada um paga R$10,00, ele arrecada 10x (resultado da multiplicação de x por R$10,00). Perceba que essa última quantia arrecadada é variável, pois depende do número de clientes atendidos sem hora marcada. Portanto, se chamarmos de Q a quantia total arrecadada, a lei da função que representa a quantia arrecadada em relação a um certo número x de clientes sem hora marcada é obtida pela soma das quantias variável e fixa, ou seja:

hora marcada é obtida pela soma das quantias variável e fixa, ou seja: Q = 10x

Q = 10x + 72

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Vamos praticar
Vamos praticar

Qual a quantia arrecadada num dia em

que foram atendidos 16 clientes?

Q = 10.10 + 12.6 Q = 100 + 72 Q = 172 A quantia arrecadada neste dia foi R$172,00.

+ 12.6  Q = 100 + 72  Q = 172 A quantia arrecadada neste

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Vamos praticar
Vamos praticar

Qual foi o número de clientes atendidos num

dia em que foram arrecadados R$212,00?

O x representa a quantidade de clientes sem hora

marcada, logo o número de clientes atendidos será

a quantidade fixa de clientes com hora marcada

mais a quantidade de clientes sem hora marcada.

212 = 10x + 72 10x = 212 - 72 10x = 140

x = 140/10 x = 14 (quatorze sem hora marcada)

C = 14 + 6 C = 20 20 clientes no total foram atendidos nesse dia.

hora marcada) C = 14 + 6  C = 20 20 clientes no total foram

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Noção de função em conjuntos
Noção de função em conjuntos

Vejamos

conjuntos. Exemplo:

a

noção

de

função

junto

à

nomenclatura

de

Dados A e B, usando o diagrama de flechas devemos associar cada elemento de A a seu triplo em B.

. -6 -1. . -3 0. . 0 1. .3 2. .6 A B
.
-6
-1.
.
-3
0.
. 0
1.
.3
2.
.6
A
B

x A

y B

-1

-3

0

0

1

3

2

6

Nesse caso, temos uma função de A em B, expressa por y = 3x.

1 3 2 6 Nesse caso, temos uma função de A em B , expressa por

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Noção de função em conjuntos
Noção de função em conjuntos

Observa-se que para que tenhamos uma

função de A em B:

Todos os elementos de A têm correspondentes em B;

A cada elemento de A corresponde um único elemento em B.

em B ; • A cada elemento de A corresponde um único elemento em B .

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Vamos praticar
Vamos praticar

Dados os conjuntos A e B, determine quais representam

uma função de A em B.

A -2. . 0 B -1. . 1 0. . 4 1. .8 2. .16
A
-2.
.
0
B
-1.
.
1
0.
.
4
1.
.8
2.
.16
A B 2. . 1 5. . 0 10. . 2 20.
A
B
2.
.
1
5.
.
0
10.
.
2
20.
4 1. .8 2. .16 A B 2. . 1 5. . 0 10. . 2
A B .2 0. . 3 4. .5
A
B
.2
0.
. 3
4.
.5

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Vamos praticar
Vamos praticar

Analisaremos o diagrama de flechas abaixo:

o Observamos

A -2. . 0 B -1. . 1 0. . 4 1. .8 2. .16
A
-2.
.
0
B
-1.
.
1
0.
. 4
1.
.8
2.
.16
que
para
os
elemento

correspondente em B.

de

A,

um

o A cada elemento de A corresponde um único elemento de B. Observamos que há elementos em B que tem 2

correspondentes em A, mas isso não é problema. Logo,

temos uma função de A em B.

em A , mas isso não é problema. Logo, temos uma função de A em B.

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Vamos praticar
Vamos praticar

Trataremos o diagrama de flechas abaixo:

o Observamos

A B 2. . 1 5. . 0 10. . 2 20. que para os
A
B
2.
.
1
5.
.
0
10.
.
2
20.
que
para
os
elemento

correspondente em B.

de

A,

um

o A cada elemento de A corresponde um único elemento de B. Observamos que há um elemento em B que tem 3

correspondentes em A, mas isso não é problema. Logo,

temos uma função de A em B.

em A , mas isso não é problema. Logo, temos uma função de A em B.

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Vamos praticar
Vamos praticar

Analisaremos o diagrama de flechas abaixo:

A B .2 0. . 3 4. .5
A
B
.2
0.
. 3
4.
.5

o Observamos

que para os elemento

correspondente em B.

de

A,

há um

o Entretanto, há um elemento de A que corresponde a mais de um único elemento de B. Sendo assim, essa característica NÃO permite existir uma função de

A em B.

B. Sendo assim, essa característica NÃO permite existir uma função de A em B. UNIVERSIDADE FEDERAL

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Vamos praticar
Vamos praticar

Podemos concluir então que:

A -2. . 0 B -1. . 1 0. . 4 1. .8 2. .16
A
-2.
. 0
B
-1.
.
1
0.
.
4
1.
.8
2.
.16

É uma função

A B 2. . 1 5. . 0 10. . 2 20. É uma função
A
B
2.
.
1
5.
.
0
10.
.
2
20.
É uma função
A B 2. . 1 5. . 0 10. . 2 20. É uma função A
A B .2 0. . 3 4. .5 Não é uma função
A
B
.2
0.
. 3
4.
.5
Não é uma função

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Domínio
Domínio

Dada uma função f de A em B, o conjunto A

chama-se domínio da função, pois representa as entradas para a função f. Ou seja, os

valores que podem ser usados na função. O

domínio da função indicaremos por D(f).

na função. O domínio da função indicaremos por D(f) . 0. .0 .1 1. .2 .3
0. .0 .1 1. .2 .3 2. .4 .5 3. .6 A B
0.
.0
.1
1.
.2
.3
2.
.4
.5
3.
.6
A
B

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Contradomínio
Contradomínio

Dada uma função f de A em B, o conjunto B chama-se

contradomínio da função, pois representa as possíveis saídas para a função f. Ou seja, os possíveis

resultados para quando aplicamos um valor do x do

domínio na função. O contradomínio da função

indicaremos por CD(f).

O contradomínio da função indicaremos por CD(f) . 0. .0 .1 1. .2 .3 2. .4
0. .0 .1 1. .2 .3 2. .4 .5 3. .6 A B
0.
.0
.1
1.
.2
.3
2.
.4
.5
3.
.6
A
B

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Imagem
Imagem

Dada uma função f de A em B, o conjunto de todos

os valores de y obtidos através de x é chamado de conjunto imagem da função f. Ou seja, ele é o resultado de f(x), que representa os valores reais

obtidos quando aplicamos um x do domínio na

função e é indicado por Im(f).

um x do domínio na função e é indicado por Im(f) . 0. .0 .1 1.
0. .0 .1 1. .2 .3 2. .4 .5 3. .6 A B
0.
.0
.1
1.
.2
.3
2.
.4
.5
3.
.6
A
B

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Componentes de uma função
Componentes de uma função

Para caracterizar uma função é necessário

conhecer seus três componentes: o domínio A, o contradomínio B e a regra que associa

cada elemento de A apenas a um único

elemento y = f(x) de B. Nos dados anteriores, o domínio é A = {0; 1;

2; 3}, o contradomínio é B = {0; 1; 2; 3; 4; 5;

2x e o conjunto

6},

regra é dada

a

por y

=

imagem é dado por Im(f) = {0; 2; 4; 6}.

e o conjunto 6} , regra é dada a por y = imagem é dado por

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Vamos praticar
Vamos praticar

Considere g uma função de A em B, para a

qual A = {1; 3; 4}, B = {3; 9; 12} e g(x) é o triplo

de x para todos x A. Construa o diagrama de flechas da função;

1. .3 3. .9 4. .12 A B
1.
.3
3.
.9
4.
.12
A
B
A. • Construa o diagrama de flechas da função; 1. .3 3. .9 4. .12 A

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Vamos praticar
Vamos praticar

Determine D(g), CD(g) e Im(g);

o

De acordo com o diagrama de flechas dado, o conjunto A representa o conjunto de todos os valores reais de x que podem ser aplicados na função, caracterizando-se assim o domínio. Logo, D(g) = {1; 3; 4}.

o

De forma semelhante, o conjunto B representa o conjunto de todos os possíveis valores que podem ser resultados da aplicação de x na função, caracterizando-se assim o contradomínio. Logo, CD(g) = {3; 9;

12}.

o

Obtemos o conjunto imagem através da aplicação dos valores de x do

domínio da função em g. Como g(x) = 3x, aplicando:

o

x = 1, g(1) = 3.1 g(1) = 3

o

x = 3, g(3) = 3.3 g(3) = 9

o

x = 4, g(4) = 3.4 g(4) = 12

Assim, Im(g) = {3; 9; 12}

Perceba que, neste caso, o conjunto imagem da função é igual ao contradomínio. Isto nem sempre é verdadeiro, apenas em casos especiais como este!

contradomínio. Isto nem sempre é verdadeiro, apenas em casos especiais como este! UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS

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Vamos praticar
Vamos praticar

Determine g(3);

Como g(x) = 3x, então para g(3), usa-se x = 3, pois o 3 representa o valor que substituirá x,

assim:

g(3) = 3.3 g(3) = 9

Determine x para o qual g(x) = 12.

Como g(x) = 3x, e segundo o enunciado para g(x) utilizaremos 12, então:

g(x) = 3x 12 = 3x x = 12/3 x = 4

para g(x) utilizaremos 12, então: g(x) = 3x  12 = 3x  x = 12/3

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Funções definidas por fórmulas
Funções definidas por fórmulas

No início vimos uma correspondência

entre o número de litros e o preço a pagar expressa por:

P = 2,30x

Essa função pode ser expressa pela

fórmula matemática:

y = 2,30x ou f(x) = 2,30x

função pode ser expressa pela fórmula matemática: y = 2,30x ou f(x) = 2,30x UNIVERSIDADE FEDERAL

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Funções definidas por fórmulas
Funções definidas por fórmulas

Numa indústria, o custo operacional de uma

mercadoria é composto de um custo fixo de R$300,00 mais um custo variável de R$0,50 por unidade fabricada. Vamos expressar, por meio de

uma fórmula matemática, a função do custo

operacional.

o Seja f(x) o custo operacional de uma mercadoria e x o número de unidades fabricadas. Como a indústria

cobra um custo de R$0,50 por unidade fabricada, o

custo para x unidades fabricadas é 0,50x (o produto). Ela também cobra uma custo fixo de R$300,00 na fabricação. Assim, o custo operacional é dado soma

da parte variável com a fixa, f(x) = 0,50x + 300.

o custo operacional é dado soma da parte variável com a fixa, f(x) = 0,50x +

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Vamos praticar
Vamos praticar

Uma firma que conserta televisores cobra uma

taxa fixa de R$40,00 de visita e mais R$20,00, por hora de mão de obra. Então o preço que se

deve pagar pelo conserto de um televisor é

dado em função do número de horas de trabalho. Determine essa função.

o Seja f(x) o preço a ser pago pelo conserto do televisor e x o número de horas trabalhadas. Como a firma cobra R$20,00 por hora trabalhada, o custo para x horas trabalhadas é de 20x (o produto). Há também uma taxa fixa de R$40,00 de visita. Logo, o custo total é dado pela soma da parte variável com a fixa, f(x) = 20x + 40

Logo, o custo total é dado pela soma da parte variável com a fixa, f(x) =

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Vamos praticar
Vamos praticar
Vamos praticar UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS 2 6
Vamos praticar UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS 2 6

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Vamos praticar
Vamos praticar
Vamos praticar UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS 2 7
Vamos praticar UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS 2 7

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Domínio de uma função real
Domínio de uma função real

há três

componentes: domínio, contradomínio e lei da função.

Às vezes, porém, é dada somente a lei da

função, sem que A e B sejam citados. Assim

para que possamos usar algum valor na

função é necessário saber se ele pertence

ao domínio da função.

Vimos

função

que

em

uma

necessário saber se ele pertence ao domínio da função. Vimos função que em uma UNIVERSIDADE FEDERAL

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Domínio de uma função real
Domínio de uma função real
Domínio de uma função real UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS 2 9
Domínio de uma função real UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS 2 9

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Domínio de uma função real
Domínio de uma função real
Domínio de uma função real UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS 3 0
Domínio de uma função real UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS 3 0

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Domínio de uma função real
Domínio de uma função real
Domínio de uma função real UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS 3 1
Domínio de uma função real UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS 3 1

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Domínio de uma função real
Domínio de uma função real

Devemos considerar o intervalo que satisfaz a

ambas ao mesmo tempo. Então faremos a intersecção de x 7 e x 2.

7

Então faremos a intersecção de x  7 e x  2. 7 2 2 7
Então faremos a intersecção de x  7 e x  2. 7 2 2 7
Então faremos a intersecção de x  7 e x  2. 7 2 2 7

2

Então faremos a intersecção de x  7 e x  2. 7 2 2 7
Então faremos a intersecção de x  7 e x  2. 7 2 2 7
2 7
2
7

Assim, teremos como domínio o intervalo (2, 7] ou 2 x 7.

Logo, D(f) = {x R | 2 x 7}

(2, 7] ou 2  x  7. • Logo, D(f) = {x  R |

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Vamos praticar
Vamos praticar
Vamos praticar UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS 3 3
Vamos praticar UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS 3 3

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Vamos praticar
Vamos praticar
Vamos praticar UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS 3 4
Vamos praticar UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS 3 4

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Vamos praticar
Vamos praticar
2 3 2 3
2 3 2 3
2 3 2 3

2

2 3 2 3

3

2 3 2 3
2 3
2
3
Vamos praticar 2 3 2 3 UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS 3 5

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Para que serve mesmo o domínio de uma função?
Para que serve mesmo o domínio de uma função?

Como vimos o domínio de uma função representa as

entradas para a função, ou seja, os valores que podem ser

usados na função. Façamos um paralelo entre essa definição e nossas experiências cotidianas. Por exemplo:

Se imaginarmos f como sendo um liquidificador, e usarmos x como sendo frutas, esse liquidificador poderá nos retorna um resultado f(x), então essas frutas (x) fazem parte do domínio da função (liquidificador).

, então essas frutas ( x ) fazem parte do domínio da função (liquidificador) . UNIVERSIDADE
, então essas frutas ( x ) fazem parte do domínio da função (liquidificador) . UNIVERSIDADE
, então essas frutas ( x ) fazem parte do domínio da função (liquidificador) . UNIVERSIDADE
, então essas frutas ( x ) fazem parte do domínio da função (liquidificador) . UNIVERSIDADE
, então essas frutas ( x ) fazem parte do domínio da função (liquidificador) . UNIVERSIDADE

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, então essas frutas ( x ) fazem parte do domínio da função (liquidificador) . UNIVERSIDADE
Para que serve mesmo o domínio de uma função?
Para que serve mesmo o domínio de uma função?

Entretanto, se usarmos uma pedra (x) a

função liquidificador não poderá processar esse x (pedra), NÃO sendo possível obter

f(x). Sendo assim, o x (pedra) não faz parte

do domínio da função (liquidificador).

assim, o x (pedra) não faz parte do domínio da função (liquidificador). UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS
assim, o x (pedra) não faz parte do domínio da função (liquidificador). UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS
assim, o x (pedra) não faz parte do domínio da função (liquidificador). UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS
assim, o x (pedra) não faz parte do domínio da função (liquidificador). UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS

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Para que serve mesmo o domínio de uma função?
Para que serve mesmo o domínio de uma função?

Concluímos então que, o domínio de uma

função serve para sabermos que valores x podem ser usados na

função f para obtermos f(x).

Exercendo,

assim,

uma

importância

fundamental no estudo de funções.

obtermos f(x). Exercendo, assim, uma importância fundamental no estudo de funções. UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS 3

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Gráfico de uma função
Gráfico de uma função

Em livros, revistas e jornais frequentemente encontramos gráficos e tabelas que

procuram retratar uma determinada

situação. Esses gráficos e tabelas, em geral, representam FUNÇÕES, e por meio deles podemos obter informações sobre a

situação que retratam, bem como sobre as

funções que representam.

sobre a situação que retratam, bem como sobre as funções que representam. UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS

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Gráfico de uma função: Definições
Gráfico de uma função: Definições

1. O Gráfico facilita à análise de dados, que, muitas vezes, estão dispostos em planilhas ou tabelas complexas.

2. Gráficos, consiste em recursos visuais

que facilitam a compreensão dos dados expostos.

consiste em recursos visuais que facilitam a compreensão dos dados expostos. UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS 4

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Gráfico de uma função
Gráfico de uma função

O gráfico de uma função auxilia na análise

da variação de duas (ou mais) grandezas quando uma depende da outra.

Analisemos o gráfico a seguir um gráfico

que mostra pontos de consumo de água

em uma residência (em porcentagem).

gráfico que mostra pontos de consumo de água em uma residência (em porcentagem). UNIVERSIDADE FEDERAL DE

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Analisando gráficos
Analisando gráficos
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Analisando gráficos
Analisando gráficos

Analisando o gráfico, vemos que:

O lavatório e o tanque consomem a mesma quantidade de água;

A bacia sanitária consome aproximadamente 5

vezes mais água do que o tanque;

A bacia sanitária e o chuveiro são os que mais consomem água;

Desta lista, a máquina de lavar louças é o

aparelho que menos consome água.

• Desta lista, a máquina de lavar louças é o aparelho que menos consome água. UNIVERSIDADE

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Vamos Praticar?
Vamos Praticar?

(Adaptado de Enem 2007) Explosões solares emitem

radiações eletromagnéticas muito intensas e ejetam,

para o espaço, partículas carregadas de alta energia, o que provoca efeitos danosos na Terra. O gráfico

seguinte mostra o tempo transcorrido desde a

primeira detecção de uma explosão solar até a chegada dos diferentes tipos de perturbação e seus

respectivos efeitos na Terra.

a chegada dos diferentes tipos de perturbação e seus respectivos efeitos na Terra. UNIVERSIDADE FEDERAL DE

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Vamos Praticar?
Vamos Praticar?
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Vamos Praticar?
Vamos Praticar?

Considerando-se o gráfico, é correto afirmar que a perturbação por ondas de rádio geradas em uma

explosão solar:

a) dura mais que uma tempestade magnética.

b) chega à Terra dez dias antes do plasma solar.

c) chega à Terra depois da perturbação por raios X.

d) tem duração maior que a da perturbação por raios X.

perturbação por raios X. d) tem duração maior que a da perturbação por raios X. UNIVERSIDADE

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Resolução
Resolução

a)

Resolução a) Duração inferior à 10 h Duração de, aproximadamente10 dias FALSA! Podemos perceber que a
Resolução a) Duração inferior à 10 h Duração de, aproximadamente10 dias FALSA! Podemos perceber que a

Duração inferior à 10 h

Duração de, aproximadamente10 dias

FALSA! Podemos perceber que a duração T das ondas de rádio é tal que 1min<T<10h e a tempestade magnética tem duração de, aproximadamente, dez dias.

e a tempestade magnética tem duração de, aproximadamente, dez dias. UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS 4 7

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Resolução
Resolução

ATENÇÃO!

Resolução ATENÇÃO! Percebe-se, que este item ressalta a necessidade de sabermos analisar gráficos que NÃO ESTÃO

Percebe-se, que este item ressalta a necessidade de sabermos analisar gráficos que NÃO ESTÃO EM ESCALA, deixando assim de confiarmos apenas na nossa percepção visual de comprimento, e passando analisar cuidadosamente todas as informações de um gráfico!

e passando analisar cuidadosamente todas as informações de um gráfico! UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS 4 8

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Resolução
Resolução

b)

Resolução b) Diferença na Chegada é um pouco maior que 1 dia! FALSA! Pelo esquema acima,
Resolução b) Diferença na Chegada é um pouco maior que 1 dia! FALSA! Pelo esquema acima,

Diferença na Chegada é um pouco maior que 1 dia!

FALSA! Pelo esquema acima, analisando cuidadosamente o

eixo horizontal do gráfico percebemos que as perturbações

por ondas de rádio chegam na Terra, aproximadamente, um dia antes do plasma solar.

por ondas de rádio chegam na Terra, aproximadamente, um dia antes do plasma solar. UNIVERSIDADE FEDERAL

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Resolução
Resolução

c)

Resolução c) Diferença na Chegada é menor que 1 minuto! FALSA! Pode-se perceber pelo esquema acima
Resolução c) Diferença na Chegada é menor que 1 minuto! FALSA! Pode-se perceber pelo esquema acima

Diferença na Chegada é menor que 1 minuto!

FALSA! Pode-se perceber pelo esquema acima que as perturbações por ondas de rádio e de raios

X chegam, praticamente, simultaneamente à Terra.

por ondas de rádio e de raios X chegam, praticamente, simultaneamente à Terra. UNIVERSIDADE FEDERAL DE

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Resolução
Resolução
Resolução Duração superior à 1h. d) Duração de pouco mais de 10 min. d) VERDADEIRA. Percebam
Resolução Duração superior à 1h. d) Duração de pouco mais de 10 min. d) VERDADEIRA. Percebam

Duração superior à 1h.

d)

Duração de pouco mais

de 10 min.

d) VERDADEIRA. Percebam que a perturbação por raio X tem duração de pouco mais de dez minutos, enquanto as

perturbações por ondas de raio dura algumas horas.

mais de dez minutos, enquanto as perturbações por ondas de raio dura algumas horas. 5 1

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mais de dez minutos, enquanto as perturbações por ondas de raio dura algumas horas. 5 1

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Coordenadas cartesianas
Coordenadas cartesianas

A notação (a,b) é usada para indicar o par

ordenado de números reais a e b, no qual o

número a é a primeira coordenada e o número b é a segunda coordenada.

Observe que os pares ordenados (3;4) e

(4;3) são diferentes, pois a primeira

coordenada de (3;4) é 3, enquanto a

primeira coordenada de (4;3) é 4.

a primeira coordenada de (3;4) é 3, enquanto a primeira coordenada de (4;3) é 4. UNIVERSIDADE

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Sistema de Eixos Ortogonais
Sistema de Eixos Ortogonais

Um sistema de eixos ortogonais é

constituído por dois eixos perpendiculares,

Ox e Oy, que têm a mesma origem O.

constituído por dois eixos perpendiculares, Ox e Oy , que têm a mesma origem O .

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Sistema de Eixos Ortogonais
Sistema de Eixos Ortogonais
UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS 54
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Sistema de Eixos Ortogonais
Sistema de Eixos Ortogonais

Damos o nome de plano cartesiano a um

plano munido de um sistema de eixos

ortogonais.

Os eixos ortogonais dividem o plano cartesiano em quatro regiões chamadas

quadrantes. A figura a seguir ilustra melhor a

noção de quadrante.

chamadas quadrantes. A figura a seguir ilustra melhor a noção de quadrante. UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS

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Sistema de Eixos Ortogonais
Sistema de Eixos Ortogonais
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Sistema de Eixos Ortogonais
Sistema de Eixos Ortogonais

Usamos esse sistema para localizar pontos

no plano. Dado um ponto P desse plano, dizemos que os números a e b são as

coordenadas cartesianas do ponto P, em

que a é a abscissa e b é a ordenada. Por exemplo, vamos localizar em um plano cartesiano os pontos A(4;1), B(1;4), C(-2;-3), D(2;-2), E(-1;0).

em um plano cartesiano os pontos A(4;1), B(1;4), C(-2;-3), D(2;-2), E(-1;0). UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS 5

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Sistema de Eixos Ortogonais
Sistema de Eixos Ortogonais
Sistema de Eixos Ortogonais UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS 5 8
Sistema de Eixos Ortogonais UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS 5 8

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Construção de Gráficos de Funções
Construção de Gráficos de Funções

Para construirmos o gráfico de uma função dada por y=f(x), com x ϵ D(f), no plano

cartesiano devemos:

1. Construir uma tabela com valores de x e y;

2. A cada par ordenado da tabela associar um ponto do plano cartesiano;

3. Marcar o número suficiente de pontos, até

que seja possível esboçar o gráfico da

função.

suficiente de pontos, até que seja possível esboçar o gráfico da função. UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS

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Exemplos
Exemplos

Vamos construir o gráfico da função dada por f(x) = 2x+1, sendo o domínio D=(0,1,2,3,4).

Façamos uma tabelados valores de x e f(x), para

termos uma noção do comportamento da função.

f(x), para termos uma noção do comportamento da função. x y = f(x) 0 1 1

x

y = f(x)

0

1

1

3

2

5

3

7

4

9

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Exemplos
Exemplos
Exemplos 6 1 • Diante dos valores da tabela podemos construir o gráfico de f (gráfico

61

Diante dos valores da tabela podemos

construir o gráfico

de f (gráfico ao lado).

1 • Diante dos valores da tabela podemos construir o gráfico de f (gráfico ao lado).

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Exemplos
Exemplos

Vamos construir o gráfico da função dada por

f(x) = 2x+1, sendo o domínio D = IR.

Façamos uma tabelados valores de x e f(x),

para termos uma noção do comportamento da

função.

 

x

y=f(x)

 
 

-2

-3

-1

-1

0

1

1

3

2

5

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Exemplos
Exemplos
Exemplos 6 3 • Diante dos valores da tabela podemos construir o gráfico de f (gráfico

63

Diante dos valores da tabela podemos

construir o gráfico

de f (gráfico ao lado).

3 • Diante dos valores da tabela podemos construir o gráfico de f (gráfico ao lado).

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Construção de Gráficos de Funções
Construção de Gráficos de Funções
Construção de Gráficos de Funções R= Os domínios são diferentes UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS 6 4

R= Os domínios são diferentes

Construção de Gráficos de Funções R= Os domínios são diferentes UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS 6 4

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Vamos Praticar?
Vamos Praticar?

(Enem 2007. Adaptado) O gráfico da página

seguinte, obtido a partir de dados do Ministério do Meio Ambiente, mostra o crescimento do

número de espécies da fauna brasileira ameaçadas de extinção.

Se mantida, pelos próximos anos, a tendência

de crescimento mostrada neste gráfico, o número de espécies ameaçadas de extinção em

2011 será igual a:

gráfico, o número de espécies ameaçadas de extinção em 2011 será igual a: UNIVERSIDADE FEDERAL DE

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Vamos Praticar?
Vamos Praticar?
Vamos Praticar? UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS Alternativas: a) 465. b) 493. c) 498. d) 538. e)

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Alternativas:

a)

465.

b)

493.

c) 498.

d)

538.

e)

699.

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Resposta
Resposta

Se observarmos o comportamento do gráfico,

notaremos que este pode ser modelado por uma função do 1º grau, da forma f(x) = ax+b.

Admitindo f(x) como o número de espécies

ameaçadas de extinção, e x como seus respectivos anos. Podemos escrever a equação

da reta que passa por dois pontos: P1(1983;239)

e P2(2007;461).

escrever a equação da reta que passa por dois pontos: P1(1983;239) e P2(2007;461). UNIVERSIDADE FEDERAL DE

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Resposta
Resposta

A partir destes dados podemos formar um sistema de equações. Como f(x) = ax+b.

239 1983 a

b

461

2007 a

b

L1

L2

Vamos resolver este sistema 2X2:

L2 = L2 - L1

2007 a  b L1 L2 Vamos resolver este sistema 2X2: L2 = L2 - L1
2007 a  b L1 L2 Vamos resolver este sistema 2X2: L2 = L2 - L1

222=24a

2007 a  b L1 L2 Vamos resolver este sistema 2X2: L2 = L2 - L1
2007 a  b L1 L2 Vamos resolver este sistema 2X2: L2 = L2 - L1

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Resposta
Resposta

Como já descobrimos o valor de a, podemos

encontrar, facilmente, o valor de b:

L1

valor de a, podemos encontrar, facilmente, o valor de b: L1 239=1983*9,25+b Desta forma a função

239=1983*9,25+b

encontrar, facilmente, o valor de b: L1 239=1983*9,25+b Desta forma a função que procurávamos é:
encontrar, facilmente, o valor de b: L1 239=1983*9,25+b Desta forma a função que procurávamos é:

Desta forma a função que procurávamos é:

f(x)=9,25x-18103,75.

Basta descobrir o valor de f(2011):

f(2011) = 9,25*2011-18103,75 = 498

Logo a alternativa correta é a C

de f(2011): f(2011) = 9,25*2011-18103,75 = 498 Logo a alternativa correta é a C UNIVERSIDADE FEDERAL

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Função Crescente e Decrescente
Função Crescente e Decrescente

De modo geral, analisando o gráfico de uma função, podemos observar propriedades

importantes dela, tais como:

1. Onde ela é positiva (f(x)>0), onde ela é

negativa (f(x)<0) e onde ela se anula

(f(x)=0). Os valores de x nos quais ela se anula (f(x)=0) são chamados de zero da

função f.

Os valores de x nos quais ela se anula (f(x)=0) são chamados de zero da função

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Função Crescente e Decrescente
Função Crescente e Decrescente

2. Onde ela é crescente (se x1<x2, então f(x1)<f(x2)), onde ela é Decrescente (se x1<x2, então f(x1)>f(x2)) e onde ela assume um valor máximo ou um mínimo, se

existirem. Por exemplo, vamos considerar

o gráfico seguinte e analisá-lo no intervalo

(-6, 6).

Por exemplo, vamos considerar o gráfico seguinte e analisá-lo no intervalo (-6, 6). UNIVERSIDADE FEDERAL DE

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Função Crescente e Decrescente
Função Crescente e Decrescente
Função Crescente e Decrescente UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS 7 2
Função Crescente e Decrescente UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS 7 2

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Analisando o Gráfico
Analisando o Gráfico

f é positiva em (-5,-1) e em (5,6);

f é negativa em (-6,-5) e em (-1,5);

f é nula em x=-5, x=-1 e x=5. Esses são os zeros da função

f é crescente em (-6,-3] e em [2,6);

f é decrescente em [-3,2];

O ponto com x=-3 é um ponto de máximo e f(x)=2 é o valor máximo de f;

O ponto com x=2 é um ponto de mínimo e f(x) = -3

é o valor mínimo de f.

f;  O ponto com x=2 é um ponto de mínimo e f(x) = -3 é

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Vamos Praticar?
Vamos Praticar?

Um rapaz desafia seu pai para uma corrida de 100m. O pai permite que o filho

comece 30 m à sua frente. Um gráfico

bastante simplificado dessa corrida é dado

a seguir:

30 m à sua frente. Um gráfico bastante simplificado dessa corrida é dado a seguir: UNIVERSIDADE

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Vamos Praticar?
Vamos Praticar?
UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS 75
UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS
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Vamos Praticar?
Vamos Praticar?

Pelo gráfico, quem ganhou a corrida e qual foi a diferença de tempo?

quem ganhou a corrida e qual foi a diferença de tempo? O pai chegou, aproximadamente, 14s

O pai chegou, aproximadamente, 14s após a largada

de tempo? O pai chegou, aproximadamente, 14s após a largada O garoto chegou, aproximadamente, 17s após
O garoto chegou, aproximadamente, 17s após a largada
O garoto chegou, aproximadamente, 17s após a
largada
R= Portanto o Pai Ganhou a corrida com 3s de diferença!
R= Portanto
o
Pai
Ganhou a corrida com
3s de diferença!
Esta linha verde representa a corrida garoto, pois no tempo inicial a distância vale 30m
Esta linha verde representa a corrida garoto, pois no tempo inicial a distância vale 30m
linha verde representa a corrida garoto, pois no tempo inicial a distância vale 30m UNIVERSIDADE FEDERAL

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Vamos Praticar?
Vamos Praticar?

A que distância do início o pai alcançou seu filho?

• A que distância do início o pai alcançou seu filho? 70m R= Como a ordenada
70m
70m
R= Como a ordenada do ponto de intersecção vale 70 m, logo o pai ultrapassou
R= Como a ordenada do
ponto de intersecção
vale 70 m, logo o pai
ultrapassou
o
garoto
nesta distância.
de intersecção vale 70 m, logo o pai ultrapassou o garoto nesta distância. UNIVERSIDADE FEDERAL DE

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Vamos Praticar?
Vamos Praticar?

Em que momento depois do início da corrida ocorreu a ultrapassagem?

10s
10s
depois do início da corrida ocorreu a ultrapassagem? 10s R= Como a abscissa do ponto de
R= Como a abscissa do ponto de intersecção vale 10s, logo o pai ultrapassou o
R= Como a abscissa do
ponto de
intersecção
vale
10s,
logo
o
pai
ultrapassou
o
garoto
neste momento.

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Referências
Referências

DANTE, L. R. Matemática: Ensino Médio. 1.ed. São Paulo:

Ática, 2004.

NIEDERAUER,J.Z. Funções.

Disponível

<

http://www.somatematica.com.br/zips/funcoes1.zip>. Acesso

em:19 maio 2012.

em:

Função. Disponível em: <

http://www.matematicadidatica.com.br/Funcao.aspx >. Acesso em:19 maio 2012.

< http://www.matematicadidatica.com.br/Funcao.aspx >. Acesso em:19 maio 2012. UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS 7 9

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OBRIGADO!
OBRIGADO!
OBRIGADO! UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS 8 0
OBRIGADO! UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS 8 0

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