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Relatório de Química Aplicada.

Segurança no Laboratório e Vidrarias.

2. INTRODUÇÃO

Para ser realizado qualquer tipo de atividade em um Laboratório de Química é extremamente necessário o conhecimento dos equipamentos e vidrarias que poderão ser utilizados em qualquer procedimento (ou nos principais) com a finalidade de evitar algum tipo de acidente envolvendo danos materiais ou pessoais.

Quem entrar em um laboratório de pesquisas ou de ensino em Química se deparará com uma grande quantidade de peças que denominamos de aparelhagem de laboratório. Cada uma destas peças tem um uso específico e é confeccionada de um determinado material. Uma grande quantidade delas é confeccionada em vidro, normalmente vidro pirex ou vidro de boro silicato, metal ou plástico.

Estas aparelhagens de laboratório não fazem parte do nosso dia a dia, mas vários têm formato muito semelhantes instrumentos que não fazem parte do dia a dia. Muitos apresentam formato ou funções semelhante aos equipamentos que possuímos nas cozinhas de nossas residências, enquanto que outros têm formatos e aplicações totalmente e às vezes até não imagináveis para alguém que ainda não estudou um pouco de química. Alem destes equipamentos confeccionados em vidro ou plástico, em laboratório há também muitos outros equipamentos como microscópios, aquecedores elétricos, aparelhos de refrigeração entre outros, que necessitam de energia elétrica para o seu funcionamento.

Todas estas aparelhagens ou equipamentos são fruto de séculos de desenvolvimento da ciência, em particular da química, da biologia e da física, sendo, portanto, resultado de uma evolução lenta e gradativa.

Os primeiros laboratórios que realizavam transformações químicas (ainda que de forma primitiva) remontam à época dos alquimistas. Num misto de magia, superstição e ciência primitiva, seus adeptos realizavam diversas sínteses, como do ácido acético e sulfúrico (conhecido como óleo de vitríolo). Entre os mais famosos podemos citar Hermes Trimegisto, Geber e Paracelso, famoso por utilizar alguns conceitos alquímicos na cura de doenças.

A química, no entanto, somente ganharia características de ciência formal com os primeiros trabalhos do físico Robert Boyle (1627-1691). De formação bastante ampla, Boyle foi físico, químico e filósofo, sendo o primeiro a apresentar a noção de “elemento químico”. Os trabalhos de Boyle serviram de base para o surgimento da Química Experimental que, embora de forma primitiva, alcançaria sua maturidade alguns anos depois. Apesar de todo o

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desenvolvimento técnico e científico, qualquer laboratório químico, por mais sofisticado que seja ainda utiliza um conjunto muito simples de equipamentos que têm suas origens ligadas ao desenvolvimento da química, como os béqueres, tubos de ensaio, erlenmeyers, buretas, etc

As atividades de laboratório exigem parte do aluno não só um conhecimento das peças e aparelhos utilizados, como também o emprego correto de cada um deles. Portanto, antes de tudo, é necessário que observem bem cada uma das peças, memorizem a sua forma e conheçam a utilidade de cada uma.

Segurança no Laboratório

É o conjunto de medidas que são empregadas para prevenir acidentes, quer eliminando condições inseguras do ambiente, quer instruindo ou convencendo pessoas na implantação de práticas preventivas.

Risco

É o perigo a que determinado indivíduo está exposto ao entrar em contato com um agente tóxico ou a certa situação perigosa.

Acidente

São todas as ocorrências não programadas, estranhas ao andamento normal do trabalho, das quais poderão resultar danos físicos ou funcionais e danos materiais e econômicos à instituição.

Prevenção de Acidentes

É o ato de se por em prática as regras e medidas de segurança, de maneira a se evitar a ocorrência de acidentes.

Equipamentos de Segurança

São os instrumentos que têm por finalidade evitar ou amenizar riscos de acidentes. Os equipamentos de proteção individual (EPI`s) mais usados para a prevenção da integridade física do indivíduo são: óculos, máscaras, luvas, aventais, gorros, etc.

REGRAS BÁSICAS DE SEGURANÇA

Saiba onde se encontra socorros.

o material

de emergência para primeiros

Não abra qualquer recipiente antes de reconhecer seu conteúdo pelo rótulo;

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Não

pipete

líquidos

diretamente

com

a

boca;

use

pipetadores

adequados;

 

Não tente identificar um produto químico pelo odor nem pelo sabor;

Não execute reações desconhecidas em grande escala e sem proteção;

Não adicione água aos ácidos, mas sim os ácidos à água;

 

Não trabalhe de sandálias ou chinelos no laboratório;

 

Não abandone seu experimento, sem identificá-lo e encarregar alguém qualificado pelo seu acompanhamento;

Mantenha os solventes inflamáveis em recipientes adequados e longe de fontes de calor;

Utilize a capela sempre que manipular reagentes ou solventes que liberem vapores;

Conheça as propriedades tóxicas das substâncias químicas antes de empregá-las pela primeira vez no laboratório;

Se tiver cabelos longos, leve-os presos ao realizar qualquer experiência no laboratório;

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Não se alimente e nem ingira líquidos nos laboratórios;

 

Evite colocar na bancada de laboratório, bolsas, agasalhos ou qualquer material estranho ao trabalho;

Comunique qualquer acidente, por menor que seja ao responsável pelo laboratório;

Se

algum

ácido

ou

produto

químico

for

derramado,

lave

o

local

imediatamente.

 

Informe seus colegas sobre o andamento de qualquer experiência que possa oferecer perigo.

Para sentir o odor de uma substância não coloque diretamente o nariz sobre o recipiente, mas com a mão traga, um pouco do vapor até ele.

Incêndios

Além de materiais usualmente inflamáveis (madeira, cortiça, gás, o próprio vestuário, cabelos) todo laboratório contém solventes altamente inflamáveis (éter, acetona, álcool, benzeno e outros).

Para Evitar Acidentes

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Use a chama do bico de bunsen apenas quando necessário, apagando-

a imediatamente depois de terminada a operação.

Nunca acenda um bico de bunsen perto de material inflamável.

Não deixe chamas acesas ao sair do laboratório.

Em Caso de Incêndio

Se for um acidente de pequenas proporções, abafe imediatamente com uma toalha.

Feche os bicos de gás e desligue aparelhos elétricos das proximidades.

Apague o fogo com extintor de incêndio.

Coloque-se em segurança.

Procure ler e entender os roteiros experimentais; consulte a literatura especializada. Em caso de dúvidas, discuta o assunto com o professor antes de tentar fazer o experimento;

Em caso de possuir alguma alergia, estar grávida ou em qualquer outra situação que possa ser afetado quando exposto a determinados reagentes químicos, comunique o professor logo no primeiro dia de aula;

SIMBOLOS DE PERÍGO E SEUS SIGNIFICADOS

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3. Objetivos

Identificar os principais instrumentos utilizados em um laboratório de Química.

3.1. OBJETIVOS ESPECÍFICOS

Informar ao aluno a respeito dos riscos e cuidados que devem ser tomados em um laboratório de Química e mostrar a maioria das vidrarias e equipamentos que serão usados nas aulas práticas.

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4. Materiais e Métodos

4.1VIDRARIAS

ALMOFARIZ COM PISTILO

BALÃO DE FUNDO CHATO

BALÃO DE FUNDO REDONDO

BALÃO VOLUMÉTRICO

BECKER

BURETA

CADINHO

CÁPSULA DE PORCELANA

CONDENSADOR

DESSECADOR

ERLENMEYER

FUNIL DE BUCHNER

FUNIL DE DECANTAÇÃO

FUNIL DE VIDRO

KITASSATO

PIPETA GRADUADA

PIPETA VOLUMÉTRICA

PROVETA

TUBO DE ENSAIO

VIDRO DE RELÓGIO

4.2 OUTROS EQUIPAMENTOS

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ANEL OU ARGOLA

BALANÇA DIGITAL

BALANCA ANALITICA

BICO DE BUNSEN

ESTANTE PARA TUBOS DE ENSAIO

GARRA DE CONDENSADOR

PINÇA DE MADEIRA

PINÇA METÁLICA

PISSETA

SUPORTE UNIVERSAL

TELA DE AMIANTO

TRIPÉ

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5- Resultados e Discussão Prática n01 - Segurança no Laboratório e Vidrarias

Foi obtido como consequência da apresentação do laboratório de Química o conhecimento das seguintes vidrarias e equipamentos:

DESSECADOR
 

DESSECADOR

 

Usado para guardar substâncias em atmosfera com baixo índice de umidade.

PISSETA OU FRASCO LAVADOR

PISSETA OU FRASCO LAVADOR

Usada para lavagens de materiais ou recipientes através de jatos de água, álcool ou outros solventes.

PROVETA OU CILINDRO GRADUADO

PROVETA OU CILINDRO GRADUADO

Serve

para

medir

e transferir

volumes de líquidos. Não pode ser aquecida.

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BURETA
 

BURETA

Aparelho

utilizado

em

análises

volumétricas.

ESTANTE PARA TUBO DE ENSAIO

ESTANTE PARA TUBO DE ENSAIO

É usada para suporte dos TUBOS DE ENSAIO.

TUBO DE ENSAIO
 

TUBO DE ENSAIO

Empregado para fazer reações em pequena escala, principalmente em testes de reação em geral. Pode ser Aquecido com movimentos circulares e com cuidado diretamente sob a chama do BICO

DE BÜNSEN.

 
CADINHO
 

CADINHO

Peça geralmente de porcelana cuja utilidade é aquecer substâncias a seco e com grande intensidade, podendo ser levado diretamente ao BICO DE BUNSEN.

BALÃO DE FUNDO CHATO

BALÃO DE FUNDO CHATO

Utilizado como

recipiente para

conter líquidos ou

soluções, ou

mesmo, fazer reações com desprendimento de gases. Pode ser aquecido sobre o TRIPÉ com TELA DE AMIANTO.

BALÃO DE FUNDO REDONDO

BALÃO DE FUNDO REDONDO

Utilizado

principalmente

em

sistemas de refluxo e evaporação a

vácuo,

acoplado

a

ROTAEVAPORADOR.

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PIPETA VOLUMÉTRICA
 

PIPETA VOLUMÉTRICA

 

Usada

para

medir

e

transferir

volume

de líquidos. Não

pode ser

aquecida, pois possui grande

precisão de medida.

 
BALANÇA ANALITICA
 

BALANÇA ANALITICA

 

Para a medida de massa de sólidos e líquidos não voláteis com grande precisão.

CÁPSULA DE PORCELANA
 

CÁPSULA DE PORCELANA

Peça de porcelana usada para evaporar líquidos das soluções.

BEQUER
 

BEQUER

 

É

de

uso

geral

em

laboratório.

Serve

para

fazer

reações

entre

soluções,

dissolver

substâncias

sólidas,

 

efetuar

reações

de

precipitação

e

aquecer

líquidos.

Pode ser aquecido sobre a TELA

DE AMIANTO.

 

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BALÃO VOLUMÉTRICO
 

BALÃO VOLUMÉTRICO

 

Possui volume definido e é utilizado

para

o

preparo de soluções em

laboratório.

 
FUNIL DE SEPARAÇÃO
 

FUNIL DE SEPARAÇÃO

 

Utilizado na separação de líquidos

não miscíveis líquido/líquido.

e

na

extração

GARRA DE CONDENSADOR

GARRA DE CONDENSADOR

 

Usada para prender o condensador à haste do suporte ou outras peças como balões, erlenmeyers etc.

BICO DE BÜNSEN
 

BICO DE BÜNSEN

 

É a fonte de aquecimento mais utilizada em laboratório. Mas contemporaneamente tem sido substituído pelas MANTAS E CHAPAS DE AQUECIMENTO.

   

Erlenmeyer

 

Utilizado

para

titulações,

aquecimento de líquidos, dissolução

de

substâncias

e

reações

entre

soluções.

Para

seu

aquecimento,

usa-se o tripé com tela de amianto. Os erlenmeyers também são utilizados em titulação para conter a

solução a ser titulada e sobre a qual

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será adicionada a solução tittulante. São graduados e, assim como os béqueres, os valores de volume

será adicionada a solução tittulante. São graduados e, assim como os béqueres, os valores de volume são aproximados devido ao seu grande diâmetro.Normalmente são utilizados erlenmeyers com capacidade de 125 ml, 250 mL ou 500 mL.

FUNIL

FUNIL

Usado na filtração, para retenção de partículas sólidas em misturas sólido-líquido. No funil é adaptado o papel de filtro que retém o sólido e permite a passagem do material líquido. Podem ter a haste inferior curta ou longa.

 

CHAPA DE AQUECIMENTO

 
É utilizada para o aquecimento de

É utilizada para o aquecimento de

substâncias de uma forma em geral,

principalmente

as

substâncias

inflamáveis. Esta

é

a

forma

mais

comum e segura de aquecimento em um laboratório de química, atualmente. Ela também pode ser utilizada para o agitamento de soluções, aquecidas ou não.

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ESTUFA
 

ESTUFA

 

Serve para secar e esterilizar os materiais, ela atinge até 200ºC.

CAPELA
 

CAPELA

Serve

para

proteger

dos gases

realização

 

das

 

reações químicas. Serve para abrir

com seguranças líquidos voláteis.

 
CABEÇA DE DESTILAÇÃO
 

CABEÇA DE DESTILAÇÃO

 

Serve

para

conectar

o

balão

ao

condensador e adaptar termômetro nas destilações.

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6. CONCLUSÃO

O presente relatório ressalta a importância do conhecimento da função de vidrarias e equipamentos, e de que maneira estes devem ser manuseados, como uma das formas de proteger e amparar o aluno quando este faz uso de um Laboratório. Para obter um bom desempenho em um laboratório também é necessário ter noções sobre procedimentos de segurança, para que utilize os materiais de forma correta e obtenha o resultado esperado nas práticas.

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7. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

em Abril, 2013.

http://www.quiprocura.net/laboratorio/laboratorio3.htm.Acessado em Abril,2013.