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1 Faculdade Novaunesc Curso de Bacharelado em Enfermagem Disciplina: Microbiológia Professor: Dr. Diego Sousa Campelo José

Faculdade Novaunesc Curso de Bacharelado em Enfermagem Disciplina: Microbiológia Professor: Dr. Diego Sousa Campelo

José de Arimatea Maciel dos Anjos.

RELATORIOS DE PRÁTICAS DO LABORATÓRIO DE MICROBIOLÓGIA SOBRE OS TEMAS:

COLORAÇÃO DE GRAM SEMEIO E MEIOS DE CULTURA.

Teresina – PI 2013

Coloração de Gram

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Introdução:

A coloração de Gram é um método de coloração de bactérias desenvolvido pelo médico dinamarquês Hans Christian Joachim Gram, e que consiste no tratamento sucessivo de um esfregaço bacteriano, fixado pelo calor, com o reagente cristal violeta, lugol, álcool-acetona e fucsina básica. Essa técnica permite a separação de amostras bacterianas em Gram-positivas e Gram-negativas e a determinação da morfologia e do tamanho das amostras analisadas. A coloração de Gram é um dos mais importantes métodos de coloração utilizados em laboratórios de microbiologia e de análises clínicas, sendo quase sempre o primeiro passo para a caracterização de amostras de bactérias. A técnica tem importância clínica uma vez que muitas das bactérias associadas a infecções são prontamente observadas e caracterizadas como Gram-positivas ou Gram-negativas em esfregaços de pus ou de fluidos orgânicos. Essa informação permite ao clínico monitorar a infecção até que dados de cultura estejam disponíveis. É possível a análise de vários esfregaços por lâmina, o que facilita a comparação de espécimes clínicos. As lâminas podem ser montadas de forma permanente e preservadas como documentação para estudos relacionados ..

Objetivo

Confeccionar uma lâmina e utilizar a técnica de gram para o estudo e visualização da morfologia das bactérias ao microscópio óptico durante as aulas práticas no laboratório de Microbiologia a serem vista pelo os dicentes no decorrer das aulas práticas.

Materiais

  • 1. Lamina;

  • 2. Solução salina;

  • 3. Alça bacteriológica;

  • 4. Bico de Bunsen;

  • 5. Colônia de bactérias;

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  • 7. Papel filtro;

  • 8. Microscópico.

Métodos

  • 1. Sobre a lâmina de vidro, colocou-se uma gota de solução salina. Com a alça bacteriológica tocar levemente na superfície da colônia e emulsionar o material na gota de solução salina (caso o microrganismo seja fornecido em solução, colocar uma gota na lâmina). Deixar secar.

  • 2. Passou-se o esfregaço na chama do bico de Bunsen três vezes a fim de fixar o material.

  • 3. Posteriormente cobriu-se o esfregaço seco com violeta de genciana (cristal violeta) e deixar por um minuto.

  • 4. Lavou-se com água corrente.

  • 5. Esgotou-se a lâmina, e a cobriu com solução de lugol e deixar por um minuto.

  • 6. Esgota-se a lâmina e, mantendo a mesma inclinada, pingou-se gotas de Álcool-acetona até que não se desprenda mais corante da preparação.

  • 7. Lavou-se com água corrente.

  • 8. Cobriu-se a lâmina com solução de fucsina e deixar por trinta segundos.

  • 9. Lavou-se a lâmina e a cobriu com papel filtro para a secagem da lâmina.

10.Em seguida examinou-se ao microscópio com a objetiva de imersão.

Resultados:

Gram (+) coram de roxo, gram (-) coram de rosa.

3 7. Papel filtro; 8. Microscópico. Métodos 1. Sobre a lâmina de vidro, colocou-se uma gota

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Conclusão:

O método da coloração de Gram é baseado na capacidade das paredes celulares de bactérias Gram-positivas de reterem o corante cristal violeta no citoplasma durante um tratamento com álcool-acetona enquanto que as paredes celulares de bactérias Gram-negativas não o fazem. Resumindo, as bactérias Gram positivas coram-se de roxo e as Gram negativas coram-se de vermelho. Esta técnica de coloração permite então a distinção entre bactérias com parede celular mais ou menos rica em peptidoglicanos. De referir que embora uma bactéria Gram negativa nunca possa corar positivamente pelo Gram, uma bactéria estruturalmente Gram positiva pode corar negativamente se a sua parede de peptidoglicano for destruída ou danificada (ex. envelhecimento celular ou acção de lisozimas).

Preparação de Meio de Cultura Ágar Simples

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Objetivo:

A prática terá como objetivo a preparação do

meio de cultura, para futuras

análises de microrganismos presentes em amostra de água e/ou alimentos.

Os microrganismos se desenvolvem na superfície dos meios sólidos formando colônias. Também têm emprego na conservação de cultivos por um tempo mais ou menos longo, pois o acesso lento aos elementos nutritivos limita a reprodução.

A função do Ágar simples, é deixar o meio de cultura sólido para isolamento e separação de culturas.Já que o desenvolvimento de microganismo em meios de cultura está relacionado a fatores muito importante como:

Disponibilidade de nutrientes apropriados;

Necessidade ou não de oxigenação (AERAÇÃO),

Necessidade de um certo grau de temperatura adquada;

Mturação do PH apropriado;

Incubação e temperatura adquada;

Utilização de técnicas assépticas para evitar contaminação do meio quando,Os meios de cultura,por definição destinam se ao cutivo artifical dos microganismo, e podem de uma maneira geral ser classificada de acordo com suas caracteristicas e apresentação.

Metodologia

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De início, fez-se o cálculo da quantidade para pesagem do meio Ágar.

39g

1000ml

__________

  • x 150ml

__________

39 * 150

  • x = ____________

1000

  • x = 5,85g

Com o auxílio da balança analítica, pesou-se 5,85g de Ágar simples. Utilizando um becker, colocou-se essa quantidade juntamente com 150ml de água destilada. O becker com a solução foi levado até o agitador para total homogeneização, utilizando a barra magnética, mais conhecida como peixinho.Em seguida, fez-se a transferência da solução para um erlenmeyer, que logo em seguida, foi devidamente isolado com papel alumínio.Feita a identificação com etiqueta, colocou-se o erlenmeyer na autoclâve para esterilização à úmido, que geralmente é feita por 15 minutos à uma temperatura de 121ºC. Esse procedimento é feito para garantir a ausência de outros microrganismos no meio, exceto os desejáveis.Neste casso o uso de autoclâve é o meio correto para destruição de outros microorganismoe de todos os poros é a autoclâve.

Desenvolvimento da prática:

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Para

o

desenvolvimento

da

laborotório como:

Placa com ágar Simples

Placa de àgar sangue

Tubos de caldo simples

Swabas estérieis

prática foram utilizados maeriais
prática
foram
utilizados
maeriais
dentro do
dentro
do

Bico de busen

Àlcool iodado e algodão

Estantes de arame

7 Para o desenvolvimento da laborotório como: Placa com ágar Simples Placa de àgar sangue Tubos
7 Para o desenvolvimento da laborotório como: Placa com ágar Simples Placa de àgar sangue Tubos

Execução:

N a execução é importante indentificar placas de àgar simples, deixando- a exposta ao ar por 30 minuto

Fechar a placa e incubar à temperatura de 35ºC por 24 horas. Após foi utilizadas manobras assépticas, coletar a especime de vários locais do corpo, como ouvido, garganta, nariz, e pele ambienta, utilizando o swab esteril que foi fornecido pelo instrutor. Em seguida fazemos o esgotamento do material coletado na extremidade do meio de cultura que foi flanboiado pela alça de platina e foi esperado o seu esfriamento depois dmos prosegimento com o repique por esgotamento por todas a superfície de meio sólodo. Após o semeio que na prática seguinte foi observado o crescimento das colônias crescidas isoladamente após ter passada por uma temperatura de 35ºC.

Conclusão:

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Noentanto existem bactérias que não exigem aerobiase total e o caso dos Estreptococos e Gonococos.Isso é facilmente obtido, utilizando-se o método de vala, que consiste em se levar as placas à incubação em uma jarra ou recpiente fechado, dentro do qual se acende uma vela para provocar o consumo de oxigênio com consequênte a do gás aumento da concentração do gás carbonico.

Concluo então, que os meios de cultura são uma associação equilibrada de agentes químicos e físicoso que permitem o cultivo de microrganismos fora de seu habitat natural.E que a principal condição de incubação é a temperatura em que o microorganismo se que não exigem desenvolve, levando em consideração o tipo de bactéria suspeita, assim como o material clinico utilizado

8 . Noentanto existem bactérias que não exigem aerobiase total e o caso dos Estreptococos e
8 . Noentanto existem bactérias que não exigem aerobiase total e o caso dos Estreptococos e