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Um dos processos inteligentes no gerenciamento dos custos dos desperdícios no processo de produção de uma fábrica.

Carlos Angelo Botteri Dias Batista - RA 1713102390 Graduando em Engenharia de Produção EAD (2013 -2018) botteri2000@uninove.edu.br (UNINOVE)

RESUMO

Exemplos são citados nas literaturas abundantes disponíveis na internet, empresas especializadas no setor são consultadas diariamente para sanar aborrecimentos “não esperados” ou não analisados em um fluxograma na linha de produção, na distribuição dos bens produzidos, na estocagem de matérias primas e de manutenções não programadas como as manutenções corretivas de um equipamento, e a falta de análise de uma demanda no mercado consumidor, outros fatores como prestadores terceirizados despreparados em honrar os prazos ora estipulados, na qualidade do produto ofertado. “RECALL” de produtos defeituosos, determinado pela justiça, etc. Com o intuito de se mostrar mais competitiva no mercado, buscando atender critérios normativos de padrões internacionais de qualidade adotados, muitas empresas procuram a partir destas necessidades, se adequarem

e

procurar um sistema de gerenciamento da produção, mais específico a sua necessidade.

E

um dos sistemas mais conhecidos e copiados de outras empresas mais organizados, é o JIT (Just in Time).

Que significa “no tempo justo”, onde este sistema de produção enxuta esta sendo amplamente implementada em várias empresas ao redor do mundo, cuja finalidade principal no processo de produção em particular: é

definir um controle mais rígido de todas as etapas até a entrega programada ao cliente.

ABSTRACT

Examples are cited in the abundant literature available on the internet, specialized companies in the sector are consulted daily hassles to remedy "unexpected" or not analyzed in a flowchart on the production line, the distribution of goods produced in the storage of raw materials and maintenance not programmed as corrective maintenance of equipment, and the lack of analysis of a demand in the consumer market, other factors such as outsourced providers unprepared to honor the deadlines stipulated herein, the quality of the product offered. "RECALL" of defective products, determined by justice, etc In order to show more competitive in the market, seeking to meet normative standards of international quality standards adopted, many companies seek from these requirements, fit and looking for a management system of production, more specific to your needs. And one of the most known and copied from other companies more organized, is the JIT (Just in Time). Which means "fair weather" where this lean production system is being widely implemented in various companies around the world, whose main purpose in the production process in particular: is set tighter control of all steps until the scheduled delivery the client.

INTRODUÇÃO

(JUST IN TIME)

Proposta definida pelo autor como sendo a remodelação, ou seja, a reorganização do ambiente produtivo da empresa, procurando estabelecer e definir alguns critérios básicos que atendam principalmente todos os tipos para eliminação dos. ‘“desperdícios”. Neste ambiente produtivo tais desperdícios são declarados como a perda de tempo: ociosidade das máquinas e dos colaboradores pelo excesso da produção, onde a ordem (era) produzir e estocar sem a preocupação com a demanda do produto. Podemos observar que na verdade o JIT tem a possibilidade de aumentar a gama de variedades do produto acabado em diferentes locais distintos, ou seja: fábricas específicas para a fabricação somente de um dispositivo do produto acabado, e outra principal, a montagem o produto acabado, sendo esta gestão com um grau de qualidade monitorada pela própria filosofia citada. Uma vez implantado o referido sistema (JIT), conseguimos coordenar a produção implantando esta técnica e monitorando o seu desenvolvimento parte por parte no processo produtivo. Cujo objetivo principal é produzir somente a quantidade correta dos produtos para cada fase dentro do circuito ou da linha de produção dentro

de uma sequencia lógica e dentro de um tempo pré-determinado para a continuidade do processo, ou seja, no

momento definido. O que não significa prover o parque fabril do estoque do fornecedor, em Sorocaba, por exemplo, a Toyota conta com diversas indústrias ancoras na proximidade do seu parque industrial, chamados

indústrias alimentadoras do sistema. Verificando o espaço geográfico ocupado pelo Japão e sua densidade demográfica por um lado com alta tecnologia de ponta, mas com uma deficiência em recursos naturais, podemos observar que esta proposta

veio de encontro com a atual necessidade em se evitar a construção de grandes galpões industriais para estocagem de materiais no uso do processo construtivo e de materiais/ produtos/peças acabadas e mesmo as defeituosas. Surgindo no Japão na década de 50 depois da Segunda Guerra Mundial e atribuindo seu sucesso a Toyota no seu desenvolvimento e o seu sucesso em atender a demanda na reorganização e implantação de suas fabricas

na coordenação da produção de acordo com as pretensões dos clientes atuais aos diferentes modelos de

veículos que estavam sendo lançado para este ansioso público que hesitava em receber seu produto em tempo hábil. Esta filosofia de atender somente o que o consumidor almejava se tornou uma empresa com uma posição bem privilegiada e competitiva no referido mercado automobilístico. Neste momento este sistema passou simplesmente de uma técnica de gestão para ser intitulada como uma

completa filosofia subdividindo em diversos sistemas que abordavam dentro de um só conteúdo, mas um gerenciamento completo desde a gestão dos materiais adquiridos, a gestão da qualidade do produto recebido

e produzido, Um layout dos meios produtivos no interior da fábrica mais organizado, gestão de

desenvolvimento de novos produtos, definição de uma linha organizada do trabalho em si, e a gestão dos recursos humanos empreendidos. Entendendo esta necessidade, após a implantação deste sistema, sendo um sistema de gestão onde há a

necessidade dos gestores em implantar no pico da pirâmide e que toda a funcionalidade do sistema, depende

de uma efetiva aplicação em todos os níveis hierárquico; cada um com sua responsabilidade de gerir, aplicar,

fiscalizar e cumprir com os requisitos necessários ao programa implantado. Este conceito ficava bem claro que era bastante simples ao entender que os produtos fabricados eram entregues logo que ficavam prontos e as peças do fornecedor eram colocadas na linha de produção somente quando eram necessárias na linha de produção. Evitando estoques desnecessários e uma linha de produção mais limpa e organizada, e efetivamente controlada podendo criar rotinas das avaliações do sistema encontrando pontos críticos em momentos pontuais do fluxograma da linha de produção.

Deste modo o sistema foi implantado e as preocupações anteriores passaram a ser questionadas ponto a ponto, como por exemplo, a pontualidade (de uma forma rígida) na entrega do produto, a organização no sentido da engenharia em procurar fazer o melhor no aspecto qualidade, sua organização foi fundamental repetitivo, mas eficiente.

Muitos concorrentes americanos e europeus adotaram esta filosofia em no gerenciamento da produção entendendo da possibilidade desta aplicação para as diversas equipes dentro do contexto mundial, ou seja, a facilidade do cumprimento destes requisitos, mudando a filosofia de produzir estoques desnecessários e aumentar custos de transporte mais vezes, de gestão dos produtos nos armazéns, mudando a atividade fim da empresa de produção para administração dos bens produzidos. Onde anteriormente fazia parte do custo do produto final destas empresas a gestão também de recursos humanos para terceiros; em gerenciar custos relacionados a mão de obra indireta de um sistema que poderia ser evitado, da gestão da engenharia de perder muito tempo de reprogramação das paradas das máquinas e também sua preparação para entrar em atividade. Contudo através de um ponto tecnicamente estudado através do algoritmo implantado foi definido um ponto economicamente viável onde não ser demasiado para os custos aferidos tanto na vantagem de poder deixar a máquina parada, e também uma análise para os custos de transporte; onde chamaremos este ponto economicamente de (EOQ) Economic Order Quantity - “quantidade econômica a encomendar”. Mas quanto mais baixo este ponto, entendemos que chegaremos perto da excelência, onde o autor descreve que os japoneses conseguiram baixar o tempo de preparação das máquinas, transformando-as ou mesmo fabricá-las.

Pode parecer estranho, mas vejamos um exemplo: em 1971 a Toyota iniciou uma cruzada para baixar os tempos de preparação. Nessa altura demorava 1 hora para preparar uma prensa de 800 toneladas que era usada para moldar capôs e para-choques. Após Cinco anos de trabalho intensivo, esse tempo foi reduzido para 12 minutos, enquanto que na mesma altura um concorrente americano necessitava de 6 horas para o mesmo trabalho. No entanto, a Toyota não parou por aqui! Eles queriam atingir um tempo mais baixo, menos do que 10 minutos, e conseguiram atingir tempos de menos de 1 minuto! Será possível? Conseguir preparar máquinas gigantes em menos de 10 minutos, em segundos? Tanto é que a Toyota o fez, e hoje em dia outros o fazem. No caso das prensas de 800 toneladas tratou-se "somente" de alterar a máquina de forma a que uma peça feita deslizasse por um dos lados, ao mesmo tempo em que do outro lado entrava a nova chapa a ser moldada.

Por questão de Normas Brasileiras, e projetos audaciosos de grandes empresas fabricantes do setor, e também fornecida a garantia da qualidade junto à finalidade inicial não poderia alterá-las sem conhecimento e permissão destes fabricantes, pois são sigilosos os projetos como segredo industrial e qualquer alteração até pelo valor do equipamento seria um custo muito oneroso descoberto de qualquer garantia e a desobediência para com as leis de marcas e patentes.

Alguns objetivos do JIT:

Como havia citado: entrega o produto ou o serviço contratado em uma hora devidamente programada para uso no sistema em outra indústria para não entrar em parada do seu fluxograma, mesmo um bem produzido

faz parte de um sistema em que finaliza para um e começa para outro, mediante este requisito visa a busca

contínua para a melhoria do sistema produtivo. (Grifo meu

internacional estabelecida em Sorocaba/SP teve que enviar a quantidade de peças solicitadas para dar continuidade em uma linha de produção de uma Indústria em São Paulo, através do helicóptero da empresa, justamente para atender o objetivo do cronograma ora determinado para a confecção do produto e também para não deixar de validar a sua posição no algoritmo da montadora como uma fornecedora credenciada e capacitada e responder o quesito “JIT” no tempo certo. Seu objetivo como havia citado, a busca contínua e incessante na otimização de todo o processo para que se torne uma empresa altamente competitiva e responsável, algumas metas devem ser cumpridas, como elaboração e a cronometragem do algoritmo da referida linha de produção, para poder interagir bem com o cliente, resultado: obtém alta confiabilidade na relação fornecedor / cliente. E como todo sistema é passível de melhoria contínua, então colocar em prática esta ação. Outro requisito importante no JIT para a melhoria continua deste processo e a possibilidade de redução do estoque, quando diminuímos o estoque, a

Cito como exemplo em uma indústria de renome

)

possibilidade se tornar mais visíveis como a oneração de investimentos ociosos em grande quantidade ainda sem destino final, ou seja, sem comprometimento de alguma empresa no seu algoritmo da linha de produção, além de outros fatores como o gerenciamento do estoque cujo objetivo já citado não é este da empresa, permitindo assim o fluxo da linha produção com um procedimento mais tranquilo através da reprogramação da máquina no sentido de poder menores desgastes e menores manutenções corretivas imediatas.

PROBLEMAS COM A IMPLEMENTAÇÃO DO SISTEMA JIT EM EMPRESAS COM TRADIÇÕES ARCAICAS E COM A TRADIÇÃO DA ADMINISTRAÇÃO COMO UM ENFOQUE RADICAL DE MUDANÇAS

Empresas com a metodologia ainda preservada sem uma filosofia de gestão de todos os níveis da administração dos recursos, da mão de obra, da elaboração de um fluxograma de sua linha de produção, a falta de preocupação com os estoques produzidos em larga escala sem um destino final já programado antes da confecção dos produtos ou serviços, gestão de outras atividades atípicas da atividade fim da empresa, como gerenciamento de estoques, número de colaboradores que atuam em áreas que não ligadas ao objetivo fim da empresa, como estoquistas, carregadores, e técnicos de diversas áreas e não do sistema produtivo, requer uma questão generalizada sobre todos os aspectos que deverão ser mudados, não entender que é somente mais uma técnica a ser implantada, são costumes, vícios e maus controles que deverão ser eliminados e definitivamente velhos procedimentos sem uma base lógica substituídas imediatamente por outras com respaldo conhecido na literatura e bem testadas através de algoritmos perfeitos.

PROPOSTAS DE MELHORIAS PARA A MUDANÇA RADICAL, ADOTANDO A METODOLOGIA CITADA

Já citado anteriormente o comprometimento total e a alta administração e de toda equipe no sentido de entender a necessidade de apurações de qualidade, da relação custo benefício de parada e preparação de uma linha de produção, avaliação do corpo técnico e sua capacitação permanente e contínua, treinamentos com enfoque voltado a busca de soluções dos problemas apresentados e enfim medições cronológicas de apuração dos índices de desempenho com a divulgação dos resultados devem ser bem claras e objetiva cuja finalidade é de promover a auto estima dos colaboradores em questão, promoções de cursos específicos, valorização do profissional como ferramenta indisponível ao sistema. Etc. devem ser devidamente sustentados por esta alta administração que tem por obrigação de gerir os recursos necessários. Grandes quantidades de departamentos de pessoal especializados em apoio devem ser substituídos pelos próprios operadores do sistema, ou seja, qualificá-los promovendo sua qualificação.

A organização do trabalho deve beneficiar o manejo dos trabalhadores para outras atividades em que possa

garantir mais conhecimento de todo o sistema produtivo e a interação permanente dos setores produtivos e o trabalho em equipe.

A descrição das atividades deve ser conhecida por todos entre seus departamentos através de fluxogramas,

outros tipos de matérias de informações, e que deverão estar sempre expostos para a focalização da rotina apresentada e conhecida pelos departamentos; seja a administração dos escritórios, como linha de produção.

Um pré-requisito importante na aplicação desta filosofia, onde podemos estrutura-las estabelecendo de sistema simples de controle para a menor célula presente na linha de produção, podendo o cliente (Próximo da linha de sequência) até monitorar seu pedido diretamente através de um ótimo relacionamento entre as

células. A implementação de um sistema de Kanban ((é um termo de origem japonesa e significa literalmente “cartão” ou “sinalização”). É um conceito relacionado com a utilização de cartões (post-it e outros) para indicar

o andamento dos fluxos de produção em empresas de fabricação em série. Nesses cartões são colocadas

indicações sobre uma determinada tarefa, por exemplo, “para executar”, “em andamento” ou “finalizado”), célula a célula para que possamos eliminar os estoques mínimos temporários no decorrer do processo de uma forma gradativa e conhecer sua real necessidade, e a preocupação clara de cada célula na recusa ou não do produto em atividade na linha de montagem em avaliar claramente a qualidade (técnicas de medidas, seus requisitos adotados para avaliação) do produto semi acabado para próxima sequência. Outra medida genérica

é a preparação de uma estrutura organizacional mais leve, ou seja, sem muitos pré-requisitos para uma

interface bem amigável entre os colaboradores diretos e indiretos. Algumas Características da filosofia Just in Time:

A variedade na produção de diversos produtos diferentes compromete toda estrutura baseado neste sistema devido a necessidade se aumentar a flexibilidade do sistema produtivo, o que se torna extremamente inviável e nestas dimensões.

Sempre o processo de produção deve ser em células, procurando dividir os componentes produzidos em famílias de modo a tornar o processo restrito ao ambiente das famílias celulares, ou o conjunto de células envolvida nesta pequena linha de produção, evita-se grandes movimentações no interior da fábrica.

Estas linhas quando ocorre algum tipo de problema, os encarregados são credenciados com total autonomia para iniciar uma paralização de todo o sistema até que os erros sejam sanados, e ou corrigidos.

A multifuncionalidade dos funcionários é um ponto alto neste requisito, ou seja, iniciam um produto e passam para a segunda fase para o término do mesmo, assumindo um controle rígido maior de sua responsabilidade quanto a qualidade do produto. E principalmente quando este passar para outro grupo, pois os erros em algum produto são facilmente separados quando se trabalha com pequenas quantidades.

Sempre será dada a produção a responsabilidade no inicio e ou na fonte do sistema a preocupação com a qualidade extrema da confecção inicial do produto. Sendo priorizada a redução contínua do estoque e a resolução de problemas de qualidade, formando assim um ciclo positivo de melhoria contínua.

Fornecimento de materiais em pequenos lotes junto a linha de produção é uma extensão do principio básico baseado já norteado da filosofia dentro da fábrica.

A carga de trabalho deve ser estável garantido pelo planejamento da produção do sistema, para que ocorra um funcionamento contínuo do fluxo de materiais de uma forma já citada pelo método Kanban.

O fator humano é descrito como um dos responsáveis pela obrigação de se reduzir as distancias hierárquicas, pois o sucesso e ou fracasso na implementação do sistema JIT são em última analise os responsáveis departamentais e setoriais onde asseguram em o cumprimento do objetivo solicitado.

CONCLUSÃO:

As vantagens do JIT Podem ser demonstradas através de dados estatísticos da sua análise da sua contribuição nos principais critérios competitivos. Custos: A Redução do desperdício, através do planejamento e a reponsabilidade dos encarregados da produção pela melhoria contínua na sua linha de produção, os aspectos como materiais, mão de obra, custos com equipamentos são avaliados de uma forma bem criteriosa onde a necessidade destes é o essencialmente necessário, outro com o diferencial é o tempo de preparação das máquinas e a redução de movimentação do

produto assim produzido devido a programação definida.

A qualidade: é medidor mestre desta filosofia, o único nível aceitável é o zero de defeitos o que ocorre como

já descrito neste artigo a soma de responsabilidades de todos os encarregados dos setores e a preocupação desde o inicio com este requisito, sendo de uma forma constante a procura de problemas e de soluções que eliminem qualquer não conformidade do processo e do produto, obrigando assim um constante treinamento da equipe envolvida. Flexibilidade do JIT é aumentada pela redução dos tempos envolvidos no processo, e quanto aos funcionários que se moldam as necessidades diversas contribui para que sistema seja mais flexível entre às variações dos produtos. Devido a realização dos trabalhos serem baseados em estoques de matérias muito baixos ou nulos,

ou seja, só se utiliza o que for necessário para a programação da produção (NULO) um modelo de produto pode ser alterado sem que aumentem a muito os componentes obsoletos pelo fato de uma rigorosa programação no sistema. As regras do Kanban através do principio da visibilidade nos permitem identificar com uma certa rapidez, os problemas que poderiam comprometer toda a viabilidade do projeto em si, onde podemos atuar de uma forma imediata para a resolução do problema apresentado.

As limitações do JIT Estão ligadas a flexibilidade do sistema, ou seja, quanto variedade oferecida ao mercado e variação da procura

é em curto prazo. Observando estas dificuldades deste sistema podemos concluir que uma mudança radical

por parte do mercado consumidor, haverá uma necessidade do balanceamento dos estoques a ser disponibilizado adequado aos recursos, sendo necessário para um fluxo contínuo e suave, ou seja, são variações onde a procura seja muito instável.

Prevendo a manutenção do estoque dos componentes entre os centros de produção e o correndo uma necessidade de se produzir uma grande variedade de produtos na linha de produção, este fluxo estará

comprometido, pois não será mais um processo continuo e suave, ao contrário, será intermitente e gerando um desconforto na produção, pois haverá paradas necessárias e principalmente o aumento do estoque de insumos na linha de produção o que contraria a filosofia JIT.

O aumento da complexidade da gama de produção devido a grande quantidade da variedade de produtos a

ser produzido leva mudar radicalmente o principio desta filosofia com relação ao principio geral do processo produtivo: em uma linha contínua e suave de fabricação se este conjunto de gamas não pode ser estabelecido junto a produção. Outro ponto cruel para a manutenção dos estoques é a possibilidade de interrupção da produção devido a gestão da mão de obra, greves inesperadas podem comprometer a sua produção na fábrica e também se esta greve atingir os fornecedores aumentando o estoque desnecessariamente.

REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA

Baranger, P., Huguel G., Gestão da Produção: Actores, técnicas e políticas, Edições Sílabo, Lda., 1994 Endereços Internet http://claudionmmendes.sites.uol.com.br/ http://www.portaldaadministracao.org http://www. Just-In-Time Manufacturing

Sobre o autor

Sobre o autor Madson Denes Romário Lima Sou Formado em Logística

Madson Denes Romário Lima

Sou Formado em Logística Empresarial pelo Centro Universitário Luterano de Manaus.

Cursando Especialização em Gestão Estratégica de Negócios. ULBRA/MANAUS.