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Índice

Introdução

3

Romanos em território Português

3

Romanos

em

Sintra

3,4

Fotos

4

A minha visita ao Museu (fotos)

5,6

Bibliografia

 

7

Introdução

Corria o ano de 218 a. C. quando Cneio Cornélio Cipião desembarcou em Emporion à frente de um poderoso exército romano. No ano seguinte, o seu irmão Públio Cipião juntou-se-lhe para partilhar o comando das forças militares romanas na Península Ibérica. A chegada dos romanos não correspondeu, numa primeira fase, a uma intenção conquistadora, mas a uma manobra táctica no quadro da II Guerra Púnica, procurando atacar os cartagineses pela retaguarda e expulsá-los do território itálico. Após a derrota de Aníbal, esta ocupação essencialmente militar e limitada ao sudeste da península começa a ceder lugar às primeiras tentativas de administração efectiva do território, acompanhadas da progressão para norte e ocidente. Registam-se então os primeiros confrontos entre romanos e lusitanos, estes comandados por Viriato, que opôs grande resistência ao todo- poderoso exército romano. A morte do carismático chefe lusitano abriu as portas à ocupação do extremo ocidental da Hispânia.

Romanos em território Português

A primeira grande campanha militar no que é actualmente o território português ocorreu no ano 138 a. C. e foi comandada por Décio Júnio Bruto. Sabemos por Estrabão que o general romano estabeleceu o seu quartel-general junto à cidade de Morón (local ainda não identificado, que se situaria a cerca de 100 km da foz do Tejo e que alguns julgam tratar-se de Santarém), no vale do Tejo, e fortificou Olissipo. A cidade que viria a tornar-se a capital de Portugal era de vital importância estratégica, controlando a entrada no Tejo e funcionando ainda como entreposto para abastecimento por via marítima dos exércitos em campanha.

Romanos em Sintra

Introdução Corria o ano de 218 a. C. quando Cneio Cornélio Cipião desembarcou em Emporion à
Introdução Corria o ano de 218 a. C. quando Cneio Cornélio Cipião desembarcou em Emporion à

Barragem de Belas

Podemos pois com alguma certeza apontar o ano de 138 a. C. como o ano de chegada dos romanos à região de Sintra. Integrada no então denominado Município Olisiponense, a região sintrense ocuparia um território limitado a norte pela foz da Ribeira de Ilhas, a sul pelo Cabo da Roca e prolongando-se a leste por Almargem do Bispo e Negrais (ver mapa). É a região que Cardim Ribeiro, especialista em romanidade sintrense, denomina como zona W do Município

Olisiponense. Esta vasta região, que como podemos constatar ultrapassa os actuais limites do município sintrense, era, para os padrões da época, densamente povoada são cerca de meia centena os locais até hoje descobertos com vestígios arqueológicos da época romana e pautada por múltiplas villae de tipo latifundiário. A economia era essencialmente rural, revestidos contudo de grande importância a exploração das ricas pedreiras de mármore que ainda hoje existem no concelho. Dada a primitiva navegabilidade do rio Lisandro, pelo menos até Cheleiros, que permitia a «exportação» do mármore via fluvial e marítima, as pedreiras contribuíram muito para o acentuado desenvolvimento sócio-económico da região. Merece ainda uma especial menção a Serra de Sintra que, outrora como hoje, mais do que um mero acidente orográfico, se revestia de um profundo significado simbólico. É o Mons Sacer Monte Sagrado a que se refere Varrão, constituindo toda ela território sagrado. Aí os romanos ergueram diversos templos e santuários, de que hoje nos restam apenas memórias, consagrados ao Sol e à Lua, cultos que mais tarde seriam associados ao culto imperial. De entre os numerosos vestígios romanos na região de Sintra, destaca-se na actual vila de Sintra vestígios romanos avulsos, que sugerem a presença de um habitat ocupado desde os séculos II/I

a.C.- V d.C

Uma via ligaria este aglomerado à zona rural a sudeste da Serra onde entroncaria na

.. estrada para Olisipo. O troço seguiria grosso modo a Rua da Ferraria, a Calçada dos Clérigos e a

Calçada da Trindade. Conforme o habitual uso que os Romanos tinham em colocar os seus túmulos ao longo das vias e à saída dos habitats, também aqui se detectaram vestígios de lápides pertencentes a monumentos funerários do século II d.C ..

Olisiponense. Esta vasta região, que como podemos constatar ultrapassa os actuais limites do município sintrense, era,Olisipo. O troço seguiria grosso modo a Rua da Ferraria, a Calçada dos Clérigos e a Calçada da Trindade. Conforme o habitual uso que os Romanos tinham em colocar os seus túmulos ao longo das vias e à saída dos habitats, também aqui se detectaram vestígios de lápides pertencentes a monumentos funerários do século II d.C .. Ponte e calçada de Catribana Fontanário de Armés Villa de Santo André de Almoçageme 4 " id="pdf-obj-3-25" src="pdf-obj-3-25.jpg">
Olisiponense. Esta vasta região, que como podemos constatar ultrapassa os actuais limites do município sintrense, era,Olisipo. O troço seguiria grosso modo a Rua da Ferraria, a Calçada dos Clérigos e a Calçada da Trindade. Conforme o habitual uso que os Romanos tinham em colocar os seus túmulos ao longo das vias e à saída dos habitats, também aqui se detectaram vestígios de lápides pertencentes a monumentos funerários do século II d.C .. Ponte e calçada de Catribana Fontanário de Armés Villa de Santo André de Almoçageme 4 " id="pdf-obj-3-27" src="pdf-obj-3-27.jpg">

Ponte e calçada de Catribana

Olisiponense. Esta vasta região, que como podemos constatar ultrapassa os actuais limites do município sintrense, era,Olisipo. O troço seguiria grosso modo a Rua da Ferraria, a Calçada dos Clérigos e a Calçada da Trindade. Conforme o habitual uso que os Romanos tinham em colocar os seus túmulos ao longo das vias e à saída dos habitats, também aqui se detectaram vestígios de lápides pertencentes a monumentos funerários do século II d.C .. Ponte e calçada de Catribana Fontanário de Armés Villa de Santo André de Almoçageme 4 " id="pdf-obj-3-31" src="pdf-obj-3-31.jpg">
Olisiponense. Esta vasta região, que como podemos constatar ultrapassa os actuais limites do município sintrense, era,Olisipo. O troço seguiria grosso modo a Rua da Ferraria, a Calçada dos Clérigos e a Calçada da Trindade. Conforme o habitual uso que os Romanos tinham em colocar os seus túmulos ao longo das vias e à saída dos habitats, também aqui se detectaram vestígios de lápides pertencentes a monumentos funerários do século II d.C .. Ponte e calçada de Catribana Fontanário de Armés Villa de Santo André de Almoçageme 4 " id="pdf-obj-3-33" src="pdf-obj-3-33.jpg">

Fontanário de Armés

Villa de Santo André de Almoçageme

As ruínas da villa romana

As ruínas da villa romana 5
As ruínas da villa romana 5
As ruínas da villa romana 5
As ruínas da villa romana 5

Lenda do Templo da Lua

Conhecida pelo nome de Promontório Magno, ou da Lua, e é fora de dúvida que no tempo da dominação romana os povos, que habitavam nesta serra, edificaram ali um templo, que primeiramente quiseram dedicar ao imperador Octaviano Augusto II, e que por este não consentir, o consagraram à Lua; como chamassem a este planeta Cinthia pois, se derivou com pouca corrupção o nome de Sintra. Estas memórias históricas acham-se confirmadas por vários cipos e outras pedras com inscrições, que se descobriram na mesma serra, e que se podem ver nas obras dos antiquários.