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Produtos Orgânicos

Agricultura orgânica é um sistema de gerenciamento total da produção agrícola com


vistas a promover e realçar a saúde do meio ambiente, preservar a biodiversidade, os ciclos
e as atividades biológicas do solo. Nesse sentido, a agricultura orgânica enfatiza o uso de
práticas de manejo em oposição ao uso de elementos estranhos ao meio rural. Isso abrange,
sempre que possível, a administração de conhecimentos agronômicos, biológicos e até
mesmo mecânicos. Mas exclui a adoção de substâncias químicas ou outros materiais
sintéticos que desempenhem no solo funções estranhas às desempenhadas pelo
ecossistema.
O produto orgânico é cultivado sem o uso de adubos químicos ou agrotóxicos. É um
produto limpo, saudável, que provém de um sistema de cultivo que observa as leis da natureza
e todo o manejo agrícola está baseado no respeito ao meio ambiente e na preservação dos
recursos naturais.
Ao comprar produtos orgânicos, os consumidores apesar de não sentirem ou terem
consciência da sua ação benéfica para o meio ambiente, estão na verdade adquirindo,
um conjunto de dois produtos: os alimentos em si e um produto ambiental (a
proteção/regeneração do meio ambiente). E esse produto ambiental que parece abstrato
à primeira vista, que apesar de adquirido, não é consumido fisicamente por quem o
adquire, pode até ser quantificado e valorado. Basta que sejam medidas nos
estabelecimentos agrícolas, a melhoria da qualidade da água, a intensificação da vida
microbiológica do solo, o aumento da biodiversidade, o retorno dos pássaros e outros
pequenos animais ao espaço agrícola, apesar de eventuais pequenos prejuízos que
possam causar às atividades agrícolas no curto prazo.
Por outro lado, no longo prazo, os métodos orgânicos de produção, ao equilibrar o meio
ambiente e trabalhar de modo harmônico e convergente em relação ao tempo, ritmo,
ciclos e limites da natureza, tende a reduzir substancialmente seus custos, podendo até
mesmo competir com o agroquímico em termos de produtividade e resultados
econômicos, sem entretanto apresentar os aspectos negativos já conhecidos desse
sistema de produção.
O agricultor orgânico, que considera a natureza sua aliada, amiga, observa-a, e está
sempre apreendendo com ela, respeita seu tempo, suas limitações de solo, água, clima,
etc. Percebe as inter-relações que existem entre todos os elementos que compõem o
meio ambiente. Enfrentando as dificuldades, impostas pelos limites naturais e éticos em
relação a esse processo de produção, este agricultor, com satisfação e acreditando na
proposta, procura produzir economicamente, mas acompanhando e respeitando o ritmo
da natureza atuando e procurando encontrar um máximo de equilíbrio com a mesma.

*Alguns produtos Orgânicos produzidos no Brasil


Os principais alimentos orgânicos produzidos no Brasil são representados pela, soja que
ganha com 31% seguida de hortaliças (27%) e café (25%). A maior área plantada é com
frutas (26%), depois cana (23%) e palmito (18%).

Cana-orgânica
O objetivo é melhorar ainda mais a qualidade do açúcar orgânico, que já é exportado
para mais de 25 países.
Soja orgânica
O cultivo de soja para consumo humano é alternativa para pequenos produtores. O
consumo de produtos à base de soja para alimentação humana dever crescer 300% nos
próximos cinco anos. Essa alta está sendo provocada pelas descobertas das pesquisas
que identificam no grão substâncias que combatem certos tipos de cânceres,
osteoporoses e outras doenças. A demanda pode ser uma oportunidade para pequenos
produtores terem na soja uma alternativa de renda. Para conseguir isso o agricultor tem
um caminho.

Cacau orgânico
O cacau orgânico não utiliza agrotóxico e é cerca de 30% mais valorizado que o
comum. Para produzir cacau orgânico são utilizados, dentre outros produtos, urina de
vaca, esterco verde, fosfatos naturais, além de vários enriquecedores naturais.

Citricultura orgânica
O uso de calda Sulfocálcica viabiliza a produção de citros orgânico. Hoje, devido ao
sucesso da Sulfocálcica no combate às principais pragas dos citros (ácaro da leprose,
ácaro da ferrugem, cochonilhas, larva minadora, etc), são mais de 250 fábricas nos
pomares. Utilizando este produto alternativo, a citricultura e o país estão economizando
milhões de reais, viabilizando o cultivo para muitos pequenos e médios produtores. A
calda Sulfocálcica é um produto alternativo, aceito pelas certificadoras de produtos
orgânicos. As plantas que recebem o tratamento com esta calda rica em cálcio e enxofre,
além de livres de pragas, são mais resistentes às doenças, mais vigorosas e sadias.

Gengibre orgânico
O objetivo é desenvolver técnicas produtivas que empreguem insumos agrícolas de
baixo impacto ambiental na área, zona de preservação que já cultiva o gengibre em
escala comercial pelo sistema tradicional. Enquanto o método convencional utiliza
grandes quantidades de agrotóxicos e adubos químicos NPK (como uréia, superfosfatos
e cloreto de potássio), no método orgânico esses produtos dão lugar ao fosfato natural e
pó de rocha, biofertilizantes (esterco, água e pó de rocha fermentados) e compostagem
(resíduos vegetais e animais sobrepostos).
Guaraná orgânico
Eles descartam completamente os químicos, utilizando em seu lugar, por exemplo,
farinha de ossos, restos vegetais e até um formicida orgânico. Os pés cultivados
convencionalmente produzem mais, mas essa diferença é compensada pelo preço
alcançado pelo guaraná orgânico, que é cotado em dólar.

Manga orgânica
O volume da produção certificada como orgânica é inédito no Brasil. A manga orgânica
já está sendo exportada para Holanda e Portugal com boa aceitação.
Morango orgânico
É um produto de alto valor biológico e de muito melhor qualidade. O morango tem que
ser colhido de dois em dois dias, pela rápida maturação, e não deve ser tratado com
agrotóxico.
Pêssego orgânico
O cultivo orgânico de frutas de caroço, como o pessegueiro é possível, com muitas
vantagens para o agricultor. Adubar com fertilizantes orgânicos, como compostos e
húmus de minhocas, com acompanhamento do estado nutricional da planta, permitem
adubação equilibrada, que não liberam aminoácidos para as pragas e patógenos. As
plantas tratadas com defensivos alternativos, como Calda Sulfocálcica e Biofertilizantes,
ficam mais fortes e resistentes, reduzindo em 80 a 90% dos ataques às plantas. O solo é
manejado com roçadeira, mantendo sempre a sua cobertura, evitando erosão e
garantindo a presença dos inimigos naturais. A produtividade não é afetada, porém os
frutos são mais aromáticos e saborosos.

Rapadura orgânica
Para industrializar a rapadura orgânica é preciso ter uma produção de cana-de-açúcar
orgânica, cultivada sem o uso de agrotóxicos ou adubos químicos. O processo fabril é
artesanal e começa com a limpeza do caldo de cana, que não é lavado e nem passado na
centrífuga. Após a secagem, o produto é granulado. O corte da cana também é
diferenciado, feito sem a queima da planta.

Tomate orgânico
As caldas Bordalesa e Sulfocálcica constituem os principais meios de controle
alternativo de pragas e doenças para as plantas cultivadas no processo ecológico e
orgânico. O princípio destas caldas não é erradicar os insetos ou patógenos, porém
aumentar a resistência e a repelência das plantas. Na cultura do tomate, o uso da
Bordalesa combate os fungos e bactérias, aumentando a resistência dos tecidos contra a
ocorrência de pragas, como larva minadora.

Uva orgânica
O cultivo orgânico é aquele feito sem agrotóxicos ou outra espécie de produto químico.
Além de todo o cuidado que já é destinado para um produto orgânico, a uva requer
também pulverização constante.

Adubos Utilizado No Cultivo

O solo é a base do trabalho orgânico. Vários resíduos são reintegrados ao solo; esterco,
restos de verduras, folhas, aparas, etc., são devolvidos aos canteiros para que sejam
decompostos e transformados em nutrientes para as plantas. Essa fertilização ativará a vida
no solo; os microorganismos além de transformar a matéria orgânica em alimento para as
plantas, tornarão a terra porosa, solta, permável à água e ao ar. O grande valor da
horticultura orgânica é promover permanentemente o melhoramento do solo. Ao invés de
mero suporte para a planta, o solo será sua fonte de nutrição.
A rotação de culturas é utilizada como forma de preservar a fertilidade do solo e o
equilíbrio de nutrientes. Contribui também para o controle de pragas, pois o cultivo das
mesmas culturas nas mesmas áreas poderia resultar no aparecimento de doenças e
infestações. As monoculturas são evitadas. A diversidade é fator que traz estabilidade ao
agrossistema, pois implica no aumento de espécies e na interação entre os diversos
organismos.

Quais as Vantagens dos elementos Orgânicos

Evita problemas de saúde causados pela ingestão de substâncias químicas tóxicas.


Pesquisas e estudos tem demonstrado que os agrotóxicos são prejudiciais ao nosso
organismo e os resíduos que permanecem nos alimentos podem provocar reações
alérgicas, respiratórias, distúrbios hormonais, problemas neurológicos e até câncer.

Alimentos orgânicos são mais nutritivos. Solos ricos e balanceados com adubos naturais
produzem alimentos com maior valor nutritivo.

Alimentos orgânicos são mais saborosos. Sabor e aroma são mais intensos - em sua
produção não há agrotóxicos ou produtos químicos que possam alterá-los.

Protege futuras gerações de contaminação química. A intensa utilização de produtos


químicos na produção de alimentos afeta o ar, o solo, a água, os animais e as pessoas. A
agricultura orgânica exclui o uso de fertilizantes, agrotóxicos ou qualquer produto
químico; e tem como base de seu trabalho a preservação dos recursos naturais.

Evita a erosão do solo. Através das técnicas orgânicas tais como rotação de culturas,
plantio consorciado, compostagem, etc., o solo se mantém fértil e permanece produtivo
ano após ano.

Protege a qualidade da água. Os agrotóxicos utilizados nas plantações atravessam o


solo, alcançam os lençóis d'água e poluem rios e lagos.

Restaura a biodiversidade, protegendo a vida animal e vegetal. A agricultura orgânica


respeita o equilíbrio da natureza, criando ecossistemas saudáveis. A vida silvestre, parte
essencial do estabelecimento agrícola é preservada e áreas naturais são conservadas.

Ajuda os pequenos agricultores. Em sua maioria, a produção orgânica provém de


pequenos núcleos familiares que tem na terra a sua única forma de sustento. Mantendo o
solo fértil por muitos anos, o cultivo orgânico prende o homem à terra e revitaliza as
comunidades rurais.

Economiza energia. O cultivo orgânico dispensa os agrotóxicos e adubos químicos,


utilizando intensamente a cobertura morta, a incorporação de matéria orgânica ao solo e
o trato manual dos canteiros. É o procedimento contrário da agricultura convencional
que se apoia no petróleo como insumo de agrotóxicos e fertilizantes e é a base para a
intensa mecanização que a caracteriza.
O produto orgânico é certificado. A qualidade do produto orgânico é assegurada por um
Selo de Certificação. Este Selo é fornecido pelas associações de agricultura orgânica ou
por órgãos certificadores independentes, que verificam e fiscalizam a produção de
alimentos orgânicos desde a sua produção até a comercialização. O Selo de Certificação
é a garantia do consumidor de estar adquirindo produtos mais saudáveis e isentos de
qualquer resíduo tóxico. No Brasil existem 45 produtores com o selo orgânico fornecido
pelo IBD (Instituto Biodinâmico de Desenvolvimento Rural).

Vitaminas Encontradas nos Produtos Orgânicos

Vitamina A –É essencial para a visão, para o desenvolvimento dos tecidos ósseos e para os
dentes. Protege também as mucosas da boca, do nariz, da garganta e dos pulmões. A carência
de vitamina A prejudica a visão noturna, provoca alterações na pele, deixando-a áspera e seca,
principalmente na face externa da coxa, joelhos, cotovelos e pescoço. Os cabelos ficam sem
vida e ressecados, muitas vezes quebradiços. Esta vitamina é encontrada na cenoura,
pimentão, alface, salsa, vagem, abóbora, mamão, caju, caqui, tangerina e manga.

Vitamina B1 – Tem papel importante no funcionamento do sistema nervoso, dos músculos e


do coração. Melhora a atitude mental e estimula o crescimento. A falta de vitamina B1 pode
dificultar a digestão, provocar prisão de ventre e também causar dores musculares e cãibras.
Nas crianças, esta carência provoca fraqueza nas pernas, perda de apetite, cansaço,
irritabilidade e desatenção. Pode ser encontrada no trigo integral, farelo de trigo e de arroz,
amendoim, leite, levedo de cerveja e cereais em geral.

Vitamina B2 – É responsável pela constituição da pele, unhas e cabelos. Atua também no


crescimento e reprodução. Ajuda a resolver problemas de boca e lábios. A sua carência
provoca estomatite, conjuntivite, fissuras na boca e inflamação nos lábios. Normalmente, é
encontrada no brócolis, vagem e espinafre, mas também está presente no leite, queijo, fígado,
rim, levedo de cerveja, clara de ovo e frutas.

Vitamina B6 – Necessária para o sistema nervoso e funcionamento normal do cérebro, é


importante na imunidade contra o câncer e arteriosclerose, além de ser útil na prevenção de
pedras nos rins e no tratamento de alergias, artrite e asma. Atua como um leve diurético e
reduz os sintomas de tensão pré-menstrual. Está presente no fígado, carne bovina, carne de
galinha, levedo de cerveja, cenoura, ovo, peixe, ervilha, espinafre, semente de girassol, nozes,
gérmen de trigo, abacate, banana, grãos integrais, repolho e melão.

Vitamina B12 – Vital para prevenir a anemia, auxilia a formação e longevidade das células,
aumenta a energia, estimula o apetite, promove o crescimento e mantém saudável o sistema
nervoso. A carência desta vitamina – contida nos queijos, fígados, ovos, frutos do mar, leite,
carne bovina e suína (existe apenas em fontes animais) – pode ser causada por má absorção ou
problemas digestivos, principalmente em pessoas mais idosas.

Vitamina C – Essencial na formação do colágeno, protege contra coágulos e promove a


regeneração dos tecidos. Também é necessária ao crescimento. Ajuda a manter gengivas
saudáveis, protege contra os efeitos nocivos da poluição e ajuda a reduzir o colesterol. Pode
ser encontrada em hortaliças, frutas silvestres e cítricas. As fontes mais ricas são: caju, acerola,
kiwi, goiaba, morango, limão, manga, laranja, mamão, tomate, pimentão, cebola, couve,
couve-flor, batata, batata-doce, aspargo, abacate, beterraba, brócolis, salsa, ervilha, caqui,
abacaxi, rabanete, espinafre e agrião. É bom saber que a vitamina C contribui para a absorção
de ferro pelo organismo e é fundamental para mulheres que tomam pílula anticoncepcional.
Vitamina D – Esta vitamina é muito importante para o crescimento e desenvolvimento
normais dos ossos e dentes nas crianças. Atua também na prevenção e tratamento de
osteoporose, raquitismo e hipocalcemia (falta de cálcio no sangue). Pode ser obtida em banhos
de sol e através do consumo de leite e seus derivados. Encontra-se também no atum, salmão,
sardinha, óleo de fígado de peixe, manteiga, gema de ovo, farinha de aveia e batata-doce.

Vitamina E – Seu principal papel é retardar o envelhecimento celular causado pela oxidação.
É um antioxidante que previne contra o câncer e doenças cardiovasculares. Também regenera
tecidos, promove a coagulação e a cicatrização normais, alivia cãibras e distensão muscular
nas pernas. Acelera a cura de queimaduras e é excelente no combate à tensão pré-menstrual.
Existe em grãos integrais, verduras de folha, nozes, gérmen de trigo, brócolis, soja, couve-de-
bruxelas, espinafre e ovo.

Cálcio – É vital na formação de ossos e dentes. Além disso, possui papel importante na
manutenção dos batimentos cardíacos regulares e ajuda na transmissão de impulsos nervosos.
A carência deste mineral pode provocar raquitismo e osteoporose. Normalmente é encontrado
na natureza em produtos como leite, queijo, iogurte, em todos os peixes, frutos do mar,
verduras em geral, soja, amendoim, nozes, feijão, ervilha, lentilhas, beterraba, nabo, rabanete,
brócolis, espinafre, repolho, couve, figo, aveia, salsa, ameixa e gergelim.

Ferro – É vital para a formação dos glóbulos vermelhos do sangue, importante para o
crescimento, resistência a doenças e no combate ao cansaço. Sua deficiência, que costuma ser
conseqüência de hemorragia intestinal, fluxo menstrual excessivo ou deficiência nutricional,
pode causar anemia. O ideal para supri-la é consumir alimentos como feijão, lentilha, ervilha,
gérmen de trigo, brócolis, carne, batata, abóbora, soja, agrião, almeirão e fígado.

Fósforo – Este mineral, em associação com o cálcio, participa da formação dos ossos e dos
dentes. Além disso, contribui na lactação, na reprodução e é indispensável para a absorção da
vitamina B12. Pode ser encontrado em aspargos, nozes, gergelim, levedo de cerveja, leite,
queijo, ovos, carnes, feijão, figo, arroz, milho, aveia, amendoim, frutas secas, alho, aves,
peixes e castanhas.

Magnésio – Por combater a tensão nervosa e a depressão é conhecido como mineral anti-
estresse. Também auxilia a absorção de cálcio e potássio. Sua deficiência interfere na
transmissão de impulsos nervosos e musculares, causando irritabilidade e nervosismo. As
maiores fontes são peixes, frutos do mar, carne, derivados de laticínios, banana, maçã, abacate,
arroz integral, figo, alho, feijão fradinho, gergelim, trigo, grãos integrais, limão e milho.

Potássio – Ajuda a evitar o infarto, colabora na contração muscular adequada, além de ser
muito importante para o sistema nervoso e batimento cardíaco regular. Ajusta também a
transferência de nutrientes para as células. Os derivados de laticínio, peixes, abacate, banana,
melado, levedo de cerveja, arroz integral, figo, frutas secas, alho, nozes, passas, abóbora,
inhame, carnes, grãos integrais e verduras são suas grandes fontes.

Selênio – Em conjunto com a vitamina E (são mais eficientes juntos), funciona principalmente
como antioxidante, protegendo o sistema imunológico, prevenindo a formação de radicais
livres, que podem danificar o corpo. Este mineral também ajuda a manter a elasticidade dos
tecidos e alivia o desconforto da menstruação. No tratamento e combate à caspa tem papel
importante. As suas melhores fontes naturais são a cebola, tomate, gérmen de trigo, atum,
brócolis, castanha-do-pará, galinha, alho, fígado, frutos do mar e grãos integrais.
Zinco – É essencial para o crescimento dos órgãos reprodutores e bom funcionamento da
próstata. Também é indispensável na síntese de proteínas, acelera a cicatrização de ferimentos
e elimina manchas brancas das unhas. A sua carência pode causar a hipertropia da próstata e a
arteriosclerose. Pode ser encontrado nas carnes bovina, de carneiro e de porco, gérmen de
trigo, ovo, mostarda em pó, semente de abóbora, sardinha, legumes, ostra, fígado, cogumelos e
semente de girassol.

Com todas estas propriedades, aliadas ao fato do alimento orgânico conservar suas
propriedades naturais cuidar da sua saúde é priorizar hábitos alimentares. Ou contentar-se em
remediá-la depois.

Fontes:

www.google.com.br
www.wikipedia.org/
www.ambientebrasil.com.br/

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