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Cartilha

Boas Práticas Ambientais para

Lavanderias

Cartilha Boas Práticas Ambientais para Lavanderias Lave com responsabilidade ambiental e sem desperdícios 1ª Edição –
Cartilha Boas Práticas Ambientais para Lavanderias Lave com responsabilidade ambiental e sem desperdícios 1ª Edição –

Lave com responsabilidade ambiental e

sem desperdícios

1ª Edição Novembro/2012

Ficha Técnica Realização: Sindicato das Lavanderias e Similares do Rio Grande do Sul Elaboração: Química Limpa
Ficha Técnica
Ficha Técnica

Realização:

Sindicato das Lavanderias e Similares do Rio Grande do Sul

Elaboração:

Química Limpa Soluções Ambientais Ltda.

Edição:

1ª Edição Novembro/2012

Ficha Técnica Realização: Sindicato das Lavanderias e Similares do Rio Grande do Sul Elaboração: Química Limpa
Ficha Técnica Realização: Sindicato das Lavanderias e Similares do Rio Grande do Sul Elaboração: Química Limpa
Apresentação
Apresentação

Esta cartilha contém informações e orientações para o correto

armazenamento e destinação de resíduos, formas de tratamento de

efluentes e procedimentos necessários para obtenção do Licenciamento Ambiental das lavanderias.

Pretende-se com esta cartilha, conscientizar as empresas do setor de

lavanderia, da importância do gerenciamento de seus resíduos e da responsabilidade que cabe ao empresário na preservação do meio ambiente. Além disso, tem como objetivo apresentar as alternativas

às empresas associadas ao SINDLAV/RS, para destinação adequada

dos resíduos, tratamento do efluente gerado e obtenção do

Licenciamento Ambiental.

Trabalhar cuidando e protegendo a natureza é um compromisso de

todos.

Vamos ver o que você pode fazer para lavar as roupas de seus clientes sem sujar o meio ambiente?

Apresentação Esta cartilha contém informações e orientações para o correto armazenamento e destinação de resíduos, formas
Apresentação Esta cartilha contém informações e orientações para o correto armazenamento e destinação de resíduos, formas
Responsabilidade Ambiental
Responsabilidade Ambiental

Quando o assunto é meio ambiente, logo se tem uma visão de

exigências em excesso, aumento significativo de custos, despesas sem a geração das receitas correspondentes, multas ambientais, dentre outros prejuízos que uma empresa possa vir a ter.

Entretanto, uma vez que são projetadas e adotadas medidas de

controle e de qualidade ambiental, os ganhos superam os gastos, e os benefícios são compartilhados por todos.

Tudo o que fizermos deve estar de acordo com a

legislação ambiental (municipal, estadual e federal). A proteção ao meio ambiente é uma exigência legal!

Responsabilidade Ambiental Quando o assunto é meio ambiente, logo se tem uma visão de exigências em
Processo •Lavagem
Processo
•Lavagem

Produto

Efluente líquido

Resíduos

sólidos

Ruídos e

vibrações

Emissões

gasosas

•Insumos •Energia •Água Entradas
•Insumos
•Energia
•Água
Entradas
Saídas
Saídas
Responsabilidade Ambiental Quando o assunto é meio ambiente, logo se tem uma visão de exigências em

Responsabilidade Ambiental

Responsabilidade Ambiental Quando o assunto é meio ambiente, logo se tem uma visão de exigências em
Responsabilidade Ambiental Quando o assunto é meio ambiente, logo se tem uma visão de exigências em
Licenciamento Ambiental
Licenciamento Ambiental

O Licenciamento ambiental é uma exigência legal e uma ferramenta do poder público para o controle ambiental. É obrigação do empreendedor, prevista em lei, buscar o licenciamento ambiental junto ao órgão

competente, desde as etapas iniciais de seu planejamento e instalação

até a sua efetiva operação. Sua contribuição é direta e visa a encontrar o

convívio equilibrado entre a ação econômica do homem e o meio ambiente onde se insere.

Benefícios obtidos com a Licença Ambiental:

diferenciação no mercado; demonstração do compromisso da empresa com o meio ambiente e com o futuro; melhoria na imagem perante órgãos regulamentadores; atração de parceiros; estímulo ao desenvolvimento e compartilhamento de soluções ambientais; Concorrer à licitações; Possibilidade de concorrer a aprovação de projetos em órgãos de financiamento e de incentivos governamentais, como o BNDES;

O processo de licenciamento ambiental é constituído de três tipos de licenças. Assim, temos:

Licença Prévia

LP

Primeira etapa do licenciamento, em que o órgão

licenciador avalia a

localização e a concepção do empreendimento.

Licença de Instalação

 

Licença de Operação

LI

LO

Autoriza o início da construção do empreendimento e

Autoriza o funcionamento do empreendimento.

a instalação dos

Nas restrições da

equipamentos.

LO, estão

determinadas as

condições de

operação.

Licenciamento Ambiental O Licenciamento ambiental é uma exigência legal e uma ferramenta do poder público para
Licenciamento Ambiental O Licenciamento ambiental é uma exigência legal e uma ferramenta do poder público para

A quem compete conceder o Licenciamento

Ambiental?

No Estado do Rio Grande do Sul, atuam três órgãos

ambientais com diferentes responsabilidades nos níveis Federal, Estadual e Municipal.

Na esfera federal, o IBAMA é o responsável pelo licenciamento de atividades desenvolvidas em mais de um estado e daquelas cujos

impactos ambientais ultrapassem os limites territoriais.

Se este não é o caso de sua empresa, é importante saber que a Lei

federal 6.938/81 atribuiu aos estados a competência de licenciar as atividades localizadas em seus limites regionais. Assim, no Rio Grande do Sul, o órgão responsável pelo licenciamento é a FEPAM. No entanto, os órgãos estaduais, de acordo com a Resolução CONAMA 237/97, podem delegar esta competência, em casos de atividades com impactos ambientais locais, ao município.

IBAMA

Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis

- órgão federal

FEPAM

Fundação Estadual de Proteção Ambiental

-órgão estadual

SECRETARIA MUNICIPAL DE MEIO AMBIENTE

- órgão municipal

A quem compete conceder o Licenciamento Ambiental? No Estado do Rio Grande do Sul, atuam três
A quem compete conceder o Licenciamento Ambiental? No Estado do Rio Grande do Sul, atuam três
A quem compete conceder o Licenciamento Ambiental? No Estado do Rio Grande do Sul, atuam três
A quem compete conceder o Licenciamento Ambiental? No Estado do Rio Grande do Sul, atuam três
A quem compete conceder o Licenciamento Ambiental? No Estado do Rio Grande do Sul, atuam três
Passos necessários para o requerimento da licença Identificar o tipo de licença a ser requerida Identificar
Passos necessários para o requerimento da licença
Identificar o
tipo de licença
a ser requerida
Identificar a
quem pedir a
licença
Coleta de dados
e documentos
necessários
Formalização /
Requerimento
Abertura do
de Licença
processo
•Comprovante de pagamento da taxa referente ao
custo do processo
•Documentos solicitados
O prazo de validade de cada licença varia de atividade para atividade de
acordo com a tipologia, a situação ambiental da área onde está instalada,
e outros fatores. O órgão ambiental estabelece os prazos e os especifica

na licença de acordo com os parâmetros estabelecidos na Resolução

CONAMA 237/97.

No caso da Licença de Operação (LO), deve-se requerer a renovação até 120 dias antes do término da validade dessa Licença.

Custos no processo de licenciamento:

Todos os custos envolvidos nas diversas etapas do licenciamento são de

responsabilidade da empresa. Os principais custos serão referentes às atividades de:

Recolhimento da taxa referente a cada licença expedida; Coletas de dados e informações pertinentes; Análises, se necessárias; Estudo de avaliação de impacto ambiental, dependendo da licença; Implantação de medidas preventivas e/ou corretivas aos impactos negativos; Acompanhamento e monitoramento dos impactos;

Passos necessários para o requerimento da licença Identificar o tipo de licença a ser requerida Identificar
Passos necessários para o requerimento da licença Identificar o tipo de licença a ser requerida Identificar
Fluxograma do processo de Licenciamento Ambiental Abertura do Processo Análise dos documentos Vistoria técnica Empreendedor Órgão
Fluxograma do processo de Licenciamento Ambiental
Abertura do Processo
Análise dos documentos
Vistoria técnica
Empreendedor
Órgão ambiental
Outra solicitação?
NÃO
SIM
Ex: EIA/RIMA,
análises, etc ...
Emissão da
Solicitação
Licença
atendida
Esse procedimento deve ser repetido para cada licença solicitada: LP, LI e LO
Fonte: adaptado de Manual de Licenciamento Ambiental , 2004
Fluxograma do processo de Licenciamento Ambiental Abertura do Processo Análise dos documentos Vistoria técnica Empreendedor Órgão
Fluxograma do processo de Licenciamento Ambiental Abertura do Processo Análise dos documentos Vistoria técnica Empreendedor Órgão
Gerenciamento de Resíduos
Gerenciamento de Resíduos

O lixo gerado pelas atividades

industriais é

tecnicamente conhecido como resíduo.

O resíduo varia de acordo com a empresa geradora. Basicamente, existem 3 tipos de resíduos:

  • - Gasosos são as emissões atmosféricas

  • - Líquidos são chamados de efluentes

  • - Sólidos

Em lavanderias, geralmente temos os resíduos sólidos (ex:

recipientes vazios de produtos químicos, felpa de roupas) e efluentes (saída da água de lavagem das máquinas). O efluente iremos tratar no próximo tópico, apontando as formas de

tratamento e reutilização.

Neste tópico, iremos tratar sobre RESÍDUOS SÓLIDOS.

ABNT NBR 10.004:2004 - esta norma classifica os resíduos sólidos quanto aos seus riscos potenciais ao meio ambiente e à saúde pública, para que possam ser gerenciados adequadamente.

Gerenciamento de Resíduos O lixo gerado pelas atividades industriais é tecnicamente conhecido como resíduo. O resíduo
Gerenciamento de Resíduos O lixo gerado pelas atividades industriais é tecnicamente conhecido como resíduo. O resíduo
Gerenciamento de Resíduos O lixo gerado pelas atividades industriais é tecnicamente conhecido como resíduo. O resíduo

Conforme a NBR 10.004/2004, os resíduos sólidos podem ser

classificados em 3 categorias:

  • - Classe I:

Classe dos Resíduos perigosos. Agrupa os resíduos que apresentam risco à saúde pública e ao meio ambiente.

  • - Classe IIA:

Classe dos Resíduos não perigosos (não enquadrados na Classe I) e não

inertes .

  • - Classe IIB:

São todos aqueles que não se enquadram nas classes I e IIA, ou seja,

são aqueles considerados resíduos não perigosos e inertes.

Deve-se conhecer as características do resíduo para escolher o modo correto de

armazenamento, transporte e alternativas de destinação adequada. O resíduo pode ser reutilizado, reciclado ou enviado para
armazenamento, transporte e alternativas de
destinação adequada. O resíduo pode ser
reutilizado, reciclado ou enviado para
disposição final em aterros industriais
licenciados.

Segundo a legislação, o empresário fica co-responável pelo resíduo gerado, mesmo este estando depositado em um aterro industrial. Por isso a importância de contratar empresas licenciadas e que trabalham obedecendo à legislação e ao meio ambiente.

Conhecer os resíduos gerados em sua empresa é um fator primordial para o gerenciamento ambiental da organização.

Resíduos Sólidos Industriais

Gerados pelas indústrias sendo que cada resíduo tem sua característica e classificação

conforme a NBR 10.0004 como

já visto nesta cartilha.

Responsabilidade: Empresa

Segundo a legislação, o empresário fica co-responável pelo resíduo gerado, mesmo este estando depositado em um
Minimização Reutilização Reciclagem Aterro industrial Prioridade
Minimização
Reutilização
Reciclagem
Aterro industrial
Prioridade
Segundo a legislação, o empresário fica co-responável pelo resíduo gerado, mesmo este estando depositado em um

Resíduos Sólidos Urbanos

Gerados por residências, domicílios, estabelecimentos comerciais, prestadores de

serviços que por sua natureza ou

composição tenham as mesmas características dos geradores nos domicílios.

Responsabilidade: Prefeitura

Segundo a legislação, o empresário fica co-responável pelo resíduo gerado, mesmo este estando depositado em um

Coleta seletiva - Reciclagem

Segundo a legislação, o empresário fica co-responável pelo resíduo gerado, mesmo este estando depositado em um

A coleta seletiva consiste na coleta de resíduos sólidos previamente segregados, conforme sua constituição ou composição.

A Resolução CONAMA n. 275, de 25

de abril 2001, no Art.1º, estabelece o

código de cores para os diferentes tipos de resíduos, a ser adotado na identificação de coletores e

transportadores, bem como nas

campanhas informativas para a coleta seletiva.

A coleta seletiva consiste na coleta de resíduos sólidos previamente segregados, conforme sua constituição ou composição.
Cores definem um coletor para cada tipo de resíduo
Cores definem um coletor para cada tipo de resíduo

Resíduos especiais e perigosos: resíduos não podem ser levados pelas coletas regulares, domiciliar ou seletiva.

Resíduos Especiais:

Podas de árvores

Caliça

Entulhos

Pneus velhos

Resíduos Perigosos - (por Lei, de responsabilidade do gerador):

Lâmpadas Fluorescentes

Pilhas e Baterias

Remédios vencidos Cartuchos e Toners

A logística reversa de pilhas foi estabelecida por norma em 2008. A Resolução do Conama nº 201/2008 estabeleceu a obrigatoriedade de recolhimento de pilhas e baterias usadas,

com a efetivação de um processo pelas indústrias produtoras.

Resíduos especiais e perigosos: resíduos não podem ser levados pelas coletas regulares, domiciliar ou seletiva. Resíduos
Resíduos especiais e perigosos: resíduos não podem ser levados pelas coletas regulares, domiciliar ou seletiva. Resíduos
Resíduos especiais e perigosos: resíduos não podem ser levados pelas coletas regulares, domiciliar ou seletiva. Resíduos
Tratamento de Efluentes
Tratamento de Efluentes

ÁGUA: Matéria-prima para setor de lavanderias 1° Minimizar/reduzir:

eliminação de desperdícios,

manutenções, treinamentos, evitar vazamentos.

2° Reusar/ reutilizar:

tratamento preliminar água,

reutilização água chuva

3° Tratamento:

lançamento em cursos

d’água

Tratamento de Efluentes ÁGUA: Matéria-prima para setor de lavanderias 1° Minimizar/reduzir: eliminação de desperdícios, manutenções, treinamentos,

Conforme Resolução CONSEMA n.º 128/2006, os efluentes líquidos, após

o tratamento, deverão atender aos padrões de emissão para o lançamento

em corpos hídricos, conforme tabela seguinte. Além disso, o efluente industrial tratado deverá atender ao padrão de toxicidade conforme Resolução CONSEMA 129/2006, alterada pela

Resolução CONSEMA n°251/2010, em função da vazão lançada e da vazão

mínima do corpo receptor para o lançamento em corpos hídricos;

Os padrões e parâmetros que devem ser analisados nos

efluentes são estabelecidos na licença ambiental. Estes

padrões podem ser mais restritivos em órgãos municipais do

que no órgão estadual (FEPAM).

Tratamento de Efluentes ÁGUA: Matéria-prima para setor de lavanderias 1° Minimizar/reduzir: eliminação de desperdícios, manutenções, treinamentos,
Tratamento de Efluentes ÁGUA: Matéria-prima para setor de lavanderias 1° Minimizar/reduzir: eliminação de desperdícios, manutenções, treinamentos,

Padrões de emissão de efluentes líquidos conforme as faixas de vazão de

lançamento - Resolução CONSEMA n.º 128/2006

Obs: parâmetros principais que devem ser analisados em lavanderias

Parâmetro

Padrão de emissão Vazão < 20m³/dia

Padrão de emissão Vazão faixa de 20m³/dia

Padrão de emissão Vazão faixa de 100m³/dia

 

100m³/dia

 

500m³/dia

Cor

Não deve conferir mudança de coloração ao corpo hídrico receptor

Não deve conferir mudança de coloração ao corpo hídrico receptor

Não deve conferir mudança de coloração ao corpo hídrico receptor

DBO

≤180mg/l

 

≤150mg/l

110 mg/l

DQO

≤ 400mg/l

 

≤ 360mg/l

 

≤ 330 mg/l

 

Virtualmente

Virtualmente

Virtualmente

Espumas

ausentes

 

ausentes

 

ausentes

Fósforo total

4 mg P/l ou 75% de eficiência

4 mg P/l ou 75% de eficiência

≤ 3 mg P/l ou 75% de eficiência

Mat. flutuantes

Ausentes

 

Ausentes

 

Ausentes

Nitrogênio total

20 mg NTK/l ou 75% de eficiência

20 mg NTK/l ou 75% de eficiência

20 mg NTK/l ou 75% de eficiência

Odor

Livre de odor desagradável

Livre de odor desagradável

Livre de odor desagradável

Óleos e graxas

10 mg/L

 

10 mg/L

 

10 mg/L

pH

entre 6,0 e 9,0

entre 6,0 e 9,0

entre 6,0 e 9,0

Sólidos

1,0 ml/L em teste

1,0 ml/L em teste

1,0 ml/L em teste

sedimentáveis

de 1 (uma) hora em "Cone Imhoff

de 1 (uma) hora em "Cone Imhoff

de 1 (uma) hora em "Cone Imhoff

Sólidos suspensos

180 mg/l

 

155 mg/l

 

125 mg/l

totais

Subs. Tensoativas reag. azul de metileno

2,0 mg MBAS/L

2,0 mg MBAS/L

2,0 mg MBAS/L

Temperatura

< 40 ºC

 

< 40 ºC

 

< 40 ºC

Produção Mais Limpa (P+L)
Produção Mais Limpa (P+L)

Produção Mais Limpa (P+L) é a aplicação de uma estratégia ambiental preventiva integrada aos processos, produtos e serviços, com o objetivo de aumentar a eficiência ambiental e diminuir os riscos ao homem e ao meio ambiente, através da não geração, minimização ou reciclagem de resíduos gerados em um processo produtivo. Esta abordagem induz inovação nas empresas, dando um passo em direção ao desenvolvimento econômico sustentado e competitivo.

Algumas medidas de Produção Mais Limpa:

Usar menos matérias-primas, água, energia, etc;

Manter em estoque apenas o necessário: evitar que produtos fiquem estocados por muito tempo;

Usar matérias-primas menos tóxicas; Gerar menos resíduos / resíduos menos agressivos; Reciclar os resíduos; Reduzir a quantidade de resíduos gerados;

Produção Mais Limpa (P+L) Produção Mais Limpa (P+L) é a aplicação de uma estratégia ambiental preventiva

Produzir MAIS com MENOS

Aumento da produtividade / eficiência / rendimento / ($$$)

Redução de impactos ambientais

O comprometimento da alta direção da empresa é imprescindível nas ações de conscientização e motivação dos colaboradores e no estabelecimento de valores ambientais.

Produção Mais Limpa (P+L) Produção Mais Limpa (P+L) é a aplicação de uma estratégia ambiental preventiva
Produção Mais Limpa (P+L) Produção Mais Limpa (P+L) é a aplicação de uma estratégia ambiental preventiva
O Meio ambiente agradece!
O Meio ambiente agradece!
O Meio ambiente agradece!
O Meio ambiente agradece!

Realização:

Realização: www.quimicalimpa.com www.sindlav.com.br

www.quimicalimpa.com

Realização: www.quimicalimpa.com www.sindlav.com.br

www.sindlav.com.br