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Grupo: Apelogrupo

Componentes: Davi Rodrigues de Almeida -

Otavio Rodrigues Bilharva-

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Web 2.0

Web2 é um termo criado em 2004 para designar uma segunda geração de


comunidades e serviços baseados na plataforma web embora o termo tenha uma conotação
de uma nova versão para ele não se refere à atualizações nas suas especificações técnicas.

O termo Web 2.0 foi usado pela primeira vez em Outubro de 2004 pela O'Reilly
Media e pela MediaLive International como nome de uma série de conferências sobre o
tema, popularizando-se rapidamente a partir de então. Tratou-se de uma constatação de que
as empresas que conseguiram se manter através da crise da Internet possuíam
características comuns entre si, o que criou uma série de conceitos agrupados que formam o
que chamamos Web 2.0.

Representa a transição para um novo paradigma onde a colaboração ganha força


suficiente para concorrer com os meios tradicionais de geração de conteúdo é o termo
usado para identificar uma nova forma de navegar pela internet e, conseqüentemente, de
desenvolver aplicações orientadas à esta nova geração de internautas, além de ser uma
mudança para uma internet como plataforma, e um entendimento das regras para obter
sucesso nesta nova plataforma. Entre outras, a regra mais importante é desenvolver
aplicativos que aproveitem os efeitos de rede para se tornarem melhores quanto mais são
usados pelas pessoas, aproveitando a inteligência coletiva.
Melhor organização do conteúdo A Web 2.0 também é uma significativa mudança
na arquitetura da informação. Já que o conteúdo é feito pelo usuário e deve ser de fácil
acesso, por que não deixar o próprio usuário fazer a AI. Daí surge a folksonomia
(substituindo a Taxonomia), onde, ao invés de grandes categorias e subcategorias, a
organização é feita por palavras não só podendo por uma página dentro de uma categoria,
porém dentro de várias tags. Acessibilidade Web 2.0 é a Web como plataforma. Você pode
acessar as aplicações independente de Sistema Operacional, navegador ou hardware e de
qualquer lugar que esteja, A profusão de sites assentes nas ferramentas sociais que
compõem essa \"nova\" paisagem virtual tem crescido exponencialmente. Possibilitam
níveis e padrões de interacção, partilha e troca de opinião até recentemente apenas possíveis
offline. A imaginação é quase sempre o limite e muitos têm sido os sites que casam o canal
\"Internet\" com as ferramentas sociais para oferecer funcionalidades nunca antes possíveis.
A empresa referência desta nova Web é o Google. Quando o Gmail foi lançado,
várias empresas viram que era possível ter aplicações desktop inteiras pela internet. Depois
disto vimos o Google Maps, o Google AdSense e várias novidades pipocaram
revolucionando o jeito de se usar a internet. As outras empresas perceberam e começaram a
correr atrás.
As empresas podem ultilizar a web 2.0 para promover uma troca de informações
entre os seus funcuonarios, fornecedores e clientes de maneira interativa, simples e
dinâmica. Dependendo do tipo de negócios da empresa, a web 2.0 é indisponível, correndo
seio risco de ficar para trás diande de novos modelos de negocio que começam a ser
desenhados.
As organizações estão interessadas em usar as técnicas de Web 2.0 em duas áreas,
principalmente: dentro da organização, para aprimorar a eficiência e a produtividade, e da
organização para os clientes, para aprimorar a receita e a satisfação do cliente. O uso da
Web 2.0 no âmbito das organizações denomina-se Enterprise 2.0 e, provavelmente, esta
será a primeira área que usará a Web 2.0. O uso da Web 2.0 pelas empresas para fazer a
interface com seus clientes e consumidores é similar à atividade B2C (do negócio para o
cliente) mas com um enfoque social e comunitário e, por isso, denomina-se B2C 2.0 (do
negócio para a comunidade). O interesse neste uso da "comunidade como um cliente"
cresce rapidamente.
Esse fenômeno começa a abrir margem para o surgimento da chamada corporação
2.0. Inúmeras empresas que atuam no Brasil, como Renault,General Motors, Mapfre
Seguros e Sul América Seguros, já lançam mão de ferramentas como blogs, redes sociais e
twitter, seja para gerar campanhas publicitárias de seus produtos e serviços, seja para
estreitar o relacionamento com seus clientes, ou para aumentar a visibilidade da marca.
É claro que há questões importantes que dizem respeito à segurança das
informações. Não se cogita lidar com dados críticos da empresa, como o cadastro de
clientes ou as transações mais importantes, em serviços gratuitos da rede. Mas a idéia de
colaboração pela internet já foi adotada pela Microsoft, por exemplo. Uma das novidades
dos servidores da empresa é permitir a criação de páginas pessoais dos funcionários,
exatamente como no Orkut.
Resumindo, hoje em dia, as áreas da Web 2.0 de comunidade e conteúdo complexo
estão sendo utilizadas com sucesso pelas organizações, internamente para captura de
conhecimento e reutilização e, externamente para criar comunidades de clientes. Embora
grande parte do atual interesse esteja na captura de conhecimento e reutilização, ainda há
problemas significativos, culturais e sociais, para a implementação bem-sucedida desses
sistemas, os quais não são resolvidos pelas técnicas da Web 2.0. A área menos explorada do
uso das comunidades de clientes traz uma promessa muito maior para a organização, mas
também traz riscos próprios concomitantes sobre IP e vandalismo, os quais precisam ser
discutidos.
No geral, o uso das técnicas da Web 2.0 na empresa promete ter efeitos profundos
e extensos sobre como as organizações trabalham, interna e externamente, criando formas
poderosas e completamente novas para a movimentação, as vendas e o suporte aos clientes
como comunidades.